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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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O que o Cotrim e a IL querem é privatizar coisas que dão lucro no privado e deixar o cidadão comum ficar completamente exposto e dependente do privado, que decidiria os preços e critérios de tudo, nomeadamente do ensino e saúde. O objetivo deles não é o bem do povo, é o bem dos amigos betos deles com quem fazem passeios de carros de coleção, jogam golfe e têm almoços empresariais.

O Chega e a IL são iguais em muitas coisas se os programas forem comparados. A diferença está na forma de se passar a mensagem.

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Citação de Looneytunes, há 4 minutos:

O que o Cotrim e a IL querem é privatizar coisas que dão lucro no privado e deixar o cidadão comum ficar completamente exposto e dependente do privado, que decidiria os preços e critérios de tudo, nomeadamente do ensino e saúde. O objetivo deles não é o bem do povo, é o bem dos amigos betos deles com quem fazem passeios de carros de coleção, jogam golfe e têm almoços empresariais.

O Chega e a IL são iguais em muitas coisas se os programas forem comparados. A diferença está na forma de se passar a mensagem.

mas são contra o marxismo cultural. that's gotta count for something, não?

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Citação de Lebohang, há 28 minutos:

Aliás, o discurso do JCF foca-se muito na fiscalidade e liberalismo económico e isso não é propriamente algo que interesse a um libertário que se calhar dá mais prioridade ao voto aos 16 anos e legalização de direitos individuais.

Sinceramente não vejo libertários muito preocupados com votos aos 16 anos, o libertário preocupa-se em diminuir ou eliminar a influência do Governo em qualquer âmbito da sociedade, seja isso impostos, eutanásia ou... cartas de condução. 

 

Do ponto de vista libertário, não aceitar que um filho vá a aulas de educação sexual é perfeitamente coerente, não porque concorde ou não com essas aulas mas sim, porque não acha que deve ser o Estado a obrigar a isso. 

O libertário não quer muito saber dessas questões, simplesmente náo quer saber e prefere que o Estado se mantenha afastado.

Editado por ascom

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

mas são contra o marxismo cultural. that's gotta count for something, não?

Não. A nossa esperança reside num bloco central entre PS/PSD que resista ao marxismo cultural ditatorial que se quer impor, e à extrema direita. Incluindo a extrema direita mascarada de "bonzinhos" como a IL, que quando diz que quer tornar o Estado menos pesado, que quer que haja menos burocracia, que quer tornar mais leve a máquina do Estado, o que devemos ler aí é que ele quer fomentar as negociatas e a criação e crescimento de empresas que passem a ocupar o papel do estado para lucro próprio. Querem criar um país com oportunidade para os capitalistas fazerem ainda mais dinheiro numa nova realidade, através de seguros de saúde e privatizando por exemplo universidades e escolas em todo o país que de momento são públicas e de qualidade.

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o meu cérebro deu um nó agora.

Nunca tinha contactado com um extremista do centrão!!!!!

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Citação de Looneytunes, há 11 minutos:

Não. A nossa esperança reside num bloco central entre PS/PSD que resista ao marxismo cultural ditatorial que se quer impor, e à extrema direita. Incluindo a extrema direita mascarada de "bonzinhos" como a IL, que quando diz que quer tornar o Estado menos pesado, que quer que haja menos burocracia, que quer tornar mais leve a máquina do Estado, o que devemos ler aí é que ele quer fomentar as negociatas e a criação e crescimento de empresas que passem a ocupar o papel do estado para lucro próprio. Querem criar um país com oportunidade para os capitalistas fazerem ainda mais dinheiro numa nova realidade, através de seguros de saúde e privatizando por exemplo universidades e escolas em todo o país que de momento são públicas e de qualidade.

O que é o marxismo cultural?

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

O que é o marxismo cultural?

Citação

Francisco Rodrigues dos Santos não tem dúvidas: "existe marxismo cultural em Portugal". O Presidente do CDS consegue encontrar outras formas de o descrever: "subjetivismo, individualismo, relativismo, corrupção, falta de solidariedade, ausência de compromisso, falta de amor intergeracional", mas no final vai dar tudo ao mesmo.

 

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

Subjetivismo? Relativismo? 😵

ele decidiu enumerar palavras que já tinha ouvido mas que não sabia o exacto significado.

Quem nunca??

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Citação de IlidioMA, há 4 minutos:

ele decidiu enumerar palavras que já tinha ouvido mas que não sabia o exacto significado.

Quem nunca??

Pois de facto há mt relativismo em portugal

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

O que é o marxismo cultural?

Apesar do nome, não era o que Marx defendia. Marx defendia a união através do proletariado. O marxismo cultural é uma nova vaga da esquerda dominar o mundo através de uma série de causas procurando-o unificar e abrir a mente de todos. O problema desta vaga é a criação de lobbies que não vivem para as causas, mas vivem das causas. O problema não está nas ideias, que muitas delas até são boas. A questão LGBT por exemplo, é algo que deve ser da liberdade de cada um e nunca deverão ser descriminados. O problema está nas pessoas que vivem dessas causas e que transformam uma causa nobre, humanitária, em algo lucrativo. 
As Capazes com o seu feminismo bastante lucrativo. O Diogo Faro com a sua propaganda diária nas redes sociais. O Diogo Faro alegadamente é um humorista, mas todos os seus posts no Instagram são de causas. Porquê? Porque é o que lhe dá visualização, partilhas, likes. São as causas que ele constantemente procura para defender, que lhe permitem ter protagonismo e uma pequena relevância para posteriormente fazer dinheiro com palestras e espetáculos de humor. Não há uma foto ou descrição do Diogo Faro no instagram, que não tenha uma bicada política ou ativista.

A esquerda tem que ser inteligente e tem que saber desmascarar as pessoas que realmente apoiam as causas nobres de igualdade, e quem as usa para proveito meramente próprio. A esquerda caviar, as feministas caviar.

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Citação de Looneytunes, há 10 minutos:

Apesar do nome, não era o que Marx defendia. Marx defendia a união através do proletariado. O marxismo cultural é uma nova vaga da esquerda dominar o mundo através de uma série de causas procurando-o unificar e abrir a mente de todos. O problema desta vaga é a criação de lobbies que não vivem para as causas, mas vivem das causas. O problema não está nas ideias, que muitas delas até são boas. A questão LGBT por exemplo, é algo que deve ser da liberdade de cada um e nunca deverão ser descriminados. O problema está nas pessoas que vivem dessas causas e que transformam uma causa nobre, humanitária, em algo lucrativo. 
As Capazes com o seu feminismo bastante lucrativo. O Diogo Faro com a sua propaganda diária nas redes sociais. O Diogo Faro alegadamente é um humorista, mas todos os seus posts no Instagram são de causas. Porquê? Porque é o que lhe dá visualização, partilhas, likes. São as causas que ele constantemente procura para defender, que lhe permitem ter protagonismo e uma pequena relevância para posteriormente fazer dinheiro com palestras e espetáculos de humor. Não há uma foto ou descrição do Diogo Faro no instagram, que não tenha uma bicada política ou ativista.

A esquerda tem que ser inteligente e tem que saber desmascarar as pessoas que realmente apoiam as causas nobres de igualdade, e quem as usa para proveito meramente próprio. A esquerda caviar, as feministas caviar.

Então o q faz o João Miguel tavagues ou o Rui Sinel de cordes?

Friedmanismo cultural?

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Citação de Plagio o Original, há 10 minutos:

Então o q faz o João Miguel tavagues ou o Rui Sinel de cordes?

Friedmanismo cultural?

Nem sei como os definir, são espécies ragas.

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Citação de Tio Hans, há 49 minutos:

Não vos cheira a clone?

De quem?

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Grande discurso sobre os tomates do Seixal fez o João na última AG do Benfica pré-Covid!

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O Rui Rio fez o maior ataque à democracia de que há memória, felizmente há muita gente nas bancadas do próprio PS e PSD que votarão contra. É hoje, a votação final. Veremos se chega para impedir esta parvoíce.

Em causa está, entre outras, a redução de numero de debates com o primeiro ministro para apenas 6 por ano, o fim dos debates dos partidos com o governo antes das reuniões dos Conselhos Europeus, o aumento significativo do numero de assinaturas para validar uma petição e permitir que esta seja discutida, também o aumento de assinaturas necessárias para criação de um partido o que dificulta, por exemplo, os movimentos independentes de cidadãos nas autárquicas. 

Entre outras propostas que parecem já ter caído mesmo antes de votadas, como substituir os deputados em algumas comissões de inquérito e de transparência e ética por "outras personalidades da sociedade civil", certamente mais sábia e capaz do que esta povaça que se faz eleger. 

Rui Rio faz isto apenas porque lhe aborrece o trabalho parlamentar, como ele já admitiu, e porque não confia na democracia e na democracia representativa. Entre estas propostas estava a redução de três para dois plenários semanais ou a alteração no regimento de que as declarações políticas são quinzenais em vez de semanais. Não podia ficar de fora o máximo afastamento possível da CS - que o RR tanto odeia - ao escrutínio politico.

No total são 50 as medidas que vão hoje a votação e podem mudar a forma como o parlamento funciona, como os deputados trabalham, como o poder politico é escrutinado, como os cidadãos se aproximam ou afastam das decisões politicas, e o volume de trabalho que o Rui Rio vai ou não ter durante a legislatura.

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Citação de Mayday, há 2 minutos:

 

so what? 

 

Mais arroz. nada muda, nada vai mudar, serão sempre uns chulos. Principalmente aos olhos de pessoas como tu. 

Na verdade são chulos, mas a visão de alguns deturpa ainda mais as coisas. 

Eles fazem pouco, recebem muito. Facto

Eles vão fazer mais? Nunca

Eles vão receber mais? just wait...

 

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Já percebi o que o Costa esteve a conversar com o homólogo hungaro.

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Citação de Mayday, há 1 hora:

O Rui Rio fez o maior ataque à democracia de que há memória, felizmente há muita gente nas bancadas do próprio PS e PSD que votarão contra. É hoje, a votação final. Veremos se chega para impedir esta parvoíce.

Em causa está, entre outras, a redução de numero de debates com o primeiro ministro para apenas 6 por ano, o fim dos debates dos partidos com o governo antes das reuniões dos Conselhos Europeus, o aumento significativo do numero de assinaturas para validar uma petição e permitir que esta seja discutida, também o aumento de assinaturas necessárias para criação de um partido o que dificulta, por exemplo, os movimentos independentes de cidadãos nas autárquicas. 

Entre outras propostas que parecem já ter caído mesmo antes de votadas, como substituir os deputados em algumas comissões de inquérito e de transparência e ética por "outras personalidades da sociedade civil", certamente mais sábia e capaz do que esta povaça que se faz eleger. 

Rui Rio faz isto apenas porque lhe aborrece o trabalho parlamentar, como ele já admitiu, e porque não confia na democracia e na democracia representativa. Entre estas propostas estava a redução de três para dois plenários semanais ou a alteração no regimento de que as declarações políticas são quinzenais em vez de semanais. Não podia ficar de fora o máximo afastamento possível da CS - que o RR tanto odeia - ao escrutínio politico.

No total são 50 as medidas que vão hoje a votação e podem mudar a forma como o parlamento funciona, como os deputados trabalham, como o poder politico é escrutinado, como os cidadãos se aproximam ou afastam das decisões politicas, e o volume de trabalho que o Rui Rio vai ou não ter durante a legislatura.

Apenas 10 do PSD e 30 do PS devem votar contra, portanto sobra 147 deputados dos dois partidos.É quase impossível a proposta chumbar mesmo que haja abstenções dentro dos 147.

 

É o que dá ter um sistema bipolarizado entre dois partidos demasiado próximos ideologicamente um do outro.

Editado por D'artagnaN

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Chegará o dia em que a constituição de abril original será restaurada. Já cheira mal o estado a que isto chegou. 

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Portanto, o PS é a favor porque desresponsabiliza a fugira do Primeiro-Ministro e a redistribui pelos restantes membros do governo. Poderiam oferecer algo melhor a António Costa? 

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