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Sazuke

Fórmula 1

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Guest Alonso.

Que queda do Webber :biggrin:

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Meu deus a rapariga tem tanta dificuldade com o ingles :lol:

 

Para o ano é que vai ser a epoca. :mrgreen:

Editado por Kimi Raikkonen

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Hamilton a lixar o Bottas. È mesmo azelha o britânico.

 

Finalmente esta epoca acabou, em mais um ano desastroso para a Williams.

 

Que o proximo ano seja um pouco melhor, o que tambem não é dificil.

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As últimas notícias da F1 sobre os lugares que faltam por preencher para 2014 indicam:

 

Sauber: Sutil

Lotus: Maldonado

Force India: Hulkenberg e Perez

Caterham: Kovalainen e Robin Frijns

Marussia: Bianchi e Chilton (mantém dupla)

 

O que acham?

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Há quem o refira apenas e ainda como hipótese mas o AutoSport está em condições de assegurar que o futuro de António Félix da Costa está certo, e passa pela BMW no DTM. O piloto luso desde o GP de Macau que tem a garantia que o seu futuro a curto prazo passa pelos turismos alemães, com o apoio da Red Bull, que depois de há muito estar ligada à Audi, passa agora a patrocinar também um carro da marca de Munique.

 

Paralelamente, António Félix da Costa vai manter-se muito próximo da equipa de F1 da Red Bull, trabalhando no simulador, ficando por se saber até onde irão as suas funções. A vontade da Red Bull é que o piloto se mantenha por perto, já que existe sempre o risco de ser necessário que ascenda à F1 a qualquer momento. Há ainda outras hipóteses em cima da mesa, a GP2. Resta acrescentar que o calendário no DTM não é concomitante com da F1. Mais detalhes, na próxima semana quando o programa do jovem piloto for divulgado oficialmente.

 

Ler mais: http://autosport.pt/antonio-felix-da-costa-no-dtm-com-a-bmw=f116359#ixzz2lxl7Iboo

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Acho muito estranho a mistura com a BMW, mantendo a Audi, mas tudo bem. Quanto ao campeonato, não acho mau, até porque dizem todos os pilotos que por lá passam que os carros se parecem muito com um monolugar "coberto".

 

O que me deixa de pé atrás com a mistura DTM e piloto de testes na F1, é a carreira do Paffett, que acabou por nunca passar disso.

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Acho muito estranho a mistura com a BMW, mantendo a Audi, mas tudo bem. Quanto ao campeonato, não acho mau, até porque dizem todos os pilotos que por lá passam que os carros se parecem muito com um monolugar "coberto".

 

O que me deixa de pé atrás com a mistura DTM e piloto de testes na F1, é a carreira do Paffett, que acabou por nunca passar disso.

 

Mas a do Di Resta...

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O Hulkenberg merecia uma equipa melhor.

 

O que acham do Sutil?

 

Se lhe derem um carro decente ele ate vai garantindo pontos e deve ter sido a razao do seu regresso à FI. Mas nao da mais do que isso.

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Guest Alonso.

Acho que foi uma boa solução sendo que o GP2 não era mal pensado. Mas o DTM é um bom campeonato e abre as perspectivas de ir para a F1, o Di Resta é exemplo disso.

 

Mais vale no DTM que no indy :medinho:

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A Force India é das poucas equipas que nao precisa do dinheiro dos patrocinadores derivados dos pilotos.

 

Está bem, mas entre um bom piloto que dê zero e outro bom piloto que leve dinheiro...

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O Sutil dava a experiencia e a consistencia que um rookie endinheirado nao dava.

 

Anyway, Maldonado confirmado na Lotus.

 

Bahrain vai ser um GP realizado à noite.

Editado por Kimi Raikkonen

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O Ricciardo a meio do ano sai e entra ele, cumprindo-se o plano secreto da Red Bull para atrair o dinheiro russo com o Kvyat na Toro Rosso, ao mesmo tempo que o seu verdadeiro talento entra na equipa principal como sempre foi o objectivo do Horner.

 

PS: E já agora, tenho a secreta esperança de o Vergne sair a meio da temporada e o Félix assumir a posição dele.

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O Grupo Estratégico de Fórmula 1 e a Comissão da F1 aprovaram hoje em Paris várias novidades regulamentares. O teto orçamental global será dotado a partir de janeiro de 2015, sendo de esperar que os detalhes estejam aprovados até junho de 2014.

 

Foram igualmente confirmados os testes com a Pirelli para 17 a 19 de dezembro de 2013, com a presença de Red Bull, Mercedes, Ferrari, McLaren, Force India e Toro Rosso.

 

Existirá em 2014 uma nova penalização, de cinco segundos para infrações menores.

 

A grande novidade são os pontos a duplicar na última corrida do ano, de forma a maximizar as atenções até ao fim do ano.

 

 

De resto, e como ‘não há fumo sem fogo’ após as declarações de Jean Todt, os pilotos poderão mesmo escolher os números de corrida, entre 2 e 99 (o número 1 deverá ser usado pelo campeão em título). Caso dois pilotos escolham o mesmo número, será prioritário o piloto mais bem classificado no Mundial anterior.

 

__

 

Pontuação dobrada na última corrida mudaria campeonatos e daria títulos a Räikkönen, Massa e Alonso

Desde que a F1 abandonou de vez os descartes, em 1991, três campeonatos teriam seus destinos alterados caso a pontuação do GP decisivo fosse dobrada, como será a partir de 2014. Kimi Räikkönen, Felipe Massa e Fernando Alonso ganhariam títulos

 

A FIA causou surpresa ao anunciar que, em 2014, a pontuação da última prova do Mundial de F1 será dobrada. Assim sendo, o vencedor do GP de Abu Dhabi de 2014 colocará no bolso 50 pontos. A medida visa gerar mais possibilidades de virada no fim do campeonato.

 

Caso a regra já existisse nas duas últimas décadas, Michael Schumacher seria hexa, Fernando Alonso tri, Kimi Räikkönen e Sebastian Vettel bicampeões, Felipe Massa campeão e Lewis Hamilton continuaria ch*pando dedo.

 

Considerando apenas os títulos disputados de 1991 para cá, quando a F1 abandonou de vez a regra dos descartes, os campeonatos com destinos alterados seriam os de 2003, 2008 e 2012 – claro que essa comparação fica apenas no campo das hipóteses, visto que os pilotos se comportariam de outra maneira sabendo da premiação dupla.

 

Em 2003, Kimi Räikkönen teria adiado o hexa de Michael Schumacher. O alemão fez uma apresentação surpreendentemente displicente no GP do Japão, em Suzuka, chegou em oitavo e conseguiu o ponto que precisava para não depender de outros resultados. Somaria dois, pela nova regra, e chegaria a 94. Acontece que o finlandês, então na McLaren, teria 99 com os 16 pontos que receberia pela segunda posição na corrida vencida por Rubens Barrichello.

 

Para os brasileiros, a doída derrota de Massa diante de Hamilton em 2008 teria um desfecho bem mais contente. Em vez de somar um ponto a menos que o inglês, Massa, com a vitória na chuva em Interlagos, alcançaria 107 tentos. Nem mesmo Timo Glock poderia atrapalhá-lo. Com o quinto lugar, Hamilton não passaria dos 102 pontos. Ultrapassar Sebastian Vettel e terminar o GP do Brasil em quarto também não resolveria: só o segundo lugar faria dele campeão.

 

Finalmente, em 2012, Alonso seria capaz de virar o jogo para cima de Vettel no mesmo circuito de Interlagos. O alemão assumira a liderança do Mundial de Pilotos na penúltima etapa, o GP dos EUA, e veio para o Brasil com 13 pontos de vantagem - 273 a 260. Aqui, já valia o novo sistema de pontuação da categoria, que dá 25 pontos ao vencedor de cada GP em vez de apenas dez.

 

Deu tudo errado para Vettel naquele GP, do acidente com Bruno Senna na primeira volta ao erro bizarro e incomum erro de estratégia da Red Bull. Ele ficou em sexto, o que lhe renderia 16 pontos. O espanhol, segundo, 36. A tabela terminaria indicando 296 a 289 para o espanhol.

 

Além das mudanças de campeão, outros dois campeonatos ganhariam um pouco mais de emoção com o prolongamento das disputas. Campeões por antecipação, Schumacher, em 2000, e Jenson Button, em 2009, precisariam lutar contra seus adversários até o último GP das respectivas temporadas.

 

No Brasil, três certames utilizam essa regra, que estreou no Brasileiro de Marcas em 2011 e foi adotada pela Stock Car em 2012 e pelo Brasileiro de Turismo em 2013. Na final de 2012 da Stock Car, o critério permitiu que sete pilotos tivessem chances matemáticas de serem campeões na Corrida do Milhão, em dezembro. Cacá Bueno levou a melhor.

 

Ao mesmo tempo, o peso maior atribuído à última prova do Mundial acaba com o princípio de que, em um campeonato, todas as provas devem ter o mesmo valor. A F1, aliás, sempre foi caracterizada por seguir um rígido padrão em todos os GPs.

 

No Mundial de Endurance, as 24 Horas de Le Mans premiam os pilotos com o dobro da pontuação das demais provas. Nesse caso, contudo, é algo perfeitamente justificável: a prova francesa dura quatro vezes mais do que as outras sete etapas do WEC.

 

http://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/pontuacao-dobrada-na-ultima-corrida-mudaria-campeonatos-e-daria-titulos-a-raikkonen-massa-e-alonso

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