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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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ia ser bom para o país o presidente da republica democraticamente eleito morrer em direto na televisão...

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CMTV a fazer um ótimo jornalismo: pergunta às pessoas o que estavam a fazer na altura do desmaio do Cavaco e o que poderia ser a causa.

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CMTV a fazer um ótimo jornalismo: pergunta às pessoas o que estavam a fazer na altura do desmaio do Cavaco e o que poderia ser a causa.

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CMTV a fazer um ótimo jornalismo: pergunta às pessoas o que estavam a fazer na altura do desmaio do Cavaco e o que poderia ser a causa.

 

Com tanta gente alguém deverá ter formação na área médica. :confuso:

 

:mrgreen:

Editado por Lebohang

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Quem são os novos comendadores?

 

OS AMIGOS

António Borges, a título póstumo, ex-conselheiro especial de Passos Coelho, ex-director do FMI e da Goldman-Sachs

Miguel Horta e Costa, vice-presidente Executivo do Espírito Santo Investment Bank

António Horta Osório, presidente do Lloyds Banking Group

Maria João Avillez, jornalista

 

OS ESCRITORES DE ESQUERDA

Mário de Carvalho

Eduardo Lourenço

 

OS MILITARES

Vice-almirante José António de Oliveira Viegas

Tenente-general António José Maia de Mascarenhas

Major-general Sílvio José Pimenta Sampaio

 

OS ARTISTAS

Maria Cristina de Castro, cantora lírica, a título póstumo

Rui Chafes, escultor

Rodrigo Leão, compositor

 

OS CIENTISTAS

Manuel Braga da Cruz, ex-reitor da Univ. Católica

Jorge Araújo, ex-reitor Un. Évora

Rui L. Reis, Un. Minho

Rui M. Costa, Fundação Champalimaud

 

OS EMPRESÁRIOS

António Ressano Garcia Lamas, Brisa

Zeinal Bava, PT

António Afonso Reynaud de Melo Pires, Autoeuropa

Mário Sérgio Alves Nuno, viticultor, Quinta das Bágeiras

Alberto Machado Ferreira, industrial, Intraplas

Isabel Maria Mendes Furtado, COTEC

João Miranda, Frulact

José Eduardo Marques de Amorim, Cerealis

Manuel Barbeiro Costa, Respol

Jorge Nunes, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Costa Azul

 

OS AUTARCAS

Alfredo Henriques, PSD, Santa Maria da Feira

António Jorge Nunes, PSD, Bragança

Sebastião Francisco Seruca Emídio, PSD, Loulé

António Magalhães da Silva, PS, Guimarães

Maria da Luz Rosinha, PS, Vila Franca de Xira

Maria das Dores Meira, CDU, Setúbal

 

OS AGRACIADOS LOCAIS

Álvaro Amaro, presidente da Câmara da Guarda, PSD

Manuel Madeira Grilo, Federação dos Bombeiros do Distrito da Guarda

Escola Regional Outeiro de S. Miguel

 

AS PERSONALIDADES NACIONAIS

António Vitorino, advogado, ex-ministro do PS e ex-comissário europeu

Vítor Manuel da Silva Caldeira, presidente do Tribunal de Contas europeu

Luís de Matos, mágico

 

http://www.publico.pt/portugal/noticia/quem-sao-os-novos-comendadores-1639321

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É isso. Quando o Cavaco morrer o PIB duplica.

Mas o consenso político ia por água abaixo, se não for ele isto é a republica das bananas.

#cavacosiempre

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Guest Dpitz

Não festejaria a morte do Cavaco, nem a do AJJ, por exemplo, porque sei que, logo a seguir, as pessoas elegiam um igual. Ia só ser menos um.

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De muito baixo nível o que se vai dizendo nas redes sociais sobre o desmaio.

Nada que surpreenda.

 

De baixo nível é mandar emigrar os jovens licenciados, baixo nível são os cortes nos salários da função pública, dos pensionistas, baixo nível é a corrupção que assola a classe política portuguesa que a grande massa da nossa população insiste em colocar no poder alternadamente nos últimos 40 anos, baixo nível é rebentar com um dos melhores SNS do Mundo nos últimos anos, baixo nível é taxar ridiculamente as autoestradas (scuts) com portagens absurdas que afastam o interior dos grandes centros, baixo nível é fechar centros de saúde, tribunais, maternidades, escolas, criando só mais desertificação e assimetrias económicas, baixo nível é ter um salário mínimo ridículo ao nível da europa de leste ou até abaixo disso, baixo nível é cortar em serviços e bens essenciais, taxá-los até ao nível do absurdo e desinvestir totalmente na nossa economia, baixo nível é alocar todo o património público em negociatas privadas com o estado a sair sempre lesado em tudo o que é acordo, baixo nível é privatizar, reforçando o ponto anterior, TODOS os sectores do estado, todos os sectores NUCLEARES do estado, deixando-os em mãos de grandes grupos económicos e de capital estrangeiro, quando o estado TEM de ter o controlo destes sectores para estímulos empresariais.

 

Baixo nível é o que os governantes têm tido pelo povo português nos últimos 40 anos. Parafraseando um tipo, justamente, do povo, o que se passou hoje na Guarda relativamente àquela manifestação popular, é pinars, tal como o que se tem passado nas redes sociais ao longo do dia de hoje.

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Se há clichê que se aplica ao Cavaco é que ele desgovernou este país.

 

Persona non grata e exilado num país de 3º mundo era pouco.

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Visitante

Cavaco a deus da sociedade já.

 

Se tivesse morrido para mim era uma surpresa porque não sabia desde 91 que ele ainda estava vivo. O que o Cavaco tem feito é discursado A para ficar bem visto quando sair da PR e feito Z porque não os tem no sitio como nunca teve.

 

Apesar disso, é uma pessoa que decerto tem familia e pronto ele a sair vai para lá outro igual, a PR em Portugal é um prémio carreira, e a carreira de Politico em Portugal é ver quem é mais charlatão. Os portugueses têm de agir de outra forma em relação à politica, mais não seja juntarem-se todos e votarem em branco mas já se sabe que isto é tudo conjunturas impossíveis, é PS e PSD tipo clube da bola.

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Visitante

De baixo nível é mandar emigrar os jovens licenciados

 

Se não se for licenciado já é aceitável a pessoa ter de emigrar? Muito do mal em Portugal é 90% dos licenciados são putos que sabem 0 da vida e andaram a estudar à conta de esquemas deles ou dos pais. Quem quer estudar, não pôde, teve de se fazer à vida e por alguns discursos parece ser aceitável quem não tem canudo ter de se contentar com trabalhos inferiores, e com isto não estou a dizer que foi o que disseste.

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No 5 de Outubro foi a bandeira ao contrário, neste 10 de Junho desmaia. Eu já não sei o que pensar, são sinais a mais... :mrgreen:

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Se não se for licenciado já é aceitável a pessoa ter de emigrar? Muito do mal em Portugal é 90% dos licenciados são putos que sabem 0 da vida e andaram a estudar à conta de esquemas deles ou dos pais. Quem quer estudar, não pôde, teve de se fazer à vida e por alguns discursos parece ser aceitável quem não tem canudo ter de se contentar com trabalhos inferiores, e com isto não estou a dizer que foi o que disseste.

 

Quando escrevi o texto logo no início apareceram-me dois amigos meus, enfermeiros, super competentes que terminaram o curso agora e já estão no UK, daí a frase ser essa. E quem fica por cá fica mal, seja qual for a área, ainda no ano passado uma grande amiga minha acabou um doutoramento em Biologia e está a receber pouco mais do que o salário mínimo, num emprego com habilitações de licenciatura. Eu, se quiser mudar de ares, posso ir ganhar o triplo ou quádruplo lá fora numa boa mal acabe o curso. Os incentivos para que o pessoal por cá fique são zero.

 

Claro que é ridículo que se apele seja a quem for que emigre. Os pais da minha namorada estão emigrados em Paris agora, trabalharam no comércio durante mais de 20 anos, e deixaram a avó a cuidar (e ela a mais de 150km de casa a dar uma ajuda) de dois irmãos menores. É triste que isto aconteça para que consigam dar a mesma educação a todos e para que haja sustentabilidade a médio prazo.

 

Sei que há muita gente estúpida sem o mínimo de noção nas nossas universidades, mas não concordo de todo com essas percentagens nem acho que sejam sequer uma maioria. Aqui convivo muito mais com pessoal do meu curso e se calhar nos últimos 3 anos estou com esse viés à partida, mas nos Açores que era a universidade toda junta e praticamente dava-me com 2 ou 3 pessoas do meu curso, conheci à vontade mais de 50 pessoas inteligentes, mandando um número assim muito por baixo, das mais diversas áreas, com interesse activo em cultura geral e com quem se conseguia ter conversas interessantíssimas sobre praticamente tudo. Já tive por outro lado a experiência de estar com pessoal do ensino superior, amigos de amigos meus, que correspondem ao estereotipo que aí colocaste.

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Quando escrevi o texto logo no início apareceram-me dois amigos meus, enfermeiros, super competentes que terminaram o curso agora e já estão no UK, daí a frase ser essa. E quem fica por cá fica mal, seja qual for a área, ainda no ano passado uma grande amiga minha acabou um doutoramento em Biologia e está a receber pouco mais do que o salário mínimo, num emprego com habilitações de licenciatura. Eu, se quiser mudar de ares, posso ir ganhar o triplo ou quádruplo lá fora numa boa mal acabe o curso. Os incentivos para que o pessoal por cá fique são zero.

 

Claro que é ridículo que se apele seja a quem for que emigre. Os pais da minha namorada estão emigrados em Paris agora, trabalharam no comércio durante mais de 20 anos, e deixaram a avó a cuidar (e ela a mais de 150km de casa a dar uma ajuda) de dois irmãos menores. É triste que isto aconteça para que consigam dar a mesma educação a todos e para que haja sustentabilidade a médio prazo.

 

Sei que há muita gente estúpida sem o mínimo de noção nas nossas universidades, mas não concordo de todo com essas percentagens nem acho que sejam sequer uma maioria. Aqui convivo muito mais com pessoal do meu curso e se calhar nos últimos 3 anos estou com esse viés à partida, mas nos Açores que era a universidade toda junta e praticamente dava-me com 2 ou 3 pessoas do meu curso, conheci à vontade mais de 50 pessoas inteligentes, mandando um número assim muito por baixo, das mais diversas áreas, com interesse activo em cultura geral e com quem se conseguia ter conversas interessantíssimas sobre praticamente tudo. Já tive por outro lado a experiência de estar com pessoal do ensino superior, amigos de amigos meus, que correspondem ao estereotipo que aí colocaste.

 

esta ai o problema, acaba um doutoramento numa área que não tem saída - ou seja fez uma má escolha porque saiba que não ia ter um emprego bem pago, nao percebo porque se queixa...o estado (ou seja todos nós), nao temos de andar a pagar para que quem gosta de biologia tenha um emprego em biologia bem pago no estado

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esta ai o problema, acaba um doutoramento numa área que não tem saída - ou seja fez uma má escolha porque saiba que não ia ter um emprego bem pago, nao percebo porque se queixa...o estado (ou seja todos nós), nao temos de andar a pagar para que quem gosta de biologia tenha um emprego em biologia bem pago no estado

 

Vamos então ser todos médicos, engenheiros e economistas?

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Vamos então ser todos médicos, engenheiros e economistas?

Não, mas também não vamos ter todos emprego.

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Vamos então ser todos médicos, engenheiros e economistas?

Logicamente. Portugal é um país assim, só esses é que têm valor. Mas isto acontece apenas até chegarmos ao ponto de saturação dessas profissões. Nessa altura, os jovens é que pensaram mal se queriam ser médicos, deviam preferir ser designers.

É fácil falar mas a verdade é que todos prefeririam ser gestores a trolhas. E se já muito licenciados foram forçados pelo mercado de trabalho a fazer carreira em algo que não gostam, que será de nós quando a opção lógica a seguir for andar a torrar dinheiro em propinas para um curso com o qual não se identificam.

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As pessoas podem escolher fazer o que lhes apetece, nao podem é queixar-se de nao ter emprego se o curso que eles escolhem nao tem empregabilidade...

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Visitante

O problema é que essa saturação que falas já ai anda faz uns 2 anos, aqueles que são criativos e percebem que são um produto ainda se conseguem vender, os outros ficam em casa, normalmente são aqueles que deixaram de viver a pensar que uma média de 18 lhes garantia emprego.

 

A minha previsão é que quem apostar nos empregos/negócios que prestem serviços mais tradicionais e bem mais humildes vai-se safar melhor em Portugal pois vai obter mais quota de mercado dado que a oferta será menor que a procura.

 

Concordo com o Burkina, cada um escolhe o que quer, depois não se pode andar é a queixar, eu cá não tenho canudo e graças a Deus os tempos em que estive desempregado foi mesmo porque precisei de parar, arranjei sempre trabalho, precários ou não ou até de submundo ninguém me andou a pagar as contas.

Editado por Visitante

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no caso da medicina nunca vai haver saturação por causa da maneira com o as vagas nas universidades são controladas. a classe soube proteger-se (até mais do que era preciso) e com isso conseguem ter bastante poder na negociação salarial.

 

se não tivessem sido abertos porradões de vagas para outros cursos talvez estivessem menos mal. não digo que a solução do problema seja por aí, mas controlar melhor as vagas consoante as necessidades do mercado ajudava a proteger as profissões

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Interessante que culpam as pessoas que escolhem os cursos, mas não culpam a entidade que regula a abertura/encerramento de cursos, que os avalia e que tem o poder de limitar as vagas. Parecendo que não, se essa entidade fizesse, de maneira conveniente, o seu trabalho, possivelmente, não haveria tantos desempregados em certas áreas, nem haveria falta de profissionais noutras.

 

Por outro lado, concordo inteiramente que nem todas as pessoas devem ter canudo, apesar de saber que a pressão parental, dos pares e sociedade, por vezes, leva as pessoas a ingressar no ensino superior. Além disso, quem tutela o ensino profissional deveria apostar mais no mesmo, não fazendo dele, somente, um ensino de recurso. A somar a isto, os próprios pais e sociedade deviam ser melhor elucidados sobre a importância deste tipo de ensino.

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Interessante que culpam as pessoas que escolhem os cursos, mas não culpam a entidade que regula a abertura/encerramento de cursos, que os avalia e que tem o poder de limitar as vagas. Parecendo que não, se essa entidade fizesse, de maneira conveniente, o seu trabalho, possivelmente, não haveria tantos desempregados em certas áreas, nem haveria falta de profissionais noutras.

 

Por outro lado, concordo inteiramente que nem todas as pessoas devem ter canudo, apesar de saber que a pressão parental, dos pares e sociedade, por vezes, leva as pessoas a ingressar no ensino superior. Além disso, quem tutela o ensino profissional deveria apostar mais no mesmo, não fazendo dele, somente, um ensino de recurso. A somar a isto, os próprios pais e sociedade deviam ser melhor elucidados sobre a importância deste tipo de ensino.

 

Sabes bem porque é que isso acontece...

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