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Jesus quer implementar regra no futebol

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Isto a bem da transparência era nem sequer haver a possibilidade de emprestar jogadores a clubes que disputassem a mesma competição.

 

Vejamos, se o jogador emprestado joga contra a equipa que lhe paga o salário poderá por-se em causa o seu profissionalismo, se não jogar, poderá por-se em causa a justiça do jogo em disputa, pois o clube foi forçado a não jogar na sua máxima força.

 

Mas se um clube não pode jogar na máxima força num determinado jogo e pode num outro qualquer, onde está a justiça disto?

 

Por isso, era simples, não havia emprestados para ninguém, mas como é óbvio esta solução não interessa a ninguém.

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Nesse caso, nao devia haver emprestados entre clubes do mesmo pais.....é a unica logica que vejo nisso....caso contrario utilizar ou nao o jogador emprestado devia ficar ao criterio do clube a que ele esta emprestado

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Concordo, depois era emprestar 2/3 jogadores a 15 clubes da primeira liga e estava ganho o campeonato

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concordo plenamente. nao tem sentido nenhum ter um activo ao qual pagas salarios a actuar contra o clube

E se for a equipa a quem o jogador está emprestado a pagar os salários? já tem?

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Eu acho que isso devia ser discutido entre ambos os clubes e ficar acordado em contrato. Se um clube está disposto a ter um jogador que não poderá jogar 2 jogos por época, muito bem, se não estiver, vai à procura noutro sítio ou negoceia de forma a que joguem. Para mim o clube que empresta tem tanto direito de impor as regras do empréstimo como o clube a quem é emprestado tem direito de aceitar ou não as condições.

Achas que é teu direito assinar um contrato de trabalho com salário menor que o salário mínimo?

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Caros amigos parto do principio que se um jogador é emprestado é pq os que estão no clube são melhores que ele! Ora se são melhores qual é o problemas dos emprestados que são mais fracos os defrontarem!???

 

O problema por ca é que o empréstimo de jogadores tornou se uma arma de á longo tempo criada pelo FCP, para ter vários clubes como semi satélites, incluindo o meu Vitoria de Setubal!

Lembro me bem da época do Pitbull e do Bruno Gama em Setubal emprestados pelo FCP, qd fomos ao dragao fugiam da bola..no resto dos jogos partiam a loiça toda!

 

O mal não esta nos empréstimos mas sim em toda a mafia que roda no futebol e quer ganhar a qq custo!

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E se for a equipa a quem o jogador está emprestado a pagar os salários? já tem?

 

continua a ser um activo da equipa original, mas ja ha mais legitimidade. Mas, pelo menos em Portugal, muito raros devem ser os casos que pagam a totalidade dos salarios

Editado por Rui Cardoso

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hahahahaha O Jesus a ver se come os portugueses por lorpas... como se o Deyverson e o Miguel Rosa fossem jogadores do benfica.

 

 

Muito ano nisto a ver se pega. É como ele diz: "Quanto mais experientes a gente estejamos, mais conhecimento tamos, melhor também estamos"

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Achas que é teu direito assinar um contrato de trabalho com salário menor que o salário mínimo?

 

Ele vai ganhar o mesmo e até vai trabalhar menos

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Achas que é teu direito assinar um contrato de trabalho com salário menor que o salário mínimo?

Desculpa, escapou-me a parte em que a discussão de empréstimo de jogadores entre clubes de futebol é equivalente a trabalho precário.

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Tanta preocupação pelo facto de um jogador emprestado poder prejudicar o clube-mãe. Têm bom remédio: não emprestem! Assim já não seriam prejudicados.

 

 

Voltando ao Jesus eu tenho pena que o Benfica não tenha jogado oficialmente com o At. Madrid na altura em que o Sálvio e o Sílvio andavam por cá emprestados. Para ver como ele defenderia o futebol e os jogadores nessa altura... Ou que não tenha jogado oficialmente com o Real Madrid quando o clube espanhol era detentor de metade dos direitos económicos do Garay. Talvez ele o colocasse na bancada para evitar que o moço argentino fizesse um penalty ou marcasse um auto-golo...

Editado por Descartes

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eia cum crl esta foi demasiado rebuscada :lol:

 

Eu tive que pensar um bom bocado para perceber onde é que ele queria chegar. Mas está bem colocada a questão. Há questões que não se restringem às vontades e direitos individuais.

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Para o ano aproveitamos alguma coisa dos 100 jogadores ligados contratualmente e colocamos 3 ou 4 em cada equipa com poucos recursos financeiros e passamos a jogar quase sempre contra equipas desfalcadas. E tudo para o bem do futebol!

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Para o ano aproveitamos alguma coisa dos 100 jogadores ligados contratualmente e colocamos 3 ou 4 em cada equipa com poucos recursos financeiros e passamos a jogar quase sempre contra equipas desfalcadas. E tudo para o bem do futebol!

 

E para defesa dos jogadores. Não te podes esquecer desse dado importante. Há que garantir que não há qualquer possibilidade de eles se mostrarem mais capazes do que os seus colegas que ficaram na equipa principal do clube-mãe. Não é que esse facto possa vir a colocar em causa as decisões da direção e do treinador que permitiram o empréstimo, mas defende o jogador. Assim ele não fica sujeito a pensamentos perniciosos deste tipo: "como é possível terem-me dispensado e continuarem com aquele coxo que joga no meu lugar?"

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gabo te a paciência Descartes

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Desculpa, escapou-me a parte em que a discussão de empréstimo de jogadores entre clubes de futebol é equivalente a trabalho precário.

É simples. A questão é que não é só aos clubes envolvidos que a norma afecta. e o facto de um aceitar determinadas condições vai ter impacto em todo o mercado e baixar a margem de negociação de clubes em condições semelhantes. O legislador aplica um cenário mínimo para evitar a exploração e, no caso, a quebra da verdade desportiva. Falei-te de trabalho precário (como tu, e bem, o apelidaste), porque é um assunto sensível em que por certo já não tens a mesma opinião.

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E para defesa dos jogadores. Não te podes esquecer desse dado importante. Há que garantir que não há qualquer possibilidade de eles se mostrarem mais capazes do que os seus colegas que ficaram na equipa principal do clube-mãe. Não é que esse facto possa vir a colocar em causa as decisões da direção e do treinador que permitiram o empréstimo, mas defende o jogador. Assim ele não fica sujeito a pensamentos perniciosos deste tipo: "como é possível terem-me dispensado e continuarem com aquele coxo que joga no meu lugar?"

 

Em relação ao Miguel Rosa não tenho a menor dúvida que seja por aí... :lol:

 

E depois também pode haver aqueles casos em que o jogador joga e até é preponderante no desfecho final que resultou na perda de pontos da casa mãe. Depois os elementos do clube detentor do passe podem ficar revoltados e podem encostá-lo à saída para o túnel e pedir-lhe explicações. É por isso que convém proteger o jogador e impedi-lo de jogar, não vá resultar dali um trauma qualquer.

 

Por acaso acho que só o Porto e o Benfica é que fazem de tudo para que jogadores que consideram dispensáveis não os defrontem nos respectivos jogos, não me lembro de ver isto passar-se lá fora. Parece que só nessas alturas é que lhes reconhecem algum valor. No início da época não servem para a equipa mas depois quando se vão defrontar é melhor tomar algumas precauções não vão eles reencarnar no Puskas.

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Eu acho que isso devia ser discutido entre ambos os clubes e ficar acordado em contrato. Se um clube está disposto a ter um jogador que não poderá jogar 2 jogos por época, muito bem, se não estiver, vai à procura noutro sítio ou negoceia de forma a que joguem. Para mim o clube que empresta tem tanto direito de impor as regras do empréstimo como o clube a quem é emprestado tem direito de aceitar ou não as condições.

 

E viva a verdade desportiva.

Além de ser directamente beneficiado por o clube que recebe os jogadores emprestados não poder defrontar a minha equipa na máxima força, ainda consigo prejudicar os meus rivais directos contra quem os jogadores emprestados por mim já podem jogar.

 

E o bold :lol:

Portanto se eu chegar ali e vir que estás muito desesperado por trabalho para poderes alimentar a tua família e te propor trabalhares 8 horas por dia por metade do salário mínimo nacional, também achas que quem apresenta esta proposta tem tanto direito de impor isto como quem a recebe de aceitar ?

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mas onde é que eles vao receber menos? ca raio de analogia :rolleyes:

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mas onde é que eles vao receber menos? ca raio de analogia :rolleyes:

É uma analogia, não uma comparação. São assuntos diferentes em que está em causa o mesmo - o cumprimento dos teus direitos está dependente do respeito pelos dos outros. Tal como tu não podes aceitar um salário abaixo do mínimo nacional, o clube que recebe o jogador emprestado não pode aceitar uma cláusula que o impeça de jogar contra o clube de origem. Por muito que o queira fazer. Porque está a violar a lei do mercado ao criar condições desiguais - o mesmo que tu farias ao aceitar aquele salário.

 

Já expliquei acima, a escolha do salário não é inocente. O Nikel nunca vai dizer que um sujeito devia aceitar o salário que quisesse mesmo que fosse abaixo do salário mínimo. É um assunto sensível em que ele se consegue colocar e perceber que não lhe diz respeito só a ele.

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mas onde é que eles vao receber menos? ca raio de analogia :rolleyes:

 

A analogia prende-se com a situação de procura/oferta onde pelos vistos se admite que desde que haja interesse de ambas as partes que seja firmado um contrato que vá contra os princípios da paridade.

Se se acha correcto que atendendo ao facto do clube que oferece poder impor de livre vontade condições que violam as leis e o clube que recebe os jogadores é que têm de decidir se aceitam as condições ou não, porque raio a minha analogia é mal feita ? Afinal de contas é a mesma situação.

Um lado aproveita-se da fraca presença do outro (apesar do mesmo aceitar) e ainda viola as condições estabelecidas pelo mercado.

Por alguma coisa existem leis, e não é por existir uma assinatura num papel e as duas partes estarem interessadas num acordo que o mesmo se torna justo, plausível e muito menos legal.

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Eu recuso-me a comparar as duas situações. Tenho opiniões diferentes porque são situações diferentes, ainda que seja possível fazer a analogia.

 

Mais depressa comparava isto a alguém que me queira comprar a minha empresa e eu não tenha direito de impor todas as condições que quiser na venda dessa mesma empresa, inclusivamente colocando cláusulas sobre o destino que a empresa pode ou não ter no futuro. A outra parte deverá então, tal como tem direito, aceitar ou não as minhas condições.

 

Este negócio vai afectar o mercado, mas ultimamente quem tem o poder de decidir o destino e os moldes de negócio sobre um activo meu, sou eu.

 

E para o último post, toda a conversa sobre a existência de leis é inútil porque esta discussão só se põe se for legal fazer a tal discussão de condições. Se não for não interessa, não se faz e pronto.

Editado por NIkeL

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