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wolfking

Volta à França 2015

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Também tem piada continuar a aparecer a diferença para o grupeto dos sprinters, Sagan e Gallopin.

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Segundo o Paulo Martins foi só impressão.

 

Parecia-me mesmo que ia passar mal caso houvesse mais 1km, no minimo. muito atrás, o que é estranho

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Que se façam homens e amanhã comecem logo a destruir o pelotão todo na Cruz de Ferro, só não digo logo na primeira montanha do dia porque há um espaço enorme entre o fim dessa e o começo da outra.

E na etapa a seguir a mesma coisa, atacar logo a corrida na Cruz de Ferro.

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As equipas guardaram tudo para as duas últimas etapas de montanha.

Não sei se o Froome estava a passar mal, mas anda sempre com aquela expressão que parece que vai a morrer e no momento a seguir está a atacar, ás vezes também abre um pouco de espaço, mas não me pareceu nada de grave, visto que ainda foi sprintar.

O Rogers e o Kreuziger ficaram demasiado cedo a pé, o ideal era quando o Contador atacasse, ter ajuda de um dos dois na subida, e outro na descida.

Editado por Novak

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Parecia-me mesmo que ia passar mal caso houvesse mais 1km, no minimo. muito atrás, o que é estranho

Também achei, mas nunca vamos saber. Amanhã promete.

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etapa:

1 Romain Bardet (Fra) AG2R La Mondiale 5:03:40

2 Pierre Rolland (Fra) Team Europcar 0:00:33

3 Winner Anacona (Col) Movistar Team 0:00:59

4 Bob Jungels (Lux) Trek Factory Racing

5 Jakob Fuglsang (Den) Astana Pro Team

6 Serge Pauwels (Bel) MTN - Qhubeka 0:01:01

7 Cyril Gautier (Fra) Team Europcar 0:01:50

8 Damiano Caruso (Ita) BMC Racing Team

9 Andrew Talansky (USA) Cannondale-Garmin Pro Cycling Team 0:01:55

10 Warren Barguil (Fra) Team Giant-Alpecin 0:03:02

 

 

GC:

1 Christopher Froome (GBr) Team Sky 74:13:31

2 Nairo Quintana (Col) Movistar Team 0:03:10

3 Alejandro Valverde (Spa) Movistar Team 0:04:09

4 Geraint Thomas (GBr) Team Sky 0:06:34

5 Alberto Contador (Spa) Tinkoff-Saxo 0:06:40

6 Robert Gesink (Ned) Team LottoNL-Jumbo 0:07:39

7 Vincenzo Nibali (Ita) Astana Pro Team 0:08:04

8 Mathias Frank (Swi) IAM Cycling 0:08:47

9 Bauke Mollema (Ned) Trek Factory Racing 0:12:06

10 Romain Bardet (Fra) AG2R La Mondiale 0:12:52

 

 

Montanha:

1 Joaquim Rodriguez (Spa) Team Katusha 68 pts

2 Romain Bardet (Fra) AG2R La Mondiale 68

3 Jakob Fuglsang (Den) Astana Pro Team 64

4 Christopher Froome (GBr) Team Sky 61

5 Serge Pauwels (Bel) MTN - Qhubeka 55

6 Richie Porte (Aus) Team Sky 40

7 Rafal Majka (Pol) Tinkoff-Saxo 34

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Já há algum tempo que eles estão a correr para o 2º e 3º. Mas a Movistar por vezes consegue ser mesmo banana. Em 2013, tiveram Froome isolado ao segundo dia nos Pirenéus e pareciam mais preocupados em distanciar o Contador do que a tentar incomadar o Froome.

 

Não concordo. Em comparação com os Big 4 fica sempre a perder, mas comparando com os restantes all-rounders é dos melhores trepadores mesmo em alta montanha. Não é por acaso que nunca baixou do top-5 na Vuelta e mesmo tendo aqueles dias miseráveis no Tour em que perde imenso tempo com furos e quedas, consegue fechar top-10 nas calmas. Peca por falhar várias vezes a nível tático, mas isso são outros quinhentos.

 

Mas é com o Big Four que o estou a comparar, pois são esses que em condições normais lutam pelo pódio. Se as contas forem ao top-10, pah, aí claro que é dos melhores, isso nem se discute. Mas a quantidade de ciclistas capazes de fazer um top-10 no Tour é grande.

 

acho que aqui o problema é que andam a falar de provas de 3 semanas e só se estão a limitar aos resultados no Tour.

O Valverde é ciclista para provas de 3 semanas, agora se é ciclista para apanhar 2 subidas de 1ª categoria mais 2 de categoria especial numa etapa isso já é diferente, mas isso são poucos os que conseguem aguentar.

 

Limito-me ao resultados do Tour porque é a competição onde sei, à partida, que quem lá está vai na sua máxima força, ou pelo menos com a intenção de dar o seu máximo. O Giro ainda se dá o desconto por ser na primeira metade da temporada, mas a Vuelta é uma manta de retalhos; entre gajos a tentar salvar uma má temporada, a voltar de lesões prolongadas, gregários a quem a liderança na Vuelta serve de rebuçado por terem andado a carregar os seus líderes nas outras corridas, ou qualquer outro motivo, poucos são os que lá chegam no máximo das suas capacidades ou façam da corrida o seu grande objetivo da temporada. Depois, claro, aparecem os Horners e os Cobos da vida a ganhar. Um gajo com a classe do Valverde, mesmo não estando no seu máximo, consegue sacar bons resultados lá sem grandes dificuldades.

 

O Tour é que acaba por ser a grande prova para se aferir a qualidade de um ciclista no que a GTs diz respeito. Estão lá os melhores, na melhor condição possível, fazendo da corrida o seu grande objetivo do ano.

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