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CM.PT.85

[FM'16] O Desafio dos Desafios com Eastbourne Boro em Inglaterra

Publicações recomendadas

Com essa motivação em baixo vai ser muito complicado mesmo.

 

Mas espero que consigas

Que raiva! Parece que não querem subir! :asneirento: :asneirento: :asneirento:

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Com tanta derrota não vai ser fácil de enterrar tantos melões se fores eliminado :D

Vai ser preciso um deserto para enterrar tanto melão :D

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2026/27: PARTE III

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Ora bem, o West Ham, terceiro classificado, foi o nosso adversário na meia-final do playoff. Esta época, os jogos entre as duas equipas foram equilibrados. Nós vencemos em casa por 2-0 e eles venceram pelo mesmo resultado no Olympic Stadium. A grande diferença estava na forma como as duas equipas chegaram até este momento. Nós estávamos numa série negra de resultados, resultados que nos impediram de chegar à subida directa. A equipa estava sem confiança. Já o West Ham, depois de andar toda a primeira metade da época lá em baixo, encontrou o caminho das vitórias, acabando no terceiro posto.

 

Sem grandes esperanças, recebemos o West Ham na primeira mão. Apresentei a melhor equipa possível, mas tinha algumas baixas. Antes da partida, resolvi ter uma conversa com os jogadores, de forma a subir a moral, mas a palestra não teve o efeito desejado. De qualquer maneira, chegámos ao intervalo a vencer, e isso não era nenhuma surpresa face ao que se tinha passado em campo. Fizemos um jogo enorme, que tinha tudo para acabar em goleada. Para além dos dois golos que marcámos, ainda enviámos duas bolas aos ferros. O West Ham nem nos assustou.

 

Para a segunda mão, nem mexi na equipa. Apresentei o mesmo onze. Fiz de tudo para que a equipa não fosse para dentro de campo demasiado relaxada com a vantagem que tínhamos, mas as coisas não correram bem. Ambrose, avançado que acabou a época com 19 golos, esteve endiabrado, e aos 56 minutos consumava o empate. 2-2 na eliminatória. Nós não estávamos a jogar nada mal, mas faltava mais eficácia. Perto dos 90', tivemos uma grande oportunidade que podia ter acabado com o assunto.

 

Fomos para o prolongamento, e aí, o grande momento foi quando Berisha (West Ham) desperdiçou uma grande penalidade que daria a vantagem à equipa da casa. Flatt defendeu. Fomos para a marca dos 11 metros.

 

Aqui, curiosamente, foi o mesmo Berisha a marcar a primeira grande penalidade, e mais uma vez, Flatt defendeu. Ficámos logo em vantagem. Da nossa parte, apenas Erwin falhou. Meti o Mount a marcar o último, e pouco depois, estávamos na final.

 

 

O adversário que se seguiu foi o Derby, equipa que tinha derrotado o Brentford na outra meia-final por 4-3. O nosso saldo com eles, era mais do que negativo. Em cinco jogos, tínhamos quatro derrotas e um empate. Mas a confiança da equipa estava bem melhor agora, pois sabiam que estavam a 90 minutos de chegar à Premier League.

 

Podia ter mexido no onze titular, pois já tinha alguns titulares disponíveis que não jogaram na meia-final, mas optei por não o fazer. Senti que tínhamos que ir com a equipa que afastou o West Ham. Entrámos bem, e aos oito minutos já vencíamos com o golo de Erwin. Estávamos a dominar, mas chegámos ao intervalo já empatados a uma bola.

 

Continuámos por cima durante o segundo tempo, mas o golo nunca chegou a aparecer. Pelo menos, para nós. Quando já todos se preparavam para o prolongamento, eis que uma perda de bola no nosso meio-campo, fez com que nascesse a jogada do segundo golo do Derby. Estávamos no minuto 90, não havia nada a fazer. Acabámos com quase 60% de posse de bola, rematámos 11 vezes contra sete, mas ambas as equipas criaram duas grandes oportunidades de golo. Eles foram mais felizes e estão na Premier League.

Editado por CM.PT.85

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Infelizmente teremos de aguardar mais uma época para subirmos até a Preimier League, mas acredito que na próxima época vais subir com o 1º lugar :D

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Infelizmente teremos de aguardar mais uma época para subirmos até a Preimier League, mas acredito que na próxima época vais subir com o 1º lugar :D

 

isso é tudo para ganhar a liga e subires direto xD

Posso responder aos dois da mesma forma. Cá para mim, acho que vamos chegar à Premier League vencendo apenas um campeonato, o da Vanarama South :biggrin:

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2026/27: PERCURSO NAS TAÇAS

CAPITAL ONE CUP

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Mais uma vez, não fomos capazes de surpreender nas Taças. Como todos os anos, baixei os bónus destas competições, e isso pode tirar a pica aos jogadores. Começando pela Capital One Cup, vimo-nos à rasca para derrotar o Ebbsfleet logo na primeira eliminatória, uma equipa da Sky Bet League 2.

 

Apesar de ter sido um jogo que dominámos durante os 90 minutos, tivemos que ir a penaltis. Seria mais do que injusto se tivéssemos ficado pelo caminho. Nós rematámos 19 vezes contra um remate apenas deles.

 

Na fase seguinte, a mesma coisa, apesar de um jogo mais equilibrado contra o Wigan da Sky Bet League 1. Aqui não tivemos a mesma sorte nas grandes penalidades. Lynch foi o único homem que não converteu a sua, e isso custou-nos o afastamento.

 

Pelo quarto ano consecutivo, o troféu foi para o museu do Manchester United, equipa que derrotou o seu rival City por 1-0 na final.

 

TAÇA DE INGLATERRA

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Na Taça de Inglaterra estivemos bem melhor ao termos chegado, mais uma vez, aos oitavos de final. Entrámos na competição em Janeiro, e começámos por encontrar o QPR, uma equipa do nosso campeonato. Nesta altura não estávamos a atravessar uma boa fase de resultados, mas conseguimos levar a melhor, numa eliminatória onde teve que haver repetição.

 

O Luton, também do nosso campeonato, foi o adversário seguinte, eles que escaparam por um ponto à despromoção. Conseguimos uma vitória relativamente tranquila que nos colocou nos oitavos.

 

E foi nesta fase que, pela primeira vez, jogámos contra um gigante inglês, o Liverpool. A diferença entre as duas equipas não poderia ser maior. Para se ter uma ideia, o onze titular do Liverpool estava avaliado em 230 milhões de euros. O nosso nem chegava aos 20 milhões. Tendo em conta todos estes factos, qualquer resultado que não fosse uma goleada no nosso próprio estádio, seria um bom resultado. Mas a verdade é que fizemos um grande jogo, obrigando o Liverpool a ter mais um jogo no seu calendário. O número de remates foi muito parecido, e até acabámos com maior posse de bola. É claro que depois em Anfield, o Liverpool resolveu a coisa sem problemas.

 

O Manchester City que já tinha chegado à final da Capital One Cup, chegou também à final da Taça de Inglaterra, e mais uma vez, perdeu aí. Desta vez, com o Chelsea, nas grandes penalidades. Foi o ano do quase, para o City.

Editado por CM.PT.85

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Grande momento contra o Liverpool, eleiminação natural mas deste uma boa luta :)

Foi um bom sim, mas acho que tiveram pena de nós :D

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2026/27: ESTATÍSTICAS DA ÉPOCA

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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Agora que chegou ao fim mais uma época, é uma boa altura para se analisar os números do plantel. Mais uma vez, baseei a minha gestão na rotatividade. Isso pode ver-se logo pela baliza, onde Flatt e Jones rodaram entre eles. Este ano dei mais tempo de jogo ao Jones, por ser o guardião que me dá mais garantias. Numa época onde a nossa defesa foi muito mais batida, Flatt sofreu 32 golos em 23 jogos. E o Jones, que no último ano sofreu uma média de um golo por jogo, este ano sofreu 39 em 33 partidas.

 

Gerir a defesa foi uma missão bastante complicada, como sabem, devido às lesões. A linha defensiva foi muito parecida à que jogou no ano passado, excepção à entrada do central Duffy, reforço que foi o jogador mais utilizado neste sector. Os laterais Barnum-Bobb e Dasilva voltaram a fazer uma grande época, como já é hábito. Cowie e Wood foram também muito importantes, e este segundo mostrou ter sido um excelente reforço, tendo em conta que apenas nos custava 2.200€ por mês.

 

No meio-campo, Houghton e Lapslie, como médios-defensivos, e Mount e Fowler como médios-centro, deram conta do recado. Gulley tinha qualidade para ser titularíssimo, mas assim não aconteceu. Preferi dar jogos aos jogadores que são da casa.

 

Kinsella foi mais uma vez uma pedra importante neste plantel. O jogador marcou e assistiu e apenas não entrou em três jogos no campeonato. Posso dizer que já renovámos mais uma vez com ele, e a sua cláusula de rescisão já passa dos 12 milhões de euros. Terão de pagar bem se quiserem levar a nossa estrela. O reforço Leahy fez uma excelente época de estreia, foi a melhor da sua carreira. O médio-ala andou de pé quente, acabando por ser o nosso terceiro melhor marcador.

 

No ataque, finalmente tivemos alguém a passar da marca dos 20 golos, algo que ainda não tinha acontecido desde que chegámos à Championship. Winters esteve muito bem, apesar de ter passado várias vezes por períodos de seca. O avançado tanto marcava em vários jogos consecutivos como depois ficava uma mão-cheia de jornadas em branco, mas não se pode questionar a sua importância, pois é o melhor avançado que passou por aqui depois dos bons tempos do Tony Lee. Quanto ao Erwin, jovem de 33 anos, foi uma aposta ganha. Fez aqui também a melhor época da sua carreira, nunca ele tinha marcado tantos golos. E apesar da sua idade, foi o jogador mais utilizado do plantel. Solly perdeu bastante espaço na equipa.

 

Quanto a prémios, na equipa do ano temos apenas uma presença, mas nem é na equipa titular. Kinsella teve direito a ir para o banco. De resto, apenas fui considerado o treinador do mês em Fevereiro, quando a equipa venceu quatro jogos em cinco jornadas.

 

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Este ano marcámos mais nove golos do que no ano passado, mas por outro lado, sofremos mais treze. Isto tendo em conta a fase regular do campeonato. Confesso que estava à espera de uma diferença maior. Nesta imagem podem ver que o nosso grande problema reside nos minutos finais de cada parte. Atenção que estes números são apenas referentes aos últimos 45 jogos do campeonato. É nestes períodos que sofremos a maior parte dos golos. Presumo que a equipa mostre maior nervosismo, ou às vezes, relaxamento nestes períodos do jogo. Por outro lado, é no inicio das partidas onde somos mais eficazes.

 

Não precisei de vir estudar estes números para saber que também temos um grave problema nas bolas paradas. E não estou a falar de cantos. Nos cantos até temos saldo positivo. Marcámos quatro golos de canto e sofremos apenas um. (Saudades do FM'12). O verdadeiro problema está, e acho que isto é um bug, nos livres. Aqui temos apenas oito golos marcados e 16 sofridos. Digo que é um bug porque é sempre golo, mesmo que o livre seja marcado junto à linha do meio-campo. A bola vai ter sempre com alguém que está sozinho. Irrita só um bocado. A grande maioria dos nossos golos são alcançados a partir de cruzamento de bola corrida. Um dado curioso, é que nunca marcámos um golo devido a um erro do adversário. Por outro lado, sofremos seis devido a erros da nossa parte.

 

Venha a próxima!

Editado por CM.PT.85

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Analisa o relatório dos olheiros, se ele te disser que a equipa adversária sofre muitos golos por erros próprios, joga a pressiona-los.

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Foi pena não subires. Mas acredito que para o ano é que é. Quem é neste momento o jogador mais antigo do plantel e em que divisão e época se juntou à equipa? Já agora, já estás na Championship, acho que devias começar a dar alguns contratos de longa duração, especialmente às vedetas. Força e espero que subas na próxima época.

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Analisa o relatório dos olheiros, se ele te disser que a equipa adversária sofre muitos golos por erros próprios, joga a pressiona-los.

Os gajos dizem isso?! por acaso nunca ligo muito aos relatórios :D Obrigado ;)

 

 

Foi pena não subires. Mas acredito que para o ano é que é. Quem é neste momento o jogador mais antigo do plantel e em que divisão e época se juntou à equipa? Já agora, já estás na Championship, acho que devias começar a dar alguns contratos de longa duração, especialmente às vedetas. Força e espero que subas na próxima época.

Em relação à tua pergunta, não vou responder já porque tenho a próxima actualização pronta para daqui a poucos minutos e falo lá nisso mesmo ;)

 

Quanto aos contratos, já há alguns anos que os jogadores assinam por 3 anos, que normalmente é o máximo que dá ;)

 

Obrigado :compinchas:

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2027/28: ANTEVISÃO DA ÉPOCA

EQUIPA TÉCNICA

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Vamos começar pela equipa técnica que está melhor a cada ano que passa. Mais uma vez recebi autorização para contratar preparadores, de forma a aumentar o corpo técnico. Neste momento, somos 19 elementos. E mesmo assim, não consigo baixar a carga de trabalho em algumas áreas. Em algumas áreas de treino, tenho três preparadores, e mesmo assim, a carga está forte. Tenho sempre vários jogadores insatisfeitos com os treinos.

 

Quanto aos salários, neste momento passa-se uma coisa insólita. O meu adjunto recebe mais do que eu! Teremos que tratar disso assim que possível, Sr. Presidente. Pooley recebe 12.500€ por mês. Eu recebo 11.500€. O ordenado mais baixo ronda os 2.400€ por mês. Aproveito ainda para dizer que comecei a tirar mais um curso de treinador que deverá acabar lá para o final do ano. O clube paga a factura.

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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As expectativas para a próxima época vão ser as mesmas do ano anterior. No campeonato, que é o que me interessa, terminar na metade superior. Nas previsões, já somos apontados a um lugar fora da despromoção, ao 20º. O Fulham é o mais forte candidato a vencer o titulo.

 

Sempre tive muito cuidado com as finanças do clube, e agora recebi o merecido prémio. Pela primeira vez, vou ter dinheiro a sério para investir em jogadores. Não estava nada à espera disto, mas de um momento para o outro, foram-me disponibilizados mais de 8.000.000€ para transferências. Fiz os devidos ajustes para ficar com cerca de um milhão no orçamento para os salários. Lá por ter dinheiro, não vou deixar de apostar em jogadores livres, ou de baixo preço.

 

Acho que consegui excelentes negócios sem ter que gastar muito dinheiro. Como não gostei do trabalho defensivo da nossa última época, a prioridade era reforçar a defesa. Também consegui dois excelentes jogadores por empréstimo, dos quais espero muitas coisas bonitas.

 

Quanto a saídas, consegui manter todas as peças importantes. Mas dissemos adeus a alguns jogadores que estiveram connosco durante vários anos e que fizeram parte desta história. Flatt e Lynch vestiram as nossas cores durante seis épocas, Lapslie chegou às cinco. Foram jogadores importantes no nosso percurso até aqui.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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O facto de eu gostar de manter cá os jogadores durante muitos anos, tem vindo a aumentar a média de idades da equipa, de época para época. Neste momento o plantel tem uma média de 28, quase 29 anos, sendo que somos o plantel mais velho do campeonato. Segundo os relatórios, o melhor atributo desta equipa é o índice de trabalho. Somos a quarta melhor equipa nesse capitulo. As decisões são o nosso ponto fraco. Somos a terceira pior nessa área.

 

GUARDA-REDES

 

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A saída do Flatt foi opção minha. Achei que tinha que reforçar a nossa baliza e não queria ter três guarda-redes que querem ser titulares. Fiquei com o Jones que se prepara para cumprir a quarta época no clube. Contratei o George Long, guarda-redes de 33 anos. Presumo que o ponto alto da sua carreira tenha sido quando alinhou pelo Aston Villa na Premier League em 2022/23. Parece-me um guarda-redes super completo, e não sei se este ano irei apostar muito no Jones.

 

DEFESAS-LATERAIS

 

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Em relação aos laterais, Dasilva continua a ser o nosso cartão de visita. Vai cumprir a sexta temporada no clube, e só espero que esteja ao nível de todas as anteriores. Não sei como é que nunca apostaram nele, nos clubes por onde passou. É um dos nossos jogadores mais valiosos e será titular na esquerda. Desmond ficará como reserva. Na direita, Barnum-Bobb já deu provas de que faz o seu trabalho com bastante qualidade. Não sei como é que um jogador com estes atributos joga tão bem. Mas este ano, Bobb terá concorrência de peso, ao contrário de outras épocas. Ao clube chegou o Darnell Furlong depois de ter jogado os últimos quatro anos pelo Sheff United. Pagaram quase um milhão por ele, quando o foram buscar ao Wigan.

 

DEFESAS-CENTRAIS

 

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Quatro centrais, dois são reforços. Cowie tem vindo a ganhar espaço ao longo dos anos. Nunca pensei que fosse ficar com ele tantos anos devido à sua baixa altura, e já passaram quatro épocas desde que o contratei. Duffy irá continuar connosco, mas apenas irá jogar em último recurso. Com 35 anos, a sua condição física já não é grande coisa, e mesmo ele já disse que se irá retirar no final da época. David Payne é um dos reforços. O central tem rodado por vários clubes, quase sempre por empréstimo, mas nunca se conseguiu impor. Os relatórios dizem que é o nosso melhor central. Ro-Shaun Williams é outro reforço. Este saiu das escolas do Manchester United em 2015/16, onde chegou a fazer um jogo na Premier League.

 

MÉDIOS-CENTRO

 

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Houghton e Clayton, os nossos dois médios defensivos. Houghton, ex-Chelsea, já cumpriu quatro épocas connosco. Este ano não terá a concorrência do Lapslie, mas sim do Clayton, novo reforço. Deverei rodar os dois jogadores.

 

Para organizar o nosso jogo, tenho três opções para um lugar. O Mount já todos conhecem. Dispensa apresentações. O médio que começou a jogar futebol no Chelsea tem tudo para ser titular, mas este ano vai ter o Adam Phillips a lutar pelo seu lugar. O Adam foi a nossa contratação mais cara da época, chegando aos 230 mil euros. Fomos buscá-lo ao Brentford, que tinha pago 350 mil por ele na última época. Só fez cinco jogos por eles. Fowler será a última opção, mas estou a contar que tenha vários minutos em campo.

 

MÉDIOS-ALA

 

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Passamos agora para os flancos, onde talvez tenha excesso de jogadores. Tenho seis opções para dois lugares, mais precisamente. Kinsella não precisa de muitas palavras (não liguem ao "new" na sua imagem). Em anos anteriores, jogou quase sempre na esquerda, mas este ano deverá alinhar na direita, juntamente com Leahy. Clackstone é mais uma opção para esse lado, ele que neste momento é o jogador que está connosco há mais tempo, respondendo ao Shawn Michaels. Vai para a nona temporada no clube. Parece que foi ontem que ele chegou para roubar o lugar ao capitão Stone.

 

Para a esquerda, tenho outras três opções, duas delas são reforços. O Iain Clark é um caso estranho. Com 26 anos, tem apenas sete presenças em jogos oficiais. Passou quase a carreira inteira no Aberdeen. Só na última época é que se mudou para o Brentford, mas aí também nem um jogo fez. Será assim tão mau? Curiosamente, descobri o Clark na mesma altura em que descobri o Daniel James, e avancei para os dois com uma proposta. Ambos aceitaram, e depois não quis cancelar nenhum dos negócios. O James já é um jogador com outra experiência, inclusive, na Premier League. Quanto ao Penney, já nem devia cá estar, mas não me consegui desfazer dele. Contratei-o no ano passado devido àquela onda de lesões, mas sinceramente, não me faz falta.

 

AVANÇADOS

 

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Por último, o ataque. Winters continuará a ser a nossa maior referência. O avançado chegou aos 20 golos no campeonato, na última época. Se não for tão irregular como foi, deverá repetir o feito sem dificuldades, ou até fazer melhor. Também irei continuar com o Erwin no plantel. Foi uma surpresa agradável, os 17 golos que marcou no último ano. Espero que a idade continue a passar ao lado deste escocês. O único reforço para este sector, chama-se Carlton Morris e tem 31 anos. Deverá ser um bom suplente. Quanto a Solly, não deverá ter muitas oportunidades, a não ser que haja alguma crise de lesões. O mais certo é sair na altura do Natal. E pronto, plantel apresentado.

 

JOGOS DE PREPARAÇÃO

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Mais uma pré-época, mais uma viagem até ao Algarve, até à minha terra. Neste verão aproveitei para comer uma miúdas, porque a vida não é só trabalho e hà mais de 10 anos que não se passava nada. Bom, quanto aos jogos, tudo dentro da normalidade, excepto o empate a uma bola. Devia ter acabado em goleada. Quase todos os reforços deverão jogar várias vezes a titular, por isso, estes jogos serviram mais para se ambientarem à táctica. Uma última nota, fiquei contente por o meu Farense ter dado mais luta do que o Portimonense.

 

O MEU PERFIL

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Editado por CM.PT.85

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Boa pré-época. mas será preciso começar os jogos a doer para ver se realmente se comportam quando chegar a hora. Tens realmente um plantel com alguma idade, por assim dizer, mas não acho que seja por aí que te dás mal. A experiência e entrosamento são muito benéficos. No entanto não me parece que te fizesse mal ter um ponta de lança mais novo. Fora isso estás óptimo. Que venha a nova época e que subas de divisão.

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Parece-me que tens aí um bom plantel. Vamos ver o que consegues fazer. Tens apostado em que tática e estilo de jogo? O teu perfil de treinador está muito bom mesmo.

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Boa pré-época. mas será preciso começar os jogos a doer para ver se realmente se comportam quando chegar a hora. Tens realmente um plantel com alguma idade, por assim dizer, mas não acho que seja por aí que te dás mal. A experiência e entrosamento são muito benéficos. No entanto não me parece que te fizesse mal ter um ponta de lança mais novo. Fora isso estás óptimo. Que venha a nova época e que subas de divisão.

ya também gostava de um avançado desses, mas normalmente, a custo zero, é mais fácil contratar a velhada :D a malta nova, se está a custo zero, é porque não vale nada :D

 

 

Parece-me que tens aí um bom plantel. Vamos ver o que consegues fazer. Tens apostado em que tática e estilo de jogo? O teu perfil de treinador está muito bom mesmo.

Esqueci-me de mostrar a táctica, mas é a mesma desde que subi à Championship. 4-4-2. Com um médio defensivo e um médio centro. Jogo sempre em contra-ataque ;)

 

 

A gerência informa que já terminou a época lol. Não vou postá-la de uma vez só porque fica muito confuso, mas posso dizer que foi emoção até à última jornada :D

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2027/28: PERCURSO NAS TAÇAS

CAPITAL ONE CUP

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Pois é, este ano, vou começar pelas Taças. A nossa estreia na Capital One Cup, foi contra uma equipa da Sky Bet League 2, o Newport. E apesar de jogarem duas divisões abaixo da nossa, mesmo jogando em nossa casa, vencemos à justinha, como já é hábito nestas competições. Na ronda seguinte a mesma coisa. E com o Colchester ainda foi pior, porque aí nem conseguimos controlar o jogo como era nosso dever. Mas lá fomos avançando, até que finalmente fizemos um bom jogo contra o Carlisle. Até começámos a perder, mas demos a volta às coisas. 70% de posse de bola e mais de 20 remates feitos, só podia significar a nossa passagem aos oitavos-de-final. Nunca tínhamos chegado tão longe.

 

O adversário que se seguiu era mais rijo, o Swansea terminou em 7º na Premier League. Infelizmente, não tivemos a sorte de jogar em casa, e ficámos em desvantagem logo muito cedo na partida. Diria que este foi um resultado normal, dadas todas as circunstâncias.

 

Este ano, as equipas pequenas estiveram em destaque nesta competição. Nos quartos-de-final, o Chelsea já era o único grande ainda em prova. Tudo indicava que o troféu iria para Stamford Bridge, mas do que ninguém estava à espera era que o mesmo Swansea que nos eliminou, goleasse os Blues por 4-1 na final. Foi a segunda vez que venceram esta competição.

 

TAÇA DE INGLATERRA

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Na Taça de Inglaterra, pela terceira vez em quatro anos, chegámos aos oitavos. E mais uma vez, teve que ser uma equipa da Premier League a afastar-nos. Mas primeiro eliminámos o Barnet e o Luton, com duas boas exibições. Quanto ao jogo com o Aston Villa, mais uma vez faltou-nos sorte e tivemos que jogar fora do nosso estádio. Deixámos uma boa imagem em campo, que era o que eu queria. A equipa da casa teve que sofrer para marcar o golo da vitória aos 80 minutos da partida. Pouco depois de termos tido nos pés a melhor oportunidade do encontro.

 

Nesta competição, tal como na Capital One Cup, os favoritos foram ficando pelo caminho, e nos quartos-de-final, apenas o Chelsea respirava. Curiosamente, aí afastaram o Swansea para seguir em frente. Mas na fase seguinte foram derrotados pelo Everton que venceu a final contra um finalista improvável, o Bournemouth. O Everton não ganhava esta competição desde 1995.

Editado por CM.PT.85

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2027/28: PARTE I

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Já começa a ser a nossa imagem de marca, isto de entrar sempre a ganhar no campeonato. Desta vez, a vitima foi o Charlton e o seu carrasco foi o velho Erwin, que com o primeiro bis da época, deu-nos a vitória. Mas como no melhor pano, cai a nódoa, eis que o avançado saiu lesionado na jornada seguinte. Teve que parar durante cinco semanas. E nessa jornada empatámos, tal como nas duas a seguir. Andámos longe das derrotas, mas as vitórias também não queriam nada connosco. Foi apenas à 5ª jornada que regressámos aos triunfos, com a ajuda do primeiro golo de Winters. O avançado começou a época um bocado apagado. O mês ficou ainda marcado pelo regresso das lesões de longa duração. Num curto espaço de tempo, perdemos o Mount e o Fowler para os próximos dois meses, dois médios centro.

 

O mês de Setembro foi bastante irregular, mas ao mesmo tempo, regular. Se por um lado nunca conseguimos duas vitórias consecutivas, por outro, vencemos todos os jogos em casa e empatámos os jogos fora, sempre pelo mesmo resultado. Tanto empate fez com que ultrapassássemos o número de empates da última época, isto em dois meses apenas. Nesta altura, só duas equipas não tinham sofrido qualquer derrota. Nós e o Cardiff.

 

Mas tudo isso mudou no inicio de Outubro, depois de vencermos o Brighton. Foi uma excelente vitória frente àquele que era o segundo classificado na altura. Com os três pontos somados, subimos nós ao segundo lugar, e passámos a ser a única equipa sem derrotas. Mas já devia saber que destas coisas não podemos falar muito, pois a primeira derrota aconteceu logo na jornada seguinte. E não caiu nada bem, por sinal. Aos 15 minutos já vencíamos por 2-0, mas ao intervalo já perdíamos por 3-2. Que azia. Winters chegou ao hat-trick nesta partida, mas de nada serviu. O avançado começou tarde, mas por esta altura já levava 10 golos marcados, sendo o nosso melhor marcador.

 

Felizmente, não fomos abaixo com essa primeira derrota, e até ao final do mês só somámos vitórias. Estávamos em grande forma, e já dividíamos a liderança do campeonato com o Blackburn, ambas as equipas tinham 30 pontos. Daniel James, um dos extremos que está cá por empréstimo, foi o melhor jogador do campeonato em Outubro.

 

E para provar que estávamos mesmo em boa forma, nada melhor do que dar seguimento aos bons resultados. Em Novembro somámos mais três vitórias consecutivas e subimos essa série para os seis jogos. Foi a primeira vez que o conseguimos aqui na Championship. Depois do jogo com o Middlesbrough já estávamos isolados na frente da classificação. A vitória frente ao Crystal Palace também foi especial porque foi a 300ª vitória da minha curta carreira. Terminámos empatando com o Ipswish, mas nem isso nos retirou da liderança. E aqui já tínhamos três pontos de vantagem, tanto em relação ao 2º como ao 3º lugar. Depois disto, fui considerado o Treinador do Mês.

 

Normalmente, tem sido pela altura do final do ano que a equipa tem quebrado de rendimento, mas até nisso, esta época tem sido especial. Não só isso não aconteceu, como temos conseguido vitórias brilhantes. Por exemplo, o jogo com o Cardiff, em Dezembro. Eles estavam no 4º lugar. Vencemos por 3-0 numa jornada onde os nossos adversários perderam pontos. A nossa distância para o 3º lugar aumentou para 7 pontos. No jogo seguinte, foi a vez de recebermos o Fulham, o principal candidato ao titulo e 2º classificado. Mesmo com uma defesa remendada, conseguimos ser felizes. E para fechar o ano, evitámos a derrota no terreno do Cardiff. E aqui a tarefa não foi nada fácil. Kinsella, jogador que estava a ser bastante elogiado, foi expulso logo aos três minutos. Ainda chegámos à vantagem primeiro e eles só empataram com um auto-golo. Ou seja, saímos completamente por cima, depois destas últimas três jornadas de extrema importância. E pelo segundo mês consecutivo, fui o Treinador do Mês.

 

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As coisas estão assim neste momento, e já não me lembro da última vez em que estivemos tão confortáveis num campeonato. Aliás, acho que nunca estivemos. Os reforços que contratei este ano para a defesa estão a mostrar-se acertados, e voltamos a ter a defesa menos batida da competição. Para além disso, uma derrota apenas em 24 jornadas, é obra.

 

O playoff está mais do que assegurado. A minha preocupação agora nem passa por ser campeão, mas sim, manter a distância em relação ao terceiro lugar. Se ao mesmo tempo, conseguir ser campeão, que assim seja.

 

Quanto aos meus jogadores, os laterais estão a partir tudo, com classificações acima de 8.00. Os melhores marcadores são o Winters com 12 golos e o Erwin com 9.

Editado por CM.PT.85

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O teu adjunto recebe mais que tu :funny: Muito bom, nunca tinha visto. De resto o plantel realmente está algo velho mas isso de momento é uma coisa boa, a equipa é mais experiente e de certeza que não vai deixar pontos em que outras ocasiões deixou. Logo tratas de trazer juventude da boa nos próximos anos...

 

De resto com essa vantagem pontual espero acho que só uma desgraça ainda pior que a dos últimos anos te tira da Premier League. Em frente CMPT! :)

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Eu sempre soube que ias subir. Nunca duvidei! :celebracao: Mas falando a sério, acreditava que esta época podias fazer algo de mt interessante e até mssm subida directa ou título e felizmente vais nesse caminho. É pena que n usas alguns jogadores estrangeiros. Sei que é um dos teus objectivos. mas gostava d ter visto alguns estrangeiros aí. Continua o bom trabalho e toca a subir. Para o ano tens uma Premier League para ganhar! :mrgreen:

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O teu adjunto recebe mais que tu :funny: Muito bom, nunca tinha visto. De resto o plantel realmente está algo velho mas isso de momento é uma coisa boa, a equipa é mais experiente e de certeza que não vai deixar pontos em que outras ocasiões deixou. Logo tratas de trazer juventude da boa nos próximos anos...

 

De resto com essa vantagem pontual espero acho que só uma desgraça ainda pior que a dos últimos anos te tira da Premier League. Em frente CMPT! :)

Também concordo. Pelo menos nunca estivemos nesta situação. Se não subir este ano, não sei quando subirei :D

 

 

Eu sempre soube que ias subir. Nunca duvidei! :celebracao: Mas falando a sério, acreditava que esta época podias fazer algo de mt interessante e até mssm subida directa ou título e felizmente vais nesse caminho. É pena que n usas alguns jogadores estrangeiros. Sei que é um dos teus objectivos. mas gostava d ter visto alguns estrangeiros aí. Continua o bom trabalho e toca a subir. Para o ano tens uma Premier League para ganhar! :mrgreen:

Sinceramente já me arrependi de ter colocado essa regra anti-estrangeiros. Tenho deixado escapar grandes jogadores à conta disso, mas pronto. Também sei que já estaria na Premier League há muitos anos, e não teria encontrado as mesmas dificuldades. Mas assim dá mais luta :D

 

 

Tens tudo para subir :D

É só manter ;-)

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2027/28: PARTE II

OBJECTIVO #30

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Pois é, para quem já se tinha esquecido, tenho uma lista enorme de objectivos para cumprir neste save, lista que podem ver no tópico inicial. E no final de Dezembro, na actualização anterior, cumpri mais um desses objectivos. O número 30, mais precisamente, que era chegar aos 1.000 golos marcados. O golo nº 1.000 foi especial. Foi o último golo que marcámos na vitória por 3-1 contra o Fulham.

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

Vamos começar pelo mercado de transferências, apesar de na nossa equipa não ter havido qualquer alteração. Aliás, não houve nenhuma entrada no plantel, mas Solly despediu-se e rumou ao Tranmere. O avançado estava connosco desde 2023, mas nunca conseguiu convencer. O melhor que fez, foi quando marcou 12 golos numa época, mas foi preciso fazer mais de 40 jogos.

 

O Fulham foi o grande vencedor deste mercado de Inverno. Venderam o seu avançado Ronnie Scott, jogador que levava 17 golos marcados em 20 jogos, e venderam-no ao Leicester por 35.500.000€. Com esse dinheiro, investiram em seis novos reforços. Relembro que acabaram o ano a 10 pontos de nós, e que foram apontados como os favoritos ao título. Não queria chateá-los, peço desculpa por qualquer coisinha.

 

Quanto a nós, ainda tinha mais de 4.500.000€ disponíveis para gastar, mas não achei necessidade.

 

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Uma nota primeiro. Assim que 2028 começou, fui abordado pela Direcção para alterar os objectivos iniciais, mas ao contrário dos outros anos, não mudei nada. Acho que é isso que tem influenciado a equipa nas rectas finais das épocas, colocando uma maior pressão em cima dos jogadores. O objectivo principal continuou a ser conseguir um lugar na primeira metade da classificação.

 

De qualquer maneira, não entrámos com o pé direito no novo ano, devido à derrota sofrida com o Charlton. Já não perdíamos um jogo para o campeonato há 12 jornadas. Mas o resto do mês correu bem, se pensarmos que jogámos contra boas equipas. Aliás, o final de Janeiro, foi completamente o oposto do seu inicio. Goleámos o Blackburn, o 3º classificado, como se de uma equipa de pré-época se tratasse. Que grande jogo e que grande entrada. Aos 20 minutos já vencíamos por 3-0. O Blackburn perdeu o terceiro lugar para o Southampton e nós ficámos a 10 pontos deles.

 

Em Fevereiro fizemos quase o dobro dos jogos que fizemos em Janeiro. Vencemos quatro em sete jornadas, por isso, o saldo foi positivo. Mas podia ter sido bem melhor se o Erwin não tivesse falhado uma grande penalidade na segunda parte do jogo com o Norwich, quando ainda estava tudo a zeros. Pouco depois marcaram eles. Esse remate, foi o único que fizeram à nossa baliza. Reagimos bem, com duas vitórias, antes de acabarmos derrotados pelo Brighton, equipa que estava na mesma luta que nós. O Brighton subiu ao 3º posto com esta vitória e ficaram a 12 pontos de nós, mas tinham menos um jogo. Quanto ao Fulham, já estava novamente em segundo, a 6 pontos da nossa liderança.

 

Chegámos a Março, e a primeira coisa que fizemos foi espetar três batatas no Stoke. Eles encontravam-se abaixo da linha de água, por isso, era a nossa obrigação. Com esta vitória, chegámos ao mesmo número de triunfos da época passada, 22. Este mês foi brutal no que toca a golos. Houve 21 golos nas quatro jornadas que disputámos. Infelizmente, não fomos só nós a marcar, pois a nossa defesa resolveu abrir as pernas aos nossos adversários. Nesta altura, não precisavam de se esforçar muito para nos marcar. Veja-se o caso do Sheff United à 37ª jornada, que por acaso foi um jogão. Assim muito rapidamente, aos 10 minutos perdíamos por 2-0 e 18 minutos depois, já vencíamos por 3-2. O resto da história, podem imaginar. O que interessa é que eles fizeram apenas cinco remates e quatro resultaram em golo. O Fulham ficou a três pontos de nós. Mas até ao final do mês, com mais uma vitória, voltámos a ganhar distância. Cinco pontos em relação ao segundo e onze em relação ao terceiro. Começava a cheirar à subida, e melhor do que isso, a título.

 

Nos derradeiros meses do campeonato, melhorámos nesse aspecto dos golos sofridos, mas as coisas não correram tão bem como eu estava à espera. A derrota frente a uma equipa que lutava contra a despromoção, como o Middlesbrough, era um mau sinal. Mas muito mais conseguimos fazer na jornada seguinte onde medimos forças com o Southampton. Um golo do nosso central deu-nos a vitória numa jornada onde o segundo e terceiro classificados empataram os seus jogos.

 

A quatro jornadas do fim, a subida estava praticamente garantida, mas agora que estávamos tão perto, queria o título. Mas foi então que entrámos numa daquelas fases, já habituais nos nossos finais de época. Impressionante a forma como perdemos pontos diante de equipas que estavam tão mal posicionadas. Fui vendo o Fulham a aproximar-se até ficar apenas a um ponto de distância. Na penúltima jornada, estivemos perto de perder a liderança, mas o Fulham também empatou o seu jogo. Faltava uma jornada, e era contra eles, no Craven Cottage. Era o jogo do título.

 

Ao intervalo perdíamos por 1-0, e depois do que tinha visto nas últimas três jornadas, já não acreditava que déssemos a volta. Ainda assim, ao intervalo, passei a mensagem certa aos jogadores. No primeiro minuto da segunda parte, consumámos o empate através de Erwin. O jogo estava bastante dividido no que diz respeito a oportunidades, mas a nossa posse de bola era esmagadora. Só podia acontecer uma coisa, e foi isso mesmo. Winters colocou a equipa na frente aos 79 minutos, e aos 86', Erwin selou as contas com mais um golo. Éramos campeões 10 anos depois!

 

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90 pontos. Foram os pontos que alcançámos. Fizemos mais 20 pontos do que na época passada. A título de curiosidade, o último campeão, o Burnley, venceu o campeonato com 79 pontos. Aqui teriam ficado em quinto. Isto mostra bem o que foi este campeonato. A maior diferença entre a nossa equipa do ano passado e a deste ano, está no número de derrotas. Passámos de vinte para apenas oito.

 

Chegámos à liderança da Championship à 16ª jornada, e lá continuámos durante mais 30 jornadas, mas as coisas acabaram por ficar mais complicadas do que aquilo que eu estava à espera. Dada a distância que chegámos a ter, ninguém diria que estivemos quase a perder o título na última jornada.

 

Mas a emoção desta competição não terminou aqui. O Blackburn consumou também a subida e teve que sofrer por isso. Na primeira mão da meia-final, perderam com o Brighton por 2-0. Na segunda mão golearam por 6-2. Disputaram a final com o Cardiff e ai venceram um jogo complicado que estiveram longe de dominar. 2-0, resultado final.

 

Logos nos vemos na Premier League!

Editado por CM.PT.85

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