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A minha impressão pessoal (baseada em praticamente nada) é que são um meio caminho pior do que as respectivas alternativas, especialmente se for plug-in. Sendo plug-in, tens a parte eléctrica com as mesmas chatices logísticas de um eléctrico, mas sem a autonomia de um eléctrico nem a poupança associada à pouca manutenção de um eléctrico. Em termos de combustão, tens um carro mais pesado por causa do sistema híbrido, e que portanto tenderá a fazer piores consumos do que o mesmo carro em versão com apenas combustão. Agora claro, isto não se mede assim. No cômputo geral, um híbrido (plug-in ou não) faz melhores consumos que um a combustão, isso é quase certo. Portanto é uma questão de veres o que preferes.
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Porque ele até acaba por estar certo, mas pelas razões erradas. Ele acha que só não chega lá quem quer, mas a realidade não é essa.
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Tirei agora este print do site: Aquele ² não aparenta dizer nada de especial além disto: Nem 1k de pagamento acima do valor financiado em 7 anos é insano. Se amortizares antes do prazo, provavelmente fica quase 0%.
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Não são os mais bonitos nem provavelmente os melhores, mas o facto da Tesla oferecer quase juro zero é um killer para as outras marcas. Não estou comprador neste momento mas, se estivesse, provavelmente iria para um Tesla apenas por essa razão. Noutro assunto: há alguma razão para o IUC se manter de um ano para o outro? Não seria suposto descer? Ou o Governo aumentou alguma coisa?
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Vale sempre a pena lembrar: E basta ler uns livros sobre o assunto para se perceber que é realmente assim. Os EUA têm muitos milionários que são gente normal, blue collar. Picheleiros, electricistas, etc. Levam vidas relativamente frugais, mas a chave é terem investido desde cedo, início dos 20s. Já agora, fica a recomendação: é importante ler sobre o assunto. Há vários livros e várias recomendações por aí, mas eu sinto que lê-los mudou bastante a forma como olho para o dinheiro mas também para a vida em geral. Não que agora seja o rei da frugalidade, de todo, mas relativizei a importância de certas coisas, e vejo os assuntos de forma diferente. Acho que é especialmente impactante saber coisas sobre esses milionários de que falo em cima. Não têm roupa ou relógios caros. A marca de relógio mais popular entre os milionários dos EUA é a Seiko. A maioria anda em carros usados, com 5+ anos. E carros locais (Ford, no caso), não de luxo. É interessante.
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Percebi. E por mais ridículo que seja, acaba por ser a verdade. As oportunidades não são iguais para todos, e alguém que nasceu num contexto onde depois da escola tem de ir tratar de animais e das terras, dificilmente terá o mesmo sucesso de alguém que sai da escola, vai para o futebol/natação, e chega a casa para ir ver séries ou jogar, com comida na mesa, numa casa confortável. Aliás, no fundo isto é corroborado pelo estudo de que se falou ontem. Mas eu percebi muito bem o que ele quis dizer.
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A questão é que isto é verdade. E prefiro alguém que diz as coisas assim do que algumas pessoas que conheço (empresários) que dizem, não ironicamente, que as oportunidades são iguais para todos.
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Não acho que isso da SpaceX vá fazer cair os ETFs, pode é enganar alguma malta em termos de stocks. Agora claro, que cheira mal, isso cheira. Em relação à preparação para o vermelho... Em termos de ETFs, o ideal é não mexer na estratégia e continuar a reforçar da mesma forma, ou até mais (porque, na verdade, estás a comprar mais barato). Do que vou lendo, o grande desafio do investimento é lidar com os gráficos em sentido descendente, portanto é preciso aguentar, basicamente. Mas eu sou um leigo, a malta com mais experiência que venha comentar. E já agora, estou curioso para ver se com a Anthropic não vai acontecer algo parecido. Claro que não têm o poder do Musk mas, ainda assim... É que agora já abriram a caixa de pandora.
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Concordo com quase tudo (expropriação apenas após pelo menos uma tentativa de contacto/resolução e um período sem resposta), mas normalmente aponta-se o excesso de burocracia como um problema neste assunto. Que o é, claro, mas não se resolve como o Governo está a querer fazer.
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Que limpeza do Berretini, espero que esteja de volta.
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A questão é que as pessoas (e, aparentemente, o Governo) confundem excesso de burocracia com excesso de regulamentação.
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@Tio Hans afinal o Montenegro está a trabalhar a todo o vapor: Reabilitar e construir casas sem licença chega em setembro – ECO Vulgo, o Zé Manel assume a responsabilidade e constrói. Depois, um dia, o Município vai lá inspeccionar (talvez). Se esta área já é um pantanal de fraude, imagino o que virá.
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Não acho que tenhamos de controlar preços ou rendas. Acho que temos de desincentivar o investimento estrangeiro e o investimento em imobiliário que não seja de primeira habitação. Parece-me surreal que tenhamos os locais a definhar para arranjar onde viver e aceitemos que estrangeiros paguem casas a pronto ainda antes destas existirem.
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Eu sei como funciona o mercado. A parte que eu assumi foi que tu achas que, caso o mercado funcionasse de forma mais livre, os preços seriam menores. Dito isto, achas que, neste momento, a melhor solução é não fazer nada? Todos sabemos que a solução que realmente resulta é construir mais, ou seja, aumentar a oferta. Mas a construção não acontece magicamente num mês, nem num ano - provavelmente nem em 10. Não seria interessante aplicar medidas, ainda que temporárias, para mitigar a situação?
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Do teu ponto de vista, o que está hoje a impedir o mercado de funcionar livremente e, portanto (assumo), que os preços desçam?
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Claro. É continuar com a mesma receita. Piorar a procura, não fazer nada na oferta, e rezar. Tem funcionado, acho eu.
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Tudo tranquilo, ainda. É deixar o mercado funcionar.
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O que eu disse foi mais numa onda de dar ferramentas, e também mostrar que nem sempre o sucesso académico anda de mãos dadas com o sucesso profissional. Conheço pelo menos 2 pessoas que eram alunos medianos/fracos e hoje são CEOs de empresas, uma criada por si e outra não, apenas subiu a pulso. Eu próprio sou exemplo disso. Não acabei o curso no tempo certo, deixei a matrícula congelada uma porrada de anos para acabar apenas por carolice e meio à Sócrates, e tive a sorte e o mérito de agarrar as oportunidades para hoje ser um programador a ganhar muito bem para a realidade do país. Algumas vezes, a malta com sucesso académico está meio que formatada para aquela profissão em particular, e pouco mais sabem ou conseguem fazer. Não que seja mau, é apenas o que é.
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Provavelmente compensa, mas bem menos do que se carregares em casa. Aliás, em casa podes até tender a carregar a custo zero, com painéis e afins. Mas aí já envolve uma logística diferente. De resto, carregar em casa com bi-horário e nas horas de preço menor, será certamente uma diferença abismal, como aliás o quadro do Ego Sum mostra.
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Por acaso tenho experiências próximas dessa comparação privada vs pública ao nível do ensino superior, e acho que é difícil tirar conclusões claras. Explicando: os meus anos formativos foram, por motivos que não interessa agora, passados com uns tios, no Porto. Esses tios tinham 5 filhos, 3 deles mais velhos e 2 mais novos. Portanto, em 6, 3 tiraram cursos em privadas, 2 em públicas (incluindo-me) e uma não foi para a faculdade. Acho que não errarei muito se disser que os 2 da pública ganham mais que os outros. Portanto, não acho que diga grande coisa, isso do público vs privado. Acho, sobretudo e cada vez mais (e de forma genérica, claro que há cursos mais técnicos), que a faculdade nos dá ferramentas pessoais, mais do que técnicas, para nos preparar para a vida. Nem sequer são sempre os melhores alunos a ter mais sucesso, muitas vezes são os que têm essas ferramentas, arriscam mais, etc. (Claro que a medida do sucesso é altamente relativa, mas essa é outra discussão.)
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Montenegro: "Vou resolver os problemas do SNS" Montenegro a resolver os problemas do SNS: Mudança no imposto sobre o tabaco decidida pelo Governo retira 150 milhões ao SNS - Impostos - Jornal de Negócios Bebidas açucaradas: imposto que rendeu mais de 500 milhões deixa de ser para o SNS | Saúde | PÚBLICO (Resumindo, ambos os impostos foram criados com as "receitas" a reverter para o SNS, algo que a OMS também defende.) Note-se que não há problemas no SNS se não houver SNS.
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Terá quebrado fisicamente, imagino. Mas também no lado mental. Deixou-se ir abaixo, ficou todo cagado e tudo era motivo de reclamação. Foi sobretudo uma aprendizagem, espero. É assim que se evolui. Grande torneio, de qualquer forma.
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Culpa minha, malta e @jaime @Faria, desculpem.
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Dei zika, sorry. Break abaixo no quarto set, muito apressado, e agora a pegar com a árbitra... maus sinais.
