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Sumudica by Night

Brentford’s brave new world is already working in Denmark

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Brentford’s brave new world is already working in Denmark

 

Critics of Brentford chairman Matthew Benham should take note: his continental structure and mathematical approach is already working at FC Midtjylland, the club he rescued in Denmark

 

It was enough to make those football pundits who revel in the old days and old ways collectively choke on their beans and sausages. Brentford would, a club statement announced, be parting company with their respected manager Mark Warburton, switching to a continental structure with a head coach and sporting director, and using mathematical modelling to help recruit players. The response of one former professional, Micky Quinn, was not untypical. “They want a head coach and mathematical modelling … Ha, ha, good luck with that.”

 

What Quinn may not realise is that the blueprint for Brentford’s future is already being stress-tested 800 miles away at FC Midtjylland, who lead Denmark’s Superliga by six points and are on course for the first trophy in their history. And who is the majority shareholder in Midtjylland? Matthew Benham, the former hedge fund manager and professional gambler who also owns Brentford.

 

When Benham invested £6.2m in Midtjylland last July he appointed Rasmus Ankersen – a 31-year-old former player, Uefa A-licence coach, entrepreneur and author – as the chairman. Ankersen promised to challenge the conventional ways of running a football club and to put Midtjylland on the map. He is doing just that. “When I am being provocative I tell people that our coach, Glen Riddersholm, will never be sacked based on our league position,” Ankersen says. Instead Ankersen tells him he will be judged on whether he achieves certain key performance indicators (KPIs) which, over the long term, the club believes are more indicative of success.

 

Ankersen won’t reveal everything about the club’s use of data, but does say that Midtjylland pay particular attention to what he calls “dangerous situations” in games. Interestingly, they are a client of E4talent, which tracks shots in the “danger zone” – an area that stretches from the start of the six-yard box to the edge of the penalty area – from which 77% of Premier League goals are scored.

 

Set pieces are another focus. Midtjylland have scored 15 goals from set pieces from 17 games, an average of 0.88 per game, the second highest in Europe. Only Atlético Madrid, with an average of 1.04 a game, are more prolific. The highest in the Premier League are Arsenal with 15 in 26 games, an average of 0.57.

 

Data also informs what Midtjylland’s coaches say to the players and the press. As Ankersen explains, at half-time the coaches are sent texts before they speak to players outlining how the team are measuring up to certain key metrics. “These effective KPIs give a more accurate message to the players and the press,” he insists.

 

Too often in football, the result determines the narrative – for managers, reporters and fans. Ankersen dismisses this as facile. “For instance, when we played at home against the bottom team, we won 2-1,” he says. “But our model massively downgraded us because we were super lucky. A lot of people said well done but it was a terrible performance – that is the message we should convey. No one wants to say they were lucky when they win. But in football success turns luck into genius.”

 

Midtjylland’s success is also partly down to their excellent youth academy, which Ankersen helped get off the ground a decade ago: usually five or six starters in their games are home-grown. The emergence of the Danish under-21 international Pione Sisto, who has been linked with many top sides in Europe, is another factor. But using mathematical modelling as well as traditional scouting has helped the club acquire players they believe are undervalued, including Kris Olsson from Arsenal, Marco Ureña from Kuban Krasnodar and Jim Larsen from Club Brugge.

 

This is fascinating, radical stuff, and it is driven by Benham. Ankersen remembers that when he met him, he asked him whether Brentford would get promoted from League One. “From a football guy you would expect a yes or no, or an answer with emotion,” he says. “But he just looked at me and said: ‘There is a 42.3% chance that we will go up.’ I knew then he thought very differently about football.”

 

Of course he does. Benham has made fortunes betting on football, but he has not done it by following the sheep who place long-odds accumulators and trust in blind luck. Instead he has developed a deeper understanding about why teams win matches, constructed statistical models and used them to exploit inefficiencies and errors in bookmaker prices.

 

Can such a data-driven approach really be applied to running a football club? We are about to find out. But it seems perfectly reasonable to expect that by taking advantage of inefficiencies in the transfer market and elsewhere, adopting the best practice of clubs such as Southampton and employing super-smart data analysts, Brentford and Midtjylland can punch further above their weight. Ankersen certainly has no doubts. “In the past year I have learned that the brightest guys in football work in the betting industry, because they are much more rational and less biased,” he says.

 

None of us know what will happen next. But we can say this. Brentford and Midtjylland are clearly going the right way and their stories over the next few years will make fascinating viewing. And while Benham has taken some flak in recent days, history teaches us that in the long run it is unwise to bet against him.

 

The Guardian

Editado por Sumudica by Night

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Isto apenas está a vir ao de cima porque é uma abordagem inovadora a ser realiza num clube da quarta divisão de Inglaterra. Porque eu tenho quase a certeza que os grandes clubes europeus já usam KPIs e outros parâmetros de análise do rendimento dos jogadores com recurso à estatística.

 

O mais interessante aqui é a análise "à Moneyball" na contratação de jogadores, em busca dos jogadores que estão undervalued. Algo que duvido muito que aconteça nos grandes clubes europeus.

Editado por Jone Eduardo

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Isto apenas está a vir ao de cima porque é uma abordagem inovadora a ser realiza num clube da quarta divisão de Inglaterra. Porque eu tenho quase a certeza que os grandes clubes europeus já usam KPIs e outros parâmetros de análise do rendimento dos jogadores com recurso à estatística.

Também acredito, não sei é se dão tanto valor como estes dois clubes até porque têm de ter uma grande frieza.

 

O Brentford está na Championship.

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Tenho ideia que a selecção da Alemanha trabalho muito com SAP e Big Data para analisar performances e afins. Lembro-me de ver umas noticias sobre isso durante o mundial.

 

Mas é o futuro

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Também acredito, não sei é se dão tanto valor como estes dois clubes até porque têm de ter uma grande frieza.

 

O Brentford está na Championship.

 

opá pois está :lol: logo no ano passado eles subiram e lembro-me de ler sobre isso. nem sei porque disse quarta divisão, devia estar a pensar noutra m*rda.

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Isto apenas está a vir ao de cima porque é uma abordagem inovadora a ser realiza num clube da quarta divisão de Inglaterra. Porque eu tenho quase a certeza que os grandes clubes europeus já usam KPIs e outros parâmetros de análise do rendimento dos jogadores com recurso à estatística.

 

O mais interessante aqui é a análise "à Moneyball" na contratação de jogadores, em busca dos jogadores que estão undervalued. Algo que duvido muito que aconteça nos grandes clubes europeus.

Claro que sim.

 

Quanto à segunda parte, não acontece nos grandes clubes, mas deveria ser uma referência incontornável para clubes como...o Sporting actual, por exemplo. E duvido que seja sequer uma opção.

 

A lição a retirar deste exemplo nada tem a ver com os números, e é relativamente simples: quando se trabalha com uma base bem sólida e composta por extrema competência e lógica, os resultados aparecem, mais cedo ou mais tarde.

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Claro que sim.

 

Quanto à segunda parte, não acontece nos grandes clubes, mas deveria ser uma referência incontornável para clubes como...o Sporting actual, por exemplo. E duvido que seja sequer uma opção.

 

A lição a retirar deste exemplo nada tem a ver com os números, e é relativamente simples: quando se trabalha com uma base bem sólida e composta por extrema competência e lógica, os resultados aparecem, mais cedo ou mais tarde.

 

onde os quais os números poderão ser parte dessa base.

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Claro que sim, nem eu quis dizer o contrário.

 

Os números, inseridos no contexto correcto, são um factor de avaliação tão importante como qualquer outro.

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por acaso não é nada disso, e na verdade tem tudo a ver com os números. Se não tivesse a ver com os números mas sim com a competência e lógica o treinador atual ficaria para a próxima época...

Errado. Essa é a lógica de quem só olha para os números da tabela.

 

Os resultados até podem ser satisfatórios no momento, mas se calhar, com este treinador, a equipa não dá indícios de poder, a médio/longo prazo, manter o seu rendimento ou continuar a evoluir, por exemplo. E sendo assim, a troca de treinador faz sentido. Partindo-se aqui do princípio que, com a tal extrema competência que refiro, certamente que o passo seguinte a esse já estará planeado e estruturado de forma clara.

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Nem 8 nem 80. Os números poderão ser importantes em ajudar a criar e a sustentar bases sólidas, mas por si só não chegam. Posso ter um homem que é espectacular a gerir os números e a meter cá fora KPIs que vão mudar a performance dos jogadores para melhor e depois ter alguém que não saiba catalisar e desenvolver os processos de forma a validar essas performances desejadas. E também posso ter alguém que saiba fazer isso, potenciar a individualidade, e depois não saiba montar um modelo de jogo. E depois até posso ter isso tudo, e eventualmente ter azar. Mas em todos os desportos é assim. É raro o desporto sem sorte e azar.

 

Agora se eu acho que é o futuro? Sem dúvida. Há tanto por explorar nisso. De resto se trabalhasse no futebol era onde adoraria trabalhar. Num sistema de scouting que permita isso, desenvolver KPIs a partir de dados, ajudar a equipa técnica a potenciá-lo...e sei fazê-lo em parte. falta é tempo :mrgreen:

Editado por Jone Eduardo

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Já agora:

 

Benham has made fortunes betting on football, but he has not done it by following the sheep who place long-odds accumulators and trust in blind luck. Instead he has developed a deeper understanding about why teams win matches, constructed statistical models and used them to exploit inefficiencies and errors in bookmaker prices

 

Using mathematical modelling as well as traditional scouting has helped the club acquire players they believe are undervalued, including Kris Olsson from Arsenal, Marco Ureña from Kuban Krasnodar and Jim Larsen from Club Brugge.

 

Uma prespectiva e abordagem muito interessante ao mercado. Da mesma maneira que fez fortuna com odds desajustadas (falando à bruta), aplica a mesma lógica para atacar o mercado. Algo a rever para clubes como o Sporting por exemplo.

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Isto é tipo o filme Moneyball, né? O Nolito era melhor que o Gaitan porque fazia mais golos e assistências e isso.

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Claro que sim.

 

Quanto à segunda parte, não acontece nos grandes clubes, mas deveria ser uma referência incontornável para clubes como...o Sporting actual, por exemplo. E duvido que seja sequer uma opção.

 

A lição a retirar deste exemplo nada tem a ver com os números, e é relativamente simples: quando se trabalha com uma base bem sólida e composta por extrema competência e lógica, os resultados aparecem, mais cedo ou mais tarde.

 

Isto é mais ou menos uma falácia, porque se todos trabalhassem assim ia haver um último classificado na mesma.

 

Depois, a abordagem estatística é, de certa forma necessária e relevante, mas é um jogo altamente imprevisível e volátil. Um pouco como no Poker onde podes guiar uma determinada resposta, mas a margem de erro é sempre complicada de gerir, porque existem cartas que não vês na mão do adversário e um baralho cheio delas a cuspir aleatoriamente na mesa. A "sorte" tem de ser sempre um factor grande no futebol. Um centímetro faz a diferença vezes de mais e praticamente incontrolável. O Artur estar onde estava no jogo com o Porto do golo do Kelvin, ou estar um centímetro ou lado é incontrolável, mas um centímetro ao lado provavelmente tocava o suficiente na bola para ela ir ao poste, pelo menos. Permitir remates em frente à área pode ser um problema colectivo e anunciar a necessidade de trabalhar em determinados factores para o treinador, mas também pode indicar que do outro lado está um gajo muita virtuoso, capaz de pegar nela e fintar dois para criar esse espaço. E às vezes não há como controlar os virtuosos...

 

É sobretudo preciso, integrar as áreas que são úteis, mas compreender que o futebol, talvez até como o Poker, é praticamente mais um desporto onde se deve jogar com os homens, do que com a bola propriamente dita. A história já nos provou as mais variadas vezes que os melhores são os que querem mais, os que põem mais no jogo: Mais atitude, mais concentração, maior capacidade para suportar e responder dentro da pressão, etc... Porque é o mundo dos detalhes que se vive no futebol de alta competição e o detalhe está na capacidade do jogador para se superar aos outros e sobretudo a si mesmo!

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não sei quais são os critérios utilizados para a avaliação de desempenho, por isso vou-me abster. Espero é que não seja só %'s de passes acertados, tackles, remates à baliza, tempo para marcar e afins.

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não sei quais são os critérios utilizados para a avaliação de desempenho, por isso vou-me abster. Espero é que não seja só %'s de passes acertados, tackles, remates à baliza, tempo para marcar e afins.

 

depende. Podem até ser, ou podem ser usados para criar critérios mais precisos. Remates à baliza podiam ser divididos em remates à baliza com a baliza dividida por 6 sectores, para verificar a precisão do remate. Tackles poderiam ser divididos em zona do campo e por eficácia, com/sem falta, % de passes acertados poderiam ser divididos pelos metros que os efetuou para verificar a precisão em diferentes distâncias, verificar a % de passes acertados conforme zonas do campo e diversos momentos da partida para verificar a capacidade de trabalhar com a pressão e em momentos de elevada responsabilidade.

 

por aí.

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Isto é mais ou menos uma falácia, porque se todos trabalhassem assim ia haver um último classificado na mesma.

 

Depois, a abordagem estatística é, de certa forma necessária e relevante, mas é um jogo altamente imprevisível e volátil. Um pouco como no Poker onde podes guiar uma determinada resposta, mas a margem de erro é sempre complicada de gerir, porque existem cartas que não vês na mão do adversário e um baralho cheio delas a cuspir aleatoriamente na mesa. A "sorte" tem de ser sempre um factor grande no futebol. Um centímetro faz a diferença vezes de mais e praticamente incontrolável. O Artur estar onde estava no jogo com o Porto do golo do Kelvin, ou estar um centímetro ou lado é incontrolável, mas um centímetro ao lado provavelmente tocava o suficiente na bola para ela ir ao poste, pelo menos. Permitir remates em frente à área pode ser um problema colectivo e anunciar a necessidade de trabalhar em determinados factores para o treinador, mas também pode indicar que do outro lado está um gajo muita virtuoso, capaz de pegar nela e fintar dois para criar esse espaço. E às vezes não há como controlar os virtuosos...

 

É sobretudo preciso, integrar as áreas que são úteis, mas compreender que o futebol, talvez até como o Poker, é praticamente mais um desporto onde se deve jogar com os homens, do que com a bola propriamente dita. A história já nos provou as mais variadas vezes que os melhores são os que querem mais, os que põem mais no jogo: Mais atitude, mais concentração, maior capacidade para suportar e responder dentro da pressão, etc... Porque é o mundo dos detalhes que se vive no futebol de alta competição e o detalhe está na capacidade do jogador para se superar aos outros e sobretudo a si mesmo!

Concordo com isso, mas uma estrutura de base assente na frieza dos números é menos vulnerável ao acaso e potencia a confiança dos seus elementos no trabalho desenvolvido e nos seus colegas de equipa. Bem aplicada a estatística pode ser a massa solidificadora dos egos e, simultaneamente, a autoridade incontestável de um líder.

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depende. Podem até ser, ou podem ser usados para criar critérios mais precisos. Remates à baliza podiam ser divididos em remates à baliza com a baliza dividida por 6 sectores, para verificar a precisão do remate. Tackles poderiam ser divididos em zona do campo e por eficácia, com/sem falta, % de passes acertados poderiam ser divididos pelos metros que os efetuou para verificar a precisão em diferentes distâncias, verificar a % de passes acertados conforme zonas do campo e diversos momentos da partida para verificar a capacidade de trabalhar com a pressão e em momentos de elevada responsabilidade.

 

por aí.

A análise estatística tem que ser sempre feita dentro do contexto do jogo. Há momentos onde se deve lateralizar o jogo e noutros onde se deve verticalizar, eu prefiro um médio que acerta 7/10 passes e que sabe quando deve rasgar a defesa com um passe a outro que acerta 9/10 e anda o tempo todo a passar para o lado e para trás. Depois ainda há a cena de que se ele faz o passe à queima para o companheiro de equipa, que está a ser pressionado por 2, e este acaba por perder a bola como é que fica? O passe foi concretizado mas a decisão foi uma burrice de todo o tamanho.

Nos tackles/bolas recuperadas também pode depender da pressão feita por outros jogadores. O Jander quando jogava com o Fernando Alexandre cortava bolas ao pontapés e quando o Fernando bazou parecia uma barata tonta.

 

É pá, há tantos factores que podem influenciar a estatística que não sei como eles avaliam as coisas.

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A análise estatística tem que ser sempre feita dentro do contexto do jogo. Há momentos onde se deve lateralizar o jogo e noutros onde se deve verticalizar, eu prefiro um médio que acerta 7/10 passes e que sabe quando deve rasgar a defesa com um passe a outro que acerta 9/10 e anda o tempo todo a passar para o lado e para trás. Depois ainda há a cena de que se ele faz o passe à queima para o companheiro de equipa, que está a ser pressionado por 2, e este acaba por perder a bola como é que fica? O passe foi concretizado mas a decisão foi uma burrice de todo o tamanho.

Nos tackles/bolas recuperadas também pode depender da pressão feita por outros jogadores. O Jander quando jogava com o Fernando Alexandre cortava bolas ao pontapés e quando o Fernando bazou parecia uma barata tonta.

 

É pá, há tantos factores que podem influenciar a estatística que não sei como eles avaliam as coisas.

AOs critérios têm de ser ajustados ao modelo de jogo, claro.

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Isto é tipo o filme Moneyball, né? O Nolito era melhor que o Gaitan porque fazia mais golos e assistências e isso.

 

 

Sim.

 

Interessante ou não, a noticia fala em beans and sausages.. O autor da teoria do Moneyball, Bill James, trabalhava como segurança numa empresa de pork and beans cannery.

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Não sei como é a realidade do basebol, mas o futebol é muito mais do que números e estatística. Basta ver a descridibilização colectiva quando aqui param os rankings da IFFHS (?) e sim, sei que não é a mesma coisa.

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