Ir para conteúdo

Black Hawk

Membro da Comunidade
  • Total de itens

    36.536
  • Registo em

  • Última visita

Tudo que Black Hawk publicou

  1. Por acaso é verdade, se olharmos para a tabela vemos como estamos com a diferença de golos das equipas que têm os pontos que deveríamos ter 🤭 O avançado é fraquinho. Está cá emprestado, mas é o menos mau apesar de lhe faltar velocidade e atributos para o jogo aéreo. Até tem bom remate, mas pontaria é que... enfim. O Liverpool jogou com todas as estrelas. Todas. Os Salahs e os Slobocoiso e os Wirtz e os Gakpos... e nunca tiraram o pé do acelerador mesmo quando estavam a vencer tranquilamente. Foi um pesadelo. Um dia havemos de lhes pagar bem caro esta afronta. O Championship é duro e nós somos horríveis. As duas coisas juntas, enfim. Obrigado, amigo. Vou tentar postar a atualização seguinte daqui a pouco.
  2. Só para relembrar que o Geny lixou a temporada e o futuro imediato ao Amora. Quer dizer, o Geny não, que ele não tem culpa nenhuma, mas a situação dele. O espanhol que detinha a SAD queria meter-se a milhas, mas cheirava-lhe a dinheiro fresco do Geny. Ficou por cá enquanto o Sporting não aceitava comprar, à espera que o Varandas finalmente batesse a nota, fazendo serviços mínimos enquanto esperava que o Sporting avançasse com o dinheiro - montou plantéis miseráveis apenas para garantir que o Amora não ia por ali abaixo até às Distritais. O Sporting lá pagou ao Amora pelo resto do passe, bastante abaixo do que o jogador vale, e no dia seguinte ao negócio ter sido efetuado - literalmente no dia seguinte - o espanhol anunciou a venda da SAD a um grupo brasileiro. Ou seja, o espanhol, que tenha boa estadia no quinto dos infernos quando chegar a sua hora, ficou por cá a fazer figura de corpo presente apenas até receber o dinheiro do Geny, lá se deve ter cansado de esperar e deu uma borla ao Sporting, fez cashout e foi-se embora já com esta época a decorrer. Resultado? O espanhol montou um plantel miserável para esta época porque não queria saber disto para nada, só queria receber o dinheiro do Geny; o Sporting lá pagou e o dinheiro foi com ele; a SAD do Amora trocou de donos com a época a decorrer, os novos donos trouxeram mais um contentor de jogadores durante a época, praticamente um novo plantel já com a época a decorrer, trocou-se de treinador três ou quatro vezes e, claro está, a descida não surpreendeu ninguém. Lá está, o Geny não tem culpa nenhuma disto, mas é sempre com ele. Já não era grande fã, como sabem, e acresce ainda o facto de sempre que o vejo recordo-me disto tudo e só me dá vontade de o esganar. Que ele nem tem culpa, coitado, mas enfim.
  3. "O Steel City derby" Hey, malta! Chegámos a Dezembro. Não está chuva, nem orvalho, mas está um frio do... carago aqui Sheffield. As ruas estão enfeitadas com luzes que piscam como o rabo dos pirilampos, mas a azáfama dos últimos dias antes do Natal desapareceu. É natural; as pessoas compraram as suas prendas, deram meias e camisolas aos pais e decerto um telemóvel ou algum jogo de vídeo aos seus filhos para os compensar pela falta de atenção que lhes dedicaram todo o ano, e devem agora estar a recuperar da quantidade de doces e álcool que ingeriram para suportar os comentários racistas daquele tio que só vêem uma vez por ano e que está cada vez mais calvo. Todos temos um tio desses, não vale a pena negar. Ah, não importa. É dia 26 de Dezembro de 2025 e passaram-se uns cinco meses desde que assumi o comando técnico dos "The Owls". São cinco meses que parecem ter sido cinco anos. Acho que perdi anos de vida. A cada treino, a cada tropeção na bola de um dos meus jogadores, a cada pontapé que falhou a baliza e foi acertar na bandeirola de canto, foram-se mais uns minutos de vida que não vou recuperar. Mas nem tudo é mau. Sabíamos que a nossa tarefa seria difícil. Começávamos com um atraso de 18 pontos para toda a gente. Só um milagre poderia impedir a nossa despromoção do Championship para a League One, mas poderíamos pelo menos tentar, não é? O nosso arranque de temporada não foi tão mau como temi após o primeiro treino. Optámos por uma série de jogos particulares contra adversários mais acessíveis. Isto teve duas vantagens: não só permitiu aos meus meninos ganharem confiança, como os adeptos ficaram com a ideia de que éramos melhores do que na verdade somos. É claro que a realidade haveria de nos atingir como um comboio de alta velocidade, mas pelo menos não matámos logo a esperança antes sequer do primeiro jogo oficial da temporada. Esse primeiro jogo deu-nos logo uma derrota. Os deuses do futebol gostam de uma boa ironia e decidiram que se defrontavam as duas equipas que começavam a temporada com pontos negativos. O Leicester venceu-nos, mas vendemos cara a derrota. Nada mau contra um adversário que ainda no ano passado estava na Premier League. Depois surpreendemos toda a gente ao bater o Stoke duas vezes consecutivas e, apesar de uma derrota frente ao Wrexham, lá vencemos mais dois jogos consecutivos - um deles levou-nos à 3ª ronda da Carabao Cup! Azar dos diabos, o sorteio levou-nos a Anfield Road. Se era para apanhar com o Liverpool, pelo menos poderíamos ter jogado em Hillsborough, para os adeptos deles verem o que é um verdadeiro inferno. Em vez disso, fomos a Liverpool... ... e os sacanas foram a jogo na máxima força, com todas as suas estrelas, só mesmo para nos achincalhar. Aos 25 minutos já estávamos a levar três nos dentes. Depois o Nathaniel Chalobah, que até deve ser o nosso jogador mais habituado a estes palcos, viu o segundo cartão amarelo logo aos 25 minutos e a partir daí só restou rezar que o Liverpool decidisse levantar o pé. Filhos de uma quenga, continuaram a carregar até final. Saímos com cinco bombocas no lombo, poderiam ter sido mais, mas hey!, quase marcámos pelo menos um golo! Ah, que importa, esta também não era a nossa luta - essa é pela manutenção no Championship e foi aí que focámos toda a nossa atenção. Infelizmente, a derrota em Anfield Road tirou-nos o bom arranque que trazíamos. É que uma coisa é ser humilhado em segredo; outra bem diferente é sê-lo quando estão milhões de pessoas a ver-nos levar no lombo em direto na televisão. Somámos apenas duas vitórias nos nove jogos seguintes e o cenário não parecia nada famoso, de tal forma que a imprensa não tardou em perguntar se este palerma português tinha mesmo capacidade para estas andanças. Eu não sei bem ao certo o que se esperava que eu fizesse com esta equipa. Posso tentar fazer magia, mas não tenho vocação para santo milagreiro. Pelo menos a minha equipa parece estar comigo e reagiram muito bem quando afirmei todo fanfarrão que temos qualidade para dar a volta a isto. Menti, pois está claro. Tenho jogadores que não conseguem fazer uma recepção orientada e só conseguem controlar a bola se a pisarem primeiro para terem a certeza que ela não rola; mas que outra coisa poderia ter feito? Dizer que íamos descer de divisão? Mas hey, a equipa reagiu bem à minha fanfarronice e isso é que importa, até porque o próximo jogo era contra o nosso grande rival Sheffield United. O "Steel City derby". Um derby é um jogo como nenhum outro. Num derby não há cá racionalidade ou o que é; é emoção pura, é paixão, é garra, é uma batalha entre rivais onde a qualidade individual é relativa e o que importa no final é quem conquista o direito de ao final do dia poder humilhar os adeptos rivais numa mesa cheia de finos no bar local. Recebemos então o Sheffield United em Hillsborough. Os adeptos encheram o estádio, o azul era a cor predominante, os cânticos abafaram o ruído do apito do árbitro quando este deu a ordem para o pontapé de saída. Estava um ambiente fenomenal em Hillsborough para empurrar o Wednesday para uma grande vitória... ... e ao intervalo estávamos a perder 0-2 em casa contra o nosso grande rival. Eu tenho a perfeita noção que os meus meninos não têm o talento da esmagadora maioria dos jogadores do Championship. Por esse motivo, muito raramente ralho com eles. Coitados, eles não sabem fazer mais... Nesse dia, porém, ao intervalo dei-lhes o tratamento Alex Ferguson. Isto é um derby. Não importa se jogamos bem, se temos nota artística ou se marcamos um golo bonito. Isto é uma batalha, os pitons das chuteiras são a nossa arma e a bola é para entrar na baliza do adversário nem que seja empurrada com a mão. Que diabos, nem sequer há VAR, se o árbitro não vir vale tudo! Pronto, alguns jogadores baixaram os olhos, envergonhados, outros estavam a espumar da boca, não sei se inspirados pelo que eu disse ou se com vontade de me baterem... mas isto aconteceu. Yay! "Hi Ho Sheffield Wednesday"! Um hattrick do menino Joel Ndala deu-nos uma vitória no "Steel City derby" com uma reviravolta épica que os nossos adeptos não permitirão que os nossos rivais esqueçam nos próximos anos! E, não menos importante, esta foi a vitória que... ... nos permitiu reverter finalmente a pontuação negativa com que iniciámos a temporada. Tínhamos então 2 pontos no Championship, conseguindo somar 20 pontos nos primeiros 16 jogos - já só estávamos a 10 pontos da linha de água e só íamos com um terço do Championship disputado! Um derby é de facto um evento muito especial. Mexe com paixões emocionais e questões sobre as quais não tenho estudos suficientes para descrever. Afinal de contas, sou apenas um mero treinador de futebol. Mas o que é certo é que a vitória nesse derby transfigurou a nossa equipa... ... pois entrámos numa sequência de sete jogos sem perder, incluindo quatro vitórias que nos permitiram aproximar da linha de água até ao final da primeira volta. Infelizmente, essa sequência foi quebrada com uma derrota inesperada e injusta contra o Hull City, que ainda para mais são um adversário direto na luta pela manutenção. Mas pronto, acontece, foi um dia mau. A verdade é que estamos na luta! Estamos a 6 pontos da linha de água quando atingimos o meio do Championship, tendo começado a temporada com 18 pontos de atraso. Não fosse a penalização inicial, estaríamos em 13º lugar com 32 pontos. Com este plantel que dirijo, se isto não é um milagre, não sei o que será. Se fizermos uma segunda volta a este nível, não tenho dúvidas que terão de contar com o Sheffield Wednesday no Championship na próxima temporada! Muito do nosso relativo sucesso vai às costas do menino Joel Ndala. É uma pena que no final da época ele volte para Manchester, pois ele é o único neste plantel capaz de pegar na bola e levar a equipa adiante. De resto, vamo-nos valendo de alguns golos que os meus defesas centrais marcam quando vão à área contrária - quase parecemos o Arsenal! - e da pontaria do meu defesa Reece Johnson na marcação de livres diretos - já leva três golos! Bem, estão ali a chamar-me, acho que o tio racista está outra vez a reclamar de os imigrantes nepaleses lhe estarem a roubar o emprego. Aqui que ninguém nos ouve, se um imigrante nepalês chega cá sem falar inglês e lhe consegue roubar o emprego, se calhar o problema não é o imigrante mas sim o meu tio, mas vou lá eu discutir com ele? O homem ainda se lembrava que também sou um imigrante e que estou a roubar o trabalho a treinadores ingleses... Volto em breve para vos contar como correu o resto da época. Até à próxima. "Hi Ho Sheffield Wednesday"
  4. Continuar, continuo, pode é acontecer começar a partilhar no tópico geral do FM também 😅 A malta também deixou de ter paciência para partilhar saves, isto exige tempo e não há propriamente users novos a aparecer... estamos a ficar velhos 😅 Obrigado. Mesmo. Havia saves muito interessantes de acompanhar.
  5. É que, parecendo que não, imaginem ser uma das outras equipas, todos os jogos verem guarda-redes serem empurrados e bloqueados pelos jogadores do Arsenal sem qualquer ação dos árbitros, inclusive nos vossos jogos, e quando eles sofrem um deles num jogo potencialmente decisivo para as contas do título... é anulado pelo VAR. Eu ponderava seriamente fazer greve em protesto, isto é uma roubalheira épica.
  6. O Arsenal passa a época toda a marcar golos destes e o primeiro que é anulado pelo VAR é quando são eles a sofrer. Que vergonha de Liga 🤣
  7. O que é que aconteceu ao EMEM? Não vinha aqui há uns tempos, só depois de postar isto é que vi que não há praticamente saves ativos... Vou jogar com o meu 4123 habitual, pelo menos inicialmente, e a primeira temporada é com o plantel original do Wednesday que é terrível, mas é esse o desafio 😅 Opa, o Cooper não é mau central, mas é demasiado lento para a forma como as minhas equipas jogam. É impossível ele funcionar, o gajo pura e simplesmente não corre...
  8. Any Given Wednesday Alguns clubes vivem de títulos. Alguns clubes vivem das suas memórias. O Sheffield Wednesday vive de ambos. Disso e da sua teimosa esperança no regresso ao patamar de onde nunca deveria ter saído. Um patamar que é seu por direito. Os "The Owls" foram fundados em 1867. São um dos clubes mais antigos de Inglaterra e carregam na sua história décadas de rivalidades intensas e paixões efervescentes, alicerçados por uma massa adepta que nunca abandonou Hillsborough mesmo nos momentos mais difíceis. Momentos como aqueles que vive no presente. “Any Given Wednesday” é uma carreira sobre reconstrução. O objetivo é devolver o Wednesday ao patamar de onde nunca deveria ter saído - o topo do futebol inglês. Sem promessas douradas ou atalhos financeiros. Apenas com trabalho, desenvolvimento de jovens talentos, amor e dedicação a um gigante adormecido do futebol britânico. Ora, o Wednesday em inícios da temporada 2025/26 é um desastre à beira de acontecer. Ou que já aconteceu? A verdade é que a temporada ainda nem começou e já estão a 18 pontos da linha de água. Nem importam os motivos; o que importa é que o Wednesday começa o Championship com -18 pontos do que os seus adversários. Nem tudo seria mau se os "The Owls" até tivessem uma boa equipa para reverter essa diferença... mas não. O plantel do Wednesday para 2025/26 é para lá de terrível - é um autêntico desastre. É um daqueles plantéis que seria praticamente garantido descer de divisão mesmo que começasse com pontos positivos, quanto mais com pontos negativos. Como é que alguém poderá esperar alguma coisa que não a despromoção? De qualquer forma, essa é a expectativa da Direção, que por algum motivo espera um lugar tranquilo a meio da tabela... ... apesar de começarmos com -18 pontos... ... e com um plantel para lá de mau. A sério, vocês não estão a ver bem o quão mau é o plantel do Wednesday. Segundo consta, alguns jornalistas viram o primeiro treino da equipa e puderam testemunhar como alguns jogadores se queixavam de que a bola era demasiado redonda. Imaginem! Quem são esses jogadores, perguntam vocês? Ah, não importa. O importante é que tirando um punhado de rapazes que até tratam a bola por tu, a maioria deveria estar a jogar no INATEL ou assim. Não acreditam? Vejam por vocês mesmos. Este meco é na verdade o capitão de equipa. É o nosso melhor lateral direito apesar de ser lento, raramente se mexer quando não tem a bola e os seus cruzamentos saírem milimétricos a cabeça... do pobre adepto atrás da baliza. E normalmente acerta logo naquele que está distraído e leva com a bola em cheio na fuça. Até nisso ele é mauzito a cruzar a bola. Mas grita muito e tal, parece que os colegas ouvem-no com atenção. Provavelmente têm mesmo de ter muita atenção para o ouvir - é que ele é escocês e não é fácil perceber o que diz. Este é o nosso melhor defesa central - pelo menos é o que me dizem os treinadores adjuntos. Eu confesso que fico na dúvida que ele possa sequer jogar à bola. Bastou-me ver o primeiro treino quando meti os jogadores a correr desde um pino até outro; ele conseguiu ser ultrapassado pelo meu adjunto de 68 anos que andava a recolher os pinos. E ele nem ia a correr! Este é capaz de ser o nosso melhor extremo para jogar pela direita. Não é que seja mau, mas no que é que ele é bom, mesmo? Não precisam de responder, eu sei bem qual é a resposta. Estou lixado... Mas nem tudo é mau. Temos o Nathaniel Chalobah! Internacional inglês e com passagens pelo Chelsea ou pelo Napoli. É certo que já não é o jogador que foi noutros tempos, mas no meio deste desastre todo sempre há que realçar aqueles que conseguem correr com a bola sem tropeçar nela. O único sorriso que consegui desenhar na minha face rezingona foi quando vi este menino com a bola nos pés. Claro que não é um jogador nosso. Ele é do Manchester City, mas vai fazer a temporada connosco. É rápido como uma flecha. Num dos treinos fizemos corridas de 100 metros e conseguiu dar 200 metros de avanço ao defesa central de que vos falei há pouco - talvez porque o desgraçado ainda estava a tentar concluir a corrida entre os pinos. Pronto, é isto que temos. Temos 46 jogos pela frente para fazer uns 65 pontos, o que depois de reduzir os 18 pontos do castigo dá uns 47 pontos - depois é rezar para que isso seja suficiente para não descermos de divisão. Se não descermos, o objetivo passará por reconstruir o nosso plantel para podermos atacar a promoção à Premier League no máximo até 2028. Conseguiremos atingir a promoção em três temporadas para devolvermos o Wednesday ao lugar que merece? Não sei, mas isso só será possível se evitarmos a despromoção este ano. Vamos focar-nos nisso para já. Hi Ho Sheffield Wednesday!
  9. O Carvalhal é aquele tipo de comentador capaz de tão depressa dizer como foi uma má decisão rematar a 40 metros da baliza porque tinha melhores opções, como de dizer que essa decisão foi a melhor caso a bola tivesse entrado porque rematar pode sempre dar golo. 🤷🏻‍♂️
  10. Sim senhor, o Liverpool foi a jogo com a táctica do pirilau. É uma táctica do carai.
  11. A incapacidade do Sporting em segurar vantagens é absolutamente inquietante. Quantos pontos é que já foram ao ar assim? Braga, Gil Vicente, Avs, Tondela, só para contar com as que se perderam estando em vantagem já durante a segunda parte. Só aqui estão dez pontos com os quais dava perfeitamente para liderar o campeonato. Mas tenho a certeza que se for ler as muitas páginas que estão aí para trás haverá certamente uma desculpa qualquer para o que aconteceu hoje. A culpa tem sempre de ser atribuída a outrém, né? Também inquietante é que este plantel vai provavelmente ser desfeito com a saída de vários jogadores e não dá para confiar minimamente no Rui Borges para o reconstruir como uma equipa ganhadora. I mean, ele no último verão pediu o Mangas, vá lá imaginar-se que tipo de jogadores vai querer reunir num plantel a seu gosto...
  12. Sabes que por maior profundidade quer-se dizer "mais opções que sejam de facto opções", não os Vagiannidis, os Mangas e os Kochos que não contavam nem para pinos nos treinos (uns por falta de qualidade, outros mais por claramente não terem a confiança do treinador). No fundo é aquilo que se discutiu no verão passado. O plantel já na altura pecava em qualidade. Eu sei que havia malta que dizia que isto era um plantel em condições, mas nunca foi. Havia posições carenciadas, algumas não tinham sequer uma segunda opção em condições, para outras nem sequer uma alternativa fora da caixa havia. Não dava para rodar a equipa, muito menos para precaver uma eventual crise de lesões. Volvidos vários meses, foi mesmo isso que se provou. Estamos agora no final de Abril e ainda me custa acreditar que alguém achou mesmo que este plantel estava preparado para fazer mais de 55 jogos. Por exemplo, só no meio-campo, que joga a três, tínhamos apenas cinco médios disponíveis. Na frente de ataque só havia duas opções. A alternativa caso tivéssemos uma ou duas baixas nessas posição era a mesma em ambos os casos... o Pote, um gajo que sabia-se lá se voltaria recuperado da lesão do ano passado e que ao mesmo tempo era a única opção válida para a ala esquerda do ataque! Se não acreditam em mim, procurem os posts da altura. Houve muita gente a comentar isto, não estou a inventar nada agora com a ajuda da retrospectiva. Volto a frisar, caro Poeira, haver "profundidade" é diferente de haver profundidade; esta só existe se de facto as alternativas forem de confiança. Se não forem, como não são, temos de ter jogadores a participar 90 sobre 90 minutos em todos os jogos... como aconteceu esta época.
  13. Pisadela não é falta, a bola bater na mão porque o adversário desvia a mão para o local onde a bola cai já é. Que belíssimo artista, este árbitro. Sim senhor.
  14. Fazemos o seguinte: marcamos aí um dia, pago-te uma boa vinhaça e uma petiscada à maneira, mas ficas já sabendo que a certo ponto de noite mando-te assim de surpresa uma pisadela com uma chuteira no tornozelo/calcanhar/wtv. No final da noite dizes-me se foi imperceptível ou assim.
  15. Toda a gente sabe que isto este ano é Zona Verde. O Sporting hoje decidiu jogar no limiar do azul, o árbitro ficou confuso e deve ter pensado que era para prejudicar. Acontece aos melhores.
  16. Acho que com a derrota do Amora, o Covilhã já tinha a manutenção assegurada mesmo que tivesse perdido nas Caldas, mas agora também não importa muito...
  17. O que o Seixas faz com 19 anos é extraordinário, não me lembro de ver nada assim. Ainda me lembro de ser inacreditável o que o Sagan fez no seu primeiro Tour e já tinha 22 anos - agora aos 19? Deuses! No entanto, a corrida de hoje é o exemplo perfeito do porquê de ir ao Tour já este ano poder ser um passo maior do que a perna. Se fosse ainda naquela de ser um jovem promissor, mas do qual não se espera grande coisa, certo, perdia 7 ou 8 minutos para o Pogacar e estava tudo bem, era um miúdo no seu primeiro Tour. Agora ele já tem a França a salivar com um enorme resultado, se ele vai lá e leva esses 7 ou 8 minutos ainda lhe acontece como ao Remco, que também era o Baby Merckx e quando levou a sua primeira tareia no Tour parece que morreu ali qualquer coisa mentalmente, hoje em dia parece uns patamares abaixo no que à montanha diz respeito.
  18. A oportunidade de marcar canto curto ou de colocar a bola diretamente na área?
  19. Isto só vale a pena ver pelo caos e confusão. É como ver o WrestleMania ou assim. Falta muito para alguém dar uma cadeirada nas trombas de outrém?
  20. Imagina o treinador da equipa bicampeã dizer que está contente com a equipa numa derrota em casa. Isto é inenarrável e há sportinguistas que acham isto normal e aceitável 👀
  21. Isto é o único ponto que importa, na verdade: o Sporting tremeu sempre nos jogos mais difíceis, ou seja, Benfica, Porto e até o Braga. Perdeu com Benfica e Porto em casa, algo que não acontecia há mais de vinte anos. Nem quero imaginar há quanto tempo não terminava uma temporada não ganhando pelo menos um jogo contra eles e contra o Braga. O Sporting do Rui Borges esteve três vezes em vantagem nos seus jogos contra estes três adversários e em todos eles tremeu ao ponto de não segurar a vitória. Acaba por se fazer apenas 4 pontos em 18 possíveis contra estes adversários. É virtualmente impossível ser campeão a perder 14 pontos em apenas 6 jogos contra adversários mais ou menos directos. E acabamos a temporada em sofrimento contra um Benfica em crise e que já trocou de treinador, e cuja permanência do segundo treinador está em risco. Pah, ou o Benfica tem padrões inacreditavelmente elevados ou a Sporting tem a bitola bem baixa, não sei...
  22. Não, não é a primeira vez, infelizmente. O Sporting acaba a temporada a fazer apenas 4 pontos em 18 possíveis contra Porto, Benfica e Braga. E perde os dois jogos contra os seus dois maiores rivais em Alvalade. Esta temporada só é salva por uma campanha histórica na Champions, mas exceptuando o ponto de vista financeiro da coisa, do ponto de vista desportivo isto é uma temporada para esquecer.
×
×
  • Criar Novo...