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[FM'16] O Desafio dos Desafios com Eastbourne Boro em Inglaterra

Publicações recomendadas

Paulão :prayer: Rildozinho em potência.

 

E Props para o Kinsella claro

A ver se é desta que um avançado chega aos 30 golos/época :D

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2032/33: PREMIER LEAGUE PARTE I

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Bom dia, boa tarde, boa noite. Depois de umas curtas férias de FM, cá está o arranque de mais uma época. E esta começou da melhor maneira, pois pela primeira vez, entrámos na Premier League com uma vitória. Nesta primeira jornada onde recebemos o Burnley, apresentei uma equipa com cinco reforços no onze titular. Um deles, foi o avançado Paulão, que na sua estreia oficial, conseguiu nada mais nada menos, do que um hat-trick. O artilheiro não ficou por aqui. Voltou a fazer o gosto ao pé nas duas jornadas seguintes e fechou o primeiro mês com cinco golos em três jogos.

 

Paulão chegou aos quatro jogos consecutivos a marcar, mas depois da partida com o Derby, estagnou. E assim o nosso ataque sofreu com isso. Empatámos com o Aston Villa e perdemos com o Liverpool, dois jogos onde apenas o extremo Rodrigo conseguiu fazer golos. De qualquer maneira, após os dois primeiros meses de Premier League, estávamos no segundo lugar. Todos os clubes estavam a ter os seus tropeções.

 

Em Outubro, teremos que começar, mais uma vez, por falar de Paulão. Foi ele que marcou os três golos na vitória diante do Watford, recuperando assim, alguma confiança. Mas infelizmente, não fez mais nenhum golo neste mês. E este foi um mês com alguns dissabores. Ficámos em branco frente ao Swansea e ao Blackburn, mas este último resultado foi o mais escandaloso. Significou a segunda derrota do campeonato, e nunca poderíamos ter perdido este jogo, muito menos, da maneira que foi. De qualquer maneira, alcançámos uma vitória histórica quando recebemos o United, e que grande vitória. Royce foi o homem do jogo ao estar nos três golos marcados. Fez o segundo da sua contagem aos 82 minutos e deu-nos a vitória. Nesta altura, era o Arsenal que ia isolado na frente, e era a única equipa sem derrotas na competição.

 

Novembro começou com uma boa vitória frente ao Fulham, mas nem tudo foi um mar de rosas. Nesse jogo sofremos três lesões em jogadores importantes e ainda uma expulsão. Graças aos jogos de selecções, conseguimos, pelo menos, recuperar o médio Moreno para o jogo com o Arsenal e aí arrancámos um empate bastante saboroso. Os "Gunners" estavam a fazer finalmente um bom campeonato e vinham de sete vitórias consecutivas quando nos encontrámos. Tivemos sorte nesse empate a uma bola. Uma semana depois, novo empate, mas este já teve um sabor amargo, devido à classificação do Chesterfield.

 

E eis que chegámos a Dezembro, um mês para mais tarde recordar. Mais do que as cinco vitórias em seis jornadas, foi a forma como jogámos neste período. Os resultados obtidos acabaram por me dar a distinção de Treinador do Mês. Outro dado marcante, é que no jogo com o Everton atingi a marca dos 900 jogos na minha carreira. À parte de tudo isto, é de estranhar que apenas dois dos treze golos marcados neste mês tenham saído dos pés dos nossos avançados. Paulão perdeu toda a sua tesão e apenas facturou frente ao Leicester. Do Ring nem vale a pena falar. Tiveram que ser os nossos médios a resolver na maior parte das vezes, e até os nossos defesas.

 

Curiosamente, destaco o único jogo que não vencemos. O City estava no 1º lugar, um ponto à nossa frente, quando nos encontrámos. Era importante não perder, mas no final, merecíamos os três pontos. Na jornada seguinte, chegámos pela primeira vez à liderança isolada do campeonato, e depois da vitória por 2-0 frente ao Bournemouth, aumentámos a vantagem para três pontos.

 

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E se não me falha a memória, é a primeira vez que ocupamos o primeiro lugar da Premier League no momento de uma actualização. E isto só pode ser visto como evolução. De qualquer maneira, e como tinha referido na antevisão da época, seria preciso que os gigantes de Manchester fizessem uma má época para conseguirmos vencer o título. E é isso que está a acontecer.

 

Os dois clubes têm tido alguns tropeções pouco habituais, e nós estamos a saber aproveitá-los, de certa maneira. Reparem que o City já tem três derrotas consumadas a meio da temporada, as mesmas com que acabou a última época. O United está a três de chegar ao mesmo número de derrotas do último ano. E isto para não falar do Chelsea, que este ano apenas esteve durante uma semana dentro dos lugares europeus. Ou do Arsenal que parecia estar lançado para uma época gloriosa, mas que acabou por perder todo o gás. Por mim, podem continuar todos assim.

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2032/33: PREMIER LEAGUE PARTE II

Começando pelo mercado de Inverno, houve mexidas no nosso ataque. Adams saiu a custo zero e o grego Tsilianidis foi para o Sunderland a troco de 10.500.000€. Relembro que o comprámos por 11.000.000€ ao Manchester United, mas nunca o conseguimos valorizar. Fez apenas oito jogos no espaço de um ano no campeonato, onde marcou um golo. Curiosamente, apenas precisou de um jogo para facturar no Sunderland. Até ao final da época, fez 12 jogos, marcou 4 golos.

 

E se este provou ter sido um mau negócio, espero não me vir a arrepender por ter pago 22.000.000€ pelo polaco Adamczyk. O avançado veio reforçar o ataque depois das duas saídas. Jogava no Red Bull Salzburg onde já levava 16 golos em 18 jogos no campeonato. Nesta segunda metade da época não deu para ver muito da sua qualidade, mas parece um jovem promissor, isso parece.

 

 

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Janeiro foi curtinho e quase que repetíamos os resultados de Agosto, quando enfrentámos os mesmos adversários. Apenas falhámos ao empatar no terreno do Tottenham, jogo que tínhamos ganho em nossa casa. Apenas marcámos três golos neste mês e todos eles foram repartidos por três homens que foram fundamentais nesta época: Kapor, Paulão e Joyce. Curiosamente, três reforços que entraram para o plantel no inicio da temporada. Com isto, perdemos a vantagem que tínhamos e acabámos Janeiro em igualdade pontual com o United.

 

Em Fevereiro conseguimos manter a distância das derrotas, pois a última tinha acontecido em finais de Outubro, mas por outro lado, ganhar que é bom, era mentira. Somámos mais três empates e subimos assim para uma série consecutiva de cinco. Apenas o resultado com o Watford foi justo, pois massacrámos tanto o Aston Villa como o Liverpool. E apesar de termos derrotado o Derby por 3-0, num jogo onde José Silva brilhou, o Manchester United soube aproveitar a nossa perda de pontos, e começava a distanciar-se na frente da classificação. Nós já estávamos em terceiro quando o mês acabou.

 

Essa vitória diante do Derby parece ter sido um acidente de percurso. Em Março, mais três jornadas, mais três empates. Não importa de que forma começava o jogo, se começávamos a ganhar ou a perder, o jogo acabava empatado de qualquer maneira. Veja-se o jogo de Manchester onde fizemos uma grande exibição em Old Trafford. Aos 89 minutos chegámos ao 3-2 e quando parecia que nada ia evitar esta enorme vitória, a equipa da casa empata na última jogada do encontro. Contra o Fulham, um sentimento inverso, pois aqui éramos nós que íamos ser derrotados quando Paulão faz o 2-2 aos 85 minutos. De salientar que o Fulham ocupava a 19ª posição. Nunca perdemos o 3º lugar, mas acima de nós, o fosso era cada vez maior. United a 8 pontos e o City a 5. Aqui já somávamos 14 empates, nunca tínhamos empatado tanto.

 

Foi só em Abril que conseguimos sair do buraco que estávamos a cavar. Devem imaginar que nesta altura o nosso plantel já estava de rastos, principalmente os jogadores mais utilizados. Não fui obrigado, mas escolhi apresentar um onze sem Moreno nem Paulão, o nosso melhor marcador, para a recepção ao Arsenal, o 5º classificado. Ambos precisavam de descanso e só posso dizer que a equipa esteve perfeita dentro de campo, mesmo sem essas duas peças. Neste jogo, Joyce chegou à marca dos 15 golos/época, um extremo.

 

Ainda não tinha dito que o clube estava numa fase de mudanças na Direcção e foi nesta altura que demos as boas-vindas ao novo Presidente Justin Black. Mais motivados do que nunca, continuámos no caminho das vitórias com a ajuda de um ataque feroz. Infelizmente, algumas vezes a defesa não mostrava a mesma qualidade, o que nos custou alguns pontos. Foi o que aconteceu no final de Abril com mais dois empates somados. E o 2-2 com o Sunderland custou tanto a engolir. Isto porque ambas as equipas de Manchester perderam os seus jogos. Teríamos acabado o mês no 1º lugar, mas tínhamos mais um jogo realizado.

 

Estávamos um ponto atrás do United, mesmo com esse jogo a mais. Foi assim que entrámos para o último mês de competição, sendo que eles acabaram por vencer o jogo em atraso. Os 4 pontos de desvantagem que tínhamos não deixaram que esta recta final fosse mais emocionante, pois quando entrámos em campo com o Leicester, na penúltima jornada, o título já estava entregue. A recepção ao Manchester City, o 3º classificado, foi apenas para cumprir calendário, mas fiquei bastante satisfeito por a equipa ter mostrado garra.

 

Lembram-se do reforço de Inverno apresentado no inicio da actualização? Apenas fez o seu primeiro golo no campeonato aos 11 minutos do jogo com o City, nesta última jornada. O polaco não desperdiçou a oportunidade num jogo onde foi titular e consumou o hat-trick, fechando a época da melhor maneira.

 

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Volto a lembrar que tínhamos sido apontados a um 6º lugar no inicio da época. Apesar de nas épocas anteriores termos ficado em terceiro, a distância para quem estava acima de nós sempre foi enorme. Este ano não foi assim, e acho que posso dizer que podíamos ter sido facilmente campeões. Num ano onde nunca perdemos com os dois gigantes de Manchester, vi a equipa perder pontos de uma forma ridícula às vezes. Derrotas, apenas duas. Com o Liverpool e com o Blackburn. O grande problema foi o número de empates. Alguns tiveram sabor a vitória, mas muitos, um sabor amargo.

 

De ano para ano, temos vindo a marcar mais golos, e aqui chegámos aos 75 tentos, muito acima dos 44 golos que marcámos na primeira época. O West Brom foi a equipa a quem mais marcámos (7 golos). Ao campeão United marcámos seis. Por outro lado, já tivemos uma defesa menos batida, mas não se pode ter tudo. Pelo menos, para já. Chesterfield e Manchester United foram as equipas que mais nos marcaram, cinco golos cada um.

 

O Liverpool foi uma das surpresas da competição ao acabar nos lugares europeus. É estranho, mas a última vez que isso tinha acontecido estávamos em 2025/26. Foram apontados ao 12º lugar. O Blackburn também foi uma boa surpresa depois de terem sido apontados ao último lugar. Este ano tivemos o regresso à competição de duas equipas que já prometeram muito no passado, Bournemouth e Chesterfield. Estes dois emblemas já tiveram bastante potencial, mas este ano, não tiveram uma época muito tranquila.

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Campeão absoluto em empates :D

E à pala deles não fomos campeões! :cadeirada:

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2032/33: TAÇAS E LIGA DOS CAMPEÕES

LIGA DOS CAMPEÕES

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Estivemos presentes em mais uma edição da Champions, mas desta vez, não atingimos os oitavos-de-final. Teoricamente, este grupo era mais fácil do que o do ano passado, onde passámos em segundo com 9 pontos. É engraçado que, se formos a ver, quase que fazíamos os mesmos resultados desse grupo, apenas falhámos quando fomos derrotados pelo Lyon, caso contrário, teríamos chegado à próxima fase.

 

O nosso jogo de abertura foi com o Bayern e aí vencíamos por 2-0 ao intervalo. Se a memória não me falha, aconteceu o mesmo com o Real Madrid na época passada. Em Sevilha fomos espezinhados e em Lyon, sofremos os dois golos em cima do minuto 90. Foi aqui que perdemos o comboio para a fase seguinte da competição. Mas quando recebemos os franceses, demos show. A vitória ainda foi mais saborosa, visto que ficámos a jogar com 10 desde o minuto 4. Apesar disso, dominámos o jogo inteiro com posse de bola acima dos 60%. A derrota em Munique é normal, apesar de aqui também termos sofrido o golo muito perto do final. Dissemos adeus à Liga dos Campeões com uma vitória frente ao Sevilha, num jogo onde se discutia a presença na Liga Europa. Estivemos exemplares.

 

Já afastados da competição, tenho de falar de Portugal que esteve bastante bem representado. Benfica, FC Porto e Sporting chegaram aos quartos-de-final, sendo que estes dois últimos tiveram que medir forças para ver quem seguia em frente. O Benfica ficou-se pelas meias, e o Sporting foi até à final, pela primeira vez na sua história. Diante do Real Madrid, os "Leões" fizeram um grande jogo. Ao intervalo venciam por 2-0, mas os "Merengues" consumaram o empate nos últimos 20 minutos do encontro. Já no prolongamento, o Sporting foi a equipa mais feliz, fazendo dois golos nos últimos instantes. Momento histórico.

 

LIGA EUROPA

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Depois de não termos cumprido na Champions, seguimos para a Liga Europa. Primeiro tivemos os turcos do Galatasary pela frente. Jogámos a primeira mão no seu estádio e podíamos ter levado uma vitória para Inglaterra. Eles fizeram o empate aos 88 minutos. Na segunda mão, mostrámos uma eficácia pouco vulgar. Em menos de 20 minutos já vencíamos por 3-0 e a coisa ficou mais do que resolvida.

 

Fomos para os oitavos, e era o Tottenham quem se seguia, o conhecido Tottenham. Também aqui, jogámos a primeira mão no estádio do adversário, mas as coisas não correram tão bem. Para além de não termos marcado, ainda sofremos. Perdemos injustamente, e o empate na segunda mão, ainda foi mais injusto. O Tottenham não fez nada e limitou-se a defender. Nós precisámos dos golos que marcámos ao Galatasary, sem necessidade.

 

Esta competição tem tido boas equipas na final, equipas dignas da Liga dos Campeões. Nos últimos três anos, o Chelsea venceu duas vezes na final, e a Juventus uma. Este ano foi a vez do Barcelona que teve pela frente o Udinese.

 

TAÇA DE INGLATERRA

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Foi um ano histórico para nós, no que diz respeito à Taça de Inglaterra. Nunca tínhamos chegado tão longe. E não se pode dizer que tenhamos tido sorte nos sorteios. Derrotámos aqui equipas que nos tinham derrotado noutras competições. O Liverpool foi uma das duas equipas que nos venceu no campeonato. E como viram em cima, o Tottenham afastou-nos da Liga Europa.

 

Mas a verdade é que a equipa esteve sempre muito motivada nestes jogos, e as coisas foram correndo bem, até que encontrámos o Chesterfiled na meia-final, equipa que terminou o campeonato no 16º lugar. O Chesterfield tem um avançado português que saiu das escolas do Sporting há muitos anos. Chama-se Paulo Crespo. Este Crespo, neste ano, mostrou uma forte aptidão para marcar golos nas Taças. Reparem que ele acabou a época com 26 golos, mas apenas 8 foram no campeonato. Tudo isto para dizer que em menos de 10 minutos, já ele tinha bisado. Foi uma péssima entrada em campo, e ao intervalo já perdíamos por três. Talvez tenhamos mostrado confiança a mais, mas o guarda-redes deles também não ajudou. Foi o homem do jogo depois de jogar a 9.3. A única coisa positiva que retirámos daqui, foi o facto de Paulão ter chegado aos 30 golos nesta época.

 

Bem, eles lá foram à final, onde encontraram o City. Infelizmente, foram derrotados por 2-1, num jogo onde o City esteve melhor.

 

CAPITAL ONE CUP

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Por fim, a Capital One Cup. Pelo segundo ano consecutivo alcançámos a final, e pelo segundo ano, voltámos a vencê-la. A coisa não prometia quando tivemos que receber o Chelsea logo na nossa estreia, mas afinal não havia razão para termos receio. Bom jogo onde Ring foi herói.

 

De resto, a nossa caminhada até à final foi deveras tranquila. Tivemos a sorte de jogar sempre em casa, o que ajuda um bocado, mas fizemos sempre por merecer a vitória dentro de campo. Curiosamente, apanhámos a mesma equipa nas duas meias-finais das taças, o Chesterfield. A diferença é que aqui, ela joga-se a duas mãos, e nós resolvemos praticamente as coisas logo no nosso estádio. Mas não nos livrámos do susto quando fomos a casa deles. Lembram-se do avançado Crespo? Aqui fez um hat-trick em menos de meia-hora, o que empatou a eliminatória. Paulão foi quem deu o golpe de misericórdia reduzindo para 3-2, ainda na primeira parte e aguentámos. Mas não jogámos nada, ainda assim, estávamos na final.

 

Este ano, esta competição correu-nos de feição. Sabem porque não apanhámos equipas grandes pelo caminho? Porque foram caindo aos pés de equipas mais fracas, desde muito cedo. Na eliminatória onde afastámos o Chelsea, Manchester City e Tottenham também ficaram por lá. Nos quartos-de-final cairam o Arsenal e o United e pronto, tínhamos a vida facilitada. O West Brom não deu luta em Wembley. Aos 30 minutos ganhávamos por 3-0. Fácil.

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2032/33: ESTATÍSTICAS DA ÉPOCA

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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Budimir dividiu a titularidade na baliza com Nichols e fez uma boa época. No campeonato fez 18 jogos apenas, mas conseguiu manter a baliza inviolável em 11 deles. Por outro lado, o Nichols, jogou os restantes 20 jogos e sofreu 28 golos, ficando sem sofrer qualquer golo em apenas cinco jornadas. Quero manter ambos os guarda-redes no plantel.

 

Na defesa, os nossos três centrais mais utilizados estiveram mais ou menos ao mesmo nível. Consegui gerir bem a titularidade de cada um, oferecendo quase os mesmos minutos a todos eles, tendo em conta os bons momentos que atravessavam. Mas nesta defesa, todo o destaque vai para o lateral direito Osborn que fez uma época de sonho. Bateu o recorde do clube com a sua classificação final. Foi considerado o jogador da época para os adeptos. Na esquerda estreou-se o internacional inglês Robinson, que com esta época, deve ter deixado o Tottenham arrependido pela sua venda.

 

No meio-campo, Moreno destaca-se pelo número de jogos realizados. No campeonato apenas falhou uma jornada, e foi para descansar. Este ano não se destacou tanto em termos de golos e assistências porque jogou numa posição mais recuada do terreno, mas jogue onde jogar, a sua influência é determinante. Como Nº10, este ano lancei um jovem de 18 anos contratado há duas épocas. Kapor esteve brilhante tendo recebido vários prémios ao longo do ano. Perdi a conta à quantidade de propostas que fizeram por ele durante a época. Tive que meter isto a recusar automaticamente. Todas as semanas chegavam propostas, todas para o levarem por empréstimo.

 

Quem também merece ser destacado, são os nossos extremos. Joyce foi um dos homens da época ao contribuir com 18 golos e 10 assistências. Tanto jogou a Nº10 como Kapor, como no lado direito. Mas no lado direito teve a concorrência de Rodrigo que atingiu aqui os melhores números da sua carreira e agora está a ser perseguido pelo Barcelona. Na esquerda assistimos ao ano de estreia do jovem José Silva, o nosso melhor assistente. Atenção que daquelas 17 assistências, apenas 8 foram feitas no campeonato.

 

Depois de quatro temporadas ao nosso serviço, Ring está na lista de transferências. Tudo graças à chegada de Paulão. Já não me lembro da última vez que um avançado nosso passou da marca dos 30 golos. Talvez tenha sido no tempo de Tony Lee e Clark. No campeonato, Paulão marcou 21 golos, acabando por ser o 5º melhor marcador da competição. Não fossem as quebras de rendimento que o brasileiro mostrou e podia ter chegado ainda mais longe. Quanto a Adamczyk, não houve muitas oportunidades para mostrar serviço, mas o seu último jogo, onde fez um hat-trick contra o Manchester City, deixou-me com água na boca para a próxima temporada.

 

Quanto a prémios, temos três jogadores na Equipa do Ano. São eles o lateral esquerdo Robinson, o extremo Joyce e o jovem Kapor. Kapor foi ainda considerado o melhor jogador jovem do campeonato.

 

FINANÇAS

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As nossas finanças estavam neste estado quando chegámos a 1 de Julho. No ano passado, por esta altura tínhamos cerca de 115 milhões, mas temos que ter em conta uma coisa. Assim que esta época acabou, a Direcção resolveu avançar para expansão do nosso estádio em cerca de 13.000 lugares. É verdade, ainda cheira a novo e já vai levar com obras. Isto porque a afluência dos adeptos é cada vez maior. Isto tudo para dizer que estas obras irão custar cerca de 44.000.000€ e graças à excelente saúde financeira do clube, foi logo tudo pago, sem recurso a empréstimos. Vamos jogar a próxima época num estádio emprestado e depois regressaremos a casa.

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Quando olhei para o calendário disse " Que segunda volta fantástica". Depois é que me apercebi que nos primeiros 10 jogos empataste 8... :mrgreen: No cômputo geral acho que foi uma boa época coroada com o título na Capital One Cup. Confesso que também esperava uma presença na final da taça de Inglaterra...levar sabão do Chesterfield não deve ter sido fácil :mrgreen:

 

Paulão! :prayer: 31 golos na primeira época é obra

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Quando olhei para o calendário disse " Que segunda volta fantástica". Depois é que me apercebi que nos primeiros 10 jogos empataste 8... :mrgreen: No cômputo geral acho que foi uma boa época coroada com o título na Capital One Cup. Confesso que também esperava uma presença na final da taça de Inglaterra...levar sabão do Chesterfield não deve ter sido fácil :mrgreen:

 

Paulão! :prayer: 31 golos na primeira época é obra

E estava a ver que também iam estragar a Capital One Cup. Paulão, próxima época é para chegar aos 40 :D

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ÉPOCA 2033/34: PARTE I

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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Seguindo a tendência dos últimos anos, este foi o ano onde mais gastámos no mercado. Foram quase 148.000.000€ em oito jogadores. Dos oito reforços, quatro nasceram no Reino Unido. Este também foi um mercado onde investi em malta jovem, pois tenho-me visto à rasca quando chega a altura da inscrição na Liga dos Campeões. Como sabem, eles pedem que inscreva-mos quatro jogadores formados no clube, coisa que nós não temos no plantel principal. Por isso, há cerca de dois anos para cá, tenho contratado miúdos com 16/17 anos e com potencial. E esse potencial paga-se a peso de ouro. Encontrei jogadores que nem 18 anos tinham e os clubes já pediam quase 50.000.000€ por eles. Ainda não tive coragem para pagar isso por um rapaz ainda sem barba, mas perdi a cabeça e paguei quase 60.000.000€ por Henry de 20 anos. De todos os reforços, dois poderão entrar para a equipa titular: o guarda-redes Adam Lewis e o extremo Frutos.

 

Nas saídas, destaca-se a ida do brasileiro Rodrigo para o Barcelona a troco de 68.000.000€. O Barça bateu a cláusula e levou-o. Fui buscar o Frutos para o seu lugar, por isso acho que foram dois bons negócios, pois este Frutos vai dar que falar e foi muito mais barato. E como podem ver, Ring rumou ao Galatasary por 8.000.000€, foi o melhor que consegui arranjar.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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Está fechado o plantel para a próxima temporada. Na baliza temos uma cara nova com qualidade para ser titular. O Adam Lewis deverá lutar pelo lugar juntamente com Nichols, dois ingleses, enquanto Budimir passará para segundo plano. A linha defensiva irá manter-se a mesma com Osborn na direita, Robinson na esquerda, Phillips e Paine no centro. Esta é a melhor defesa deste plantel, mas os outros jogadores terão as suas oportunidades em jogos mais acessíveis.

 

Moreno será a grande referência do meio-campo, mas como repararam, contratei o Micah Henry por quase 60.000.000€. Não sei se será possível jogar com estes dois homens ao mesmo tempo. Em principio deverão rodar entre si, ao lado do já conhecido Clarke. A Nº10 voltarei a contar com Kapor, o sérvio que ganhou o lugar no último ano, fazendo uma grande época. Nos flancos, com a saída de Rodrigo para o Barcelona, tive que reforçar o lado direito, e acho que encontrei o jogador ideal. Frutos era um amor antigo. Já tinha feito uma proposta por ele no passado, mas na altura não quis vir para o clube. Ele e Joyce irão rasgar tudo nesse lado direito, enquanto que no lado oposto, José Silva será a melhor opção.

 

No ataque, Paulão dispensa apresentações. Deverá levar vantagem na luta pelo lugar, mas o Adamczyk deixou uma boa imagem no último jogo da época passada. O que se mostrar mais eficaz, ficará com o lugar. Contratei o Danny Young para terceira opção. Como podem perceber, não vai ser um onze muito diferente do último ano. Apenas o guarda-redes e o flanco direito deverão ter caras novas. Acho que estivemos bem na última época, e com um pouquinho mais de sorte, temos equipa para sermos finalmente campeões.

 

PREMIER LEAGUE

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Os primeiros dois meses de competição foram fantásticos, a meu ver. Na jornada inaugural, abrimos com um 4-0 frente ao Watford, onde Paulão e o reforço Frutos bisaram. Até final de Setembro jogaram-se sete jornadas, e mesmo depois de termos jogado contra o City, no seu estádio (ganhámos 2-1) e contra o Arsenal, em casa (0-0), éramos a única equipa que não tinha qualquer derrota. Para além disto, estávamos de pé quente, como nunca tínhamos estado. Éramos o melhor ataque da prova com 18 golos marcados, nestas sete jornadas. Paulão estava a ser a minha aposta na frente. Em cinco presenças, o avançado já tinha facturado sete golos. Adamczyk apenas foi titular em dois jogos e foi num desses jogos que fez algo que há muitos anos eu não via. O avançado polaco marcou quatro golos na vitória frente ao Blackburn por 5-1, e ainda fez uma assistência. Tony Lee tinha sido o meu primeiro e único jogador a conseguir um poker, estávamos na época de 2017/18. Depois voltou a fazê-lo em 2020/21, mas nunca mais aconteceu. Como o tempo passa.

 

Chegámos a Outubro e abrimos o mês com mais uma grande vitória, diria até, uma vitória histórica. Recebemos o Chelsea e vencemos por 4-0. Que exibição! O nosso guarda-redes nem fez uma defesa. Em Outubro, em quatro jornadas realizadas, marcámos 12 golos, o que provava que isto não estava a ser uma obra do acaso. Basta referir que foi no jogo com o Chelsea, que Paulão atingiu a marca dos 10 golos/época, algo que só lá para o Natal é que costumava ter um jogador a chegar a esta marca. Neste mês apenas tivemos um pequeno deslize que foi empatar com o Nottm Forest a uma bola. De referir que também vencemos o Sunderland por 4-1, quando eles ocupavam o 4º lugar. Nesta altura ainda éramos a única equipa sem qualquer derrota e já estávamos isolados na frente da classificação. Tínhamos três pontos de vantagem em relação ao United e seis, em relação ao Arsenal, 3º classificado. Éramos donos tanto da melhor defesa (6 golos sofridos), como do melhor ataque (30 golos marcados).

 

A primeira derrota no campeonato apenas chegou em Novembro quando visitámos o Tottenham e perdemos por uma bola. Não jogámos nada nesse jogo, o que é estranho, pois vínhamos de mais uma brilhante vitória, na jornada anterior, quando recebemos o Manchester United. Esse era um jogo importante tendo em conta a classificação das duas equipas, e os jogadores não me deixaram ficar mal. Paulão assinou mais um hat-trick e vencíamos por 4-1 ao intervalo. Eles não conseguiram mais nada para além de reduzirem para 4-2. No final do mês, com 14 jornadas disputadas, tínhamos 5 pontos de vantagem em relação aos "Red Devils".

 

Essa derrota com o Tottenham, foi a única na primeira volta, pois em Dezembro, estivemos impecáveis. Em seis jogos, cinco vitórias consecutivas e terminámos o ano com um empate, em nossa casa, diante do City (1-1). Pelo caminho vencemos equipas bem classificadas como o West Brom ou o Leicester, mas também tivemos a nossa quota parte de jogos acessíveis, como foi o caso do Liverpool (LOL). Já agora, vale a pena olhar para o nosso registo frente ao Liverpool, até este momento. Em 15 jogos realizados, vencemos oito, apenas perdemos três. Nesta fase continuávamos com um ataque bastante eficaz. Apenas acabámos dois jogos em branco nesta primeira metade do campeonato. No empate inicial com o Arsenal, e na derrota com o Tottenham. Paulão, à 19ª jornada, já tinha facturado 20 golos em todas as competições. Com estes resultados, esperava poder aumentar a vantagem em relação ao United, mas a verdade é que eles estiveram ao nosso nível. A distância mantinha-se nos 5 pontos.

 

O mês seguinte foi uma fotocopia do anterior. Ou seja, conseguimos uma série de vitórias consecutivas, e acabámos com um empate. Se bem que este empate já teve um sabor mais amargo. O ponto alto de Janeiro foi quando derrotámos o Arsenal, no seu estádio, por 2-0. Não foi uma partida dominada por nós, mas mostrámos mais eficácia do que a equipa da casa. Mas este mês teve outra coisa interessante. Voltámos a golear equipas que já tínhamos goleado na primeira volta. Tínhamos derrotado o Watford por 4-0, aqui vencemos por 4-1. No caso do Blackburn, tínhamos vencido por 5-1 e aqui chegámos aos 5-0. Com o Chesterfield repetimos o 3-0 de Agosto. Foi mais um mês recheado de golos e com 25 jornadas disputadas, já tínhamos mais de 60 golos marcados. Chegámos também a ter 7 pontos de vantagem em relação ao Manchester United, mas este último empate com o Aston Villa fez essa distância encurtar para cinco.

 

Relativamente ao mercado que, como sabem, esteve aberto nesta altura, houve algumas mexidas, mas apenas saidas. Saíram dois médios, que poucas ou nenhumas oportunidades tinham tido até ao momento. Keene rumou ao Derby por 500.000€, enquanto Beck, que estava a cumprir a sua 6ª época aqui, foi para o Burnley por 2.000.000€.

 

Os dois meses seguintes foram bastante curtos no que toca à Premier Leaague. Em Fevereiro e Março apenas realizámos seis jornadas. Neste período somámos quatro vitórias e dois empates. Um dos empates foi diante do Chelsea (2-2), equipa com maior capacidade para nos travar. Tivemos a vencer por duas vezes neste encontro em Stamford Bridge, mas a coisa acabou em igualdade. Depois desta partida, o Manchester ficou apenas a três pontos de nós. E a coisa manteve-se assim, apesar das nossas vitórias consecutivas. Tínhamos os melhores números da competição, mas o United lá ia vencendo.

 

Em Abril, o nosso calendário voltou a ficar preenchido com jogos atrás de jogos. Estávamos na luta pelo titulo, e a equipa nunca tinha estado em tão boas condições de o vencer. Talvez por isso, tenha acusado um pouco a pressão, e neste mês acabámos com alguns empates desnecessários. Conseguimos uma grande vitória contra o Tottenham (1-0) mas fomos derrotados em Old Trafford, onde em caso de vitória, seríamos campeões. Perdemos por 2-1 e não nos podemos queixar, pois não jogámos nada. Estávamos na 35ª jornada. O United também estava a ter os seus problemas, porque apesar de termos vencido apenas dois jogos em seis, não nos conseguiram ultrapassar.

 

Nesta recta final aconteceu algo que acho inadmissível. Quando cumprimos a 37ª jornada, o Manchester United, 2º classificado, apenas estava com 35 jogos realizados. Nesta altura, tínhamos 9 pontos de vantagem. Isto quer dizer que fomos campeões no conforto do nosso sofá, pois o Manchester apenas venceu uma das últimas três jornadas. Quando fechámos o campeonato na visita ao Leicester, onde vencemos por 2-0, já tínhamos o título garantido.

 

Pela primeira vez, vencemos o maior campeonato a nível de clubes. Apesar de ter sido a primeira vez, não foi assim uma surpresa tão grande, pelo menos para mim, que fui vendo o que a equipa ia realizando. Basta dizer que agarrámos a liderança à 10ª jornada e nunca mais a largámos.

 

Melhor ataque, melhor defesa, palavras para quê? Duas derrotas apenas, quando jogámos fora contra United e Tottenham. 85 golos marcados, um dos melhores ataques das últimas épocas. O Blackburn foi quem mais sofreu (10 golos). Os 24 golos que sofremos também são de salientar. Quem mais nos marcou foi o United (4 golos).

 

A nível geral, não houve assim grandes surpresas nesta edição da Premier League. A maior talvez tenha sido a chegada do West Brom às competições europeias. De resto, confesso que tinha enormes esperanças de ver o Liverpool descer de divisão. Não tenho nada contra eles, mas acho que seria engraçado. Foram apontados ao 7º lugar, mas passaram a segunda volta inteira naquela posição.

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Estas a tornar-te o Wenger do Eastbourne Boro :mrgreen:

Finalmente campeão, mas já era algo que tu esperavas mais ano menos ano. Acabar a Premier League com apenas duas derrotas é fantástico.

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Estas a tornar-te o Wenger do Eastbourne Boro :mrgreen:

Finalmente campeão, mas já era algo que tu esperavas mais ano menos ano. Acabar a Premier League com apenas duas derrotas é fantástico.

O Wenger com a diferença que já vou ganhando títulos, por isso sou mais um Ferguson. E sim, depois do último ano, sabia que se não fosse neste ano, era no próximo. Por isso nem foi preciso mexer muito na equipa ;)

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ÉPOCA 2033/34: PARTE II

CAPITAL ONE CUP E TAÇA DE INGLATERRA

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Nas taças internas, não alcançámos o mesmo sucesso das épocas anteriores. Pior ainda, fomos eliminados pelo Manchester United nas duas competições. Na Capital One Cup, onde éramos os detentores do troféu, nem tivemos tempo para aquecer. Em Setembro já tínhamos dito adeus ao troféu.

 

Na Taça de Inglaterra sempre conseguimos avançar uns degraus, até que chegámos aos quartos-de-final e voltámos a encontrar o United pela frente. Desta vez, jogámos em casa, mas repetimos mais uma exibição pálida. Mas aqui tivemos uma condicionante que me deixou bastante furioso. Este jogo teve lugar numa altura de jogos entre selecções, e como devem imaginar, hoje em dia já temos vários jogadores ao serviço dos seus países. Tive que recorrer aos sub-18 para poder montar uma equipa. O Manchester United também sofreu com o mesmo problema, mas os jogadores que eles têm nas reservas, têm qualidade para ser titulares na nossa equipa. Em caso de passagem, teríamos ficado com boas hipóteses de ir até à final e vencer, pois a única boa equipa ainda em competição era o Arsenal.

 

O mesmo Arsenal acabou por ser afastado pelo Manchester United na fase seguinte, e assim, o United teve encontro marcado com o Sheff Wed na final. Vitória fácil por 3-1 para os "Red Devils". Um pouco mais de trabalho teve o City para derrotar o Ipswich na final da Capital One Cup. Acabaram por vencer por 1-0 com um golo já no prolongamento. Curiosamente, foi este Ipswich que eliminou o United nos oitavos da competição.

 

LIGA DOS CAMPEÕES

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O nosso grupo da Champions não era coisa fácil. Tínhamos o Barcelona, que é sempre o Barcelona, tínhamos o Sporting, equipa detentora do troféu, e o CSKA, a equipa mais acessível do grupo, mas ainda assim, com qualidade. Agora tenho que vos dizer uma coisa que me passou ao lado. Cristiano Ronaldo é treinador do Sporting desde 2028, já lá vão uns aninhos, e até está a ter sucesso. Os "Leões" têm uma excelente equipa e esta época voltaram a ser fortes candidatos ao título.

 

Eles foram a equipa mais forte deste grupo, sem qualquer duvida. No que nos diz respeito, não tivemos qualquer hipótese. Já não sentia tantas dificuldades para vencer uma equipa há muito tempo. O Barcelona, por outro lado e para grande surpresa minha, foi o nosso bobo da corte. Dos 13 golos que sofreram neste grupo, sete foram marcados por nós. Contra eles conseguimos uma das maiores vitórias da época: 5-1 em nossa casa. De resto, apenas não gostei de ter perdido quando fomos a Moscovo (0-1). Dominámos completamente o jogo, eles marcaram de penalti. Esses três pontos podiam ter feito falta.

 

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Passar em segundo neste grupo nem foi mau de todo. Desde logo, conseguimos evitar equipas como Real Madrid, Juventus ou Inter. Depois no nosso sorteio, tivemos a maior sorte possível, pois saiu-nos a equipa mais acessível do pote, o Standard. Vencemos a eliminatória por 8-0, foi dos desafios mais fáceis que já tivemos pela frente. Bem mais complicado, foram os quartos de final quando medimos forças com o PSG. Tenho que salientar a sorte que tivemos quando jogámos em Paris. Merecíamos ter sido goleados depois do massacre que sofremos. 0-1 deixou tudo em aberto, mas confesso que não tinha muitas esperanças. Já em nossa casa, depois de uma primeira parte um pouco morna, onde soubemos aguentar todas as tentativas dos franceses, fizemos uma segunda parte muito boa, empatámos, e assim continuámos no prolongamento, onde chegámos ao 2-0, bis de Paulão.

 

Estávamos nas meias, e a partir daqui, tudo era possível. Rezei para fugirmos ao Real no sorteio desta fase, e assim foi. O Shakhtar era uma equipa mais à nossa medida. Podíamos ter conseguido, e fizemos por isso, uma vantagem superior àquela que levámos para a Ucrania, mas o 2-1 mostrou-se suficiente após um jogo bastante difícil em casa deles. Nesta altura, já sabíamos que íamos estar na final, mas ainda não conhecíamos o nosso adversário. Leverkusen ou Real Madrid. Como é óbvio, a minha aposta ia para o Real, equipa que tinha vencido por 1-0 na primeira mão. Mas para surpresa de todos, o Leverkusen estragou os planos aos "Merengues", comprando também o seu bilhete para a grande final, em Amsterdão.

 

Estava tudo em pulgas para este grande jogo, o maior da história deste clube. Era o último jogo da época e a equipa vinha da conquista recente da Premier League. Podia ser a época perfeita. Com a melhor equipa possível, fomos ao ataque e saímos vencedores. Grande exibição, muito bem conseguida, onde se destacou o extremo José Silva, autor de dois golos. Informo que este jovem apenas tinha marcado um golo em toda a época, em mais de 30 jogos, e só aqui nesta final, marcou dois. Joyce também esteve em evidência ao fazer as três assistências. Não sei como é que o Leverkusen chegou a esta final, mas aqui não fizeram nada. Apenas reduziram para 2-1 através de uma grande penalidade e pouco mais do que isso. O 3-1 aos 70 minutos matou o jogo. Somos campeões europeus.

 

ESTATÍSTICAS

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Depois de uma grande época destas, haverá muita gente para distinguir. Na nossa defesa correu tudo dentro do esperado. Rodei constantemente Nichols e Lewis na baliza e Budimir apenas fez aquele jogo na Taça de Inglaterra contra o United, quando não tinha jogadores disponíveis. A linha defensiva foi a mesma do ano passado, sem tirar nem por. Osborn na direita e Robinson na esquerda. Destaque para o Osborn, que pelo segundo ano consecutivo, bateu o recorde com a sua classificação média. São dois anos a acabar acima de 8.00. Foi o nosso melhor jogador nesse aspecto. Fez 15 assistências, 11 no campeonato. No centro, fui rodando entre os três melhores centrais.

 

O meu trio preferido no meio-campo e o mais utilizado, foi composto por Clarke e Moreno atrás, e Kapor a Nº10. Mas mais tarde resolvi ir dando oportunidades tanto a Dude como a Henry, e devo dizer que fiquei com água na boca. Quem me dera que pudessem jogar todos ao mesmo tempo. Qualidade e opções não me falta neste meio-campo. Kapor, 19 anos, já leva mais de 80 jogos oficiais com a nossa camisola, e já chamou a atenção do Barcelona. Quero mantê-lo a todo o custo. Este não tem nenhuma cláusula.

 

Nos flancos, os minutos foram bem divididos pelas quatro opções, mas como se percebe, mais uma vez o lado direito foi bem mais decisivo. Grande época de Joyce. 19 assistências e 13 golos. Pode parecer mentira, mas o extremo inglês fez mais assistências na Champions (10 em 11 jogos), do que no campeonato (9 em 32 jogos). Frutos veio para fazer esquecer o Rodrigo e acho que conseguiu. Marcou 11 golos no seu primeiro ano de Premier League. Destaco também José Silva, o herói de Amsterdão ao marcar dois golos na final da Liga dos Campeões.

 

Na frente, Paulão melhorou em relação ao último ano, tendo em conta que fez menos jogos e marcou mais vezes, mas confesso que esperava mais, depois do arranque que o avançado protagonizou. Infelizmente, teve uma grande quebra de rendimento no último terço do campeonato, porque se tivesse mantido o mesmo ritmo, teria chegado aos 50 golos a brincar. 50 golos marcou ele, juntamente com Adamczyk. Eu sabia que o polaco se ia mostrar esta época. Dei-lhe oportunidades e ele soube aproveitar. O ponto alto da sua época foi quando marcou quatro golos ao Blackburn no inicio do campeonato. Desde Tony Lee que isso não acontecia.

 

Como seria de esperar, uma época destas trouxe vários prémios e distinções para o clube. Na Equipa do Ano, entraram quatro dos nossos jogadores: o central Phillips, os médios Moreno e Kapor, e o avançado Paulão. Kapor recebeu ainda o prémio de Jovem do Ano, pelo segundo ano consecutivo. E eu, pela segunda vez em quatro anos, fui o melhor treinador da competição.

 

FINANÇAS

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Com dois títulos conquistados, esperava uma melhoria nas nossas finanças. O clube já chegou àquela fase em que para acabar um ano com lucro, tem de fazer boas campanhas nas competições mais prestigiadas, pois os salários dos jogadores já são bastante elevados. Assim sendo, em relação ao mesmo período do ano passado, onde acabámos a época com cerca de 72.000.000€, este ano terminámos com um saldo de 106.000.000€.

 

O clube facturou cerca de 444.000.000€ neste ano. Em despesas, gastámos cerca de 437.000.000€.

 

 

PRIMEIRO TÓPICO ACTUALIZADO

CINCO OBJECTIVOS ATINGIDOS EM 2033/34

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ÉPOCA 2034/35 - APRESENTAÇÃO DA ÉPOCA

Antes de outra coisa, queria deixar aqui duas notinhas. Uma referente ao nosso estádio, que como sabem, passou o último ano a ser aumentado. Essas obras terminaram, e esta época já vamos jogar em nossa casa. Se fomos campeões ingleses e europeus numa casa emprestada, imaginem o que podemos fazer agora. Para quem já não se lembra, o Estádio Stone tem agora uma lotação de 38.995 lugares.

 

CARREIRA DE DASILVA NO CLUBE

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O outro assunto chama-se Dasilva. Sabem quem é? Lembram-se dele? Dasilva chegou ao clube pela minha mão em 2022/23, a custo zero. Tinha sido dispensado pelo Blackburn. Ganhou a titularidade na nossa defesa e nunca mais a largou, pelo menos até há pouco tempo. Chegou a ser o nosso jogador mais valioso. Ainda me lembro de ele estar avaliado em 8.000.000€, quando os seus colegas nem valiam um. Pois bem, Dasilva colocou um ponto final na sua carreira aos 35 anos, 11 anos depois de ter chegado aqui. Neste último ano já não jogou com a equipa principal, mas não o queria dispensar. Esteve emprestado ao Rotherham onde ainda fez 17 jogos.

 

Dasilva vai para o Quadro de Honra na primeira página. Fez 380 jogos oficiais connosco, marcou 9 golos e fez 61 assistências. Ganhou dois títulos: Um Championship em 2028 e uma Capital One Cup em 2032. Foi daqueles jogadores que era considerado o melhor em campo, mesmo quando perdíamos. Obrigado!

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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O mercado deste ano foi muito diferente do do ano passado. Gastámos "apenas" 60.000.000€ (tínhamos gasto perto de 140.000.000€), mas também não fizemos nenhuma venda (tínhamos recebido 78.000.000€). Contratei cinco reforços, sendo que apenas três deles vão entrar no plantel principal (Deen, Campbell e Morales), mas nenhum deles irá ser titular, pelo menos para já. Excepto o Morales, mas isso é um caso à parte.

 

Gastei mais do que aquilo que queria. O plantel já estava fechado no dia 1 de Julho com a chegada do Jurg Hug, jovem de 16 anos, mas uma lesão num dos nossos melhores jogadores, o lateral direito Osborn, veio estragar os planos. Osborn iria ficar cerca de três meses parado, e isso obrigou-me a trazer Morales para ocupar o lugar na sua ausência. Atenção que o Campbell foi contratado para ficar de reserva ao Osborn. Vou ficar com três laterais para o lado direito.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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Assim sendo, como dá para perceber, o onze titular não deverá ser muito diferente daquele que foi mais utilizado na última época. Na baliza irei rodar entre os dois melhores guarda-redes: Nichols e Lewis. No lado direito da defesa vamos ter que começar com Morales, um dos reforços, mas Osborn deverá regressar à titularidade assim que recuperar da sua lesão. Na esquerda, a primeira escolha será Robinson. No eixo da defesa, três dos quatro centrais serão opções regulares, e estes já se conhecem há muitos anos: John (chegou há 5 anos), Phillips (há 4 anos) e Paine (há 3 anos). Aliás, acho que um dos factores que tem ajudado ao nosso sucesso recente, é o facto desta defesa já se conhecer muito bem, pois não tenho mexido muito neste sector.

 

No meio-campo, continuarei a apostar em três médios mais centrais. Dois no centro e um Nº10. Aqui também não haverá grandes alterações, ou seja, Moreno (jogador mais caro do plantel) e Clarke atrás, enquanto o Kapor joga a Nº10, uma função que desempenhou na perfeição nos últimos dois anos. O reforço mais caro desta época, Deen (24.000.000€), veio para ser mais uma alternativa a Kapor. Ainda no meio-campo, não esquecer o Dude e o Henry, jogadores que também serão opções regulares. Passando para os flancos, aqui nenhuma novidade. Quatro opções, duas para cada lado. Joyce e Frutos para a direita, José Silva e Snoei para a esquerda.

 

O mesmo se passa com o ataque onde já conhecem as minhas três alternativas. Paulão é o jogador com o salário mais elevado do plantel, e até agora, fez por o merecer. Autor de 31 golos na última época (23 no campeonato), deverá ser a principal opção ofensiva. O polaco Adamczyk também teve muito bem no ano passado e promete lutar pelo lugar.

 

A pré-época correu da melhor maneira a nível de resultados, no entanto, saltou à vista o número de lesões que fomos sofrendo no decorrer da mesma. Foram umas quatro ou cinco, sempre em jogadores titulares, e sempre com a duração de algumas semanas. A mais grave foi a do lateral direito Osborn, que precisou de alguns meses de recuperação. Este ano não realizámos nenhum jogo que valha a pena salientar. Fizemos uma digressão à China (segundo a Direcção era destino obrigatório depois de termos vencido a Liga dos Campeões), e realizámos alguns jogos com equipas acessíveis de Inglaterra. Voltando às lesões, fiquei preocupado, pois tínhamos duas supertaças para vencer. O lateral Morales ainda não tinha chegado. Campbell também estava lesionado. Tive que apostar num miúdo de 16 anos, mas isso fica para o próximo episódio.

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ÉPOCA 2034/35: PARTE I

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Os grandes clubes começam as épocas disputando as supertaças, e nós tínhamos logo duas para vencer. A primeira era a de Inglaterra, onde jogámos contra o Man. United, liderado pelo espanhol Unal Emery. Grande jogo este, principalmente durante a primeira parte onde houve mais emoção. O United começou por fazer o 1-0 aos 17 minutos através do português Carlos Gonçalves, um regen já com 31 anos. Antevi o pior, mas a equipa respondeu muito bem. Em apenas dois minutos, ainda na primeira parte, virámos o marcador com dois golos e fizemos o resultado final. Controlámos o jogo chegando quase aos 60% de posse de bola. Vitória justa.

 

Seguiu-se o Tottenham tendo em vista a Supertaça Europeia. O jogo terminou com o mesmo resultado mas teve contornos diferentes. Aqui fomos nós os primeiros a marcar perto do intervalo, e sofremos o empate já no segundo tempo. Fomos para prolongamento onde foi José Silva a resolver a disputa. Parece que o homem gosta destes jogos. Relembro que ele já tinha bisado na final da Champions. Somámos a segunda supertaça em apenas três dias, e logo na primeira vez que as disputámos. Houve uma constante nestes dois jogos: Kapor. O Nº10 marcou em ambos os jogos. Destaco também o jovem Jurg Jug, contratado este ano. Com apenas 16 anos, fez uma exibição enorme conseguindo uma assistência para golo. Diamante por lapidar.

 

Depois destas duas conquistas, entrámos em grande na Premier League, uma competição onde tínhamos que defender o titulo. Realizámos nove jornadas nos primeiros três meses onde somámos oito vitórias e um empate. Curiosamente, o resultado mais comum foi o 2-1, o mesmo com que vencemos as duas supertaças. No campeonato derrotámos o Man. United, o Chelsea e o Arsenal, também por 2-1. Apenas desperdiçámos pontos com o Aston Villa, num jogo daqueles que acontece de vez em quando, em que podemos estar ali, durante dias a rematar, e a bola não entra. Até chegámos a estar a perder graças ao único remate que foi à nossa baliza. Após estes três meses, éramos a única equipa sem derrotas e já tínhamos 5 pontos de vantagem em relação ao 2º lugar, onde estava o Man. City. De resto, destaca-se a péssima campanha que o Chelsea estava a fazer, pois até aqui, o melhor lugar onde tinha estado era num 13º lugar.

 

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Nesta altura, também já tínhamos avançado alguns degraus na Capital One Cup, onde em Outubro passámos aos quartos-de-final, depois de termos derrotado o Liverpool por 3-0. Também já estávamos a disputar a Liga dos Campeões, onde o nosso grupo era composto pelo FC Porto, Steaua e Dortmund. Foi este Dortmund que nos fez sofrer a primeira derrota da época, quando jogámos na Alemanha. Nesta competição, destaca-se a vitória diante do FC Porto, por 4-1. Grande jogo que fizemos, quando se esperavam maiores dificuldades. Com três jornadas disputadas, estávamos no bom caminho rumo aos oitavos-de-final.

 

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Regressando agora ao campeonato para o que foram os últimos dois meses do ano, pode dizer-se que continuámos no mesmo ritmo, ou se possível, ainda melhor. É verdade que empatámos mais dois jogos, mas continuávamos ainda sem qualquer derrota. Foi a primeira vez que chegámos ao final de Dezembro sem derrotas. Para além disso, jogos grandes, fizemos dois, isto se ainda considerarmos o Liverpool um clube grande. A verdade é que vencemos em casa do City e alcançámos a maior vitória da nossa história quando recebemos o Liverpool. 7-0, resultado final. Em pouco mais de meia hora já vencíamos por 6-0. Nunca tinha visto algo assim. Paulão foi o terceiro homem da história deste clube a conseguir um poker, mas ainda tinha esperanças que fosse o primeiro a conseguir uma "mañita". Depois deste jogo nem vale a pena falar do 6-1 que demos ao Nottm Forest.

 

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Bem, apesar de termos menos dois jogos do que os nossos adversários mais próximos, estamos com 7 pontos de vantagem. Curiosamente, não temos nem a melhor defesa nem o melhor ataque da prova. Mas sabemos que não são esses valores que ganham campeonatos e nós estamos no caminho certo. Cada vez mais próximos do bi.

 

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Nestes últimos dois meses fechámos as contas do nosso Grupo F na Champions. Foi uma segunda volta brilhante onde somámos mais três vitórias, o que nos permitiu seguir em frente no primeiro lugar. Quando jogámos com o FC Porto na última jornada, já ninguém nos podia roubar esse posto. Era um grupo que podia tornar-se difícil, mas passámos com distinção.

 

Ao contrário do ano passado, aqui dava-nos mais jeito passar em primeiro, pois assim evitávamos alguns tubarões na fase seguinte. Mais uma vez, tivemos toda a sorte do sorteio, pois entre equipas como o Arsenal, Barcelona, Benfica ou Tottenham, foi-nos calhar o Croácia Zagreb. Talvez consigamos repetir os 8-0 da época passada.

 

E para fechar esta actualização, nada melhor do que falar da nossa conquista mais recente: o Campeonato do Mundo de Clubes. Só tenho uma palavra para isto: fácil. Por norma, os clubes europeus são sempre os favoritos à vitória desta competição, mas podem sempre acontecer surpresas. Bem, nós não deixámos que acontecessem. Vencemos o Osaka por 5-0 na meia-final, numa espécie de jogo amigável. Nós rematámos 34 vezes, eles apenas uma. Mais equilibrado foi o jogo da final (22 contra 6 em remates), mas mesmo assim massacrámos e resolvemos a questão na primeira meia-hora. Foi o 9º troféu da minha carreira, o terceiro desta época, e ainda vamos a meio da coisa.

 

Ah e já me esquecia! Não podia fechar esta actualização sem dizer que podemos não ter o melhor jogador da Europa, esse foi Martin Gerlach, um médio do Leverkusen, mas temos o melhor jogador jovem da Europa, e chama-se Kapor. Pela primeira vez, um prémio desta dimensão vem para um jogador nosso. Já falta pouco para termos o melhor jogador do Mundo aqui.

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OBJECTIVOS ACTUALIZADOS

 

10 - VENCER SUPERTAÇA DE INGLATERRA

20 - VENCER SUPERTAÇA EUROPEIA

24 - ENTRAR NO TOP-10 NO RANKING DE CLUBES

27 - ORIENTAR 1000 JOGOS

28 - VENCER 500 JOGOS

41 - ENTRAR NO QUADRO DE HONRA NACIONAL

64 - JOGADOR RECEBER PRÉMIO JOVEM DE OURO EUROPEU

 

TODOS ESTES OBJECTIVOS FORAM ALCANÇADOS NESTA ÉPOCA 2034/35

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Entraste na nova época da melhor maneira, vencer duas Supertaças numa semana, fantástico para todos, principalmente para elevar a moral do plantel com a época a iniciar-se pouco depois. O calendário até Dezembro foi um autentico festival de resultados positivos, apenas uma derrota contra o Dortmund na Champions e acabas o ano com uns estrondosos 7-0 ao Liverpool! Depois disto, mais uma conquista, desta vez o Mundial de Clubes que apesar da relativa facilidade com que foi conquistado, não se pode tirar o mérito da vitória, levaram a competição a sério e mereceram ganha-la. Por fim, mais uma passagem na fase de grupos da Champions, o 1º lugar é sempre mais vantajoso (quer dizer, nem sempre, Portugal teve uma sorte do camandro ao acabar o ultimo europeu no 3º lugar :mrgreen: ) e agora o Croacia Zagreb que não me parece ter argumentos para vos eliminar. Mais uma mão cheia de objectivos cumpridos, excelente!

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Entraste na nova época da melhor maneira, vencer duas Supertaças numa semana, fantástico para todos, principalmente para elevar a moral do plantel com a época a iniciar-se pouco depois. O calendário até Dezembro foi um autentico festival de resultados positivos, apenas uma derrota contra o Dortmund na Champions e acabas o ano com uns estrondosos 7-0 ao Liverpool! Depois disto, mais uma conquista, desta vez o Mundial de Clubes que apesar da relativa facilidade com que foi conquistado, não se pode tirar o mérito da vitória, levaram a competição a sério e mereceram ganha-la. Por fim, mais uma passagem na fase de grupos da Champions, o 1º lugar é sempre mais vantajoso (quer dizer, nem sempre, Portugal teve uma sorte do camandro ao acabar o ultimo europeu no 3º lugar :mrgreen: ) e agora o Croacia Zagreb que não me parece ter argumentos para vos eliminar. Mais uma mão cheia de objectivos cumpridos, excelente!

O Liverpool sempre foi o nosso bobo da corte :D

 

E é verdade, na época passada foi melhor termos acabado o grupo em segundo ;)

 

Obrigado :compinchas:

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ÉPOCA 2034/35: PARTE II

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Posso adiantar que já terminei mais uma época, mas esta actualização vai ser apenas de dois meses. Janeiro e Fevereiro. Isto porque foram dois meses longos. Acho que batemos todos os recordes no que toca a número de jogos realizados. Foram 16 partidas em apenas dois meses o que já dá muito pano para mangas.

 

Como se lembram, despedimo-nos de 2034 em grande ao batermos o Liverpool por 7-0. Aliás, esta época está a ser, ou foi, um autentico festim no que a goleadas diz respeito. Perdi a conta. No que toca ao campeonato, realizámos 10 jornadas neste período e somámos 10 vitórias. Nem sempre foram jogos fáceis, pois a determinada altura, tivemos uma sequência infernal onde jogámos com Tottenham, Man. United, Chelsea e Arsenal, tudo de seguida. Esses foram os encontros mais complicados da Premier League que tivemos, e por isso mesmo, aqueles que acabaram com uma menor diferença de golos. Três desses quatro jogos vencemos por apenas 1-0. Mas vencemos. E é disto que se fazem os campeões. Mesmo jogando mal às vezes, apenas precisamos de um remate para sairmos vencedores de um jogo. Deve dar azia ao adversário, mas temos pena.

 

Outro dado curioso neste período de dois meses, é que apenas sofremos golos em dois jogos. Ambos em casa (o golo do Reading foi de grande penalidade). Nesse aspecto, esta época também está a ser única. Nunca acabámos tantos jogos com a baliza inviolável. E já que falamos em golos, ainda não houve um jogo neste campeonato em que não tivéssemos marcado, pelo menos, um golinho. Já agora, posso falar de mais um recorde batido, e este estava bem difícil de bater. Depois das ameaças de vários jogadores, Paulão marcou finalmente cinco golos num jogo. Aconteceu na vitória por 6-0 contra o Brighton. Paulão marcou 4 golos ainda na primeira parte e deixou o quinto para o segundo tempo. Festejei de forma bem efusiva. Juntando tudo isto, é fácil perceber que mais cedo ou mais tarde, seremos campeões. Bi-campeões.

 

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E pronto, neste momento estamos com 20 pontos de vantagem em relação ao Man. City e com aquele sentimento de que ninguém nos pára. Continua a ser curioso ver que apesar da nossa posição, ainda não temos nem a melhor defesa, nem o melhor ataque, apesar de estarmos mais perto do que estávamos na altura do Natal.

 

Nesta altura, destacava-se também o Liverpool e o Chelsea. O Liverpool porque há muitos anos que não se encontrava num lugar de acesso às competições europeias. O Chelsea porque se encontrava ainda na luta por esses lugares, depois da péssima primeira volta que fez.

 

Passando agora às outras competições, tínhamos uns motivos para sorrir, e outros que nem tanto. Na Capital One Cup, estávamos na final. A terceira nos últimos quatro anos. Isto depois de termos derrotado o Man. United numa meia-final complicada. Vencemos a primeira mão com um golo marcado aos 84 minutos. A vantagem era curta e não estivemos bem quando fomos a Old Trafford. Mas como disse, não precisamos de grandes exibições para sairmos por cima. Paulão bisou e acabou com as dúvidas. A final será com o Tottenham.

 

Na Taça de Inglaterra avançámos mais três eliminatórias e destaco o jogo com o Rotherham onde vencemos por 7-0, mais uma goleada. O polaco Adamczyk, tal como Paulão fez mais tarde, marcou quatro golos na primeira parte deste jogo. Pensei que era aqui que se ia bater o recorde da "mañita", mas como viram, isso ficou para mais tarde. Estamos com os pés nos quartos-de-final e muitas equipas de renome já ficaram pelo caminho. Grandes, apenas o Man. United e o Tottenham.

 

Por fim, a Liga dos Campeões onde o tiro nos saiu pela culatra. Acho que falei cedo demais quando foi a altura do sorteio, e agora vamos em desvantagem para o jogo da segunda mão. Vamos jogar em casa, por isso acredito na cambalhota, mas em relação a este jogo, fizemos o que tínhamos que fazer, no entanto tudo nos correu mal. Foi a segunda derrota sofrida nesta época e foi o único jogo em que não marcámos qualquer golo.

 

E golos é coisa que não falta ao Paulão. Já marcou 34 vezes e ainda vamos entrar em Março.

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2034/35: PARTE III

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Nesta actualização vamos ver algo que ainda não tinha acontecido nesta época. Foi em Março que sofremos a primeira derrota no campeonato, afinal não somos imbatíveis. O Everton terminou com a nossa série vitoriosa que já ia nos 13 triunfos consecutivos. Nem foi tanto o facto de termos perdido que me deixou surpreendido, mas sim o resultado expressivo com que perdemos. Depois de tudo o que já tínhamos mostrado, sofrer quatro golos nos primeiros 40 minutos do jogo deixou-me de boca aberta. Nem foi o caso de termos sido massacrados, pois até rematámos mais vezes do que a equipa da casa. Sinceramente, não sei o que se passou.

 

Uma coisa é certa, depois desse resultado constrangedor, a equipa já não foi a mesma, isto relativamente ao campeonato. Basta ver que nas cinco jornadas seguintes, apenas vencemos duas vezes. Ainda assim, uma dessas vitórias, foi bastante especial, 3-0 frente ao Tottenham. Nesta altura já sabíamos que éramos campeões. Já ninguém nos tirava o titulo.

 

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Foi à 31ª jornada que o título ficou matematicamente confirmado. Quando jogámos com o Man. City. Um empate chegava, e talvez por isso mesmo, tenhamos estado perto de sofrer mais uma derrota. Estivemos a perder durante uma boa parte do encontro, com o nosso golo a ser marcado nos últimos 10 minutos do jogo. É claro que já ninguém duvidava da nossa conquista, mas é sempre aquela coisa.

 

Mas antes do nosso segundo campeonato ter ficado confirmado, já tínhamos mais uma Taça no bolso. Estou a falar da Capital One Cup, onde jogámos contra o Tottenham na final. O resultado final, 3-0, não deixou espaço para duvidas. Após cinco minutos já vencíamos por 2-0 graças ao bis do Paulão, por isso não encontrámos grandes dificuldades aqui. Vencemos este troféu pela 3ª vez nos últimos 4 anos.

 

Quanto à Taça de Inglaterra, uma competição que ainda não vencemos, estamos a poucos dias de poder mudar isso mesmo. Depois de termos afastado o West Brom com uma mão cheia de golos, ganhámos bilhete para a meia-final onde voltámos a encontrar a equipa do Tottenham. Jogámos contra eles três vezes nestes dois meses, para três competições diferentes. Vencemos os três jogos, mas este da Taça de Inglaterra foi de longe o mais complicado. Sofremos um auto-golo logo aos 3 minutos, empatámos no segundo tempo, mas a coisa teve que ir para prolongamento. Tudo podia ter ficado resolvido ainda no tempo regulamentar, e bem merecíamos. O Tottenham não jogou nada. Nem um remate à nossa baliza fez. Apenas tiveram um guarda-redes inspirado na baliza que jogou a 8.9. Travou quase tudo, mas não conseguiu impedir o golo de José Silva aos 118 minutos. Ele que já tinha feito um hat-trick na eliminatória anterior. Estávamos na final desta competição pela primeira vez, e o nosso adversário já estava escolhido: o Brentford.

 

Por fim, falta abordar a Liga dos Campeões, competição que como se lembram, acabámos em desvantagem na última actualização, depois de termos perdido com o Croácia Zagreb por 1-0. Visto que íamos jogar em casa a 2ª mão dos oitavos, confesso que estava bastante confiante numa cambalhota na eliminatória. Podem ver que vencemos por 4-1, mas não se deixem enganar, pois este foi um dos jogos mais emocionantes desta época.

 

Paulão empatou a eliminatória aos 26 minutos da primeira parte. Até aqui tudo bem. O pior é que nunca mais nenhuma bola entrou até ao final dos 90'. E não foi por falta de tentativas. Massacrámos os croatas. Aos 96 minutos, o balde de água fria. Golo do adversário e eles estavam na frente. Deixei de acreditar, foi um murro no estômago. O tempo ia passando e nada. Faltavam 5 minutos para acabar, e precisávamos de dois golos. E foi então que a festa começou. Moreno marcou aos 116' e Frutos aos 119'. Paulão deu o golpe final aos 120'. Afinal era fácil, mas ainda nem acredito no que aconteceu aqui.

 

Nos quartos-de-final, seguiu-se o Bayern Munique, um adversário que teoricamente seria mais complicado, mas as coisas correram bem melhor. O bis do Paulão na primeira mão foi meio caminho andado e depois fomos arrancar um empate à Alemanha, onde Paulão voltou a marcar, e onde tivemos a maior sorte do mundo. Eles marcaram logo aos 4 minutos e acabaram com 24 remates feitos. Nós apenas rematámos três vezes e marcámos aos 65'. Foi o suficiente para marcarmos presença nas meias-finais onde iremos encontrar o Man. United numa próxima actualização. Em competição ainda estamos nós e o United, o Napoli e o Sporting.

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ÉPOCA 2034/35: PARTE IV

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Bem-vindos à última parte desta época. Uma época que foi mais comprida do que o normal, pois prolongou-se até ao dia 9 de Junho, coisa pouco ou nada habitual. No ano passado, por exemplo, o último jogo oficial foi ainda no mês de Maio. Bom, quanto ao campeonato, já pouco havia para jogar, e o que havia era apenas para cumprir calendário. Restavam cumprir quatro jornadas, vencemos apenas duas. A equipa apresentou-se bastante desinteressada nesta recta final, e isso reflecte-se nos últimos dois resultados. Tanto com o Newcastle, como com o Liverpool, tivemos que correr atrás do prejuízo. Com o Newcastle ainda arrancámos um ponto. Na jornada final, nem por isso. De qualquer maneira, jogámos melhor em ambos os jogos. O Newcastle apenas fez um remate à baliza em todo o jogo. E o Liverpool já vencia por 3-0 aos 35 minutos da primeira parte, sem ter feito muito por isso.

 

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E assim ficou alinhada a classificação da minha 20ª época. Uma das razões porque fiquei um bocado chateado com a nossa recta final neste campeonato, tem a ver com o número de pontos. Arrecadámos 94 pontos, e podíamos ter batido o recorde deste save, se pelo menos tivéssemos derrotado o Newcastle. Apenas por duas vezes, duas equipas fizeram melhor. United e City acabaram com 95 pontos em épocas onde foram campeões. Nesses anos, ambas as equipas terminaram com 30 vitórias.

 

De resto, podem ver-se aqui coisas interessantes. Podemos começar pelo Liverpool, que alcançou um lugar europeu. Relembro que na última época ficou apenas a três pontos da descida. O Chesterfield também foi uma surpresa agradável e deixou de fora o Chelsea, que pela primeira vez neste save, irá falhar a Europa.

 

Passando agora para a Taça de Inglaterra, estivemos pela primeira vez na final, e vencemos sem contestação. Correu tudo como planeado e não demos hipóteses a qualquer tipo de surpresa. O Brentford fez o que pode, que é como quem diz, não fez nada. 3-0, resultado final depois de um massacre onde rematámos quase quatro vezes mais do que o adversário.

 

Mas ainda antes desta final, disputámos a meia-final da Liga dos Campeões com o Manchester United. Este ano estivemos imparáveis diante dos gigantes ingleses, a única excepção foi mesmo o Liverpool. Vencemos esta eliminatória por 3-0, mas mais uma vez, com muita sorte à mistura. Na primeira mão, o homem do jogo foi o nosso guarda-redes e isso diz tudo. Derrotámos o United por 2-0 em Old Trafford e posso imaginar como eles se sentiram. Mereciam vencer sem qualquer duvida. Em nossa casa, os papeis inverteram-se. Dominámos completamente as operações e voltámos a vencer. José Silva marcou em ambos os jogos e colocou a equipa na final da Champions.

 

Essa final foi uma espécie de tira-teimas. Juntava o actual detentor do titulo, nós, com o anterior detentor, o Sporting. Isto para além de ser um clube português, treinado pelo Cristiano Ronaldo, e o meu clube do coração. Tinha todos os ingredientes para um grande jogo e assim foi, pelo menos para nós. A partida em si foi muito bem disputada, bastante dividida. As estatísticas estão bastante repartidas, excepto na posse de bola, coisa que acabámos com 63%. Ao intervalo estava 1-1. Marcámos os outros dois golos apenas nos últimos 10 minutos do encontro. A grande diferença esteve nas ocasiões de perigo que criámos. Nós quatro, eles nenhuma. E com isto somos bicampeões europeus.

 

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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Esta foi a época onde acho que geri melhor os meus recursos. Com excepção a um jogador (o 4º defesa central), toda a gente fez à volta de 30 jogos. Toda a gente foi titular e toda a gente se sentou no banco e entrou (excepto os guarda-redes). E se bem me lembro, só uma vez é que alguém reclamou por causa do tempo de jogo. Por isso, como devem calcular, é mais difícil do que nunca escolher aquele que foi o melhor onze. Tive jogadores preferidos, como qualquer equipa tem, e esses devem ser os que fizeram acima de 40 jogos como titulares.

 

Apesar de não ter terminado com a melhor classificação média do plantel, o melhor jogador desta época, para mim, foi o avançado Paulão. Reparem nos seus números. O homem esteve em mais de 60 dos nossos golos. Eu bem disse que o brasileiro tinha qualidade para chegar à marca dos 40 golos. No campeonato apenas marcou 27 e por isso não foi o melhor marcador da competição. Esse prémio foi para o Rildo (já não posso ver este gajo à frente). Rildo, do Man. City, marcou 51 golos esta época, sendo que no campeonato foram 40. Isto em 31 jogos. Já foi o melhor marcador quatro vezes nos últimos cinco anos. E ainda só tem 28 anos, por isso ainda vou ter que continuar a levar com ele.

 

FINANÇAS

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Acabámos a época com as finanças neste estado. Menos 35.000.000€ do que no ano passado pela mesma altura. A explicação que encontro é que os salários dos jogadores atingiram números bastante elevados. Antigamente tínhamos lucro, com títulos ou sem títulos. As coisas mudaram. Começamos as épocas praticamente com prejuízo e passados nove meses, temos sempre menos dinheiro do que no ano anterior. Terei que começar a fazer uma coisa de que não gosto muito: vender jogadores. Já não podemos apenas comprar. Teremos que comprar barato e fazer render o jogador de modo a fazer dinheiro com ele.

 

Para ajudar à festa, o nosso estádio vai outra vez para obras. Vão ser adicionados mais 13.000 lugares e tudo isto vai custar cerca de 66.000.000€. Desta vez o clube teve que recorrer a um empréstimo. O estádio tem apenas 4 anos e já vai para a segunda ampliação. Não deve faltar muito para ser demolido enquanto se constrói um novo estádio. Aposto que esse já teria o meu nome.

 

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Um gajo entra aqui, vê a época que fizeste e vê o Paulão a continuar a cagar golos como nunca. Que bicho do crl.

 

Muitos parabéns pela época , pela 2º conquista seguida da orelhuda e por todos os outros títulos....que gozo do crl te deve dar quando há praticamente 20 anos pegaste nesta equipa no 6º escalão... :)

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Um gajo entra aqui, vê a época que fizeste e vê o Paulão a continuar a cagar golos como nunca. Que bicho do crl.

 

Muitos parabéns pela época , pela 2º conquista seguida da orelhuda e por todos os outros títulos....que gozo do crl te deve dar quando há praticamente 20 anos pegaste nesta equipa no 6º escalão... :)

Pena o Paulão já estar a ficar velho.

 

Acredita que dá grande gozo. Foi complicado chegar até aqui, mas agora, é colher os frutos :D

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