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André Sousa

[Benfica] O Museu do Clube

Publicações recomendadas

Resumo época 1983-1984

 

 

Bayer Leverkusen 4 - Benfica 4 (1993-1994)

 

 

Arsenal 1 - Benfica 3 (1991-1992)

 

Editado por Vaart

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Onde é que ele está? Sempre simpatizei com o Karadas.

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Filho de um pescador, Low f^*k Him, que significa “aquele que nasceu da terra a ela há-de voltar um dia”.

wtf :mrgreen:

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Ainda ontem relembrei este jogo num tópico sobre o João Pinto e é, sem dúvida, um vídeo que não pode faltar a este tópico

 

http://www.youtube.com/watch?v=Ww_DOQN2Sg8

 

Melhor exibição na carreira do João Pinto e uma das melhores exibições que já vi um jogador fazer.

 

Já agora, deixo uma palavra também para o Enke, era um grande guarda-redes, dos melhores que passou no Benfica nos últimos 20 anos.

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Em relação ao Enke. É/foi o unico jogador que me fez comprar uma camisola oficial. #24! Pena a assinatura dele já ter desaparecido :|

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Já meti aí esse jogo para download. Acho que até está na 1ª página do tópico.

 

Nem tinha visto! :prayer:

 

Se pedir pass, qual é que é a do costume? :mrgreen:

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Faz hoje 48 anos que vencemos o Troféu Ramón de Carranza. Fica aqui o nosso percurso:

 

Semifinais

 

31/08/1963

Benfica 3x2 Barcelona

Fiorentina 3x2 Valência

 

Disputa de 3º Lugar

 

01/09/1963

Barcelona 4x1 Valência

 

Final

 

01/09/1963

Benfica 7x3 Fiorentina

 

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O troféu é super imponente ao vivo.

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Vamos lá reanimar isto.

 

Fica aí para download uma espécie de revisão do campeonato de 90/91. É descrito o percurso do Benfica nesse campeonato, tendo em foco alguns pontos importantes. O regresso do Eriksson e do Rui Águas, a contratação do Schwarz, a saída de jogadores na fase descendente da carreira, como Diamantino, Álvaro Magalhães e Chalana e, também com grande relevo, o jogo com o Porto nas Antas, com os 2 golos do César Brito em 15 minutos.

 

dcqFZ.png

 

Com comentários de Vítor Paneira, Valdo, Fernando Mendes, Eriksson e mais um par de ilustres do Benfica.

 

Vitórias & Património - Episódio 45.

 

A password é a do costume: dfernandes.

 

 

Todos os créditos vão para o forista dfernandes.

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O ultimo programa do Vitórias e Património da Benfica Tv é de arrepiar. Fala essencialmente do que é "Ser Benfiquista". Excelente! Aconselho todos os benfiquistas a verem.

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Benfiquistas, faz hoje 47 anos que o Sport Lisboa e Benfica venceu no antigo Estádio da Luz, para a Taça dos Clubes Campeões Europeus, o poderoso Real Madrid por 5-1 com golos de José Augusto 9', Eusébio 13' e 25', Simões 75' e Coluna 88'.

 

Não vivemos do passado, mas relembramo-lo com orgulho.

 

http://goo.gl/yRO16

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Estava aqui a ler umas histórias sobre o Benfica e achei interessante partilhar um resumo da história deste senhor, Joaquim Bogalho:

 

Joaquim Bogalho

 

 

 

Joaquim Ferreira Bogalho

Natural de Alcobaça 1899 a 1 de Outubro de 1977

 

Joaquim Bogalho é, ainda hoje - e sê-lo-á sempre -, um símbolo, um motivo de orgulho e uma fonte de estímulo para os sócios do Benfica. Emergindo da aura envolvente dos primórdios do clube, em que avultam os nomes sagrados de Cosme Damião, Tamagnini Barbosa, Félix Bermudes, Ribeiro dos Reis, ele foi, durante várias décadas, quase uma vida inteira, o mais respeitado intérprete e continuador do espírito, do fervor, da mística, da alma, do Benfica...

Ao Benfica chegou com duas grandes e inseparáveis paixões: o ciclismo e o futebol. Tinha 15 anos, viera de uma terreola pequenina, à beira da Benedita, para Lisboa à conquista do futuro. Fez-se logo sócio do Benfica. Em 1914. E começou a jogar como guarda-redes. Nunca passaria das terceiras categorias. Por isso, Francisco Calado, uma das glórias do futebol do Benfica que com ele trabalhou, disse que se como jogador não atingiu craveira elevada, como dirigente foi insuperável. Ao falar dele, emocionou-se. «Joaquim Bogalho era fantástico. Via o Benfica à frente de tudo, mas foi sempre um homem muito sério. Um dirigente com um sentido de futuro e de responsabilidade ímpares. Não era homem rico, antes pelo contrário, era um dos sócios da Casa de Câmbios Costa Lda, na Rua do Ouro, mas, com o seu sentido de gestão fez com que o Benfica se livrasse da bancarrota e, mais que isso, criou as bases em que se fundaria o Benfica europeu dos anos 60...» Foi como tesoureiro de unhas curtas que deu nas vistas. Mas seria como presidente de mãos largas que se celebraria. No tempo em que aceitou a tarefa de endireitar as finanças do Benfica, chamavam-lhe o Joaquim... da Calçada.

Persistente. Teimoso. Testarudo. A sua divisa não era um por todos, todos por um, era...antes quebrar que torcer. Ao traçar-lhe o retrato, Francisco Calado sente as lágrimas a bailarem-lhe nos olhos. Se é saudade, também é devoção. São essas coisas que o simples nome dos grandes homens inspiram. «Ninguém se poderá queixar de ter sido alguma vez traído por Bogalho. Se, por vezes, era duro, era duro com frontalidade. Se, por vezes, parecia haver algum despotismo nos seus métodos de acção, era porque só queria o bem do Benfica. Queria o bem do Benfica sem querer o mal dos outros. Era um homem extraordinário, capaz de dar a camisa por um amigo, como deu, pela vida fora, a alma pelo Benfica.»

 

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Simbólico. Dia 14 de Julho de 1953. Joaquim Ferreira Bogalho dá a primeira enxadada nos terrenos onde ia nascer o Estádio da Luz.

 

Recusa do nome no estádio do sonho...

Joaquim Ferreira Bogalho foi como que o presidente que cortou, definitivamente, o elo com o futebol romântico em Portugal. Profissionalizando-o, sem complexos ou hipocrisias. Chamaram-lhe megalómano quando, na ânsia de destruir o império que o Sporting ameaçara criar, contratou Fernando Caiado ao Boavista, por 200 contos, no que seria a maior transferência até então do futebol português. E com nomes ainda mais feios o vituperaram, até alguns dos próprios pares quando aceitou pagar 12 contos por mês a Otto Glória para que ele revolucionasse, como revolucionou, o futebol do Benfica.

O Estádio da Luz foi sonho seu. Desafio de uma vida. De paixão ardente. De tal modo que, no dia da inauguração, a 1 de Dezembro de 1954, depois de lida a mensagem de felicitações de Salazar, António Ribeiro dos Reis, a quem competiria, por protocolo, a inauguração do estádio que se chamava ainda de... Carnide, na sua condição de presidente da Assembleia Geral, não o quis fazer, para não ser injusto com Bogalho, cujo discurso foi ponteado por lágrimas e longas pausas de comoção: «Foi um milagre! Um milagre da nossa fé inquebrantável; milagre do nosso querer irresistível; milagre do nosso amor a esta colectividade que se chama Sport Lisboa e Benfica. Eu profetizara este acontecimento em 29 de Maio de 1952, no Porto, no banquete comemorativo da inauguração do Estádio do F. C. Porto e consideraram-me um lunático, um sonhador, ou simplesmente um louco...»

O Benfica poderia, enfim, no dia em que festejava 50 anos, ufanar-se de ter um grande estádio construído em pouco mais de dois anos. «Aqui instalámos, enfim, o nosso lar, aqui queremos viver para todo o sempre, porque o Benfica será eterno», ao dizê-lo, Joaquim Bogalho desfaleceu. De emoção. As palmas tornaram-se mais vibrantes. E o Estádio de... Carnide, que haveria de se afamar como sendo da Luz, só não ficou, nesse dia, com o nome de Bogalho porque ele não quis. Por modéstia. São assim os grandes homens...

 

 

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Comoção. Joaquim Ferreira Bogalho no dia da inauguração do Estádio. Profundamente emocionado, amparam-no Gastão Silva e Manuel Paulino Gomes.

 

 

 

Fazer a Luz com leilão de... periquitos!

 

Tinha um sonho. Um estádio para o Benfica. Com a grandeza dele. Um dia disse: «A obra é para todos, tem, portanto, de ser obra de todos.» Foi. E, aceitando o repto de Bogalho, em 1953, quase todos os dias era ver na sede da Rua do Jardim do Regedor gente de todas as condições, peles caras e fatos de ganga juntos numa multidão heterogénea, dando lindo exemplo de amor a uma causa, contribuindo de forma inédita, com toda a simplicidade e ternura, leiloando objectos o mais inimagináveis, para que se recolhessem fundos para o estádio. De uma vez, uma gaiola com dois periquitos, oferecida pelo... presidente, foi arrematada por 300 escudos. O arrematante pô-la de novo em leilão. Rendeu mais 300. E mais 300 ainda por se ter repetido a cena. De outra, uma garrafa de Porto foi leiloada onze vezes e rendeu quase 500 escudos. Desse modo se conseguiram dezenas de contos. Foram gotas de água. Pura. Do coração. E a forma de se fazer um estádio com a ajuda e o sacrifício de todos porque Bogalho tivera um sonho, farto de ver o Benfica sem campo decente, que o Sporting lhe cedera...

 

 

 

jbogalho.jpg

Joaquim Bogalho com Ribeiro dos Reis, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica

 

fonte: http://estadio.no.sapo.pt/bogalho.htm

Editado por Fábio Neves

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