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Guest Dpitz

Festa do Avante 2013!

Publicações recomendadas

Se arranjar bilhetes à borla como há dois anos talvez vá a pagar é daquelas coisas que para mim não compensam.

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Quando arranjar aí uma borla. :mrgreen:

 

Epá, quando for, tem que ser com alguém que tenha disposição para a vertente mais política da festa. Andar bêbado e fumar umas é nice e tal, mas isso fiz eu no Sábado em casa de uma amiga e sem pagar. E também tivemos direito a Carvalhesa. :lol:

Eu sei puto, já fui ao Avante. :mrgreen: Mas pá, por muito que o espírito seja bacano (e é), não me chama muito dar 21€ para andar lá "perdido". Dei mais 8€ por uma semana de férias na Galé e aí sim, tive toda a disposição de andar sempre a fundo.

 

Pela cena política e cultural da coisa, não me chateava muito gastar 21€. Para estar exclusivamente a beber, fumar e ver bandas, parece-me algo excessivo.

 

Do ano passado para este ano, substituo o "Pela cena política e cultural da coisa, não me chateava muito gastar 21€." por "Mesmo pela cena política e cultural da coisa, 21 € faz-me alguma diferença."

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Guest Dpitz

confirmadissimo. Este ano estou lá batido :)

devo acampar

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Guest Dpitz
Os artistas da festa

 

António Zambujo

Do Alentejo para o mundo, a obra de António Zambujo é reconhecida nos quatro cantos do globo, aclamada, por exemplo, no Brasil (com apoiantes tão ilustres quanto Caetano Veloso ou Chico Buarque) ou nos Estados Unidos (com rasgados aplausos do incontornável The New York Times).

O seu álbum «Quinto», editado em Abril de 2012, sob a chancela da Universal Music Portugal, entrou directamente para o 2.º lugar do top nacional de vendas, depois de ter liderado o top iTunes.

 

Batida

«Batida» é o projecto musical «luso-afro-qualquer-coisa» de Pedro Coquenão, já com dois CD editados, amplamente salientados pela imprensa da especialidade dentro e fora do País. Com elogiadas actuações em vários palcos europeus, as raízes de «Batida» estendem-se à memória da música angolana, ao pulsar electrónico da diáspora africana, à linguagem dançante que se espalhou por todo o planeta

 

Boca Doce

Banda rock de versões de música portuguesa, «Boca Doce» foi formada em 2009, no concelho de Cascais, por actuais e antigos membros de grupos nacionais de referência (Aside, Fiona at Forty, Primitive Reason, Peste e Sida e We are the Damned). Inspirados em temas que marcaram e continuam a marcar a música portuguesa, os seus cinco elementos compuseram versões arrojadas, em que apostam no sentido de humor, criatividade e num espectáculo visual repleto de pormenores.

 

Cristina Branco

Já com mais de uma dezena de álbuns editados e uma carreira sólida que começou na Holanda, em 1996, Cristina Branco define-se como uma «voz nómada», sempre à procura de «novos contextos, novos significados musicais, novos desafios». Com o seu novo trabalho «Alegria», a cantora de Almeirim veste a pele de 12 personagens em temas originais e reinterpretações como «Construção», de Chico Buarque, «Alice no país dos matraquilhos», de Sérgio Godinho, ou «Cherokee Louise» de Joni Mitchell.

 

Dazkarieh

Os Dazkarieh são um dos projectos mais originais na cena musical portuguesa. Inspirando-se em sonoridades de várias culturas do mundo, misturam também os instrumentos mais comuns como bateria e guitarra acústica com instrumentos tradicionais portugueses (cavaquinho, braguesa, adufe, gaita de foles) e até de outras proveniências como a nickelharpa sueca. E não hesitam em recorrer ao processamento analógico e digital, a quem nem a voz suave de Joana Negrão escapa.

 

Deolinda

Com um novo disco de originais acabado de lançar, «Deolinda» é hoje uma das bandas mais populares e premiadas da música portuguesa. A canção «Parva que Sou», estreada em Janeiro de 2011, de imediato se tornou um hino de uma geração «à rasca», que luta por uma vida digna e um futuro com perspectivas. Agora, «Deolinda» apresenta o seu novo trabalho «Mundo Pequenino», disco gravado no Porto no Boomstudios, produzido pelo britânico Jerry Boys e pela própria banda, que se junta ao seu extenso rol de êxitos.

 

Expensive Soul

Desde a saída do Utopia (2010) que os Expensive Soul têm andado numa roda viva, mas mesmo assim encontraram tempo para preparar um novo disco, de que sobressai o tema «Cupido». O disco foi gravado «à antiga», dispensando sintetizadores, para chegar à sonoridade pretendida. Na Festa, a tocará alguns dos temas do próximo álbum, mas também alguns dos seus hit e do memorável concerto que fizeram na Atalaia em 2011.

 

Fantcha

Fantcha é uma cantora cabo-verdiana que trará a tradicional morna à Festa do Avante!. Sob uma enorme influência de Cesária Évora, com quem fez uma digressão aos Estados Unidos (e após a qual decidiu radicar-se naquele país), a artista já editou três álbuns de originais, sendo o último Amor, Mar e Música, muito celebrado entre a comunidade musical cabo-verdiana.

 

Gisela João

«Não é fadista quem quer, mas sim quem nasceu fadista», palavras de Gisela João que lhe assentam perfeitamente. A fadista, apontada por Camané como a grande aposta para 2013, apresenta-se com o seu disco de estreia, onde mistura histórias de amor com retratos da realidade social, num fado menos estilizado mas ainda assim bastante genuíno.

 

Guitar not so Slim (Blues) Espanha

Os Guitar Not So Slim refrescaram o panorama musical espanhol misturando o melhor de dois mundos, o antigo e o novo, tanto em termos musicais como de continentes. O outro lado do Atlântico está representado pelo norte-americano Troy Nahumko (guitarra e vocais), enquanto o lado de cá conta com o peso de Moi Martin (baixo e vocais), José Luis 'Harmonica' Naranjo (harmónica) e Lalo Gonzalez (bateria). O resultado é um tipo de música que dispõe bem toda a gente.

 

Kalú

Falar de Kalú – um nome que dispensa introduções – é falar de rock, mas também de revolução, energia e intervenção. Fundador da maior «instituição» da música portuguesa, o baterista dos Xutos & Pontapés expõe-se, em 2013, pela primeira vez a solo. «Comunicação» é a sua estreia em nome próprio. Uma experiência a seguir com atenção, na certeza que de muitos se vão render à sua criatividade.

 

Kumpania Algazarra

Surgidos em 2004, em Sintra, os Kumpania Algazarra sofrem influência de diversos estilos musicais e misturam sons vindos de todos os continentes, fazendo dos seus espectáculos autênticas viagens sonoras. Já com nome estabelecido no panorama nacional e internacional, a banda lançou, em 2013, o segundo álbum, A Festa Continua, uma celebração da cultura sem fronteiras.

 

Los Aslándticos (Espanha)

A Festa ficará mais animada quando os Los Aslándticos entrarem em palco. O terceiro disco da banda, Lo bueno, é uma alegoria ao optimismo que não deixa ninguém indiferente, quer pelo seu ritmo, quer pela sua melodia. Segundo a jornalista Rafa López escreveu no Rock Estatal, este disco é «uma ode à clarividência, uma radiografia da alma e uma fotografia do nosso tempo».

 

Maíra Freitas (Brasil)

Pianista de formação clássica, Maíra Freitas, a menina prodígio do clã Martinho da Vila, é também cantora e compositora. Nas suas actuações mostra o seu talento, bom humor e elegância, ao mesmo tempo que mistura os sons melódicos do piano com os ritmos da bateria e da percussão. Depois de passar por grandes palcos da Europa e da América do Sul e do Norte, Maíra Freitas chega a Portugal com o seu incomparável e imparável swing.

 

Mariem Hassan (Sara Ocidental)

Conhecida como a «Diva do Deserto», Mariem Hassan nasceu e viveu no Sahara Ocidental, até à ocupação do território por Marrocos. Começou a sua carreira profissional com o grupo Mártir Luali, mas consolida-se no panorama da música a título individual com Deseos. Em 2012, a Primavera Árabe e a luta saharaui pela independência marcam o seu mais recente trabalho, El Aaiún Egdat, onde explora os blues, o jazz e sons contemporâneos.

 

Nu Soul Family

A paixão pela música juntou Virgul (Da Weasel), Dino (Dino & the Soulmotion), B@ssman (Puzzle, Bambs Cooper) e DJ Alan Gul (Bambs Cooper) no projecto Nu Soul Familiy. Numa mistura electrizante de estilos, a banda conta já com dois discos (Never Too Late to Dance e Unconditional Love) e com diversos prémios de elevada importância, confirmando o percurso que lhe granjeou uma sólida e leal legião de fãs.

Os Eléctricos

Formados em Lisboa, no princípio de 2010, adoptaram o charme alfacinha dançante dos anos 40 e seguiram na aventura Rock`n`Rol dos anos 50. Viajam no tempo e na música e erguem um cenário com um Tejo intemporal e uma Lisboa viva de bairros. O Tango convida o Country & Western para o salão de baile da sociedade recreativa, a Valsa tem um romance de Verão com o Punk Rock à moda de Alvalade, o Rockabilly faz uma desgarrada com a Marcha Popular, o Fado entrelaça versos fraseados com Blues

 

Pé na Terra

A sua arte nasce num cruzamento de ideias, estilos e experiências, a beber inspiração na música tradicional portuguesa. A juventude dos membros do grupo casa-se com as velhas raízes populares, para criar algo único, transcendental e belo. Vêem-se como caçadores de notas, exploradores de melodias, inventores de ritmos, a erguer os pilares de uma ponte entre a tradição musical de um País quase milenar e as contemporâneas influências do rock e do pop.

 

Primitive Reason

Desde 1993, têm sido pioneiros a cruzar os estilos do ska, do rock, do reggae e do funk. Estão a festejar 20 anos de carreira com o lançamento do seu sexto álbum, Power To The People, procurando compensar os fãs mais dedicados por seis anos de espera. Querem continuar a ser jovens, irreverentes, contestatários, enérgicos, mostrando-se vivos e explosivos como nunca.

 

Quartet of Woah

O cartão de visita do grupo fala por si: considerado como um dos dez melhores discos portugueses conceptuais de sempre, o primeiro álbum da banda, Ultrabomb, editado pela Raging Planet em Novembro de 2012, mereceu, desde logo, a atenção da crítica nacional e internacional.

Ultrabomb é um álbum de crítica política e social. Embora se situe num universo fictício, o seu enredo adequa-se aos tempos de mudança que hoje vivemos.

 

Rat Swinger

João San Payo (Peste & Sida), Ian Mucznik (Los Tomatos, Real Combo Lisbonense) e João Leitão (Irmãos Catita) juntaram-se para recriar, nas actuações ao vivo, os ambientes musicais dos fumarentos night clubs e cabarets europeus, dos anos 1930-40, influenciados pelo swing americano. Indicam como maior referência Django Reinhardt, pai do swing manouche.

 

Sérgio Godinho

Regressa ao Palco 25 de Abril, para uma viagem à sua obra com a participação d’ «Os Assessores». Connosco desde Os Sobreviventes, tem sido, há quatro décadas, uma presença constante com canções que acompanham diferentes gerações, numa narrativa transversal preenchida com declarações de amor e casos do dia-a-dia, com simples olhares ou com a contundência de quem não observa apenas.

 

Serva La Bari (Espanha)

Nascidos como grupo em Portugal, Joaquín Moreno (cante), Francisco Morales «El Pulga» (guitarra flamenca), Carlos Mil-Homens (percussão) contam mais de dez anos ao serviço da divulgação da arte e da cultura flamencas, nos palcos do nosso País e em várias cidades europeias. Acompanha-os um corpo de baile, com Sofia Abraços e «El Maleno», considerados dos melhores «bailaores» que por cá trabalham.

 

Skalibans

Com nove anos de carreira, os Skalibans já se podem considerar como uma banda em sólida ascensão nacional. Sem nunca perder a identidade ska/reggae, o seu novo álbum, Second by Second, mostra a evolução da banda e a sua vontade em se superar e reinventar constantemente. A dinâmica, sonoridade e postura dos Skalibans, levam os seus públicos ao rubro.

 

Stonebones & Bad Spaghetti

Formados em 2009, os Stonebones & Bad Spaghetti são a banda de bluegrass portuguesa que se distingue pela energia da sua música e desempenho em palco.

Com um andamento rápido, alegre e festivo, a banda já foi convidada para diversos festivais de renome na Europa. Ao vivo interpretam temas tradicionais e inéditos, cantados em português, parte deles presentes no seu EP de apresentação Ai Portugal.

 

The Garlic Naan Band

Com cinco membros na sua formação, os The Garlic Naan Band são uma banda de rock'n'roll com uma forte ligação aos blues, ao country rock e ao southern rock. Inspirados em bandas como The Band, The Eagles e Lynyrd Skynyrd, as melodias, a voz e os coros desta banda portuguesa transportam os ouvintes para outras paisagens.

 

The Godspeed Society

Os The Godspeed Society, uma banda lisboeta, aliaram a música a outras formas de arte – como a literatura, o cinema, o teatro e a banda desenhada – e criaram deste modo um universo à parte, como se comprova pelo seu primeiro Killing Tale, composto por um CD e um livro. A mistura de sons diferenciados e instrumentos incomum garantiu a presença da banda em diversos e importantes palcos nacionais.

 

The Parkinsons

O novo disco dos The Parkinsons, Back to Life, marca o regresso da banda à vida musical, com uma nítida mudança em relação ao passado, mantendo em termos líricos, no entanto, a mesma linha quase niilista e de aversão a uma sociedade sem rumo. Considerados como uma das bandas de culto do Punk Rock, os The Parkinsons têm dividido a sua carreira entre Portugal e o Reino Unido.

 

The Poppers

Os The Poppers são uma banda lisboeta com uma sonoridade inspirada no Rock'n'Roll dos anos sessenta, mas não se esgotando nele. Up With Lust, segundo álbum do grupo, presenteia os ouvintes com uma formação mais amadurecida e experiente, com uma atitude mais provocante e cativante que, de acordo com a Blitz, faz deste uns dos melhores álbuns de 2010.

 

UHF

Os UHF trazem à Festa do Avante! A Minha Geração, álbum editado no dia 24 de Junho de 2013, fruto de diversos ciclos criativos que agora se cruzaram. A banda de Rock'n'Roll de Almada, que celebra 35 anos de uma carreira recheada de grandes sucessos, demonstrará em palco o porquê de serem uma das bandas mais antigas de Portugal ainda no activo, com a força e a energia a que sempre habituaram os seus públicos.

 

Xutos & Pontapés

Rock'n'roll em português, por portugueses, para portugueses é a imagem de marca da banda nacional com maior longevidade neste género musical. Tim, Zé Pedro, Kalú, João Cabeleira e Gui acreditam na força do rock`n`roll, na energia de estar em palco de partilhar as canções com o público que fez delas hinos. Os Xutos continuam a arrastar multidões e gerações inteiras, pais e filhos, celebram em conjunto canções que já fazem parte da nossa história, da nossa vida. Há mais de três décadas que é assim.

 

Zé Luís (Cabo Verde)

Zé Luís traz de Cabo Verde o seu carisma e a voz quente e cativante já característicos na sua morna. A música, outrora apenas um passatempo, eleva-se agora a lugar central na sua vida, ao emergir para um público maior, pela força de uma voz que não poderia ficar como privilégio de tão poucos. Jorge Lima Alves descreve o seu disco de estreia como simples e belo, profundo e cativante, como tudo deveria ser.

 

http://www.avante.pt/pt/2069/Festa_do_Avante/126217/

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Deolinda, Xutos, Expensive Soul, Kalú, Sérgio Godinho, UHF, Kumpania Algazarra ?!

 

TÁ TUDO DOIDO OU QUÊ?

 

f*da-SE LINDO

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Primitive Reason e Skalibans :prayer:

É isto! Bem melhor que o que eu esperava! Também tenho curiosidade em ver os The Poppers.

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Guest Dpitz

estou particularmente entusiasmado com a Mariem Hassan e com os Skallibans.

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Guest Dpitz

Ó Dpitz, e novidades em relação às jornadas de trabalho?

Vou hoje a uma :mrgreen: (mas só soube ontem à noite que ia)

mas há todos os fds, se quiseres posso falar com pessoal para tratarem disso ctg (boleia e tudo - do centro de trabalho mais próximo de ti até à FdA!).

Agora com o trabalho, é difícil saber se vou com antecedência ou não, pq tb trabalho aos fds, de vez em quando.

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Boleia não preciso, moro a 5 minutos de carro do Avante. :mrgreen:

 

Mas se me conseguires arranjar aí um dia ou outro para ir lá ajudar, agradeço. De preferência que vás também, que é para a malta se conhecer. :biggrin:

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Guest Dpitz

Ao sábado é fixe para ti? Se não for no próximo, é no outro sábado que devo ir. Não vou à jornada, vou lá fazer uma entrevista, mas podemos almoçar juntos ou isso :)

 

Não posso revelar muito mais que isto... mas: na FdA! deste ano vão lá estar alguns campeões mundiais de algumas modalidades desportivas e... está por confirmar (mas mais perto de se confirmar que o contrário) a presença de uma delegação de atletas estrangeira que foi aos últimos jogos olímpicos :)

Editado por Dpitz

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Em princípio acho que sim, pode ser ao Sábado. Depois combinamos isso, então. ;)

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Desde que me roubaram quase 500€ em cenas em menos de 2h nunca mais pus ou ponho lá os pés.

 

(E sim foi estupidez minha mas antes disso já tinha sido roubado pela organização)

 

Conta a história direitinha...

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Em princípio acho que sim, pode ser ao Sábado. Depois combinamos isso, então. ;)

 

Epá, esqueci-me completamente que já estamos no fim de Julho. :lol: No próximo fim-de-semana ainda estou por cá, nos 2 seguintes não.

Editado por Peplin

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Guest Dpitz

Lá para quarta-feira (no máximo quinta-feira durante o dia) digo-te qualquer coisa ;)

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Meh, estava à espera de outra coisa. Mas pode ser que tenha boas surpresas.

Expensive já cansa um pitz. Xutos nem meto lá os pés. Vejo certamente Deolinda e Nu Soul. O resto não conheço muito mas vou na descoberta. Skalibans parece boa cena.

 

Já só faltam 38 dias!

 

Ah, e quero um meeting como deve ser crl. (sim Boo, é para ti)

Editado por Taj Burrow

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o cartaz é mt forte mesmo.

 

Expensive Soul bate sempre imenso e gosto mesmo mt dos gajos

 

XUTOS É XUTOS

 

O resto é mel, e tá a andar de mota.

 

Avante é Avante e o resto é música :)

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Guest Dpitz

Peplin, não devo ir a mais nenhuma jornada de trabalho, mas se for é no fds a seguir a este.

 

Já agora, deixo aqui duas entrevistas sobre alguns espaços da Festa:

 

Espaço Ciência

Fazer contas à vida: pensar e agir

 

No ano comemorativo da matemática no planeta Terra, os visitantes do Espaço da Ciência vão ser desafiados a ter uma visão diferente da disciplina, numa perspectiva de transformação social e de inserção da matemática nos diversos planos da criação artística. Um desafio aliciante, como se percebe do que deixaram antever, em conversa com o Avante!, Alice Figueira, Anabela Silva, Augusto Flor, Aurora Bargado e Sílvia Silva.

 

Sílvia Silva, uma das dinamizadoras desta zona da Festa, disse ao Avante! que «embora se trate de Matemática, não podemos deixar de a relacionar com muitas áreas, sendo a história importantíssima para entendermos a matemática nos dias de hoje». Uma «grande parte do que hoje se chama matemática provém de ideias muito antigas, de há milhares de anos», por isso, o Espaço da Ciência começa por proporcionar aos visitantes uma abordagem histórica à disciplina.

 

O enquadramento histórico será dividido em quatro grandes fases, referentes a períodos diferentes, desde as civilizações mais antigas, como as dos egípcios e a dos gregos, passando pela Idade Média e pelo Renascimento, até à actualidade, com as matemáticas modernas. Aqui, poder-se-à perceber que «todos somos matemáticos no dia-a-dia» e «como é que as pessoas, desde há milhares de anos, foram explorando a matemática», seja ela aplicada nas práticas agrícolas ou para servir de orientação em civilizações antigas, ou seja ela utilizada nos dias de hoje ao, por exemplo, cozinhar-se uma refeição.

 

Neste espaço, fruto da importante colaboração da Associação Ludus e do Circo da Matemática, é possível encontrar as personalidades que mais se destacaram no campo da matemática ao longo dos tempos, através de pequenas exposições, bem como diversos instrumentos e formas de cálculo utilizados por diferentes povos em diversos períodos históricos.

 

A matemática e os matemáticos de Portugal também têm lugar marcado no Espaço da Ciência. Pedro Nunes e o seu contributo para o desenvolvimento da navegação teórica e da cartografia, bem como a vida e obra de Bento de Jesus Caraça, um matemático resistente antifascista e militante do PCP, estarão em destaque nesta exposição.

 

«A matemática ortodoxa reprime a matemática de grupos»

 

A evolução sofrida pela matemática ao longo dos anos também será analisada, bem como a forma como ela se desenvolveu em diferentes contextos, originando, por vezes, diferentes matemáticas.

 

É neste domínio que Anabela Silva introduz o conceito de etnomatemática: uma crítica ao ensino tradicional da matemática ortodoxa, que se opõe à ideia de universalidade desta. «Uribatán d'Ambrosio é considerado o pioneiro da etnomatemática e ele considera que a disciplina denominada matemática é, na verdade, uma etnomatemática que nasceu e se desenvolveu na Europa, tendo recebido importantes contribuições das civilizações do oriente e de África, chegando à forma actual nos séculos XVI e XVII. A partir de então, essa forma estruturada da matemática foi imposta, pelo que d'Ambrosio considera que a matemática ortodoxa reprime a matemática de grupos», esclarece. Segundo Anabela Silva, os métodos utilizados pelos construtores de barcos, das costureiras ou até mesmo o exemplo do «Japão, quando esteve fechado ao exterior, em que a matemática se desenvolveu de forma diferente», são provas de que a matemática não é universal.

 

Desconstruir os números

O quarto módulo é inteiramente dedicado a Portugal onde, nas palavras de Augusto Flor tudo será tratado matematicamente, através do uso da estatística. Os visitantes poderão consultar os «números de Abril», que servirá, por exemplo, «para nós percebermos qual era a estatura média dos portugueses antes e depois do 25 de Abril, entre outros indicadores do desenvolvimento humano», refere. Terão igualmente oportunidade, diz, para «desmistificar os grandes números de que hoje se fala: o que é o Produto Interno Bruto? o que é o Volume Anual de Negócios?, e o Valor Acrescentado Bruto? São siglas que aparecem muito nas nossas vidas e tudo isto é representado por números, alguns deles quase infinitos». Haverá ainda espaço para verificar os números na política, principalmente em questões relacionadas com os métodos matemáticos utilizados para a eleição de deputados, por exemplo, que é importante conhecer.

 

A arte da matemática nas artes criativas

 

Alice Figueira, por seu turno, revela que é possível encontrar a presença da matemática em diversos campos da criação artística, citando como exemplos «as pinturas de Amadeu de Souza-Cardoso, a “Chuva Oblíqua” de Fernando Pessoa, para além de muitos outros, o mesmo sucedendo na escultura e noutras formas de arte». A matemática, acrescenta, também está ainda presente na música, por exemplo, uma vez que esta «é uma sucessão de sons em tempos certos».

 

Aurora Garboso é a responsável por mostrar a matemática nas artes plásticas. Para o efeito, elaborou duas esculturas, um homem e uma mulher com mais de dois metros de altura e feitas com materiais reciclados (chapas de offset, neste caso), que estarão em exposição no Espaço Ciência. «Baseei-me em Leonardo da Vinci, numa frase em que ele disse que “o pássaro é um instrumento que opera segundo leis matemáticas, instrumento esse que o homem tem capacidade de produzir com todos os seus movimentos”. Pegando nesta frase, vou fazer o homem-pássaro e a sua companheira, porque o ser humano também tem a ver com a matemática, uma vez que um mais um dá sempre dois ou três, dá um aumento demográfico», refere.

 

Experiências para os mais novos

 

Em ano de resultados desastrosos nos exames de matemática, as crianças e os mais jovens não são esquecidos neste espaço. Sílvia Silva afirma que além «daquilo que [os mais jovens] levam no intelecto, também vamos ter uma grande componente prática na exposição, com diversas experiências alusivas à matemática, onde poderão levar pequenas coisas que eles poderão construir» naquele espaço, como quadrantes, balanças e ábacos. «Vai ser uma exposição em que há mais interacção com o público do que é costume, sem ser apenas a observação das experiências», afirma.

 

Além das experiências permanentes e dos debates que ocorrerão durante os três dias da Festa do Avante!, haverá ainda pequenos espectáculos surpresa que se enquadram no Circo da Matemática e um espaço dedicado ao centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, onde estará patente o que o revolucionário entendia ser a ciência e as teorias científicas.

 

A alternativa em debate

 

Quando questionado sobre a importância da matemática para o presente e para o futuro do País, Augusto Flor é peremptório: «Quando se tenta fazer crer que há um pensamento que é dominante, que quase se transforma em pensamento único, e isso também acontece na matemática, cria-se a tal ideia de universalidade. O que aqui vamos fazer é demonstrar que a matemática tradicional é apenas uma parte do que existe no campo da matemática, logo, demonstrar que também há outras formas e alternativas a uma determinada linha de pensamento que alguns querem que seja única. Esta é, portanto, uma exposição que visa abrir os horizontes às pessoas, de forma a ir transformando as coisas e a não aceitar essas coisas tal como elas são».

 

Numa nota final, Augusto Flor faz questão de afirmar que «as nossas exposições marcam um pouco a diferença relativamente a outras exposições que abordam os mesmos temas», até pela «forma como os abordamos. Fazemo-lo com rigor científico, obviamente, mas temos mais duas preocupações: primeiro, que os temas cheguem ao povo e que sejam o mais claros e acessíveis possível; e segundo, que tenha uma perspectiva de transformação social, o que muitas vezes não acontece noutras exposições», já que «promovem a manutenção do status quo, ou valorizam mesmo o próprio sistema capitalista em que vivemos».

 

Números na política, números de Portugal, números no ambiente, números do Espaço Ciência e até números da Festa do Avante!, tudo será analisado matematicamente neste espaço, que promete ser divertido, interessante e enriquecedor.

 

 

Desporto na Festa

 

A «cidade do desporto» está pronta para receber os visitantes da Festa do Avante!, depois de meses de planificação, organização, programação, iniciativas e torneios de promoção. Em conversa com o Avante!, a Comissão Nacional de Desporto na Festa garantiu que este é um dos eventos desportivos mais alegres e dinâmicos do nosso País, uma vez que estão representadas mais de 35 modalidades e diversas disciplinas desportivas.

 

Aqui há um grande espírito competitivo, mas também uma camaradagem e uma solidariedade vincadas e bastante presentes

 

O extraordinário trabalho das colectividades de desporto, cultura e recreio na promoção e desenvolvimento do serviço público desportivo marcará, uma vez mais, presença na Festa do Avante!. O sucesso da organização deste evento tem sido cada vez maior: todos os anos há mais colectividades e associações interessadas em participar e dar o seu contributo e, de ano para ano, o número de praticantes das diversas modalidades tem vindo a crescer, num total de mais de 15000 participações em 2012 – número que se espera ultrapassar na edição deste ano.

 

Em conversa com o Avante!, Brázio Romeiro, responsável pela Comissão da Nacional de Desporto na Festa,começou por destacar «o trabalho realizado pelas colectividades e associações que colaboram com a Festa, na promoção do desporto e das modalidades de raiz popular». No total, são mais de 320 associações e colectividades e outras tantas centenas de camaradas e amigos que, ao longo do ano, organizaram e dinamizaram diversas provas e torneios de promoção da Festa, seja nas diferentes modalidades dos desportos tradicionais e populares, seja nos torneios de modalidades ditas mais modernas, quer na qualidade de dirigentes desportivos como de árbitros.

 

Formar homens

 

Fernando Batali, vice-Presidente do Clube Desportivo e Recreativo do Fogueteiro, responsável pela organização da nona edição do torneio AvanteJovem, afirma que «este torneio está em franco crescimento, tendo neste ano a participação de 61 equipas e de mais de 1200 atletas com idades entre os nove e os dez anos, numa competição repartida por 15 concelhos dos distritos de Lisboa e Setúbal e disputada em quatro séries». A final desta competição está marcada para o dia 8 de Setembro, às 17 horas, entre o Casal de São Brás e o CDR do Fogueteiro. No dia 7 serão também disputadas as finais do futsal sénior masculino e feminino.

Esta competição é de extrema importância não só para que se ganhem hábitos de prática desportiva, mas também para, segundo palavras de Fernando Batali, «contribuir para que estas crianças sejam no futuro homens e mulheres – que também há atletas femininas – exemplares na nossa sociedade».

A falta de hábitos desportivos na juventude (e não só) ganha contornos ainda mais preocupantes quando as políticas de direita dos últimos governos, e em especial o actual, põem em causa o direito constitucional à elevação do bem-estar e à cultura física e desportiva dos cidadãos, através do contínuo desinvestimento nesta área.

 

Desportos radicais

 

Todos os anos, no Espaço do Desporto, há novidades e surpresas, que deixam sempre memórias inesquecíveis aos visitantes da Festa do Avante!. Em 2013, essa tarefa coube à Associação de Paraquedistas do Seixal. António Cardoso revelou alguns pormenores ao Avante!: «sexta-feira à noite vamos fazer algo diferente: slide nocturno com luzes e efeitos especiais.»

Como a zona dos desportos radicais é uma zona que tem tido cada vez mais participações – em 2012 foram mais de 500 participações só no slide –, foram feitas algumas melhorias ao nível das infraestrutras: as torres foram melhoradas e foi reforçada a segurança desta zona. Para os entusiastas das alturas haverá, como já vem sendo hábito, uma parede de escalada.

 

Corrida da Festa

Convívio e amizade

 

Divulgar a prática do desporto como elemento essencial para a formação física das crianças e dos jovens, é um dos objectivos da 26.ª corrida da Festa do Avante!.

Esta prova realiza-se no dia 8 de Setembro, a partir das 09h30, junto à Baía do Seixal, percorrendo toda a Marginal, com partida na Amora e a terminar já na Festa do Avante!.

Esta é uma prova de participação voluntária e gratuita, destinada a participantes de ambos os sexos, representantes de clubes federados ou não.

Todos os que terminarem a prova receberão entradas para a Festa.

As inscrições terão de ser efectuadas até ao dia 3 de Setembro para o 212224000 ou para o e-mail: [email protected].

 

Manter a tradição viva

 

O Espaço do Desporto é também, por norma, um espaço nostálgico onde se recuperam memórias de infância entretanto já perdidas. É o que acontece quando o visitante se depara com os jogos tradicionais.

 

É neste sentido que o Campeonato de malha tradicional em terra batida é organizado com uma imensa entrega pela secção de malha do Clube Recreativo de Cruz de Pau. Com a participação massiva de 48 equipas masculinas e 24 femininas, cada uma composta por dois elementos, o torneio foi iniciado há alguns meses e a final será na Atalaia. Brázio Romeiro revela que «neste desporto existe uma enorme competitividade, onde cada ponto é disputado ao limite», relevando ainda a importância dos árbitros para a resolução de pontos mais discutíveis.

 

Já Joaquim Ganhão, da Associação de Amizade Arroteense, acompanhado por Florentino Gomes, Guilherme Almeida e Fernando Constantino, mostrou satisfação pela «contínua presença do chinquilho de malha pequena na Festa do Avante! desde sempre, permitindo que a tradição se mantenha viva e que os jovens tenham contacto com ela».

O torneio teve início a 15 de Julho e terá as duas últimas jornadas na Atalaia, num total de dez jornadas.

 

O torneio de chinquilho de malha grande, organizado pelo Clube Desportivo da Gâmbia, também tem lugar marcado na Festa. Manuel Natividade, representante do clube, mostrou a sua preocupação para o facto de «os jovens não se interessarem por esta modalidade», por ser mais «pesada» que as outras modalidades de chinquilho. No entanto, o torneio decorre desde Abril e conta com a presença das seguintes equipas: União Futebol Jardiense, do Montijo; Os Amigos do Chinquilho de Setúbal; Café Caixeirense, de Sesimbra; Sociedade Recreativa Atalaiense; Ídolos do Chinquilho da Anunciada; Clube de Chinquilho da Cooperativa de Habitação Económica das Pontes; e Clube Desportivo da Gâmbia.

 

Cicloturismo

Passeio da Festa

 

Organizado com a colaboração da Associação dos Serviços Sociais dos Trabalhadores das Autarquias do Concelho do Seixal, o passeio de Cicloturismo da Festa do Avante! realiza-se no dia 1 de Setembro.

 

Às 08h00 haverá uma concentração junto ao campo da Medideira e a partida inicia-se uma hora depois. Serão percorridas algumas freguesias dos concelhos do Seixal e de Almada, num percurso de 41,2km.

 

Este é um evento que todos os anos tem mais participantes, esperando a organização, por isso, que a tendência continue na edição de 2013.

 

O passeio destina-se a todos os cicloturistas masculinos e femininos com mais de 12 anos e as inscrições poderão ser feitas até ao próprio dia.

 

Convidados e diversidade

 

Na edição de 2013, a Festa do Desporto terá mais modalidades e contará com a presença de figuras destacadas de diversas disciplinas. Vítor Fonseca, da Comissão Nacional de Desporto da Festa, afirmou ao Avante! que Arnaldo Silva, uma figura de destaque no Boxe português, estará presente, tal como quatro campeões do mundo em matraquilhos.

 

Vítor Fonseca disse ainda que duas equipas femininas da 2.ª divisão nacional de voleibol defrontar-se-ão na Festa, e o mesmo acontece no hóquei em patins (benjamins) com o GD Fabril e o Seixal FC, e no andebol, pondo frente a frente o GD da Qta. da Princesa e o Liceu Passos Manuel. Na patinagem artística, Paulo Júnior, um dos responsáveis pela modalidade, revela que haverá quatro equipas em competição.

No Domingo haverá aulas abertas de zumba e de samba, para os que queiram participar. Além de tudo isto, haverá ainda espaço para o xadrez, yoga, patinagem artística, danças de salão, aeromodelismo, ginástica, artes marciais, boccia, desporto adaptado e outras modalidades que fazem deste o maior e mais diversificado evento desportivo nacional, sempre com um grande espírito competitivo mas, ao mesmo tempo, com uma camaradagem e solidariedade vincadas e bastante presentes entre todos os que dele fazem parte.

 

Fiquei muito curioso com o Espaço Ciência. Quero ver se perco um tempinho lá :)

na edição da próxima semana (que sai na quarta-feira, por ser feriado na quinta), sai outra entrevista a outro espaço.

Editado por Dpitz

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