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[Vídeo] Lorenzo Carvalho, o milionário

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Não percebo é porque este gajo foi sequer entrevistado.

isto, se não fosse o estrilho que a tvi fez ngm sabia quem era este gajo.

e a peça que passaram antes de o entrevistarem foi simplesmente genial :lol:

 

Juditxi?

judite-thumb.jpg

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Não percebo é porque este gajo foi sequer entrevistado.

TVI, what else.

 

 

 

Quem me dera ter mais uns 300 Lorenzos Carvaglios ou Carvalhos a gastar uns bons milhões em Portugal.

Exactamente o que eu pensei :mrgreen:

Editado por doom_master

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muito boa gente o Lorenzo, fosse outro, comprava a tvi e despedia a judxiti

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Guest Dpitz
Facebook@O Privado

[PORTUGAL] – Para corrigir o seu erro, Judite de Sousa, prepara uma nova entrevista. A jornalista da TVI tenciona agora entrevistar e gozar um jovem pobre português, o que segundo ela sera considerado como normal e nada escandaloso.

:lol:

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Quem é este miúdo?

 

Lorenzo Carvalho é um brasileiro de 21 anos que chegou a Portugal no ano passado e dá nas vistas ostentando riqueza e dando festas de luxo. Filho de uma família com negócios nas pedras preciosas e cosmética, viveu entre o Brasil e Itália, tornou-se piloto da Ferrari em GT3 e diz querer comprar o Autódromo do Estoril. É apenas mais uma das suas extravagâncias...

 

Parece que estamos a entrar na caixa-forte de um banco. O condomínio onde vive o jovem piloto de Ferraris Lorenzo Carvalho, na linha do Estoril, está cercado de seguranças. Na garagem, uma coleção de carros impressionantes - quatro Ferraris, um Bentley, um Porsche Cayenne, um Fiat 500 com 500 cavalos... Lorenzo surge sorridente. É difícil dizer no que se repara primeiro - as tatuagens que lhe sobem pelo pescoço e vão até aos dedos, o boné, que raramente tira, ou os sapatos com tachas e sola vermelha louboutiana... Não quer passar despercebido, este jovem. Aliás, desde que se mudou para Portugal, no verão passado, com os pais - Cleyci Rita de Carvalho, brasileira, e Luiz Carlos Leal, luso-brasileiro, filho de portugueses da Guarda -, tem promovido eventos para atrair jornalistas e figuras públicas. No passado fim de semana, com uma enorme festa, encheu a discoteca Lust, no Terreiro do Paço. E o anúncio de que quer comprar o Circuito do Estoril surpreendeu tudo e todos.

 

E quem é este rapaz que chegou a Portugal vindo do nada e surpeende por ostentar a sua riqueza? Lorenzo Carvalho Leal tem 21 anos. Nasceu em Goiânia, estado de Goiás, no Brasil, mudou-se com apenas 2 dias para São Paulo, onde viveu até por volta dos 5 anos. Por essa altura, conta, começaram as viagens frequentes a Milão, por conta dos negócios da mãe. «Os meus avós comercializavam pedras preciosas e ela estava nesse ramo também», explica.

 

Uma série de infortúnios parece ter conduzido à mudança para a Europa. «A nossa família foi morrendo, tudo mortes trágicas - a minha tia suicidou-se, a minha avó morreu afogada, o meu tio queimado numa explosão num acidente de carro - e a minha mãe não quis ficar mais naquele país», diz. Ponderaram entre França, onde a mãe estudara Medicina, Milão, onde tinha negócios, ou Portugal, a terra dos avós paternos. Escolheram Itália, «para abrir o negócio da cosmética [atualmente, é administradora da marca Forêt Vierge] e ser aceite pelo mercado euro peu», justifica a mãe. Lorenzo tinha 9 anos.

 

Um grito do Ipiranga precoce

 

A presença da mãe na vida de Lorenzo é uma constante. Filho único, vive com os pais que, divorciados, habitam a mesma casa. «Aos 13 anos, Lorenzo teve o seu primeiro carrinho», lembra a mãe, embevecida. O adolescente conta que brincava com um SLC K200, um microcarro de fibra de carbono, assinado pela equipa da italiana ATR Group que desenvolveu o corpo e os chassis de supercarros como o Enzo Ferrari, o Porsche Carrera GT ou o Maserati MC 12, antes de ter idade para conduzir.

 

«A mãe sempre alimentou as loucuras dele e comprou os carros», graceja o pai.

 

Aos 16, Lorenzo terá decidido que não queria estudar. A mãe acedeu. «Quando eu tinha 16 anos, ela comprou-me três lojas de videogames, no centro de Milão, e comecei a ter a responsabilidade de gerir as minhas lojas, fazer as contas. Virou um trabalho e ficou chato, era melhor ter estudado», conta o piloto. Fez do seu passaporte um diploma: «Viajo a cada duas semanas, vou a Nova Iorque, França, aprendo muito mais conhecendo outras culturas.»

 

"Trust no one"

 

A adolescência privilegiada foi protegida pela riqueza da família. E a um nível a que não estamos habituados. Quando cumpriu 17 anos, por exemplo, Lorenzo ganhou o primeiro Ferrari. Depois de conduzir um ano sem carta, achou que o modelo estava ultrapassado e quis trocar. Um amigo, pai de família, que passou por certas dificulda-des e que ele trouxe para trabalhar com a sua mãe, apresentou-lhe um entendido em carros para fazerem negócio. «Nunca iria pensar que a pessoa com quem convivo todos os dias e que ajudo me vai prejudicar. Ingenuamente, entreguei o meu Ferrari e evaporou», recorda. Na sequência desse episódio fez uma tatuagem no peito que diz «Trust no one».

 

Desde os 13 anos que Lorenzo passou a colecionar no corpo símbolos, imagens, nomes. Começou com um pequeno dragão de Mulan , o filme da Disney, na perna, contra a vontade da mãe. Aos 17 entregava-se nas mãos de artistas de Los Angeles. Tem algumas especiais, como o Mike Tyson que leva ao peito, o «LA» no pescoço - a sua cidade favorita - e o nome «Laura» inscrito no braço, uma das mulheres da sua curta vida. Lorenzo é mulherengo e não esconde isso. É casado, tem uma filha, mas vai dizendo «sou homem, fazer o quê?». Mas protege a família dos holofotes e não fala mais sobre o assunto.

 

Milão, a cidade da moda onde vivia, era perfeita para a vida de alguém que não tem de fazer contas. Mas deixou de fazer sentido no verão passado. «Deixei para trás amigos e inimigos. Há muita gente que se faz passar por aquilo que não é e tenta sempre "te ferrar". O país estava muito complicado. Nesse último período era difícil achar alguém honesto. Estávamos trabalhando para o governo. Vim para Portugal revoltado», diz Lorenzo. A mãe corrobora a ideia: «Milão tornou-se muito agressiva.» Portugal revelou uma faceta humana a que o piloto já não estava habituado: «Aqui ainda se pode confiar em algumas pessoas.»

 

O negócio de que ninguém fala

 

Lorenzo sempre teve motos, entrava em corridas, desafiava os limites. Há dois anos integra a equipa da Ferrari em GT3, depois de ter feito vários cursos de condução ativa com a marca, mesmo antes de ter idade para conduzir. Estes cursos, na Ferrari, destinam-se a quem tem vários carros da marca e a participação nas corridas também é vendida - o pacote custa desde um milhão de euros, embora seja feita uma triagem aos pilotos que o pretendam fazer. Recentemente, Lorenzo correu a Dunlop 24H Dubai, em que a equipa AF Corse SRL 2 - juntamente com os pilotos italianos Lorenzo Case, Marco Cioci e o finlandês Mika Salo - acabou em segundo lugar. Agora aguarda o calendário das competições.

 

Lorenzo idolatra o piloto brasileiro Ayrton Sena e diz que essa é uma das razões por que veio a público falar na intenção de comprar o Circuito do Estoril (antigo Autó-dromo Fernanda Pires da Silva). «Era a pista favorita dele», argumenta. Mas, embora nas mesmas declarações, do início do mês, falasse na criação de uma escola Ferrari, agora dá o dito pelo não dito. «A marca zangou-se. Foi um mal-entendido. Eu quero ter uma escola de condução com diferentes marcas representadas.» Sobre o negócio do circuito diz que «é a mãe quem trata».

 

Cleyci Rita de Carvalho diz que não pode falar sobre o assunto, porque «o que foi noticiado prejudicou muito as negociações», escusando-se a revelar quem eram os interlocutores. Para já, apenas adianta que está «alugando espaços por dias». A Parpública, SGPS, empresa do Estado que trata dos processos de privatização e gestão de património imobiliário, na tutela do Ministério das Finanças, que tem também o dossier Circuito do Estoril, questionada sobre a possibilidade de venda, fez saber que «não existem quaisquer contactos ou negociações em curso que envolvam a Parpública relativamente a este processo». O último concurso público foi lançado em 2007, por 35 milhões de euros. Houve um único candidato que não aceitou os valores do executivo de Sócrates e o autódromo permaneceu estatal.

 

Lorenzo encontra-se com a Notícias Magazine na sua casa do Estoril. Está sentado à cabeceira da mesa, de boné, que raramente tira. Só cede o lugar ao avô - que veio visitar a família na casa que compraram no Estoril, de frente para a marginal, o Chalet da Condessa d"Edla (a viúva de D. Fernando II). Na outra ponta, mamma nostra, como chamam à matriarca da família - a mãe. Pelo meio, um corrupio entre família do Brasil, amigos de Itália, o sócio da mãe na cosmética, do Lichten-stein. Acrescentam-se pratos à medida que vai chegando gente. Não há «frescuras», como diriam os brasileiros, há comida servida em travessas, riso solto e conversas que começam numa língua e acabam noutra. Os telemóveis da mãe tocam persistentemente, ela atende sempre, mas já ninguém estranha apesar de não a pouparem à reprimenda: «Dá para des ligar à mesa?». Não dá. Depois da refeição, o piloto continua a tratar dos preparativos

 

para a festa do dia seguinte, a Champanhe Shower Party, no Lust, em Lisboa, espaço que Lorenzo diz estar a negociar para a compra de uma parte maioritária. «Está com os advogados, mas quase tudo tratado.»

 

As festas são referências da sua vida. As de Saint-Tropez, Milão e Los Angeles, onde, garante, os amigos facilmente gastam «quinhentos, seiscentos mil ou um milhão por noite». E diz que já organizou eventos com mil pessoas, grandes DJ como Martin Solveig, DJ Ross e David Guetta. «Eles já passaram música para mim.» Na festa de aniversário dos 21 anos diz ter feito o recorde de uma discoteca ao comprar «duzentas garrafas de cristal [Louis Roederer]»- cada garrafa custa cerca de mil euros. «Diversão, mania ou ignorância, esse é o meu lado negro.»

 

Tudo o que se pode comprar

 

É uma boa definição para a sua figura na noite da festa: apareceu sem boné, de pulseira tripla cravada de diamantes, T-shirt a deixar a descoberto as pinturas do corpo, pôs música, posou para os fotógrafos ao lado de figuras públicas como o cantor Mikael Carreira ou a actriz Sylvie Dias, o chef Henrique Sá Pessoa ou o escritor Domingos Amaral... Sempre ao seu lado, o segurança. «Tenho dois, são como meus irmãos, estamos 24 horas juntos. Não é questão de precisar, mas ajudam-me muito.»

 

Angel"s face, devil"s body é o lema de Lorenzo, dentro e fora de pista - é assim que se apresenta na sua página de internet. Um menino estranho, cujo espalhafato surpreen-de - por estas bandas é raro ostentar-se assim a riqueza, sobretudo em tempos de crise. O seu óbvio desafogo, explica-o a quem inevitavelmente o questiona com as origens e os negócios da família - nas pedras preciosas, dos avós, e na cosmética, da mãe. Ele próprio, que acabou de mostrar com orgulho a sua coleção de Ferraris ou sapatos Louboutin, garante que não é o consumo que o move. «Quando se tem a minha idade e tudo o que se quer - carros, joias, tudo - acaba-se por se perder a noção do valor do dinheiro, ir a certos sítios ajuda a perceber.»

 

Aponta a mesma razão para ajudar «120 crianças numa instituição no Brasil»,

 

doar o primeiro ano dos resultados da marca Understand 69 - em fase de lançamento, de momento com T-shirts à venda - às crianças do Instituto Português de Oncologia e associar-se à instituição Terra dos Sonhos. «Dar é fácil, eu gosto. Quando se tem tudo começa-se a procurar outro tipo de emoções. Isso ajuda a dar valor ao poder caminhar, ver, comer boa comida todos os dias. A minha avó sempre falou que "dinheiro a gente não leva no caixão", por isso a gente gosta de partilhar.» Quando se fala de sonhos por concretizar não sabe o que responder. «Talvez chegar à F1 se tiver de ser»... Sempre teve tudo o que o dinheiro pode comprar.

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Guest fiasco

Tendo em conta que o puto de há uns tempos para cá pensa que é o "Rei na Noite" com as suas zonas vip e moet's, apraz-me dizer algo sobre isso.

A conduzir consta que é alta chouriço.

Acredito que não pague 1M para conduzir literalmente,e que até tenha Sponsors.

A cena é que os Sponsors são os negócios dele e os papás. Logo, paga para conduzir. Que nabo.

As tatuagens dele conseguem ser pior que as minhas.

Sobracelha cortada já não se usa, e quando se usava era ridículo.

Camisola em V até ao umbigo é zero.

Pagar ao DJ para poder passar umas brasileiradas na Main é zero.

O puto não é ninguém, nunca fez nada da vida. Paga para falarem dele. Paga para ser entrevistado na TVI (e se dar a conhecer, belo auto-marketing). Paga para aparecer com Pamelas e com gajos famosos a correr no autodromo.

Perfeito exemplo de Attention Whore.

 

Mete-se a jeito de apanhar com algum maluco pela frente, e depois vê onde estão os seus dois "seguranças".

 

 

PS. No entanto, a guita é "dele" e ele faz com ela o que quiser. Não tem de dar justificações a ninguém a não ser ao dono do dinheiro. E ninguém é obrigado a ajudar "pobrezinhos". A judite é uma ursa, mas dada a encomenda da entrevista, não censuro que ela tenha ido para lá com garras afiadas. Afinal qualquer jornalista que se preze afina quando lhe dão trabalhos "€ncomendados".

O objectivo dele foi meio concluido. Meter mais de metade de Portugal com pena do azeiteiro.

PS1. Ele devia era explicar os "acidentes" dos familiares.

Ps2. Tivesse a guita dele e provavelmente faria tudo. Desde o autodromo ás tatuagens no pescoço, cara e mãos. Agora entrevistas e self-advertising...que lol.

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quanto a esta entrevista, acredito que a TVI só a fez porque na mesma semana tinha sido entrevistado no Boa Tarde programa da Conceição Lino :lol:

Editado por paulogoncalves

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Visitante

Também vi isto apenas ontem nas redes sociais e deu-me um nojo do crl ouvir essa estúpida do crl a criticar o rapaz e a tentar ridicularizá-lo só porque ele é milionário e gasta o dinheiro como bem quer e lhe apetece, o dinheiro é dele só tem é de o gastar como lhe der na real gana e ninguém tem nada a ver com isso, muito menos esta hipócrita que ganha para aí 30 mil euros por mês e não é propriamente conhecida por ser a Madre Teresa de Calcutá que ajuda quem mais precisa.

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Guest Dpitz

jazus ate tou com pena da judite :lol:

Não deve ser fácil descobrir que o Seara lhe ofereceu marfim e levar com este hate todo pelas nets fora, no espaço de dias.

Editado por Dpitz

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Acho que a Judite reconheceu que não esteve bem agora no programa do Marcelo. Mas só ouvi de longe, não sei qual era a cara dela e se aquilo era "sentido" ou a cagar

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Acho que a Judite reconheceu que não esteve bem agora no programa do Marcelo. Mas só ouvi de longe, não sei qual era a cara dela e se aquilo era "sentido" ou a cagar

O que é que ela disse?

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Acho que a Judite reconheceu que não esteve bem agora no programa do Marcelo. Mas só ouvi de longe, não sei qual era a cara dela e se aquilo era "sentido" ou a cagar

 

Não vi, mas duvido que tenha sido sincero. Ninguém que tenha tido um dia 'mau' tem um comportamento daqueles

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JUDITE SOUSA

"Reconheço que posso ter tido um tom excessivo"

Criticada pela forma como conduziu uma entrevista a Lorenzo Carvalho no 'Jornal das 8', da TVI, de sexta-feira, a pivô admite que o seu "tom foi desajustado à pessoa que tinha à frente"

 

"Se o meu tom foi considerado excessivo é porque as pessoas têm razão. Dou a mão à palmatória." Foi assim que Judite Sousa reagiu às críticas que lhe foram feitas pela forma como conduziu uma entrevista a Lorenzo Carvalho. A jornalista e subdiretora de Informação da TVI recebeu o jovem de 22 anos no Jornal das 8 de sexta-feira e foi de imediato acusada nas redes sociais de ter julgado o estilo de vida ostensivo do piloto brasileiro da Ferrari que, há cerca de três semanas, trouxe a Portugal a atriz Pamela Anderson. "Não foi minha intenção crucificar ninguém nem tão-pouco um jovem extraordinariamente simpático e acessível. Lamento se, realmente, o meu tom foi desajustado à pessoa que tinha à frente", disse a pivô ao nosso jornal.

A jornalista da estação de Queluz de Baixo sublinhou ainda que as críticas relativamente à escolha do entrevistado para um noticiário em horário nobre são justificadas. "Todos os jornais dos canais generalistas, nomeadamente aqueles que têm uma duração longa, como o Jornal das 8 da TVI, têm de ter uma linha editorial ligeiramente diferente da habitual em período de silly season. A verdade é que este jovem saltou para as primeiras páginas da atualidade por causa da festa de aniversário que deu e para a qual convidou a Pamela Anderson. A entrevista é perfeitamente justificada à luz deste contexto", aponta.

Ainda assim, Judite Sousa admite que "a entrevista terá sido demasiado longa, considerando o perfil de pessoa que é este rapaz".

 

Foi mais ou menos o que disse na TVI. Este bem a reconhecer o erro. Impressionante a força das redes sociais hoje em dia.

 

Agora é move on.

 

TPM!!!!

 

É capaz de é de ser a menopausa que vem a caminho personalizada numa besta com um grande par de cornos :lol:.

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Aquela "caça" para saber como a família dele morreu é de pessoa doente.

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O problema não foi o tom com que ela falou mas sim a perguntas que fez lol.

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Somos um país estranho para caraças.

 

Ele gasta o dinheiro dele por isso o problema é dele, não percebo é uma coisa:

 

Lorenzo Carvalho - Descendente de Portugueses

Herdeiro, tem tudo de mão beijada, gasta balurdios em festas e carros, e é conhecido por ser rico, Portugal avalia-o como um gajo humilde...

 

Cristiano Ronaldo - Português

Veio da miséria, já foi considerado melhor do mundo na sua actividade, ainda é um dos dois melhores, é uma das maiores imagens de marca de Portugal, também gasta balurdios...é considerado arrogante e azeiteiro por metade do país...

 

Realmente parece que só o que vem de fora é que tem valor.

 

P.S. A Judite de Sousa só mostrou mais uma vez a má jornalista que é, desta vez faltou ao respeito ao entrevistado...normalmente dá escova a quem lhe interessa.

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