Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Unclouded

[FM 2013] There Is Only A Cloud In The Sky - Final da 1ª Parte

Publicações recomendadas

Estou a gostar desta história em background, e excelente descrição no início do capítulo, eu com os meus capítulos estou com problemas a fazer isso :mrgreen:

 

Obrigado. Tinha mesmo de fazer isto ou ia acabar por "quebrar" o save em dois e fazer a continuação mais tarde. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Agora que voltei ao EMEM voltei a acompanhar o teu save, está muito bom continua :compinchas:

Compartilhar este post


Link para o post
Rg9YHIv.jpg

 

 

Capítulo 46: A Força de Batalha Mais Temida

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=kVRSWkDTno8

 

- "Zack, esquerda. Cloud, direita. Eu avanço."

 

Acenando quase imperceptivelmente, tanto Cloud como Zack obedeceram à ordem de Sephiroth sem sequer a questionarem - já conheciam o génio táctico dele bem como a sua experiência, pelo que era garantida a vitória se seguissem a sua estratégia. A areia que se levantava conforme corriam obrigava-os a semicerrar os olhos, mas a adrenalina causada pela invasão em pleno território talibã, no Afeganistão, fazia-os ignorar esse facto completamente.

 

Agarrando a sua fina espada com as duas mãos, Cloud entrou por uma das cabanas, apanhando dois guardas desprevenidos. Eles ainda tentaram levar a mão às Kalashnikov, mas um golpe certeiro em ambas as gargantas tombou-os, enchendo a areia de sangue. Tocando no auricular, Cloud praticamente sussurrou:

 

- "Livre."

 

Quase ao mesmo tempo, a voz de Zack anunciava o mesmo do flanco esquerdo. Porém, a ausência de resposta fê-los levar a mão à cabeça e apressarem-se a ir ao encontro de Sephiroth. Confirmando os seus receios, viram o edifício principal com a porta escancarada, bem como os corpos dos talibãs estendidos em sangue pelo hall. Subiram as escadas, sempre com as espadas empunhadas - Zack manejava a sua Buster Sword com apenas uma mão, mas Cloud, mesmo tendo uma espada finíssima, agarrava o cabo com ambas as mãos. Apesar dos 3 anos de treino que havia passado, ainda era inexperiente em cenários de batalha, pelo que tinha receio de fazer asneira.

 

Encontraram Sephiroth com a enorme espada, fina ao ponto de, vista de frente, ser quase invisível, mas comprida ao ponto de ele ter um alcance brutal com ela - a famosa Masamune - enterrada no ombro do alvo da sua missão: Ahmed Al-Alhal, um dos comandantes da Al-Qaeda em exercício. A respiração ofegante deste estava alternada com os gemidos de dor que soltava, mas nem assim Sephiroth hesitava - muito pelo contrário, torceu a mão para a lâmina se afundar ainda mais, fazendo o comandante afegão soltar um grito de agonia.

 

- "Onde está ele?"

 

- "Eu não sei!"

 

Nova torção com a mão voltou a encher o ar com os gritos do homem.

 

- "Onde está ele?"

 

- "Eu não sei, juro por Alá!"

 

Zack colocou uma mão no ombro de Sephiroth, como que se lhe quisesse dizer para se acalmar, mas um olhar severo deste fê-lo encolher os ombros. Sephiroth continua a torturar o talibã por mais alguns minutos, mas, não chegando a conclusão nenhuma, tomou uma medida drástica - uma das muitas que fazia em cada missão executada. A cabeça do talibã caiu com um baque no chão, borrifando a alcatifa. Embainhando as espadas, os três desceram as escadas em silêncio, encontrando, fora da mansão, as tropas americanas que, supostamente, iriam ajudá-los a concluir a missão. O comandante falou, em inglês bem claro:

 

- "Encontraram-no?"

 

- "Apenas o Al-Alhal. Não sabia de nada."

 

- "Ok. Bom trabalho."

 

Afastaram-se das tropas em silêncio, deixando os soldados a murmurar entre eles. Por entre os dentes, o comandante deixou um aviso aos soldados:

 

- "Não se metam com estes... Estes três da SOLDIER são capazes de limpar um país, basta quererem..."

 

 

Ao mesmo tempo, no seu laboratório nos arredores de Madrid, Hojo olhava estupefacto para alguns dos ratos que usava como cobaias. Rabiscou qualquer coisa num caderno e saiu apressado para fazer uma chamada. Nas folhas estava escrito, em letras bastante tortas:

 

- "Jenova em excesso - insanidade. Perigo com doses."

Compartilhar este post


Link para o post

O Trio Odemira já anda a fazer das suas :p

 

Já sabes o que a casa gasta :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post
Rg9YHIv.jpg

 

 

Capítulo 47: O Despertar De Um Demónio

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=2_AcF9EZj8c

 

- "Cloud Strife, de Nibelheim."

 

Cloud endireitou-se e ergueu os olhos.

 

- "Zack Fair, de Gongaga."

 

Zack imitou o companheiro, se bem que não estivesse tão rígido como Cloud estava.

 

- "Sephiroth Crescent, de Berlim."

 

O comandante do batalhão endireitou-se, na expectativa de ouvir o que o comandante geral do exército alemão tinha para lhes dizer. O homem, de cabelo curto grisalho e a barba bem aparada disse, colocando os olhos castanhos nos olhos verdes de Sephiroth:

 

- "O esquadrão elite SOLDIER serviu, durante bastantes anos, o exército alemão e a nossa pátria. Muito obrigado por tudo que fizeram, por todas as vitórias que nos trouxeram e pela dedicação à defesa do país."

 

Cloud e Zack olharam um para o outro, sorrindo - afinal aquilo parecia só ser daquelas cerimónias de entrega de medalhas. No entanto, Sephiroth franziu o sobrolho, continuando a fitar o general, que ia distribuindo as medalhas pelos três. Voltando-se para a plateia, composta de inúmeros soldados e alguns jornalistas, o general tossiu:

 

- "Porém, é a hora de dizermos adeus. A unidade de batalha especial SOLDIER está, de agora em diante, dissolvida de toda e qualquer missão!"

 

A notícia caiu como uma bomba: o burburinho passou de imediato a uma gritaria escandalizada - afinal, a SOLDIER era a imagem de marca do exército alemão. Dissolvê-la era o mesmo que dizer que o exército iria ser remodelado, não fazia sentido. Cloud sentiu um misto de emoções - a tristeza de ter de abandonar algo de que gostava de fazer e a alegra de estar finalmente livre para si mesmo. Ia poder voltar a Nibelheim, ia voltar a ver a família, e, acima de tudo, Tifa.

 

Zack parecia não se importar muito - quando o jovem loiro olhou para ele, este estava a bocejar, com um ar aborrecido e exausto, murmurando algo como "se é só isso então deixem-nos ir dormir". Sephiroth, por seu turno, tinha a cabeça baixa - o cabelo branco enorme tapava-lhe a cara, pelo que Cloud não conseguiu ver as suas emoções no rosto - bastou-lhe observar os punhos apertados dele para perceber a onda de raiva pela qual estava a passar. Afinal, tratava-se de um fundador da SOLDIER.

 

No fundo da enorme multidão, Rufus Shinra sorria calmamente - os EUA tinham feito muita pressão para que a Alemanha eliminasse os SOLDIER, visto serem considerados uma arma tão ou mais valiosa que a bomba atómica. Isso ia significar que a empresa do seu pai tinha de investigar novas maneiras de continuar a ganhar dinheiro com o exército alemão. Perdido nestes pensamentos, quase não reparou no telemóvel a tocar.

 

- "Sim?"

 

- "Dr. Rufus, daqui fala o Hojo."

 

- "Hojo, estou numa cerimónia agora. Falamos mais tarde."

 

- "Dr. Rufus, têm de parar essa cerimónia agora!"

 

- "De que é que está a falar?"

 

- "Descobri que a Jenova causa insanidade em níveis extremamente elevados. O risco aumenta brutalmente com o nível de stress, e de momento o Sephiroth, sendo o que tem a maior taxa de entre os três, é uma bomba-relógio!"

 

Desligando o telefonema, Rufus olhou para o palco, a tempo de ver Sephiroth puxar da enorme espada, Masamune.

Compartilhar este post


Link para o post
Rg9YHIv.jpg

 

 

Capítulo 48: Ataque Desenfreado

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=B_MW65XxS7s

 

- "Sephiroth!"

 

Zack foi o primeiro a aperceber-se do ar desvairado do companheiro, atirando-se para a frente a tempo de bloquear Masamune com a sua espada, Buster. Cloud reagiu mais lentamente, tirando a fina espada e apontando-a ao seu capitão, sem saber bem o que fazer ou dizer. O general caíra no chão com o susto e, a gaguejar e imensamente pálido, conseguiu ditar uma ordem:

 

- "Prendam-no!"

 

De imediato os soldados que se encontravam na base do exército pegaram nas armas, apontando-as na direcção do palco - na verdade, nenhum deles queria matar um companheiro, mas a sua atitude podia muito bem levá-los a cometer esse extremo. Zack, porém, ignorou-os, focando-se em tentar dominar a força avassaladora de Sephiroth.

 

- "Estás maluco? Baixa já essa espada antes que seja pior para ti!"

 

O olhar verde de Sephiroth estava fixo nos olhos negros de Zack, e por momentos o soldado de cabelos negros pensou ver uma sombra flutuar à sua frente. Um pouco assustado e sem querer ferir aquele que fora seu companheiro durante anos, baixou a espada, colocando-lhe a mão no ombro e dizendo-lhe baixinho:

 

- "Compreendo como te sentes, mas mais cedo ou mais tarde vão precisar de nós. Temos de ter apenas paciência."

 

Arrendando a mão de Zack, Sephiroth cuspiu para o chão e empurrou-o.

 

- "Sai da frente, não quero ter de te matar."

 

Zack e Cloud nem queriam acreditar no que estavam a ouvir, mas mal o primeiro se pôs de pé investiram os dois de modo a tentar parar a fúria daquele que fora o seu comandante.

 

- "Oh. Vocês ousam apontar-me a espada?"

 

Sephiroth defendia-se dos dois como se de nada se tratasse, chegando ao ponto de bocejar para os enervar ainda mais. Pelo canto do olho viu o general levantar-se e gritar "Fogo!", pelo que encolheu os ombros, dando um golpe forte com a Masamune que atirou com Cloud e Zack abaixo do palco. De seguida, activou o estigma e, corte após corte, desarmou todos os soldados que lhe apontavam as armas. Virou-se de seguida para o homem-forte do exército alemão e, num piscar de olhos, colocou-se lado a lado com ele, olhando para a cara amedrontada que transpirava ofegantemente. Levantou Masamune e preparou-se para desferir o golpe final no homem, mas a espada embateu com ruído em algo e não se mexeu mais.

 

À sua frente, Zack pegava na Buster de forma atravessada, bloqueando o ataque descendente do capitão. Cloud estava com a espada encostada às costas de Sephiroth, pronto a atacar caso fosse necessário. No seu olhar brilhava uma certa angústia mas, ao mesmo tempo, uma determinação invulgar. E foi assim, determinado, que Zack desafiou o homem de cabelos brancos:

 

- "Não te chamam soldado prodígio à toa, mas não te esqueças de que nós também somos..."

Compartilhar este post


Link para o post
Rg9YHIv.jpg

 

 

Capítulo 49: Declaração de Guerra

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=VCvmx28g4_s

 

Sephiroth sentiu os lábios curvarem-se num frágil sorriso - conhecia aqueles dois bastante bem para saber o quão eram bons, mas não iam ser eles a pará-lo. Num instante, fez força com o braço que segurava a enorme Masamune, obrigando Zack a ceder e a recuar, ao mesmo tempo que dava um coice a Cloud, que se abaixou ao sentir o impacto nos joelhos. Rindo-se como um louco, Sephiroth apontou a espada à garganta de Cloud.

 

- "Implora-me pela vida."

 

Com um sorriso trocista e os olhos azuis a brilharem com a fúria que sentia, Cloud quase cuspiu a resposta:

 

- "Nunca!"

 

- "Oh, já me esquecia de que tens coragem..."

 

Levantou o braço e fez um movimento descendente, com a intenção de cortar e matar ali mesmo o que, até há momentos atrás, era um dos seus soldados. Porém, vindo não se sabe bem de onde, Zack lançou-se em mergulho contra o seu comandante, derrubando-o do palco e embatendo com estrondo em cadeiras abandonadas pelos espectadores que fugiam do auditório da base. Levantando-se e afagando o cabelo, Zack pegou em Buster, direccionando-a a Sephiroth, que ainda estava meio combalido da queda. Por alguns segundos o homem de cabelos brancos limitou-se a defender, tentando recuperar o equilíbrio, proporcionando por isso a quem estava a ver um autêntico show de faíscas de cada vez que as espadas embatiam uma na outra.

 

Cloud queria ajudar Zack, mas parecia que este tinha a situação sobre controlo - às gargalhadas, como era característico de si, Zack ia bailando com Buster nas mãos. Porém, mal Sephiroth conseguiu recuperar a postura, a batalha começou a inverter-se. Com os dentes cerrados numa clara demonstração de fúria e irritação profundas, Sephiroth parecia um demónio de cada vez que manejava Masamune.

 

E foi então que Cloud sentiu as pernas mexerem-se sozinhas - viu Sephiroth conseguir desarmar Zack, com Buster a voar e a aterrar no palco, apontando-lhe de seguida a espada ao peito. Com uma gargalhada seca, o SOLDIER puxou o braço para trás e desferiu um golpe que tinha como destino o coração do seu companheiro. No entanto, e de olhos esbugalhados, Sephiroth viu a lâmina desviar-se pouco a pouco do seu alvo, indo parar a centímetros do corpo estático de Zack. Virando a cabeça viu Cloud com Buster nas mãos, empurrando a lâmina de lado de modo a desviar a sua trajectória. Suspirando ao ver o mais novo dos SOLDIER, Sephiroth virou as costas e avançou para uma porta lateral do auditório.

 

Ninguém se mexeu ao ver o capitão dirigir-se à saída - não havia ninguém, naquela sala, capaz de lhe fazer frente, tirando talvez os dois cansados soldados que, juntamente com Sephiroth, compunham o extinto grupo de combate SOLDIER. Ao alcançar a maçaneta com a mão, o homem de cabelos brancos virou a cabeça na direcção de Zack e Cloud, proferindo bem alto:

 

- "Tudo bem. Antes de matar estes traidores tenho de lidar convosco. Nós vamos voltar a lutar, e não vai acabar assim..."

 

Abriu a porta e saiu, com o auditório a permanecer em silêncio absoluto. Ninguém ousava dizer uma palavra que fosse - apenas os passos acelerados do agora traidor do exército alemão se ouviam.

Compartilhar este post


Link para o post
Rg9YHIv.jpg

 

 

Capítulo Final: Rumo ao Futuro

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=xMxtvSVJpOw

 

Cloud acordou a transpirar, respirando ofegantemente e atabalhoadamente. A cabeça doía-lhe um pouco, mas também era normal depois de ter tido outro sonho com parte do seu passado. Não se conseguia ainda lembrar de mais nada, mas recuperou, em meio ano, aquilo que era e, muito provavelmente, conseguiu deduzir o resto da sua história: Sephiroth continuara a sua vingança contra ele e contra Zack e, de uma maneira ou de outra, acabara destruindo Nibelheim.

 

Sem fazer barulho para não acordar Aerith, levantou-se e pegou em Buster, dirigindo-se à cozinha para beber um copo de água. Pousou a enorme espada na mesa e sentou-se na cadeira, observando todos os detalhes de Buster. Não sabia o porquê, mas aquela era a espada de Zack. O mesmo Zack que, segundo Hojo e Vincent, havia morrido. Lembrava-se agora dele como se ainda ontem estivessem juntos - lembrava-se do treino árduo que os ambos sofreram às mãos de Sephiroth (embora ele tivesse tido que treinar muito mais), lembrava-se da sua boa disposição, da sua seriedade nos momentos críticos e, acima de tudo, da sua confiança inabalável.

 

Os olhos humedeceram ao pensar no companheiro, pelo que se levantou e foi até à janela. Estava uma noite típica de final de ano - gelada, nublada mas serena. Conseguiu, a custo, acalmar-se, verificando com algum agrado que começara a nevar intensamente. Passaram horas e ele manteve-se encostado ao parapeito, com a respiração a embaciar constantemente o vidro. Viu a camada de neve assentar e crescer, tornando-se alta e fofa. Até aquilo o lembrava de Nibelheim, o que o trouxe de novo ao ponto do desespero. Farto de estar assim, atirou-se para cima do sofá, ligando a televisão e procurando algo para se distrair. Por coincidência, estavam a passar resumos alargados de jogos da Bundesliga, pelo que se deixou embalar pelo espírito e, sem dar por isso, já tinha a mente inundada pelo futebol.

 

E foi graças a estar distraído que não ouviu, nem sentiu a presença de alguém do lado de fora da janela da cozinha, a janela pela qual ele olhara durante algumas horas a fio. Não viu as pegadas que iam na direcção de sua casa, nem viu um homem alto e magro a afastar-se depois da casa. O cabelo branco esvoaçava pelo fundo das costas, e na mão esquerda estava uma espada comprida e fina - os olhos verdes brilhavam com um misto de excitação, fúria, e insanidade. Os flocos de neve que caíam intensamente ainda conseguiram ouvir um sussurrar:

 

- "Encontrá-mo-nos de novo, Cloud."

 

 

E pronto, finito, acabou, terminou. Não terminou de vez, como é óbvio, mas tenho de avisar que, infelizmente, vou ter de fazer a este save o que fiz ao save do Lion Blood - pois, irei dividi-lo em duas partes e a 1ª termina já agora. Peço desculpa por não ter terminado, mas a história, ao ritmo que estava, ia durar muito tempo e, como vocês viram, perdi completamente a motivação para jogar FM no início do mês de Outubro. Ainda fui arrastando isto para ver se ela voltava, mas aulas, trabalhos, stresse e até um novo FM vieram deitar por terra a minha esperança em reacender. Por isso, peço que compreendam a minha decisão de tornar o "There Is Only A Cloud In The Sky" num save com duas partes.

 

Por outro lado - foram uns meses em que me diverti imenso. Postei, desenvolvi, interagi - adorei a história que estava a criar (uma adaptação do FFVII - uma obra prima!) e devo-vos dizer que, provavelmente, esta ainda duraria umas 10 épocas ou mais a concluir. Mas isso são histórias para outros futuros saves, que com certeza virão. Agora é assim - esta aventura chegou ao fim, daqui a alguns dias conto estar de volta à secção (não sei se irei apostar já no regresso do Lion Blood e deste, mas logo se vê). Obrigado a todos que acompanharam e me motivaram, obrigado a todos os que me apoiaram e incentivaram e obrigado por terem levado este save em frente. Um abraço a todos e obrigado pelo apoio, e um enorme pedido de desculpas por ter de deixar a narrativa a meio. Um até breve! :compinchas:

 

EDIT: Agora é que vi. Capítulo Final é o 50, na página 50. Coincidência gira!

Editado por Unclouded

Compartilhar este post


Link para o post

Grande, grande save :) Espero que entretanto voltes para completar a história.

 

É muito melhor fazer assim que realmente arrastar um save que neste momento não dá pica. A secção vai perder o melhor save a nível de ficção por aqui :(

Compartilhar este post


Link para o post

Grande, grande save :) Espero que entretanto voltes para completar a história.

 

É muito melhor fazer assim que realmente arrastar um save que neste momento não dá pica. A secção vai perder o melhor save a nível de ficção por aqui :(

 

Epá, oh Lip, eu pica para a história tinha, o problema é que isto não é um local onde se contem histórias, mas sim onde se joga FM e se partilha uma aventura. E eu a isso não consegui corresponder depois de 4 meses. O problema foi meu, que para a próxima devo começar estes saves mais cedo e não em Maio. :mrgreen:

 

Obrigado pelo elogio, é bom ver que o nosso "trabalho" foi reconhecido. Abraço :compinchas:

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...