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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Expliquem-me essa cena da TAP, sff. Os lucros são privados e a dívida é pública, é isso? Que m*rda de gente é que faz negócios assim?

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Expliquem-me essa cena da TAP, sff. Os lucros são privados e a dívida é pública, é isso? Que m*rda de gente é que faz negócios assim?

 

É apenas referente à divide que existe actualmente aos bancos. Futuros endividamentos que sejam feitos já não é o Estado que tem que dar a garantia deles mas sim o privado. Basta ler a notícia. Se é bom ou mau negócio, não consigo dizer-te sem analisar todos os detalhes.

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Expliquem-me essa cena da TAP, sff. Os lucros são privados e a dívida é pública, é isso? Que m*rda de gente é que faz negócios assim?

Não, a TAP é privada. A divida é privada. No entanto, a banca obrigou o Estado a garantir a dívida, i.e., se a TAP não cumprir com o serviço da dívida, o Estado passa a ser responsável pelo seu pagamento. Nessa altura, a TAP volta para o Estado.

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http://www.libremercado.com/2015-11-22/asi-es-emmanuel-macron-el-socialista-mas-liberal-de-europa-1276561328/

 

A minha visão sobre o que deve ser uma esquerda moderna no futuro. Não é sensato querer-se substituir capitalismo por socialismo. O que os políticos e pensadores de esquerda devem fazer é pretender que todos os cidadãos tenham oportunidades que lhes permitam aproveitar o capitalismo.

 

É bom que estes tipos que têm bons trabalhos apareçam e contribuam para modernizar a esquerda. Se não, os políticos vão ser sempre os mesmos.

Editado por ascom

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Não, a TAP é privada. A divida é privada. No entanto, a banca obrigou o Estado a garantir a dívida, i.e., se a TAP não cumprir com o serviço da dívida, o Estado passa a ser responsável pelo seu pagamento. Nessa altura, a TAP volta para o Estado.

 

Mecanismo útil, diga-se, já que uma boa parte dos credores são bancos portugueses que saem algo prejudicados em não só deixarem de ter a dívida assegurada pelo Estado, como ainda ser passada para uma empresa qualquer brasileira.

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Mecanismo útil, diga-se, já que uma boa parte dos credores são bancos portugueses que saem algo prejudicados em não só deixarem de ter a dívida assegurada pelo Estado, como ainda ser passada para uma empresa qualquer brasileira.

 

Bem, pelo menos reconheces que privatizou-se a uma empresa brasileira qualquer. :mrgreen:

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Visitante

Bem, pelo menos reconheces que privatizou-se a uma empresa brasileira qualquer. :mrgreen:

 

Privatizou-se a quem foi possível vender a TAP. Mantê-la seria deixa-la a definhar. Claro que gostava mais do plano original do governo anterior, de vender à Lufthansa e ficarmos com uma companhia aérea 5 estrelas :biggrin:

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O Rui Oliveira e Costa é do PS? Vi, agora, na SIC Notícias, que o gajo esteve ao lado do Sócrates no almoço de apoio.

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O Rui Oliveira e Costa é do PS? Vi, agora, na SIC Notícias, que o gajo esteve ao lado do Sócrates no almoço de apoio.

 

 

Sim é, era mesmo ele. O tipo é da ''ala liberal'' por isso não aparece muito. Ele começou no PSD, mas mudou para o PS para apoiar o Soares nas presidenciais de 1986.

 

Há uns anos ele e o António Rebelo de Sousa entregaram uma moção para o PS empenhar-se em mudar o nome da Internacional Socialista e passar-se a chamar Internacional Democrata para incluir o Partido Democrata americano

Editado por ascom

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Sim é, era mesmo ele. O tipo é da ''ala liberal'' por isso não aparece muito. Ele começou no PSD, mas mudou para o PS para apoiar o Soares nas presidenciais de 1986.

 

Há uns anos ele e o António Rebelo de Sousa entregaram uma moção para o PS empenhar-se em mudar o nome da Internacional Socialista e passar-se a chamar Internacional Democrata para incluir o Partido Democrata americano

Não sabia, mas faz sentido porque a ligação já existe.

 

Tenho ideia que vários partidos socialistas são sempre convidados para ir a um qualquer encontro democrata que há 1 vez por ano. Lembro-me de ouvir um "pessoal e transmissível" ou algo do género na TSF com o Mega Ferreira e ele falou nisso, que tinha até conhecido o Clinton antes de ele ser presidente.

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Isso é de agora?

Lembro-me de andar na escola primária e ver pessoas pelos corredores no hospital onde eu ia.

 

É.

E então? Achas aquilo digno?

 

um problema que vai muito mais além das reformas que o ministério faz. Os hospitais, alguns sendo EPEs e tendo independência para reestruturação de processos de trabalho vigente, são os maiores responsáveis.

O ministério pode ajudar, pode dar diretrizes, mas nisso não é o maior responsável.

Aumentar camas também não vai ajudar, se depois os processos de trabalho são uma m*rda.

 

Se há autonomia de mais na saúde que falem contra isso e apresentem propostas. Eu não votei para administrador de hospitais, se o sistema que há não funciona bem, que se mude...

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Só uma cena. O jornal "i" é o novo Crime ou "o Diabo"?

Nenhum dos dois, é o novo Tal&Qual.

 

E o Diabo ainda existe.

Editado por whatever

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Cavaco Silva diz ter “dúvidas quanto à estabilidade e à durabilidade” sobre um possível Governo PS. O Presidente da República encarregou António Costa de “desenvolver esforços tendo em vista apresentar uma solução governativa estável, duradoura e credível”, mas não indigitou o secretário-geral socialista.

 

Observador

 

O Presidente da República recebeu hoje, em audiência, o Secretário-Geral do Partido Socialista, a quem entregou o seguinte documento contendo questões com vista a uma futura solução governativa:

 

Face à crise política criada pela aprovação parlamentar da moção de rejeição do programa do XX Governo Constitucional que, nos termos do artigo 195 da Constituição da República Portuguesa, determina a sua demissão, o Presidente da República decidiu, após audição dos partidos políticos representados na Assembleia da República, dos parceiros sociais e de outros agentes económicos, encarregar o Secretário-Geral do Partido Socialista de desenvolver esforços tendo em vista apresentar uma solução governativa estável, duradoura e credível.

 

Nesse sentido, o Presidente da República solicitou ao Secretário-Geral do Partido Socialista a clarificação formal de questões que, estando omissas nos documentos, distintos e assimétricos, subscritos entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista “Os Verdes”, suscitam dúvidas quanto à estabilidade e à durabilidade de um governo minoritário do Partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura:

 

a) aprovação de moções de confiança;

b) aprovação dos Orçamentos do Estado, em particular o Orçamento para 2016;

c) cumprimento das regras de disciplina orçamental aplicadas a todos os países da Zona Euro e subscritas pelo Estado Português, nomeadamente as que resultam do Pacto de Estabilidade e Crescimento, do Tratado Orçamental, do Mecanismo Europeu de Estabilidade e da participação de Portugal na União Económica e Monetária e na União Bancária;

d) respeito pelos compromissos internacionais de Portugal no âmbito das organizações de defesa colectiva;

e) papel do Conselho Permanente de Concertação Social, dada a relevância do seu contributo para a coesão social e o desenvolvimento do País;

f) estabilidade do sistema financeiro, dado o seu papel fulcral no financiamento da economia portuguesa.

 

O esclarecimento destas questões é tanto mais decisivo quanto a continuidade de um governo exclusivamente integrado pelo Partido Socialista dependerá do apoio parlamentar das forças partidárias com as quais subscreveu os documentos “Posição Conjunta sobre situação política” e quanto os desafios da sustentabilidade da recuperação económica, da criação de emprego e da garantia de financiamento do Estado e da economia se manterão ao longo de toda a XIII legislatura.

Editado por Sumudica by Night

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Ou seja, "ó António, se tivesses feito um governo central isto não acontecia".

 

Btw, sugiro um jogo de bebida. No próximo discurso do Cavaco, cada vez que ele disser "mercado/s", "estabilidade" e "compromissos", bebes.

Editado por Lip Zola

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Nenhuma das exigências do Cavaco parece para lá do razoável, e havendo acordo, presumir-se-ia que já tivessem sido respeitadas. Não é ter um conjunto de documentos com medidas conjuntas que se faz um governo, a meu ver.

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O Cavaco tem feito muita m*rda, mas desta vez até foi coerente na sua posição. Ele sempre disse que queria uma solução estável. Pede garantias disso. É natural.

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O que continua sem se perceber é porque é que precisa de tanto tempo para fazer o óbvio.

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Nenhuma das exigências do Cavaco parece para lá do razoável, e havendo acordo, presumir-se-ia que já tivessem sido respeitadas. Não é ter um conjunto de documentos com medidas conjuntas que se faz um governo, a meu ver.

 

Com partidos que não têm o apoio da maioiria dos deputados é que não se faz de certeza. Mas isso interessa para alguma coisa?

 

O Cavaco tem feito muita m*rda, mas desta vez até foi coerente na sua posição. Ele sempre disse que queria uma solução estável. Pede garantias disso. É natural.

 

E que garantias de estabilidade tinha ele quando indigitou o PM do governo mais curto de sempre e apelou à dissidência de um grupo parlamentar? :roll:

Editado por Stout

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"Because we don't want to look like a filthy Romanian or something."

 

This is Sweden's new far right, and the country's liberal identity is under attack. As increasing numbers of refugees arrive, anti-immigrant violence is rising. The Sweden Democrats, a radical nationalist group, is now the third largest party in the country. Phoebe Greenwood meets the young Swedes who believe multiculturalism is a threat - and the migrants afraid of what this means for them

 

Vídeo da reportagem:

 

The Guardian

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