Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Não retira nada capital político. Olha o Guterres que se licenciou em Engenharia com 19 valores, olha o Marcelo, olha o Cavaco Silva.Agora não é também por as pessoas terem grandes médias na fac e em boas universidades que são mais ou menos inteligentes e muito menos determina quem é ou não bom político e quem gere bem ou não a coisa pública.

 

E que capital político tinha o Guterres mesmo? Foi primeiro-ministro, mas, a partir daí, eclipsou-se da vida política nacional. E o mesmo, por exemplo, para o Marcelo Rebelo de Sousa que foi sempre um líder partidário para "queimar". Aliás, desde que deixou a liderança do PSD, o que é que ele tem feito em termos políticos, além do comentário?

 

E ninguém falou de grandes médias, nem de grandes faculdades e muito menos de inteligência, há um erro de interpretação aí, falou-se de pessoas extremamente competentes julgando-se pelo currículo que possuíam. Que eu saiba, num currículo não consta somente a formação académica de uma pessoa.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Incomodar muita gente leia-se, o Portas e a EDP.

 

Sobretudo, mas não só. Dentro do Governo, a ideia que tenho do que já li, é que o Gaspar também não ia com as ideias dele, sobretudo porque na altura era mais importante cortar a direito, do que ter cuidado com os efeitos que os cortes teriam na economia e na sociedade. Desde logo quando lhe foram pedidas garantias do Estado para o empréstimo de 50M ou lá o que foi, que serviriam de alavancagem para a criação de uma linha de apoio de 1000M para as PME's, que tinham o acesso ao crédito vedado e estavam invariavelmente condenadas à morte.

 

E não concordo que o Marcelo tenha tantas teias espalhadas como o Portas. O Portas é um profissional, que faz o que quer e o que lhe apetece e que consegue mover influências em todo o lado (o que é admirável, porque se formos a ver, o CDS acaba por ser apenas o 4º partido português). O Marcelo tem "bons" amigos, o que é diferente, já que se ele tivesse algum poder de facto, não teria sido queimado enquanto lider do PSD, não andaria tanto afastado do poder recorrendo ao comentário para manter alguma exposição pública nem enfrentaria tanta luta por parte do Passos para a corrida a Belém.

 

E também não concordo que haja um trade-off entre peso político e competência. Uma pessoa pode ser honesta, capaz e estar afiliada a um partido desde as jotas até chegar aos cargos relevantes. Por exemplo, o Carlos Moedas. Mas sei que é dificil, é muito mais confortável acabar um bom curso e ir para o privado ganhar bem do que se expôr ao nojo que é o sistema hoje em dia.

Editado por Visitante

Compartilhar este post


Link para o post

Sobretudo, mas não só. Dentro do Governo, a ideia que tenho do que já li, é que o Gaspar também não ia com as ideias dele, sobretudo porque na altura era mais importante cortar a direito, do que ter cuidado com os efeitos que os cortes teriam na economia e na sociedade. Desde logo quando lhe foram pedidas garantias do Estado para o empréstimo de 50M ou lá o que foi, que serviriam de alavancagem para a criação de uma linha de apoio de 1000M para as PME's, que tinham o acesso ao crédito vedado e estavam invariavelmente condenadas à morte.

 

E não concordo que o Marcelo tenha tantas teias espalhadas como o Portas. O Portas é um profissional, que faz o que quer e o que lhe apetece e que consegue mover influências em todo o lado (o que é admirável, porque se formos a ver, o CDS acaba por ser apenas o 4º partido português). O Marcelo tem "bons" amigos, o que é diferente, já que se ele tivesse algum poder de facto, não teria sido queimado enquanto lider do PSD, não andaria tanto afastado do poder recorrendo ao comentário para manter alguma exposição pública nem enfrentaria tanta luta por parte do Passos para a corrida a Belém.

 

E também não concordo que haja um trade-off entre peso político e competência. Uma pessoa pode ser honesta, capaz e estar afiliada a um partido desde as jotas até chegar aos cargos relevantes. Por exemplo, o Carlos Moedas. Mas sei que é dificil, é muito mais confortável acabar um bom curso e ir para o privado ganhar bem do que se expôr ao nojo que é o sistema hoje em dia.

O Marcelo Rebelo de Sousa é "só" o afilhado do Marcello Caetano. Acho que isso diz tudo. O Marcelo Rebelo de Sousa é um gajo decisivo na política, com influências na elite social, politica e economica de Portugal. Foi um gajo criado e formado para o poder, digamos asim. Para além de ser um individuo inteligentissimo.

 

O Passos só não deixa o Marcelo Rebelo de Sousa ir fácil às presidencias porque é um odio de estimação dele. O Passos Coelho odeia o MRS e o Cavaco Silva. Porque foram dois "tampões" da velha guarda que não quiseram dar oportunidades aos jovens que estavam a vir da JSD, ali da zona de Leiria, Batalha, etc...

 

Quanto ao último parágrafo, porque é que consideras o Carlos Moedas um exemplo de "pessoa (que) pode ser honesta, capaz e estar afiliada a um partido desde as jotas até chegar aos cargos relevantes" ?

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

O Marcelo Rebelo de Sousa é "só" o afilhado do Marcello Caetano. Acho que isso diz tudo. O Marcelo Rebelo de Sousa é um gajo decisivo na política, com influências na elite social, politica e economica de Portugal. Foi um gajo criado e formado para o poder, digamos asim. Para além de ser um individuo inteligentissimo.

 

O Passos só não deixa o Marcelo Rebelo de Sousa ir fácil às presidencias porque é um odio de estimação dele. O Passos Coelho odeia o MRS e o Cavaco Silva. Porque foram dois "tampões" da velha guarda que não quiseram dar oportunidades aos jovens que estavam a vir da JSD, ali da zona de Leiria, Batalha, etc...

 

Quanto ao último parágrafo, porque é que consideras o Carlos Moedas um exemplo de "pessoa (que) pode ser honesta, capaz e estar afiliada a um partido desde as jotas até chegar aos cargos relevantes" ?

 

O Marcelo é afilhado do Caetano por causa do pai, que foi governante do Estado Novo, mas duvido que o Marcelo alguma vez tenha procurado tirar partido da proximidade da sua familia a figuras da ditadura, até porque seria dificil naquela altura pós-revolução. No entanto, admito que possa ter facilitado o seu trajecto político inicialmente. Mas porque é que dizes que ele é decisivo entre as elites? Eu sempre tive a ideia que ele era aquele gajo simpático e inteligente, com amizades nos sitios certos, mas que era praticamente irrelevante politicamente para lá dos seus comentários. E custa-me acreditar que ele seja tão influente assim e tenha saído da liderança do PSD como saiu e tenha desde então andado afastado da política durante tanto tempo, num volta-não volta, e só tenha aparecido agora e só porque há uma possibilidade de o escolherem para candidato para as presidenciais (nem sequer é certo, porque as indicações que vão sendo dadas é que preferem o fantoche do Santana Lopes :lol: )

 

Quanto ao Carlos Moedas, ele só entrou no PSD com o Passos enquanto líder, portanto não está lá desde as jotas, engano meu :mrgreen: Lembro-me que na altura em que ele era secretário de estado e até chegou a ser falado para ministro, cheguei a ler uns artigos sobre ele, e o homem tem o perfil de "político" que me agrada. É sobretudo um técnico, com experiência profissional na área da gestão e da banca, com MBA em Harvard e experiência profissional na Goldman Sachs em Londres (apesar de aqui em Portugal a GS ser encarada de forma algo negativa, sobretudo depois da crise, é apenas e só o topo de uma carreira feita na banca de investimento e ser-se brilhante e ter grande curriculo não é suficiente para se entrar lá, muito menos em Londres) - daí a parte de ser capaz. Fez parte da equipa do Catroga que negociou o memorando com a troika e fê-lo com uma dedicação tal que lhe valeu desde lugar o lugar como secretário de estado adjunto. Sair da GS em Londres para vir para Portugal ser-se secretário de estado é uma opção muito respeitável a meu ver, e indicia algum compromisso com o país. Isso, aliado aos elogios que o ASP faz no seu livro quanto à sua postura e honestidade (no meio de tantas críticas a tantos membros do Governo), acho que é mais ou menos seguro presumir que o homem é honesto (capaz terá de o ser de certeza). Desde então, já foi nomeado para a Comissão Europeia, que considero ser um cargo bastante relevante (ainda para mais sabendo que foram muitos a fazer-se ao tacho), e daí a minha simpatia e convicção de que é possível ser-se político do PSD (poderia ser de qualquer outro partido, do Governo ou não), e ser-se capaz de progredir na carreira apenas com base nas suas capacidades e na qualidade do trabalho que desempenha, sem estar dependente de amizades, favores ou tachos. Só tenho pena que para além do Carlos Moedas, já não me venha rapidamente à cabeça mais ninguém com o mesmo perfil :-|

Compartilhar este post


Link para o post

E que capital político tinha o Guterres mesmo? Foi primeiro-ministro, mas, a partir daí, eclipsou-se da vida política nacional. E o mesmo, por exemplo, para o Marcelo Rebelo de Sousa que foi sempre um líder partidário para "queimar". Aliás, desde que deixou a liderança do PSD, o que é que ele tem feito em termos políticos, além do comentário?

 

E ninguém falou de grandes médias, nem de grandes faculdades e muito menos de inteligência, há um erro de interpretação aí, falou-se de pessoas extremamente competentes julgando-se pelo currículo que possuíam. Que eu saiba, num currículo não consta somente a formação académica de uma pessoa.

 

Quanto a grandes média e isso, eu referi isso porque muita gente fala, mas se não se referem a isso ainda bem.

 

Quanto ao Guterres, eu penso que para se ser PM e líder do PS durante tanto tempo tem de se ter algum capital e importância política :p E ele saiu de cena porque o seu cargo nas nações unidas impede participação política ativa, mas penso que o facto de ele ser o candidato presidencial da esquerda de uma forma indiscutível é relevante relativamente a capital político.

 

Anyway, ainda ninguém abordou a situação da Grécia. E depois das eleições vamos ter muito provavelmente crise política. Vamos ter crise política porque nenhum dos dois blocos, tanto o anti sistema como o do sistema vai ter maioria absoluta.

Compartilhar este post


Link para o post
Anyway, ainda ninguém abordou a situação da Grécia. E depois das eleições vamos ter muito provavelmente crise política. Vamos ter crise política porque nenhum dos dois blocos, tanto o anti sistema como o do sistema vai ter maioria absoluta.

 

Depende. O facto do partido mais votado ter um bonus de 50 deputados colocará o SYRIZA perto dos 151 deputados necessários para ter maioria sozinho, mesmo ficando nos 30/35%.

 

Muito provavelmente SYRIZA+KKE terão maioria juntos. Todas as sondagens feitas no ultimo ano colocam o SYRIZA com pelo menos 140 deputados (a contar já com o tal bonus de 50 deputados por ser o partido mais votado) e o KKE tem um eleitorado muito fiel (como o PCP em Portugal) que lhes dará pelo menos 12/15 deputados. Nas duas ultimas eleições teve 12 deputados e todas as sondagens feitas no ultimo ano dão-lhes pelo menos mais um deputado. O facto do DIMAR (partido de centro-esquerda que saiu do governo há um ano) desaparecer (fica claramente abaixo dos 3% requeridos - logo não elege ninguem) ajuda a esse facto (para alem de claro ajudar o SYRIZA a subir, já que o PASOK ve-se Grego ( :mrgreen: ) para ter 5% que seja).

 

Não sei é se o KKE está virado para ir para o governo com o SYRIZA.

 

A última sondagem feita a 26-28 de Dezembro (depois de se ter percebido que se ia mesmo para eleições - antes da 3ª votação, mas depois de 2 chumbos ao candidato a presidente, estava-se mesmo a ver que ia ser chumbado a 3ª e ultima vez também) dá 144 deputados ao SYRIZA (em 300 lugares) e 13 ao KKE. Muito dificilmente SYRIZA+KKE não terão mais de 150 deputados nas eleições.

 

Agora basta saber se o KKE aceita fazer coligação com o SYRIZA ou não. Há um par de anos atrás a questão colocou-se por alto e a resposta a um possivel acordo foi não. Mas penso que recentemente os dois partidos começaram-se a relacionar melhor (ou pelo menos não de uma forma tão insultuosa como há uns tempos :mrgreen: ). Há muita antipatia pessoal entre os dois partidos, mas não sei até que ponto isso seria impeditivo de ter pelo menos haver um acordo parlamentar para viabilizar um governo do SYRIZA por parte do KKE.

 

Caso o KKE rejeite qualquer acordo, o SYRIZA tem sempre o POTAMI, um partido novo de centro-esquerda (consideram-se centristas, mas no PE estão no grupo dos socialistas) que veio ocupar o espaço do PASOK e do DIMAR. Claro que um governo SYRIZA-KKE seria muito mais anti-Troika do que um potencial governo SYRIZA-POTAMI. As ultimas sondagens dão entre 20 a 25 deputados ao POTAMI, logo SYRIZA-POTAMI teriam maioria juntos quase de certeza.

 

O SYRIZA terá sempre algumas hipoteses de acordo (seja com o KKE ou o POTAMI), mas estando a 5/10 deputados de terem maioria, não excluo a hipotese de eles até conseguirem maioria sozinho. Estas noticias da Troika suspender o programa de ajuda até as eleições só veio enfurecer mais os Gregos. Quanto mais a Troika/EU/Agências de Rating "meterem o bedelho" nas eleições Gregas, mais hipoteses terá o SYRIZA de ter maioria sozinho.

 

EDIT: Outra possibilidade (e visto que o programa do próximo governo passará muito pelas questões da EU/Troika) seria uma coligação contra-natura SYRIZA-ANEL. O ANEL é um partido de direita, formado por dissidentes da Nova Democracia. Embora o SYRIZA e o ANEL sejam muito diferentes ideologicamente, são os dois contra a austeridade e até têm ideias semelhantes em relação ao que fazer com a divida, a austeridade, o Euro e a relação com a UE. Há um pequeno partido de esquerda/anti-austeridade que fez uma coligação eleitoral com o ANEL nas últimas eleições, logo uma potencial coligação SYRIZA-ANEL é possivel tambem.

Editado por Sylvester

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Anyway, ainda ninguém abordou a situação da Grécia. E depois das eleições vamos ter muito provavelmente crise política. Vamos ter crise política porque nenhum dos dois blocos, tanto o anti sistema como o do sistema vai ter maioria absoluta.

 

"Felizmente" para nós, já nos conseguimos descolar da Grécia e uma crise política lá apenas nos afetará da mesma forma que afetará os restantes países da UE. Este felizmente claro que não é felizmente dado que o povo grego está a sofrer, mas numa perspectiva puramente egoísta, a verdade é que se esta situação se tivesse verificado há apenas um ano, estávamos bem f*didos no que toca à retoma do financiamento a baixo custo e à retoma económica. Como a questão já não se põe, ou se põe em menor grau, os media portugueses já não dão tanto ênfase no que lá se passa.

 

 

 

Boa análise. Alguém andou a tirar umas horas valentes do seu tempo para estudar política grega :biggrin:

Compartilhar este post


Link para o post

Depende. O facto do partido mais votado ter um bonus de 50 deputados colocará o SYRIZA perto dos 151 deputados necessários para ter maioria sozinho, mesmo ficando nos 30/35%.

 

Muito provavelmente SYRIZA+KKE terão maioria juntos. Todas as sondagens feitas no ultimo ano colocam o SYRIZA com pelo menos 140 deputados (a contar já com o tal bonus de 50 deputados por ser o partido mais votado) e o KKE tem um eleitorado muito fiel (como o PCP em Portugal) que lhes dará pelo menos 12/15 deputados. Nas duas ultimas eleições teve 12 deputados e todas as sondagens feitas no ultimo ano dão-lhes pelo menos mais um deputado. O facto do DIMAR (partido de centro-esquerda que saiu do governo há um ano) desaparecer (fica claramente abaixo dos 3% requeridos - logo não elege ninguem) ajuda a esse facto (para alem de claro ajudar o SYRIZA a subir, já que o PASOK ve-se Grego ( :mrgreen: ) para ter 5% que seja).

 

Não sei é se o KKE está virado para ir para o governo com o SYRIZA.

 

A última sondagem feita a 26-28 de Dezembro (depois de se ter percebido que se ia mesmo para eleições - antes da 3ª votação, mas depois de 2 chumbos ao candidato a presidente, estava-se mesmo a ver que ia ser chumbado a 3ª e ultima vez também) dá 144 deputados ao SYRIZA (em 300 lugares) e 13 ao KKE. Muito dificilmente SYRIZA+KKE não terão mais de 150 deputados nas eleições.

 

Agora basta saber se o KKE aceita fazer coligação com o SYRIZA ou não. Há um par de anos atrás a questão colocou-se por alto e a resposta a um possivel acordo foi não. Mas penso que recentemente os dois partidos começaram-se a relacionar melhor (ou pelo menos não de uma forma tão insultuosa como há uns tempos :mrgreen: ). Há muita antipatia pessoal entre os dois partidos, mas não sei até que ponto isso seria impeditivo de ter pelo menos haver um acordo parlamentar para viabilizar um governo do SYRIZA por parte do KKE.

 

Caso o KKE rejeite qualquer acordo, o SYRIZA tem sempre o POTAMI, um partido novo de centro-esquerda (consideram-se centristas, mas no PE estão no grupo dos socialistas) que veio ocupar o espaço do PASOK e do DIMAR. Claro que um governo SYRIZA-KKE seria muito mais anti-Troika do que um potencial governo SYRIZA-POTAMI. As ultimas sondagens dão entre 20 a 25 deputados ao POTAMI, logo SYRIZA-POTAMI teriam maioria juntos quase de certeza.

 

O SYRIZA terá sempre algumas hipoteses de acordo (seja com o KKE ou o POTAMI), mas estando a 5/10 deputados de terem maioria, não excluo a hipotese de eles até conseguirem maioria sozinho. Estas noticias da Troika suspender o programa de ajuda até as eleições só veio enfurecer mais os Gregos. Quanto mais a Troika/EU/Agências de Rating "meterem o bedelho" nas eleições Gregas, mais hipoteses terá o SYRIZA de ter maioria sozinho.

 

EDIT: Outra possibilidade (e visto que o programa do próximo governo passará muito pelas questões da EU/Troika) seria uma coligação contra-natura SYRIZA-ANEL. O ANEL é um partido de direita, formado por dissidentes da Nova Democracia. Embora o SYRIZA e o ANEL sejam muito diferentes ideologicamente, são os dois contra a austeridade e até têm ideias semelhantes em relação ao que fazer com a divida, a austeridade, o Euro e a relação com a UE. Há um pequeno partido de esquerda/anti-austeridade que fez uma coligação eleitoral com o ANEL nas últimas eleições, logo uma potencial coligação SYRIZA-ANEL é possivel tambem.

 

Para já a hipótese mais forte é a de um entendimento entre o SYRIZA e o DIMAR.

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Dpitz

Sondagem de um canal de TV russo:

56084_600.jpg

 

O que desejam para 2015?

- o Fim das Sanções (5,9%);

- Estabilidade do Rublo (7,6%);

- Fim do conflito ucraniano (26,1%);

- O regresso da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (60,5%).

 

É uma sondagem, e devem ter tanto valor lá como as que têm cá, mas os resultados das duas últimas respostas são interessantes.

Compartilhar este post


Link para o post

É mesmo por isso. Cortes na despesa, essencialmente, o congelamento de obras públicas e retenção de pagamentos a fornecedores.

Compartilhar este post


Link para o post

Onde viste? Tenho curiosidade de ver que obras públicas estão em causa, assim como que planos estratégicos.

Compartilhar este post


Link para o post

Medidas de austeridade em Angola.

 

Não encontrei nada na net... Onde viste?

Compartilhar este post


Link para o post

"Que espera o presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, para, em nome dos portugueses, intervir quando dentro de poucos meses o poderão julgar a ele quando terminar o seu mandato presidencial?"

 

Que p*ta de boca para o barulho do Soares :lol:

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Dpitz

Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, também com etsperas de 24h nas urgências neste momento

 

btw, a quem interessar:

debate_09jan15.jpg

Compartilhar este post


Link para o post

Para já a hipótese mais forte é a de um entendimento entre o SYRIZA e o DIMAR.

 

O DIMAR não chega aos 3% necessários para poder eleger deputados. Nenhuma sondagem nos últimos 3/4 meses lhes dá 1.5%, quanto mais 3%, logo não contam para o campeonato.

 

EDIT: O SYRIZA vai em crescendo pelos vistos. Na última sondagem da Palmos (31 Dec - 03 Jan), já estão com 35.5%, o que corresponderia a 149 deputados, logo ficariam a 2 lugares da maioria absoluta. Na antepenúltima sondagem da Palmos estavam com 141 deputados e na penúltima com 144 deputados.

Editado por Sylvester

Compartilhar este post


Link para o post

É incrível a desinformação que existe nos Media Portugueses. Todos os comnetadore desde o Marcelo ao Santana Lope e todos os jornais afirmam que a vantagem entre syriza e Nova Democracia está a diminuir quando as duas última sondagens dão uma vantagem de 7,5% e 10%.....

Editado por ascom

Compartilhar este post


Link para o post

É incrível a desinformação que existe nos Media Portugueses. Todos os comnetadore desde o Marcelo ao Santana Lope e todos os jornais afirmam que a vantagem entre syriza e Nova Democracia está a diminuir quando as duas última sondagens dão uma vantagem de 7,5% e 10%.....

 

errado...a ultima sondagem saida hoje dá "apenas uma vantagem de 4,2%" e segundo alguns canais gregos, o novo partido formado pelo ex secretario geral do PASOK, parece estar a subir e nas proximas semanas ganhar eleitorado na esquerda.

 

fonte: http://dexiextrem.blogspot.com.es/2015/01/e-voice-32.html (saiu hoje)

 

ainda por cima hoje com a Merkel a dizer que se a grecia quiser sair do euro que saia e com 74% dos gregos a querem manter-se no Euro, penso que dificilmente no final das contas a ND nao ganhe isto outra vez...

Editado por Burkina2008

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

×
×
  • Criar Novo...