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Carson Wentz

Dicionário CMPT - NBA Para Totós

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PRIMEIRO POST EM OBRAS, PROMETEMOS SER BREVES!

 

Créditos: Mesquita & Perdigas

 

Secção I - A NBA

 

 

Season – A temporada da NBA. Divide-se em dois momentos, a fase regular, entre o final de Outubro e o meio de Abril, na qual cada equipa disputa 82 jogos (excepção feita a temporadas encurtadas por lockouts); e os playoffs, com três rondas de eliminatórias entre Conferências e as Finals, entre os campeões do Este e do Oeste. (ver as entradas seguintes).

 

Lockout – Tempo em que a NBA está parada de forma forçada, normalmente por reivindicações contratuais dos jogadores. Acontece por vezes que alguns jogos da temporada acabam mesmo por ser cancelados pela demora em chegar a um acordo. (ver entrada “CBA”, na secção “Os Contratos e as Trocas”)

 

Playoffs – Fase final da NBA para a qual se apuram os oito primeiros classificados de cada conferência. Disputa-se à melhor de sete jogos (ganha quem vencer primeiro quatro jogos) e, até às Finals, as eliminatórias disputam-se entre adversários da mesma conferência. (ver entradas seguintes).

 

Finals – A eliminatória que decide o campeão de cada época. Disputa-se entre os vencedores da Conferência Este e da Conferência Oeste, também à melhor de sete jogos, com o seguinte formato: 2 jogos em casa da equipa com melhor registo de vitórias na fase regular – 3 jogos em casa da equipa com pior registo de vitórias na fase regular; 2 jogos em casa da equipa com melhor registo de vitórias na fase regular (ver entradas seguintes).

 

1st seed, 2nd seed... – Diz-se que uma equipa é a 1st seed quando é dela o melhor registo na fase regular o que lhe dá Home Court Advantage nas diferentes rondas do playoff (ver entrada seguinte).

 

HCA – Sigla que significa “Home Court Advantage”. Diz-se que uma equipa tem HCA quando numa eliminatória de playoff, essa equipa tem um jogo a mais em sua casa (quatro em casa contra três fora), por ter um melhor registo que o seu adversário na fase regular (ver entrada anterior).

 

Conference – Conferência. São as diferentes zonas da NBA. As 30 equipas da NBA dividem-se em duas conferências (Este e Oeste), nas quais a equipa de uma conferência joga mais vezes com adversários da sua própria conferência do que contra adversários da outra conferência. Também nos playoffs os jogos são entre adversários da mesma conferência, excepção feita às finais, nas quais se defrontam os campeões de cada conferência.

 

EC – Abreviatura de “Eastern Conference”, a Conferência Este (ver entrada “Conference”, secção “A NBA”).

 

WC – Abreviatura de “Western Conference”, a Conferência Oeste (ver entrada “Conference”, secção “A NBA”).

 

ECF – Abreviatura de “Eastern Conference Finals”, as finais da Conferência Este.

 

WCF – Abreviatura de “Western Conference Finals”, as finais da Conferência Oeste.

 

Division – Divisão. Para além de se dividir em duas conferências, a NBA divide-se também em diferentes divisões (3 em cada Conferência, para um total de 6) conforme se pode ver aqui. A equipa com melhor registo de cada divisão garante uma das três primeiras posições na conferência, mesmo que outras equipas tenham melhor registo que o seu.

 

Franchise – O nome dado a um clube da NBA. Usa-se este termo em detrimento do normal “clube” pela lógica inerente ao desporto americano, numa vertente mais territorial e com um lado empresarial. Um franchise pode, por exemplo, mudar de uma cidade para outra, mantendo-se no entanto como o mesmo “clube” algo que, no futebol europeu, por exemplo, é difícil de imaginar.

 

Rebuild – O rebuild é o processo através do qual as diferentes “Franchises” reconstroem uma equipa competitiva, seja através do Draft ou da Free Agency, recorrendo por vezes ao “Tanking”. (ver entrada “Tanking”, secção “A NBA”; ver entrada “Draft” na secção “O Draft”; ver entrada “Free Agency” na secção “Os Contratos e as Trocas”)

 

Tanking – Processo através do qual uma equipa perde propositadamente para beneficiar de uma melhor posição no próximo Draft (ver entrada “Draft” na secção “O Draft” ; ver entrada “Lottery” na secção “O Draft”).

 

Contender – Uma equipa candidate a vencer a NBA.

 

Offseason – O período de férias onde ocorre o Draft, a Free Agency e as Summer Leagues (ver entrada “Draft” na secção “O Draft”; ver entrada “Free Agency” na secção “As Trocas e os Contratos”; ver entrada “Summer League” nesta secção).

 

All-Star Break – Período de pausa, por um fim de semana, em Fevereiro, onde ocorre o All-Star Weekend e que marca também a Trade Deadline (ver entrada “All-Star Weekend”, nesta secção; ver entrada "Trade Deadline” na secção “Os Contratos e as Trocas”).

 

All-Star Weekend – Fim de semana, em Fevereiro, onde os melhores executantes da NBA se juntam para um conjunto de eventos voltados para os fãs, como o concurso de triplos, o concurso de afundanços, o jogo das estrelas, entre outros.

 

D-League – Liga de Desenvolvimento afiliada à NBA. Alguns jogadores sem contrato com nenhum clube da NBA jogam aqui, procurando chamar a atenção às diferentes equipas da NBA, de forma a dar o salto. Algumas equipas da D-League são clubes satélites de Franchises da NBA.

 

Summer League – Ligas de Verão que ocorrem na Offseason, onde jovens jogadores se preparam para a época seguinte, ou na qual jogadores sem contrato com nenhum clube se tentam mostrar.

 

Head Coach – O treinador. Responsável pelas tácticas, plano de jogo, substituições, etc.

 

General Manager – Uma espécie de director desportivo. É ele que define os objectivos e o plano a curto, médio e longo prazo, faz trocas de jogadores com outras equipas, assina contratos com jogadores, etc.

 

Bandwagon – Chama-se bandwagon a um conjunto de adeptos que apoia uma equipa “da moda”, normalmente em busca de sucesso imediato, e não se identificarem com a história da equipa, a região geográfica de onde vêm ou o estilo de jogo.

 

 

Secção II - Os Jogadores

 

 

  • Posições

 

PG (Point Guard) – O base principal ou posição 1. O playmaker da equipa, é por ele que passa a responsabilidade de controlar o ataque da equipa (tipicamente conhecido como run the offense) de forma a que a jogada se desenvolva. Distinguem-se normalmente pela sua capacidade de passe, de drible, visão de jogo, roubo de bola e estatura baixa. Alguns dos melhores PG’s da NBA: Chris Paul, Deron Williams, Tony Parker, Stephen Curry, Derrick Rose, Kyrie Irving, Russel Westbrook, Steve Nash, Rajon Rondo, Damian Lillard, Jrue Holiday, Ricky Rubio, Mike Conley, Goran Dragic.

 

SG (Shooting Guard) – O base lançador ou posição 2. Tradicionalmente espera-se que o SG marque pontos, embora esta posição não seja tão específica como a de Point Guard, por exemplo. Tradicionalmente têm um bom arsenal ofensivo, conseguindo ser eficazes de longa distância e tendo também boa capacidade de drible. Alguns dos melhores SG’s da NBA: Kobe Bryant, James Harden, Manu Ginobili, Dwyane Wade, Klay Thompson, Danny Green, Joe Johnson, Monta Ellis, Eric Gordon, Gordon Hayward.

 

SF (Small Forward) – O extremo ou posição 3. A posição mais versátil do basketball, onde encontramos executantes com diferentes características, compleições físicas e missões. Ainda assim, tendem a ser jogadores que atacam bem o cesto, ganham muitas faltas e são muito importantes na manobra defensiva da equipa. Alguns dos melhores SF’s da NBA: LeBron James, Kevin Durant, Carmelo Anthony, Paul George, Andre Iguodala, Paul Pierce, Nicolas Batum, Rudy Gay, Andrei Kirilenko.

 

PF (Power Forward) – O extremo-poste ou posição 4. Jogador muito importante na manobra ofensiva, como defensiva. Distinguem-se pelos seus ressaltos, nas últimas décadas pela capacidade de lançar bem em áreas mais longe do cesto e pelo seu trabalho de costas para o mesmo. Alguns dos melhores PF’s da NBA: Tim Duncan, Kevin Love, Dirk Nowitzki, Chris Bosh, Kevin Garnett, LaMarcus Aldridge, Blake Griffin, Pau Gasol, Zach Randolph, Anthony Davis, Serge Ibaka, David West, Josh Smith, David Lee.

 

C (Center) – O poste ou posição 5. Hoje em dia mais virado para tarefas defensivas, fruto também do tipo de jogadores que vêm surgindo para esta posição. São os elementos mais altos da equipa e distinguem-se pelos seus desarmes de lançamento, ressaltos e pela sua presença imponente debaixo do cesto. Dwight Howard, Marc Gasol, Joakim Noah, Al Horford, Greg Monroe, Tyson Chandler, DeAndre Jordan, Brook Lopez, Al Jefferson.

 

Combo Guard – Um jogador que reúne em si as características tanto de point guard como de shooting guard, ou seja, que para além da boa visão de jogo e capacidade de passe é um excelente lançador. Embora ultimamente estes jogadores tenham espaço na NBA, nem sempre foi assim. Os primeiros combo guards com verdadeiro sucesso surgiram já na década de 90, com Allen Iverson, estrela dos Philadelphia 76’ers, a ser o seu expoente máximo.

 

Swingman – Também conhecidos como Wings, estes jogadores oscilam entre as posições de shooting guard e small forward, reunindo a velocidade para ultrapassar adversários maiores, mas também o tamanho para criarem problemas aos seus opositores directos. Este tipo de jogadores começou a surgir em maior número nos finais da década de 70/ inícios da década de 80 mas uma das suas grandes figuras foi mesmo John Havlicec, que jogou nos Boston Celtics nos anos 60 e 70. Mais tarde, o próprio Michael Jordan era um exemplo de um jogador deste tipo. Gradualmente este tipo de jogadores é mais comum, o que causa até alguma discussão sobre os poucos SG’s puros de alta qualidade actualmente na NBA.

 

Combo Forward – Os combo forwards são jogadores que reúnem as condições para jogar tanto na posição de small forward como de power forward. Tanto podem ser jogadores mais rápidos que aproveitam isso para ultrapassar no ataque jogadores mais altos e fortes, como podem ser jogadores mais atléticos que aproveitam o seu tamanho para defender adversários mais baixos. LeBron James é um exemplo perfeito de um combo forward sendo que ele é até versátil o suficiente para jogar também na posição 2. No passado, Elgin Baylor, jogador que chegou a oito finais com os Minneapolis/Los Angeles Lakers entre 1958 e 1971, foi um dos melhores combo forwards de sempre.

 

Stretch Fours – Jogadores semelhantes aos Combo Forwards mas que têm no seu lançamento de longa distância uma arma importante que, para além da sua eficácia, ajuda a desposicionar as defesas, com um jogador teoricamente interior a aparecer no exterior para lançar. O alemão Dirk Nowitzki, jogador dos Dallas Mavericks tem nesta arma um dos seus pontos fortes.

 

Point Forwards – Jogadores que têm em si características tanto de forwards quanto de point guards. Assim, tendo tamanho suficiente para estarem presentes nas lutas de tabelas, são também perfeitamente capazes de serem eles a tomar conta da posse de bola, fazendo de playmakers para a sua equipa. O lendário Larry Bird é provavelmente o ícone máximo desta posição, embora Magic Johnson também seja muito referido, embora este seja um caso curioso já que, ao contrário do habitual power forward com atributos de point guard, Johson era antes um point guard com tamanho e, mais tarde, peso para se debater perfeitamente com os jogadores interiores das equipas adversárias.

 

Bigman – O bigman é isso mesmo, um tipo grande! Também conhecidos como forward-centers, são jogadores que acabam por ter capacidades para ambas as posições que, tecnicamente, muitas vezes não são assim tão diferentes, sendo o tamanho o factor chave. Patrick Ewing ou, actualmente Tim Duncan, são jogadores perfeitamente capazes de desemprenhar qualquer uma destas funções a um alto nível.

 

 

  • Papéis

 

Franchise Player - Diz-se franchise player o jogador com tal qualidade que se pode construir uma equipa orientada para o sucesso à sua volta.

 

Go-to Guy – Jogador a quem, nos momentos decisivos do jogo, os colegas recorrem, normalmente para tentar encestar (ver entrada “Crunch Time” na secção “O Jogo”).

 

6th Man – O sexto-homem é aquele que lidera a segunda linha da equipa ou, em alternativa, aquele jogador que salta do banco para mexer com o jogo. Jogadores como JR Smith ou James Harden cumpriram esse papel, nas últimas épocas, com muita qualidade (ver entrada “6th Man of the Year, no separador “Os Jogadores”, secção “Prémios”).

 

Role Player – Um jogador que, não sendo uma estrela, cumpre o seu papel com qualidade na manobra da equipa.

 

Glue Guy – O jogador que une a equipa, tendo muitas vezes, mais preponderância, a sua presença animicamente do que no que se refere à sua produção basquetebolística propriamente dita. Aquele jogador que coloca sempre a equipa à frente da sua produção individual e que, mesmo não saltando à vista a sua produção nas estatísticas, tem uma enorme importância na produção da equipa (ver entrada “+/-“ no separador “As Estatísticas”)

 

Rookie – Jogador no ano de estreia na NBA (ver entrada “ROY”, no separador “Os Jogadores”, secção “Prémios”).

 

Sophomore – Jogador a cumprir a sua segunda época na NBA.

 

Veteran – Como o nome indica, é um jogador com já muitas épocas de NBA. Estes jogadores podem assinar contratos específicos (ver secção “Os Contratos e as Trocas”, separador “Exceptions”).

 

HOF – Sigla usada para descrever o Hall of Fame ou, um jogador que a ele pertença, neste caso, um Hall of Famer. O Hall of Fame distingue os melhores jogadores, treinadores e pessoas que contribuíram para a NBA em geral, ocorrendo, todos os anos, um evento em que novos nomes são introduzidos a esta lista.

 

GOAT – Abreviatura de “Greatest of All-Time”, ou seja, o melhor jogador de sempre. No basket é quase unanimemente referido que o melhor de sempre é mesmo Michael Jordan.

 

 

  • Características

 

Late bloomer – Late Bloomer é alguém que evolui exponencialmente as suas capacidades num momento mais tardio da sua carreira do que é habitual.

 

Undersized – Um jogador undersized é alguém que apresenta uma estatura baixa para a posição onde actua.

 

Tweener – Tweener é uma característica iminentemente física de um jogador que “flutua” entre duas posições, mais normalmente entre as posições 2 e 3 e as posições 3 e 4. Estes jogadores têm que adaptar o seu jogo às suas características físicas de forma mais vincada do que jogadores com compleição física ideal para uma posição específica, sob o risco de serem facilmente anulados no ataque e pouco efectivos na defesa.

 

Choker – Diz-se que um jogador é um choker quando treme nos momentos cruciais da partida, por norma perto do final do jogo, onde cada ponto pode ser decisivo (ver entrada “Crunch Time”, na secção “O Jogo”).

 

Shooter – Shooter ou atirador é um jogador que faz do seu lançamento de meia/longa distância uma arma importante do seu arsenal ofensivo.

 

Upside – Expressão muito associada ao Draft, na avaliação das capacidades e do potencial do jogador. Um jogador com um upside maior que o outro é aquele que se pensa ter potencial para ser melhor jogador mesmo que, de momento, não o seja ainda (ver entrada seguinte).

 

Ceilling – Ceilling, traduzido livremente para tecto é o ponto máximo a que se pensa que determinado jogador pode chegar e que, muitas vezes, é colocado em comparação com outro jogador, por exemplo, quando dizemos que o Ben McLemore tem como ceilling o Ray Allen.

 

Ball Handling – A capacidade de condução de bola e de drible. Normalmente mais elevada nos jogadores de backcourt, embora haja excepções como, por exemplo, LeBron James ou Marc Gasol (ver entrada “Backcourt”, na secção “O Jogo” e “BB-IQ” nesta secção).

 

Court Vision – A court vision é a capacidade de um jogador perceber de uma forma rápida e acertada a disposição no terreno de companheiros e adversários. Um jogador com boa court vision consegue também encontrar boas linhas de passe, perceber onde podem surgir situações de superioridade ou inferioridade numérica e qual a melhor forma de desenvolver a jogada, com ou sem bola (ver entrada seguinte).

 

BB-IQ – BB-IQ significa QI-basquetebolístico. Quanto mais alto este for, maior é o conhecimento do jogo, nas suas diferentes fases, por parte dos jogadores e maior é a sua capacidade de perceber e agir correctamente conforme as oportunidades e as dificuldades que se lhe apresentam em cada jogada.

 

Rim Protector - Um jogador forte defensivamente, na área debaixo do cesto. Protege muito bem o mesmo, seja através da luta corpo a corpo, da sua velocidade, da capacidade de desarme, de bloqueio e de ressaltar (ver entradas "Rebounds", "Blocks" e "Box Out" na secção "O Jogo").

 

 

  • Prémios

 

MVP – Sigla de “Most Valuable Player”. Entregue ao melhor jogador da Fase Regular.

 

Finals MVP – Entregue ao melhor jogador das Finals (ver entrada “Finals”, na secção “A NBA”).

 

ROY – Sigla de “Rookie of the Year”. Entregue ao melhor rookie do ano (ver entrada “Rookie”, no separador “Papéis” desta secção).

 

DPOY – Sigla de “Defensive Player of the Year”. Entregue ao melhor defensor do ano.

 

MIP – Sigla de “Most Improved Player”. Entregue ao jogador que mais evoluiu em relação à época anterior.

 

COY – Sigla de “Coach of the Year”. Entregue ao melhor treinador do ano, não necessariamente aquele cuja equipa tem o melhor registo de vitórias e derrotas (ver entrada “Head Coach”, na secção “A NBA”).

 

6th Man of the Year – Entregue ao melhor “Sixth Man” do ano (ver entrada “Sixth-Man”, no separador “Papéis” desta secção).

 

 

Secção III - O Draft

 

Draft – O Draft é um evento que ocorre todos os anos e é um processo de escolha de novos jogadores para a Liga. É composto por duas rondas de 30 escolhas (ou picks), o que faz com que cada ano entrem 60 jogadores na Liga via-Draft. Os jogadores são provenientes ou do campeonato universitário (NCAA), ou de outros países. A ordem de escolha tem por base a classificação do ano anterior, sendo que para se definir as 4 primeiras posições há uma espécie de eleição (ver entradas "Lottery" e "Picks" nesta secção).

 

Lottery – A Lottery é um processo de eleição para as 3 primeiras picks do Draft, sendo que participam neste processo as 14 equipas que não atingiram os Playoff na época anterior. Portanto, a probabilidade de se obter a primeira pick será maior quanto pior tiver sido a prestação da equipa na época transacta (ver entrada "Picks" nesta secção).

 

Picks – É o nome que se dá às escolhas no Draft. Há 30 na primeira ronda e 30 na segunda (ver entrada "Draft" nesta secção).

 

Reach – Reach é, por exemplo, escolher-se um jogador que estava previsto sair entre a pick 12 e 15 com a pick 4. Ocorreu este ano com os Charlotte Bobcats na escolha de Cody Zeller.

 

Steal – Utiliza-se o termo “Steal” quando um jogador supera completamente as expectativas e prova que merecia ter sido escolhido bem mais cedo no Draft. Há inúmeros casos de jogadores que são escolhidos na 2ª ronda e acabam por se tornar muito bons jogadores como Manu Ginobili, com a pick 57 em 1999, Michael Redd com a pick 43 em 2000, David Lee com a pick 30 em 2005 ou Marc Gasol com a pick 48 em 2007 (ver entrada "Picks" nesta secção).

 

Bust – São os jogadores que não atingem o seu potencial ou então os que enganaram todos os scouts (olheiros) e responsáveis das equipas nos workouts. Não raras vezes os jogadores tornam-se num “Bust” após terem sofrido graves lesões. Principais exemplos nos últimos anos: Greg Oden escolhido antes de Kevin Durant, Darko Milicic escolhido antes de Carmelo Antony, Dwayne Wade ou Chris Bosh e Kwame Brown escolhido antes de Pau Gasol ou Joe Johnson (ver entrada "Workouts" nesta secção).

 

Workouts – Workouts são os treinos que cada prospect faz junto de cada equipa, são treinos pré-draft e servem para avaliar o potencial dos futuros jogadores da Liga (ver entradas "Prospect" e "Draft" nesta secção).

 

Prospect - Um jogador que se candidata ao NBA Draft (ver entrada "Draft" nesta secção).

 

Undrafted - Todos os jogadores que não são escolhidos através do Draft e que se candidataram para o mesmo. Exemplos de "Undrafted Players" que atingiram algum sucesso na Liga: Raja Bell, José Calderón, Bruce Bowen ou Ben Wallace.

 

No-Brainer – Chama-se "No-Brainer" a uma decisão óbvia entre o jogador x e o jogador y, ou porque a diferença de qualidade é notória ou porque se encaixa na perfeição na equipa que o escolhe.

 

Intangibles - Os intangibles são basicamente as características de determinado prospect que são imprevisíveis. Um jogador de uma equipa de todo terá capacidade mental para actuar numa equipa em modo rebuild? Um jogador muito ligado a um determinado sistema táctico, conseguirá adaptar-se a outros modelos? etc. (ver entrada "Prospect" nesta secção).

 

NBA Ready – Termo que se aplica quando um jogador está pronto para demonstrar o seu valor na NBA ou quando o seu estilo de jogo se enquadra àquele que é praticado na Liga. Kenneth Faried, Kawhi Leonard ou Harrison Barnes são exemplos disso nos últimos 3 ou 4 anos.

 

BPA – BPA é sigla para “Best Player Available” e é uma opção que algumas equipas tomam no draft, em vez de escolherem o jogador x pelas necessidades que as equipas têm (ausência de base, ausência de um ressaltador, etc..), escolhem o jogador y por ser o melhor dos que ainda não foram escolhidos.

 

Stash – Este termo é utilizado maioritariamente com jogadores internacionais e é aplicado quando o jogador escolhido não pode vir para a NBA por restrições contratuais com o clube que representa ou por preferir passar um ou mais anos fora da Liga, normalmente na Europa. Valanciunas, Rubio, Ibaka, Pekovic ou Asik são exemplos recentes de jogadores "stashed".

 

Draft Day Trade – São os negócios que são fechados na noite do Draft, o deste ano foi pródigo nisso. Normalmente servem para subir ou baixar picks, trade up ou trade down, ou para a abrir cap space (ver entrada "Cap Space", na secção "Os Contratos e as Trocas" e as entradas "Trade-Up" e "Trade-Down" nesta secção).

 

Trade Up – É uma Draft Day Trade que tem como intuito subir o número da pick, é feita, claro está, com quem pretende o contrário. Por norma inclui jogadores pouco relevantes e “cash considerations” (ver entradas "Picks" e "Draft Day Trade", nesta secção e a entrada "Cash Considerations, na secção "Os Contratos e as Trocas").

 

Trade Down – É uma Draft Day Trade que tem como intuito baixar o número da pick, é feita, claro está, com quem pretende o contrário. Por norma inclui jogadores pouco relevantes e “cash considerations”. Esta manobra está muitas vezes relacionada com o Cap Space de cada equipa já que, quanto mais baixa for a pick em que um jogador for seleccionado, mais reduzido será o seu salário (ver entradas "Picks" e "Draft Day Trade", nesta secção e as entrada "Cash Considerations", "Cap Space" e "Rookie Deal", na secção "Os Contratos e as Trocas").

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Essa pergunta aparece aqui recorrentemente. Mesquita e trupe do costume, que tal fazer um mini-dicionário lexical da NBA?

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Essa pergunta aparece aqui recorrentemente. Mesquita e trupe do costume, que tal fazer um mini-dicionário lexical da NBA?

Gosto. Trabalhem Mesquita, Perep, Nuk e afins.

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Essa pergunta aparece aqui recorrentemente. Mesquita e trupe do costume, que tal fazer um mini-dicionário lexical da NBA?

 

Era uma ideia engraçada. :)

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PG

SG

SF

PF

C

6th Man

FG's

FT's

Assists

Rebs

TO's

Blocks

Steals

Backcourt

Frontcourt

Tanking

Bandwagon

1st seed, 2nd seed...

Conferência

Divisão

Draft

Lottery

Rookie

 

Mais alguma coisa que se lembrem?

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Travel, Triple-Double, Double-Double, Flagrant Foul, Ejection, Fouled Out, Goaltending, 3 Second Violation, Charge, Air Ball, And 1, Fast Break, Field Goal, Screen, Second chance points, Out of Bounds, Low Post, High Post, Charge...

Ainda faltam imensos mas só me lembrei destes.

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Isto é o básico, agora as palavras que alguns usaram na hora de fazermos o draft, isso é que é.

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cap space, overpaid, max contract, free agency, mid-level exception, unrestricted free agent, restricted free agent, waiver, luxury tax, sign and trade, sei lá

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Assim por alto acho que ainda não meteram:

BPA

Combo guard/forward

fadeway

pick and pop

catch and shoot

spin

alley-oop

from downtown!!! :mrgreen:

 

 

P.S: Se for necessário ajuda para fazer isto, tou de férias e à disposição durante o período da noite/madrugada ;)

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