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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Guest Dpitz

"Repito: o Syriza não é um partido de esquerda... é de EXTREMA esquerda!!"

 

JRS :prayer:

Sobre o syriza e sobre a campanha em torno do syriza, só tenho a dizer que cada vez me convenço mais que o binómio esquerda-direita não faz sentido nenhum na política.

 

Todos apoiam o Tsipras, o António Costa, o João Miguel tavares, o Miguel Esteves Cardoso, o Pedro Marques Lopes, a Marine Le Pen!! Tsipras é o Obama de 2015, com a diferença que o Obama fez algo de bom pelo seu povo, o Tsipras não fará.

fdx

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Eu só por ver esta malta aziada, já a vitória do Syriza me deixa feliz :lol:

 

Isto. O pior mesmo é dizer que o Syriza vai arrastar a Grécia para a lama :lol:

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Eu só por ver esta malta aziada, já a vitória do Syriza me deixa feliz :lol:

 

eu acho interessante que a extrema esquerda se congratule com a vitoria do PASOK mascarado...

 

"Yet the similarities between PASOK and SYRIZA do not end there. The ranks of SYRIZA are full of previous PASOK ministers, MPs, and unionists. Sophia Sakorafa, Panayiotis Kouroublis, Dimitris Tsoukalas, Antonis Kotsakas, Alexis Mitropoulos, Theodora Tzakri are just the most prominent. Even the most emblematic figure of the Greek Left, Manolis Glezos, was once a PASOK MP. This means that Alexis Tsipras has plenty of valuable advise at his disposal. And previous PASOK members have plenty of potential to serve in a ruling cabinet." See more at: http://greece.greekreporter.com/2014/10/12/is-syriza-the-new-pasok/#sthash.d2C5zQor.dpuf

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Aparentemente surgiram agora informações de que o Tsipras se irá encontrar amanhã com o líder dos "independentes gregos", para discutir a formação de uma coligação.

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Há aqui algum post porreiro ou artigo fora daqui sobre a situação geral grega e do que pode vir a acontecer com isto?

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A noite acaba de forma surreal com tudo a indicar que o Syriza irá formar coligação com o partido ANEL, Gregos Independentes, um partido de direita euro-céptico, tradicionalista, com fortes reservas face à imigração, pouco "simpático" para os gays e dado a teorias da conspiração.

Muito surreal a confirmar-se.

Para além disso é uma partido totalmente anti-EU, não sei como o Syriza irá conseguir equilibrar as coisas a confirmar-se este cenário.

 

Diz-se que o Syriza tinha 2 opções, o To Potami, uma solução de compromisso e diálogo com a Europa e o ANEL, a opção do confronto.

Editado por antifa

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Onde estás a ver isso antifa?

 

Btw, a solução não passaria mais por acordos parlamentares pontuais com x partidos ao invés de uma coligação?

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Onde estás a ver isso antifa?

 

Btw, a solução não passaria mais por acordos parlamentares pontuais com x partidos ao invés de uma coligação?

 

O sistema grego obriga à formação de um Governo com maioria absoluta.

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:lol: E confirma-se! A Grécia tem novo governo.

 

O líder dos Gregos Independentes saiu agora mesmo da reunião de menos de uma hora com o Tsipras, anunciando que darão um voto de confiança ao Syriza e dizendo que agora o "primeiro-ministro" se irá encontrar com o Presidente e depois os ministros irão ser apresentados.

 

Pelo que percebo, os media Gregos, a maioria controlados pela oligarquia Grega, grandes grupos económicos, etc, estão literalmente a borrar-se todos. Isto porque toda a gente esperava uma solução de compromisso que seria uma aliança com um partido pro-europeísta.

Este Partido ANEL está a ser descrito como "populista de direita", foi formado por um ex-deputado do ND que foi expulso do partido quando em 2012 votou contra o resgate (??). Pelos vistos foi o partido mais ridicularizado pelos media e parece que houve grande campanha para tentarem que não conseguissem ter representação parlamentar.

 

Alguns analistas dizem que é também uma forma do Syriza agradar ao seu novo eleitorado, gente que não sendo hardcore de esquerda se sente mais segura com um partido "patriótico" na coligação.

 

 

ps. diz-se que os Gregos podem dizer adeus à ideia de que irão ter casamentos gay ou maior separação igreja-estado

Editado por antifa

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Visto que o sistema grego obriga a maioria absoluta, essa coligação com os "Gregos Independentes" acontece(u) por exclusão de partes ou...? Não é demasiado anti-natura? Ainda que estes sejam "anti-austeridade", creio

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Grande queda que se está a verificar nos mercados da moeda. O Euro bateu mínimos dos últimos 11 anos face o Dólar.

A incerteza é pior coisa que pode acontecer aos mercados.

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e agora o que pode acontecer nos próximos meses ?

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Vai depender das medidas que o novo Governo grego venha a tomar.

 

Faz 60 anos que a Alemanha teve perdão de dívida pública de 62%

 

Há 60 anos, a 27 de fevereiro de 1953, 20 países, entre eles Grécia, Irlanda e Espanha, decidiram perdoar mais de 60% da dívida da Alemanha (República Federal ou Alemanha ocidental). O tratado, assinado em Londres, foi determinante para o país se tornar numa grande potência económica mundial e num importante aliado dos Estados Unidos durante as décadas da Guerra Fria contra a antiga União Soviética.

 

O perdão da dívida, que na prática foi uma extensão e reforço das ajudas financeiras diretas do Plano Marshall, liderado pelos Estados Unidos, permitiu aos alemães reduzirem substancialmente o fardo da dívida contraída antes e depois da Segunda Guerra Mundial.

 

Segundo uma análise de Éric Toussaint, historiador e presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo, "a dívida antes da guerra ascendia a 22,6 mil milhões de marcos, incluindo juros. A dívida do pós- guerra foi estimada em 16,2 mil milhões. No acordo assinado em Londres a 27 de fevereiro de 1953 estes montantes foram reduzidos para 7,5 mil milhões e 7 mil milhões respetivamente. Isto equivale a uma redução de 62,6%", explica o perito.

 

"O acordo estabeleceu a possibilidade [por parte da Alemanha] de suspende pagamentos e renegociar as condições caso ocorresse uma mudança substancial que limitasse a disponibilidade de recursos", diz o historiador.

 

A Alemanha beneficiou ainda de uma medida excecional que, em alguns casos, permitiu reduzir taxas de juro cobradas aos país em 5 pontos percentuais.

 

Outro historiador, desta feita o alemão Albrecht Ritschl, confirmou que existiu de facto um perdão de dívida gigantesco ao país, que no caso do credor Estados Unidos foi quase total. "Em 1953, os Estados Unidos ofereceram à Alemanha um haircut, reduzindo o seu problema de dívida a praticamente nada", disse em entrevista à revista Spiegel, em 2011.

 

O "Acordo sobre as Dívidas Externas Alemãs" foi assinado entre a Alemanha Federal e 20 países. Foram eles: Bélgica, Canadá, Ceilão (hoje Sri Lanka), Dinamarca, França, Grécia, Irão, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Noruega, Paquistão, Espanha, Suécia, Suíça, África do Sul, Reino Unido, Estados Unidos e a antiga Jugoslávia.

 

@DinheiroVivo.pt

Editado por Vaart

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Essa informação não é verdade, a coligação que vai existir é com os Gregos Independentes.

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