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Chandler

[FM07] Uma convicção, um sonho: Na selecção Portuguesa

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Ca granda época! :shock: Quer a nível de clube quer com Portugal. Fantástico!

 

FORÇA PORTUGAL!

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Ca granda época! :shock: Quer a nível de clube quer com Portugal. Fantástico!

 

FORÇA PORTUGAL!

É pisso.

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Ca granda época! :shock: Quer a nível de clube quer com Portugal. Fantástico!

 

FORÇA PORTUGAL!

Obrigado. :grin:

 

É pisso.

Olha lá, tu afinal vais em que divisão com o Kettering?

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A Final

 

Um FNB Stadium, por terras Africanas, a rebentar pelas costuras, aguardava por uma final inédita na história dos Mundiais: Itália - Portugal.

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Os portugueses já tinham mandado por terras africanas. Seria, esta noite, a reedição desse domínio?

 

Ao analisar a equipa italiana, fui memorizando mentalmente algumas coisas a aplicar a níveis tácticos:

 

- Dupla de centrais muito forte no jogo aéreo; o único sítio onde se poderia pegar seria mesmo a... velocidade. Ou a lentidão dos defesas deles.

- Meio-campo pouco ofensivo. Pirlo e De Rossi não eram jogadores de ataque, e um meio-campo composto por Manuel Fernandes e Veloso anularia por completo estes intentos da equipa adversária.

- Dois cabeceadores fortes na área, com dois alas fortíssimos. Provavelmente, a zona forte do jogo deles. Gilardino e Pazzini agurdavam impacientemente que Montolivo e Cassano rompessem pelas laterais contrárias, e colocassem a bola na sua cabeça. Desta forma, tratei de os anular: coloquei os alas a fazerem um papel algo defensivo, com uma marcação a homem: se fossem parados a meio-campo, dificilmente conseguiam fazer alguma coisa; não contente com isto, também Paulo Ferreira e José Gonçalves ficaram com uma marcação cerrada ao jogador.

- Como se isto não bastasse, Ricardo Carvalho e Zé Castro numa marcação cerrada e Gilardino e Pazzini.

 

E o que aconteceu? Assistimos a uma Itália absolutamente anulada do meio-campo para a frente. Sem soluções. Peguei no jogo e dominámos por completo a formação transalpina, construindo um resultado justíssimo.

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Estão a ver a classificação do Veloso? Acho que posso tentar explicar... Lembram-se de eu falar do meio-campo pouco ofensivo? Pois é. Deco e Manuel Fernandes deram tão bem conta do recado, e prenderam tão bem Pirlo e De Rossi que o Veloso nem precisou de trabalhar em campo. Acabei por colocar João Moutinho, para ter alguma superioridade numérica a nível do meio-campo.

Dominámos o jogo todo. Aos 26', Manuel Fernandes de fora da área inaugurou o marcador com um poderoso remate. Vantagem que acabou por ser ampliada por intermédio de Hélder Postiga. Advinhem como? Em velocidade! Nesta não tem a frescura de outros tempos, e deixou-se ultrapassar por Postiga num passe nas costas da defesa de Deco. De seguida, Um jogador italiano entrou na grande área na sequência de um canto (ficaram-me dúvidas se a falta foi dentro da área) e Pirlo, na conversão da grande penalidade, não perdoou. Cristiano Ronaldo confirmou o domínio português, quando ao 2º poste respondeu da melhor forma a um cruzamento de Ricardo Quaresma na esquerda. Estava feito o resultado!

 

Em Portugal, festejava-se o primeiro grande troféu português:

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»» Yeading

 

Em Inglaterra, a bomba rebentava: após 4 anos de trabalho, após 4 promoções consecutivas, o treinador Alexandre Costa abandona o Yeading no melhor momento da sua história, a um mero escalão da Premiership.

 

(PS - Que raio? Então eu demiti-me do clube e não apareceu nenhuma notícia a dizer "Alexandre Costa abandona o Yeading"?... Bah...)

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Já se esperava a conquista do Mundial, o mais difícil estava feito, e depois de tanta análise ao adversário, nada mais do que a vitória seria positivo. Grande Alex :D

 

Quanto ao Yeading é caso para dizer: "Pobres e mal agradecidos..."

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Excelente vitória por Portugal...

 

gostava de salientar que gostei particularmente as tuas pequenas exolicações sobre os processos tácticos que usaste no Yeading e na selecção...

 

Ah e boa época lá, mesmo tendo em conta alguns altos e baixos...

 

Já sabes para onde vais?

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Estou na zona de promoção da Division One, a um pequenino passo da Premier.

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Excelente vitória por Portugal...

 

gostava de salientar que gostei particularmente as tuas pequenas exolicações sobre os processos tácticos que usaste no Yeading e na selecção...

 

Ah e boa época lá, mesmo tendo em conta alguns altos e baixos...

 

Já sabes para onde vais?

Obrigado! :grin:

 

Já sei, já...

 

Estou na zona de promoção da Division One, a um pequenino passo da Premier.

Eich... Tudo seguido?

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Ya, tu também o fizeste, certo? Apenas te demitiste quando chegaste a esta divisão, acho eu...

Ah, mas ainda só vou em Agosto... :mrgreen:

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Ya, tu também o fizeste, certo? Apenas te demitiste quando chegaste a esta divisão, acho eu...

Ah, mas ainda só vou em Agosto... :mrgreen:

Sim, mas calculava que a First puxasse mais, afinal... :lol:

 

Vai postando aí como vão indo as coisas... ;)

 

ahahahhaha ganda mijo contra a Holanda so vi agora LOLOLOL

Mesmo.. :mrgreen: Deve ter sido o jogo mais complicado do campeonato todo...

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É pá, tenho 6 ou 7 jogos realizados ainda não perdi e vou em 4º acho eu. Comecei a época com uma vitória por 7-1, e graças a uma parceria com o Chelsea tenho um avançado do outro mundo, o Scott Sinclair. O meu grande problema reside na defesa, já que tenho os meus 2 melhores centrais lesionados.

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Guest Schizo

Ahah eu sabia, grande conquista ;)

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Ahah eu sabia, grande conquista ;)

Muito obrigado. :grin:

 

Grande vitória, e grande banho de táctica que deste aos italianos.

Obrigado, deu-me algum trabalho a preparar o encontro e o resultado compensou bem. :p

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Alexandre Costa

O seleccionador Nacional e Campeão do Mundo em grande entrevista à Bola

 

Foi em Elvas, num descanso merecido, que fomos encontrar o treinador que se demitiu recentemente da equipa Inglesa que ele próprio levou ao estrelato: o Yeading. O descanso merecido, depois de um Verão em grande, onde perante os olhos do mundo levou a selecção lusa a feitos nunca antes alcançados.

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«Pensei em desistir»

 

A Bola (B): Porque veio para Elvas? A sua cidade natal é a Amadora...

Alexandre Costa (AC): É um local de família, onde nos costumamos reunir. Além de ser um local manifestamente mais calmo e recatado que a periferia de Lisboa. Elvas é o ponto de encontro, porque a minha casa nem sequer se encontra aqui.

 

B: Comecemos pelos primórdios da sua carreira. Como surgiu a ida para Inglaterra? Não existem vestígios do seu trabalho em Portugal.

AC: Mas ele existiu. Comecei a trabalhar no Estrela, enquanto adjunto do Rui Neves, no escalão dos juvenis. Ao acabar a minha formação enquanto treinador, surgiu uma proposta interessante de um estágio com o Watford, que na altura militava na First Division - aquela em que neste momento o Yeading se encontra. Eles acabaram por subir. Aprendi bastante nesse estágio.

 

B: Então e como surge o Yeading na sua vida?

AC: Não penso que esteja a cometer uma inconfidência se lhe disser que há 4 anos fui convidado para treinador adjunto do Watford. Prontamente rejeitei. Nessa época tínhamos conseguido subir à Premier. Ao ver a sua proposta rejeitada, o presidente do Watford "mexeu-se", e arranjou contactos com outros clubes: o Yeading foi o escolhido.

 

B: Convém dizer que o Yeading, na altura, não era metade do que é hoje... Ficou contente com a proposta?

AC: Metade?! Nem 1/4 daquilo que tem neste momento! Quando assumi os comandos do clubes, tínhamos um plantel extremamente pobre, condições precárias, situação financeira muito fraca. Estas 4 subidas de divisão seguidas foram algo de fantástico, mas o inesquecível nunca foi, nem nunca será irrepetível. Como é óbvio não fiquei contente com a proposta: tinha o IV nível de treinador e um curso superior de desporto, não era sustentável aquela situação. Ainda para mais, se soubermos que a profissionalização aconteceu dois anos e duas subidas de divisão depois. Pensei, muito seriamente, em desistir.

 

B: Alguma vez se sentiu descriminado em Inglaterra por ser português?

AC: Nunca, é uma situação totalmente falsa, e que comigo nunca existiu.

 

«Trabalhámos muito para conquistar o Mundial»

 

B: Surpreendente, foi também, a forma como sendo um pleno desconhecido para os portugueses foi chamado para seleccionador nacional da selecção vice-campeã da Europa. Como explica esse facto?

AC: Quando me telefonaram, pensei seriamente ser uma brincadeira. Não estava minimamente à espera que o convite me chegasse. Quando lá cheguei, finalmente explicaram-me o motivo. Por dois factores que conjugados, deram neste convite: António Margarido, um velho conhecido meu, ex-treinador do Tourizense, era o actual treinador dos sub-19. E Amândio de Carvalho tinha família em Inglaterra, e tinha por hábito acompanhar os resultados por aqueles lados. Certamente que se não fosse este convite, nunca tinha chegado onde cheguei.

 

B: O primeiro jogo resultou numa derrota frente ao Azerbeijão. Não abonava muito perante um ilustre desconhecido...

AC: Óbvio que não... Foi um acidente de percurso, que considero como uma das derrotas mais humilhantes da minha carreira. A par de um 5-1 infligido pelo Lewes, no meu primeiro ano como treinador...

 

B: O ponto alto da sua carreira na selecção, foi sem dúvida a vitória sobre a Itália na final do Campeonato do Mundo. Contudo, nem tudo começou bem... Iniciou o Mundial com uma derrota frente à selecção romena. O que se passou?

AC: Repare, uma equipa é construída por homens. Que falham, que têm momentos bons e maus. Nós fomos infelizes nessa derrota, não por subestimarmos ninguém, mas por infelicidade na finalização e por uma escolha errada do esquema táctico da minha parte. Admito também culpa nessa derrota, porque não estávamos suficientemente informados sobre a selecção romena.

 

B: Mas os jogos que se sucederam foram excelentes. Alguns críticos consideram-no um treinador sortudo: subiu mais que uma vez em jogos de mata-mata, e no Mundial ganhou alguns jogos em que as estatísticas não abundavam a seu favor...

AC: Só um perfeito idiota é que analisa um jogo através de uma mera tabela estatística. Ou então, alguém sobre efeitos de substâncias estranhas. Passámos a fase de grupos sem apelo nem agravo, e posso-vos dizer que sem sorte não há campeões. Todas as vitórias se conseguem com uma mistura dos dois factores: sorte e qualidade.

 

B: O que quer dizer com isso?

AC: Que a sorte trabalha-se. E que nós, pura e simplesmente trabalhámos para atingir o objectivo a que nos propusemos. E que sem muita análise, e muito estudo e organização sobre as equipas adversárias nunca tínhamos conseguido chegar a este nível.

 

«Estou convencido que no espaço de dois anos, no máximo, conseguia chegar à Premiership com o Yeading»

«O Yeading vai descer de divisão»

 

B: Demitiu-se recentemente do cargo do Yeading. O que o levou a fazê-lo?

AC: Fiz um árduo trabalho neste clube, e posso-lhe garantir: nem daqui a 100 anos um clube em Inglaterra volta a subir de divisão 4 anos seguidos. E não, isto não é uma profecia semelhante à de Bella Gutman. Após todo este trabalho, chegámos à First Division, divisão onde o presidente do Yeading, Phillip Spurden, nunca sonhou na vida estar. A partir do momento em que conseguimos tal feito, e as condições para alcançar algo mais se nos encontram limitadas, tenho de considerar seriamente o clube onde estou. Apenas me demiti após a final do Mundial. E olhe, que mesmo com as condições que ele me ofereceu...

 

B: ...mesmo com essas condições...? Continue...

AC: Estou convencido que no espaço de dois anos, no máximo, conseguia chegar à Premiership.

 

B: Não estará a ir demasiado longe?

AC: Dizia-me o mesmo se eu há 4 anos lhe dissesse que ia subir de divisão quatro vezes seguidas?

 

B: O que pensa que vai ser o futuro do Yeading?

AC: Tudo tem um ciclo...

 

B: O que quer dizer com isso?

AC: Estou plenamente convencido que o Yeading irá voltar bem perto daquilo que foi há uns anos atrás. Tudo o que cresce com um boom, e sem bases sustentadas, está sujeito a que tal lhe aconteça. Qualquer treinador que pegue no clube este ano, sem conhecimento de causa, irá descer de divisão. Pode escrever o que eu lhe digo.

 

 

«Um dia, quero treinar o Estrela da Amadora»

 

B: E o seu futuro?

AC: A seguir vou para casa...

 

B: Em termos profissionais... Você é Campeão Mundial, e o Bayern e o Real Madrid procuram activamente um treinador. Considera-se um candidato a estes cargos?

AC: Não serei o próximo treinador do Real Madrid.

 

B: Já foi abordado?

AC: Não. Mas sei do que falo. Lamento, mas não posso abrir-me mais sobre o assunto...

 

B: Curiosamente, não referiu o Bayern.

AC: Claro que não. Como quer que lhe fale de uma coisa que desconheço? Sinceramente, só sei que o Lippi foi despedido após ter acabado o campeonato em 11º lugar. Ou seja, tanto como vocês.

 

B: Gostava de um dia treinar em Portugal?

AC: Óbvio que sim! Tenho grandes ambições de o fazer um dia.

 

B: Já?

AC: Eu disse 'um dia', não disse 'já'... Que raio de mania de distorcer as minhas palavras. Está mortinho para ter capa para amanhã!

 

B: Tem preferência para treinar um clube um dia em Portugal?

AC: Nunca escondi as minhas preferências clubísticas a ninguém. A imprensa conhece-a também.

 

B: Refere-se ao Estrela da Amadora...

AC: Penso que é óbvio, que um dia teria muito gosto em treiná-los. Logo que me surja essa oportunidade, prontamente irei aceitar.

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Grande entrevista, com muito bom Português, assim é que dá gosto :wink:

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Muito boa a entrevista!

 

«Um dia, quero treinar o Estrela da Amadora»

 

:mrgreen:

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Grande entrevista, com muito bom Português, assim é que dá gosto :wink:

Obrigado. :smile:

 

:handclap:

:)

 

Muito boa a entrevista!

:mrgreen:

É verdade... :mrgreen:

 

Amanhã devo anunciar o meu novo clube.

 

Posso adiantar que no ano transacto, acabou o campeonato em 11º lugar.

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Estive a ler o tópico e está muito bom!!!!!!!!!!!!!!

 

Parabén!!!!

 

Muito Boa entrevista.

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Estive a ler o tópico e está muito bom!!!!!!!!!!!!!!

 

Parabén!!!!

 

Muito Boa entrevista.

Muito obrigado... ;)

 

Julho de 2010 - Uma proposta tentadora....

 

Uns dias após o descanso merecido, e após o regresso do local onde repousei, voltei à Amadora. Onde fui surpreendido com um telefonema, do Sr. Franz Beckenbauer, que me fez uma proposta bastante tentadora. Pois é. O colosso germânico, Bayern Munique, estava na penúria: um 5º e um 11º alcançados de forma consecutiva, tinham feito Beckenbauer ficar sem paciência e demitir Marcelo Lippi. Curiosamente, o antigo campeão do Mundo, antes de... mim.

 

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Cheguei à Alemanha, e fiquei estarrecido com as condições do contrato que me tinham proposto: além de ser um desafio aliciante, era uma proposta extremamente interessante a nível financeiro...

 

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De imediato me apercebi que dificilmente encontraria um desafio melhor, e assinei contrato. Era uma nova fase da minha vida enquanto treinador, definitivamente!

 

Franz Beckenbauer apresentou-me as as suas exigências: melhorar a reputação manchada do clube.

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No primeiro dia de trabalho à frente do clube, deparei-me com uma dura realidade: Faltam 3 semanas para o início do campeonato germânico, e o plantel à minha maneira ainda não foi construído. Tenho cerca de 70M para o fazer, e ainda falta a pré-época. Mãos à obra!

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Gehen sie die Bayern!

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