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CM.PT.85

[FM'16] O Desafio dos Desafios com Eastbourne Boro em Inglaterra

Publicações recomendadas

Quem te visse em 10º lugar dificilmente diria que estavas mais perto da despromoção que dos playoffs....que campeonato meu deus :heart:

 

A fase final não foi nada boa e meros 2 pontos acabaram por te separar da descida....ainda assim para mim é uma grande época. Contra todas as dificuldades que tens que lutar, a primeira época será sempre para manter. Pena nas taças a prestação que foi, mas a prioridade será sempre o campeonato. Já tiraste mais algum curso ?

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Para o ano tem de ser metade superior da tabela pelo menos

A ver vamos se não será demais. Já ficarei satisfeito fazendo pouco mais do que fizemos esta época ;)

 

 

Quem te visse em 10º lugar dificilmente diria que estavas mais perto da despromoção que dos playoffs....que campeonato meu deus :heart:

 

A fase final não foi nada boa e meros 2 pontos acabaram por te separar da descida....ainda assim para mim é uma grande época. Contra todas as dificuldades que tens que lutar, a primeira época será sempre para manter. Pena nas taças a prestação que foi, mas a prioridade será sempre o campeonato. Já tiraste mais algum curso ?

A nossa prestação nas Taças também pode ser influenciada por eu baixar sempre os bónus nessas competições. Não são uma prioridade para mim, apesar de estarem nos objectivos do primeiro tópico.

 

Quanto aos cursos, ainda só tenho apenas um. Ainda não me deixaram tirar outro, por causa das finanças ;)

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2022/23: ESTATÍSTICAS DA ÉPOCA

E assim, chegou ao final mais uma temporada. Foi uma época complicada, com mais baixos do que altos, mas onde acabámos por atingir o principal objectivo, a manutenção.

 

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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É a altura certa para analisar a prestação dos nossos jogadores. Na baliza, Flatt foi o meu preferido, enquanto o Dawber jogou menos vezes do que é normal. Flatt acabou com 53 golos sofridos nos 29 jogos que fez. Dawber sofreu 27 tentos em 18 partidas. O terceiro guarda-redes Byrne não teve muitas hipóteses, acabando por ser emprestado ao Wimbledon, onde jogou cerca de um mês.

 

É difícil escolher a nossa melhor linha defensiva, pois houve aqui alguma rotatividade. No lado direito, Stone voltou a fazer mais uma boa época, apesar dos seus 34 anos. Foi escolhido pelos adeptos, como o jogador da época. No lado esquerdo, houve espaço para o Thorniley e o Dasilva irem rodando entre si. Ambos estiveram à altura. No centro utilizei três homens, enquanto o Dennehy via jogar. Não tenho tido muita sorte com os irlandeses. Essam e o Dunkley estiveram bem, mas o destaque vai para o Simpson, que foi o mais utilizado, e autor de sete golos. Infelizmente, como tinha dito, o central tenciona abandonar o clube.

 

No meio-campo, utilizei um médio-defensivo, e mesmo sabendo que o Lapslie é o nosso melhor homem, tentei dar vários minutos ao Charlie Cooper. À frente desta posição apenas tinha uma vaga, e vários pretendentes. Não foi nada fácil gerir este sector ao longo do ano. Perdi a conta às promessas que tive que fazer. Mount, que para mim é o nosso melhor jogador, a determinada altura, ou melhor, quando mais precisávamos dele, pediu para sair para um clube melhor. Aí deixei de apostar nele, e por isso fez menos jogos do que se esperava. Podia ter-me dado mal com isto, mas detesto quando os jogadores se metem com isto. O Nicholson passou a ser a primeira opção. Do McKee esperava mais, mas também ele não gostou da minha ideia de rotatividade. Quanto ao Allen, teve um ano de férias, enquanto recebia o seu salário.

 

No flanco direito, o médio Clackstone voltou a estar em grande destaque. Grande época deste jogador, com seis golos e nove assistências. Um dos seus golos, foi escolhido como o melhor do ano. Por mim jogava sempre. Carson, um dos reforços da época, também esteve em destaque. Aliás, acabou por ser considerado a contratação da época. Infelizmente, e apesar de ter apenas 29 anos, Carson já anunciou que se vai retirar. O Pett, visto jogar bem nos dois lados, ia rodando na equipa.

 

No ataque, Tony Lee voltou a ser o nosso goleador de serviço. O avançado cumpriu aqui a sua 6ª época com a nossa camisola e chegou aos 123 golos pelo clube. Relembro que está connosco desde a Vanarama South. Quanto à sua concorrência, o Henderson foi quem esteve melhor, mas ainda assim, muito longe dos números do Tony Lee. Mesmo assim, foi graças a ele que, na recta final, conseguimos os nossos objectivos.

 

E é com muito orgulho que vejo dois dos meus jogadores entrarem para a Equipa do Ano. Clackstone e Simpson conseguiram esse feito. De resto, foram os únicos prémios que vieram para o nosso clube.

 

FINANÇAS

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Assim estavam as nossas contas no final de Maio. Visto que a primeira época numa nova divisão nunca é fácil, até não acabámos assim tão mal. Devido às recentes obras no nosso estádio, batemos o recorde de assistência média, passando de 1.170 para 1.954 adeptos. Isto só ajudou as nossas finanças.

 

Em receitas fizemos cerca de 4.626.000€ este ano. Cerca de dois milhões vieram dos investimentos da Direcção e de Pagamentos Solidários. As nossas despesas rondaram os 5.135.000€. Cerca de 3.350.000€ foram apenas para os salários dos jogadores e equipa técnica.

Editado por CM.PT.85

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2023/24: ANTEVISÃO DA ÉPOCA

EQUIPA TÉCNICA

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Como sempre, primeiro a equipa técnica. Mais uma vez, não houve qualquer alteração nesta área. Ninguém entrou e ninguém saiu. Continuamos com um bom staff. Apenas encontrei problemas quando tive que renovar os contratos, isto porque o limites salariais continuam os mesmos dos últimos anos, e os homens querem sempre receber mais. Fui obrigado a adicionar alguns bónus que apenas serão pagos quando subirmos de divisão.

 

Os salários mais elevados são os do Treinador Adjunto e do Director Desportivo, que recebem 5.500€ por mês. Isto sem contar com o meu, que recebo qualquer coisa como 8.000€ mensais.

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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O mercado deste ano foi diferente de todos os anteriores. À primeira vista, percebe-se logo que estivemos muito mais activos do que o normal. E depois porque já conseguimos fazer mais de 300 mil euros em vendas. Começando logo por aí, depois da última época, percebi que tinha de investir mais no plantel, ou ainda corria o risco de descer de divisão. Para isso, tive que abdicar de alguns jogadores que estiveram connosco nos últimos anos. Destas saídas, apenas lamento as do central Simpson e do médio Mount. Eram jogadores com qualidade mas quiseram experimentar outros ares. E enquanto acho que o Ross County pagou muito pelo médio McKee, acho também que o Mount saiu a preço de saldo.

 

Nas entradas, reforcei todos os sectores, excepto a baliza. Fiquei bastante satisfeito com os reforços que consegui trazer, e ainda mais quando apenas estamos a gastar 248 mil euros dos 290 mil do orçamento salarial. Não tenho dúvidas de que temos equipa para garantir a manutenção com uma perna às costas.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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GUARDA-REDES

 

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Como disse, na baliza vamos manter o mesmo trio. A titularidade será discutida entre o Flatt e o Dawber como nos outros anos, enquanto o Byrne ficará à espera que algum deles se lesione. A minha preferência deverá recair no Flatt.

 

DEFESAS CENTRAIS

 

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No centro da defesa mantivemos apenas o Dunkley e o Essam. Chegaram três reforços para aqui, dos quais destaco o Gillespie. Este central saiu das escolas do Arsenal há dois anos, e segundo consta, tem um futuro promissor. É visto como o nosso melhor central. Tanto ele como o Cowie, também reforço, têm qualidade para serem titulares na nossa equipa.

 

DEFESAS LATERAIS

 

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Com 34 anos, o capitão Stone já não é o que era. Estava na altura de reforçar o lado direito da defesa. Fui buscar o Barnum-Bobb para isso mesmo. O Dasilva também pode jogar na direita, mas deverá ser titular na esquerda. Para esse lado fui buscar também o Stevens, ficando assim com duas opções para cada lado.

 

MÉDIOS CENTRO

 

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Dois dos nossos melhores jogadores estão no meio-campo. Houghton junta-se a Lapslie para discutir a titularidade no nosso meio-campo defensivo.

 

Mais à frente, Nicholson deverá ficar com o papel de Mount. Aqui ocorreram muitas saídas, por isso, também tive que reforçar bem este sector. Chegaram mais três jogadores para jogarem no miolo. Patching, Grant e Wordsworth. Este último, não fossem os 34 anos a fazerem estragos na sua capacidade física, e seria o titular indiscutível. Mas a idade já pesa.

 

MÉDIOS ALA

 

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No que toca aos médios-ala, fui buscar um jogador do qual espero coisas boas. Falo de Kinsella, que tanto joga na direita como na esquerda. Tudo indica que irá ser titular na esquerda, para o Clackstone poder jogar na direita. Pett e Taiwo ficarão como segundas opções.

 

AVANÇADOS

 

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No ataque, troquei o Clark pelo jovem Solly, mas não sei se este será titular. Espero que o Tony Lee continue a mostrar a sua frieza goleadora, e também espero que o Lynch se afirme este ano. O Henderson também continua no plantel, e deverá ter as suas oportunidades.

 

JOGOS DE PREPARAÇÃO

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FINANÇAS

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Estou bastante satisfeito com a situação do clube a este nível. É verdade que estamos com saldo negativo, mas seria estranho se assim não fosse. Temos andado sempre dentro destes valores, e acho que isso é muito bom. Este ano espero acabar numa posição bem melhor do que a conseguida no último ano, e sabendo que estamos com os nossos salários super controlados, isto só pode melhorar.

 

O que melhorou também, foi o número de bilhetes anuais que vendemos. Passámos de 1.168 para 1.262 bilhetes vendidos.

 

O MEU PERFIL

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Editado por CM.PT.85

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Realmente parece-me que vendeste o Mount baratinho...mas se ele se queria ir embora também pouco havia a fazer.

 

Na defesa o Gillespie é máquina! Com 18 anos tem tudo para se assumir no centro da tua defesa, embora tenhas boas opções. Não gosto muito dos teus laterais apesar de tudo :mrgreen: No meio-campo realmente é pena os 34 anos do Wordsworth...tecnicamente é muito bom. O Kinsella é um upgrade nas alas, muito bom jogador. Quanto ao ataque o Solly e bom, mas acredito que o Tony Lee faça valer o seu papel....que máquina incrível ano após ano!

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Realmente parece-me que vendeste o Mount baratinho...mas se ele se queria ir embora também pouco havia a fazer.

 

Na defesa o Gillespie é máquina! Com 18 anos tem tudo para se assumir no centro da tua defesa, embora tenhas boas opções. Não gosto muito dos teus laterais apesar de tudo :mrgreen: No meio-campo realmente é pena os 34 anos do Wordsworth...tecnicamente é muito bom. O Kinsella é um upgrade nas alas, muito bom jogador. Quanto ao ataque o Solly e bom, mas acredito que o Tony Lee faça valer o seu papel....que máquina incrível ano após ano!

Era o único clube interessado no Mount. E a proposta era inegociável. Se não aceitasse, nunca mais ele saia.

 

E o Tony ainda vai chegar à Premier League lol :D

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2023/24: ÉPOCA COMPLETA

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PERCURSO DURANTE ÉPOCA

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Como sabem, fomos fortemente apontados à descida, por isso, aquilo que vos estou prestes a mostrar, não fazia, de maneira nenhuma, parte dos meus planos. Tinha noção que tinha em mãos uma equipa capaz de assegurar a manutenção, sem grandes problemas, ao contrário do que aconteceu no ano passado, mas não esperava um arranque de época como o que fizemos.

 

O nosso sonho começou bem cedo, quando à segunda jornada chegámos à liderança do campeonato. Isto depois de termos derrotado o Luton na jornada inaugural, o mesmo Luton, que mais tarde, viria a vencer o campeonato. A equipa jogou de uma forma brutal, nestes primeiros meses. Relembro que a táctica utilizada foi a mesma da última época. O segredo talvez tenha passado por termos jogado sempre em contra-ataque, da primeira à última jornada. Percebi que, como equipa pequena, só assim é que nos safamos.

 

O tempo foi passando, e à 7ª jornada, já éramos a única equipa do campeonato sem qualquer derrota. Foi aqui, depois da vitória contra o Northampton, que ficámos isolados na liderança. Ainda era cedo, mas percebi que a continuarmos a jogar assim, podíamos conseguir algo mais do que a manutenção. De vez em quando, as coisas não correram tão bem, como na jornada seguinte, no empate 3-3 com o Exeter. Aqui estivemos a vencer por 3-0 e não segurámos a vitória, mas por outro lado, também conseguimos fazer o que parecia impossível, como aconteceu à 14ª jornada, quando perdíamos por 2-0 com o Dag & Red, ao intervalo. Chegámos ao empate e adiámos mais uma vez a derrota.

 

Depois disto, somámos mais três vitórias, e chegámos aos 17 jogos sem derrotas. Mais nenhum clube o conseguiu nesta época. Antes de sermos travados, batemos o Wycombe por 2-0, eles que estavam mesmo atrás de nós, no 2º lugar, na altura deste encontro. Em campo, esteve o melhor ataque da competição, nós, com 32 golos marcados, contra a melhor defesa, eles, com apenas seis golos sofridos. Foi uma grande vitória.

 

E foi então que entrámos numa crise profunda. O Preston foi quem deu inicio a isso. Foi a primeira equipa que nos conseguiu derrotar, e apesar de ocuparem o 10º lugar, por esta altura, eram donos do 2º melhor ataque da competição. Apesar do mau resultado, ainda estávamos com 5 pontos de vantagem em relação ao 2º lugar, e 10 em relação ao 7º posto, lugar que já não entrava no playoff. Mas o problema é que este não foi um acidente isolado. As coisas deixaram de acontecer e quando dei por mim, duas jornadas depois, já estávamos em terceiro. Uma vitória na recepção ao Barnet ainda nos permitiu terminar o ano no segundo posto e foi assim que entrámos em 2024, como se vê na imagem.

 

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Daqui para a frente, tornámos-nos numa equipa muito diferente da que fomos na primeira volta. Só numa ocasião é que conseguimos uma série de duas vitórias consecutivas. Em vez disso, empates era connosco. Como sabem, a defesa foi bem reforçada esta época, e as melhorias viram-se em campo. Nesta segunda metade da temporada, sofremos seis derrotas, e cinco delas foram por apenas 1-0. Acabámos mesmo sendo a segunda melhor defesa do campeonato.

 

Face aos muitos pontos desperdiçados, rapidamente deixámos fugir o sonho do título, e até mesmo, o da promoção por via directa, através do segundo lugar. Concentrámos as nossas atenções no objectivo playoff.

 

Tony Lee, mais uma vez, foi o nosso primeiro jogador a chegar aos 10 golos marcados. Mas tivemos que chegar à 27ª jornada, para podermos ver isso. Nesse jogo, onde empatámos a duas bolas com o Bradford, também Lynch viria a marcar o seu 10º golo da temporada.

 

Em Fevereiro, continuávamos um pouco inconsistentes. Tanto fazíamos coisas que pareciam fora do nosso alcance, como deixávamos fugir pontos que já tínhamos na mão. Na 29ª jornada, com o Crewe, recuperámos mais uma vez da desvantagem de dois golos que tínhamos ao intervalo. Mas duas jornadas depois, perdíamos com o Exeter, uma equipa que estava a lutar para não descer, com um golo sofrido aos 91 minutos. Mas foi em Março que perdemos o 3º lugar de vez, quando fomos derrotados pelo Gillingham, o segundo classificado.

 

Ainda em Março, depois de vencermos o Ledds por 2-0, ficámos com uma vantagem de 11 pontos em relação ao 7º classificado. Sabia que dificilmente iríamos perder o playoff. E se alguém ainda tivesse dúvidas, a manutenção ficou confirmada à 39ª jornada, apesar da derrota com o Wigan, por 3-1. Daqui até ao final, foi apenas uma questão de tempo até assegurarmos um lugar no playoff. Infelizmente fomos adiando essa festa sem necessidade.

 

Quando chegámos à última jornada, ainda havia muito a decidir. Tanto podíamos terminar no 3º lugar, como no 6º. A luta pelo título já estava resolvida, o segundo lugar também já estava entregue. A emoção estava concentrada no nosso jogo com o Barnsley, o 3º classificado. O 3º lugar tornou-se difícil de alcançar, mas passámos o jogo quase todo em 4º. Isto até termos sofrido o 1-0 aos 89 minutos.

 

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Foi a confirmação de uma época enorme. Nunca, mas nunca, estivemos abaixo do 5º lugar. Desta ninguém estava à espera. Ter acabado em 4º ou em 5º, tanto fazia, pois o nosso adversário iria ser o mesmo, o Portsmouth, uma equipa com quem tínhamos duas vitórias e duas derrotas em quatro jogos. Ia ser equilibrado.

 

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Sem baixas de peso, montei a melhor equipa possível para a primeira mão em nossa casa. Aqui batemos o nosso recorde de assistência. O estádio encheu com 5.000 adeptos nas bancadas. O nosso público quis ver um grande jogo, e foi isso que viu. Que enorme exibição, quando mais precisávamos. O homem-do-jogo, Clackstone, ajudou à festa quando, em três minutos, fez dois golos ainda na primeira parte. Já no segundo tempo, aumentámos a vantagem e segurámos o resultado sem grandes dificuldades.

 

Dificuldades foi o que sentimos em Portsmouth, apesar dos meus avisos ao plantel. Não queria a equipa relaxada, mas foi impossível travar os jogadores da equipa da casa durante o primeiro tempo. Parecia que tinham o diabo no corpo. Em 45 minutos, fizeram o que nós tínhamos feito em 90, e empataram a eliminatória. Não estava a acreditar, apesar de já o ter visto várias vezes. Felizmente, tiraram o pé do acelerador, e o jogo foi para o prolongamento. Nem estávamos a jogar mal, o golo podia cair para qualquer lado. E caiu para o nosso, aos 105 minutos. Lynch foi o herói que colocou a nossa equipa na final. Ele que já levava vários jogos sem fazer o gosto ao pé. Seguiu-se a grande final.

 

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O adversário era o Barnsley. Estávamos a 90 minutos de subir de divisão. Nunca esperei chegar aqui, no inicio da época. Fiz apenas um par de alterações, não quis mexer muito na equipa. Estivemos agressivos em campo durante o primeiro tempo. Queríamos marcar cedo. Acabámos por não marcar durante a primeira parte, mas chegámos ao intervalo com quatro jogadores amarelados.

 

A defesa estava a jogar bem, estava consistente. Fiquei menos preocupado. Aos 51 minutos reapareceu o matador da meia-final. Clackstone fez o 1-0 e estávamos na Championship se acabasse ali. Sofremos para aguentar o adversário, e nem imaginam o que senti quando, a 15 segundos do apito final, o Barnsley chegou ao 1-1, num lance de bola parada. O jogo ia acabar depois daquele lance. Que murro no estômago! Ainda por cima, íamos jogar o prolongamento sem o Clackstone, que acabou por ser expulso. Os jogadores nunca baixaram os braços, apesar de eu ter deixado de acreditar. Nem mexi na táctica, apesar da expulsão do nosso médio direito. Que se lixe, pensei eu. Aos 109 minutos, o milagre! Golo de Henderson, mais um herói improvável. Dali até ao final, foi um saltinho. Conseguimos a subida!

 

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Que enorme diferença em relação ao ano passado. Claro que fomos quem mais surpreendeu, neste campeonato, mas o Luton também não ficou muito atrás, visto que não estava no grupo dos prováveis campeões. E o Gillingham também está de parabéns ao conseguir a subida, pois foi apontado ao 17º lugar. O Barnsley foi a única equipa do campeonato que acabou dentro da previsão.

Editado por CM.PT.85

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2023/24: PERCURSO NAS TAÇAS

CAPITAL ONE CUP

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Pelo segundo ano consecutivo, saiu-nos o Birmingham na primeira eliminatória da Capital One Cup. Mas ao contrário do ano passado, desta vez jogámos em nossa casa. Jogámos para cerca de 1.500 adeptos e não foi preciso uma grande exibição para chegarmos à vitória. Nós tivemos mais posse de bola, mas eles foram melhores no resto. Valeu-nos o golo do reforço Kinsella aos 19 minutos da primeira parte.

 

E se o Birmingham era um adversário complicado por disputar a Championship, o que dizer do Everton da Premier League. Neste caso, não tivemos grandes hipóteses de discutir a passagem à próxima fase. Ainda ficámos felizes por termos marcado o nosso golinho de honra no Goodison Park.

 

O troféu acabou por ir para o museu do United, equipa que derrotou o Aston Villa por 3-0 na final.

 

TROFÉU JOHNSTONE'S PAINT

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Tal como na Capital One Cup, no Johnstone's Paint também abrimos a competição com a mesma equipa do ano passado, o Stevenage. Não se devem lembrar, mas no último ano fomos afastados por eles, depois de perdermos por 1-0. Aqui conseguimos a passagem, mas sem antes termos sofrido bastante. A eliminatória ficou decidida nas grandes penalidades.

 

Nos quartos de final, eliminámos o Barnet, equipa do nosso campeonato. Vitória fácil, em que estávamos a vencer por 3-0 aos 60 minutos. Assim, chegámos às meias-finais, repetindo o feito de há dois anos, mas voltámos a ficar por aí.

 

O Newport era um adversário acessível, mas apesar da nossa superioridade, não conseguimos traduzir isso em golos. Nas grandes penalidades estivemos horríveis. Este jogo teve lugar naquela fase do campeonato em que começaram a aparecer as derrotas, e as coisas já não andavam bem.

 

O Newport acabou por chegar à final, onde perdeu com o Crewe por 2-0.

 

TAÇA DE INGLATERRA

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Na Taça de Inglaterra, chegámos pela primeira vez à 3ª eliminatória. O máximo que tínhamos conseguido, tinha sido a segunda. As coisas correram-nos bem quando encontrámos adversários à nossa medida. Mas quando jogámos contra o Derby da Premier League, não tivemos qualquer hipótese.

 

Aliás, até pareceu que íamos ter alguma hipótese quando chegámos ao 2-0, ainda nem 10 minutos estavam jogados. Mas a pressão do Derby foi tão grande que ao intervalo já perdíamos por 3-2. Eles deram-nos uns minutos de avanço, mas podiam ter marcado ainda mais vezes.

 

A final colocou os dois gigantes de Manchester frente a frente. Pela terceira vez, nos últimos quatro anos, o City levantou o troféu. Venceu por 2-1.

Editado por CM.PT.85

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2023/24: ESTATÍSTICAS DA ÉPOCA

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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Acabámos a época com a terceira melhor defesa do campeonato. Começando pelas actuações dos nossos guarda-redes, mais uma vez houve rotação entre o Flatt e o Dawber. No caso do Flatt, o guardião sofreu menos 19 golos nesta época, fazendo menos dois jogos em todas as competições, uma enorme diferença. Em relação ao Dawber, este fez mais 10 jogos esta época, mas ainda assim sofreu menos quatro tentos. O Byrne fez apenas dois jogos com a nossa camisola. Depois esteve emprestado ao Aldershot, onde nem um jogo fez.

 

No centro da defesa, Gillespie foi o patrão como se esperava, apesar dos seus tenros 19 anos. Cowie e Dunkley foram os outros centrais mais utilizados, deixando poucas oportunidades para o Mattews, que ao longo do ano foi emprestado a três clubes diferentes: Oxford, Aldershot e Chester. Quanto ao Essam, ainda pior. Fez apenas seis jogos, depois de até ter sido utilizado regularmente no último ano. Este está de saída do plantel.

 

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CARREIRA DO CRAIG STONE NO CLUBE

Nas laterais, parece ter chegado ao fim a carreira do eterno capitão Stone. Pela primeira vez, nos últimos nove anos, o lateral não foi opção regular, mas mesmo assim fez 10 jogos no campeonato. E reparem que ainda conseguiu uma boa classificação final. O veterano de 35 anos já anunciou que se vai retirar. Irei colocar uma printscreen da sua carreira no tópico inicial, algo que irei fazer com os jogadores que deixaram o seu nome na nossa história, de uma maneira especial. Será uma espécie de quadro de honra. De certa forma, não ficámos prejudicados, pois o reforço Barnum-Bobb esteve à altura do desafio. Foi dos jogadores mais utilizados e aquele que alcançou a melhor classificação média. Por outro lado, foi o jogador que viu mais cartões, 18 amarelos. No lado esquerdo já houve rotação entre o Stevens e o Dasilva, com este segundo a ser o mais utilizado.

 

Como médio defensivo, tinha duas opções. Lapslie e Houghton. Utilizei os dois, e ambos estiveram muito parecidos ao longo do ano. Um pouco mais à frente, como médio centro de apoio, o leque de opções era maior, e aqui foi impossível manter todos os jogadores satisfeitos. O médio Nicholson foi o primeiro a sofrer com a minha forma de rotatividade e acabou por sair em Janeiro para o Wrexham. Fui rodando pelos jogadores, mas a determinada altura, apostei no Patching, que era quem estava em melhor forma.

 

Nos flancos, apostei quase sempre em Clackstone na direita e Kinsella na esquerda, duas máquinas. Sozinhos resolveram alguns jogos, e são para manter no plantel.

 

Por fim, o ataque. Este ano não estivemos muito famosos nesta parte, visto que o nosso melhor marcador foi o Tony Lee com apenas 15 golos em todas as competições. Ele, juntamente com o Henderson e o Lynch, foram bastante utilizados, ao contrário do que aconteceu com o Solly, que com o passar do tempo, se mostrou o menos eficaz dos avançados.

 

Quanto aos prémios, pelo segundo ano consecutivo temos dois jogadores na Equipa do Ano, e um deles é repetente. Falo do Clackstone. Este ano, Dasilva também mereceu essa honra. Clackstone foi ainda o Jogador do Mês em Abril, quando marcou três golos em quatro jogos. De resto, eu fui o Treinador do Mês em Setembro, depois daquele excelente arranque de época, e fiquei por aí.

 

A nível interno, o lateral Barnum-Bobb foi considerado o Jogador dos Adeptos, à frente de Dasilva e Clackstone. Henderson marcou o golo da época quando jogou contra o Exeter, em Setembro. Barnum-Bobb foi ainda considerado a contratação da temporada, enquanto o central Gillespie foi escolhido como o melhor jogador jovem do clube, neste ano.

 

FINANÇAS

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Nesta segunda época na Sky Bet 1 chegámos aos 7.708.000€ de receitas. Mais 3.000.000€ do que fizemos no último ano. Só em receitas de bilheteira, agora com um estádio alargado, angariámos mais de 2.226.000€, quando na época passada fizemos pouco mais de 615.000€. Posso dizer que este ano batemos o recorde de assistência média ao chegarmos a uma média de 2.717 adeptos por jogo. O recorde estava nos 1.954. Este ano ainda vimos a Direcção investir cerca de 1.435.000€ no clube, de forma a manter as finanças em dia.

Editado por CM.PT.85

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Dos melhores saves que já tive o prazer de acompanhar. Desde apresentação como o que tas a conseguir no clube.

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Dos melhores saves que já tive o prazer de acompanhar. Desde apresentação como o que tas a conseguir no clube.

Ora é isto que a malta gosta de "ouvir". Muito obrigado pelo feedback. Ainda hoje, a antevisão da próxima temporada, a décima! :compinchas:

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2024/25: ANTEVISÃO DA ÉPOCA

EQUIPA TÉCNICA

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A subida de divisão para a Championship, fez com que a Direcção aumentasse a minha equipa técnica, sem que fosse preciso pedir. Isto veio mesmo a calhar, e mesmo assim, o número de preparadores continua curto (13 preparadores), pois a carga de trabalho continua pesada para cada um deles. E finalmente consegui oferecer ao corpo técnico o contrato que eles pediam, sem ter que recorrer aos bónus, o que facilitou bastante as negociações.

 

A equipa de observadores também foi aumentada (9 observadores), continuando com uma qualidade muito acima da média deste campeonato. Quanto à equipa médica, esta continua com apenas dois fisioterapeutas, e aqui estamos abaixo da média. De qualquer maneira, ambos os fisioterapeutas têm 20 nessa área.

 

Neste momento, o meu salário é de 9.250€ por mês. O Adjunto Pooley é quem recebe mais depois de mim, cerca de 8.500€, enquanto o salário mais baixo ronda os 1.600€ mensais.

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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Este ano a nossa abordagem no mercado foi diferente da do último ano, onde fomos mais activos. O nosso orçamento salarial ronda os 370.000€ por mês, e estamos a gastar neste momento 360 mil. Para além disso, ainda temos quase 300.000€ para gastar em transferências.

 

Começando pelas saídas, destaca-se a do guarda-redes Dawber que partiu para o Wigan por 30 mil euros. Dawber esteve connosco durante oito épocas. Da equipa principal também dissemos adeus ao Byrne, Wordsworth, Essam e Henderson, jogadores que já não faziam parte dos meus planos e que poucas oportunidades iam ter nesta temporada.

 

Nas entradas, sou obrigado a destacar o regresso do médio Mount, que se tornou no primeiro jogador a ser, literalmente, comprado pelo clube, desde que estou a orientá-lo. Mount esteve no Walsall na última época depois de ter saído daqui por 125 mil euros. Fomos buscá-lo por menos, visto que a época não lhe correu de feição. Posso dizer que a Direcção e adeptos aplaudiram este regresso, pois o médio está entre o pessoal favorito do clube. Tive que abrir os cordões à bolsa, e Mount é agora o jogador com o salário mais elevado do plantel: 25.000€ por mês.

 

De resto, fui buscar o guarda-redes Darren Jones para colmatar a saída do Dawber. O lateral direito Dummigan veio para lutar pela titularidade depois da saída do Stone. O Delfouneso, alguns devem conhecer, pois é o primeiro e único jogador que chega ao clube com experiência de Premier League. Começou a carreira no Aston Villa e foi lá que fez alguns jogos nos grandes palcos de Inglaterra. Chega aqui depois de ter sido o melhor marcador da Sky Bet 1 em 2022/2023, com a camisola do Wycombe. Marcou 32 golos nessa época. Passa a ser o segundo jogador com o salário mais elevado: 24.000€ por mês.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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Visto que apenas temos quatro novos reforços, ou melhor, seis, se contarmos com os dois jogadores que fui buscar à equipa dos sub-21, acho que não há necessidade de mostrar todos os jogadores do plantel, como faço habitualmente. Tal como mandam as regras, continuamos com um plantel que fala 100% inglês.

 

GUARDA-REDES

 

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Três guarda-redes no plantel. O Flatt já vocês conhecem, guardião que vai cumprir a sua quarta época connosco. Para continuar o papel do Dawber, fui buscar o Darren Jones a custo zero. Jones tem apenas 23 anos mas vinha sendo titular no Morton das segundas divisões escocesas. Os relatórios dizem que não existem grandes diferenças entre Flatt e Jones, mas confesso que gosto do Jones para ser titular. Isabelle apenas está cá a fazer número e veio dos sub-21.

 

DEFESAS CENTRAIS

Quatro opções para o centro da defesa, e todas elas transitam da equipa da última época. Gillespie será a grande referência após uma boa época de estreia. Será ele o patrão. Depois gosto do Cowie, mas a sua altura deixa um pouco a desejar. Poderei então apostar no Dunkley que já cumpriu aqui três temporadas a bom nível. Matthews será o último recurso, e tal como no ano passado, poderá rodar um mês ou outro num outro clube por empréstimo.

 

DEFESAS LATERAIS

 

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Nas laterais, duas opções para cada lado. Na esquerda, Dasilva e Stevens, sendo que Dasilva pode jogar nos dois lados com igual qualidade. Ele que fez duas excelentes temporadas, e é nesta altura um dos nossos jogadores mais valiosos. Para o lado direito, Barnum-Bobb, que foi dos melhores jogadores do último campeonato, e para lutar pela titularidade com ele, chegou o reforço Dummigan. Este lateral era titular indiscutível no Braintree, mas aqui vai ser complicado ter esse estatuto.

 

MÉDIOS CENTRO

 

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Houghton e Lapslie serão as opções para o meio-campo defensivo, tal como no ano passado. Irei dar oportunidades a ambos de igual forma. Um pouco mais à frente, tenho quatro opções para o lugar de médio centro. Taiwo, Grant e Patching deverão ter poucas oportunidades com o Mount de regresso à equipa. Deverá ser ele a minha primeira aposta.

 

MÉDIOS ALA

O lado direito do meio-campo está reservado ao Clackstone. O lateral que tem sido utilizado como médio-ala nos últimos anos, irá cumprir a sua sexta época no clube. Já o lado esquerdo deverá ser entregue a um dos nossos melhores jogadores, o Kinsella. De reserva, ficará o Pett, jogador que poderá jogar nos dois lados, e Taiwo, que poderá fazer o lado direito, quando necessário.

 

AVANÇADOS

 

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Delfouneso chega ao clube com uma larga experiência adquirida. Os relatórios dizem que o veterano de 33 anos é dos melhores avançados do plantel, a par do Solly, mas acho que o Delfouneso é bem melhor. Espero que consiga mostrar eficácia, ou terei que me voltar mais uma vez para o Tony, o melhor marcador da história do clube e que vai cumprir a sua oitava temporada com a nossa camisola.

 

O Hassan é um jovem que contratei na época passada, e que esteve a rodar no Wimbledon. Era titular no clube e marcou 19 golos em 41 jogos. Não me parece que tenha qualidade para ser titular, mas andará à espreita da sua titularidade. Assim como o Solly e o Lynch.

 

JOGOS DE PREPARAÇÃO

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Esta foi a preparação que fizemos para a próxima época. A meu ver, foi uma excelente preparação. Não houve qualquer lesão a lamentar. Fui aumentando o grau de dificuldade dos jogos com o decorrer do tempo, e acabámos com um grande jogo diante do Tottenham da Premier League. Posso dizer que a equipa deles tinha qualidade suficiente para nos cilindrar. Mais de 4.500 pessoas assistiram a esse jogo nas bancadas, jogo que até teve direito a transmissão televisiva. E não foi questão de termos tido sorte, pois a partida foi bastante equilibrada.

 

Estamos preparados para o arranque do campeonato, onde somos mais uma vez apontados ao último lugar. As nossas contratações não foram muito vistosas, mas acho que o facto desta equipa jogar junta há muito tempo, pode ser bom para nós. Ipswich e Blackburn são as equipas apontadas como as mais fortes desta Championship.

 

O MEU PERFIL

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E é assim que eu estou neste momento. No final do ano, lá para Dezembro, devo acabar o segundo curso de treinador da minha carreira, e ainda deve melhorar mais um atributo ou outro. A nível das áreas de treino, gosto do facto de estar a dominar todas, ou quase todas, as vertentes. Infelizmente não percebo porque é que os atributos mentais demoram tanto a subir.

Editado por CM.PT.85

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2024/25: PARTE I

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O nosso primeiro jogo oficial da época estava marcado com o Charlton, no nosso estádio. As estatísticas estavam a nosso favor. Até fomos capas de jornais, por termos um conjunto de bons resultados nas jornadas inaugurais. Em nove anos, apenas começámos o campeonato com o pé esquerdo em duas épocas, e curiosamente, em ambas estávamos na Vanarama League. Aqui voltámos a conseguir esse feito, num jogo onde destaco o primeiro golo de Defouneso, logo na sua estreia pelo clube.

 

Entrámos com o pé direito na competição, mas rapidamente as coisas se complicaram. Existem enormes diferenças entre a nossa equipa, e estas equipas com jogadores que já valem milhões. Entre Agosto e Setembro estivemos quatro jogos consecutivos sem vitórias. Diante do Rotherham ainda estivemos a vencer por 2-0, mas deixámos escapar a preciosa vitória. Depois da derrota com o Wolves, chegámos à pior classificação até ao momento, 18º lugar.

 

Ainda em Setembro, estive de braços dados com um dilema. Para mim, o melhor jogador do plantel, Kinsella, pediu um novo contrato, com um aumento significativo de ordenado. Lembram-se que o jogador mais bem pago era o Mount, que recebia 25.000€ por mês? Kinsella pediu mais de 40.000€. Podia ter recusado, e iria perder o jogador. Mas para chegarmos onde sonho chegar, temos que fazer um esforço para segurar estes grandes jogadores. Kinsella assinou por 40.000€ por mês, e ainda tem uma cláusula de 1.600.000€. Este esforço fez com que passássemos o orçamento salarial, e assim sendo, as coisas não vão ficar bonitas no final. Mas não me arrependo. Neste momento, Kinsella é internacional pela selecção da Irlanda e está avaliado em 1.400.000€.

 

Voltando ao calendário, depois desta fase negra, apenas voltámos a ter outra parecida no final de Outubro. Aqui foram três jogos sem vencer, onde nem marcámos um golo. Isto culminou com uma derrota diante do Birmingham, que era o último classificado, com apenas uma vitória. Derrota difícil de aceitar. Mas foi então que respondemos com um triunfo contra uma das mais fortes equipas da competição, o Blackburn, e a partir daí, as coisas entraram nos eixos.

 

Tendo em conta que esta equipa é praticamente a mesma do último ano, conseguimos coisas maravilhosas. Desde logo, a vitória por 5-0 contra o Queens Park. Que grande jogo! Não dominámos o encontro a não ser na eficácia. Quando no jogo seguinte, contra o Middlesbrough, vencemos, ficámos apenas a um ponto do playoff, batendo todas as expectativas.

 

Mas a época não está a ser perfeita para todos. O avançado Lynch sofreu uma lesão depois desse jogo e deve estar parado durante dois meses. Tony Lee não está a ter o rendimento de outras épocas. Apenas marcou o seu primeiro golo à 21ª jornada, com o Crystal Palace, na sua 13ª presença em campo. Neste jogo, foi a vez de outro avançado se lesionar, desta vez o Solly, um mês. Começámos a época com cinco avançados, e agora as opções parecem curtas.

 

 

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Por falar em opções, a meio de Outubro chegou mais uma para o meio-campo. Aliás, para o meio-campo e para mais um par de posições. Fowler chegou a custo zero, depois de ter passado seis épocas ao serviço do Dundee, na Escócia. Contratei-o porque os outros três médios não estão satisfeitos com as poucas oportunidades que têm, e estou a ver se me consigo livrar deles. Não é fácil tirar o lugar ao Mount, que está a fazer uma excelente temporada.

 

Dezembro de 2024 ficará na história por várias razões. Desde logo, no dia 26, cumpri o meu 500º jogo à frente do clube, o que significa, mais um objectivo cumprido neste save. Foi neste mês também que pela primeira vez, me convidaram para uma entrevista. Neste caso o Bristol City, clube que estava abaixo da linha de água quando aconteceu o convite. Foi também em Dezembro que terminei mais um curso de treinador.

 

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É a altura certa para dizer: Quem diria? Ao contrário do que eu esperava, este está a ser o campeonato de estreia mais fácil da minha carreira. Nunca pensei que ia estar na luta pelo playoff quando chegasse a meio da época. E não é só isso, neste momento temos uma das melhores defesas do campeonato, com uma média inferior a um golo sofrido por jogo. Isso é algo brutal. Por outro lado, o ataque não está grande coisa. Temos apenas mais cinco golos marcados do que a equipa com o pior ataque da competição. Assim sendo, é justo dizer que a defesa está a ser o nosso melhor ataque. Os nossos melhores marcadores nesta altura são o Kinsella e o Solly, ambos com cinco golos.

 

Neste momento acho que já não precisamos de nos preocupar com a manutenção, mas será que conseguimos manter este ritmo e alcançar os playoffs? Uma coisa é certa, campeonato mais equilibrado do que este não há. Não deixa de ser estranho termos apenas 11 vitórias em 24 jornadas e estarmos onde estamos neste momento.

 

Para terminar, fica aqui uma printscreen de mais um objectivo alcançado: Orientar 500 jogos como treinador.

 

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Para primeira época nessa divisão as coisas estão a correr muito bem mesmo

 

e ja agora parabéns por este save está simplesmente incrível

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Para primeira época nessa divisão as coisas estão a correr muito bem mesmo

 

e ja agora parabéns por este save está simplesmente incrível

Está a correr muito bem mesmo. Não estava mesmo à espera disto. Obrigado ;)

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2024/25: PARTE II

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Bem-vindos à segunda parte da 10ª época deste save. Como se lembram, a primeira parte correu-nos muito bem, e acabámos o ano dentro da luta por um lugar nos playoffs. Com a entrada no novo ano, as coisas continuaram iguais, ou se possível, ainda melhores.

 

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Em Janeiro, três jogos três vitórias, todas elas pela margem mínima. Está mais do que visto que a moral da equipa é que faz as coisas acontecerem. Quando está em altas, tudo nos corre de feição. Somámos nove pontos em três jogos onde fomos sempre superiores ao adversário. A vitória em casa diante do Stoke deixou-nos apenas a dois pontos do segundo lugar, lugar que garantia a subida sem termos que ir aos playoffs. Foi nesse objectivo que passei a focar a minha atenção, pelo menos, até determinada altura. Neste mês, mais ninguém conseguiu fazer o pleno, e por isso, fui considerado o Treinador do Mês.

 

Em Fevereiro, tudo muito diferente, mas aqui podemos ver as coisas de duas formas. Se por um lado, estivemos quatro jornadas sem vencer, por outro, aumentámos para oito, a nossa série de jogos sem perder. Neste mês, nas cinco jornadas disputadas, nunca conseguimos ser melhores do que o nosso adversário. Tivemos alguma sorte então, pelos pontos que fomos somando. O caso mais gritante foi quando visitámos o Wolves. Fomos completamente massacrados, mas íamos conseguindo uma impensável vitória. Aos 80 minutos chegámos ao 2-1, mas fez-se justiça aos 84', com o empate da equipa da casa. Veja-se que apenas fizemos três remates, quando o Wolves rematou mais de 20 vezes. Foi sempre assim neste mês, e nem quando derrotámos o Southampton, fomos verdadeiramente melhores. Aqui valeu-nos dois heróis improváveis. Matthews e Hassan, dois jogadores pouco utilizados, foram os autores dos três golos. Acabámos o mês dentro dos playoffs, mas a luta continuava renhida. Era bem visível que estavam equipas a mais, a lutar pela mesma coisa.

 

Março parecia que nunca mais chegava ao fim, tal foi a quantidade de jogos que fizemos. Tudo por culpa de dois ou três jogos que foram adiados nos meses anteriores, devido ao mau tempo. Foram sete jornadas onde vencemos quatro, nada mau. Uma curiosidade em relação ao jogo com o Reading. Mesmo antes da partida, o clube convidou-me para uma entrevista de emprego. Rejeitei, e o ex-Liverpool Gerrard assumiu o cargo. Em Março, voltámos a repetir a nossa melhor sequência, com três vitórias consecutivas. Foi numa delas, com o Brighton, que confirmámos a manutenção nesta liga. Por mais estranho que pareça, apesar de estar a lutar por um lugar nos playoffs, os jornalistas ainda me perguntavam se íamos conseguir a manutenção. Mais um mês tinha passado, e as coisas continuavam na mesma, no topo da tabela. Enquanto o Ipswich consolidava a sua liderança, abaixo deles ia uma luta enorme. Nós chegámos ao final de Março estando a um ponto do 2º lugar. O sonho estava vivo.

 

Mas foi morrendo aos poucos e poucos, durante o mês de Abril. Voltámos a entrar numa daquelas fases em que nada sai como nós queremos. Em seis jornadas, apenas vencemos uma. Nem na semana em que o Hull confirmou a descida, conseguimos vencê-los. Ainda não vos contei que lhes foram retirados 12 pontos em Janeiro, por a equipa entrar em processo de falência. Estão a viver um mau bocado e será mais um clube a afundar-se nestas divisões durante uns anos. A única vitória conseguida neste mês, foi no último jogo da época realizado no nosso estádio, frente ao Middlesbrough. Curiosamente, marcámos o golo da vitória aos 30 segundos, quando já no mês passado, frente ao Birmingham, tínhamos feito algo parecido, mas neste caso, aos 20 segundos.

 

À medida que o mês foi avançando, fomos ficando mais distantes do segundo lugar, e a minha preocupação era apenas segurar um lugar nos playoffs.

 

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Mas a equipa, simplesmente, parecia que não queria. Era assim que estava alinhada a classificação à entrada para a última jornada. E a nossa não ia ser pêra doce. Tínhamos que ir jogar ao terreno do Chesterfield, o 4º classificado. Depois de termos conseguido apenas uma vitória nas últimas sete jornadas, a minha confiança era quase nula. Sabia que era muito difícil acabarmos entre os seis primeiros. Bem dito, bem feito. Levámos três secas num jogo onde não fizemos praticamente nada de jeito. Durante a partida ainda chegámos a estar em oitavo, mas acabámos por ficar em sétimo. E foi então que morremos na praia.

 

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As últimas oito jornadas do campeonato, estragaram o sonho do playoff. Mas que fase terrível. Apenas uma vitória somada e apenas três golos marcados em oito jogos. E ainda tínhamos a melhor defesa do campeonato, mas até isso perdemos, graças ao desaire da última jornada. Mesmo sabendo que era suposto descermos de divisão, ou pelo menos andarmos a lutar contra isso, custa muito terminar assim. Bom, mas foi um grande campeonato desta equipa que apenas se reforçou com cinco jogadores. Volto a dizer que este foi dos campeonatos mais fáceis, isto a nível de campeonatos de estreia.

 

E eis que a minha velha teoria voltou a fazer das suas. O Wolves, 6º classificado, venceu todos os jogos dos playoffs e segue viagem para a Premier League. Para o ano somos nós!

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2024/25: PERCURSO NAS TAÇAS

CAPITAL ONE CUP

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Ao contrário do que se passou inúmeras vezes ao longo da época, fomos afastados da Carling Cup depois de termos massacrado o nosso adversário. O Barnet joga duas divisões abaixo de nós, nem chegou aos 40% de posse de bola, mas teve a sorte do jogo do seu lado. Rematámos, rematámos, rematámos, criámos duas oportunidades flagrantes e enviámos duas bolas aos ferros. De pouco serviu.

 

TAÇA DE INGLATERRA

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Na Taça de Inglaterra chegámos onde nunca tínhamos chegado. À 5ª eliminatória, que é como quem diz, aos oitavos-de-final. Só entrámos na competição na 3ª eliminatória, mas apanhámos pela frente logo um adversário da Premier League. O Norwich ocupava o 20º lugar do principal escalão inglês. Este jogo teve lugar numa altura em que as opções para o ataque estavam curtas. Na frente joguei com o Tony Lee e com o médio Fowler, que pode fazer essa posição. O Norwich tem uma equipa de milhões, mas nunca chegou ao golo. Para mim já seria uma vitória levar o jogo para uma repetição, mas Kinsella colocou um ponto final na coisa aos 89 minutos. Foi a loucura! Recebemos 100.000€ pela vitória.

 

Seguiu-se o QPR, uma equipa mais à nossa medida. Não resolvemos as coisas logo no primeiro jogo e teve que ser no segundo, com recurso às grandes penalidades. Foram duas partidas muito bem disputadas. Do nosso lado, ninguém desperdiçou da marca dos 11 metros. Aqui recebemos mais 130.000€ pela passagem à próxima fase, e outros 130.000€ das bilheteiras. Na altura foi o recorde do clube.

 

Voltámos a bater esse recorde, quando tivemos que repetir a eliminatória seguinte com o Wigan. Mais uma vez, foi um jogo difícil fora, e levámos a discussão para o nosso estádio. Nesta altura, sentia uma mistura de emoções. Não sabia bem se queria seguir em frente ou não. O calendário estava mais preenchido do que nunca, e cada jogo destes ainda nos complicava mais a vida no campeonato. Por outro lado, sabia que quem seguisse em frente, iria jogar em casa, onde receberia o Chelsea. E isso é uma coisa que tenho andado à procura desde há muito tempo. Receber no nosso estádio uma equipa desse calibre. Mas infelizmente não fizemos um bom jogo na repetição, e ficámos pelo caminho. Acabámos por não chegar ao playoff no campeonato, por isso, nem uma coisa, nem outra. Mas deste jogo recebemos mais 140.000€ das bilheteiras, foi uma boa época nesse aspecto.

 

A final acabou por ser disputada pelo Chelsea de Mourinho e pelo United de Simeone. O argentino levou a melhor vencendo por 2-1. Tem somado títulos atrás de títulos. Também venceram a Capital One Cup.

Editado por CM.PT.85

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Confesso que já andava perdido e agora que voltei a primeira coisa a fazer foi atualizar-me neste grandioso save. Muito bom o trabalho que tens vindo a fazer no Eastbourne.

A Capital One foi um bocado má mas nada que para o ano não se resolva. Na FA Cup fizeste uma enorme campanha :prayer: No campeonato um bom 7º lugar para o ano vamos à promoção? :medinho:

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Confesso que já andava perdido e agora que voltei a primeira coisa a fazer foi atualizar-me neste grandioso save. Muito bom o trabalho que tens vindo a fazer no Eastbourne.

A Capital One foi um bocado má mas nada que para o ano não se resolva. Na FA Cup fizeste uma enorme campanha :prayer: No campeonato um bom 7º lugar para o ano vamos à promoção? :medinho:

Antes de mais, muito obrigado. Sinceramente, com estas Taças agora já não estou preocupado porque irei disputá-las quando chegar à Premier League. Fiquei triste por não ter ganho nenhuma das Taças das divisões inferiores.

 

Depois desta época de estreia, temos que apontar à promoção. Esperar para ver os orçamentos e veremos :compinchas:

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2024/25: ESTATÍSTICAS DA ÉPOCA

ESTATÍSTICAS DO PLANTEL

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Podem ver agora os números alcançados pelo meu plantel, nesta época. Mais uma vez, a primeira palavra que me vem à cabeça é "rotatividade". Toda a gente teve um papel importante no que alcançámos este ano.

 

E o maior exemplo da rotatividade que fiz no plantel, está logo na baliza. Tanto o Flatt como o Jones fizeram 26 partidas cada um, ninguém se pode queixar. Foi uma época muito parecida dos dois guardiões, onde a diferença está apenas nos golos sofridos. Flatt sofreu apenas 18, enquanto o seu colega chegou aos 26, ainda assim, conseguiu uma média de um golo sofrido por jogo. Muito bom, para uma equipa apontada à descida.

 

Se me pedissem para montar a melhor defesa possível, esta era composta pelo Barnum-Bobb na direita, Dasilva na esquerda, Gillespie e Cowie a centrais. Mas mais uma vez, todos tiveram oportunidade de jogar, e não foi por isso que não acabámos com uma das defesas menos batidas do campeonato. Só o Stevens, defesa esquerdo, por estar velhinho, e o Matthews, por ser 4ª opção no centro, jogaram menos. Mas este último até teve uma altura em que ganhou a titularidade, quando mostrou ter veia goleadora. Até marcou em dois jogos consecutivos, o que faz dele o nosso central goleador, com apenas três golos.

 

No meio-campo, as coisas não se passaram de forma diferente. Houghton e Lapslie iam trocando enquanto médios defensivos. Mount e Fowler, iam rodando enquanto médios centro. Destaque para a grande época de Mount, no seu regresso ao clube.

 

Já tinha dito que para mim, Kinsella é o melhor jogador do plantel nesta altura, e por isso mesmo, foi o jogador mais utilizado. Foi também ele o nosso melhor marcador em todas as competições com 11 golos. No campeonato marcou 10. Mas o Clackstone na direita não ficou muito atrás. Mais uma grande época deste rapaz. Pett deu muito jeito enquanto suplente.

 

Para o ataque, eram cinco as minhas opções. Solly foi o mais utilizado, primeiro porque os relatórios dizem que é melhor que temos. Segundo porque era o que mostrava ter melhor veia goleadora. Tony Lee fez aqui a sua pior época connosco ao marcar apenas três golos, e talvez esteja na hora da despedida. Delfouneso esteve muitos furos abaixo do esperado.

 

De um modo geral, estou muito satisfeito com o plantel, visto que pouco nos reforçámos, e mesmo assim acabámos muitos lugares acima do esperado. O facto de mexer pouco na equipa, só pode ser uma mais-valia. Agora que acabou a época, apareceram alguns problemas. O nosso melhor central Gillespie deve estar de saída. É mais um jogador a dizer que já é maior do que o próprio clube. Mas aqui não vou cometer o mesmo erro que cometi com o Mount. Não o vou deixar sair a preço de saldo. Stevens também está de saída, mas este vai para a reforma. O resto, é uma incógnita.

 

FINANÇAS

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Fizemos 6.000.000€ nesta última época. Isto significa que acabámos com quase 5.000.000€ nos nossos cofres. Nunca este clube teve tanto dinheiro.

 

Em receitas, batemos todos os recordes aos chegarmos aos 17.055.000€. Fantástico. Uma diferença de 10 milhões em relação ao ano passado, que grande diferença que uma subida faz. A maior fatia deste bolo veio dos pagamentos solidários. Ainda não percebi bem o que é isto, mas sei que renderam mais de 7.000.000€. Em receitas televisivas, quase que chegámos aos 4.000.000€. Nas receitas de bilheteira, quase 3.000.000€.

 

Em despesas, passámos pouco dos 11.000.000€. Esperava uma maior diferença em relação aos 7.600.000€ que gastámos no último ano. A maior fatia, foi claro, para os salários dos jogadores. Cerca de 4.128.000€.

 

E assim cumpri 10 anos à frente do clube. Parabéns a você!

Editado por CM.PT.85

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2025/26: ANTEVISÃO DA ÉPOCA

Está aí mais uma época à porta, e esta vai ser especial para mim. Isto porque estou prestes a bater o meu recorde pessoal, no que diz respeito ao número de épocas realizadas num save. O melhor que tinha conseguido, foram dez épocas à frente do AS Roma, no velhinho CM 01/02. Aqui já cumpri dez, e ainda estou cheio de vontade para outras dez.

 

Bem, irei cumprir a segunda época na Championship, depois de uma grande temporada de estreia. As expectativas da Direcção estão baixas, mas as minhas não. Depois do que fizemos, irei apontar aos playoffs desde a primeira jornada. Para variar, somos apontados ao último lugar, com uma larga distância em relação aos nossos adversários. Gosto disso, porque retira pressão aos meus jogadores, e assim as coisas correm melhor.

 

De forma a ter melhores orçamentos disponíveis, disse à Direcção que nunca íamos andar na luta contra a despromoção. Devem esperar que acabemos mais ou menos a meio da tabela.

 

EQUIPA TÉCNICA

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No que diz respeito à equipa técnica, esta foi aumentada mais uma vez. Neste momento, tenho 14 preparadores à minha disposição. Como sempre, continuamos com um grupo com uma qualidade acima da média. O número de olheiros e de fisioterapeutas continua igual. Nove observadores e dois fisioterapeutas.

 

Em relação aos salários, já não sou quem tem o melhor. Agora ganho 9.250€ por mês, o mesmo que outros três membros. O ordenado mais baixo ronda os 2.400€.

 

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Esta época devo chegar ao meu primeiro 20, no conhecimento dos jogadores. Neste momento, estou a tirar mais um curso. Depois de termos terminado muito bem a época a nivel financeiro, aproveitei para fazer o pedido.

 

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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Pois é, foi apenas isto. Confesso que não estava à espera de ter um mercado de transferências tão calminho, mas as finanças a isso obrigaram. O nosso orçamento salarial ronda os 480 mil euros, e estamos a gastar 476 mil. É impossível contratar mais alguém. O orçamento aumentou em relação ao ano passado, mas os habituais aumentos anuais de ordenado fizeram com que chegássemos quase ao limite.

 

Apenas contratei um defesa esquerdo, posição para onde tinha apenas uma opção. E mais tarde chegou um médio centro por empréstimo. Até por empréstimo é difícil trazer mais alguém, porque pedem sempre que paguemos uma parte do ordenado e não temos dinheiro para isso. Vamos atacar a subida praticamente com a mesma equipa do ano passado. Não será fácil.

 

APRESENTAÇÃO DO PLANTEL

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Ora bem, visto que não há grandes reforços, não será difícil adivinhar a equipa inicial. Isto apesar de sabermos que gosto de rodar todos os jogadores. Acho que nunca tive um plantel tão pequeno à minha disposição. Já tive alguns problemas com lesões neste save, mas este ano isso não vinha nada a calhar.

 

Muito rapidamente, os dois guarda-redes irão trocar entre si, mais uma vez. Dasilva na esquerda e Barnum-Bobb na direita, são os melhores laterais. No centro temos um caso bicudo em mãos. Como se lembram, o nosso melhor central, o Gillespie, pediu para ser vendido. Eu bem tentei, mas ninguém o quis. Que chatice. Vai começar a época connosco, sendo assim. Lee Desmond foi o primeiro reforço a chegar este ano. Jogou as últimas três épocas no Portsmouth. Dificilmente conseguirá roubar o lugar ao Dasilva, que tem sido sempre consistente.

 

 

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No meio-campo conto com dois médios-defensivos que irão rodar entre si. Lewis Evans chegou por empréstimo para se juntar a Mount e a Fowler, na luta por um lugar a médio centro. Nos flancos, as melhores alternativas são o Clackstone na direita e Kinsella na esquerda. Kinsella é o nosso melhor jogador, a sua influência não teve igual nas últimas duas épocas. É a nossa jóia da coroa.

 

 

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Na frente não há novidades, já conhecem os homens. Não tenho grande fé no nosso ataque, que no ano passado já deixou um pouco a desejar, mas se marcarem uns golinhos de vez em quando, já será bom. Se quiserem ver mais algum jogador, basta pedir.

 

JOGOS DE PREPARAÇÃO

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Este ano tivemos direito a um pequeno estágio. A ideia foi da Direcção, assim como a escolha do lugar. Curiosamente, viajámos até ao Algarve onde jogámos com algumas equipas da região e com a equipa B do Sporting. Gostei da preparação que fizemos, marcámos muitos golos, e apenas ficámos um em branco, jogo que significou a única derrota desta fase.

 

Ao contrário dos outros anos, temos aqui uma lesão a lamentar. Um dos médios defensivos deverá começar a época com uns dois meses de atraso devido a um problema no joelho. Falo do Lapslie. De resto, está tudo preparado.

Editado por CM.PT.85

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2025/26: PARTE I

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O primeiro mês de competição foi perfeito para uma equipa da nossa dimensão. Não me importava se ganhasse sempre os jogos em casa, empatando os jogos fora. E veja-se que apanhámos sempre equipas com muitos anos de Premier League. O destaque na primeira jornada vai para o Tony Lee, autor do primeiro golo oficial da época. Não deixa de ser curioso, visto que no último ano demorou alguns meses até fazer o primeiro. O jogo com o Blackburn foi de loucos. Eles são um dos favoritos a vencer o campeonato, mas fizemos um jogo muito bom. Por três vezes chegámos à vantagem, e por três vezes, o Blackburn empatou. Mas o grande destaque de Agosto vai para o central Gillespie, que como sabem, pediu para ser vendido no final da época passada. Continuei a apostar nele, e acabou por ser considerado o jovem jogador do mês. Fez dois golos em cinco presenças. Já nós, acabámos no segundo lugar da tabela.

 

Mas tudo mudou quando em Setembro visitámos aquele que era o líder do campeonato, o Sheff Wed, liderado pelo conhecido Pilro. Fizemos um jogo para esquecer, mas o avançado deles ajudou à festa. Rawllington saiu desta jornada com 12 golos marcados apenas nesta época, e ainda estávamos na 6ª jornada. Somámos mais duas derrotas neste mês, o que nos fez cair até ao 10º lugar, mas estávamos apenas a um pontinho do playoff.

 

As coisas voltaram a encarrilhar em Outubro, altura em que chegámos pela primeira vez às três vitórias consecutivas, nesta temporada. O destaque deste mês pela positiva vai todo para a grande vitória frente ao Norwich, num estádio lotado. Pela negativa, a única derrota que amealhámos em Outubro, frente ao Stoke. A vitória faria a equipa subir ao 2º lugar, mas num jogo onde sofremos expulsões logo aos três minutos, e com grandes penalidades contra nós, fica difícil o que já é complicado. Não terminámos o mês em segundo, mas terminámos em quarto, a três pontos do segundo lugar.

 

Em Novembro alcançámos uma coesão defensiva soberba, coisa que fez com que falassem de nós na imprensa. Sofremos apenas um golo em cinco jornadas disputadas, e alcançámos uma sequência de cinco jogos sem sofrer, acho que é o nosso recorde. Apenas acho que devíamos ter feito mais quando visitámos o Sheff United, uma equipa que luta contra a despromoção. Mais uma vez, terminámos o mês numa boa posição, a um ponto da subida automática. Enquanto isso, a distância para o 7º lugar estava em 4 pontos.

 

Quase a chegar ao final de 2025, voltámos a quebrar depois da vitória frente ao Middlesbrough, que nos deixou finalmente isolados no segundo posto. Teríamos feito história e alcançado o primeiro lugar se tivéssemos derrotado o West Ham. Até começámos a vencer esse jogo, o que nos permitiu sentir a emoção de estar na liderança, pelo menos durante uma hora. Depois o West Ham virou o resultado em apenas três minutos, e lá fomos nós. Com o Rotherham, em casa, também deixámos escapar a vitória depois de termos começado melhor.

 

Para quem tinha sofrido apenas um golo nos cinco jogos de Novembro, não deixa de ser curioso o número de golos que sofremos em Dezembro. Oito em cinco jornadas. Três foram às mãos do Chesterfield, líder na altura e neste momento. Uma curiosidade: cheguei a acordo com o Chesterfield, dias antes do jogo, para a compra do nosso central Gillespie. O defesa vai sair por 850 mil euros, já em Janeiro. Excelente encaixe financeiro, visto que veio para aqui a custo zero. Isto aconteceu depois de eu ter oferecido o central por 400 mil, quando ainda estávamos no inicio da temporada. Ninguém o quis na altura.

 

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E foi assim que terminámos esta primeira metade da época. Nada mau para quem é sempre apontado ao último lugar. Estamos a fazer uma temporada dentro do que eu estava à espera, estando normalmente dentro dos lugares do playoff, isto apesar dos poucos reforços que contratámos.

 

Voltamos a ter uma equipa pouco batida, mesmo com os golos que sofremos no último mês. Apesar de já estar decorrida metade da época, ainda está tudo muito imprevisivel. Acho que a única certeza que tenho neste momento, é que o Birmingham não vai escapar à descida.

 

Como disse, vão entrar alguns milhares de euros nos nossos cofres e vamos perder um central importante já em Janeiro. Terei que ir ao mercado, novidades para breve.

Editado por CM.PT.85

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