Lleyton Publicado 26 Setembro 2010 (editado) Um gajo com mais 25 cm que eu e só mais 10 kg, mete medo. :mrgreen: Então e um gajo com mais 15 cm que eu, e 5 kg a menos que eu, e sendo eu magro :medinho: Editado 26 Setembro 2010 por André Silva Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 27 Setembro 2010 JOVEM DA SEMANA Roberto Carballes Baena Geração de 89 Esta semana foi dedicada ao descanso e à Taça Davis. Só 2 jogadores estiveram em torneios e mais valia terem ficado em casa. Donald Young não passou da 1ª ronda em Tulsa e Benoit Paire nem se conseguiu qualificar em Todi. Geração de 90 Aqui também esteve tudo muito parado. Rufin e Donskoy foram a Todi e só o 1º chegou à 2ª ronda. Houve, no entanto, o regresso de Facundo Bagnis ao Top 10. Porque ele foi um dos únicos Sub-21 a aproveitar esta semana. Meias finais no Challenger de Belo Horizonte e a troca com David Goffin na tabela dos 10+ de 1990. Geração de 91 Estes rapazes já tiveram mais actividade. Com a excepção de Lim e Grigelis que foram chamados à Davis, todos os outros estiveram em prova. A figura foi Grigor Dimitrov. Chegou a Bangkok, viu e venceu! Derrotou Kravchuk na final e Soeda nas meias finais. Entrou para o Top 150 do mundo e tornou-se líder incontestado da geração de 91. Há ainda que fazer referência a Pablo Carreño-Busta que chegou à final do F32 espanhol, José Pereira que passou a fase de qualificação do Challenger de Belo Horizonte e regressou ao Top 500 do mundo. E a Christian Lindell. Este sueco estreia-se nestas tabelas devido à 2ª ronda atingida no Challenger de Belo Horizonte, tendo, assim, ultrapassado o espanhol Lizariturry. Geração de 92 Está em grande forma o argentino Facundo Arguello. Mais uma excelente prestação esta semana com a final atingida em Belo Horizonte. Subiu 125 posições no ranking mundial e começa a aproximar-se das 3 principais figuras desta geração. Quem esteve também em bom plano foi o norte-americano Jordan Cox. Os quartos de final no F7 mexicano conduziram-no a uma nova melhor posição de sempre no ranking. Filip Krajinovic chegou aos quartos de final do Challenger de Banja Luka mas esse resultado não o impediu de descer mais uns quantos lugares no ranking, afastando-se de Ryan Harrison. Geração de 93 É dos mais novos a grande figura da semana. No seu 2º torneio disputado entre os "crescidos", Roberto Carballes Baena não foi de modas: venceu o F32 espanhol. Este rapaz, a quem lhe detecto alguns sinais de Simão Sabrosa no visual, ganhou, pelo caminho, a jogadores como Jose Checa-Calvo ou Philip Bester, e derrotou Pablo Carreño-Busta na final. Esta vitória permitiu-lhe entrar de forma fulgurante no ranking mundial, directamente para o Top 700 e cotando-se, já, como uma das principais figuras da geração de 93. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 27 Setembro 2010 Confesso que nunca tinha ouvido falar do Carballes Baena. A brincar, já passou o Boluda no ranking. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Setembro 2010 Roberto Carballes Baena Idade: 17 Data de Nascimento: 23/Mar/1993 Altura: ? Peso: ? Ranking ATP Actual: 669 Melhor Ranking ATP: 669 Melhor Ranking Juniores: 23 Títulos Profissionais (1): 2010 - Espanha F32 FUT (v Carreño-Busta) Finais Perdidas (-): Títulos Juniores (6): 2009 - ITF Lucerna (v Victor Gimeno-Traver) 2010 - Ribarroja (v Cagnina), Riad 21 (v Laranja), Raquette D'Or (Sant'Anna), Airberlin German Juniors (v De Loore), Novi Sad (v Kuzmanov) Finais Perdidas (-): =================================== Este jovem espanhol mostrou-se ao mundo do ténis com a vitória no F32 espanhol disputado em Oviedo, naquele que foi o 2º torneio Future que ele disputou na carreira. Até aqui tinha feito uma carreira relativamente discreta, embora positiva, no circuito de juniores. Raramente disputa torneios de nível superior, tendo-se ficado pelos torneios de nível médio/baixo. Por esse facto, não tem sido reconhecido como uma das maiores promessas da sua geração, vivendo na sombra de nomes como o de Jason Kubler, Carlos Boluda ou Tiago Fernandes. No entanto, o seu registo é muito positivo nesses torneios intermédios tendo já arrecadado 6 títulos no circuito junior. Observando os seus resultados pode-se deduzir que Carballes Baena é um jogador de forte mentalidade e que não tem medo de ganhar. Já contando com o Future que ganhou, ele soma por vitórias todas as 7 finais em que participou, o que é notável. 2011 será, decerto, o ano da sua afirmação. Será o seu último ano de junior e ele deverá jogar os principais torneios dessa categoria bem como tornar-se mais assíduo no circuito Future. Penso que poderá ser um sério candidato a ocupar os posts cimeiros do ranking de juniores no ano que vem e, provavelmente, consolidará a sua posição no circuito profissional. É um nome a não perder de vista! Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 5 Outubro 2010 JOVEM DA SEMANA Grigor Dimitrov Geração de 89 Destaque nesta semana para o australiano John Millman pela vitória no F6 australiano que lhe permitiu estabelecer um novo máximo no ranking (228º) e subir ao 6º lugar na sua geração ultrapassando o seu compatriota Greg Jones. Além de Millman só João Sousa estabeleceu uma melhor marca no ranking mundial aproximando-se do Top 250 após ter passado à 2ª ronda do Challenger de Izmir. Bons resultados ainda para Martin Klizan (QF em Izmir, com vitória sobre Ignatik) e Brydan Klein (meias finais no F6 australiano). Geração de 90 Dois tenistas estiveram em particular destaque nesta semana. O belga David Goffin, que chegou à final do Challenger de Ljubljana, onde ganhou a Prodon e Di Mauro, tendo perdido a final para Kavcic. Este resultado trouxe-o de novo ao Top 10 dos nascidos em 90 e permitiu-lhe entrar, pela primeira vez na carreira, no Top 250 do mundo. E ainda o finlandês Henri Kontinen pela sua vitória no F1 sueco que o fez galgar 27 posições no ranking mundial e subir ao 7º posto da sua geração. Nota ainda para Guillaume Rufin que, embora ficando pela 1ª ronda do ATP de Bucareste, passou pela fase de qualificação com sucesso tendo derrotado Santiago Ventura e regressou ao 3º lugar da geração ultrapassando Ignatik. Geração de 91 Grigor Dimitrov volta a ser a figura da semana. É a 2ª vez nas últimas semanas. Desta vez venceu o Challenger de Bangkok-2, repetindo a vitória obtida na mesma cidade na semana passada e dando continuidade à vitória em Genebra. É já um dos tenistas mais vitoriosos do ano no circuito de Challengers. Até à final em que derrotou Kudryavtsev, Dimitrov venceu mais 3 tenistas do Top 200: Dodig, Ebden e Soeda. Já é o nº 136 do mundo e, prevejo eu, não ficará por aqui até ao final do ano. Dos restantes só merece referência a 2ª ronda atingida por Tsung-Hua Yang, após qualificação, também em Bangkok. Geração de 92 Nota de maior destaque para o argentino Diego Sebastian Schwartzman que atingiu a final do F1 da Bolívia, o que lhe proporcionou uma subida de mais de 50 lugares no ranking mundial ficando às portas do Top 500 e o 7º posto na sua geração. Nota ainda para Javier Marti, cada vez mais perto do Top 400, após QF no F33 espanhol e para Filip Krajinovic que defendeu pontuação do ano passado ao conseguir chegar aos QF do Challenger de Trnava tendo derrotado, pelo caminho, o Jan Hajek. Geração de 93 Praticamente ninguém jogou desta geração nesta semana. Uma única excepção: o equatoriano Diego Hidalgo que chegou às meias finais do F2 do seu país e, assim, entrou no Top 1000 e estreou-se no Top 10 da sua geração. Agora sim, um verdadeiro Top 10. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 9 Outubro 2010 JOVEM DA SEMANA Milos Raonic Geração de 89 Há pouco a referir nesta semana. John Millman continua a fazer bons resultados em "casa". Desta vez foi finalista vencido no F7 australiano, torneio onde Brydan Klein se ficou pelos quartos de final. Ambos derrotados pelo mesmo jogador: Colin Ebelthite. Benoit Paire passou uma ronda no challenger de Nápoles. Geração de 90 Aqui houve muito mais movimentações. Desde logo pelo excelente desempenho de Milos Raonic no ATP 250 de Kuala Lumpur onde, vindo da qualificação, chegou aos quartos de final. Derrotou, no seu percurso, Ito, Kunitsyn e Stakhovsky, só cedendo para Igor Andreev. Entrou no Top 200 do mundo e no Top 5 da sua geração, tendo ultrapassado Janowicz. Foi, sem dúvida a figura da semana. Em destaque esteve também Henri Kontinen ao vencer o F2 da Suécia, que o fez subir mais de 20 lugares no ranking e fixar-se na sua melhor posição de sempre. Os argentinos Del Bonis e Bagnis também alcançaram bons resultados, com quartos de final em Challengers. Em Montevideo o primeiro e em Cali o segundo. Bagnis regressou ao Top 250 e subiu ao 8º posto na sua geração. Geração de 91 Numa semana em que Dimitrov descansou, foi Laurynas Grigelis quem obteve o melhor resultado da semana nos nascidos em 91. Foi finalista no F27 italiano e subiu quase 30 lugares no ranking. Steven Diez (meias finais no F4 canadiano) e José Pereira (passou a qualificação no challenger de Cali) também obtiveram resultados interessantes que lhes proporcionaram subidas no ranking. Geração de 92 Esta foi a geração mais em foco nesta semana. A começar por Yuki Bhambri que passou uma ronda em Kuala Lumpur e subiu mais de 50 lugares no ranking. E continuando com Javier Marti que foi finalista no F34 espanhol e entrou, finalmente, no Top 400, passando por Jordan Cox com os quartos de final no F24 norte-americano e terminando no Facundo Arguello (2ª ronda no CH de Montevideo) e no Diego Schwartzman (2ª ronda no F2 da Bolívia), que atingiram novas melhore posições de sempre no ranking. No entanto, a maior novidade desta geração vem da Rússia e dá pelo nome de Alexander Rumyantsev. Estreou-se no circuito profissional há menos de 2 meses (se descontarmos uma esporádica participação no F3 russo do ano passado ) e começou logo a obter bons resultados. Quartos de Final no F5 e no F7 russos e vitória no F6. Nesta semana rumou ao Irão e venceu o Future que aí se disputou. Estes resultados guindaram-no à 549ª posição no ranking e ao 10º lugar na sua geração. É um nome a reter e a acompanhar quando ele começar a participar noutros torneios, principalmente na Europa. Geração de 93 Jason Kubler e Suk-Young Jeong melhoraram o seu posicionamento no ranking. Ambos conquistaram uma vitória nos futures em que participaram. Kubler no F34 espanhol e Jeong no F7 chinês. Menos sorte teve o Carlos Boluda que não passou da 1ª ronda no F7 marroquino. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 13 Outubro 2010 JOVEM DA SEMANA John Millman Geração de 89 O australiano John Millman confirmou esta semana o bom momento de forma que atravessa ao ganhar o Challenger de Sacramento. No seu percurso derrotou, entre outros, Reister e Kendrick. Este resultado valeu-lhe uma subida de mais de 50 posições no ranking mundial e a entrada no Top 200. Permitiu-lhe também ultrapassar o Andrej Martin e regressar ao Top 5 da sua geração. Foi, merecidamente, a figura da semana. Quem também esteve em destaque foi o português João Sousa ao atingir a final do F35 espanhol tendo, assim, entrado pela 1ª vez na sua carreira, para o Top 250 do mundo. Uma nota final para Benoit Paire que chegou aos quartos de final do Challenger de Tarragona. Geração de 90 O canadiano Milos Raonic também está on fire. Desta vez alcançou a 2ª ronda do ATP 500 de Tóquio após passar pela fase de qualificação. Juntou à sua lista vitórias sobre Thiago Alves, Marsel Ilhan e Florent Serra, só perdendo para o futuro vencedor do torneio, o nº 1 do mundo Rafael Nadal por equilibrados 6-4 e 6-4. Subiu 45 posições no ranking, aproximando-se do Top 150 e já é o 3º da sua geração tendo ultrapassado Rufin e Ignatik. Ele dá-se bem com os ares da Ásia... Além de Raonic só Federico Del Bonis merece uma pequena referência pela 2ª ronda do Challenger de Buenos Aires. Os restantes ou não jogaram ou foram derrotados logo à primeira. Geração de 91 Só dois jogadores se evidenciaram. O sueco Christian Lindell que chegou à final do F26 brasileiro e o espanhol Pablo Carreño-Busta que atingiu os quartos de final do F35 espanhol. Lindell ficou à porta do Top 500. Geração de 92 Mais uma vez foi desta geração que surgiram mais novidades. O maior destaque vai para o argentino Schwartzman que venceu o F3 da Bolívia e subiu mais de 40 posições no ranking, tendo entrado, pela 1ª vez, no Top 500. O equatoriano David Souto regressou aos bons resultados com as meias finais no F35 espanhol (perdeu para o João Sousa) e o espanhol Javier Marti chegou aos quartos de final do F28 italiano. Nota ainda para a 2ª ronda no F4 iraniano por parte de Alexander Rumyantsev e, pela negativa, para a queda significativa de Yuki Bhambri no ranking. Já desceu para o 10º posto na sua geração e já tem o Collarini, o Velloti, o Kudla e o Mina prontos a ocupar o seu lugar nesta tabela. Geração de 93 Notícia apenas com a entrada do argentino Juan Ignacio Londero para o Top 10 por troca com o Diego Hidalgo. Londero aproveitou os quartos de final no F3 da Bolívia para se estrear na tabela. Dos restantes elementos do Top 10 só Tiago Fernandes e Jason Kubler jogaram mas não passaram das primeiras rondas no F26 brasileiro e no Porto Open (F4 português), respectivamente. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 13 Outubro 2010 Quero um destes jovens no Top100 até ao fim do ano!!!11 Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 13 Outubro 2010 Bela mierda a geração de 89... Compartilhar este post Link para o post
Rigters Publicado 13 Outubro 2010 Bela mierda a geração de 89... Atenção que inclui um português... :cadeirada: Já foi bem pior, essa geração. Quanto ao Dimitrov, penso que pode chegar ao top100 até ao final do ano! Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 13 Outubro 2010 Bela mierda a geração de 89... Se comparares com a geração de 88, por esta altura estava o Del Potro já com o US Open na mão, o Cilic no Top 10 e ainda havia o De Bakker, o Gulbis e o Korolev bem dentro do Top 100. Com a geração de 87 então... Djokovic e Murray já estavam bem instalados no Top 10. E a de 86 nem vale a pena começar a comparação. Basta falar de Nadal, Gasquet e Monfils. Como muito bem disseste: bela mierda! Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 13 Outubro 2010 Se comparares com a geração de 88, por esta altura estava o Del Potro já com o US Open na mão, o Cilic no Top 10 e ainda havia o De Bakker, o Gulbis e o Korolev bem dentro do Top 100. Com a geração de 87 então... Djokovic e Murray já estavam bem instalados no Top 10. E a de 86 nem vale a pena começar a comparação. Basta falar de Nadal, Gasquet e Monfils. Como muito bem disseste: bela mierda! E o pior é que tirando 2 ou 3 jogadores, as gerações seguintes enfrentarão as mesmas dificuldades. E a verdade é que os maiores expoentes parecem ser apenas grandes servidores, tirando uma ou outra excepção o que invoca à generalização do desporto em torno da potência/físico em detrimento da técnica. Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 13 Outubro 2010 E o pior é que tirando 2 ou 3 jogadores, as gerações seguintes enfrentarão as mesmas dificuldades. E a verdade é que os maiores expoentes parecem ser apenas grandes servidores, tirando uma ou outra excepção o que invoca à generalização do desporto em torno da potência/físico em detrimento da técnica. Raonic :heart: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 13 Outubro 2010 Quero é ver a geração de 92 a chegar ao topo... essa sim, vai dar que falar. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 23 Outubro 2010 (editado) JOVEM DA SEMANA Ryan Harrison Geração de 89 Semana muito fraquinha para esta geração. O melhor que se arranjou foram uns quartos de final no F8 australiano por parte de Brydan Klein e a 2ª ronda no Challenger de Tiburon por Donald Young. Todos os outros que estiveram em prova perderam logo à primeira. Nota ainda para o João Sousa que, mesmo sem jogar melhorou ligeiramente a sua posição no ranking. Geração de 90 A geração de 90 esteve um bocadinho melhor, mas não muito. No Challenger de Tashkent Milos Raonic e Uladzimir Ignatik chegaram aos quartos de final tendo ambos conseguido uma vitória sobre um Top 200: sobre Devvarman (Raonic) e Skugor (Ignatik). Embora tendo apenas atingido a 2ª ronda do Ch de Rennes, acabou por ser Henri Kontinen quem mais lucrou nesta semana. Passou primeiro pela qualificação, derrotou Rosol pelo caminho e melhorou a sua melhor classificação no ranking passando-a para o 220º lugar. Geração de 91 Aqui já houve mais emoção. Pablo Carreño-Busta venceu o F36 espanhol e subiu 30 posições no ranking aproximando-se do seu melhor de sempre. Laurynas Grigelis chegou às meias finais do F17 francês (com vitória sobre Millot) e subiu 29 lugares. Christian Lindell, com os quartos de final no F27 brasileiro, entrou pela primeira vez no Top 500. Tsung-Hua Yang teve um wild-card para Xangai e só a sua presença no Masters rendeu-lhe os pontos necessários para melhorar a sua melhor classificação de sempre. E Grigor Dimitrov embora tendo ficado apenas pela 2ª ronda do Challenger de Rennes, subiu mais 5 lugares no ranking batendo à porta do Top 130. Geração de 92 Foi da geração de 92 que saiu a figura da semana. O norte-americano Ryan Harrison atingiu a final do Challenger de Tiburon, com vitórias sobre Young e Ball, perdendo apenas a final para Kamke. Este resultado implicou uma subida de 29 posições no ranking fazendo-o regressar ao Top 200. Também em grande destaque estiveram Javier Marti que venceu o F5 português disputado em Espinho, e o Diego Sebastian Schwartzman que foi finalista vencido no F4 boliviano. Ambos melhoraram de forma significativa as suas posições no ranking estabelecendo melhores classificações de sempre. Geração de 93 A grande novidade desta semana foi o facto de ter havido tantos jogadores desta idade em prova. Foram 6 entre os jogadores integrados no Top 10. Há dois destaques de maior relevo a fazer. O primeiro para o Jason Kubler que atingiu as meias finais do Future realizado em Espinho e que, assim, se tornou no primeiro tenista nascido em 1993 a ultrapassar a barreira do Top 600. O segundo para Juan Ignacio Londero que também atingiu as meias finais de um future, neste caso o F4 boliviano. Londero protagonizou, assim, uma subida vertiginosa de 129 lugares no ranking, entrando no Top 800. Referência ainda para os quartos de final de Tiago Fernandes no F27 brasileiro e do Carlos Boluda em Espinho. E, finalmente, a 2ª ronda no F17 alemão por parte de Robert Rumler. Editado 23 Outubro 2010 por Descartes Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Outubro 2010 JOVEM DA SEMANA Denis Kudla Geração de 89 Quase todos os jogadores integrados no Top 10 desta geração estiveram em actividade esta semana. Mas os resultados globais foram muito fraquinhos. Como tem vindo a ser hábito e ilustrando a pouca qualidade relativa desta geração. O melhor resultado foi o de Donald Young que chegou às meias finais do Challenger de Calabasas. Mas até este foi um resultado que lhe deixou um travo amargo. É que Young tinha ganho este torneio no ano passado, pelo que perdeu muitos pontos e caiu 11 posições no ranking mundial tornando-se, agora, muito difícil que ele venha a terminar o ano no Top 100. Brydan Klein também conseguiu um resultado positivo. Foi finalista no F9 australiano. O que diz muito sobre esta geração. Um dos seus melhores jogadores anda a recolher pontos em torneios futures tentando, assim, regressar a um lugar no Top 200. Thomas Schoorel e Andrej Martin também subiram no ranking mas sem chegarem ao seu melhor de sempre. O holandês passou com sucesso pelo qualiffying do ATP 250 de Estocolmo onde derrotou Marcel Granollers, mas ficou-se logo pela 1ª ronda do quadro principal. O eslovaco passou uma ronda no Challenger de Seul. O único jogador que melhorou a sua melhor posição de sempre foi o português João Sousa com mais um saltinho de 5 posições. Fê-lo ao atingir a última ronda do qualifying do torneio de Estocolmo. Geração de 90 Nesta geração houve 3 boas prestações esta semana. Jerzy Janowicz e David Goffin venceram os torneios futures em que participaram. Na Bielorrússia o polaco e em França o belga. Guillaume Rufin chegou às meias finais do Challenger de Santiago com uma vitória sobre Nicolas Massu pelo caminho. Janowicz recuperou um lugar nos 5 primeiros e tanto ele como o belga passaram a constar nas suas melhores classificações de sempre. A Rufin aconteceu-lhe o mesmo que a Young: as meias finais atingidas não compensaram as vitórias obtidas no ano passado (Rufin tinha ganho o CH de Florianópolis). O francês desceu 25 lugares no ranking e saiu do Top 200. Uma referência para Uladzimir Ignatik que chegou à 2ª ronda do CH de Seul e outra para o facto de Milos Raonic, mesmo a descansar, ter ultrapassado Federico Del Bonis como o nº 2 dos tenistas nascidos em 1990. Geração de 91 Dois nomes se destacam: o inevitável Grigor Dimitrov e o sueco Christian Lindell. Dimitrov foi finalista no CH de Orleans tendo batido, no seu percurso, Lacko, Fischer, Bautista e Llodra, só cedendo em 3 disputadíssimos sets para Mahut na final. Registou, assim, mais uma subida significativa no ranking (17 lugares) entrando nos melhores 120 do mundo. E tornou-se o jogador Sub-21 mais bem posicionado no ranking mundial. Melhor do que qualquer um nascido em 89 ou 90. Lindell venceu o F28 brasileiro, o que lhe proporcionou uma subida de mais de 50 lugares no ranking entrando no Top 450. Passou pelo José Pereira e pelo Steven Diez tornando-se no 8º jogador melhor posicionado da sua geração. De resto só registar a passagem bem sucedida pelo qualifying do ATP 250 de Moscovo por parte de Andrey Kuznetsov que lhe permitiu regressar ao Top 200 e a 2ª ronda no CH de Seul alcançada por Tsung-Hua Yang. Geração de 92 Mais uma vez vem da geração de 92 a figura da semana. É norte-americano e chama-se Denis Kudla. Foi o finalista derrotado no US Open em juniores e, pelos vistos, aproveitou o balanço para ganhar, esta semana, o seu 1º torneio pontuável para o circuito profissional ATP. Com a vitória no F26 norte-americano Kudla entrou no Top 500 do mundo e regressou ao Top 10 da sua geração entrando para o lugar do indiano Yuki Bhambri (que não se aguentou como eu já previra há 2 semanas atrás). Boas prestações também por parte de David Souto e de Jordan Cox com meias finais nos futures da Venezuela e dos Estados Unidos e, ainda, de Ryan Harrison que chegou aos quartos de final do Challenger de Calabasas tendo derrotado os Top 200 Van Der Merwe e Reynolds. Geração de 93 Mais uma estreia no Top 10. Desta vez foi o holandês Jannick Lupescu que, por ter atingido as meias finais do F5 do Cazaquistão, entrou directamente para o Top 900 do mundo e para o 8º posto da geração de 93. Boa semana igualmente para Tiago Fernandes. Também alcançou as meias finais de um future (o F28 brasileiro) e tornou-se o 2º jogador desta geração a chegar ao Top 600 do ranking mundial. A maioria dos jogadores melhoraram as suas melhores posições de sempre no ranking devido a ajustes normais da classificação dado que, além dos 2 jogadores referidos, apenas esteve em acção o sul-coreano Suk-Young Jeong que, no entanto, não passou da 1ª ronda do qualifying do Ch de Seul. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 11 Novembro 2010 (editado) JOVEM DA SEMANA Christian Lindell Geração de 89 Houve duas prestações positivas, dentro da mediocridade a que esta geração nos habituou. Uma delas por parte de Martin Klizan que se deslocou ao Kuwait para aí vencer um torneio Future que lhe garantiu uma subida de 26 posições no ranking e a ultrapassagem a João Sousa e a Greg Jones. A outra foi de Andrej Martin que foi bem sucedido no qualifying do ATP de Viena (com vitórias sobre Pospisil e Minar) embora tendo baqueado na 1ª ronda do quadro principal. Martin subiu 7 lugares no ranking, igualou o seu melhor de sempre e passou Millman fixando-se no 5º posto da sua geração. Paire, Schoorel e Sousa estiveram no qualifying de Montpellier mas não conseguiram aceder ao quadro principal. Geração de 90 A grande novidade desta semana foi o surgimento de um novo tenista no Top 10. Trata-se do russo Alexander Lobkov que passou a ocupar o lugar de Facundo Bagnis. Lobkov tem uma prestação recente fenomenal. Ele atingiu a final nos últimos 8 torneios future que disputou, tendo ganho 4 deles. Dividiu a sua participação entre a Rússia e o Irão e, nesta semana, estreou-se a vencer no Egipto. Uma ascenção meteórica. A acompanhar... Jerzy Janowicz foi finalista no F4 da Bielorrússia tendo subido 13 lugares no ranking e ultrapassado Ignatik. É agora o 4º melhor da sua geração. Evgeny Donskoy também esteve em evidência nesta semana ao vencer Andrey Kuznetsov na 1ª ronda do ATP de S. Petersburgo depois de ter vindo do qualifying. Subiu 25 lugares e posicionou-se no seu melhor registo de sempre no ranking. Geração de 91 Foi uma semana muito fraca. Só um tenista merece referência. E de tal forma que falamos da figura da semana. Trata-se do sueco-brasileiro Christian Lindell que teve uma semana de sonho ao chegar às meias finais do Challenger de São Paulo. Derrotou nomes já consagrados como João Souza, Thiago Alves e Yuri Schukin e deu bastante que fazer ao Top 30 mundial Thomaz Bellucci, tendo-lhe ganho um set. Lindell subiu 80 posições no ranking, entrou confortavelmente para o Top 400 e fixou-se no 6º lugar da sua geração. Geração de 92 Nota de maior destaque para Jordan Cox que foi finalista no F27 norte-americano subindo 39 posições no ranking e entrando para o Top 500. De resto, foi uma semana em que algumas das principais figuras não conseguiram defender pontos conquistados no ano passado. Foi o caso de Javier Marti, Facundo Arguello e David Souto que, mesmo tendo atingido os quartos de final nos futures que disputaram (Croácia F7, Argentina F20 e Venezuela F5), não evitaram quedas no ranking mundial. Geração de 93 Jason Kubler e Tiago Fernandes estão, aparentemente, a marcar a diferença. O australiano atingiu as meias finais do F37 espanhol e subiu 34 posições no ranking, começando a ameaçar o Top 500. O brasileiro não quer ficar para trás e, com uma vitória na 1ª ronda do Challenger de São Paulo, subiu 38 lugares mantendo a pressão sobre Kubler. Merecem referência as segundas rondas em futures atingidas por Robert Rumler (subiu 16 lugares) e por Edoardo Eremin que, assim, regressou à tabela no lugar de George Morgan. Editado 11 Novembro 2010 por Descartes Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 11 Novembro 2010 Estou a ver que chegamos ao fim do ano e nenhum destes miúdos chega ao Top100... o Lindell, segundo alguns fãs brasileiros, tem um potencial enorme. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 11 Novembro 2010 Estou a ver que chegamos ao fim do ano e nenhum destes miúdos chega ao Top100... o Lindell, segundo alguns fãs brasileiros, tem um potencial enorme. Agora já não deve ser possível que algum deles chegue lá. A única esperança, mas na qual eu já não acredito, é o Dimitrov. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 14 Novembro 2010 JOVEM DA SEMANA Facundo Arguello Geração de 89 Chegados ao final do ano faz-se alguma justiça nesta tabela. Donald Young deixa finalmente a liderança para aquele que é, sem dúvida, o tenista mais promissor da geração de 89: o japonês Kei Nishikori. Para tal bastou que ambos chegassem nesta semana aos quartos de final do Challenger de Charlottesville. Enquanto que este resultado permitiu a subida de 6 posições no ranking para o japonês, implicou, pelo contrário, uma descida de 3 lugares ao norte-americano. Foi o suficiente para o "render da guarda". Tirando estes dois tenistas apenas outros dois estiveram em competição e ambos com resultados sofríveis. Benoit Paire passou a qualificação do ATP de Valência (derrotando Falla e Navarro) mas ficou-se pela 1ª ronda do quadro principal. Greg Jones derrotou Kevin Kim na 1ª ronda de Charlottesville mas ficou-se pela 2ª ronda. Embora não tendo jogado esta semana, João Sousa protagonizou uma subida de 9 lugares no ranking levando-o ao seu melhor de sempre. Terminará o ano como o único membro do Top 10 da geração de 90 que ainda não saboreou uma presença no Top 200 mundial. Geração de 90 Esta foi uma semana ao nível das que nos tem habituado a geração de 89. Fraquíssima! Alexander Lobkov terminou com o seu ciclo de finais consecutivas não passando dos quartos de final no F5 egípcio e Henri Kontinen também contabilizou uns quartos de final no F17 britânico. Tirando estes dois resultados só houve derrotas na ronda inicial dos vários torneios em que participaram estes jovens. Mesmo assim David Goffin, que não jogou, subiu 8 lugares no ranking e estabeleceu a sua melhor posição de sempre, curiosamente um lugar acima de João Sousa. Geração de 91 Pablo Carreno-Busta chegou às meias finais do F38 espanhol, Steven Diez aos quartos de final do mesmo torneio e Jose Pereira aos quartos do F30 brasileiro. E pronto! Geração de 92 Numa semana de resultados medíocres coube a Facundo Arguello a distinção de "Melhor da Semana". Ele venceu o F21 argentino numa final com Diego Sebastian Schwartzman. Arguello subiu 31 posições no ranking igualando a sua melhor posição de sempre e Schwartzman subiu 18 lugares ficando mais perto do Top 400. David Souto também esteve em bom plano conseguindo chegar às meias finais do F6 venezuelano. Ryan Harrison obteve uma boa vitória sobre Ryan Sweeting na 1ª ronda de Charlottesville e Yuki Bhambri regressou ao Top 10 da geração depois de ter chegado também à 2ª ronda de Charlottesville, sendo que este teve que ultrapassar o qualifying. Geração de 93 Nada de relevante a relatar. Os 4 tenistas que competiram nesta semana (Kubler, Boluda, Londero e Rumler) não passaram da 1ª ronda nos Futures em que participaram. Extra O norte-americano Thai-Son Kwiatkowski tornou-se o 1º tenista nascido em 1995 a pontuar para o ranking mundial. Uma "honra" que eu esperei que pudesse ter sido do Frederico Silva. Paciência!... Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 14 Novembro 2010 Desc, consegues dizer-me qual é o melhor colocado da geração de 94? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 14 Novembro 2010 (editado) Desc, consegues dizer-me qual é o melhor colocado da geração de 94? O equatoriano Bernardo Casares que está em 1268º. Depois vêm o espanhol David Perez Sanz e o britânico Liam Broady em 1285º. Editado 14 Novembro 2010 por Descartes Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 15 Novembro 2010 Agora já não deve ser possível que algum deles chegue lá. A única esperança, mas na qual eu já não acredito, é o Dimitrov. Afinal ainda há uma esperança. Mas não é o Dimitrov. É o Nishikori que acabou de vencer o challenger de Knoxville. Se voltar a vencer na semana que vem em Champaign talvez ainda dê para entrar no Top 100. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 15 Novembro 2010 Pois, também já tinha reparado nisso. Vou fazer força por ele. Compartilhar este post Link para o post