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Tudo que Ghelthon publicou
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Então tu, Ticampos, és o Intralistas? E é bem centrão, coisa que agrada a boa parte dos eleitores do PSD. Na verdade até acho que isso fará dele um bom PR.
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Só agora é que está a decorrer uma campanha para as Presidenciais. Só agora é que houve polémica face a um eventual apoio. Seja como for, o Blanco diz que é ok, portanto podemos avançar.
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Nenhum. São só uns colegas (ou até amigos) a jantar fora. Nada de mais.
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Isso explicaria muita coisa, na verdade.
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Se eu fosse um democrata eleitor da IL/Cotrim, acharia isto bastante grave. Espero que tenha repercussões na campanha.
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Tudo muito certo, mas é melhor não contares com isso.
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Tudo normal.
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Nenhuma. Ele não faz sondagens, só modelos. Depois partilha os resultados e participa em batalhas no Twitter/X: Mas já nem sei bem, parece que lhe roubaram a conta antiga no Twitter/X, enfim. A confusão habitual.
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Presidenciais: ERC abre três procedimentos sobre desinformação nas redes sociais - Empresas - Jornal de Negócios Parabéns @Ticampos!
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Anda pelo Twitter algum fumo sobre uma possível bomba a vir da UCI, ou seja, alguém de monta a acusar doping. Que, claro, pode ser só maluqueira da offseason. Relacionado ou não, o Simon Yates anda numa autêntica cruzada também no Twitter a anda a bloquear toda a malta conhecida, tipo jornalistas e afins.
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Uau, em que mundo vives? Quanto tens o Cotrim a dizer (entrelinhas) que preferia apoiar o Ventura do que no Seguro...
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Dude, se fosse pedregulho vs Ventura, eu votaria no pedregulho.
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Entendo totalmente o que estás a dizer, mas lá dentro é bem pior, acredita. Os ascendentes psicológicos também são uma magia negra, porque influenciam imenso. A certa altura há um clique, algo muda e tu não sabes o quê, e começa a sair-te tudo mal, tudo bem a quem está do outro lado da rede, e és amassado sem saber bem como nem porquê. Acho que em desportos individuais/duplas, como ténis ou padel, isto é mais notório porque lá está, se tu falhas, ninguém vai conseguir fazer as coisas por ti.
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Não é assim tão estranho. Não quero comparar, nem a modalidade, nem o nível, nem a pressão, mas ainda ontem no padel estive a ganhar 5-1*, o meu parceiro começou a falhar à grande e a outra dupla a subir o nível, e acabámos a perder 6-7. A parte mental é realmente importante.
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Bem certo, mas tudo o que eu disse é pessoal também. É assim que eu vejo as coisas. No meu caso pessoal, o meu trabalho define pouco daquilo que sou, tirando o facto de parte do que sou ser dependente do que possuo, e isso também depende do trabalho. Mas não define a minha personalidade, nem vivo para aquilo, nem me vanglorio ou envergonho em função do trabalho ou cargo que tenho. Longe de mim achar que isto é o certo. É o certo para mim, porque valorizo o que valorizo. E também é o certo porque tenho a sorte/mérito de ter alcançado as condições que queria. Como disse antes, dizer estas coisas é mais fácil quando se tem o luxo de ter um bom salário e ter poder de escolha sobre onde se trabalha, algo que a maior parte das pessoas não tem. Resumindo, acho que o importante é cada um sentir-se bem na sua pele e, sobretudo, não ser influenciado a fazer algo só porque hoje em dia se propala que o certo é bater punho e suar a camisola.
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É uma excelente ilustração da importância do lado mental na alta competição.
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🥶
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Ui, não era nesse sentido de "os outros trabalham e eu fico a coçar". Se for preciso, eu também trabalho extra. Mas, por norma, não é preciso, e portanto ninguém o faz. Há quem faça por recreação pessoal, para querer saber mais de um assunto, para ser melhor, whatever, e isso é perfeitamente válido. E também não estava a dizer que me encosto. Acho que sou bastante bom naquilo que faço, na verdade. Dou sempre o melhor. Mas não tenho uma ambição desmedida de querer subir na empresa, ou querer andar a saltar de empresa em empresa para ganhar mais e/ou subir de posição. É muito o que disse o @Ego Sum, valorizo imenso a estabilidade do meu trabalho e as condições que me são oferecidas. Sei que podia estar a ganhar mais 100€-200€/dia noutra empresa, mas se o custo for horas extra, fins-de-semana, uma chefia sempre em cima de mim a ver o que faço ou onde fui naqueles 5 minutos que demorei a responder, não acho que valha a pena. É muito por aqui.
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Muito engraçado isto do One Point Slam.
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Naturalmente. Todas estas conversas vêm de um lugar onde há opção de escolha e um nível salarial bastante decente, para ser simpático. Quem tem 2 ou 3 trabalhos não os tem porque gosta.
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Acho sobretudo que é uma questão pessoal, que não deve ser forçada. Há quem viva para o trabalho e é ok, se não afectar a saúde e as outras coisas. De resto, é possível ser realizado e ganhar muito bem sem andar a fazer mais que as 8 horas diárias, nem andar a trocar de empresa anualmente, nem a ser obrigado a ter uma ambição desmedida, nem ter de estar sujeito a chefias tóxicas. Há muito que vi que sou esta pessoa, e fiz as pazes com isso. Se até à reforma (venha ela quando vier) fizer o que faço hoje e a ganhar o que ganho hoje, perfeito.
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O que seria do Cotrim e do Ventura...
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Desde quando é que isso interessa? Achas que esta gente liga a isso? É tudo uma questão de esquerda/direita, mais nada. Como aliás o Cotrim provou na situação do Ventura. Ele não rejeitou apoiar o Ventura na segunda volta porque sabe bem que prefere ter lá o Ventura do que alguém de esquerda (sendo que dizer que o Seguro é que esquerda é incrivelmente surreal, mas nos tempos que vivemos já nada é surreal, no fundo).
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Que cheirinho.
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Soube-se hoje que o Yates até já tinha calendário definido e ia ser o líder na Paris-Nice.
