Capa Publicado 18 Dezembro 2017 (editado) BLITZ: Começar outra vez A próxima edição da BLITZ é a última em formato de revista. A aposta incidirá, de ora em diante, nos conteúdos produzidos para as plataformas digitais e em suportes audiovisuais - é aí que se encontra a esmagadora maioria dos nossos leitores e é aí que estaremos. Mas o papel não acabará: estão previstas pelo menos três edições especiais nesse suporte durante 2018 Com a edição que chegará às bancas na próxima quarta-feira, dia 20, abre-se uma nova etapa para a BLITZ. Cumprindo a estratégia desenhada para as marcas da Impresa, a aposta incidirá, de ora em diante, nos conteúdos produzidos para as plataformas digitais e em suportes audiovisuais. É aí que se encontra a esmagadora maioria dos nossos leitores. É aí que estaremos. A BLITZ ganhará uma nova vida, na qual o online terá uma renovada importância. Aos conteúdos que produzimos diariamente para o site BLITZ serão acrescentados muitos outros que explorarão as virtualidades do online, onde nos temos vindo a afirmar enquanto líderes de informação sobre música em Portugal. Muitas novidades, sobretudo em vídeo, chegarão em breve. O facto de regularmente chegarmos aos 2 milhões de visitas por mês ajuda a perceber esta nova realidade, sabendo que as entrevistas, reportagens, notícias e muitas outras formas de comunicar a música e tudo à volta terão, no futuro próximo, o seu lugar privilegiado aqui mesmo, no site BLITZ. O nosso papel de informar os portugueses sobre o que se passa no universo da música popular (e não só) sairá, certamente, reforçado com esta nova aposta. As edições em papel da BLITZ não desaparecerão. Terão, porém, lugar em números especiais, destinados a celebrar certas datas, ocasiões e efemérides e não de uma forma regular, como desde 1984 tem sucedido (está prevista para 2018 a publicação de pelo menos três edições desse calibre). O exemplar que o leitor tem em mãos marca por isso um ponto de viragem, sendo o último de uma já longa série de revistas que temos vindo a publicar desde junho de 2006, quando, também com alguma ousadia, trocámos a edição semanal do jornal por uma revista de periodicidade mensal. Outras edições chegarão às bancas já nos primeiros meses de 2018, sabendo que a grande maioria dos conteúdos BLITZ estarão no seu site que, não nos oferece dúvidas, consolidará a sua posição de líder. Quiseram os acontecimentos que este o último número da revista em papel seja também uma homenagem a Zé Pedro dos Xutos & Pontapés. É nele que se publicam também, por estarmos no final do ano, as listas dos melhores de 2017. Zé Pedro, contudo, foi um dos melhores de sempre. Sem ele, que regularmente colaborava com a BLITZ, não estaríamos, muito provavelmente, aqui. Foi por ter aberto os caminhos que permitiram a divulgação e popularização da música rock em Portugal, desde o final da década de 70, que – anos mais tarde – foi fundada a BLITZ. O seu legado permanecerá. E, tal como diz a nossa assinatura, continuaremos fiéis à melhor música. Desde 1984. Como sempre. Editorial da BLITZ de janeiro de 2018, quarta-feira, 20 de dezembro, nas bancas http://blitz.sapo.pt/opiniao/2017-12-18-BLITZ-Comecar-outra-vez O papel continua a perder terreno :cry: O jornalismo está em fase de mudança. Altura em que o papel não é nem metade do lucro de uma publicação, sendo essa maioria referente à publicidade e aos cliques gerados pela mesma no online. O problema do meu ponto de vista são as estratégias adoptadas por inúmeros orgãos da comunicação social em pensar em noticias para atingir determinado número de cliques e esquecem-se daquilo que é realmente o verdadeiro capital da comunicação social. Editado 18 Dezembro 2017 por speedfire Compartilhar este post Link para o post
Capa Publicado 18 Dezembro 2017 Aqui a minha preocupação é mais relativamente ao papel se estar a jornal insustentável para as redações no dia de hoje do que propriamente o conteúdo da Blitz, que todos sabemos que andava a descer imenso de qualidade nos últimos anos muito devido a estes tempos de mudança. Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 18 Dezembro 2017 A Blitz não era nada de especial, mas era a única revista de música no mercado e tem bons jornalistas. Portanto é difícil não ficar triste com isso. Compartilhar este post Link para o post
Detlef Publicado 18 Dezembro 2017 Acho que ainda tenho aqui para casa duas ou três publicações em jornal :lol: Compartilhar este post Link para o post
Demander Publicado 18 Dezembro 2017 (editado) Nunca comprei a Blitz mas lembro-me muito bem da altura que ainda era em jornal que o meu irmão comprava regularmente e tinha alguns numeros muito interessantes, quando passou a revista perdi-lhe o rasto que o meu irmão deixou de comprar. Para o que oiço mais regularmente a ter de comprar uma revista de musica, prefiro a Loud a Blitz Editado 18 Dezembro 2017 por Demander Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 18 Dezembro 2017 "pera aí. estava eu a pensar naquilo que pensava que estava a pensar, quando deu-me uma noia e fui-me deitar" foi o pregão da semana, algures em 1994, nunca mais me esqueci, e quando falam do blitz só me lembro disto. Compartilhar este post Link para o post