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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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As pessoas podem escolher fazer o que lhes apetece, nao podem é queixar-se de nao ter emprego se o curso que eles escolhem nao tem empregabilidade...

 

 

Interessante que culpam as pessoas que escolhem os cursos, mas não culpam a entidade que regula a abertura/encerramento de cursos, que os avalia e que tem o poder de limitar as vagas. Parecendo que não, se essa entidade fizesse, de maneira conveniente, o seu trabalho, possivelmente, não haveria tantos desempregados em certas áreas, nem haveria falta de profissionais noutras.

 

Por outro lado, concordo inteiramente que nem todas as pessoas devem ter canudo, apesar de saber que a pressão parental, dos pares e sociedade, por vezes, leva as pessoas a ingressar no ensino superior. Além disso, quem tutela o ensino profissional deveria apostar mais no mesmo, não fazendo dele, somente, um ensino de recurso. A somar a isto, os próprios pais e sociedade deviam ser melhor elucidados sobre a importância deste tipo de ensino.

 

Se fosse assim iam dizer que o estado nao deixa as pessoas escolher, porque como só sáo necessarios 100 filosofos (só para servir de exemplo e obviamente com um numero ficticio) e existem 3000 pessoas a tentar entrar que a media seria 18 valores.

 

As pessoas teem é que aprender que quando fazem uma escolha tem que viver com essas consequencias, nao é tirarem artes plasticas porque gostam de fazer bonecos de plasticina e quando nao arranjam trabalho, queixar-se que o estado nao emprega ninguem na cultura. Porque quando escolheram tirar isso e muitos também tiram os cursos no privado já a realidade do pais era a mesma...

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no caso da medicina nunca vai haver saturação por causa da maneira com o as vagas nas universidades são controladas. a classe soube proteger-se (até mais do que era preciso) e com isso conseguem ter bastante poder na negociação salarial.

 

se não tivessem sido abertos porradões de vagas para outros cursos talvez estivessem menos mal. não digo que a solução do problema seja por aí, mas controlar melhor as vagas consoante as necessidades do mercado ajudava a proteger as profissões

 

Mentira. Já este ano vai haver gente a terminar o curso sem emprego, mas mais grave que isso é que se faz os 6 anos de curso e não vamos ter vagas para entrar no ano comum, ou seja, o estágio geral que é essencial para terminar o curso (6+1). E também não vai haver vagas para todos na especialidade, como consequência, e sem especilialidade não se pode exercer cá nem na UE porque não há já a figura de médico indiferenciado. Está feio exactamente porque ninguém corta nas entradas...

 

É andar 6 anos a malhar para não seres carne nem peixe, tens um curso que não te permite a entrada no mercado de trabalho porque depois dos 6 anos não o consegues concluir com habilitações que te permitam exercer.

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Interessante que culpam as pessoas que escolhem os cursos, mas não culpam a entidade que regula a abertura/encerramento de cursos, que os avalia e que tem o poder de limitar as vagas. Parecendo que não, se essa entidade fizesse, de maneira conveniente, o seu trabalho, possivelmente, não haveria tantos desempregados em certas áreas, nem haveria falta de profissionais noutras.

Se bem compreendo o racional de aprovação de cursos e respectivo encerramento é com base na procura. Sinceramente parece-me ser o racional correcto. Não faz sentido regular a abertura de vagas/cursos com base na 'empregabilidade'.

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Mentira. Já este ano vai haver gente a terminar o curso sem emprego, mas mais grave que isso é que se faz os 6 anos de curso e não vamos ter vagas para entrar no ano comum, ou seja, o estágio geral que é essencial para terminar o curso (6+1). E também não vai haver vagas para todos na especialidade, como consequência, e sem especilialidade não se pode exercer cá nem na UE porque não há já a figura de médico indiferenciado. Está feio exactamente porque ninguém corta nas entradas...

 

É andar 6 anos a malhar para não seres carne nem peixe, tens um curso que não te permite a entrada no mercado de trabalho porque depois dos 6 anos não o consegues concluir com habilitações que te permitam exercer.

mesmo assim não é nada que se compare à situação de outros cursos (direito, eng. civil, etc), digo eu...

 

então porque é que de vez em quando saem umas notícias a dizer que vamos contratar médicos estrangeiros? não percebo muito do assunto, mas tenho ideia que há cá em portugal muitos médicos venezuelanos, cubanos, etc.

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mesmo assim não é nada que se compare à situação de outros cursos (direito, eng. civil, etc), digo eu...

 

então porque é que de vez em quando saem umas notícias a dizer que vamos contratar médicos estrangeiros? não percebo muito do assunto, mas tenho ideia que há cá em portugal muitos médicos venezuelanos, cubanos, etc.

 

Fica mais barato ao estado, por um lado, (esquecendo os milhões de euros que são gastos na formação de um curso caríssimo de 6 anos com cerca de 1500 colocações anuais) enquanto por outro lado esses são sobretudo clínicos gerais, e por cá durante anos a fio toda a gente queria especialidades hospitalares e não foram abertas vagas consoante as necessidades reais do país. Resultado, agora as vagas hospitalares estão saturadas, vai haver cada vez menos e o pessoal vai todo ser recambiado para Clínica geral que vai ficar com o grosso das vagas. Como a planificação disto tudo para variar foi feita em cima do joelho, quando acabar a formação dos novos clínicos gerais não vai haver trabalho porque os postos estão ocupados com os médicos que andaram a contratar à pressão devido às faltas de clínicos gerais, sobretudo no interior. E muitos colegas meus querem ser médicos, mas não pode ser em qualquer sítio, se for 10km fora de um grande centro já é despristigiante...

 

Aplica-se em escala menor a medicina interna também.

 

A juntar a isto, quem já está na especialidade (estamos a falar de pessoas entre 25 e 30 anos, de um modo geral) e a estabelecer vida numa cidade de acordo com o hospital em que a está a fazer, chega ao final da mesma e os contratos não são renovados, independentemente da sua competência porque os serviços estão saturados. A minha assistente de há 2 anos, daqui de Coimbra e a fazer cá vida com o marido e filhos, teve de mudar de cidade porque o contrato terminou e não foi renovado. Por acaso foi para Leiria, que não é muito longe, mas podia ter caído em qualquer local. E é das pessoas que sabe mais da poda (muito mais do que tipos de 40 e 50 anos, já para não falar dos dinossauros regentes, muitos deles perderam a paixão quer por ensinar quer por tratar há anos) que me deu aulas.

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Se fosse assim iam dizer que o estado nao deixa as pessoas escolher, porque como só sáo necessarios 100 filosofos (só para servir de exemplo e obviamente com um numero ficticio) e existem 3000 pessoas a tentar entrar que a media seria 18 valores. As pessoas teem é que aprender que quando fazem uma escolha tem que viver com essas consequencias, nao é tirarem artes plasticas porque gostam de fazer bonecos de plasticina e quando nao arranjam trabalho, queixar-se que o estado nao emprega ninguem na cultura. Porque quando escolheram tirar isso e muitos também tiram os cursos no privado já a realidade do pais era a mesma...

 

Primeiro que tudo, se as pessoas não sabem escolher, é porque no 10.º ano de escolaridade não são maduras o suficiente para decidir o que querem fazer na vida. Sim, porque é nessa altura que se escolhe o agrupamento onde se quer ingressar e se faz o primeiro afunilamento profissional, ou seja se reduz as possibilidades de escolher determinada profissão. E essa falta de maturidade pode dever-se a vários fatores, mas deixo apenas dois deles: (a) nos anos letivos anteriores os alunos nunca tiveram contacto suficiente com as diferentes áreas profissionais, portanto não sabem o que se faz em cada uma delas; e (b) nunca fizeram um processo de orientação vocacional, culpa das escolas e Ministério, que não disponibilizam psicólogos para a realização deste tipo de avaliação. Até posso mencionar outro fator, a influência parental, muitas vezes os pais condicionam os filhos a escolher determinada área de estudos, porque ela tem maiores índices de empregabilidade.

 

Ou seja, grande parte das pessoas faz uma das escolhas mais importantes da sua vida "às cegas". Aliás, basta ver que há uma percentagem significativa de alunos que muda de agrupamento já com o ano letivo a decorrer. Porém, pouca notoriedade se dá a esse problema, mas na minha opinião parte do cerne da questão encontra-se aqui. Os alunos portugueses, pelo menos uma parte significativa deles, não são maduros o suficiente para fazer uma escolha coerente, relativamente ao seu futuro, na fase em que ela é exigida. Seria necessário, antes do 10.º ano, que se fizesse algum trabalho vocacional e que se permitisse aos alunos explorarem as diferentes realidades profissionais. Contudo, os longos e exigentes programas curriculares impedem que isso aconteça.

 

Por outro lado, no final do 12.º ano, durante a fase de candidaturas, também é normal ver pessoas que não sabem que curso escolher. Então, surgem três fatores que podem condicionar a escolha, os pais (que sugerem este ou aquele curso, porque tem maior empregabilidade), os amigos (que podem influenciar a escolha, justificando que seria bom ficarem todos juntos) e as próprias notas (que condicionam a escolha deste ou daquele curso). Vou aqui relatar um caso que conheço e segui desde o início. O sujeito X, aluno com uma média bastante razoável, superior a 17 valores, escolheu o curso de Enfermagem. Esteve quatro anos a frequentar aquele curso, até que percebeu que aquela não era a sua "praia". A escolha dele foi influenciada pela empregabilidade do curso, na altura era elevada, pela influência dos pais, que defendiam que enfermagem era o mais perto que ele conseguiria estar de medicina, e pelos amigos, que, na maioria, foram para esse curso. Ao fim desses quatro anos, o sujeito X fez, uma vez mais, o exame de Matemática onde tirou 20. Neste momento, já se encontra licenciado em Economia ou Gestão, não me recordo, e já se encontra a trabalhar. Isto é um bom exemplo da imaturidade do estudante português, que não está preparado, nem no 10.º, nem no 12.º ano, para escolher o que quer fazer a sua vida. E como este caso há muitos mais. Outros há, em que os alunos passam anos e anos no mesmo curso sem nunca o terminarem.

 

Além disso, há pessoas que escolhem certos cursos e só vão para lá ocupar espaço, posso dar o exemplo de psicologia. Muitas das pessoas que seguem a minha área vão para lá para exorcizar os seus demónios, não tendo a mínima vocação (ou saúde mental) para estar ali. Como cada caso é um caso, eu defendia, por exemplo, que a entrada neste tipo de curso (e também em enfermagem, medicina, serviço social, etc.) fosse feita mediante provas de seleção e entrevista. Aposto que a taxa de desemprego nessas áreas seria menor e que a reputação dessas profissões seria muito melhor.

 

Quanto ao papel que o Ministério da Educação e Ciência devia ter neste processo ele, para mim, é claro. Uma vez que, o desemprego jovem é um enorme flagelo para a nossa sociedade, o referido ministério poderia ir aumentando/diminuindo as vagas disponíveis em cada curso, de acordo com o nível de emprego/desemprego naquela área. Claro que isso seria controverso, mas estar-se-ia a combater, de certo modo, a problemática em questão.

 

Se bem compreendo o racional de aprovação de cursos e respectivo encerramento é com base na procura. Sinceramente parece-me ser o racional correcto. Não faz sentido regular a abertura de vagas/cursos com base na 'empregabilidade'.

 

O racional de aprovação de cursos não se limita à questão da procura. Mas, podemos começar por aqui. Existem cursos que, pela sua especificidade, têm uma empregabilidade reduzida. Porém, ela existe, mas não existe possibilidade de absorver todos os alunos que saem, anualmente, desses cursos. Nesses cursos, existem dois tipos de pessoas, os que estão lá porque gostam e têm uma determinada vocação ou aqueles que foram para lá, porque não existia mais nenhuma vaga disponível. Sim, isto acontece e é muito mais comum do que se pensa. Quando esta situação ocorre, o mercado fica saturado desses profissionais e não consegue absorver todos eles, o que gera, obviamente, um problema - desemprego jovem. E como é que se pode solucionar esse problema? Eu defendo, na minha opinião, que as vagas deviam ser reguladas consoante critérios de emprego/desemprego. É a única forma que vejo de escoar os profissionais que já existem no mercado e impedir que se criem novos desempregados.

 

Outra questão, é a criação de cursos a "torto e a direito". Às vezes, existem N cursos, com nomes diferentes e que formam profissionais exatamente para a mesma área. Outros há, que são criados, não tendo a mínima preocupação de saber a utilidade da profissão e as condições de empregabilidade no mercado de trabalho. Quem aprova os cursos devia estar mais atento a essa situação. Não basta olhar para o nome das unidades curriculares, das capacidades dos professores, do nome das universidades, etc. É preciso ver onde é onde é que se vão integrar essas pessoas no final dos cursos. Quem está no ministério deveria ter essa responsabilidade pedagógica.

 

Por outro lado, os cursos deviam começar a ser avaliados com maior frequência. Além da competência do corpo docente, em termos profissionais e académicos (investigação), que levou a que muitas licenciaturas, mestrados e doutoramentos tenham sido encerrados desde 2012, o nível de empregabilidade dos cursos devia começar a constar na lista de avaliação por parte das entidades responsáveis. Além disso, a capacidade de captação de recursos externos (financiamentos, oportunidades de estágio) também devia ser levada em linha de conta, dado que estes aspetos podem potenciar a criação de emprego ou a entrada no mercado de trabalho.

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Visitante

Vaart esse apoio vocacional eu tive e a mulher virou-se para mim e disse "os teus testes dão mais ou perto de 90% em tudo, podes ser o que quiseres" e cá estou, cheio de sucesso profissional. Nem sei porque é que os resultados desses testes são dados sob forma de percentagem, a mim só me fez perder tempo, mas também a partir dai e não sei se por consequência disso só fiz más escolhas profissionais.

 

Eu cá acho que devia ser ensino profissional e acabou, eu segui esse caminho a partir do momento que percebi que não ia saber fazer nada aos 20/21 se continuasse no secundário normal -> faculdade. Escolhi a escola mais exigente que consegui encontrar. Segui carreira no que estudei até entender que isso não me fazia feliz. O ensino profissional tem muito mais força lá fora porque cá é como já disseste, as pessoas pensam que é só para fazer vista aquilo, e grande das escolas é, o que não dizem é que o ensino secundário também o é.

Editado por Visitante

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Vaart esse apoio vocacional eu tive e a mulher virou-se para mim e disse "os teus testes dão mais ou perto de 90% em tudo, podes ser o que quiseres" e cá estou, cheio de sucesso profissional. Nem sei porque é que os resultados desses testes são dados sob forma de percentagem, a mim só me fez perder tempo, mas também a partir dai e não sei se por consequência disso só fiz más escolhas profissionais.Eu cá acho que devia ser ensino profissional e acabou, eu segui esse caminho a partir do momento que percebi que não ia saber fazer nada aos 20/21 se continuasse no secundário normal -> faculdade. Escolhi a escola mais exigente que consegui encontrar. Segui carreira no que estudei até entender que isso não me fazia feliz. O ensino profissional tem muito mais força lá fora porque cá é como já disseste, as pessoas pensam que é só para fazer vista aquilo, e grande das escolas é, o que não dizem é que o ensino secundário também o é.

 

Desconheço de que teste falas, aquele com que trabalhei e trabalho é o Modelo RIASEC, algo que na tua altura, por volta de 1997, ainda não teria chegado às escolas. Nem todos os instrumentos são os mais indicados para fazer orientação vocacional, sendo que este procedimento também não se deve limitar à realização de um só teste. Quanto muito, devias ter feito uma bateria de testes e ter sido sujeito a uma entrevista.

 

O ensino profissional tem muita importância, nem todas as pessoas podem ou têm capacidades cognitivas para ir para a universidade. Além disso, neste tipo de ensino existem profissões que fazem muita falta na sociedade atual, por exemplo canalizadores e eletricistas. Estas profissões são de enorme importância e têm vindo a cair no esquecimento, infelizmente. A tutela pouco tem feito pelo ensino profissional, é preciso mais divulgação, maior sensibilização quanto à sua importância, etc. Há muito trabalho a fazer, mas pouca vontade.

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Eu desconfio que o homem está doente e não é de agora. No dia da segunda eleição e já noutras ocasiões, tenho notado que ele treme ligeiramente das mãos.

Editado por Vaart

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Eu desconfio que o homem está doente e não é de agora. No dia da segunda eleição e já noutras ocasiões, tenho notado que ele treme ligeiramente das mãos.

 

Com tanta mentira acumulada obviamente que o corpo começa a ressentir-se.

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Eu defendo, na minha opinião, que as vagas deviam ser reguladas consoante critérios de emprego/desemprego. É a única forma que vejo de escoar os profissionais que já existem no mercado e impedir que se criem novos desempregados.
A questão da empregabilidade não só não explica o sucesso da formação como não me parece uma métrica fundamental na avaliação de um curso superior.

Um indivíduo que se licencie em Psicologia e esteja a trabalhar numa loja e um indivíduo que se licencie em Psicologia e esteja a trabalhar em RH ambos contam como empregados, será que estão ambos na mesma situação tendo em conta o investimento na formação? Da mesma forma que conheço quem se tenha licenciado em Filosofia sem nunca ter tido a ambição de exercer na área, como é que se faz com os cursos que certificam competências 'menos tangíveis'?

 

Eu não vejo a questão do desemprego como uma consequência de escolhas académicas erradas, pelo menos no que à área de formação diz respeito. Um problema muito mais grave será a falta de qualidade de muitos cursos, não me incomoda minimamente que se estejam a formar bons historiadores ou jornalistas de vocação que depois não encontram emprego em Portugal, o que me preocupa é que se forme maus gestores e maus engenheiros numa lógica de fábrica de chouriços.

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A questão da empregabilidade não só não explica o sucesso da formação como não me parece uma métrica fundamental na avaliação de um curso superior.Um indivíduo que se licencie em Psicologia e esteja a trabalhar numa loja e um indivíduo que se licencie em Psicologia e esteja a trabalhar em RH ambos contam como empregados, será que estão ambos na mesma situação tendo em conta o investimento na formação? Da mesma forma que conheço quem se tenha licenciado em Filosofia sem nunca ter tido a ambição de exercer na área, como é que se faz com os cursos que certificam competências 'menos tangíveis'?Eu não vejo a questão do desemprego como uma consequência de escolhas académicas erradas, pelo menos no que à área de formação diz respeito. Um problema muito mais grave será a falta de qualidade de muitos cursos, não me incomoda minimamente que se estejam a formar bons historiadores ou jornalistas de vocação que depois não encontram emprego em Portugal, o que me preocupa é que se forme maus gestores e maus engenheiros numa lógica de fábrica de chouriços.

 

Quanto há qualidade dos cursos, teríamos uma discussão que daria pano para mangas.

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Eu desconfio que o homem está doente e não é de agora. No dia da segunda eleição e já noutras ocasiões, tenho notado que ele treme ligeiramente das mãos.

 

lúpus, provavelmente

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Ouvi falar que se suspeitava de Alzheimer ou Parkinson, não me surpreendia nada.

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Eu desconfio que o homem está doente e não é de agora. No dia da segunda eleição e já noutras ocasiões, tenho notado que ele treme ligeiramente das mãos.

Overdose de filha da putice.

 

Ouvi falar que se suspeitava de Alzheimer ou Parkinson, não me surpreendia nada.

Podia lhe ter dado em nos anos 80, por esta altura nunca tinha havido BPN nem tinhamos dinamitado a industria.

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Parkinson não é o que o irmão dele tem?

Na familia dele, mesmo que de resgisto, a doença é fechar a mão e não abrir, geralmente com dinheiro sujo lá dentro.

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Visitante

Na familia dele, mesmo que de resgisto, a doença é fechar a mão e não abrir, geralmente com dinheiro sujo lá dentro.

 

Exacto é o chamado gamarkinson ou também conhecido como roubarzheimer

 

Acho que o Mário Soares já nasceu com isso, é genético

Editado por Visitante

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Politicamente tenho-lhe muitas críticas a fazer mas é absurdo agora lançarem-lhe acusações quando nada foi provado. A ele e ao Mário Soares.

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Parkinson, Alzheimer, é tudo a mesma coisa. :lol:

 

O homem está é velho. Nunca teve capacidade nem dimensão intelectual e política para ser PR e agora também não tem saúde.

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lúpus, provavelmente

 

Its-not-lupus-Its-never-lupus.jpg

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Politicamente tenho-lhe muitas críticas a fazer mas é absurdo agora lançarem-lhe acusações quando nada foi provado. A ele e ao Mário Soares.

 

Exacto, viva o Pinto da Costa!

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