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Descartes

SUB 21 – Os Jovens-Maravilha - Nascidos a partir de 1994

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O Dimitrov ainda continua a ser treinado pelo Lundgren?

Não. O Dimitrov é treinado pelo Peter McNamara, e o Lundgren está a treinar o Wawrinka.

Editado por André Silva

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O Dimitrov ainda continua a ser treinado pelo Lundgren?

 

Penso que sim. Embora nalguns sítios apareça o Peter McNamara como treinador.

 

Não. O Dimitrov é treinado pelo Peter McNamara, e o Lundgren está a treinar o Wawrinka.

 

Sim, o McNamara aparece como treinador dele no site do ATP e no site dele (nem sei se é oficial). O McNamara é treinador na Academia do Mouratoglou, onde o Dimitrov treina. No entanto, no site da Academia, é o Lundgren quem aparece como treinador dele...

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Penso que sim. Embora nalguns sítios apareça o Peter McNamara como treinador.

 

 

 

Sim, o McNamara aparece como treinador dele no site do ATP e no site dele (nem sei se é oficial). O McNamara é treinador na Academia do Mouratoglou, onde o Dimitrov treina. No entanto, no site da Academia, é o Lundgren quem aparece como treinador dele...

Eu fui conferir ao site do ATP, porque o Lundgren foi treinar o Wawrinka, e como apareceu lá o nome do McNamara, pensei que o Lundgren estivesse mesmo full time com o suiço.

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Mesmo com ou sem Lundgren o Dimitrov já deveria estar a rondar o Top 150 e não estando a exigir muito dele.

 

Tem andado com lesões ou quê?

Editado por R3d_D3v1l_

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lol menos. a prioridade dos jogadores nessas idades não é nem deve ser propriamente ter o ranking mais alto possível.

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lol menos. a prioridade dos jogadores nessas idades não é nem deve ser propriamente ter o ranking mais alto possível.

 

Qual é a prioridade então? Desperdiçar Wild Cards?

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Mesmo com ou sem Lundgren o Dimitrov já deveria estar a rondar o Top 150 e não estando a exigir muito dele.

 

Tem andado com lesões ou quê?

 

Ele finalmente deixou de lado a ideia de que já estava preparado para os torneios de nível superior. Nos últimos meses apostou nos torneios Futures de forma consistente. E ganhou 2 torneios na Alemanha, fez quertos de final na Itália e esta semana está na final de Irun em Espanha. Está, na minha opinião, a fazer, finalmente, o percurso correcto. Com mais um ou dois meses em cima com este tipo de resultados vai aproximar-se do Top 200 e, aí sim, poderá voltar a apostar nos Challengers.

 

É um percurso que eu continuo à espera que o Gastão assuma. Mas parece que ele continua a pensar que é a perder nas qualificações dos Challengers que vai evoluir...

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JOVEM DA SEMANA

 

Kei Nishikori

 

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Geração de 89

 

Dois grandes resultados nesta semana. O japonês Kei Nishikori venceu o Challenger de Binghampton e o eslovaco Andrej Martin venceu em Samarkand. Escolhi o Nishikori como figura da semana porque o Challenger que ele ganhou é mais conceituado e o quadro de jogadores era notoriamente superior. Ambos registaram subidas significativas no ranking, tendo Nishikori regressado ao Top 150 e Martin ficado às portas do Top 200 com uma nova marca pessoal. Além disso, Martin subiu ao 5º posto da geração o que vai justificar um post especial.

 

De resto resultados medíocres, havendo apenas a registar a vitória na 1ª ronda do CH de Brasília por parte de Martin Klizan sobre o francês Ouanna.

 

 

Geração de 90

 

Pouco de relevante a referir. Os quartos de final de Ignatik em Brasília, a mesma fase por Janowicz em Trani (derrotou Ventura e perdeu com o Leonardo Tavares) e a passagem de uma ronda no qualifying do Masters de Toronto por parte de Copil, tendo derrotado o Top 100 Przysiezny.

 

 

Geração de 91

 

Ainda há menos para falar em relação a esta geração. Apenas os quartos de final de Yang em Samarkand (com vitória sobre Hernandez) e a 2ª ronda no mesmo torneio para Kuznetsov e Grigelis.

 

 

Geração de 92

 

Destaque para o argentino Facundo Arguello. Com a vitória no F15 do seu país aproximou-se do Top 450 no ranking mundial e subiu ao 6º posto da geração de 92.

 

Nota ainda para a 2ª ronda em Binghampton para Harrison, a passagem pela fase de qualificação de Istanbul por Marti e o regresso às vitórias de Bhambri com os quartos de final no F12 britânico.

 

 

Geração de 93

 

O coreano Jeong passou uma ronda no F1 da Tailândia e entrou no Top 800 do mundo.

 

Acertos de pontuação levaram novamente Carlos Boluda à liderança desta geração. Tiago Fernandes não conseguiu em Samarkand (não passou da 1ª ronda) defender a sua posição.

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Nishikori :handclap:

 

Não fosse aquela lesão no pulso e estaria facilmente no Top 50.

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Andrej Martin

 

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Idade: 20

Data de Nascimento: 20/Set/1989

Altura: 1,80 m

Peso: 72 kg

Ranking ATP Actual: 193

Melhor Ranking ATP: 193

Melhor Ranking Juniores: 8

 

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Títulos Profissionais (6):

 

2010 - Samarkand CH (v Semjan), Grã-Bretanha F4 FUT (v Sijsling), Israel F2 FUT (v Zhang), Israel F1 FUT (v Todd Paul)

2009 - Áustria F6 FUT (v Semrajc), Eslovénia F1 FUT (v Lojda)

 

Finais Perdidas (3):

 

2009 - Áustria F4 FUT (Ager)

2008 - Eslováquia F2 FUT (Lojda), Rep. Checa F4 FUT (Tabara)

 

 

Títulos Juniores (-):

 

 

Finais Perdidas (3):

 

2005 - Safina Cup (Skinner), Talentum Cup (Smirnov)

2006 - Copa Gatorade (Nicolas Santos)

 

 

===================================

 

Andrej Martin é mais um produto de qualidade da escola da antiga Checoslováquia. Tal como a maioria dos jogadores da geração de 89 tem feito um percurso discreto na sua escalada no ranking mundial, chegando ao Top 200 quase com 21 anos. Nos juniores não conquistou qualquer título, ficando-se por 3 finais perdidas. E tem andado nos últimos anos a participar quase em exclusivo nos torneios da categoria Future. Em 2009 começou a ter resultados interessantes nesta categoria mas foi em 2010 que se deu a consolidação dos seus resultados. Com a vitória em 3 torneios Future estava na altura de avançar decisivamente para a categoria superior dos Challengers e deu frutos a sua aposta nos países asiáticos da antiga URSS. Uma vitória em Samarkand vindo da fase de qualificação e as meias finais em Astana guindaram-no para o Top 200 e para o grupo dos melhores 5 da sua geração.

 

No que respeita a vitórias significativas, Andrej Martin ainda não tem muito a apresentar. Embora ele já esteja no Top 200 ainda só conseguiu ganhar a um jogador nessa condição. Foi ao israelita Harel Levy na 1ª ronda do Challenger de Rhodes, este ano.

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JOVEM DA SEMANA

 

Benoit Paire

 

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Geração de 89

 

O francês Benoit Paire foi o destaque da semana ao chegar à final do Challenger de San Sebastian (perdeu para Ramos-Vinolas após ter derrotado Julian Reister nas meias). Subiu mais de 30 lugares no ranking e fixou a sua melhor marca no 160º lugar.

 

Quem também teve prestações positivas foram Thomas Schoorel (quartos de final em San Sebastian) e Sérgio Gutierrez-Ferrol (finalista do F29 espanhol). Andrej Martin também melhorou a sua melhor classificação de sempre após ter chegado à 2ª ronda do Challenger de Karshi.

 

Nota de destaque ainda para o português João Sousa que regressou à tabela beneficiando da queda pronunciada de Martin Klizan que saiu do Top 10.

 

 

Geração de 90

 

Só 3 jogadores do Top 10 desta geração competiram nesta semana. Destaque para Ignatik que atingiu as meias finais do Challenger de Salvador e se aproximou do Top 150 mundial.

 

Facundo Bagnis com a 2ª ronda em Salvador regressou ao Top 250. Del Bonis também esteve em Salvador mas teve uma prestação discreta sendo eliminado logo na 1ª ronda.

 

 

Geração de 91

 

Dois nomes a merecerem referência especial. Grigor Dimitrov, que continua a sua paulatina escalada no ranking, por ter vencido o F29 espanhol entrou pela 1ª vez na carreira no Top 250 mundial e Tsung-Hua Yang que chegou às meias finais de Karshi e subiu mais de 40 postos no ranking fixando-se no 275º lugar, o seu melhor de sempre.

 

Nota ainda para a estreia nestas tabelas do espanhol Juan Lizariturry que fez render a sua vitória sobre Pedro Sousa na 1ª ronda do Challenger de San Sebastian e relegou Alexander Domijan para fora do Top 10.

 

 

Geração de 92

 

Também aqui apenas 3 jogadores do Top 10 estiveram em competição. Os argentinos Facundo Arguello e Diego Sebastian Schwartzman chegaram aos quartos de final do F16 argentino. Arguello entrou no Top 450 e ultrapassou David Souto tornando-se o 5º jogador desta geração. Schwartzman entrou no Top 600.

 

Javier Marti esteve em San Sebastian mas não passou da 1ª ronda.

 

Mas a nota de maior destaque vai para o facto de Filip Krajinovic não ter defendido pontos do ano passado o que implicou uma mudança na liderança desta geração que passou para as mãos do norte-americano Ryan Harrison.

 

 

Geração de 93

 

Só o coreano Jeong competiu nesta semana. E com sucesso, tendo atingido as meias finais do F2 tailandês. Subiu 76 lugares no ranking e fixou-se no 720º posto.

 

A "dança das cadeiras" na liderança continua. Desta vez foi Carlos Boluda quem teve uma descida acentuada no ranking e devolveu o 1º lugar ao brasileiro Tiago Fernandes.

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Facundo Arguello

 

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Idade: 18

Data de Nascimento: 4/Ago/1992

Altura: ?

Peso: ?

Ranking ATP Actual: 455

Melhor Ranking ATP: 448

Melhor Ranking Juniores: 8

 

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Títulos Profissionais (2):

 

2010 - Argentina F15 Futures (v Pablo Galdon), Argentina F5 FUT (v Heras)

 

Finais Perdidas (2):

 

2010 - Argentina F14 FUT (Molteni)

2009 - Chile F3 FUT (Ivan Miranda)

 

 

Títulos Juniores (5):

 

2008 - Copa El Ceibo (v Mena)

2009 - Copa Graiman (v Lindell), Trofeo Bonfiglio (v Gaio)

2010 - Argentina Cup (v George Morgan), Copa Vendimia (v Dante Gennaro)

 

Finais Perdidas (2):

 

2009 - Roehampton (Britton)

2010 - Roehampton (Marsalek)

 

 

===================================

 

Facundo Arguello aparenta ser um típico jogador da escola argentina. Forte em terra batida.

 

Estreou-se no circuito junior relativamente tarde; apenas aos 16 anos conquistando, de imediato, o seu 1º título. Paralelamente iniciou-se também no circuito profissional na categoria de Futures. Tem cumprido nestes 3 anos de carreira o percurso habitual dos jogadores com a sua origem: Futures na América do Sul em terra batida. A qualidade que vai mostrando conduziu-o ao triunfo, já em 2010, em 2 desses torneios. No que respeita a duelos individuais ainda não tem muito para mostrar, como se compreende. Apenas algumas vitórias sobre jogadores posicionados no Top 400.

 

A sua coroa de glória até agora foi a convocatória para a sua selecção na Taça Davis como parceiro de treinos no ano passado. Daí o visual que a respectiva praxe lhe produziu e que eu não resisti a inserir neste post. É que o seu visual habitual contempla uma "esfregona" ao melhor estilo do David Luiz...:mrgreen:

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JOVEM DA SEMANA

 

Grigor Dimitrov

 

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Geração de 89

 

Boa semana para Andrej Martin. Chegou às meias finais do Challenger de Astana e entrou, como já se adivinhava, no Top 200 do mundo. Thomas Schoorel também melhorou o seu posicionamento no ranking consolidando um lugar no Top 200 devido aos quartos de final do Challenger de Manerbio.

 

Donald Young manteve o seu lugar no Top 100 tendo passado uma ronda no ATP de New Haven. João Sousa também passou uma ronda em Manerbio.

 

 

Geração de 90

 

Só 2 jogadores em acção nesta semana. Guillaume Rufin que chegou à ronda final do qualifying de New Haven e o belga David Goffin que regressou ao Top 10 da sua geração por troca com Marius Copil.

 

Goffin chegou às meias finais do Challenger de Genebra dando sequência a uma série de bons resultados nas últimas semanas nos torneios Futures.

 

 

Geração de 91

 

Finalmente tenho o prazer de eleger Grigor Dimitrov como figura da semana. Ele já vinha numa tendência ascendente nos últimos meses com resultados muito positivos nos Futures, conquistando vários na Alemanha e Espanha. Nesta semana contabilizou mais uns Quartos de Final pelo F22 italiano. Este bom momento culminou com a sua primeira conquista de um torneio Challenger. Aconteceu na Suiça, em Genebra, tendo derrotado Pablo Andujar na final. Com esta conquista Dimitrov entra no Top 200 mundial e reassume a liderança na sua geração.

 

Merecem ainda referência as prestações do chinês Di Wu, com a 2ª ronda em Astana, do canadiano Steven Diez com as meias finais no F30 espanhol (derrotou Gonçalo Pereira nos quartos) e do brasileiro José Pereira com os quartos de final no F19 brasileiro. Este último estreou-se no Top 500 do mundo.

 

 

Geração de 92

 

Referência apenas para o argentino Schwartzman que atingiu as meias finais no F17 do seu país tendo galgado 30 posições no ranking mundial.

 

 

Geração de 93

 

O coreano Suk-Young Jeong continua a rentabilizar o circuito tailandês de Futures. Nesta semana alcançou o seu melhor resultado de sempre tendo disputado a final do 3º torneio aí disputado. Com este resultado subiu 75 posições no ranking e desalojou Tiago Fernandes da liderança da geração de 93.

 

Dominic Thiem subiu ao 6º lugar da sua geração e aproximou-se do Top 900 do mundo devido à presença na 2ª ronda do F4 austríaco.

 

Nota ainda para mais uma estreia no Top 1000 de um jogador nascido em 93. É o oitavo a consegui-lo. É italiano e chama-se Edoardo Eremin. Com duas semanas consecutivas a alcançar os quartos de final em torneios Futures na Rússia, o jovem italiano conseguiu merecer a extrema honra de constar nestas tabelas...:grin:

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Já sabia que o rapaz tinha ganho o seu primeiro Challenger. :biggrin: Fico contente por ele, até porque gostei do que vi dele em Queens do ano passado, agora tem é que deixar o hype de lado e continuar a trabalhar humildemente.

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JOVEM DA SEMANA

 

Kei Nishikori

 

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Geração de 89

 

Em semanas de Grand Slam, com o ranking sem actualização a meio do torneio, é natural que existam várias mexidas.

 

Nesta geração em particular toda a gente esteve em acção. E registaram-se alguns bons resultados.

 

Confesso ter tido alguma dificuldade em escolher a figura da semana. Havia 5 candidatos possíveis, dois deles nesta geração de 89. A minha escolha recaiu no japonês Kei Nishikori por duas razões: Foi o Sub-21 que chegou mais longe no US Open, atingindo a 3ª ronda e foi também ele quem conseguiu a vitória mais expressiva, tendo eliminado o Marin Cilic. Nishikori "limpou" a fase de qualificação e, antes de Cilic, ainda derrotou o Evegeny Korolev. Depois, esgotado, abandonou o jogo que disputava com Montanes.

 

A outra hipótese era o francês Benoit Paire. Também ele vindo da qualificação, derrotou Rainer Schuettler na 1ª ronda e só perdeu na 2ª ronda com Feliciano Lopez após 5 disputados sets.

 

Ambos protagonizaram subidas significativas no ranking, com Paire a entrar pela primeira vez no Top 150.

 

Outros 3 jogadores desta geração estabeleceram melhores marcas de sempre no ranking. Thomas Schoorel ficou muito perto do Top 150 após a final do Challenger de Alphen, Andrej Martin consolidou um lugar no Top 200 com os quartos de final em Rijeka e João Sousa aproximou-se do Top 250 com os quartos de final no torneio de Sevilha e no F31 espanhol.

 

Há ainda a referir o regresso de Martin Klizan a esta tabela por troca com Sergio Gutierrez-Ferrol. O eslovaco superou o qualifying do US Open tendo baqueado na 1ª ronda frente a Juan Carlos Ferrero.

 

 

Geração de 90

 

Aqui residem outros 2 jogadores candidatos a figura da semana. Ricardas Berankis (ele agora é Richard oficialmente mas eu ainda não mudei os meus dados) teve um percurso no US Open em tudo semelhante a Benoit Paire. Passou pela qualificação, derrotou Ryan Sweeting na 1ª ronda, e ficou pelo caminho na 2ª ronda depois de um encontro épico, em 5 sets, com o Jurgen Melzer. E ainda Jerzy Janowicz. O polaco que tem andado desde o início do ano a espreitar um lugar no Top 5 dos nascidos em 90, conseguiu lá chegar finalmente. Não se destacou no US Open, tendo ficado pela 2ª ronda da fase de qualificação, mas depois rumou a França e conquistou surpreendentemente o Challenger de St. Remy derrotando na final o Roger-Vasselin.

 

Berankis ficou às portas do Top 100 e Janowicz entrou pela primeira vez no Top 200.

 

Merecem ainda referência o Guillaume Rufin que passou uma ronda no US Open (derrotou Leonardo Mayer), Milos Raonic que passou a fase de qualificação do US Open com vitórias sobre Zverev e Guez e ainda Marius Copil que, com a 2ª ronda no Challenger de Brasov, regressou ao Top 10 relegando o argentino Facundo Bagnis.

 

 

Geração de 91

 

Por incrível que pareça, nesta geração não se passou nada. Os principais jogadores tiraram umas semanas de férias e nada mais há a referir que a chegada à 2ª ronda do F31 espanhol por parte de Carreño-Busta e Lizariturry.

 

Apesar deste imobilismo, a liderança da geração voltou a mudar de mãos. Como o Dimitrov não defendeu alguns pontos do ano passado, o Kuznetsov voltou a passar para a frente.

 

 

Geração de 92

 

E está aqui o 5º candidato a figura da semana. Estive quase, quase a escolhê-lo. Principalmente porque tem menos 3 anos que o Nishikori. Estou a falar de Ryan Harrison. Teve um percurso no US Open em tudo idêntico ao de Paire e Berankis. Passou a qualificação (onde derrotou o Rui Machado), limpou o Ljubicic na 1ª ronda e acabou por cair perante o ucraniano Stakhovsky também em 5 disputadíssimos sets. Como não podia deixar de ser.

 

Harrison subiu 50 posições no ranking e instalou-se confortavelmente no Top 200.

 

Pouco mais há a dizer. Apenas referir que Filip Krajinovic e Bernard Tomic passaram uma ronda na qualificação do US Open tendo, este último, conseguido uma boa vitória sobre o turco Marsel Ilhan.

 

 

Geração de 93

 

Como convém aos mais novos, a liderança desta geração parece um autêntico carrocel. Os miúdos não param sossegados. Temos esta semana o 4º líder diferente das últimas 4 actualizações no rankig. Desta vez calhou a Jason Kubler retomar o 1º lugar. Graças às meias finais atingidas no F23 italiano que lhe permitiu subir mais de 70 lugares no ranking mundial.

 

Também em destaque esteve Robert Rumler ao chegar aos quartos de final do F7 polaco, conseguindo subir mais de 40 posições no ranking.

Editado por Descartes

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Jerzy Janowicz

 

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Idade: 19

Data de Nascimento: 13/Nov/1990

Altura: 2,03 m

Peso: 75 kg

Ranking ATP Actual: 203

Melhor Ranking ATP: 198

Melhor Ranking Juniores: 5

 

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Títulos Profissionais (7):

 

2010 - St. Remy CH (v Roger-Vasselin), Polónia F3 FUT (v Adrian Garcia), Azerbaijão F2 FUT (v Ledovskikh)

2009 - Rep. Checa F2 FUT (v Tabara)

2008 - Polónia F7 FUT (v Gawron), Polónia F5 (v Gawron), Suiça F3 FUT (v Stoppini)

 

Finais Perdidas (2):

 

2010 - Polónia F4 FUT (Lojda)

2009 - Rep. Checa F1 FUT (Tabara)

 

 

Títulos Juniores (3):

 

2006 - Saudi Championships (v Nguyen)

2007 - New Delhi (v Wachiramanowong), Spring Bowl (v Verryth)

 

Finais Perdidas (4):

 

2006 - Riyadh Championships (Trueva)

2007 - Open da Alemanha (Cesar Ramirez), US Open (Berankis)

2008 - Roland Garros (Yang)

 

 

===================================

 

Jerzy Janowicz era apenas mais um "projecto de gigante com mais de 2 metros" que ultimamente têm "invadido" os courts de ténis quando, em 2007, com 16 anos, começou a ser encarado como uma promessa respeitável do ténis mundial. Principalmente junto dos polacos que há muito tempo não têm um jogador a disputar os lugares de topo do circuito.

 

2008 foi o seu último ano de júnior. E ele optou por jogar apenas os torneios do Grand Slam. Embora não tivesse ganho nenhum dos torneios, protagonizou bons percursos, chegando à final em Roland Garros e às meias finais no Open da Austrália, dando sequência à final alcançada no US Open no ano anterior. Esses resultados levaram-no ao 5º lugar no ranking de juniores. Simultaneamente começou a desbravar caminho no circuito de Futures, tendo ganho 3 destes torneios o que, dada a sua idade, era de registar.

 

O choque seguinte com a entrada definitiva no circuito sénior não foi fácil de gerir e o ano de 2009 correu-lhe muito pior, tendo apenas ganho um future e chegado à final de outro. A sua aposta precipitada em torneios de categoria superior, disputando qualificações atrás de qualificações não teve grande sucesso.

 

O ano de 2010 tem sido o da recuperação gradual da sua posição no ranking. Sem resultados muito exuberantes mas, aqui e ali, pontuados por algumas vitórias importantes. O momento de afirmação definitiva parece ser o actual. Tendo vencido na passada semana o seu primeiro Challenger em St. Remy, derrotando um conjunto razoável de jogadores talentosos e experientes, entrou no Top 200 passando a pertencer ao grupo de tenistas que evoluem preferencialmente em torneios Challengers.

 

Ao contrário da maioria dos seus contemporâneos, Janowicz não parece amedrontar-se quando tem pela frente jogadores mais conceituados. Em 3 anos de carreira já conta no currículo com vitórias sobre cerca de 15 jogadores de Top 200. As duas mais significativas (jogadores no Top 100) foram sobre Peter Luczak (nº 78) já este ano no Challenger de Scheveningen e sobre Nicolas Mahut (nº 45), no início de 2008 no Challenger de Wroclaw.

 

A quem tenha passado despercebido chamo a atenção para o resultado de Janowicz no torneio de Riad em 2006. Perdeu a final para o Martim Trueva...

Editado por Descartes

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2,03m :medinho:

Dimitrov :prayer: Ganhou o seu terceiro Challenger consecutivo.

 

:prayer:

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2,03m :medinho:

 

Pior que isso são os 75 kg. Ainda é mais sub-nutrido que eu. :medinho:

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Pior que isso são os 75 kg. Ainda é mais sub-nutrido que eu. :medinho:

Fds, nem tinha reparado :medinho:

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