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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Um investigador estava bem num ministério onde se tratam desses assuntos.

 

Aliás, quando ouvi o nome dele sempre pensei que, caso o PS fosse Governo, ele fosse para a Ciência.

Sem dúvida, não faz sentido algum. Seria perfeito para a Ciência e Ensino Superior, na Educação tenho dúvidas.

 

Por acaso não acho que diz "p*ta".

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E agora um pensamento random - apaguem se for ofensivo.

 

Foi, em grande parte, graças ao CMPT que, nos últimos 2-3 anos me interessei mais (e seriamente) sobre Política. Sei mais coisas, li mais coisas, e vi mais coisas. E caramba, quanto mais conheço da Direita, mais asco me dá. Ideologias como a desse Arroja há aos montes, a diferença é que nem todos a revelam. Pensar que essa ideologia é dominante em Portugal dá-me vómitos.

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Arte não é parte da cultura?

Bem, cingindo ao que interessa, se tu achas que a cultura por cá pode ser melhorada através da criação de condições para a fruição e criação sem ter de ser atirado dinheiro aos produtores para que os projectos avancem porque estes não conseguem ter retorno porque ninguém vai ligar ao seu trabalho, então acho que estamos de acordo. Não é o meu meio e portanto o meu conhecimento na área é nulo, mas sem querer cair no risco de cair nos típicos clichés de quando se fala de cultura, acho que o problema por cá são dois: primeiro, os rendimentos são baixos e, como tal, há outras prioridades para as pessoas que passam mais dificuldade em vez de investir em livros, teatros ou espectáculos (e a internet também ajuda a uma democratização da cultura sem exigir este investimento); o outro é o facto de a generalidade das pessoas em Portugal não estar sensibilizada quanto à importância da cultura, e isso vê-se nos programas de tv mais vistos, na quantidade diminuta de cd's e livros vendidos, no número de bilhetes vendidos para o teatro, etc. Acho que o Estado pode actuar sob este último ponto e garantir a sustentabilidade da cultura em Portugal sem ter de meter dinheiro nos projectos para que eles avancem, como referi aí atrás. Basta apostar na criação de um contexto favorável à produção das obras, e aumentar a importância da cultura na educação dos mais novos, através de mais bilhetes para o espectáculo, actividades extracurriculares, diminuição do iva em alguns casos, reformulação de disciplinas como música (que no meu tempo era medonho), etc :)

Não sei como é que deduziste isso. Como é que se promove a criação sem dinheiro? Até a fruição. Baixar o IVA tem o seu custo.

 

O orçamento para a Cultura é sempre de 0,1% (!!). Pede-se que em Portugal seja, como acontece em quase todos os paises desenvolvidos, 1%. Não se pede que se atire dinheiro. Pede-se apenas que esse dinheiro exista. O que nem sempre acontece. Congelam-se os apoios, atrasam-se na abertura e na publicação dos resultados. Não cumprem as datas estipuladas nos contratos e pagam tardiamente. Às vezes demora-se quase um ano para receber o dinheiro desse apoio. Pede-se também que os concursos para os cargos de chefia sejam mais céleres e transparentes. Para que o funcionamento entre os mecanismos de apoio e as instituições funcionem organizadamente.

 

Tens noção de quantas pessoas podem trabalhar na criação de um filme? E de uma peça de teatro? De quantos serviços de empresas e particulares se podem contratar para as inúmeras necessidades destas criação? Tens noção do dinheiro que se pode fazer circular com a criação de uma obra de cinema ou teatro? Por exemplo.

 

O dinheiro dos apoios vai todo para isto. Não interessa ao estado que o dinheiro sirva para contratar uma empresa de contraplacados ou madeira ou ferro para fazer o cenário? Para contratar um empresa para montar esse cenário... para comprar tecidos, mobiliário, materiais. Para alugar isto e aquilo. Para pagar à câmara municipal para gravar nesta ou naquela cidade.

 

Isso de se aproveitar o dinheiro do estado para extravagâncias é noutras áreas e com outros agentes políticos.

 

Ao estado não cabe decidir se o que está a apoiar é ou não rentável, é ou não apreciável, se as pessoas vão ou não (embora já o faça e sempre mal). Até porque é um mau indicador. Veja-se o cinema onde uns dos critérios é o numero de espectadores conseguidos. O Leonel Viera fez agora três filmes de qualidade muito fraca mas que vão bater recordes de audiências. Se ele quiser filmar para o ano através de um apoio do estado vai poder fazê-lo. O João Salaviza e o Pedro Costa que terão feito os filmes do ano, que estão a ser premiados lá fora, já vão ter mais dificuldade em consegui-lo.

 

Ao estado cabe promover a criação e a fruição. E nada mais. O resto é connosco. Com quem cria e com quem frui.

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E agora um pensamento random - apaguem se for ofensivo.

 

Foi, em grande parte, graças ao CMPT que, nos últimos 2-3 anos me interessei mais (e seriamente) sobre Política. Sei mais coisas, li mais coisas, e vi mais coisas. E caramba, quanto mais conheço da Direita, mais asco me dá. Ideologias como a desse Arroja há aos montes, a diferença é que nem todos a revelam. Pensar que essa ideologia é dominante em Portugal dá-me vómitos.

 

A ideologia da direita não está presente em muitos dos representantes políticos, tal como da esquerda o mesmo se sucede.

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Muito bom :lol: "Mãe, sabe fazer pénis?"

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:mrgreen:

 

Mesmo assim admiro a postura dela. Eu desmanchava-me logo ali a rir por mais que me tentasse conter, não havia hipótese. Já agora qual é o nome do indivíduo? Quero ver mais coisas sobre ele.

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Pedro Arroja. Ela não podia fazer mais que aquilo, já é incrível ela manter a postura (quer dizer, o dinheiro ajuda) e não descer ao nível dele e mandar-te um murro no pénis.

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Esse gajo é ridículo.

 

Todos os casais sejam hetero ou homo terão sempre coisas diferentes a oferecer à educação das crianças. Claro que hetero vs homo há mais diferenças naquilo que há a oferecer do que se compararmos homo com homo ou hetero com hetero. Mas essas diferenças em nada serão negativas ou positivas na educação da criança enquanto ser humano. Serão apenas diferentes.

 

A parte em que ele estereotipa o homem como quem define o caminho e a mulher como quem o impede dos perigos, é hilariante e completamente descabido de qualquer realidade.

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E é este gajo doutorado em Universidades internacionais, licenciado pela FEP e já foi até regente de Econometria por cá aparentemente. É por isto que há muita gente que por mais estudos que tenha nunca vai deixar de ser um coitadinho ou ignorante.

Editado por Harvey Specter

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100 nomeações no último dia de Governo?... 100? fds... de qualquer das formas devia ser mais noticiado...

 

Este Governo não foi o primeiro a fazer isso, infelizmente. Acho que é uma espécie de (má) "tradição". Todavia, há uma questão que gostava de perceber. Estas nomeações referem-se a concursos que estavam a decorrer e cujos resultados foram publicados no último dia de Governo ou tratam-se de nomeações diretas?

 

Claro que devia ser mais noticiado, ando com a sensação que a CS só está interessada em veicular notícias num certo sentido enquanto negligenciam o outro, ou seja estão a ser muito parciais, demasiado até.

 

Tá a dar um documentário sobre 1975 na RTP1.

 

Documentário excelente, diga-se.

 

O pós-25 de Abril é um período que desconheço em larga escala, gostava de saber mais sobre isso e fiquei super interessado no que vi hoje.

 

Aconselho-te, antes de avançares para o período pós-25 de abril, a leres um pouco sobre o período entre 1969-1974, isso vai ajudar-te a perceber o que se passou a 25 de abril 1974 e depois no 25 de novembro de 1975.

 

Quando vais ler sobre o 25 de novembro, se não conheceres bem o que está para trás, podes ficar confuso.

 

Pedro Arroja strikes again

 

Já se percebeu o que a casa gasta, mas mesmo assim continuam a dar-lhe atenção.

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Obrigado Vaart!

 

A ideologia da direita não está presente em muitos dos representantes políticos, tal como da esquerda o mesmo se sucede.

Nem estava a falar especificamente da Política, mas sim no geral.

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E no youtube também se encontra muita coisa sobre os anos antes do 25 de Abril, principalmente sobre a guerra colonial.

 

Ainda ontem estive a ver uma reportagem da SIC, já com uns 20 anos sobre o massacre de Wiryamu.

 

Editado por challenger

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