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Amy Winehouse morreu

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Família acredita que Amy morreu porque deixou de beber

 

Uma fonte próxima da família contou ao "The Sun" que a cantora cortou de forma radical com a bebida, quando tinha sido aconselhada a deixar de beber gradualmente.

 

As verdadeiras causas da morte de Amy Winehouse são ainda desconhecidas, mas de acordo com a edição de hoje do jornal "The Sun", a família está convencida que a decisão da cantora em cortar radicalmente com a bebida poderá explicar a morte, até porque o médico a aconselhou a deixar de beber gradualmente.

 

"Ela tinha um corpo frágil e pode não ter aguentado a abstinência total em relação ao álcool. A família está convencida que essa foi a causa da morte", disse uma fonte ao tablóide inglês.

 

"Os médicos disseram a Amy para deixar de forma gradual o álcool. Mas ela disse que isso era impossível, que era tudo ou nada", prosseguiu a mesma fonte.

 

Um médico britânico citado pelo jornal admitiu que esta teoria é possível. "Os álcoolicos lidam particularmente mal com a abstinência. Podem cair em sonolência ou até mesmo em coma", referiu o médico Carol Cooper.

 

DN

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É porque deixou de beber... claro.

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É porque deixou de beber... claro.

 

Partilha lá os resultados da autópsia com a malta.

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Não seria assim tão espantoso, a síndrome de abstinência alcoolica é muito violenta pela sua componente quimica. Numa pessoa frágil como ela uma convulsão ou até taquicardia poderia facilmente provocar a morte.

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Eu não duvido que alguém possa morrer de tal forma, eu duvido é que a Amy tenha parado de beber.

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Citação do jornal "Correio da Manhã" online

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Amy Winehouse morreu com excesso de álcool

Cantora tinha 4,16 g/l de álcool no sangue

Amy Winehouse morreu com uma taxa de álcool no sangue de 4,16 g/l. As conclusões são do inquérito legal divulgado esta quarta-feira, que revela ainda que a cantora entrou em coma e acabou por sucumbir a uma intoxicação alcoólica.

De acordo com o 'Daily Mirror', Amy estava não consumia álcool há três semanas, mas na noite da sua morte, 23 de Julho, "bebeu até cair".

Recorde-se que o guarda-costas da cantora, Andrew Morris, afirmou na altura que passou pelo quarto da artista cerca das 10h00, mas que só pelas 15h00, quando estranhou o facto de ela não acordar, deu o alerta às autoridades.

Apesar de as primeiras notícias na imprensa terem dado conta que Amy tinha morrido de overdose, o pai desta sempre defendeu que a filha não consumia há alguns meses, o que se veio a confirmar agora com as conclusões do inquérito legal. Amy não morreu de overdose, mas sim com excesso de álcool no sangue. Uma taxa cinco vezes maior do que a permitida por lei no Reino Unido e que se revelou fatal.

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Guest Vladimir Ilitch

A questão não é saber quanto álcool tinha no sangue, mas quanto sangue tinha no álcool. Jeez

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