Kaká Publicado 14 Agosto 2011 1- Pelé 2- R 3- E 4- S 5- T 6- O :D Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 17 Agosto 2011 Nome: Geoffrey Charles Hurst País: Inglaterra Posição: Ponta-de-lança Clubes: West Ham United (1959-72), Stoke City (72-75), West Bromwich Albion (75-76), Seattle Sounders (76), Cork Celtic (76) Internacionalizações/golos: 49/24 "O golpe profundo na perna de Jimmy Greaves, a teimosia histórica de Alf Ramsey, a indecisão crónica de Gottfried Dienst e a miopia circunstancial de Tofik Bakhramov podem ter contribuído, mas foi o talento natural de Geoff Hurst que mais pesou no seu dia de glória, 30 de Julho de 1966, final do Mundial. O ponta-de-lança de Ashton-under-Lyne marcou três golos na vitória (4-2) da Inglaterra sobre a Alemanha, um feito que nunca ninguém tinha alcançado antes e que só Kempes (1978), Zidane (1998) e Ronaldo (2002), com bis, ficaram perto de alcançar depois. E assim os ingleses conquistaram o seu único, contestado e caseiro título mundial. Hurst marcou o primeiro golo, na ocasião o do empate 1-1, e os dois últimos. Ambos polémicos. Embora não esteja ainda provado - o mais certo é que a bola rematada pelo avançado do West Ham para o 3-2 não tenha cruzado a linha de golo. Valeram aos ingleses a decisão pronta, mas provavelmente errada, do árbitro assistente azeri Bakhramov e a falta de decisão do árbitro principal Dienst para validar o golo. Hurst, o autor do remate, estava de costas no momento em que a bola bateu na barra e desceu mas garante que foi golo porque o colega Hunt preferiu festejar a confirmar. Seja como for, minutos depois, o mesmo Hurst dispara para o 4-2, o problema desta vez é que já havia adeptos no relvado de Wembley - o jogo estava nos instantes finais - com a anuência de Dienst, que nunca chegou a apitar, lavando as suas mãos qual Pôncio Pilatos, enquanto viu a invasão pacífica consumar-se. O contorverso hat-trick de Hurst até foi perfeito ( quando os golos são marcados com o pé direito, o pé esquerdo e a cabeça ) - ou bastante imperfeito, como dizem os seus detratores, dado que os dois últimos golos são, à partida, ilegais. O ponta-de-lança nem estava a jogar. Suplente do indiscutível Greaves, ganhou o lugar nos quartos-de-final graças a uma lesão do companheiro que, no entanto, recuperou nas vésperas da decisão. O selecionador Alf Ramsey manteve Hurst no onze indiferente à pressão da imprensa para recolocar o afamado Greaves. E no dia da final, Hurst fez o seu papel. Teve outras tardes de glória? Sim, mas esta é que o pôs na história e neste post." http://www.youtube.com/watch?v=0Uhe_l1h3w8&feature=related Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 17 Agosto 2011 Nome: Jair Ventura Filho ( Jairzinho ) País: Brasil Posição: Extremo-direito Clubes: Botafogo (1959-74), Marselha (74-75), Cruzeiro (76), Portuguesa (77), Noroeste (78-79), Fast Club (79), Jorge Wiltermann (80-81), Botafogo (81-82), 9 de Octubre (82) Internacionalizações/golos: 81/33 "Ainda o Brasil e o Botafogo andavam embriagados com o génio e a loucura de Garrincha e já outro furacão indetetável pelos boletins meteorológicos se aproximava perigosamente da seleção canarinha e da General Severiano, a sede do popular clube do Rio de Janeiro. Em 1961, 1962 e 1963, os botafoguenses ganharam três campeonatos seguidos de juvenis e de juniores sob a liderança de Jairzinho. Sim, vinha aí um furacão. Em 1964, Jairzinho, ele próprio o fã número um de Mané Garrincha, estreou-se na seleção frente a Portugal, já titular do Botafogo mas não na posição preferida, a de extremo-direito, porque essa era cativa do seu ídolo decadente. Portugal acabaria dois anos depois por lhe causar um desgosto no seu primeiro Mundial, o de 1966, onde, aos 22 anos e a jogar na esquerda, desilude. Em 1970, no entanto, faz parte daquela que é considerada a mais espetacular equipa da história do futebol, a seleção brasileira que conquista o tricampeonato mundial para o país. E, entre craques eternos, acaba por se revelar o mais decisivo elemento da constelação: uma constelação composta, entre outros astros, por cinco jogadores que usavam a camisola 10 nos seus respetivos clubes, Gerson ( São Paulo ), Pelé ( Santos ), Rivellino ( Corinthians ), Tostão ( Cruzeiro ) e, claro, Jairzinho. Ao longo da prova, marcou golos ( sete ) em todos os jogos que realizou ( seis ), um recorde que mais ninguém repetiu - mas que Ghiggia (1950) e Fontaine (1958) já tinha conseguido antes dele. Ganha a alcunha que vinha prometendo desde moleque - o "Furacão da Copa". No Alemanha-1974, ainda marcou três golos, depois de ter tentado a sorte na Europa, no Marselha, e de ter regressado ao Brasil, ao Cruzeiro no caso, onde iria a tempo de ganhar uma Taça Libertadores e uma Taça Intercontinental. Retirou-se em 1982 mas o seu tributo ao futebol ainda não tinha acabado. Por volta de 1990, enquanto olheiro, pressentiu antes de todos os outros com a perspicácia de um meteorologista que outro furacão se aproximava perigosamente de território brasileiro: descobriu Ronaldo "Fenómeno" no São Cristóvão e aconselhou-o ao Cruzeiro." http://www.youtube.com/watch?v=3H66KpCONjk Compartilhar este post Link para o post
CultOfPersonality Publicado 17 Agosto 2011 Estão a dar uma reportagem no intervalo do Real vs. Barça agora na Sporttv1 acerca do tal sul-coreano que se falou aqui recentemente. ;) Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 17 Agosto 2011 Estão a dar uma reportagem no intervalo do Real vs. Barça agora na Sporttv1 acerca do tal sul-coreano que se falou aqui recentemente. ;) A teu ver, merece estar entre os 100 melhores? Compartilhar este post Link para o post
CultOfPersonality Publicado 17 Agosto 2011 A teu ver, merece estar entre os 100 melhores? Não o conheço. Pelo que percebi deve ser das maiores referências de sempre do continente, mas também se podiam incluir no lote de jogadores como o Nakamura, entre outros, que trouxeram fama ao continente. Mas como não o conheço como jogador em campo, pouco posso dizer. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 18 Agosto 2011 Não o conheço. Pelo que percebi deve ser das maiores referências de sempre do continente, mas também se podiam incluir no lote de jogadores como o Nakamura, entre outros, que trouxeram fama ao continente. Mas como não o conheço como jogador em campo, pouco posso dizer. Hidetoshi Nakata :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Ibrahimovic_9 Publicado 18 Agosto 2011 Eu recordo-me desse coreano, e era de facto um bom jogador e um líder exemplar. Mas fazer parte desta lista, mesmo sem saber o resto dos nomes, parece-me absurdo. Compartilhar este post Link para o post
CultOfPersonality Publicado 18 Agosto 2011 Hidetoshi Nakata :prayer: Por acaso enganei-me, era o Nakata que queria referir, mas referi o outro. Lembro-me perfeitamente dele em anúncios da Nike. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 19 Agosto 2011 Nome: Oliver Rolf Kahn País: Alemanha Posição: Guarda-redes Clubes: Karlsruher (1987-94), Bayern (94-2008) Internacionalizações/golos: 86 "Nascido na rígida região de Baden-Wurttemberg, no Sudoeste alemão, havia porém qualquer coisa de guarda-redes sul-americano em Oliver Kahn. Fosse o temperamento imprevisível, fosse a rudeza com que intimidava os adversários, fossem os escândalos fora dos relvados, fosse o seu talento único, fosse tudo junto, havia qualquer coisa que nos levava a ir confirmar se a organizada Baden-Wurttemberg não ficava na Colômbia ou no Paraguai. Só o cabelo loiro e o aspecto visigodo rebelde estavam lá para nos lembrar a origem do "Titã". Kahn, como a maioria dos grandes guarda-redes, começou a ser um razoável jogador de campo na juventude, até chegar aos 18 anos, já guarda-redes, ao Karlsruher ( deixando para trás o curso de economia ) e daí ao Bayern e à seleção ( na Alemanha são mais ou menos a mesma coisa ). Pelo gigante bávaro, construiu uma carreira de conquistas, quase todas recorde no clube, como o número de títulos nacionais, oito, e de taças, seis. Ganhou ainda uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental. Pela seleção, além de um Europeu ( era suplente de Kopke ), foi terceiro num Mundial, em 2006, e segundo noutro, em 2002, quando ganhou a alcunha de "Titã". No vice-campeonato a nível coletivo de 2002, conquistou o troféu de melhor jogador da prova, nunca antes nem depois atribuído a um guarda-redes, superando Ronaldo "Fenómeno" na eleição FIFA. No Alemanha-2006, no entanto, perdeu a titularidade para Jens Lehmann, numa controversa decisão do selecionador Jurgen Klinsmann que encheu páginas de jornais e horas de televisão. A "guerra" Lehmann-Kahn acabaria paradoxalmente com a vitória de ambos: o primeiro saiu-se bem como titular e o segundo foi um modelo de companheirismo durante a prova. À medida que crescia o mito na baliza, criavam-se boatos a propósito de casos extramatrimoniais e noitadas em discotecas. A todos, Kahn respondia com um gélido silêncio e um olhar fulminante capaz de assustar Mike Tyson quanto mais os repórteres alemães. Quando resolveu terminar a carreira, em 2008 ( sofreu um mínimo histórico de 21 golos na Bundesliga dessa época, o enésimo recorde que bateu ), soube aproveitar a sua incrível fama na Ásia, derivada do Mundial-2002, para participar em reality-shows e outros eventos. Na Alemanha é considerado um semideus por causa da rigidez dos números que lhe sustentam a carreira ímpar e por causa de um certo folclore à sul-americana a condimentar o homem que nunca sorriu." http://www.youtube.com/watch?v=z6cQLRyj-og&feature=related Compartilhar este post Link para o post
P_KOR Publicado 19 Agosto 2011 Era um grande gr, mas dos jogadores com quem menos simpatizei desde vejo futebol! Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 19 Agosto 2011 Nome: Ricardo Izecson dos Santos Leite ( Kaká ) País: Brasil Posição: Médio-ofensivo Clubes: São Paulo (2001-03), Milan (03-09), Real Madrid (09-?)* Internacionalizações/golos: 82/27 *em atividade "É filho de um engenheiro civil e de uma professora. Nunca se envolveu em nenhum escândalo sexual, a não ser que seja considerado escândalo casar-se virgem. Faz a diferença mais pela capacidade física acima da média do que pela técnica. O nome não é Cacá, ou Cacazinho, como seria mais óbvio, Kaká. com capas, uma letra recente do alfabeto português. São quatro características que fazem do astro brasileiro o contraditório do astro brasileiro padrão: não nasceu pobre, não é boémio, não se destaca só pela habilidade natural, não tem o sufixo "inho". Kaká, sendo um destruidor de ideias preconcebidas do Brasil, nem por isso deixou de ser um ídolo. Talvez seja um ídolo maior por isso. Homem de fé - exagerada? - começou a cultivá-la aos 12 anos de vida - como evangélico - depois teve uma revelação aos 18 anos - quando um acidente numa piscina quase o deixou paraplégico - e estabeleceu um plano de vida de dez metas aos 19 - que foi cumprindo etapa por etapa, de júnior prometedor do São Paulo a melhor do mundo em 2007. Antes de chegar ao Real Madrid, em que ainda não se impôs, conquistou o mundo através do Milan, onde jogou seis fabulosos anos, depois de recusar o Chelsea, o primeiro clube a querer resgatá-lo do São Paulo. No clube da capital paulista, ainda "Cacá", teve como modelo Raí, outro astro sem a malandragem do astro brasileiro comum, que acabara a carreira anos antes. Foi-se assumindo como craque, fruto das suas arrancadas em progressão, superando toda a gente em força e velocidade em direção à baliza adversária. A seleção apareceu na sua vida logo aí e com 20 anos foi campeão do mundo - jogou 21 minutos na Coreia do Sul e no Japão, em 2002. Mas com 24 e 28, nos mundiais a que se apresentou como um dos líderes naturais, não passou dos quartos-de-final, deixando um gosto de frustração numa carreira, mesmo assim, notável. Nos últimos anos, problemas físicos impediram-no de competir com Cristiano Ronaldo ou Messi pelo título de melhor do mundo, ao mesmo tempo que surgiram rumores do abandono da igreja Renascer em Cristo de que era o principal contribuinte individual e de que queria ser pastor depois do fim da carreira. Mas os fãs ainda acreditam nele. E Kaká ainda acredita n´Ele." http://www.youtube.com/watch?v=XxtDtBHhLCo&feature=related Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 20 Agosto 2011 Kaká :heart: Ainda me lembro de ter ficado deliciado com aqueles dois golos ao Manchester United. Máquina! Compartilhar este post Link para o post
Andreslb Publicado 20 Agosto 2011 O Kaká dos tempos do Milan :prayer: Agora já não é o jogador que era, teve azar ao sofrer aquela lesão que o deixou fora dos relvados durante muito tempo. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 20 Agosto 2011 Nome: Joseph Kevin Keegan País: Inglaterra Posição: Avançado Clubes: Scunthorpe United (1968-71), Liverpool (71-77), Hamburgo (77-80), Southampton (80-82), Newcastle United (82-84) Internacionalizações/golos: 63/21 "O que distinguia a equipa do Liverpool dos anos setenta e oitenta das outras grandes equipas da história era isso mesmo: ser uma equipa. A estrela era o mestre Bill Shankly - o tal que disse que o futebol não era um jogo de vida ou de morte, era muito mais do que isso - ou era o Kop - a bancada que canta o arrepiante "You´ll never walk alone" antes do apito inicial - mas jamais um jogador, uma individualidade, um ego, um umbigo. A não ser que esse jogador se chamasse Kevin Keegan. Keegan, registe-se, chegou a Anfield como futebolista de equipa, tipicamente british: determinado, bravo, pragmático, justo, incansável. Mas tinha um talento acima da média, feito de velocidade e drible; um carisma próprio, pequenino de mais para a média inglesa (173 centímetros), moreno de mais para a média inglesa ( de cabelo preto, penteado da moda ); e atraía as câmaras por estar sempre a correr, a saltar, a lutar. Não era Best, o seu glamoroso antecessor, nem nos relvados nem fora deles, mas era Keegan, o que de mais parecido com Best as revistas encontraram depois de Best se autodestruir. Em Anfield e na Europa, o jovem que Shankly descobriu nas profundezas do futebol inglês - no Scunthorpe United - e trouxe para o seu Liverpool aos 20 anos de idade ganhou tudo: três títulos ingleses, uma taça, duas taças UEFA e uma Taça dos Campeões Europeus. Foi considerado em 1977 o melhor futebolista da Europa: podia escolher qualquer ponto do continente para jogar. Como os Beatles um dia, Keegan também saiu de Liverpool rumo a Hamburgo - por lá voltou a ganhar e a jogar uma final, perdida no entanto para os compatriotas do Nottingham Forest, da Taça dos Campeões Europeus. Chegamos a 1982 e ao Mundial de Espanha, o palco ideal para colocar uma cereja no topo da carreira. Uma lesão, no entanto, só lhe permitiu jogar vinte minutos com os anfitriões e depois de ter feito uma maratona de carro de Espanha até à Alemanha para consultar um especialista - a seleção ficou demasiado dependente dele. Restava-lhe 1986. Mas o novo selecionador, Bobby Robson, ignorou-o. Queria formar uma equipa e Keegan tornara-se uma estrela." http://www.youtube.com/watch?v=S9SXa55s2OM&feature=related Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 22 Agosto 2011 Nome: Mario Alberto Kempes País: Argentina Posição: Ponta-de-lança Clubes: Instituto (1970-73), Rosario Central (74-76), Valencia (77-81), River Plate (81-82), Valencia (82-84), Hercules (84-86), First Vienna (86-87), St. Polten (87-90), Kremser (90-92), Fernández Vial (95), Pelita Jaya (96) Internacionalizações/golos: 43/20 "É provável que em Karawang, no Singaperbangsa Stadium, a assistir a um jogo do Persatuan Sepak Bola Pelita Jaya, miúdos indonésios tenham perguntado aos pais quem era aquele cabeludo, a marcar golos sem parar, mesmo parecendo velho de mais para jogar futebol. "Kempes", terão respondido orgulhosos os pais, que o tinham visto em 1978 no Mundial argentino. "Mario Alberto Kempes", porque o antigo craque tem um daqueles nomes que sabe bem dizer completo como, logo depois dele, soube bem encher a boca para dizer Diego Armando Maradona. Sim, Mario Alberto Kempes não soube acabar a carreira. Ou, por outro lado, nem se importou com o que pensassem dele. Que o achassem decadente, gordo, velho,lento. Simplesmente quis, em 1996, fazer aquilo que começou a fazer em 1970 ao mais alto nível. E hoje deve continuar a ter mais vontade de estar lá em baixo do que na cabina de imprensa com o microfone da ESPN. Kempes, com 16 anos, já era estrela da sua equipa amadora e aos 17 começou a escalada habitual nos jogadores de alto nível: de destaque do sofrível Instituto Córdoba a referência do já grande Rosario Central e, logo a seguir, a contratação mediática do Valencia. A primeira internacionalização apareceu algures na transição de Rosario para Espanha. Os dados estavam lançados. Em Valencia revelou-se dos melhores do mundo, integrando e liderando uma das mais importantes equipas de sempre do clube, vencedora em Espanha - Taça - e na Europa - Taça das Taças - enquanto se sagrou rei dos marcadores do país em duas épocas consecutivas. É neste contexto, e já depois de ter participado aos 19 anos no Mundial da Alemanha em 74, que apareceu no Mundial-78. Ou que o Mundial-78 apareceu na vida de Kempes. Os números nas camisolas da seleção foram atribuídos por ordem alfabética. A SuperMario coube a 10. O destino estava do lado dele. Ganhou o título, marcou mais golos que ninguém e foi considerado o homem da competição, após dois golos numa final inebriante com a Holanda - aquecida pela multidão extasiada e pelos inesquecíveis papelinhos brancos espalhados, à argentina, pelo relvado. Era oficial: Kempes, como Evita, como Che, como Gardel, atingira o estatuto de mito no país. Ainda participou no Mundial-82 mas a partir daí a carreira foi sempre a descer. Não numa perspectiva "garrinchiana" do termo mas porque lhe apeteceu simplesmente jogar à bola na segunda divisão espanhola, na Áustria, num clube desconhecido do Chile e - porque não? - no Singaperbangsa Stadium." http://www.youtube.com/watch?v=0gZDDo-sN1I&feature=related Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 23 Agosto 2011 Eterno avançado. Faria a minha dupla de sonho com o van Basten :biggrin: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 23 Agosto 2011 O João Almeida Moreira criou uma página no Facebook sobre o livro que eu estou aqui a postar. Visitem e tal como o fazem aqui, dêem o vosso parecer sobre o que estão a achar do livro. Quem achariam que deveria estar na lista e quem não deveria fazer parte, por exemplo. http://www.facebook.com/pages/Os-100-Melhores-Futebolistas-de-Todos-os-Tempos/206996999359046 Compartilhar este post Link para o post
Bazuka Publicado 24 Agosto 2011 Isto, tinha na altura tv satelite e papava a PL como ninguem... Ver o Zola, o Cantona, o Shearer no Blackburn, o Teddy, o Ian Wright,Brian Mclair, Mark Hugues, Vialli ainda apanhei um par de anos do Ian Rush, Le tissier, Fowler, o inicio do Michael Owen.Chris Sutton (antes de Cole e Yorke, este e o Alan Shearer eram "a" dupla) .só para referir os avançados... Pá, era mesmo amor! Falta ai um!!! O Ravanelli!!! Cheguei a descorar o cabelo num carnaval para parecer o Ravanelli! Compartilhar este post Link para o post
P_KOR Publicado 25 Agosto 2011 (editado) Falta ai um!!! O Ravanelli!!! Cheguei a descorar o cabelo num carnaval para parecer o Ravanelli! :mrgreen: A carreira do Kempes é mesmo de loucos, entao do Valencia para a frente é só estrelas... :lol: Editado 25 Agosto 2011 por P_KOR Compartilhar este post Link para o post