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Júlio Vieira de Castro quer levar V. Guimarães à Champions em três anos

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Essa suposta dependência da Champions é repetida amiúde mas não tem correlação com a realidade. Basta ver que o Benfica, nos últimos 8 ou 9 anos, apurou-se para a fase de grupos, encaixa dezenas e dezenas de milhões em vendas de jogadores e, aparentemente, tem uma reduzida capacidade de investimento. Por sua vez, o Sporting, nos últimos 10 anos, deve ter-se apurado umas 3 ou 4 vezes para a fase de grupos, vende menos jogadores do que o Benfica, e está a esbanjar saúde financeira. E isto para não falar do Porto.

 

Ou seja, parece-me que não são os 15 milhões da Champions que fazem essa diferença toda.

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Essa suposta dependência da Champions é repetida amiúde mas não tem correlação com a realidade. Basta ver que o Benfica, nos últimos 8 ou 9 anos, apurou-se para a fase de grupos, encaixa dezenas e dezenas de milhões em vendas de jogadores e, aparentemente, tem uma reduzida capacidade de investimento. Por sua vez, o Sporting, nos últimos 10 anos, deve ter-se apurado umas 3 ou 4 vezes para a fase de grupos, vende menos jogadores do que o Benfica, e está a esbanjar saúde financeira. E isto para não falar do Porto.

 

Ou seja, parece-me que não são os 15 milhões da Champions que fazem essa diferença toda.

 

Isso que escreveste não tem grande sentido. Primeiro, o Sporting tem a mesma capacidade de investimento que tem o Benfica ou o Porto, ou um pouco menos. O que acontece é que Benfica e Porto investiram como gente grande anos a fio porque havia quem os financiasse, apesar da situação financeira precária, e porque havia sempre a promessa dos resultados desportivos para valorizar jogadores e realizar bons encaixes em transferências. Entretanto tiveram de abandonar essa política porque: faltaram os resultados desportivos ao Porto, traduzindo-se numa menor capacidade para fazer encaixes financeiros na mesma ordem de grandeza, e apesar de ainda terem investido durante um tempo e tentar recuperar o lugar no topo, perceberam que o tipo de gestão que seguiam era insustentável; o Benfica, de certa forma, tentou antecipar-se ao descalabro financeiro do Porto e tentaram aproveitar o pico de valorização de alguns dos seus jogadores, pensando que a qualidade poderia ser mantida recorrendo à equipa B. No caso específico do Benfica, é bom também lembrar que é o clube português mais endividado, lá está, por terem apostado muito forte, mesmo em anos que não conseguiam ganhar nada, e o LFV percebeu isso e achou que esta era a melhor altura para por o pé no travão antes que fosse tarde demais, e entrassem na mesma situação precária do Porto. O Sporting é o que está mais atrasado dos 3 clubes no sentido em que ainda acreditam que a gestão de antecipação de receitas futuras e aumentos exponenciais da massa salarial e do valor dos jogadores contratados será sempre compensado pela venda de jogadores altamente valorizados. O problema é que os outros dois já provaram que essa roda de comprar cada vez menos barato e tentar vender caro não é sustentável a prazo, e num par de anos maus o Sporting pode por-se numa situação em que tem uma dívida semelhante à que havia quando o BdC chegou, mas com custos infinitamente superiores e, por conseguinte, uma necessidade de realizar encaixes ainda maiores só para manter a situação financeira controlada, tentando ao mesmo tempo elevar o nível de competitividade da equipa. No R&C passado, o Sporting já ia nos +16M de euros de prejuizos operacionais, que precisam de ser cobertos anualmente com o encaixe de mais valias na venda de jogadores, e com o investimento a aumentar, esse valor irá agravar-se ainda mais. Eu já ando há uns dois anos a alertar para isto mesmo, e acho que aos poucos o pessoal aqui no fórum vai percebendo que a aposta que tem sido feita no futebol não se deve à maior capacidade financeira do clube, mas sim do aumento do risco na forma como esta tem sido gerida. Ainda assim, acho que a maioria prefere concentrar-se no aumento de competitividade da equipa (que se traduziu numa Taça e numa Supertaça, até ver), no facto de os outros serem corruptos e de isso justificar o insucesso desportivo, ou de quem critica a actual gestão ser um ressabiado, anti, ou croquette.

 

Depois, não se tratam de 15M - isso são só os prémios de entrada na fase de grupos. A esses acrescem os valores dos direitos televisivos (que são muito significativos) e à valorização dos jogadores na maior montra europeia. Tomando como exemplo os tais 16M de necessidade de mais-valias do Sporting, imagina se adicionares a esse valor mais uns 15/20M (ausência das receitas de Champions) e o facto de os jogadores não estarem tão valorizados por não jogarem a Champions. E agora pensa no que acontece se um dos três grandes falha por dois ou mais anos consecutivos a entrada na competição...

Editado por Visitante

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Mas eu estou de acordo com tudo o que escreveste. O que faz a diferença, evidentemente, é a gestão eficiente dos recursos que os clubes têm à disposição. Tu é que afirmaste se um clube "grande" falhar a Champions por 2 ou 3 anos a qualidade do seu plantel vai reduzir. Ora, se existir uma politica "de risco", como o BdC está a implementar, é possível investir no plantel mesmo sem a Champions. Mesmo que se venha a pagar a fatura mais tarde, logicamente.

 

Quanto aos valores da Champions, claro que são importantes. Apenas me parece que não é esse "bicho papão" que, de algum modo, se apregoa. Existem muitas fontes de financiamento no futebol (infelizmente...), e tens o exemplo, mais uma vez, do Sporting. Seja, ou não, com antecipação de receitas, a verdade é que deram, no espaço de 4 anos, uma volta gigantesca. Ou há 4 anos achavas que o Sporting poderia investir mais de 50 milhões em jogadores numa época onde o Benfica investiu uns 10 e o Porto 1 mísero milhão?

 

Ou seja, e em jeito de conclusão, penso que é praticamente consensual de que, hoje em dia, o Sporting teve a capacidade para formar o plantel mais competitivo em Portugal sem necessitar do dinheiro proveniente da Champions. Podes é dizer que essa situação não é sustentável por muitos anos, aí tendo a concordar contigo porque Benfica e Porto já mostraram que este modelo não se aguenta muito tempo.

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Mas eu estou de acordo com tudo o que escreveste. O que faz a diferença, evidentemente, é a gestão eficiente dos recursos que os clubes têm à disposição. Tu é que afirmaste se um clube "grande" falhar a Champions por 2 ou 3 anos a qualidade do seu plantel vai reduzir. Ora, se existir uma politica "de risco", como o BdC está a implementar, é possível investir no plantel mesmo sem a Champions. Mesmo que se venha a pagar a fatura mais tarde, logicamente.

 

Quanto aos valores da Champions, claro que são importantes. Apenas me parece que não é esse "bicho papão" que, de algum modo, se apregoa. Existem muitas fontes de financiamento no futebol (infelizmente...), e tens o exemplo, mais uma vez, do Sporting. Seja, ou não, com antecipação de receitas, a verdade é que deram, no espaço de 4 anos, uma volta gigantesca. Ou há 4 anos achavas que o Sporting poderia investir mais de 50 milhões em jogadores numa época onde o Benfica investiu uns 10 e o Porto 1 mísero milhão?

 

Ou seja, e em jeito de conclusão, penso que é praticamente consensual de que, hoje em dia, o Sporting teve a capacidade para formar o plantel mais competitivo em Portugal sem necessitar do dinheiro proveniente da Champions. Podes é dizer que essa situação não é sustentável por muitos anos, aí tendo a concordar contigo porque Benfica e Porto já mostraram que este modelo não se aguenta muito tempo.

 

Mas a política de risco do Sporting ainda é possível por estar alavancada na Champions, o que permite aceitar a razoabilidade das expectativas de continuar a vender valorizado. Ainda assim, mesmo estando os 3 na Champions, este tipo de gestão já levou a que dois deles tenham sido obrigados a desinvestir (reflectindo-se na qualidade do plantel). A situação que imagino é se, no contexto actual, lhes retirares ainda uma das mais importantes fontes de receita e de valorização dos jogadores. É nessa base que estou a tentar argumentar.

 

O Godinho quando chegou ao Sporting também investiu forte no reforço do plantel e deu cagalhão mais tarde, quando não foi possível pedir mais emprestado ou penhorar passes. O BdC apanhou o clube numa situação pior, mas no primeiro ano e com um plantel super barato, conseguiu o acesso à Champions e algumas receitas importantes da venda dos jogadores, e foi aí que deu inicio que deu inicio ao ciclo de investimento forte. Só que o clube continua altamente endividado, a diferença é que o BdC prefere apostar as receitas que tem no reforço do plantel em vez de abater à dívida. E quando as coisas correm mal, como no ano de chegada do Jesus em que falhou a entrada na Champions, isso reflecte-se nas contas (nesse ano, foram 32M de prejuizo). Por isso é que eu sou tão crítico desse tipo de gestão, visto que só funciona enquanto houver Champions e malta para vender por valores altos, e quando um ano falha, põe em cheque a situação financeira do clube.

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Referes aí um ponto que, na minha opinião, é fundamental. O plantel "super barato" do primeiro ano do BdC foi uma prova de como é possível gerir de outra forma os recursos. O Sporting, nesse ano, quando o BdC ainda não tinha determinados "vicios", apostou na prata da casa e investiu de forma razoável. E, mesmo não estando nas competições europeias, conseguiu valorizar de forma absurda jogadores como o William (supostamente tiveram propostas de 45M) e o Adrien.

 

Voltando ao principio, eu não estou a desvalorizar a importância da Champions. São 15/20 milhões "certinhos" e nenhum clube está em condições de "pôr à borda do prato". Apenas, muito sinceramente, não vejo um cenário tão negro se um dos grandes falhar 2 ou 3 anos a Champions. Isso terá efeitos a nível da qualidade do plantel, calculo que sim, mas não de uma forma a que o Braga se consiga aproximar ou algo do género.

 

Lembro-me que há tempos, a propósito do Pedro Neto e do Jordão, trocámos argumentos acerca da gestão do Braga. Apesar de manter as minhas reticências em relação às "boas intenções" do Salvador, nesse aspeto o Braga é um exemplo de como gerir os seus recursos. Investe de maneira a ser, claramente, a 4ª força em Portugal mas não entra em loucuras para tentar alcançar um eventual título de campeão (que poderia ter consequências negativas à posteriori)-

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Mas é matemática simples aquilo de que falo. Se um clube tiver prejuizo durante dois anos seguidos (e nos últimos anos todos os clubes que falham a Fase de Grupos têm reportado prejuizos nessa época), vai ser obrigado a cortar nos custos, e isso aumenta exponencialmente a probabilidade de ficar com um plantel mais fraco (uma vez que os melhores jogadores têm de ser vendidos). Claro que não vai ficar mais fraco ao ponto de ser equiparável a um plantel do Braga, por exemplo, mas seria um factor determinante para encurtar distâncias entre o 3º e o 4º classificado ;)

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Voltando ao principio, eu não estou a desvalorizar a importância da Champions. São 15/20 milhões "certinhos" e nenhum clube está em condições de "pôr à borda do prato". Apenas, muito sinceramente, não vejo um cenário tão negro se um dos grandes falhar 2 ou 3 anos a Champions. Isso terá efeitos a nível da qualidade do plantel, calculo que sim, mas não de uma forma a que o Braga se consiga aproximar ou algo do género.

 

 

Se o Vitória SC e o Paços o fizeram com planteis inferiores aos do Braga, não é descabido que o Braga consiga estar na luta com os grandes pela champions e quem sabe até pelo campeonato (mais uma vez). Aliás, esta época o Braga está só a 3 do Benfica e 6 do Sporting.

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"..., e sabemos que outro tipo de comportamentos tenderão a ser orquestrados,..."

 

Incrível como os clubes portugueses são exímios em jogar a carta "A oposição está a querer minar todo o nosso trabalho". :lol:

 

Ora aí está. :lol:

 

Entrevista O Jogo: Júlio Mendes, Presidente do Vitória SC "É muito fácil destruir o que se construiu"

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Ora aí está. :lol:

 

Entrevista O Jogo: Júlio Mendes, Presidente do Vitória SC "É muito fácil destruir o que se construiu"

 

Pois, vão ser "sujinhas" as próximas semanas em Guimarães.

 

Nessa entrevista, mais um atestado de ilusão que atual direção vive.

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A candidatura NOVO VITÓRIA teve a honra de anunciar como seu mandatário o Exmo. Sr. Belmiro Jordão, sócio honorário do Vitória Sport Clube com o número 49, sócio honorário da Federação Portuguesa de Futebol e sócio de mérito da Associação de Futebol de Braga, pessoa de reconhecido mérito no universo vimaranense e vitoriano, destacando-se o papel activo e relevante que desempenhou na cedência, pela “Unidade Vimaranense” ao Vitória, dos terrenos onde se veio a edificar a actual Academia do Vitória Sport Clube, sendo, também, por acção do Sr. Belmiro Jordão que, ainda recentemente, foi aprovada em Assembleia Geral do Clube a proposta de denominação de “Pavilhão da Unidade Vimaranense” à casa das modalidades amadoras do Clube.

 

Presumimos que, à luz das valências e qualidades acima mencionadas, os sucessivos Presidentes do Vitória Sport Clube ao longo das últimas décadas, do qual não se exclui o Presidente em funções, atribuíram ao Sr. Belmiro Jordão assento permanente na tribuna presidencial do Estádio D. Afonso Henriques. A este convite, respondeu sempre o Sr. Belmiro Jordão de forma grata e reconhecida, sendo presença assídua no referido local, como é do domínio público.

 

Acontece que, na noite de ontem, sem qualquer aviso prévio e aquando da sua chegada ao Estádio D. Afonso Henriques, foi o Sr. Belmiro Jordão informado que não mais dispunha do acesso à Tribuna Presidencial, uma vez que o convite habitualmente formulado pelo Presidente do Vitória Sport Clube lhe havia sido retirado, sem que lhe adiantassem os motivos que fundamentaram essa recusa.

 

Pouco importará, nesta sede, medir a legitimidade, alcance e mérito desta decisão tomada pelo Presidente do Vitória Sport Clube, tanto que não nos cabe explicá-la.

 

O que não podemos deixar passar são os sucessivos apelos à elevação no discurso e nas acções a que vem apregoando o Presidente do Vitória Sport Clube em funções e constatar que essa elevação, afinal, não norteia a sua actuação para com os associados do Clube, não se coibindo de evidenciar, além do recorrente desconhecimento do honroso passado do Vitória Sport Clube, profundo desrespeito pela obra e contributo dos nossos associados para o seu engrandecimento, patrimonial e institucional.

 

À mulher de César, não basta sê-lo, é preciso também parecê-lo.

 

Deste modo, não nos revemos nisto. Não podemos aceitar que esta postura de ingratidão, cada vez menos desconhecida da sociedade actual, se possa perpetuar na gestão do Vitória Sport Clube.

 

Com vista a assegurar este princípio, prometeremos a todos os sócios, no Programa do Novo Vitória que em breve vamos apresentar, que estas práticas rasteiras e que em nada se identificam com os nossos pergaminhos, serão erradicadas da actividade do Vitória.

 

Para já, apenas poderemos denunciar e, por imperativos de transparência, dos quais jamais abdicaremos, permitimo-nos tornar público o episódio vindo de descrever, aproveitando o relato dos factos ocorridos na noite de ontem para possibilitar ao universo vitoriano a oportunidade de reflectir, avaliar e escrutinar a cultura democrática de que cada um é feito.

 

Por último, a negação do acesso do Sr. Belmiro Jordão à tribuna presidencial do nosso estádio não o impediu, ainda assim, de celebrar in loco a nossa vitória no jogo de ontem, já que o Sr. Belmiro Jordão assistiu ao jogo no seu lugar anual, que em todas as épocas adquiriu, na Bancada Poente/Cativos do Estádio D. Afonso Henriques.

 

Novo Vitória

 

Novo Vitória acusa Júlio Mendes de negar acesso à bancada presidencial

Novo Vitória acusa Júlio Mendes de ingratidão

Júlio Mendes sobre Belmiro Jordão: «Tem de ser consequente no seu comportamento»

 

Já aquece.

Editado por Sumudica by Night

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Citação do jornal "Record" online

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Júlio Vieira de Castro pede a Júlio Mendes uma decisão quanto às eleições

Candidato quer saber se o presidente pretende apresentar-se a sufrágio

Júlio Vieira de Castro, candidato às eleições dos órgãos sociais do Vitória de Guimarães, pediu este sábado ao atual presidente do clube, Júlio Mendes, que anuncie se vai recandidatar-se ou não, em março.

À margem da apresentação do programa do movimento 'Novo Vitória' para os próximos três anos, o único candidato até agora confirmado à liderança dos vimaranenses frisou que a mobilização em torno da sua lista "tem sido excelente" e dificultado a tomada de decisão de Júlio Mendes, pedindo-lhe que encerre o impasse em torno da sua recandidatura o quanto antes.

"O atual presidente da direção deve terminar com esta instabilidade no Vitória e deve, de uma vez por todas, afirmar aos sócios qual é a sua decisão relativamente ao ato eleitoral de março", disse aos jornalistas, na unidade hoteleira de Guimarães onde decorreu a apresentação.

Convicto de que o atual presidente "cessará funções em março", Júlio Vieira de Castro reiterou novamente que, a nível de futebol profissional, deseja ver os minhotos a competir, ano após ano, nas provas europeias e a lutar tanto pelo acesso à Liga dos Campeões no final do seu mandato, como pelos troféus nacionais.

Entre as ideias principais para o futebol profissional, incluem-se a criação da figura do diretor geral da SAD - o tunisino Ziad Tlemçani, ex-avançado vitoriano -, responsável por tutelar o trabalho do diretor desportivo e por tratar do "plano de negócios, das contratações e da angariação de novos parceiros", e a maior interligação entre equipa principal, equipa B, formação e departamento de 'scouting'.

Ainda sobre o futebol profissional, Júlio Vieira de Castro criticou a política de contratações seguida pela direção de Júlio Mendes, comparando as vendas realizadas no 'mercado' de inverno da época passada - João Pedro (LA Galaxy, Estados Unidos) e Soares (FC Porto) e as compras no deste ano - Welthon (ex-Paços de Ferreira).

"No ano passado, estávamos a três pontos de podermos lutar por um apuramento para a Liga dos Campeões. Não reforçámos a equipa. Ao invés, vendemos jogadores. Neste ano, praticamente arredados de todas as competições e numa luta muito dura, em desvantagem relativamente aos nossos adversários, decidimos comprar jogadores", disse.

Na sequência dessa política, o candidato à direção do Vitória quis ainda "alertar o atual presidente da direção do Vitória" para ter o cuidado de não comprometer o futuro do clube para lá de março e garantiu já ter garantidos novos investidores para o clube, embora sem especificar.

Com a promessa de revelar como esse financiamento será obtido e aplicado no Vitória, nas sessões com os sócios ao longo da campanha, Júlio Vieira de Castro quer ainda promover mais transparência na área financeira - detalhes das contratações e auditoria externa às contas no final do primeiro mandato -, além de estreitar a ligação com as empresas do concelho.

O programa eleitoral promete ainda ter as outras modalidades do clube a "lutar pelos lugares cimeiros" das competições e remodelar o Estádio D. Afonso Henriques - colocação de camarotes na Bancada Nascente e de uma proteção em acrílico na zona superior dessa bancada.

Júlio Vieira de Castro quer ainda construir uma nave desportiva junto ao atual pavilhão, com as "dimensões regulamentares para basquetebol e voleibol", e criar o Museu e Centro de Documentação do Vitória Sport Clube, para preservar o "acervo histórico" do clube.

Questionado, por fim, sobre o facto da SAD vitoriana ter mais um ano de mandato, para além do clube - termina em 2019 -, Júlio Vieira de Castro disse esperar que a transição, caso seja eleito, seja "o mais pacífica e democrática possível".

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Estive lá, como em todos os momentos, atrás de JVC e é impressionante como a imprensa, de tanta cosia que podia ter pegado, pega logo nas piores m*rdas para título. Tanto no Record, como no Jogo, Bola, bem como na imprensa regional. O estado do futebol, em grande parte, deve-se ao péssimo jornalismo. Não é nenhuma verdade, mas é impressionante que, dia após dia, se continue a fazer pior. Os critérios editoriais andam pela rua da amargura.

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Quer criar o provedor do Vitória com uma pessoa que, acredito eu, passa a vida a insultar outros adeptos na internet e a lamber o rabo a esta direcção.

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Porque é que ele não reaproveitou a música da última campanha? E já agora, onde é que ela anda que eu não encontro em lado nenhum?

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Quer criar o provedor do Vitória com uma pessoa que, acredito eu, passa a vida a insultar outros adeptos na internet e a lamber o rabo a esta direcção.

 

Esta foi para os apanhados, não foi? :estrelas:

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Eleições: candidatos em guerra aberta e até dispensa de Marega entra na discussão

Sessões de esclarecimento promovidas por Júlio Mendes e Júlio Vieira de Castro polvilhadas com constantes ataques.

A duas semanas das eleições no Vitória, o discurso dos candidatos, e elementos das respetivas listas, aquece a cada sessão de esclarecimento que passa. Anteontem, em Pevidém, Armando Marques, da lista Contigo Vitória, atacou Júlio Vieira de Castro, da lista Novo Vitória. "Escreveu isto nas redes sociais a propósito da atuação da polícia: "um burro de farda não é um polícia, é apenas um burro de farda". É este tipo de gente que queremos à frente do Vitória? E escreveu que o Celis "não é mau, é horrível"", disse Marques.

Júlio Vieira de Castro, nas Taipas, também foi crítico. "No dia 24 acabará a repressão e a perseguição aos sócios. Na minha equipa não há ex-funcionários públicos com capacidades financeiras e património acima do que pode. Era bom que o Ministério Público estivesse alerta", criticou Castro.

Dispensa de Ziad e moço de recados

Armando Marques criticou a escolha de Ziad para diretor-geral por parte do Novo Vitória. "A principal decisão do Ziad foi dispensar o Marega do Espérance de Tunis. Dizia que não via qualidade nele para jogar num grande clube." A resposta de Júlio Vieira de Castro chegou depois. "Não temos medo do moço de recados e estamos na terra dele [Armando Marques é das Taipas]. O Ziad não aparece no Vitória após vender vigas de cimento, nem como insolvente. O Ziad não está na plataforma Citius e não foi posto na rua por nenhum ex-vice-presidente. Ele que explique", afirmou Júlio Vieira de Castro.

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A campanha intensifica-se. O Júlio Vieira de Castro apresentou um orçamento de 70M para os próximos três anos. Do outro lado, o Júlio Mendes fala numa parceria com o PSG e numa aposta forte já que o clube se encontra numa melhor situação financeira. Deve ter-se esquecido que já podia ter começado a investir nesta época.

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Porque é que ele não reaproveitou a música da última campanha? E já agora, onde é que ela anda que eu não encontro em lado nenhum?

Este devia ser o ponto fulcral do tópico.

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