Peplin Publicado 21 Janeiro 2015 (editado) Faz-me lembrar o sketch do Gato Fedorento com a Manuela Ferreira Leite e os pudins. :lol: Editado 21 Janeiro 2015 por Peplin Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 21 Janeiro 2015 (editado) Estive a ler um pouco mais a fundo a situação na Península Arábica (Iémen, Síria, Iraque) e deixo-vos aqui alguns artigos sobre a situação política, económica e militar na Península Arábica que considero interessantes: - Situação no Iémen - Relatório da Chatham House sobre a economia do Iémen (Outubro de 2011) - Relatório da Bertelsmann Stiftung’s Transformation Index (BTI) sobre a transformação política e económica no Iémen (2014) - Entrevista a Charles Lister, associado ao think thank americano Brookings Institution, sobre o EI - Perguntas e Respostas sobre o Estado Islâmico - Vídeos de militantes da Al-Nusra (braço sírio da Al-Qaeda) a executarem mulheres por adultério (potencialmente chocante) - Documentário da VICE sobre o Estado Islâmico Sobre o Estado Islâmico: "O grupo também não tem qualquer problema em fornecer energia às forças que combate e que apelida muitas vezes de infiéis, abastecendo por exemplo, o exército sírio." "O “Business Insider” dá conta que o próprio EI já estará a fazer a sua própria farinha depois de se ter apoderado de terras nas cinco principais províncias produtoras de cereais no Iraque. Estas terras são responsáveis por 40% da produção de cereais e pelo caminho, o EI saqueou silos do governo que continham entre 40 mil a 50 mil toneladas de cereais. A farinha produzida pelo Estado Islâmico estará mesmo a ser vendida às autoridades iraquianas para arrecadar mais fundos." Isto é mesmo assim? É que é de um controlo assustador sobre as coisas. PS: Sei que deixei alguns artigos que podem já estar descatualizados face à informação actual, mas acho que podem ajudar a perceber o contexto e evolução da situação. Editado 21 Janeiro 2015 por Peplin Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 21 Janeiro 2015 O PCP vai votar favoravelmente ao projeto de adoção plena. Será que é desta que o assunto fica resolvido? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2015 Hoje pode-se decidir o futuro da PT na Assembleia Geral, porém correm rumores que a Comissão de Trabalhadores poderá fazer um pedido de adiamento e que o presidente da mesa da AG poderá nem aparecer. Noutra linha, hoje, pelas 16 horas, continuam as audições relativas à Comissão Parlamentar referente ao caso BES/GES. Que país era a Grécia antes da crise? Cabeleireiras e massagistas eram profissões "árduas e insalubres" e davam direito a reforma aos 53 anos. Governos sucessivos eram incapazes de mudar um país que, ainda assim, merecia elogios do FMI. O Conselho Europeu decidiu em junho de 2000 que a Grécia já cumpria os critérios económicos e orçamentais para se juntar à união monetária. Uma decisão errada, na opinião da atual chanceler alemã Angela Merkel, que culpa o seu antecessor, Gerhard Schroeder. Era – todos concordarão – uma economia pejada de vícios, sem competitividade no mercado internacional e muita, muita economia paralela. Um país onde uma cabeleireira, uma massagista ou até um trombonista podiam reformar-se aos 53 anos, por terem uma profissão considerada de desgaste rápido. No tempo do crédito barato, os desequilíbrios foram-se acumulando e a dívida também, mais até do que se admitia. Até 2009. Foi aí que os problemas rebentaram na cara de uma Europa que, até então, pouco tinha feito – pelo menos, que se saiba – para contrariar o rumo da Grécia, onde qualquer tentativa de reforma estrutural esbarrava nos interesses instalados. O que não impedia, contudo, que o FMI, em 2008, apontasse a Grécia como o único país do Sul da Europa que estava a aproveitar a globalização da economia para crescer e ganhar produtividade. A Grécia tinha-se tornado membro da Comunidade Económica Europeia (CEE) em 1981, numa altura em que o país vivia uma época dourada a recuperar da ditadura militar que governou o país entre 1967 e que caiu no mesmo ano em que, em Portugal, caiu o Estado Novo, em 1974. O Partido Nova Democracia, hoje liderado por Antonis Samaras, venceu as primeiras eleições democráticas após o regime ditatorial, em 1974, e voltaria a ter maioria nas eleições antecipadas de 1977. O primeiro-ministro era Konstantinos Karamanlis. Só em 1981 os socialistas do PASOK, principais opositores à junta de coronéis que governou até 1974, chegaram ao poder. Foi pela mão de Andreas Papandreou, filho de George Papandreou – que fora chefe de Estado no início da década de 60 – e pai do outro George Papandreou, que era primeiro-ministro em 2010, quando a Grécia pediu assistência internacional, e que liderou os destinos do país até novembro de 2011. Entre 1981 e até 1993, o país viveu uma era de paz social nutrida pelo modelo de Estado Social implantado pelos socialistas do PASOK que, nesta altura, gozavam de elevada popularidade entre os eleitores. Ao mesmo tempo, contudo, a desvalorização do dracma era um expediente a que as autoridades gregas recorriam frequentemente, até ao momento em que, em 1992, a Grécia se juntou ao Sistema Monetário Europeu (SME), que tinha sido fundado em 1979 para estabilizar o valor das moedas entre alguns países europeus e que foi um precursor do euro. Entre 1979 e até esse momento, a divisa grega foi depreciada em cerca de 85%, segundo algumas estimativas, o que reduzia a dívida e ajudava a disfarçar os desequilíbrios do modelo económico grego que se acumularam nesses anos. A partir desse ano, 1992, tudo mudou. O governo grego, que em 1993 voltou a ser liderado pelos socialistas do PASOK, começou a sentir grandes dificuldades em adaptar as receitas e despesas do Estado para cumprir as metas estabelecidas pelo Tratado de Maastricht, assinado em 1992. E começou a aumentar a pressão externa para que o país avançasse com mais privatizações. A economia não estava, simplesmente, a produzir o suficiente para financiar as despesas do Estado. Em parte porque na Grécia, o país europeu com maior peso relativo de trabalhadores independentes, dois terços dos trabalhadores declararam menos rendimento do que auferiram na realidade ou nem sequer apresentaram declaração de rendimentos. Ou seja, dois em cada três trabalhadores não pagavam os impostos devidos. Esta foi uma estimativa de Stephen Hall, um economista conselheiro do Banco da Grécia. Em 2010, precisamente na altura do resgate internacional em que participou o Fundo Monetário Internacional (FMI), o organismo com sede em Washington escrevia que “a Grécia entrou na recessão com vulnerabilidades profundas“, com “crescimento em queda e uma dependência pesada do crédito externo”. “A dívida pública aumentou comensuravelmente de menos de 100% para 115% do produto interno bruto (PIB) no final de 2009″, notava esse mesmo relatório. Contudo, dois anos antes, o mesmo FMI tecia grandes elogios à Grécia, num outro relatório em comparava a competitividade das economias de França, Grécia, Itália, Portugal e Espanha. “Tem sido fraco o sucesso da maioria destes países no aproveitamento do aumento dos fluxos económicos internacionais para obter um crescimento económicos maior. Só a Grécia demonstrou um crescimento per capita robusto, suportado por ganhos de produtividade comensuráveis“, escrevia o FMI, notando que entre 1996 e 2006 o PIB real per capita cresceu 3,6%, contra os 1,4% de Portugal e os 1,1% de Itália. O FMI viria, em 2013, a fazer um mea culpa quando admitiu que subestimou o impacto que teriam para a economia grega as medidas de austeridade que foram impostas ao abrigo do resgate iniciado em 2010. E que o organismo se desviou dos seus próprios padrões quando aceitou intervir no país sem que tivesse sido feita, logo à partida, uma pesada reestruturação da dívida grega. Dívida que, afinal, não era sustentável. Este crescimento de 3,6% não fora, todavia, um crescimento obtido “à base de um modelo que assegurasse um crescimento sustentável”, como viria a reconhecer o Banco da Grécia, na sua “Crónica da Grande Crise“, publicada em 2014. “A sociedade grega mostrou uma clara preferência pelo consumo, em detrimento da poupança e do investimento, ao mesmo tempo que reagia fortemente contra quaisquer tentativas de mudar estruturas estabelecidas”, escreveu George Provopoulos, que foi governador do banco central grego entre 2008 e 2014. Além disso, “o sistema político atribuiu uma grande importância aos custos políticos e, assim, hesitou na altura de tomar medidas de reforma decisivas”. Em suma, o governador reconhece que “o país desfrutou das vantagens da moeda única, mas não tentou corresponder às obrigações associadas“. A legislação laboral e o sistema de segurança social eram parte do problema. Era possível a alguém que tivesse começado a trabalhar aos 16 anos e que acumulasse 37 anos de contribuições sociais reformar-se, com pensão total, aos 53 anos. Além disso, antes da crise, profissões como os padeiros, os massagistas e as cabeleireiras eram consideradas profissões “árduas e insalubres”. Em 2008, um relatório do observatório EurWORK (European Observatory of Working Life) já recomendava ao governo grego uma revisão da lista de profissões que davam direito a uma reforma antecipada. Esta lista tinha sido vertida em lei em 1951 para proteger os trabalhadores cuja laboração em condições “árduas e insalubres” tornava mais provável que estes trabalhadores sofressem problemas de saúde crónicos ou morte prematura. As regras ditavam que quem se dedicasse a estas profissões tinha direito a uma reforma antecipada (com valor total) aos 60 anos para os homens e 55 para as mulheres e, além disso, uma reforma antecipada (com pensão reduzida) aos 53 anos, tanto para homens como mulheres. O relatório da EurWORK recomendava que algumas profissões deveriam sair dessa lista, que incluía trabalhadores na produção farmacêutica, empregados de mesa, operadores de loja em grandes superfícies e cabeleireiras, estas últimas que pela exposição regular a químicos de coloração de cabelo são mais propensas a problemas respiratórios. Como contou, em 2010, um correspondente grego para o britânico The Independent, que falou do caso dos trombonistas, os músicos também tinham uma destas profissões “árduas e insalubres”. A organização defendia, além da retirada de algumas profissões desta lista, a criação de um sistema faseado, com quatro tipos de profissões organizadas conforme os perigos associados. Nesse ano de 2008, o governo liderado – ainda – pelos conservadores do Nova Democracia, liderados por Costas Karamanlis, tentou fazer uma reforma ampla do sistema de segurança social. Enfrentou grande oposição por parte dos parceiros sociais e dos partidos da oposição, como notou, na altura, o próprio observatório EurWORK. O governo sublinhou que as alterações eram necessárias para assegurar a sustentabilidade da segurança social, mas todos os partidos da oposição rejeitaram o plano e, em conjunto com os sindicatos, começaram a recolher assinaturas para lançar um referendo. Em 2009, o governo recém-eleito de George Papandreou, pelo PASOK, decidiu enfrentar o verdadeiro défice das contas públicas gregas. O défice de 2009, ano de eleições, não tinha, afinal, sido de 3,7% mas sim de quase 14%. Daí vieram os sucessivos cortes de rating e a perda do acesso aos mercados de capitais quando se verificou que, da Alemanha, mais do que manifestações de apoio o que mais se ouvia eram sugestões de que o país deveria vender ilhas (um processo que viria a avançar) e algumas ruínas com valor arqueológico para tapar a cratera financeira que se acabara de ser revelada. Uma cratera formada ao longo de vários anos de desorçamentação e desperdício nos serviços do Estado, corrupção, fuga generalizada aos impostos e uma economia com um grau de dependência do exterior que se assemelhava aos países emergentes mais desequilibrados. Todas as mudanças que foram, entretanto, feitas na sociedade e na economia foram combatidas com a forte contestação que é conhecida, pelas imagens que correram mundo nos últimos cinco anos. Quanto aos méritos dessas medidas, isto é, se o país beneficiou das mudanças impostas pelos programas da troika ou se a Grécia caiu num buraco ainda mais profundo, os eleitores gregos irão pronunciar-se nas eleições do próximo domingo, dia 25 de janeiro. @Observador.pt Compartilhar este post Link para o post
Cra Publicado 22 Janeiro 2015 Quinze mortos depois de mais um bombardeamento em Donetsk . Desta vez foi um autocarro. No total, nos últimos 5 dias, morreram mais de 100 civis. Alguns videos de hoje: +18 Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 22 Janeiro 2015 Não foi falado aqui, mas o Estado vai pagar a troika antecipadamente. Portugal conseguiu financiar-se a menor custo nos mercados e vai "trocar" dívida. Excelentes notícias. Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 22 Janeiro 2015 BCE anuncia compras de 60 mil milhões por mês. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2015 A que horas é a votação por causa da adopção plena por casais homossexuais? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2015 Cavaco convoca Conselho de Estado para debater as eleições na Madeira O Presidente da República convocou esta quinta-feira o Conselho de Estado para dia 26 de janeiro, às 17 horas, para discutir a situação política na Madeira. O anúncio foi hoje divulgado na página oficial da Presidência da República. Na nota publicada na página oficial da Presidência da República, Cavaco Silva lembra já ter recebido, em audiência, os partidos políticos com representação na Assembleia Legislativa na Região Autónoma, tendo auscultado a sua posição sobre a situação gerada pela demissão do governo regional da Madeira, liderado por Alberto João Jardim. O novo líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, já tinha confirmado a sua indisponibilidade para chefiar o governo até final da legislatura e defendido a realização de eleições legislativas regionais. Opinião que foi partilhada pelas restantes forças políticas na Madeira. Ao reunir o Conselho de Estado, o Presidente da República dá os passos necessários para a dissolução da Assembleia Legislativa da Madeira e convocação das eleições legislativas regionais. @DN.pt Presidente da República convocou Conselho de Estado para 26 de janeiro O Presidente da República recebeu, em audiência, delegações dos partidos políticos com representação na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, tendo auscultado a sua opinião sobre a situação política criada pela demissão do Governo Regional da Madeira. Tendo concluído este processo de consultas aos partidos políticos, nos termos constitucionais e legais, decidiu o Presidente da República convocar o Conselho de Estado para o próximo dia 26 de janeiro, às 17:00 horas. @Presidencia.pt Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 22 Janeiro 2015 Adopção plena por homossexuais chumbada. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 22 Janeiro 2015 Esse tipo de propostas só vão ser aprovadas quando a direita estiver em minoria. Compartilhar este post Link para o post
Mr. Bacano Publicado 22 Janeiro 2015 40% do Parlamento a favor da adoção por casais homossexuais Mas não foi suficiente. Adoção de crianças por casais do mesmo sexo foi votada pela quarta vez em quatro anos e voltou a esbarrar na maioria. 7 deputados do PSD votaram a favor, 3 socialistas contra. Foram chumbados esta quinta-feira os três projetos de lei – do PS, BE e Verdes – sobre a adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Mesmo com liberdade de voto, só sete deputados do PSD votaram a favor. Do CDS, nenhum se levantou na hora do “sim”. Mas a margem foi ténue. Apenas 28 votos separaram o “sim” e o “não”: 91 deputados votaram a favor do projeto de lei socialista, enquanto 119 votaram contra, o que faz com que 40% do Parlamento se tenha mostrado hoje a favor da alteração legislativa. A abstenção também teve um número redondo: dez deputados preferiram não se pronunciar nem a favor nem contra a possibilidade de casais homossexuais adotarem crianças. Em cima da mesa estavam três diplomas sobre o mesmo tema (do PS, BE e PEV), pelo que as votações foram semelhantes. O chumbo foi claro para os três, mas foi, no entanto, o projeto de lei socialista que, mesmo assim, viu mais cabeças levantarem-se pelo ‘sim’, com um total de 91 votos a favor e dez abstenções (o do Bloco teve 89 votos favoráveis e 12 abstenções). As bancadas do PCP, Bloco de Esquerda e Verdes mantiveram-se firmes nas três votações, votando sempre a favor. O mesmo aconteceu na bancada do CDS, mas em sentido inverso, com os 24 deputados a votarem sempre contra. Os centristas não tinham disciplina de voto mas tinham aquilo que se chama de orientação política ou indicação da bancada para votar. Ainda assim, dois deputados, Teresa Caeiro e João Rebelo, deram indicação à Presidente da Assembleia de que apresentariam uma declaração de voto para justificar o sentido da sua votação. Foi, por isso, nas duas bancadas ao centro (PS e PSD), onde houve maiores oscilações. O projeto socialista tinha pela primeira vez tinha o apoio da direção da bancada mas viu três deputados posicionarem-se contra: António Cardoso, António Braga e João Portugal; assim como quatro socialistas a absterem-se da votação. Foi o caso de Renato Sampaio, Miguel Laranjeiro, José Junqueiro e Isabel Oneto. Os mesmos tinham tido votação semelhante aquando da discussão do projeto de lei sobre a coadoção por casais do mesmo sexo, votada, e chumbada, em março. Mas era na bancada do PSD, que tinha liberdade de voto, que a esquerda depositava esperanças para que mais cabeças se levantassem na altura do ‘sim’. Durante a discussão dos diplomas no Parlamento, na quarta-feira, a deputada bloquista Cecília Honório tinha mesmo apelado à consciência de cada um, já que um voto a mais e um voto a menos fazia a diferença. E foram precisamente 28 votos que impediram a aprovação da alteração legislativa. Só sete deputados do PSD votaram a favor do projeto socialista: a vice-presidente do partido Teresa Leal Coelho, o líder da JSD Simão Cristóvão, assim como Sérgio Azevedo, Francisca Almeida, Gabriel Goucha, Cristóvão Norte e Joana Barata Lopes. A estes juntaram-se seis abstenções na bancada social-democrata: João Prata, Ângela Guerra, Odete Silva, Paula Cardoso, Pedro Saraiva, Vasco Cunha e Maria José Castelo Branco. É assim a quarta vez na legislatura que o tema é chumbado pelo Parlamento. Em falta estiveram dez deputados, dois do Bloco de Esquerda por motivos de saúde e viagem, três do PSD e cinco do PS. observador.pt Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 23 Janeiro 2015 (editado) Citação do jornal "Sol" online Vítor Bento tomou posse como conselheiro de EstadoVítor Bento tomou hoje posse como conselheiro de Estado, regressando ao órgão político de consulta do Presidente da República, que tinha abandonado em Julho para ir para a administração do BESTambém Alfredo Bruto da Costa deveria ter tomado posse como conselheiro de Estado, mas essa cerimónia ficou adiada porque o antigo ministro e professor universitário está doente.Bruto da Costa irá substituir o antigo secretário-geral do PS António José Seguro, que renunciou ao lugar depois de abandonar a liderança socialista.Os outros conselheiros designados pela Assembleia da República são Francisco Pinto Balsemão, Luís Marques Mendes, Manuel Alegre e Luís Filipe Menezes.Esta tarde, à saída do Palácio de Belém, Vítor Bento escusou-se a prestar declarações à comunicação social.O antigo presidente do Novo Banco tinha renunciado ao lugar no Conselho de Estado a 14 de Julho, quando foi escolhido para liderar o BES.Vítor Bento é membro do Conselho de Estado, o órgão político de consulta do Presidente da República desde Julho de 2009, altura em que o chefe de Estado o nomeou conselheiro de Estado para ocupar o lugar deixado vago após a renúncia de Dias Loureiro.Posteriormente, em Março de 2011, Vítor Bento, então presidente do Conselho de Administração da SIBS, foi novamente indicado pelo chefe de Estado como membro do Conselho de Estado.Além de Vítor Bento, neste segundo mandato em Belém, o Presidente da República designou como conselheiros de Estado João Lobo Antunes, Marcelo Rebelo de Sousa, Leonor Beleza e Bagão Félix.O Conselho de Estado é composto por cinco cidadãos designados pelo Presidente da República e cinco cidadãos eleitos pela Assembleia da República e pelos titulares dos cargos de presidente da Assembleia da República, primeiro-ministro, presidente do Tribunal Constitucional, Provedor de Justiça, presidentes dos governos regionais e antigos presidentes da República. Editado 23 Janeiro 2015 por Vaart Compartilhar este post Link para o post
Roma Publicado 24 Janeiro 2015 Não sabia onde perguntar, por isso aqui vai. Qual o documento que posso consultar onde refere que a UE reconhece as regiões autónomas (não só as portuguesas ;) ). Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 24 Janeiro 2015 Comunicado do KKE (Grécia): Eleições parlamentares de 25/JaneiroApelo ao voto no KKE É necessário que haja um forte KKE no dia seguinte às eleições! Uma forte oposição, aliança e luta do povo pelo derrube do sistema! Trabalhadores, empregados, trabalhadores por conta própria, desempregados, camponeses, pensionistas, jovens e mulheres das famílias populares, Apelamos a que apoiem e reforcem decisivamente o KKE nas eleições parlamentares. Devem pensar no facto de que, no dia seguinte às eleições, seja quem for que esteja no governo, com a UE e os "memorandos permanentes" vão ainda continuar as velhas e novas medidas exigidas pelo capital a fim de torná-lo mais competitivo no mercado capitalista global, eles continuará aqui e a sangrar o povo. As leis antipopulares, na sua totalidade, continuarão em vigor. Leis que foram votadas por todos os governos e que eles não vão abolir. A insuportável dívida continuará, o que é reconhecido pela coligação NDPASOK, pelo SYRIZA e pelos outros partidos que apoiam a UE. Eles apelam ao povo para pagar essa dívida. Mas não foi o povo que a criou e por isso não deve nada. As contradições e disputas dentro da Eurozona continuarão. Os conflitos situam-se na gestão dos défices e das dívidas que são gerados pelos capitalistas e são reembolsados com o objetivo de aumentar os lucros capitalistas, o poder do mais forte, sempre à custa dos interesses do povo. Acima de tudo, o capital, os monopólios, tanto nacionais como estrangeiros, vão continuar. São eles que detêm as chaves da economia, o poder real e vão exigir ainda mais privilégios em qualquer fase de recuperação, sempre à custa do povo. Eles vão exigir uma força de trabalho ainda mais barata e mais subjugada para continuarem os investimentos. O desemprego continuará, mesmo que haja alguns investimentos. O poder do capital continuará, bem como o Estado que serve sempre os interesses dos monopólios à custa do povo e determina o papel de cada governo. Independentemente do curso das negociações com a Troika e da transição para a nova fase de supervisão, os monopólios estão a exigir novas medidas antipopulares, como o desmantelamento completo do sistema de segurança social, novas reduções nos salários e nos meios de subsistência do povo, privatizações, ou a restrição da atividade sindical. Por esta razão, sem luta ou sem confronto com os interesses do capital não pode haver nenhum alívio para os trabalhadores, seja na crise, seja na fase de recuperação. Por esta razão, os trabalhadores precisam de um poderoso KKE, em todos os lugares, no dia seguinte às eleições para o parlamento, uma força para a resistência e o contra-ataque dos trabalhadores e do povo. Essa é a real garantia – entre a incerteza e a insegurança – em que a classe operária e o povo podem confiar. Um poderoso KKE, para abrir o caminho à única solução a favor do povo: o cancelamento unilateral e completo da dívida, a saída da UE e da NATO e a socialização dos monopólios, para a prosperidade popular, com a classe operária e o povo à frente do poder, numa perspetiva socialista. O povo precisa do seu próprio governo, o governo do poder dos trabalhadores e do povo e o KKE irá aí desempenhar um papel de liderança. Assim, os ideais e valores do povo podem tornar-se uma realidade, por uma sociedade sem exploração do homem pelo homem. Um poderoso KKE , para que o povo não mais seja enganado com chantagens e ilusões. Porque ele vai ter de enfrentar governos da uma ou outra versão da gestão burguesa, que não só não garantem a recuperação das enormes perdas sofridas, como seguem o mesmo caminho que conduz a cada vez maiores riscos e tentarão enganá-lo com migalhas. O KKE irá desempenhar um papel de liderança, dentro e fora do parlamento, para que possa haver uma militante oposição popular que exerça uma pressão efetiva. Isto é algo que não tem existido até agora, devido a hesitações ou ilusões. Um poderoso KKE , porque é a força que, sem recuos e retratações, desempenha o papel de direção na organização da luta popular pela abolição de todos os memorandos e legislação conexa e pela recuperação das perdas populares. Também é a força que, consistentemente e de forma abnegada, luta pela justa causa dos trabalhadores e empregados e pelos direitos da juventude, das mulheres, dos desempregados, dos trabalhadores por conta própria e dos agricultores pobres, a fim de organizar a solidariedade popular. Um poderoso KKE , porque luta contra a participação da Grécia em alianças e guerras imperialistas que estão a ocorrer ou a ser preparadas para servirem os interesses dos grandes grupos económicos. Defende os direitos soberanos do país, contra a NATO e a UE e contra aqueles que tentam enganar o povo, dizendo que estas organizações imperialistas protegerão os seus direitos soberanos, a paz e a segurança. Luta pela saída da Grécia da NATO. Luta também para que a Grécia deixa de apoiar e participar em intervenções militares à custa dos povos. Um poderoso KKE , para que o movimento laboral-popular possa ser reativado e para que a aliança social-popular contra os monopólios e o capitalismo possa ser estabelecida e reforçada. O KKE luta para isolar e derrotar a ideologia fascista e a atividade do nazi Aurora Dourada. Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas, Perante a batalha eleitoral, o governo de coligação ND-PASOK e figuras da UE estão a investir de novo em afirmações alarmistas e ameaçadoras, a fim de enganar o povo e conseguir o seu consentimento para a continuação da linha política antipopular. Invocam a estabilidade e a alegada necessidade de não pôr mais uma vez em perigo os sacrifícios do povo grego. Os dilemas intimidatórios não são principalmente visados nas suas disputas político-partidárias com o SYRIZA. O governo sabe muito bem que o SYRIZA não contesta a UE e o sistema capitalista. As ameaças e os dilemas são dirigidos, acima de tudo, ao povo e visam garantir a submissão do povo ao mesmo caminho antipopular e aos novos tormentos que ele trará. O governo mente quando afirma que as novas medidas antipopulares podem ser evitadas, se houver estabilidade política e os credores forem aplacados. É por isso que as velhas e as novas medidas antipopulares não são apenas exigências dos credores. Elas foram, durante muitos anos, opções da UE, parte integrante da estratégia do grande capital na Grécia e na Europa, para que a força de trabalho se tornasse ainda mais barata. Tais reformas antipopulares estão a ser concretizadas em todos os países da UE-eurozona por governos de direita (por exemplo, na Alemanha) ou socialdemocratas (por exemplo, na França e na Itália). Também por esse motivo, o governo e outros centros do situacionismo (meios de comunicação de massas, Federação dos Industriais Gregos, etc.) estão constantemente a falar sobre "a necessidade de continuar as reformas, mesmo que os outros não no-lo exijam". O SYRIZA esconde esta realidade do povo. As reformas que propõe seguem a lógica da UE e dos empresários. O SYRIZA não é uma solução alternativa para o povo. Na sua ânsia de ganhar as eleições, completou rapidamente a sua transformação num partido de gestão burguesa antipopular. Esconde as causas da crise económica capitalista e não responsabiliza o capitalismo explorador, o poder do capital. A liderança do SYRIZA não só dá garantias aos credores – a UE e os "mercados" – de que não vai agir unilateralmente, mas insta-os a confiar e apoiar um governo do SYRIZA, porque pode servir melhor os seus interesses (por exemplo, as reuniões com os fundos de investimento na City londrina). Ele tem, mesmo a nível de consignas, abandonado as declarações sobre a "anulação" e a "abolição" do memorando e da legislação conexa, sobre a recuperação das perdas sofridas pelo povo, o retorno dos 13.º e 14.º meses, quer nos salários, quer nas pensões, ou a abolição dos pesados impostos. Não põe em causa os mecanismos de supervisão da UE ou o equilíbrio dos orçamentos, os semestres europeus, ou seja, os "permanentes memorandos", concretizados à custa do povo. Neste quadro, está a engajar-se em alianças com exquadros, ministros e deputados do PASOK, da Esquerda Democrática (Dimar) etc., que têm apoiado os memorandos e as medidas e antipopulares. Ao mesmo tempo, utilizando a falsa retórica "radical" de forças oportunistas que o integram, especialmente da chamada "Plataforma de Esquerda", o SYRIZA está a tentar enganar pessoas de esquerda, jovens trabalhadores que estão preocupados e têm uma postura política militante. Isto é uma repetição das bem conhecidas táticas da social-democracia, do PASOK no passado, que apresenta uma "tendência de esquerda" que, alegadamente, está a pressionar a liderança, mas, na realidade, apoiaa com um álibi de esquerda. Na mesma linha, as alianças eleitorais formados pelo ANTARSYA são enganadoras. Apontam para determinados objetivos de luta, como "a saída do euro", sem a rutura com o quadro económico que é hoje controlado pelo poder do capital. O SYRIZA, principalmente após os últimos dois anos, tem demonstrado ser útil para o capital, a fim de minar o movimento laboral e popular. Não é só a não utilização da sua alta percentagem no reforço das mobilizações populares, mas, por outro lado, promoveu a lógica do esperar para ver, de as pessoas entregarem o seu destino a outros, restringindo a intervenção do povo à participação em eleições e à escolha do governo que implementará as políticas antipopulares. Isso demonstra que não tem vontade política para entrar em conflito com os interesses capitalistas na Grécia e na Europa. A vida demonstrou que quanto maior é a percentagem eleitoral do SYRIZA, mais ele age contra a luta dos trabalhadores e do povo. Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas, No período recente, tornou-se ainda mais óbvio que a discussão entre o governo e o SYRIZA está focada nos "mercados", ou seja, no capital e, em particular, sobre qual dos dois vai ganhar o seu "favor". Cada um deles está a tentar assumir o papel do negociador mais capaz para os interesses do capital e não para os interesses do povo. Ambos falam sobre um "consenso nacional", o que significa a paz social de classe, a subjugação do povo aos interesses do capital. As suas diferenças estão relacionadas com a fórmula de gestão do desenvolvimento capitalista. Ambos embelezam o seu conteúdo de classe e antipopular. O SYRIZA está a exigir o relaxamento da disciplina fiscal restrita, unindo forças com a França e a Itália, que estão continuamente a tomar medidas contra os seus povos, a fim de exercer uma maior pressão sobre a Alemanha. Ao mesmo tempo, contudo, o governo e o SYRIZA estão a esconder que qualquer ajustamento da dívida e relaxamento da disciplina fiscal não vão levar ao alívio do povo, mas ao aumento do apoio do Estado aos grupos económicos locais e investimentos. O alívio da dívida, seja pela proposta da ND, ou pela do SYRIZA ocorrerá através de um acordo com os parceiros, e, por isso, será acompanhada por novos compromissos antipopulares, como aconteceu em relação ao "corte de cabelo" do PSI em 2012, e também em outros países. No entanto, nenhuma mudança na forma de gestão pode cancelar a eclosão da crise, ou levar ao desenvolvimento capitalista a favor do povo. Os exemplos dos EUA e do Japão provam isso. Tanto o governo de coligação da ND-PASOK como o SYRIZA, apesar das suas diferenças, enganam o povo, prometendo a mesma coisa: que, se a economia capitalista for reforçada, o povo será beneficiado. Estão a mentir. Qualquer forma de recuperação capitalista irá basear-se nas ruínas dos direitos dos trabalhadores e do povo e não dará trabalho decente aos milhões de desempregados. As chamadas vantagens "comparativas" para a reconstrução da economia do país, que são invocadas pelo SYRIZA, estão relacionadas ao potencial para grandes negócios, para alcançar ainda maior rentabilidade. A recuperação, mesmo que fosse alcançada, seria fraca e iria ocorrer num período de recessão para os países capitalistas fortes e o endividamento de Estados que pressagiam um novo e mais profundo ciclo de crise. Por esta razão, o capital continua a insistir no "consenso nacional", o que não é rejeitado pela ND-PASOK ou o SYRIZA, enredando o povo dentro do quadro de interesses do capital. A sua discussão é sobre quem ficará em vantagem. Da nova festa do capital, apenas migalhas vão chegar às pessoas. O governo e o SYRIZA estão a competir e prometem apenas migalhas para a "pobreza extrema", que surgirá a partir da hemorragia dos que ainda têm trabalho, e que se evaporará no dia seguinte, devido às medidas globais antipopulares. E ambos promovem a linha política da UE e do capital, com medidas do género "tirar aos pobres para ajudar os que nada têm", o que nada custa ao capital. Eles servem o objetivo do capital, que é o de fazer com que a base dos salários e pensões passe a ser o rendimento mínimo garantido de subsistência. Com uma mão lançam "dividendos sociais", com a outra prometem sopa dos pobres e o regresso do 13.º só aos pensionistas mais carentes. Mesmo a proposta do SYRIZA para o salário mínimo é uma frase vazia, uma vez que não afeta os milhares de trabalhadores, particularmente jovens trabalhadores, que trabalham com relações de trabalho flexíveis e nem sequer recebem o diminuto salário mínimo. Ele está a promover, no essencial, a bem conhecida propaganda reacionária sobre trabalhadores "privilegiados" e "não privilegiados", que abre o caminho ao ataque à maioria dos trabalhadores com melhores salários. Além disso, o aumento do salário mínimo em muitos países da União Europeia, de forma isolada, sem um regresso dos acordos coletivos de trabalho, foi utilizado para reduzir os salários médios. Não nos devemos contentar com migalhas. As necessidades atuais do povo e dos seus filhos deve ser um critério para a sua posição e luta. Também deve ser um critério a existência de enormes possibilidades oferecidas pela tecnologia e a ciência e o potencial de desenvolvimento do país para satisfazer as necessidades do povo, se todas estas coisas forem colocadas ao seu serviço. Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas, Dirigimo-nos a vós, compreendendo o vosso desejo de se verem livres dos memorandos, das políticas injustas e dos governos antipopulares. Sentimos a vossa ansiedade sobre o futuro e os vossos filhos, para que possam experimentar dias melhores. Nós confiamos no povo e na sua força. O povo tem a força e, também, a responsabilidade de não ser passivo ou espetador enganado dos ataques antipopulares levados a cabo pelos governos da UE e do capital. Pode tirar conclusões e evitar uma repetição do sistema bipartidário antipopular do passado. Temos de ter um poderoso KKE em todos os lugares, porque é o único adversário real dos monopólios, do seu poder, da União Europeia dos permanentes memorandos e dos governos antipopulares. Haverá um governo após as eleições. Em qualquer caso, há muitos que estão dispostos – partidos e formações de uma vida útil limitada – a contribuir para isso. O que é importante para o povo é que haja um KKE forte e, por isso, as próprias pessoas podem ser fortes. Conhece-se o KKE como uma força constante e inabalável contra todas as ofensivas antitrabalhadores e antipopulares. Conhece-se o que o KKE fez durante 96 anos e que foi a única força da oposição dos trabalhadores e do povo, dentro e fora do parlamento, nos últimos três anos, desde as eleições de 2012. Para onde quer que se olhe, ver-se-á a contribuição e o impacto da luta dos comunistas. Entretanto, sabe-se que a redução eleitoral do KKE teve um impacto negativo no dinamismo e no caráter de massas do movimento laboral e popular. Sabe-se que, apesar de tudo isso, o KKE não desistiu. Apoiou empregados, camponeses, trabalhadores por conta própria, pensionistas e estudantes no direito à saúde, à segurança social, às pensões, à educação, à proteção do rendimento e à habitação, bem como o direito às instalações profissionais dos trabalhadores por conta própria e dos camponeses perante empréstimos usurários e impostos insuportáveis. O KKE nunca mentiu ao povo. Dirigimo-nos, em particular, a todos aqueles que, justificadamente, pensam que a situação não pode continuar assim, que "eles têm de ir embora". Temos de rejeitar o governo de hoje, rejeitando a estratégia da UE e do capital e não escolhendo qualquer outro governo que vá aplicar a mesma estratégia, com algumas diferenças, que não vão ter um efeito positivo para o povo. Todos devemos considerar o seguinte: em anos anteriores, governos de um partido e em coligação iam e vinham, extorquindo o voto popular – algumas vezes, por medo do "pior" ou, então, por ilusões sobre o mal "menor". O que mudou para o povo? À medida que o governo administra a riqueza do povo e do país, armadilhada nos grilhões da UE e no caminho do desenvolvimento capitalista, que está obsoleto e apodrecido, esta ratoeira do mal menor conduzirá continuadamente a novos governos antipopulares. O povo tem de ser libertado de todos os governos antipopulares e da sua linha política, ele mesmo é que deve tomar o poder. A situação hoje – na Grécia e internacionalmente – não permite perdas de tempo. Dirigimo-nos àqueles que se sentem radicais, de esquerda, progressistas, que têm experiência e memória e tomaram parte em lutas e, hoje, estão a pensar votar no SYRIZA, com um coração pesado e pouca esperança, com base na lógica do "mal menor". Hoje, pode ver-se mais claramente que a liderança do SYRIZA, com as credenciais que entrega ao capital e às organizações imperialistas, está a cortar todos os laços com a história do movimento popular. Está a oferecer às forças mais reacionárias a oportunidade para caluniarem as tradições militantes do nosso povo. Está, muito rapidamente, a tomar o lugar da social-democracia e de uma versão ainda pior do que antes, porque a situação do capitalismo é pior e a situação no movimento operário também é pior. Dirigimo-nos aos que não concordam com o KKE sobre tudo, ou têm reservas sobre algumas das suas posições, mas que compreendem que o KKE é o apoio consistente do povo. Tudo o que foi ganho pelo povo foi conquistado através de lutas, com o KKE na vanguarda. Se o movimento e o KKE forem enfraquecidos, é o povo que perde. Pensem sobre qual a força que, amanhã, estará ao lado do povo, na linha da frente da luta por salários, empregos e pelos seus direitos. O KKE apela a todos os jovens interessados, trabalhadores, pensionistas, todos os que não estão comprometidos com a miséria e o derrotismo, para unir forças com ele. Apela a que votem no KKE e o fortaleçam, em todos os lugares. Assim, as próprias pessoas se tornarão mais fortes e a resistência e a luta do povo serão reforçadas. Assim, a Aliança do Povo contra os monopólios e o capitalismo será fortalecida, para que possamos preparar o caminho para a perspetiva do poder dos trabalhadores e do povo. http://inter.kke.gr/en/articles/Appeal-of-the-Central-Committee-of-the-KKE-concerning-the-parliamentary-elections-on-the-25th-of-January-2015/ Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 24 Janeiro 2015 (editado) Por acaso hoje surpreendeu-me ouvir de manhã na TSF o Pedro Marques Lopes e outro tipo qualquer cheios de elogios ao Tsipras e ao Syriza e praticamente a desejarem a sua vitória. Por outro lado estavam borrados pelo Pablo Iglesias ter estado no comício de fim de campanha em Atenas. E Dpitz, olha aí os convocados para a selecção sub-15 do Brasil http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2015/01/com-marx-lenin-claudio-cacapa-convoca-sub-15-para-treinamentos.html Editado 24 Janeiro 2015 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 24 Janeiro 2015 (editado) Marx Lenin :prayer: :prayer: não encontro foto dele para pôr no avatar :( Editado 24 Janeiro 2015 por Dpitz Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 24 Janeiro 2015 Eu estou curioso para ver o que o Syriza vai fazer. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 24 Janeiro 2015 (editado) Marx Lenin :prayer: :prayer: não encontro foto dele para pôr no avatar :( E aê muleque? Editado 24 Janeiro 2015 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 24 Janeiro 2015 Eu estou curioso para ver o que o Syriza vai fazer. Acho que estamos todos. Teoricamente, é uma força política de esquerda, socialista, que tem possibilidades de assumir uma posição governativa num governo europeu, algo visto como difícilimo de acontecer em qualquer outro país. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 24 Janeiro 2015 Eu estou curioso para ver o que o Syriza vai fazer. Um deputado do PCP, António Filipe se não estou em erro, num frente a frente da TVI24, falava em possível desilusão. Agora também é verdade, na Grécia as pessoas preferem o, talvez, inferno que não conhecem, ao invés daquilo que os fez chegar aqui. Compartilhar este post Link para o post