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FC Porto - Presidência, Marketing, SAD e Relatórios & Contas

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Eu ainda nem era vivo na altura ou tinha acabado de nascer, mas tenho a ideia que o momento em que o João Pinto termina a carreira e oferece a camisola 2 ao Jorge Costa também foi muito emblemático - até tenho ideia de ter ouvido falar de que existiu uma espécie de cerimónia na apresentação da equipa - e também contribuiu muito para a afirmação do Jorge como capitão. 

Editado por Bernas

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Citação de RAG, há 31 minutos:

A 2 só é mítica pelo João Pinto, o Jorge deu continuidade e o simbolismo foi o João entregar lhe a camisola 

Mas a 2, falo por mim, e talvez gerações que viram o Jorge Costa em miúdo e depois o Bruno Alves a seguir em adolescente, associa também a 2 a um defesa, ao jogador à Porto, formado no clube e capitão ou futuro capitão. Por isso quem nasceu nos anos 93> lembra-se muito mais facilmente do Jorge Costa 2000> e Bruno Alves a seguir. (Ninguém se lembra mas o Ricardo Costa usou-a entre o Jorge e o Bruno).

Eu também não retirava e camisola perdeu mística por culpa própria, por forçarem na entrega do número a jogadores sem sentido.

A retirada de camisola só fazia sentido, no caso do Jorge Costa, na minha visão, se ele tivesse seguido e terminado a carreira no Porto na altura (não deixaram, eu sei) e aí sim, teria mais sentido pensar nessa possibilidade. Agora não.

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Eu percebo o que vocês dizem, mas o João Pinto jogou a carreira toda no FCP, é o jogador com mais jogos de sempre, jogava com a 2 quando os números ainda eram de 1 a 11 e quando acabou a carreira entregou a 2 ao Jorge numa cerimónia carregada de simbolismo. Não se quis retirar a camisola, quis que aquele número passasse a significar jogador à FCP e o Jorge foi um dos maiores exemplos disso.

Não acho que a camisola seja retiravel, mas se for para dar a um camelo qualquer, mais vale retirar a preserva la enquanto ainda tem valor 

  • Concordo! 2

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Não retiraria. Retirar a #2 é-me estranho quando quem começou este legado foi o João Pinto, que continua entre nós, parece que o estamos a ignorar nesta história. Além disso, a camisola já foi usada por muitos outros depois do João Pinto e do Jorge Costa, incluindo jogadores sem qualquer relevância na história do FC Porto (Fábio Cardoso é o último exemplo) nem o Jorge morre a usá-la (eg. caso do Diogo Jota em Liverpool).

Se agora o Vítor Baía tivesse uma infelicidade, não iríamos tirar o número ao Diogo Costa. O conceito é o mesmo, a única diferença é que a #2 não está a ser usada de momento.

No mundo ideal, recuperar-se-ia o misticismo do número e poderia funcionar como uma espécie de troféu dentro do balneário, que seria entregue a algum jogador caso a merecesse. Mas passaríamos anos sem a ver em campo e isso obrigaria a um certo trabalho de marketing.

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A verdade é que desde o Bruno Alves não existiu nenhum jogador com o perfil para vestir a camisola - apenas o Pepe, mas já tinha a ligação à camisola 3. Eu acho que mais do que perder a mística da camisola 2, perdeu-se a mística no sentido em que deixou de existir esse defesa capitão com carreira no clube e aquele perfil de líder. Não existe mística de camisola 2, porque não existiu nenhum jogador capaz de a carregar. 

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Citação de UnReal, há 2 minutos:

Não retiraria. Retirar a #2 é-me estranho quando quem começou este legado foi o João Pinto, que continua entre nós, parece que o estamos a ignorar nesta história. Além disso, a camisola já foi usada por muitos outros depois do João Pinto e do Jorge Costa, incluindo jogadores sem qualquer relevância na história do FC Porto (Fábio Cardoso é o último exemplo) nem o Jorge morre a usá-la (eg. caso do Diogo Jota em Liverpool).

Se agora o Vítor Baía tivesse uma infelicidade, não iríamos tirar o número ao Diogo Costa. O conceito é o mesmo, a única diferença é que a #2 não está a ser usada de momento.

No mundo ideal, recuperar-se-ia o misticismo do número e poderia funcionar como uma espécie de troféu dentro do balneário, que seria entregue a algum jogador caso a merecesse. Mas passaríamos anos sem a ver em campo e isso obrigaria a um certo trabalho de marketing.

Concordo aqui.
Preferia mesmo ver a camisola a ser entregue a alguém que a merece, que representa os valores do clube dentro e fora de campo, do que desaparecer completamente com ela.

Até acetaria este ano o número não ser utilizado, como uma espécie de luto institucional, mas regressaria no próximo ano como elegível no caso de um jogador o merecer.

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Citação de RAG, há 49 minutos:

Não acho que a camisola seja retiravel, mas se for para dar a um camelo qualquer, mais vale retirar a preserva la enquanto ainda tem valor 

É aqui que quero chegar. Tenho sérias dúvidas que se arranje outros exemplos como esses dois no futuro próximo. Seguindo essa linha de misticidade, acabaríamos por ver o número indisponível.

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Citação de Bernas, Agora:

A verdade é que desde o Bruno Alves não existiu nenhum jogador com o perfil para vestir a camisola - apenas o Pepe, mas já tinha a ligação à camisola 3. Eu acho que mais do que perder a mística da camisola 2, perdeu-se a mística no sentido em que deixou de existir esse defesa capitão com carreira no clube e aquele perfil de líder. Não existe mística de camisola 2, porque não existiu nenhum jogador capaz de a carregar. 

Acho que não ajuda que o clube também atravessou tempos mais negros a nível financeiro e sempre que um jogador minimamente capaz aparecia, era logo despachado para manter as portas abertas.

Caso, por exemplo, do Rúben Neves vendido por 17M e que chegou inclusive a ser capitão aos 18 anos num jogo da Champions.

E depois terias o Vitinha, mas esse já foi por outros valores também, apesar de 40M ter sabido a muito pouco.

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Citação de rcoelho14, há 2 minutos:

Acho que não ajuda que o clube também atravessou tempos mais negros a nível financeiro e sempre que um jogador minimamente capaz aparecia, era logo despachado para manter as portas abertas.

Caso, por exemplo, do Rúben Neves vendido por 17M e que chegou inclusive a ser capitão aos 18 anos num jogo da Champions.

E depois terias o Vitinha, mas esse já foi por outros valores também, apesar de 40M ter sabido a muito pouco.

Não só o período que o clube atravessou, como a própria realidade do futebol atual. É muito complicado ter um jogador da formação que se destaca a fazer carreira no clube, sem colocar em causa que os que tivemos foram de facto mal vendidos (mas em qualquer contexto teriam acabado por sair). 

Editado por Bernas

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Citação de Bernas, há 8 minutos:

Não só o período que o clube atravessou, como a própria realidade do futebol atual. É muito complicado ter um jogador da formação que se destaca a fazer carreira no clube, sem colocar em causa que os que tivemos foram de facto mal vendidos (mas em qualquer contexto teriam acabado por sair). 

Sim, também é totalmente verdade isso.

Mas havendo outra pujança financeira, diria que também se torna mais possível manter este tipo de jogadores mais tempo, sem ter de os vender quase contra a sua vontade (como foi o Rúben Neves e o Fábio Silva).

Eles acabam por sair, óbvio, porque por muito que amem o clube, também têm outras ambições que não conseguimos dar.

Mas se não tivermos de os vender em saldos para cobrir salários do mês ou para não levarmos outra multa da UEFA, ainda dá tempo de poderem ter um impacto em que faça sentido usarem o número.

Tipo, o Pepe só esteve cá 3 épocas antes de ir para o Real, por exemplo, e deu tempo de se afirmar como um jogador à Porto.

Outro exemplo seria o Lucho, diria, que esteve cá 4 épocas antes de ir para o Marseille.

Editado por rcoelho14

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Vocês continuam a acreditar em histórias de amor, isso já não acontece. Qualquer jogador que possamos achar que pode vir a ser um merecedor da nº2 vai embora passado 1 ou 2 anos, o mercado não espera e não se iludam que não vamos precisar de vender...Vamos sempre ser obrigados a vender, péssimos negócios como no passado ? Não mas temos sempre de vender. 

Citação de UnReal, há 38 minutos:

Se agora o Vítor Baía tivesse uma infelicidade, não iríamos tirar o número ao Diogo Costa. O conceito é o mesmo, a única diferença é que a #2 não está a ser usada de momento.

O Diogo já disse que a usava como homenagem ao Baía, se a gente não pedisse provavelmente ele próprio iria escolher outro número por respeito. 

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Imaginem que no próximo ano vem o Rúben Neves. Eu dava-lhe o número 2. É um perfil completamente diferente, mas também “é Porto”.

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O Castro foi 2 e, segundo vai parecendo, foi-lhe entregue pelo Jorge Costa. Não vejo mal o Neves herdar esse número. 

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Antes o Rúben Neves do que o Fábio Cardoso.

Mas o Rúben a voltar pode querer voltar ao seu antigo número ou com o número do amigo Jota.

 

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Dentro de todas estas teorias de que o futebol é diferente hoje em dia, a verdade é que o que está pela frente é voltarmos a construir um Porto adequado aos tempos atuais mas que se mantenha como sempre o conhecemos: ganhador. Tenho a certeza que era isso que o Jorge estava a tentar construir neste regresso ao clube e é nisso que todos os portistas têm de estar focados e unidos para construir nos próximos anos. 

Editado por Bernas
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Citação de pedritsh, há 5 minutos:

Impressionante.

Coitado do jornalista também. Espero que esteja a lidar bem com a situação.

  • Concordo! 6

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Faltam aí os títulos conquistados ao seu lado. Como alguém referiu no dia da morte o Jorge Costa faz parte de 25% de todos os títulos de futebol conquistados pelo clube.

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Fds, que raiva destes energúnemos.

Cantar o hino do clube no momento de despedida final já é mau o suficiente, largar fumo ao lado do caixão, junto à família e amigos é todo um outro nível de insensibilidade.

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Citação de Lurker, há 1 minuto:

Fds, que raiva destes energúnemos.

Cantar o hino do clube no momento de despedida final já é mau o suficiente, largar fumo ao lado do caixão, junto à família e amigos é todo um outro nível de insensibilidade.

Quando o chefe-maior deles acusou o Bicho de ser traidor há um ano e tal atrás.

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Citação de Lurker, há 8 minutos:

Fds, que raiva destes energúnemos.

Cantar o hino do clube no momento de despedida final já é mau o suficiente, largar fumo ao lado do caixão, junto à família e amigos é todo um outro nível de insensibilidade.

qual é o problema em terem cantado o hino mesmo? os fumos dou de borla pq realmente levar com aquilo nas trombas nao é nada agradavel

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Digo o mesmo que disse aquando o falecimento do Pinto da Costa. A parte das cerimónias realizadas no Dragão são para os sócios e adeptos. As cerimónias realizadas em ambiente de Igreja e no cemitério são para a família, amigos e colegas de profissão ou de trabalho. Ridiculo a falta de respeito que têm pelos entes queridos dos falecidos.

  • Concordo! 3

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