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elielsantos

[Curiosidade] Qual o nome mais popular em Gaza e Cisjordania?

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Esqueçam toda a baboseira que tu já leu no jornal da manhâ sobre Israel e os palestinos. A retórica anti-Israel da liderança palestina não serve de parametro para se entender o que acontece naquelas paragens, até porque a midia ocidental, por uma falha moral gritante, mais desinforma que informa, por dar voz a essa retórica. 99% do que escrevem sobre a região é baseado na retórica das lideranças. E essa retórica serve apenas e tão somente para desviar a atenção mundial e do povo palestino dos problemas administrativos enfrentados pelas nações arabes. Segundo dados da ONU, as nações arabes estão à beira do abismo (fonte: http://www.jpost.com/Middle-East/Analysis-The-UNs-signal-of-the-next-Arab-implosion-around-the-corner-474187 ), e se servem da retórica anti-Israel, para desviar as atençôes do povo dos problemas internos.

 

Voltando ao assunto proposto, o nome mais popular hoje em Gaza e Cisjordania não é de um palestino, nem de uma liderança do Hamas ou Fatah. O nome mais popular é de um general israelense, Mordechai, que coordena as demandas palestinas em Gaza e Cisjordania, através da ONG Cogat. Usando as redes sociais, Mordechai interage ao vivo com os moradores da Faixa de Gaza e Cisjordania, atendendo as demandas destes em sua própria lingua, pois o general é fluente em arabe ( fonte: http://www.al-monitor.com/pulse/originals/2016/11/israel-west-bank-gaza-strip-yoav-mordechai-facebook-chat.html ). Milhares de pessoas, com diversas demandas, que vão desde atendimento hospitalar em hospitais israelenses (120,000 palestinos atendidos em 2015) até autorização para trabalho em Israel (80,000 autorizaçôes na Cisjordania e em breve, mais milhares em Gaza) são conseguidas através do Cogat, coordenado pelo general Mordechai.

 

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General Mordechai

Confira a página do general no facebook: https://www.facebook.com/COGAT.ARABIC/

 

Mais de 80 mil palestinos curtiram a página do general no facebook e outros milhares interagem nos chats ao vivo com o mesmo. Segundo Al-monitor, houve criticas, mas também muitos elogios à iniciativa israellense e do general: "Throughout the 30-minute chat, hundreds of participants reacted with “likes” and openly addressed the security, diplomatic and economic situation; some even wrote their impressions of the personality of Mordechai, who spoke to them in Arabic. One of the main messages Mordechai sought to deliver was that “if you are asked to pay someone for an exit permit [from Gaza or the West Bank] to Israel, don’t pay.” Tough economic times and many Palestinians’ growing needs to seek a livelihood in Israel have spawned a flourishing industry of fake documentation and extortion by middlemen who charge poverty-stricken Palestinians high fees for obtaining entry permits. Mordechai told the participants that he had received a complaint from the PA to the effect that Israeli employers or their representatives are trading in permits to Israel. The general said that a joint Israeli-Palestinian committee had been established to find ways to put a stop to the extortion. But he did not provide a solution for those who would be shunted to the end of the line if they heed his advice and refuse to pay the exorbitant fees to the middlemen.

 

“I am happy to report that the number of Palestinians working in Israel these days is the highest since the year 2000 [when the second intifada broke out]. Some 75,000 permits have been granted,” he said. Mordechai even added that Israel has an additional quota of 10,000 permits that can be issued immediately, and urged the Facebook users to apply through the PA.

 

Abu Yasser of the Palestinian Bureij refugee camp in the Gaza Strip asked why Gazans are not allowed to work in Israel.

 

Mordechai responded that prior to the Hamas takeover of Gaza in June 2007 some 120,000 Gazans worked in Israel. However, this is incorrect. When the second intifada broke out, Israel imposed strict limitations on the number of work permits, granting 5,000 at most. When Hamas ousted Fatah from Gaza and took control, Israel canceled all permits. Mordechai promised Gazans that a pilot program was being conducted to examine the renewal of work permits of those who once worked in Israel.

 

Another question that came up repeatedly was why Israel had toughened conditions for traders in Gaza seeking transit permits to do business in Israel and the West Bank.

 

On Oct. 5, Al-Monitor reported that Israel had confiscated hundreds of such permits from Palestinians, who complained that their businesses were about to collapse as a result, and that this was an additional, almost fatal blow to Gaza’s already dying economy. Mordechai explained that it had come to Israel’s attention that some Gaza traders had been recruited by Hamas and had passed on sensitive information in regard to what they had seen in Israel. He named one such businessman, Mohammed Younes Moustafa, who admitted to having been recruited by Hamas, saying, “Hamas exploits the fact that traders go to Israel. It stops them on their way to the Erez crossing and demands that they pass on information. Had it not been for this, we would not have prevented major traders from doing business with their Israeli colleagues.”

 

Fadi, a Gaza resident, complained that Israel had stopped the mail service to the Gaza Strip.

 

“Hamas used the mail service to smuggle weapons to terror groups and even cameras meant for installation on drones,” Mordechai claimed, but did not give specific information. Nonetheless, he promised that if an official letter is received from the PA or an international organization willing to assume responsibility and promise that the mail would not serve as a contraband channel, the service would be renewed.

 

Mordechai tried to explain to the participants the difference between Israel’s attitude toward Gaza — which it no longer controls — and the West Bank, praising the PA without mentioning its chairman, President Mahmoud Abbas. “The economic and humanitarian situation is much improved [in the West Bank], not just compared to Gaza, but also in comparison with the Arab states around us in the Middle East,” Mordechai said.

 

“I am glad to have had the opportunity to talk with you from Tel Aviv,” were Mordechai's parting words. Not all the residents were satisfied with the answers he gave to their many complaints, but one participant conceded that “this is the best coordinator Israel could have assigned to the post.” Another Gaza resident suggested that if Israel is willing to conduct direct contacts with residents in Gaza, the next one would best be conducted face to face over a cup of coffee in Tel Aviv."

 

Read more: http://www.al-monitor.com/pulse/originals/2016/11/israel-west-bank-gaza-strip-yoav-mordechai-facebook-chat.html#ixzz4Ryt9bIri

 

 

 

Portanto, podemos dizer que se a midia fosse um pouco mais precisa sobre o oriente médio, muitas crises e conflitos poderiam ser resolvidos, se houvesse mais honestidade no trato da noticia. Honestidade na informação impediria que lideranças usassem da retórica como meio de desviar as atenções mundiais de seus próprios crimes. E muitas pessoas seriam ajudadas em suas necessidades, se a midia retratasse os fatos positivos sobre Israel, e não como fazem hoje, retratando tão somente as guerras travadas entre palestinos e arabes

Editado por elielsantos

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Palestina>Israel

Verdade. Por isso que está na miséria, enquanto seus líderes estão milionários. A Cisjordania tem o mais auto padrão de vida entre arabes do Oriente Médio porque a maior parte trabalha numa nação civilizada: Israel. Os palestinos de Gaza, que trabalham no Egito, estão na miséria e imploram para voltar a trabalhar em Israel. Você está certissimo (Ironia)

Editado por elielsantos

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Não estás farto de discutir sempre o mesmo?

Claro que não, pois o mundo não cansa de ser hipocrita. A hipocrisia do mundo deve ser combatida dia e noite

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A hipocrisia do mundo não se combate na internet.

É na inrternet que se informa o que a midia tradicional se nega a fazer.

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Esperem lá?

 

Estive ausente da comunidade uma data de tempo,mas isto de trabalhar e tirar doutoramento f*de a vida a qualquer um.

 

Mas esclareçam-me uma coisa: que milagre é este que o Eliel ainda anda por cá??

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Acho que deviam fazer uma experiencia social com o Eliel

 

Coloca-lo em Israel com um passaporte palestiniano e ver como ele continuava a acreditar nas parvoices que vomita para aqui

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Mas este gajo não tinha sido expulso?

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Acho que deviam fazer uma experiencia social com o Eliel

 

Coloca-lo em Israel com um passaporte palestiniano e ver como ele continuava a acreditar nas parvoices que vomita para aqui

Mesmo? É isso que sua mente embotada pelo preconceito e ideias sem fundamento pensa? Então vamos deixar um médico palestino, que mora na Cisjordania, mas trabalha no hospital Hadassa, detonar essa ideia falaciosa:

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Mesmo? É isso que sua mente embotada pelo preconceito e ideias sem fundamento pensa? Então vamos deixar um médico palestino, que mora na Cisjordania, mas trabalha no hospital Hadassa, detonar essa ideia falaciosa:

 

Vai tu lá...falas de infomacao dos media controlados e dás um exemplo de uma pagina do governo israelita... :funny:

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Vai tu lá...falas de infomacao dos media controlados e dás um exemplo de uma pagina do governo israelita... :funny:

Falacia da Autoridade sobre a fonte? É isso? Eu coloco uma informação e tu rebate com um argumento falacioso? Cara, tu me enoja com essa atitude de baixo nível, rsrs

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Esqueçam toda a baboseira que tu já leu no jornal da manhâ sobre Israel e os palestinos.

 

Falacia da Autoridade sobre a fonte?

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"... é muito mais fácil condenar o fanatismo alheio que dominar o próprio, e duas das mais preciosas qualidades que todo o sectarismo destrói são o sentido crítico e a capacidade de se colocar no lugar dos outros; qualidades que talvez sejam uma só."

Miguel de Unumano

Verdade, vejo muito isso no socialismo. Eles condenam o fanatismo no cristianismo, mas não entre eles mesmos e entre os muculmanos, seus aliados. Para um socialista, ruim é o cristianismo, mas o Isis "merece dialogo" (Dilma Roussef, socialista presidente do Brasil).

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Para um socialista, ruim é o cristianismo, mas o Isis "merece dialogo" (Dilma Roussef, socialista presidente do Brasil).

 

se houvesse mais honestidade no trato da noticia. Honestidade na informação impediria que lideranças usassem da retórica como meio de desviar as atenções

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É na inrternet que se informa o que a midia tradicional se nega a fazer.

Não, não é. É no terreno, vendo com os próprios olhos. A internet é apenas mais um veículo de comunicação igual a qualquer outro e sujeito ao mesmo tipo de manipulações. No fim, és tu quem escolhes no que acreditar, pelo que a verdade que tu julgas conhecer não passa de uma versão da realidade manipulada por alguém a quem tu decidiste, por motivos egoístas, dar mais credibilidade.

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Cabeção icon_pray.gif

A irmã dele - da personagem cabeção - é grande 10/10.

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