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famaboys

[Snooker] World Championship 2013

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Já para não falar nas tabelas... 3 em 3 em alturas cruciais... 2 deram dois frames e esta também se pode considerar que deu o frame...

 

Quando o Ronnie despertar de vez, adeus Captain!

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Lindo :lol: , Ronnie faz falta e o Carter manda-o jogar a ele, e então ele mete uma bola longa :lol:

 

EDIT : Rocket :prayer:

 

Classic Rocket.

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Ronnie, aquela bola para o 10-7, priceless :prayer:

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8-12 para o Rocket, bem encaminhado para a ultima sessão.

 

Esta era a ultima sessão, ganhou 13-8 !

 

Vamos idolo <3

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Mundial: Os que vão e os que ficam

 

 

Reuters

O Campeonato do Mundo ainda vai a meio mas já há conclusões a retirar. As deceções, as surpresas, os momentos altos e as estrelas. Por muito que os seus críticos não o queiram admitir, a que mais alto brilha no firmamento é mesmo a de Ronnie O’Sullivan.

 

Dos 32 magníficos que iniciaram a aventura de se tornarem campeões mundiais de snooker, 24 já fizeram as malas e estão de regresso a casa com histórias pouco agradáveis para contar. John Higgins, Neil Robertson, Stephen Maguire e Mark Allen eram por muitos apontados como candidatos e nem sequer conheceram o sabor da vitória. Curioso é perceber que os seus respetivos “carrascos” – Mark Davis, Robert Milkins, Dechawat Poomjaeng e Mark King – também já foram afastados do mundial, o que diz bem das pobres exibições com que brindaram o público do Crucible Theatre.

 

 

A juntar a estes sérios candidatos a “flop” do mundial, tivemos ainda Mark Selby. É certo que entrou nos oitavos de final – embora frente ao paupérrimo Matt Selt não se esperasse outro resultado –, mas caiu logo a seguir e com estrondo às mãos de Barry Hawkins, desperdiçando uma vantagem de 9-7 nas duas primeiras sessões, para acabar por perder por claros 10-13. Porém, pior que o resultado do n.º 1 do ranking, foram mesmo as suas exibições. No mínimo dir-se-ia que foram muito pouco consentâneas com alguém que se dizia “preparado para vencer o mundial” e assim completar uma histórica “tripleta”, após ter conquistado esta temporada o UK Championship e o Masters.

 

Ronnie e mais sete?

 

Do outro lado da barricada estão o que neste momento celebram e sonham. Até ao momento, Ronnie O’Sullivan, Judd Trump e Ding Junhui foram os que mais me impressionaram. É verdade que o “rocket”, pela carga mítica de jogar após um ano de paragem numa pausa sabática, capta todas as atenções do público e da imprensa mundial, ofuscando os demais. Por muito que isso incomode algumas estrelas em ascensão e a comunidade chinesa, a verdade é que este mundial é feito à volta de O’Sullivan.

 

 

Uns dirão que cumpriu serviços mínimos na primeira ronda e venceu pela 13.ª vez consecutiva Ali Carter. Outros reagirão desde logo dizendo que para alguém que não joga há um ano, Ronnie continua imparável e que só irá parar com a taça na mão no próximo dia 6 de maio. Diria que a melhor resposta a esta discussão foi dada pelo próprio O’Sullivan: “Têm de perceber que isto não é um sprint. É uma maratona e as coisas podem mudar a qualquer momento”. Palavras sábias de quem conhece há muitos anos a imprevisibilidade de uma modalidade individual e de precisão, como é o snooker.

 

Ainda assim, não tenho dúvidas que Shaun Murphy, Stuart Bingham, Barry Hawkins, Ricky Walden e sobretudo o jovem talento galês Michael White possam sonhar. Têm todos os motivos para isso e, garantidamente, pelo menos um deles estará nas meias-finais.

 

Sem querer fazer futurologia, e seguindo-me apenas pelo instinto e pelas bolsas de apostas, muitos desejam ver Ronnie defrontar Judd Trump numa meia-final, enquanto na outra Michael White mediria forças com Ding Junhui. Entendo a escolha e até concordo que seria a melhor para a projeção do snooker, mas suspeito que possa existir pelo menos uma surpresa.

 

Resta esperar pela próxima sexta-feira, quando se perfilarem os melhores quatro do mundial para jogarem o acesso à grande final. Nessa altura, já não com duas mesas separadas pela famosa parede amovível, mas sim só com uma mesa milimetricamente instalada no centro, o Crucible Theatre ganha nova vida.

 

É a partir das meias-finais que se percebe quem são os verdadeiros campeões.

 

PS: Dechawat Poomjaeng foi uma lufada de ar fresco no snooker. Mas quando percebeu o porquê de se manter os níveis de concentração ao máximo já foi tarde. A vida é feita de aprendizagem.

 

Frase do mundial:

 

“Se a sua cabeça não falhar, acho que vai vencer o Campeonato do Mundo. Mas todos sabemos que se a sua cabeça falhar, qualquer um lhe pode ganhar.”

 

Ali Carter sobre Ronnie O’Sullivan

 

@ Eurosport

 

E o Trump devia levar dois socos ou uma sova.

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Citação do jornal "A Bola" online

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‘Rocket’ levanta o público com talento sobrenatural

O inglês Ronnie O’Sullivan mostrou que, mesmo após um ano sabático, não tem par como o jogador mais dotado na era moderna da modalidade, no jogo em que venceu (13-8 ) Allister Carter, relativo aos oitavos de final do Mundial, que decorre até 6 de maio em Sheffield (Inglaterra).

O ‘Rocket’, de 37 anos, que voltou propositadamente para defender o cetro conquistado em 2012 (tal como em 2001, 2004 e 2008) abandonou na noite de segunda-feira o Crucible Theatre, palco do Mundial desde 1977, com o braço e punhos erguidos e a multião em delírio depois de mais um show de bem jogar, para mal dos pecados do compatriota Ali Carter, que somou a 13.ª derrota noutros tantos jogos diante do compatriota, e inapelável.

A emoção durou até aos 7-7 no marcador. Aí, Ronnie mostrou as capacidades e jogo ofensivo desconcertantes que há mais de 20 anos encantam os adeptos da modalidade. Cruzar, por duas vezes consecutivas (!), a última vermelha disponível na mesa, para, após embater numa tabela, a embolsar num buraco, mostrou O’Sullivan é mesmo um caso à parte, de predestinado, no mundo do desporto.

E se o risco corrido já era sintomático da plena posse das capacidades do inglês, de 37 anos, com 10-8 no marcador, voltou a surpreender, com uma bola só ao alcance de quem nasceu para o que faz: cruzou última vermelha a todo o comprimento da mesa (quase 4 metros...) para fazer o 11-8 e disparar para a vitória.

«Senti-me um turista a voltar. Mas apreciei a atmosfera e o apoio do público. É bom voltar ao Crucible, é o meu ambiente, adorei o apoio, todos os minutos. Tinha saudades disto. Ali pressionou-me um pouco, teve outra época boa e nunca será fácil de vencer. Em alguns momentos, o jogo poderia ter virado. Mas consegui. Até agora, surpreende-me apenas a eliminação precoce de John Higgins [também tetracampeão do mundo], é tão bom que nunca sabemos quando irá falhar», afirmou Ronnie à World Snooker, no final de um encontro em que voltou o seu sorriso largo e a química e empatia que o inglês consegue com as multidões.

Sobre o embate com Stuart Bingham, sabe que será um teste muito mais exigente, depois de Marcus Campbell e Ali Carter: «Stuart está focado, e em grande, confiante, com novo treinador. Está no top dos oito melhores do Mundo. Mas mais importante para mim, que não sabia o que esperar neste regresso à competição, que foi assim como que um salto no escuro, é que estou a adorar a experiência está a correr bem, até agora», disse o jogador que inspirou milhões a praticar e seguir snooker em todo o mundo.

Até Ali Carter, piloto de linha aérea, e que padece da debilitante doença de Crohn, sentado a observar, teve de se render, sorrir e aplaudir o jogo brilhante de O’Sullivan, sem par quando está, como estava, nos seus dias.

Afinal, por alguns instantes, Ronnie voltou a mostrar que tem muito pouco de humano e porque, mesmo após um ano afastado do circuito, já está nos quartos de final da prova, onde todos aguardam agora para ver o show diante de Stuart Bingham, a partir das 14.30 horas desta terça-feira (EuroSport).

Além do ‘Rocket’, cuja velocidade a enfiar bolas sem errar, que lhe valeu o apodo, se voltou a ver no Crucible e a fazer arregalar os olhos de todos os que seguem com paixão a modalidade, também o chinês Ding Junhui, depois de um grande susto diante do inglês Mark King (esteve a perder por 2-6) suplantou o seu adversário (13-9), e discute nesta altura, na manhã desta terça-feira, um lugar nas meias-finais.

Por último, nos encontros da noite de segunda-feira, Robert Milkins, the milkman (o leiteiro) terminou a sua aventura de sonho nos oitavos de final, às mãos de Ricky Walden, num encontro muito equilibrado (13-11). O encontro com a revelação Michael White, nos ‘quartos’, proporcionará um semifinalista surpreendente neste Mundial.

Além de Stuart Bingham, o Mundial já é uma aposta ganha para Barry Hawkins, o falcão (The Hawk), que sensacionalmente afastou o número um mundial, Mark Selby, nos oitavos de final, e é agora o grande teste à capacidade de Ding Junhui em, por fim, um chinês conseguir vencer o Mundial pela primeira vez.

Nesta altura, Judd Trump, finalista vencido em 2011, mede forças com o inglês Shaun Murphy, à melhor de 25 ‘frames’ (vence o primeiro a vencer 13 partidas, de 13-0 a possíveis 13-12) para saber quem defrontará o vencedor do embate Ronnie O’Sullivan-Stuart Bingham nas meias-finais.

As meias-finais são disputadas à melhor de 33 ‘frames’, vence o primeiro a somar 17 vitórias (de 17-0 a possíveis 17-16), e a final à melhor de 35 ‘frames’: só se levanta a taça após vencer 18 partidas, seja 18-0 ou, como já aconteceu, na negra (18-17).

Recorde-se que o Mundial, cujos quartos de final se iniciaram na manhã desta terça-feira (e prosseguem com sessões à tarde e à noite), distribui um total de 1,3 milhões de euros em prémios, com o vencedor a arrecadar 300 mil euros e o finalista vencido metade deste valor.
Editado por famaboys

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Não encontro a bola no 11-8 (a dos 4m), alguem me mostra ??

 

Ja vi : Era os 10-7, pqp os gajos da bola :facepalm:

Editado por aarao73

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O'Sullivan em modo cruzeiro... :lol:

 

aarao, dá o desconto... Ao menos têm dado algum destaque ;)

Editado por famaboys

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Estou com pena do Bingham :lol:

x2!

 

Coitadinho do homem, até mete impressão :/

 

Parece que não quer ganhar este o rocket !

 

Amo este gajo <3

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7-1... Ou o Bingham saca um 6-2 na segunda sessão ou já foste.

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O Ronnie nas quatro primeiras sessões estava com 97% pot success e 100% de long pot success, assim não há quem resista, o gajo da eurosport bem que dizia, ele era um espectador e nem tinha pago bilhete

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Espero sinceramente que O'Sullivan ganhe o Campeonato do Mundo. Para mim, e como praticante da modalidade de forma amadora, é o meu ídolo e o melhor jogador de todos os tempos.

 

O'Sullivan parece-me que não terá melhor oportunidade para voltar a ser campeão do mundo.

 

É fantástico observar vídeos do passado deste senhor a jogar e ver um quão excêntrico e genial era... :D

Editado por Nietza Yervazy

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