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Investidores de Singapura criam Algarve Clube e apontam à I Liga

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Quinze jogadores, todos estrangeiros, já treinam no Algarve Clube de Futebol

 

Um grupo de investidores do futebol asiático, com base em Singapura, voltou-se para o futebol português e decidiu criar o Algarve Clube de Futebol, com vistas na Primeira Liga. Segundo conta o jornal algarvio Sul Informação, já há 14 jogadores estrangeiros a treinar à experiência, todos estrangeiro, e um contratado: o anglo-canadiano Keani Fairbanks, de 19 anos.

 

O presidente do clube, Marco Guimarães, disse ao Sul Informação que o Algarve Clube de Futebol pretende ser uma ponte entre o futebol asiático e o futebol europeu. "Até agora há oportunidades limitadas para os jogadores asiáticos no futebol europeu", afirmou. "Decidimos abrir este clube para colocar alguns desses jogadores aqui".

 

O Algarve Clube de Futebol tem a intenção de chegar o mais depressa possível à Primeira Liga, treinado por Eduardo Maciel no Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António. Se não for possível permanecer em Vila Real de Santo António, visto que as negociações com a Câmara Municipal ainda estão em aberto, Marco Guimarães assume a possibilidade de procurar poiso em Lagoa ou Portimão. O nome do clube, que é o da região, permite essa flexibilidade.

 

Ao Sul Informação, Marco Guimarães disse ainda que tem também em vista a contratação de futebolistas portugueses. "Os portugueses nos quais estamos interessados ainda estão sob contrato", afirmou. "Temos jogadores a treinar da Ásia, da Austrália, da Inglaterra".

 

DN

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também me vou meter nisto. vou abrir um clube - Fidel Castro United - e vou mandar vir investidores da china, depois vou buscar jogadores à china e tiro comissão para mim. depois quando tiver dinheiro suficiente deixo-me estar, ou então esforço-me para chegar à segunda liga e combino resultados e saco ainda mais dinheiro.

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Enquanto não perceberem que necessitam do apoio dos adeptos locais não vão a lado nenhum. Se começam, logo no início, com a ideia de andar de um lado para o outro estão condenados ao fracasso.

De uma ponta a outra, do Algarve, devem ser uns 170 ou 180 km. Devem pensar que ao se fixarem em Vila Real de Santo António ou Lagoa que quem vive a mais de 50 km se vai deslocar, feito parvo, ao estádio para ver um jogo de equipas pequenas. No máximo deslocam-se para ver um jogo dos grandes. Pensem em tratar o Algarve como uma região e não como uma cidade, é meio caminho andado para o projeto não morrer logo à nascença.

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enquanto não forem buscar o yu dabao vão andar sempre na distrital

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também me vou meter nisto. vou abrir um clube - Fidel Castro United - e vou mandar vir investidores da china, depois vou buscar jogadores à china e tiro comissão para mim. depois quando tiver dinheiro suficiente deixo-me estar, ou então esforço-me para chegar à segunda liga e combino resultados e saco ainda mais dinheiro.

 

Não sejas mentiroso porque não tens capacidade para fazer isso.

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já há 14 jogadores estrangeiros a treinar à experiência, todos estrangeiro

 

Só para salientar que são estrangeiros.

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Será uma boa opção à China e às arábias para os jogadores perto da reforma. Poderemos vir a ter cá o Messi com 36 anos e o Jorge Jesus já não terá o stress de emigrar para ganhar umas maçarocas valentes.

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agosto.jpg

 

"Finais de Agosto"

 

«Puxou a última baforada e atirou a beata para o chão. Tinha ficado uma boa meia hora a mirar as Ilhas sentado na borda do Cais e a pensar nos 2 amigos que tinham sido detidos pela Polícia Judiciária por participarem "activamente" na Greve Geral da semana passada.. Enquanto isso ia acabando o 6-pack que comprara no mini-mercado. E acumulava raiva.... Lá se decidiu então e levantou-se em direcção ao Ferry das 19h00.

 

Iria passar a noite na Armona, tinha lá um par de bares bacanos que passavam Ska, Reggae e algum Punk, onde a rapaziada se juntava com outra turma chegada de outras paragens. Maior parte de Lisboa e do Norte, mas muitos do estrangeiro. «Com sorte ainda conheço uma cámone giraça que me albergue na sua tenda.. » - pensou ele, entre um esgar maroto e mais um SG Gigante sacado do bolso da sua camisa. Levava apenas o seu harrington que lhe serviria de abrigo caso caísse a cacimba da noite, tabaco e uns trocos no bolso dos calções. Certamente iria encontrar o Elói que lhe emprestaria algum. Desde que tinha sido despedido da Conserveira por ter participado na Greve, que o Elói muitas vezes lhe servia de amparo em situações de aperto financeiro. Principalmente nas deambulações nocturnas de bar em bar... Ao caminhar para o barco ainda saúda Amadeu (também conhecido por Camadeu), velho pescador ocasional e bêbado veterano que pulula o seu tempo pelas várias tabernas locais, apanhando "camadas" de meia-noite. Entra no Ferry e logo se depara com um grupo de punks e skins a falar alto e partilhar litrosas. Deviam ser uns 7 ou 8 e, como não podia faltar, tinham 2 cães.

 

Aproveitou o balanço do 6-pack que tinha bebido e lá foi meter conversa quando o barco arrancava em direcção à Armona. Eram de Sevilha e estavam ali de passagem uns dias para depois subirem até ao Seixal, à Festa do Avante, pela costa alentejana.. Quando já estavam a meio caminho todos comentam os gigantescos graffittis e murais políticos das paredes da Zona Industrial.. O maior era mesmo um a gordas letras brancas, pintadas a rolo, que dizia GREVE GERAL 21 NVMBR com a foice e o martelo, mesmo ao lado estava um bombing do SEN, o famoso writer olhanense, e um outro mural com a cara do basco Argala que dizia: "Honra ao Gudari."

 

Passados 15 minutos o barco prepara-se para atracar e, enquanto todos se amontoam junto à entrada para sair, vislumbram uma outra pintada junto da zona de atraque com as garrafais letras RDA (República Democrática da Armona).. Mô riu-se quando apontava a pintada aos sevilhanos e todos eles fizeram um sonoro brinde com as botelhas de cerveja. Encararam isto como umas excelentes boas-vindas à Ilha. A rampa do barco é aberta e, agora, famílias inteiras com geleiras e sacos cheios de mantimentos comprados nos supermercados ou no Mercado de Olhão acotovelavam-se, em algaraviada, para serem os primeiros a sair e irem fazer a janta na sua casa de férias (ou tenda, em muitos casos). Um pitoresco alvoroço que dava gosto ver. O sol já baixava, mas mesmo assim o calor convidava todo o grupo a beber uma “loira fresca” assim que saísse. E assim foi: Mô convidou todos a dirigirem-se para um dos primeiros bares da passadeira da Ilha, passadeira esta que atravessa a Armona quase toda em direcção à praia virada a Atlântico. Iam-se aproximando, em franca cavaqueira, começam a ouvir os acordes de Peste & Sida ressoando nos altifalantes do Bar Bukaneiro... Aromas a liamba invadem o ar e um pequeno grupo esfumaçava um pôrro mesmo à entrada, debaixo do telheiro que tinha o apiratado símbolo do bar. Entraram e lá estava, de facto, Elói encostado ao balcão..

 

«És pior c´ás moscas, môôôss!!!..», gritou Mô, «...sempre agarrade ao balcanite a lamber cerveja morta, hahahahhah...!». Elói e Gerry, o irlandês dono do bar que envergava uma t-shirt do St.Pauli, riram-se e saudaram-no com um abraço. O castiço bar estava quase vazio, ainda estava toda a gente na praia ou no mar, na faina.. Apresentaram-se todos, os sevilhanos e os portugueses, e ali ficaram, bebendo Cristais e petiscando tremoços ou anchovas salgadas em conserva, para puxar a sede e enganar a fome... Reggae e Ska eram a banda sonora deste lusco-fusco. Enquanto o dia se esvai no pôr-do-sol vai chegando mais e mais turma da praia, ansiando por refrescar a goela...: "Sai mais uma rodada!" ouvem-se inúmeras vezes, a inúmeras vozes. A dada altura Mô puxa Elói à parte e começam a conversar: «Ah mano, atão comé que tájaver a coisa?... Que m*rda essa do Cárlinhes e do Salomão. O Salomão já é a 2a vez, a 1ª foi em Novembro». «Pois, temos de fazer alguma coisa para lhes dar apoio.. Nós cá fora e eles lá dentro. A advogada já sabe e tasse a mexer. Agora tems é tamêm de ser nós na ruas a mexer o cú por eles.. Já não é a primeira vez que os nossos vã´de choldra.. Nós temes SEMPRE que fazer alguma coisa..» E semi-cerra os olhos enquanto esmaga a beata no alpendre de madeira do Bukaneiro. Elói acena com a cabeça e diz: «Sim, vames fazer alguma coisa, primo..». (...).

 

No dia seguinte Mô desperta debaixo da sombra de um velho barco abandonado. Tinham todos ido passar a noite nas dunas, acabando várias garrafas de vodka e um par de grades de Cristal. "Já o sol vai alte, Mô..." diz para si próprio. Levanta-se e sacode a areia da roupa. Olha em volta e vê vários sevilhanos ainda a dormir. Ao longe, no areal, vê já uma miríade de chapéus de sol... É Domingo e joga o C.D. Marítimo Olhanense. Decide ir para a cidade sozinho ver a bola e falar com turma amiga acerca do que se passou com os amigos detidos.

 

Apanha o barco e vai para a cidade. Desempoeirado, esgueira-se pelas vielas do alvo e labiríntico "casco-velho" olhanense, encimado pelos cúbicos terraços. Ao passar à porta do Centro Social Okupado da Rua dos Sete Cotovelos , sai-lhe de lá uma moça mulata, com a tatuagem BDI no braço direito e com uma blusa do MC Pablo Hasel. Era Cely, rapper do Bairro dos Indios, um dos vários bairros sociais que orlam a cidade de Olhão. Tinha andado à escola com Mô e também ela se dirigia para o Estádio. Trocando umas impressões, apressaram o passo até lá chegarem e ela foi ter com um grupo de amigos.

 

Mô, por sua vez, entra no bar da claque, num pequeno pavilhão contíguo ao Estádio, e vai directamente falar com um dos que consegue os tikets mais baratos. Afinal de contas não tinha um chavo. O cheiro a choco-frito activa-lhe o apetite "dasse, olha o meu pequeno almoço" disse, e crava uns quantos ao moço do grelhador que lhe passa uma Cristal para a mão também..

 

Entra dentro do "bunker" e vai falar com Kinkadas, um dos mais velhos.. "atão mekié, prime tá tuude?" "Ya Kinks, já sabes o que se passou com o Cárlinhes e o Salomão?" "Sei pois, ganda m*rda.. filhes de p*ta. Mas deixa que temes hoje faixa pr`a eles, já estamos a pintá-la.." "O quê? JÁ??" "Atão f*da-se, o qu`é que achas, que andamos a dormir môh..? ehhehe" E aponta para a sala do lado, onde uns 5 ou 6 pintam LIBERDADE PARA OS PRESOS DA GREVE! Estavam a pintá-la indoors pois, apesar do cheiro da tinta, era preferível a pintarem-na no exterior. A Polícia e os spotters podiam ver esta empreitada e implicar com a faixa. "E a direcção do clube?? Nunca vão admitir a faixa, e vão-se chibar à bófia p`ra não a deixarem entrar.. Aliás, os próprios spotters vão querer confiscá-la à entrada..!" Pelo seguro, após uma reunião rápida, decidiu-se fazer entrar a faixa no decorrer do jogo para ludibriar a segurança na entrada. A bancada da claque, de nome TORPEDOS, ficava a uma altura relativamente baixa. Puxaram então a faixa com uma corda desde o exterior para o interior da bancada, fazendo o possível para não serem vistos pelas forças de segurança. Era um estádio da 2ª divisão B mas tinha uma boa assistência, perto de um milhar, no mínimo, assistia a cada jogo em casa. Assim que a faixa foi aberta (juntamente com 2 tochas de fumo), e suspensa no ar através dos cerca de 100 membros da claque, muitos aplausos se ouviram das outras bancadas também.. Ao fim e ao cabo, eram operários e operárias, pescadores, jovens, que faziam parte da massa adepta, e muitos deles haviam participado na Greve. Estava acicatado um sentimento que reverberava em toda a Classe Trabalhadora da cidade.

 

O dono da Conserveira Petiz, Salvador Cerqueira, era presidente da direcção do Clube, e o seu maior accionista. Tinha sido na conserveira Petiz, a maior da cidade, que se tinham levantado os maiores protestos organizados aquando do anúncio dos cortes nos ordenados da Tróika. Os trabalhadores consideravam inadmissível que lhes fossem subtraindo os salários enquanto o lucro dos industriais conserveiros aumentasse. E, por causa da crise, a população cada vez consumia mais produtos em conserva por serem baratos... No decorrer da Greve Geral o patrão tinha dado um "extra" a quem a furasse. Apesar de serem uma minoria, a fábrica estava a laborar nesse dia e Salomão (dirigente da Comissão de Trabalhadores da Petiz) e Cárlinhes, decidiram juntar-se a um piquete de Greve móvel que ia cortar uma linha ferroviária afluente. Esta linha fazia as mercadorias saírem desta Conserveira para a linha ferroviária principal, aquela que trespassa todo o Algarve desde Vila Real de Sto António até Lagos, e as faziam chegar até ao Entreposto de Faro. Aí seriam metidas noutros vagões, ou em camionetas, para o resto do país. Arrancaram algumas vigas da linha férrea com a ajuda de malta do Sindicato dos Ferroviários. A seguir foram juntar-se ao piquete que estava aos portões da empresa, tentando impedir a saída de camiões com mercadoria.. Aí foram detidos quando o piquete estava a bloquear a saída de um camião dos "fura-greves". Como o condutor ia investindo com o veículo sobre os trabalhadores em greve, ambos se empoleiraram na cabine e deram um par de galhetas aos "furas". O camião parou, claro. Mas a polícia depressa interveio e deteve-os, sobre um cerrado coro de protestos e de sonoros petardos que caíam na direcção da linha frontal do Corpo de Intervenção...

 

Voltando à faixa aberta em pleno jogo, assim que Cerqueira viu, do outro lado do estádio, a faixa de 10 metros rapidamente ordenou aos spotters e polícia para a retirarem. Em menos de um flash apareceu um grupo de bófias do CI, perto de uma dezena. E tinham um spotter à cabeça, um dos que regularmente acompanha os Torpedos nas suas deslocações a outros estádios.. Assim que o spotter deita mão à faixa, logo a claque a recolhe entre o seu seio. Os "robocops" tentam logo impedir que a faixa desapareça entre os Torpedos lançando-se entre o grupo, brandindo os cacetetes e acertando nalgum lombo menos atento.. Vá lá que a reacção do grupo foi rápida e conseguiram que a faixa saísse por onde entrou. Primeiro penduraram-na na parte exterior da bancada, Kinkas e Mô agarraram-se ao pano e desceram por ela abaixo, como se estivessem a fugir duma prisão pelos lençóis. Quando chegaram ao chão recolheram-na debaixo do braço como puderam.. "BAZA KINKAS, f*da-SE, BAZA!!" Gritou Mô, ao passo que os outros lá em cima se riam por ver a cara dos bófias e spotters.. Olhavam com desdém para toda a cena, incapazes de apanhar a faixa...

 

Quando chegam à sede da claque, o "bunker", todos se riam e brindavam (incluindo a turma sevilhana, que entretanto tinha chegado da ilha e se juntava à galhofa). Não celebravam a vitória do jogo, pois tinham perdido 0-2 com o Desportivo de Elvas. Mas que importava isso??.. era o 2º jogo da época, ainda tinham muitos jogos para recuperar este solavanco na tabela.. Celebravam antes a "Vitória da faixa solidária” .

 

O cheiro do fumo das tochas mesclava-se com o cheiro a churrasco, e todos entoavam a música “YOU’LL NEVER WALK ALONE” tocada pelos Los Fastidios que o soundsystem torpedista debitava. Mô sentia que, com uns companheiros assim, nunca se sentiria sozinho por mais dura que fosse a luta. Olhava em volta e via a expressão de contentamento de todos.. Estavam orgulhosos. Ele incluído. Mas havia ainda muito a fazer.... »

 

(algures da net)

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Deve ser óptimo para lavar dinheiro, quando der cana fecha portas

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Até porque um clube na distrital dá para lavar dinheiro de uma forma maluca :lol:

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Até porque um clube na distrital dá para lavar dinheiro de uma forma maluca :lol:

Basta ser uma empresa/sociedade de algum tipo. No CNS há uns quantos.

Editado por andriy pereplyotkin

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Basta ser uma empresa/sociedade de algum tipo. No CNS há uns quantos.

 

Não é uma questão de exequibilidade, é uma questão de dimensão. Um clube da distrital não vai mexer com milhões de euros, nem sequer com centenas de milhares. Portanto, a não ser que queiram lavar meia dúzia de milhares através de falsas vendas de bilhetes e/ou transferências, não estou a ver porque é que iriam criar um clube para isso. Mais fácil seria comprar um Atlético desta vida, e mesmo assim...

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Claro que dá. Para lavar dinheiro precisas de uma coisa: contratos de prestação de serviços. Dificilmente consegues provar que não houve mesmo um serviço. Basta andares a contratar serviços de prospecção, de análise de mercado, de estudo disto, estudo daquilo etc. Esse clube vai andar a contratar serviços para crl. Consultoria disto, consultoria daquilo, consultoria do crl que os f*da etc. No fim do dia, não vais ter serviço nenhum mais o dinheiro que vinham assim para o sujo já sai mais branco. Passas-lhes o algodão por cima e ainda dizes "o algodão, não engana". Done. Aqui está uma das formas fáceis de lavar dinheiro.

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Claro que dá. Para lavar dinheiro precisas de uma coisa: contratos de prestação de serviços. Dificilmente consegues provar que não houve mesmo um serviço. Basta andares a contratar serviços de prospecção, de análise de mercado, de estudo disto, estudo daquilo etc. Esse clube vai andar a contratar serviços para crl. Consultoria disto, consultoria daquilo, consultoria do crl que os f*da etc. No fim do dia, não vais ter serviço nenhum mais o dinheiro que vinham assim para o sujo já sai mais branco. Passas-lhes o algodão por cima e ainda dizes "o algodão, não engana". Done. Aqui está uma das formas fáceis de lavar dinheiro.

 

Para quê vir para Portugal, então? Só vai chamar ainda mais a atenção se um pequeno clube da distrital começar a fazer circular milhões de euros, não achas? Eu pessoalmente acredito que se a intenção fosse de facto lavar dinheiro, compravam um clube "a sério" e passava bem mais despercebido, dentro do possível.

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Para quê vir para Portugal, então? Só vai chamar ainda mais a atenção se um pequeno clube da distrital começar a fazer circular milhões de euros, não achas? Eu pessoalmente acredito que se a intenção fosse de facto lavar dinheiro, compravam um clube "a sério" e passava bem mais despercebido, dentro do possível.

 

Médio. Num qualquer clube com outro poderio ou numa liga 'mais controlada' tens mais dificuldades de esconder maroscas. Em Portugal há uma espécie de conivência. Provavelmente, já há um acordo com uma CM qualquer. Na volta a Liga também fica 'feliz' pois pode vender a ideia que estamos cada vez melhor e a atrair investimento estrangeiro. Os institutos públicos da área de investimentos etc. sempre podem andar com a tanga que Portugal é atractivo e cada vez mais temos investidores. E estes investidores passam pelos pingos da chuva. Não te esqueças que o plano é "atacar a primeira liga", pelo que justifica o investimento de milhões. Venderam essa ideia como cover up.

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Até porque um clube na distrital dá para lavar dinheiro de uma forma maluca :lol:

 

:ideia:

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Médio. Num qualquer clube com outro poderio ou numa liga 'mais controlada' tens mais dificuldades de esconder maroscas. Em Portugal há uma espécie de conivência. Provavelmente, já há um acordo com uma CM qualquer. Na volta a Liga também fica 'feliz' pois pode vender a ideia que estamos cada vez melhor e a atrair investimento estrangeiro. Os institutos públicos da área de investimentos etc. sempre podem andar com a tanga que Portugal é atractivo e cada vez mais temos investidores. E estes investidores passam pelos pingos da chuva. Não te esqueças que o plano é "atacar a primeira liga", pelo que justifica o investimento de milhões. Venderam essa ideia como cover up.

 

Estou a perceber o teu ponto de vista, mas continuo a achar complicado :biggrin:

 

:ideia:

 

Desculpa, Lewa :compinchas:

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Desculpa, Lewa :compinchas:

 

Confesso que quando vi que tinhas respondido já me preparava para uma discussão :mrgreen:

 

 

Muita e-classe :compinchas:

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Confesso que quando vi que tinhas respondido já me preparava para uma discussão :mrgreen:

 

 

Muita e-classe :compinchas:

 

Na altura não me fazia sentido a criação de um clube de distritais para lavar dinheiro, dado que iria mexer com montantes muito pequenos. Mas depois do post do w0, provavelmente tens razão e não há nenhuma vergonha em admitir que estava errado e desculpar por isso :compinchas:

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Enquanto não perceberem que necessitam do apoio dos adeptos locais não vão a lado nenhum. Se começam, logo no início, com a ideia de andar de um lado para o outro estão condenados ao fracasso.

De uma ponta a outra, do Algarve, devem ser uns 170 ou 180 km. Devem pensar que ao se fixarem em Vila Real de Santo António ou Lagoa que quem vive a mais de 50 km se vai deslocar, feito parvo, ao estádio para ver um jogo de equipas pequenas. No máximo deslocam-se para ver um jogo dos grandes. Pensem em tratar o Algarve como uma região e não como uma cidade, é meio caminho andado para o projeto não morrer logo à nascença.

 

ainda não se aperceberam que as únicas pessoas que realmente pensam no Algarve como região são os turistas e os portugueses não-Algarvios. O pessoal de Faro não quer saber do pessoal de Portimão, o pessoal de Olhão tá-se cagando pó pessoal de Loulé, e o pessoal de Quarteira, bem, são especiais.. Nem todos são "algarvios" como Portugal quer dar a entender, mesmo com anos e anos a forçarem a p*ta do regionalismo.

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