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Black Hawk

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  1. Respondendo a ambos: a minha expectativa inicial era essa, a de fazer melhor e tentar pelo menos os playoffs. A realidade... eh, mais uns minutos e já posto 🤭 "Sacked in the morning!" Olá, malta! Saudades minhas? Imagino... se não rasgaram esta carta logo que a receberam e estão de facto a ler isto, não sei se vos deva agradecer, dar-vos os parabéns ou lamentar as vossas más escolhas de vida... mas já que aqui estamos, deixem-me contar-vos como correu esta aventura na segunda temporada aos comandos dos "The Howls". Eu sei, imagino que estejam curiosos quanto ao título desta missiva. Lá chegaremos. A única coisa que vos posso dizer para já é que... lembram-se de na última vez que vos escrevi ter dito que tinha esperanças em intrometer-me na luta pelo acesso aos playoffs? Ah, esqueçam lá isso dos playoffs pois isto não está a correr nada como tinha antecipado. Mas comecemos pelo princípio. Arranque de temporada e Taça da Liga Depois de um Verão em que operámos uma revolução no nosso plantel e de uma pré-temporada bem sucedida que incluiu vitórias sobre Santa Clara e PEC Zwolle (equipas da divisão de topo de Portugal e Holanda), os adeptos estavam entusiasmados e ansiosos para que começassem os jogos a sério. O primeiro mês de competição incluiu jogos para o Championship intercalados com as primeiras eliminatórias da Taça da Liga aka EFL Cup. Esta era o primeiro grande objetivo da temporada - não que fosse objetivo irmos até à final, mas a Direção exigia que fôssemos pelo menos até à 3ª Eliminatória. Isto exigiu alguma ginástica na gestão dos jogadores, pois foram muitos os jogos disputados em pouco tempo, mas de alguma forma demos um jeito e não correu nada mal. A equipa fez valer as expectativas dos adeptos do Wednesday com duas vitórias consecutivas sobre o Derby County. Em ambos os jogos fomos superiores, mas acabámos por ter de sofrer para garantir as vitórias: primeiro para o Championship com um golo em cima do minuto 90; depois necessitando de resolver a 1ª Eliminatória da Taça da Liga no desempate por grandes penalidades quando, em boa verdade, fizemos mais do que o suficiente para vencer no tempo regulamentar. O empate (injusto) contra o Watford não nos tirou a motivação e prosseguimos o nosso caminho somando mais três vitórias, entre as quais esta beleza perante o Leicester City. Foi um jogo equilibrado, mas em que chegámos à vantagem durante a primeira parte quando estávamos por cima do jogo. Na segunda parte retraímo-nos um pouco e demos a iniciativa ao Leicester; quando o ímpeto deles começou a esmorecer, matámo-los no contra-ataque para resolver a eliminatória. Este jogo foi notável por dois motivos: foi o primeiro indício de que demos um salto qualitativo, já que o Leicester era um dos candidatos à promoção e no ano passado passámos mal quando jogámos contra eles; e porque garantiu a passagem à 3ª Eliminatória da Taça da Liga, que era o objetivo apontado pela Direção para esta competição. Cumprido o objetivo, o que viesse a seguir era lucro. Infelizmente, não fomos muito mais longe. O sorteio colocou-nos no caminho o Middlesbrough, equipa que este ano está na Premier League e que se reforçou, estando bem mais forte do que na época passada... ... e que sem surpresas nos eliminou da Taça da Liga. Nem sequer fomos propriamente inferiores, basta olhar para as estatísticas para perceber isso, mas uma sucessão de erros individuais permitiu-lhes marcar três golos enquanto, por outro lado, fomos desperdiçando alguns bons lances que fomos criando ao longo do jogo. Como talvez se recordem, há um ano também tivemos um bom arranque até perdermos copiosamente contra o Liverpool na Taça da Liga, eliminação que nos levou a uma série de maus resultados. No entanto, desta vez a primeira derrota da temporada não nos afetou por aí além, pois três dias depois goleámos o Norwich no regresso ao Championship. E, com isto, chegámos a um dos jogos mais esperados do ano. O "Steel City Derby". Na época passada, a imprensa de Sheffield fez a festa antes dos dois "Steel City Derby", promovendo uma narrativa que levou muitos a pensar que o treinador que perdesse poderia ser despedido. Desta vez, porém, nem foi necessária a intervenção da imprensa. Os próprios adeptos dos "The Blades" fizeram o papel da imprensa e protestaram nos dias que antecederam o jogo, insatisfeitos com o arranque de temporada que estavam a protagonizar. Pode parecer parvo colocar pressão sobre a equipa nas vésperas de um derby contra o maior rival, mas há que entender a posição dos adeptos. Ora olhem para aqui... Isto era a classificação do Championship no dia em que o "Steel City Derby" iria ser disputado. Vêem o Sheffield United? Pois, eu também não, nem os adeptos deles os vêem, daí que o Sheffield United fosse para o "Steel City Derby" debaixo de imensa pressão sabendo que uma derrota contra nós os deixaria ainda mais distantes da primeira metade da tabela. Tenha sido pela pressão dos adeptos ou por qualquer outro motivo, a verdade é que eles entraram a ganhar no jogo: estavam decorridos 9 minutos de jogo quando Tyrese Campbell abriu o ativo em Hillsborough. Foi um golo que meteu algum gelo na euforia dos nossos adeptos, mas felizmente a equipa reagiu rapidamente. O nosso extremo Serginho marcou aos 14 minutos e aos 18 minutos aconteceu isto: Uma excelente abertura do médio Svante Ingelsson para o nosso lateral direito Yan Valery, este bateu o lateral adversário e foi à linha de fundo cruzar. O guarda-redes adversário hesitou e não saiu à bola, permitindo ao Marcus Forss cabecear dentro da pequena área para nos dar a reviravolta no marcador. Ora, por que motivo este golo merece tanto destaque? A resposta é simples: porque foi marcado pelo nosso ponta-de-lança Marcus Forss. Já vos falei dele da última vez que vos escrevi. O rapaz veio a custo zero do Middlesbrough depois de ter estado um ano emprestado ao Bolton, da League One, onde em 17 presenças não marcou qualquer golo. Este jogo contra o Sheffield United foi a sua nona presença nesta temporada e também ainda não tinha marcado qualquer golo. Na verdade, o último golo dele tinha sido apontado a 25 de Fevereiro de 2025, numa vitória do Middlesbrough sobre o Stoke City por 3-1 - isto tinha sido há mais de ano e meio! Quis o destino que o primeiro golo dele pelos "The Howls", e que lhe permitiu quebrar um jejum de mais de ano e meio sem marcar, fosse precisamente no "Steel City Derby" e a confirmar a reviravolta no marcador! O ambiente em Hillsborough estava como um vulcão prestes a explodir e mais intenso ficou quando o nosso outro extremo, o Yuki Soma, aumentou a vantagem para 3-1 pouco antes do intervalo. "Sacked in the morning! You're getting sacked in the morning!" Os nossos adeptos não tardaram a começar o funeral de Steven Schumacher. Faz parte da rivalidade, acho eu, mas enquanto treinador que já esteve quase a ser despedido do Wednesday, como se recordarão, não posso dizer que tenha ficado agradado com esses cânticos. Afinal de contas, o Steven Schumacher é um colega de profissão. A segunda parte não trouxe nada de novo. Nós baixámos linhas, descemos a intensidade do jogo, gerimos o resultado e a única coisa de relevo a acontecer foi mesmo a expulsão do Yan Valery por ter visto o segundo cartão amarelo perto do final do jogo. "Sacked in the mooooooorning! You're getting sacked in the morning!" Foi a terceira vez que defrontámos o Sheffield United desde que assumi os comandos do Wednesday e até ao momento ainda não perdemos qualquer "Steel City Derby" - temos duas vitórias e um empate. A parte irónica disto tudo é que, apesar dos protestos dos adeptos do Sheffield United e dos cânticos dos nossos adeptos, o Steven Schumacher não foi despedido e à data em que vos escrevo, 29 de Dezembro de 2026, ainda é o treinador deles. Saímos do "Steel City Derby" com a confiança em alta e isso sem dúvidas ajudou a prosseguir o nosso caminho com diversas vitórias, pontuadas aqui e além com algumas ocasionais perdas de pontos. Duas dessas perdas ocorreram contra Leicester e Wolves. Ambos são candidatos à subida, em especial o Wolves que, embora estando algo abaixo das expectativas, têm uma equipa de nível da Premier League. Seja como for, recuperámos desses dois tropeções com quatro vitórias consecutivas até que... perdemos com o Xrexham e empatámos surpreendentemente em casa com o QPR. Foram esses dois percalços os responsáveis por... ... cairmos para o 2º lugar da tabela, pois chegámos a certo ponto a estar na liderança do Championship! Ainda assim, em inícios de Novembro, quando as competições pararam para compromissos das seleções nacionais, éramos 2ºs classificados, posição que vale promoção direta à Premier League, dispondo de 4 pontos sobre o Sunderland e incríveis 7 sobre a primeira equipa fora dos lugares de acesso aos playoffs, o Southampton. O cenário era bom, mas não havia tempo a perder com contas. O importante era continuar a batalhar, somar máximo de pontos possíveis em cada jogo e no final se fariam as contas. O Yorkshire Derby Não posso deixar de confessar que estes dois jogos consecutivos sem vencer me assustaram. Já vi este filme muitas vezes: uma equipa com resultados acima do esperado que de repente começa a perder pontos em jogos consecutivos sem qualquer razão aparente... todos sabem do que estou a falar. No entanto... Voltámos à competição depois da pausa para compromissos das seleções nacionais com mais uma excelente série de resultados, confirmando que a equipa tem estaleca para reagir às adversidades. E por falar em reagir às adversidades... Este foi talvez o momento mais importante de toda esta série de resultados. Fomos a The Hawthorns defrontar o West Brom, um adversário já de si complicado, mais ainda jogando no seu terreno, e isso confirmou-se quando aos 10 minutos já perdíamos 0-2. Reagimos como esperava. Fomos para cima deles e criámos algumas ocasiões de golo até que, por fim, uma delas nos permitiu reduzir pouco antes do intervalo. No entanto, literalmente na jogada seguinte sofremos o 1-3, resultado com que fomos para o intervalo. Não sou o tipo de pessoa de ralhar com os meus jogadores. Prefiro uma postura mais construtiva, tentar corrigir o que está mal e motivá-los a darem o seu melhor... mas neste dia estava furioso - talvez pela frustração de termos sofrido o 1-3 logo depois de termos marcado um golo. Ralhei com a equipa. Coloquei em causa o orgulho dos jogadores. Fosse por isso ou por mero acaso, a equipa voltou dos balneários em fogo! Nos primeiros 15 minutos da segunda parte marcámos três golos e virámos o jogo de 1-3 para 4-3 a nosso favor, muito à custo do nosso extremo japonês Yuki Soma - marcou dois golos e assistiu Serginho para o outro. Até final ainda aumentámos para 5-3, e ainda bem que o fizemos pois o West Brom foi a tempo de marcar um quarto golo neste que foi um jogo de loucos e um grande espectáculo de futebol. E mais importante, a minha equipa mostrou capacidade de reação às adversidades, algo essencial para ter sucesso. Afinal de contas, nem sempre vamos conseguir estar na frente do marcador do início ao fim dos nossos jogos. Às vezes é preciso correr atrás do prejuízo, como nos aconteceu no último jogo da primeira volta perante o Leeds United. Este era um jogo importante para nós. O Leeds United tem andado praticamente a par connosco desde o início da temporada na disputa pela primeira posição do Championship e este jogo poderia dar-nos uma liderança tranquila na tabela. Além disso, o Leeds United é um dos nossos rivais. O jogo entre nós é conhecido como Yorkshire Derby - afinal de contas, nós e eles somos as maiores equipas das duas maiores cidades de Yorkshire. Infelizmente para nós, o Leeds United é poderoso. Eles desceram da Premier League no ano passado, mantiveram a equipa toda e são basicamente uma equipa de nível Premier League a jogar no Championship - a diferença de qualidade individual entre a nossa equipa e a deles é assustadora. Durante 60 minutos, eles fizeram o que quiseram connosco. Só mesmo na última meia hora conseguimos ir para cima deles e nessa altura fizemos o suficiente para pelo menos empatar, mas falhámos alguns golos inacreditáveis. Nas estatísticas apenas aparece uma grande ocasião de golo, porém eu, que vi o jogo, posso garantir-vos que foram pelo menos três. Ainda marcámos um golo no último lance da partida quando um remate do Yuki Soma foi defletido por um defesa e entrou na baliza, mas foi anulado por fora-de-jogo. Eu vi e revi várias vezes as repetições e, embora duvidoso, aceito que tenha sido assinalado. Assim, terminámos a primeira volta do Championship na segunda posição, atrás precisamente do Leeds United, mas ainda havia mais quatro jogos a disputar até final do ano de 2026, pelo que decidi escrever-vos apenas após esses jogos. Do jogo contra o Leeds já vos falei, pelo que seguimos com as duas vitórias sobre Bolton e Cardiff que foram a melhor resposta possível à desilusão contra os "The Whites". A sobrecarga de jogos nesta fase da temporada foi atroz e acabámos por sofrer algumas lesões também. Por exemplo, perdi o Serginho durante uma mão cheia de jogos e o meu defesa central George Pratt teve uma lesão que o vai afastar dois meses de competição (Dezembro e Janeiro). Assim, contra o Stoke e os Wolves tive de usar alguns elementos menos utilizados, o que não justifica as perdas de pontos, mas ajuda a explicá-las. Ainda assim... Terminámos 2026 na liderança do Championship, posição que recuperámos graças a uma pequena quebra do Leeds United depois da vitória deles em Hillsborough. Afinal de contas, o calendário não foi duro apenas para nós; foi-o também para eles, obviamente. Mas isto está longe de estar fechado. Se olharem com atenção, temos apenas 2 pontos sobre o Leeds, 3 sobre o Sunderland e 4 sobre o Southampton. Ainda há muito jogo para disputar e estas margens são demasiado curtas para estarmos seguros quanto a uma promoção direta à Premier League. A única coisa de que poderemos estar seguros é que, mesmo no pior dos cenários, pelo menos os playoffs parecem estar garantidos. Pelo menos quero acreditar que não vamos desperdiçar a nossa vantagem de 12 pontos sobre os Wolves, que são a primeira equipa fora dos lugares de acesso aos playoffs... Mal seria! Estatísticas individuais Muito do nosso sucesso nesta primeira metade da temporada tem um nome: Yuki Soma. O nosso extremo-esquerdo japonês Yuki soma (eheh) 10 golos e 8 assistências, muitos deles surgindo em alturas em que realmente precisávamos deles. Tem feito basicamente aquilo que o Joel Ndala fazia na época passada - ainda bem que encontrámos um digno sucessor dele! De resto, os meus centrais Christ Makosso e George Pratt têm estado muito bem, tanto a defender como a marcar golos quando vão à área contrária. Estou também muito satisfeito com os contributos do lateral direito Yan Valery (5 assistências!) e do médio Amine Basi (as estatísticas podem não ser impressionantes, mas o homem joga imenso!), bem como do extremo-direito Akinkunmi Amoo que, embora habitual suplente, tem entrado bem quando é chamado a entrar nas partidas. De desilusões tenho de citar o Thierry Correia, que não tem tido qualquer consistência nas suas exibições e acabou por perder a titularidade para o Yan Valery. Não queria chamar desilusão ao nosso ponta-de-lança Marcus Forss, até porque o rapaz esteve um ano e meio sem marcar antes de chegar a Hillsborough. Tem 6 golos e é capaz de ir a caminho da sua melhor temporada na carreira (o seu recorde de golos num só ano é de 10 golos), mas depois o seu habitual suplente Francis Okoronkwo tem mais do dobro dos golos dele... Também verdade seja dita, o Marcus Forss não é um goleador muito prolífico, mas o gajo sabe lutar! Por vezes não é ele a meter a bola lá dentro, mas deixa a sua marca em cada disputa de bola, abrindo espaços para os colegas e desgastando os defesas adversários pouco a pouco. Talvez não seja por acaso que depois o Okoronkwo entre a meio da segunda parte e consiga marcar alguns golos - os defesas já estão desgastados de tanto combaterem com o Marcus Forss. Aliás, o Okoronkwo raramente marca quando é titular - é quando entra durante a segunda parte, apanhando os defesas cansados de lutar contra o Marcus Forss, que tem marcado mais golos. É uma estratégia secreta da nossa equipa; não digam a ninguém! O que se segue A primeira metade da temporada foi uma guerra de atrito. Disputámos 30 jogos em quatro meses e meio (Championship e Taça da Liga), o que na maioria dos campeonatos é quase uma temporada inteira, mas no inferno do Championship é apenas meia época. Aliás, se repararem com atenção notam que alguns dos meus suplentes até têm mais jogos do que os titulares - toda a gente teve oportunidade de jogar tal foi a intensidade competitiva nesta fase. Temos alguns jogadores lesionados e outros que não estão a render o que esperava deles, em especial no meio-campo onde parece-me que as minhas segundas linhas estão bastante abaixo do nível dos titulares. Vou perder o Serginho em Janeiro para a AFC Asian Cup (ele é um dos principais jogadores da seleção dos Emirados Árabes Unidos) e o George Pratt ainda está lesionado. É possível que exista uma pequena revolução no plantel durante o mercado de Inverno. Mas isso deixarei para a próxima vez que vos escrever. Entretanto, acabámos o ano 2026. Foi um ano em cheio: primeiro com a confirmação da manutenção no Championship em Maio (apesar de termos começado com 18 pontos negativos); e agora com uma candidatura surpresa à promoção direta à Premier League. Vai ser difícil. Até aqui fomos surpreendendo os nossos adversários, mas daqui em diante já todos estarão atentos quando nos defrontarem. A nossa equipa não está ao nível de alguns dos nossos adversários, em especial aqueles que desceram a época passada da Premier League como o Leeds ou o Sunderland. Nem quero imaginar, se por algum milagre conseguirmos mesmo subir à Premier League, o desastre que seria ver alguns destes jogadores a defrontarem os Brunos Fernandes e os Haalands desta vida! Mas é nessa luta que estamos e é por isso que vamos lutar - ou seja, pelo direito de na próxima época sermos o saco de pancada das maiores equipas do mundo. Que Deus nos ajude. "Hi Ho Sheffield Wednesday"
  2. E quantos golos marcou no Ajax?
  3. O Luis Guilherme acabou de fazer 20 anos. Não sei se já se deram conta disso... por exemplo, com a idade dele, o Francisco Conceição tinha 3 golos na carreira e andava a jogar no Ajax B. Por vezes parece que estão a falar de um gajo de 30 anos e não se dão conta que ele chegou cá ainda com 19 anos.
  4. Eu renovava com o Rui Borges mais dois anos, mas instalava o Perplexity para ver se ele consegue finalmente encontrar respostas na m*rda do tablet para aonde ele olha mais tempo do que para dentro de campo.
  5. Como tudo o que acontece no Sporting, sim, é culpa dos jogadores. Mas as coisas boas também são culpa deles, se seguirmos essa lógica. O treinador está lá para abanar a cabeça como os cãezinhos que se metem no tablier.
  6. "Uma nova vida em Hillsborough" Olá, malta! Estamos em Agosto de 2026 e, depois de uma temporada de intensa pressão com a ameaça da despromoção à League One sempre presente, respira-se agora um pouco melhor em Sheffield. Desta vez não temos penalizações iniciais para nos afundar na tabela e o espectro da despromoção dificilmente nos surgirá no horizonte. Na verdade, até estou expectante do contrário: acho que não só temos uma equipa para fazer uma temporada tranquila, como tenho a esperança de que poderemos intrometer-nos pela luta pelos playoffs. Eu sei, eu sei; se calhar estou a ser optimista em demasia. É até um pouco atípico para a minha postura habitual. Sou um pessimista convicto, espero sempre o pior em cada situação. Mas desta vez acredito mesmo que vamos surpreender. Eu explico-vos porquê. Quando vos escrevi pela primeira vez há um ano, comentei convosco que o nosso plantel era terrível. Não estava a mentir. Havia jogadores que não conseguiam controlar uma bola, outros que não conseguiam correr com ela e alguns nem uma corrida de 100 metros conseguiam fazer abaixo dos 15 segundos. Não vos deverá admirar por isso que tenha havido uma debandada geral. No total, foram 18 os jogadores a sair. A surpresa aqui foi termos conseguido receber dinheiro por alguns deles: um total a rondar os 15M€. O único jogador que fiquei com pena de ver sair foi o Gabriel Otegbayo. É um defesa central de 21 anos que foi titular a maior parte da época, mas não só a minha equipa técnica me foi dizendo que já não tinha potencial para evoluir mais, como teve uns quantos problemas físicos ao longo da temporada que me obrigou a mudar a linha defensiva demasiadas vezes. De resto, entre as saídas estão jogadores que raramente contaram para a equipa principal - e os que contaram, pouco ou nada acrescentaram. A Direção do Wednesday apenas me permite alocar 50% dos lucros com vendas para o orçamento de transferências. Isto significa que deu para somar perto de 7,5M€ a um orçamento inicial a rondar os 9M€, perfazendo um total de pouco mais de 17M€ que poderia investir em reforços para a equipa. No entanto, a nossa abordagem ao mercado foi outra completamente diferente. Os nossos alvos para reforçar a equipa foram definidos pelos relatórios dos meus observadores. Da lista que eles me disponibilizaram, reuni os nomes que mereceram 3,5 ou mais estrelas de recomendação e comparei as várias opções. O que notei desde logo foi que as opções que exigiam algum esforço financeiro não eram necessariamente melhores do que as opções cujos contratos terminavam no final da temporada. E, se assim era, para quê pagar para trazer jogadores se poderia trazer outros tão bons quanto eles a custo zero? Até nos dá jeito não investir nesta altura em novos jogadores, de forma a deixar uma folga para investir a sério quando subirmos à Premier League (ou estivermos prontos para atacar a subida) e ainda assim cumprir os rígidos regulamentos financeiros. Dessa forma trouxe uma panóplia de jogadores: alguns mais experientes, outros mais jovens a pensar no futuro (com a esperança de que tenham margem para evoluir, o que é sempre um risco porque podem não atingir o nível pretendido), uns que têm experiência internacional, outros cujo rendimento no Championship é incerto até os ver jogar. A única excepção à regra de contratar a custo zero foi o Christ Makosso. E por um bom motivo. O observador que mo indicou recomendou-o vivamente, tanto em habilidade atual como potencial. O jogador estava na lista de transferências do Luton Town, o seu valor de mercado era baixo e as suas características são óptimas para o que procuro num defesa central - teria preferido que tivesse mais qualidade no passe, mas por 2,8 M€ também não poderia ser muito exigente, não é? De resto, entre as restantes entradas tenho de mencionar as dos defesas laterais Thierry Correia e Jamal Lewis (que foram grandes promessas do futebol quando eram jovens) e dos nossos dois novos avançados interiores. Tenho imensa esperança que ambos dêem uma nova dinâmica ao nosso ataque. Recordo que na época passada apenas tivemos um bom avançado interior, o Joel Ndala (que entretanto voltou ao Man City e foi de novo emprestado, desta vez ao Nordsjaelland da Dinamarca), e ele foi o principal dinamizador do nosso futebol ofensivo. O Serginho e o Yuki Soma terão a difícil tarefa de o substituir. Nenhum deles é propriamente jovem e duvido que evoluam muito mais além do que já são, mas penso que são suficientemente bons para o nível do Championship e poderão render golos e assistências. E bem vou precisar, porque de entre todos os pontas-de-lança que os meus observadores me indicaram... o melhor foi este jogador. Este Marcus Forss é internacional finlandês, mas como podem perceber pelas suas características, não está aqui nenhuma estrela do futebol mundial ou sequer do Championship. Na verdade, ele esteve o ano passado no Bolton (por empréstimo do Middlesbrough) e em 17 jogos na League One... não marcou qualquer golo. Quando era mais jovem, lembro-me de ver jogadores banais serem contratados por algumas equipas e questionar-me como raio essas equipas os aceitavam apesar da sua falta de nível... Agora percebo que se calhar não tiveram alternativas melhores disponíveis e tiveram de contratar o menos mau que lhes apareceu disponível. Bem, agora que têm uma ideia geral do nosso mercado de transferências, voltemos a atenção para o que aí vem. Este será o nosso primeiro onze inicial da temporada - ou seria se o Christ Makosso não estivesse suspenso. Como podem ver, apenas restam no onze inicial três jogadores da época passada: o Pierce Charles (que é um óptimo guarda-redes), o Max Lowe (que é um lateral esquerdo bastante razoável) e o Nathaniel Chalobah (cuja experiência vale muito). Há algumas mudanças na estrutura da equipa. Como o Marcus Forss está longe de ser um goleador, este ano vou testar usar um ponta-de-lança como Deep Lying Forward com o objetivo de abrir espaços para as incursões dos meus avançados interiores. Também os defesas centrais são um pouco melhores do que os do ano passado, por isso vou arriscar dar-lhes um papel mais interventivo na construção de jogo, daí serem Ball Playing Defenders em vez de Central Defenders normais. Esta equipa que vos estou a mostrar não será de topo para o nível do Championship, mas será à partida suficiente para fazermos uma temporada tranquila. Daí que a Direção nos peça apenas um lugar seguro a meio da tabela... ... mas sabem que mais? Depois de fazermos 68 pontos na época passada com a tragédia que era aquele plantel, estou convicto que poderemos perfeitamente apontar para mais. Acredito que poderemos atingir os 75 pontos, se calhar até os 80 pontos, o que significaria batalhar pelo top6 e consequente acesso aos playoffs. É difícil? É. É demasiado optimista? Talvez. É impossível? Não, de todo! E o facto de termos feito esta campanha na pré-temporada apenas reforça esse optimismo. Desta vez incluímos dois jogos com maior grau de dificuldade: Santa Clara, equipa da Primeira Liga de Portugal, e o PEC Zwolle, da Eredivisie holandesa. Não só os vencemos a ambos, como goleámos os holandeses com tal nota artística que os adeptos já falam abertamente do regresso dos "The Howls" aos grandes palcos e aos seus momentos de glória. Vive-se um momento de confiança e esperança em Sheffield. Há uma nova vida em Hillsborough e todos acreditamos que podemos fazer um grande ano. Esperemos que esta pré-temporada não tenha sido um acaso e que este seja o nosso ano! "Hi Ho Sheffield Wednesday"
  7. Tem uma fase final mais dura, ela engana bem, mas sim, é capaz de se querer poupar para o dia seguinte. Se fosse o Pogacar era etapa para ganhar, e se calhar com o Seixas também.
  8. O Vingegaard ou está mesmo a brincar com os adversários, ou aquilo não está nada bom. Já na montanha não fez até ver nada de extraordinário para a concorrência que tem. Talvez esteja a poupar-se e a gerir, também não precisa de fazer muito mais do que anda a fazer, mas isto com um João Almeida a top até dava para sonhar. Se o Vingegaard decidir correr, sexta-feira poderá ser crítico. Caso continue a fazer treino em competição, diria que sim, sábado é dia de mudança.
  9. Ok, o Eulálio fazer quinto lugar nesta etapa não estava no meu bingo. Esperemos apenas que não esteja a queimar antecipadamente os cartuchos de que precisará para outras etapas mais adiante. Agora, que isto lhe vai valer uns quantos fãs, não duvido nada. Todos gostam de um underdog que honra a Maglia Rosa / Maillot Jaune quando esta lhe cai em "sorte".
  10. Meh, era mais em tons de azul que queria os festejos. Não o azul Belém, se é que me entendes 😛 Mas claro, a Briosa sendo de Coimbra é sempre porreiro tê-los mais acima.
  11. "Um vintém é um vintém, um cretino é um cretino." - Manuel Machado, Conferência de Imprensa
  12. Viseu na Primeira Liga, Académica bem lançada para a Segunda Liga, Torreense no playoff. Só falta o Tondela safar-se para ser um dia dourado para a região centro.
  13. "Na corda bamba" Hey, malta! Tudo bem convosco? Espero que sim. Já sei que no meu país está sol e calor, mas aqui por Sheffield ainda está frio. Raios partam, estamos em Maio e nunca mais é Verão... Tenho de vos confessar que ainda nem sei bem ao certo como é que continuo por aqui em Sheffield. Vontade de fazer as malas e voltar para Portugal não me faltou. Mas vamos por partes e comecemos pelo princípio. Começámos a segunda volta com uma vitória importante na recepção ao Blackburn. Infelizmente, fomos eliminados da FA Cup pelo Hull City, a mesma equipa que nos tinha vencido no final da primeira volta de forma inesperada e que voltou a surpreender-nos. A verdade é que Janeiro foi um mês mau para nós. Aparte a fantástica goleada no terreno do Preston, não vencemos um único jogo nas vésperas da recepção ao Wrexham. Não é que estivéssemos a jogar mal. As coisas simplesmente corriam sempre mal nos momentos decisivos: uma bola ao poste, uma oportunidade flagrante desperdiçada, uma perda de bola não forçada que nos levava a sofrer um golo... aquele tipo de coisas que acontece quando os nossos jogadores são flagrantemente inferiores aos seus adversários. A imprensa, porém, só olha aos números e não tardou a quem questionassem o nosso trabalho... ... e, para minha grande surpresa, a Direção não tardou a fazer o mesmo. Lembram-se de vos ter dito há uns tempos que a Direção acreditava que poderíamos terminar o Championship a meio da tabela, isto apesar de começarmos com 18 pontos negativos e termos um plantel de meter medo ao susto? Pois... uma certa tarde, recebi uma chamada para convocar-me a uma reunião com a Direção. Eu lá fui, levei os meus cadernos de apontamentos, esquemas de treinos e rascunhos de ideias que poderíamos implementar para elevar o nível do nosso Wednesday. Entro na sala de reuniões e senti de imediato a tensão que emanava de lá de dentro. Então não é que os meus caríssimos patrões tiveram a coragem de me pedir que me demitisse?!? É que nem a coragem de me despedir tiveram! Não! Eu é que tinha de me demitir! Disseram-me que "não estavam a sentir evolução na equipa" e que "não viam futuro nesta situação". Estive prestes a atirar-lhes com os cadernos e os esquemas à cara, bater a porta e abandonar Sheffield. No entanto, lá engoli o orgulho e rebaixei-me. Expliquei aquilo que fizemos, a recuperação na tabela classificativa, apresentei ideias e fiz promessas. Eles acabaram por aceitar dar-me mais tempo. Quanto? Não sei, mas saí de lá com a certeza de que uma derrota contra o Wrexham ditaria um ponto final na minha promissora carreira aos comandos dos "The Howls". Tenho a certeza que o meu despedimento daria material fantástico para o documentário do Wrexham. Felizmente, a minha miudagem continuava comigo e foi com a faca nos dentes que recebemos o Wrexham. Vencemos 5-2, fizemos uma estrondosa exibição e os fantasmas do despedimento foram enxotados. Mete lá isto no teu documentário, Ryan Reynolds! Mas a tranquilidade não durou muito, pois na semana seguinte fomos goleados pelo Swansea. Confesso que passei a semana toda em pânico. Cada vez que o meu telemóvel tocava, eu começava a tremer. Mas o telemóvel nunca tocou. É capaz de ter ajudado eu ter trocado de número - se calhar eles tentaram ligar-me para me despedir, mas não sabiam o meu novo número e não conseguiram falar comigo antes de defrontarmos o Millwall. Vencemos esse jogo e eles provavelmente já não tiveram coragem de me despedir, pois com essa vitória sobre o Millwall... ... saímos pela primeira vez dos lugares de despromoção. Trinta e dois jogos depois do início do Championship, o Sheffield Wednesday estava pela primeira vez acima da linha de água! Mas não podíamos relaxar. Faltavam disputar-se 14 jogos até final da temporada e, pelas minhas contas, estaríamos a uns 20 pontos de confirmar a manutenção. Isto no futebol tão depressa estamos a ganhar como a perder. Era preciso dar ao chinelo. Coincidência das coincidências, o nosso primeiro adversário depois de sairmos dos lugares de despromoção era nada mais, nada menos, do que os nossos rivais de Sheffield. Era dia de "Steel City derby"! Isto eram fantásticas notícias para a imprensa de Sheffield, a qual teve uma semana em cheio. Não era só eu quem estava na corda bamba; o treinador do Sheffield United também estava com o seu lugar em risco. A imprensa de Sheffield passou a semana a vender a história de que uma derrota no "Steel City derby" valeria o despedimento a quem perdesse esse jogo. Os adeptos estavam em pulgas. Vencer o rival e causar-lhes uma crise tal que o seu treinador era despedido? Os adeptos adoraram essa ideia! O jogo acabou empatado 1-1 e, para desgosto da imprensa, ninguém foi despedido, embora os lugares de ambos continuassem inseguros. Aqui que ninguém nos ouve, se calhar uma certa reunião secreta antes do jogo terá ajudado a que o desfecho do jogo fosse precisamente este. Ou terá sido por acaso que os dois treinadores foram vistos a jantar juntos uma deliciosa pizza depois do jogo como se estivessem a celebrar? Tal como na primeira volta, o "Steel City derby" levou-nos para uma boa sequência de resultados com algumas vitórias, as quais terminaram com uma derrota frente ao então líder do Championship, o Ipswich Town, e mais uma vez perdemos com o Hull City... ... a sério, foi a terceira derrota nesta temporada contra o Hull City e esta deixou-me furioso. Fomos para esse jogo com 6 pontos de vantagem para a linha de água - era precisamente o Hull City a primeira equipa em lugares de despromoção. Uma vitória permitia-nos aumentar a vantagem para 9 pontos, mas em vez disso perdemos e vimos a diferença cair para apenas 3 pontos! Eu estava zangado. Os jogadores estavam zangados. Canalizámos essa fúria para os treinos e partimos para os jogos seguintes com sede de sangue. O Stoke foi a nossa primeira vítima. O Leicester escapou-se por pouco. Podíamos ter vencido 3-2, mas falhámos alguns golos e foram eles a acabar por marcar o terceiro. O Coventry e o Charlton não tiveram essa sorte e dançámos sobre o seu sangue derramado. Não conseguimos o mesmo contra o Boro, mas não havia problema. ... apesar dessa derrota, os resultados das outras equipas garantiram matematicamente a nossa manutenção no Championship! Conseguimos o nosso objetivo após 44 jogos, ainda com mais dois para disputar. Estava feito! Isto foi um autêntico milagre. Com o plantel original do Sheffield Wednesday que me foi dado no início da temporada, todas as perspectivas apontavam para a despromoção. Esta era vista quase como uma inevitabilidade. Mas nós vencemos as probabilidades. Por vezes mais em entrega e sacrifício do que em qualidade e inspiração, mas fizemos o nosso trabalho. Contra tudo e contra todos, incluindo a nossa Direção que a certo ponto me colocou na corda bamba. Mas sabem que mais? Não sou equilibrista, mas também não sou de cair à primeira adversidade. Contem com o Wednesday para o ano! Os últimos dois jogos da época já foram disputados com outra tranquilidade... ... acabando por se saldar numa derrota contra o Oxford United - que na altura ainda os manteve na corrida pela manutenção - e uma vitória sobre o West Brom para fechar o ano em beleza. E volvidos 46 jogos... ... terminámos em 17º lugar com 50 pontos - sem a penalização teriam sido 68 pontos e teria valido o 11º lugar - o que, se me perguntarem, é um milagre que muitos santos não teriam conseguido realizar. A segunda volta não trouxe grandes mudanças na performance da maioria dos jogadores. Continuámos a depender muito da inspiração do Joel Ndala para furar as defesas adversárias face à falta de qualidade da maioria dos restantes jogadores. Desta vez, porém, tivemos o aparecimento da capacidade concretizadora do Jerry Yates. Não é que tenha marcado muitos golos, e alguns até foram de grande penalidade, mas os que marcou foram ajudando-nos a somar pontos preciosos. Tivemos alguns problemas físicos, em especial com o defesa central Gabriel Otegbayo e o médio Marvelous Nakamba - que só é maravilhoso de nome... - o que nos obrigou a rodar muitas vezes a equipa. O nosso capitão e lateral direito, Liam Palmer, perdeu a titularidade durante a época para o Sean Fusire. Não é que este seja muito melhor, na verdade é um daqueles que vos contei para quem a bola é demasiado redonda, mas pelo menos ainda corre qualquer coisa. O Liam Cooper acabou por não somar qualquer minuto de jogo em toda a temporada e, até onde sei, é bem capaz de ainda andar atrás do meu treinador adjunto para concluir a corrida entre os pinos que iniciou, mas não concluiu, no primeiro treino da temporada. E pronto, concluímos a temporada. A Direção acha que eu poderia ter feito melhor, mas lá aceitou manter-me no cargo para a próxima temporada. Aqui vos digo, longe dos ouvidos deles, que se eles pensam isso... são idiotas. O que esta equipa fez com todas as suas fragilidades e a falta de qualidade da esmagadora maioria dos jogadores, aliadas à penalização de 18 pontos com que começámos a temporada, foi incrível. Agora é tempo de férias... ah!, claro que não! Não há tempo para isso. É hora de montar um plantel quase totalmente novo se queremos deixar o Championship e regressar à Premier League. A ver vamos que novos craques teremos para o ano! "Hi Ho Sheffield Wednesday"
  14. Por acaso é verdade, se olharmos para a tabela vemos como estamos com a diferença de golos das equipas que têm os pontos que deveríamos ter 🤭 O avançado é fraquinho. Está cá emprestado, mas é o menos mau apesar de lhe faltar velocidade e atributos para o jogo aéreo. Até tem bom remate, mas pontaria é que... enfim. O Liverpool jogou com todas as estrelas. Todas. Os Salahs e os Slobocoiso e os Wirtz e os Gakpos... e nunca tiraram o pé do acelerador mesmo quando estavam a vencer tranquilamente. Foi um pesadelo. Um dia havemos de lhes pagar bem caro esta afronta. O Championship é duro e nós somos horríveis. As duas coisas juntas, enfim. Obrigado, amigo. Vou tentar postar a atualização seguinte daqui a pouco.
  15. Só para relembrar que o Geny lixou a temporada e o futuro imediato ao Amora. Quer dizer, o Geny não, que ele não tem culpa nenhuma, mas a situação dele. O espanhol que detinha a SAD queria meter-se a milhas, mas cheirava-lhe a dinheiro fresco do Geny. Ficou por cá enquanto o Sporting não aceitava comprar, à espera que o Varandas finalmente batesse a nota, fazendo serviços mínimos enquanto esperava que o Sporting avançasse com o dinheiro - montou plantéis miseráveis apenas para garantir que o Amora não ia por ali abaixo até às Distritais. O Sporting lá pagou ao Amora pelo resto do passe, bastante abaixo do que o jogador vale, e no dia seguinte ao negócio ter sido efetuado - literalmente no dia seguinte - o espanhol anunciou a venda da SAD a um grupo brasileiro. Ou seja, o espanhol, que tenha boa estadia no quinto dos infernos quando chegar a sua hora, ficou por cá a fazer figura de corpo presente apenas até receber o dinheiro do Geny, lá se deve ter cansado de esperar e deu uma borla ao Sporting, fez cashout e foi-se embora já com esta época a decorrer. Resultado? O espanhol montou um plantel miserável para esta época porque não queria saber disto para nada, só queria receber o dinheiro do Geny; o Sporting lá pagou e o dinheiro foi com ele; a SAD do Amora trocou de donos com a época a decorrer, os novos donos trouxeram mais um contentor de jogadores durante a época, praticamente um novo plantel já com a época a decorrer, trocou-se de treinador três ou quatro vezes e, claro está, a descida não surpreendeu ninguém. Lá está, o Geny não tem culpa nenhuma disto, mas é sempre com ele. Já não era grande fã, como sabem, e acresce ainda o facto de sempre que o vejo recordo-me disto tudo e só me dá vontade de o esganar. Que ele nem tem culpa, coitado, mas enfim.
  16. "O Steel City derby" Hey, malta! Chegámos a Dezembro. Não está chuva, nem orvalho, mas está um frio do... carago aqui Sheffield. As ruas estão enfeitadas com luzes que piscam como o rabo dos pirilampos, mas a azáfama dos últimos dias antes do Natal desapareceu. É natural; as pessoas compraram as suas prendas, deram meias e camisolas aos pais e decerto um telemóvel ou algum jogo de vídeo aos seus filhos para os compensar pela falta de atenção que lhes dedicaram todo o ano, e devem agora estar a recuperar da quantidade de doces e álcool que ingeriram para suportar os comentários racistas daquele tio que só vêem uma vez por ano e que está cada vez mais calvo. Todos temos um tio desses, não vale a pena negar. Ah, não importa. É dia 26 de Dezembro de 2025 e passaram-se uns cinco meses desde que assumi o comando técnico dos "The Owls". São cinco meses que parecem ter sido cinco anos. Acho que perdi anos de vida. A cada treino, a cada tropeção na bola de um dos meus jogadores, a cada pontapé que falhou a baliza e foi acertar na bandeirola de canto, foram-se mais uns minutos de vida que não vou recuperar. Mas nem tudo é mau. Sabíamos que a nossa tarefa seria difícil. Começávamos com um atraso de 18 pontos para toda a gente. Só um milagre poderia impedir a nossa despromoção do Championship para a League One, mas poderíamos pelo menos tentar, não é? O nosso arranque de temporada não foi tão mau como temi após o primeiro treino. Optámos por uma série de jogos particulares contra adversários mais acessíveis. Isto teve duas vantagens: não só permitiu aos meus meninos ganharem confiança, como os adeptos ficaram com a ideia de que éramos melhores do que na verdade somos. É claro que a realidade haveria de nos atingir como um comboio de alta velocidade, mas pelo menos não matámos logo a esperança antes sequer do primeiro jogo oficial da temporada. Esse primeiro jogo deu-nos logo uma derrota. Os deuses do futebol gostam de uma boa ironia e decidiram que se defrontavam as duas equipas que começavam a temporada com pontos negativos. O Leicester venceu-nos, mas vendemos cara a derrota. Nada mau contra um adversário que ainda no ano passado estava na Premier League. Depois surpreendemos toda a gente ao bater o Stoke duas vezes consecutivas e, apesar de uma derrota frente ao Wrexham, lá vencemos mais dois jogos consecutivos - um deles levou-nos à 3ª ronda da Carabao Cup! Azar dos diabos, o sorteio levou-nos a Anfield Road. Se era para apanhar com o Liverpool, pelo menos poderíamos ter jogado em Hillsborough, para os adeptos deles verem o que é um verdadeiro inferno. Em vez disso, fomos a Liverpool... ... e os sacanas foram a jogo na máxima força, com todas as suas estrelas, só mesmo para nos achincalhar. Aos 25 minutos já estávamos a levar três nos dentes. Depois o Nathaniel Chalobah, que até deve ser o nosso jogador mais habituado a estes palcos, viu o segundo cartão amarelo logo aos 25 minutos e a partir daí só restou rezar que o Liverpool decidisse levantar o pé. Filhos de uma quenga, continuaram a carregar até final. Saímos com cinco bombocas no lombo, poderiam ter sido mais, mas hey!, quase marcámos pelo menos um golo! Ah, que importa, esta também não era a nossa luta - essa é pela manutenção no Championship e foi aí que focámos toda a nossa atenção. Infelizmente, a derrota em Anfield Road tirou-nos o bom arranque que trazíamos. É que uma coisa é ser humilhado em segredo; outra bem diferente é sê-lo quando estão milhões de pessoas a ver-nos levar no lombo em direto na televisão. Somámos apenas duas vitórias nos nove jogos seguintes e o cenário não parecia nada famoso, de tal forma que a imprensa não tardou em perguntar se este palerma português tinha mesmo capacidade para estas andanças. Eu não sei bem ao certo o que se esperava que eu fizesse com esta equipa. Posso tentar fazer magia, mas não tenho vocação para santo milagreiro. Pelo menos a minha equipa parece estar comigo e reagiram muito bem quando afirmei todo fanfarrão que temos qualidade para dar a volta a isto. Menti, pois está claro. Tenho jogadores que não conseguem fazer uma recepção orientada e só conseguem controlar a bola se a pisarem primeiro para terem a certeza que ela não rola; mas que outra coisa poderia ter feito? Dizer que íamos descer de divisão? Mas hey, a equipa reagiu bem à minha fanfarronice e isso é que importa, até porque o próximo jogo era contra o nosso grande rival Sheffield United. O "Steel City derby". Um derby é um jogo como nenhum outro. Num derby não há cá racionalidade ou o que é; é emoção pura, é paixão, é garra, é uma batalha entre rivais onde a qualidade individual é relativa e o que importa no final é quem conquista o direito de ao final do dia poder humilhar os adeptos rivais numa mesa cheia de finos no bar local. Recebemos então o Sheffield United em Hillsborough. Os adeptos encheram o estádio, o azul era a cor predominante, os cânticos abafaram o ruído do apito do árbitro quando este deu a ordem para o pontapé de saída. Estava um ambiente fenomenal em Hillsborough para empurrar o Wednesday para uma grande vitória... ... e ao intervalo estávamos a perder 0-2 em casa contra o nosso grande rival. Eu tenho a perfeita noção que os meus meninos não têm o talento da esmagadora maioria dos jogadores do Championship. Por esse motivo, muito raramente ralho com eles. Coitados, eles não sabem fazer mais... Nesse dia, porém, ao intervalo dei-lhes o tratamento Alex Ferguson. Isto é um derby. Não importa se jogamos bem, se temos nota artística ou se marcamos um golo bonito. Isto é uma batalha, os pitons das chuteiras são a nossa arma e a bola é para entrar na baliza do adversário nem que seja empurrada com a mão. Que diabos, nem sequer há VAR, se o árbitro não vir vale tudo! Pronto, alguns jogadores baixaram os olhos, envergonhados, outros estavam a espumar da boca, não sei se inspirados pelo que eu disse ou se com vontade de me baterem... mas isto aconteceu. Yay! "Hi Ho Sheffield Wednesday"! Um hattrick do menino Joel Ndala deu-nos uma vitória no "Steel City derby" com uma reviravolta épica que os nossos adeptos não permitirão que os nossos rivais esqueçam nos próximos anos! E, não menos importante, esta foi a vitória que... ... nos permitiu reverter finalmente a pontuação negativa com que iniciámos a temporada. Tínhamos então 2 pontos no Championship, conseguindo somar 20 pontos nos primeiros 16 jogos - já só estávamos a 10 pontos da linha de água e só íamos com um terço do Championship disputado! Um derby é de facto um evento muito especial. Mexe com paixões emocionais e questões sobre as quais não tenho estudos suficientes para descrever. Afinal de contas, sou apenas um mero treinador de futebol. Mas o que é certo é que a vitória nesse derby transfigurou a nossa equipa... ... pois entrámos numa sequência de sete jogos sem perder, incluindo quatro vitórias que nos permitiram aproximar da linha de água até ao final da primeira volta. Infelizmente, essa sequência foi quebrada com uma derrota inesperada e injusta contra o Hull City, que ainda para mais são um adversário direto na luta pela manutenção. Mas pronto, acontece, foi um dia mau. A verdade é que estamos na luta! Estamos a 6 pontos da linha de água quando atingimos o meio do Championship, tendo começado a temporada com 18 pontos de atraso. Não fosse a penalização inicial, estaríamos em 13º lugar com 32 pontos. Com este plantel que dirijo, se isto não é um milagre, não sei o que será. Se fizermos uma segunda volta a este nível, não tenho dúvidas que terão de contar com o Sheffield Wednesday no Championship na próxima temporada! Muito do nosso relativo sucesso vai às costas do menino Joel Ndala. É uma pena que no final da época ele volte para Manchester, pois ele é o único neste plantel capaz de pegar na bola e levar a equipa adiante. De resto, vamo-nos valendo de alguns golos que os meus defesas centrais marcam quando vão à área contrária - quase parecemos o Arsenal! - e da pontaria do meu defesa Reece Johnson na marcação de livres diretos - já leva três golos! Bem, estão ali a chamar-me, acho que o tio racista está outra vez a reclamar de os imigrantes nepaleses lhe estarem a roubar o emprego. Aqui que ninguém nos ouve, se um imigrante nepalês chega cá sem falar inglês e lhe consegue roubar o emprego, se calhar o problema não é o imigrante mas sim o meu tio, mas vou lá eu discutir com ele? O homem ainda se lembrava que também sou um imigrante e que estou a roubar o trabalho a treinadores ingleses... Volto em breve para vos contar como correu o resto da época. Até à próxima. "Hi Ho Sheffield Wednesday"
  17. Continuar, continuo, pode é acontecer começar a partilhar no tópico geral do FM também 😅 A malta também deixou de ter paciência para partilhar saves, isto exige tempo e não há propriamente users novos a aparecer... estamos a ficar velhos 😅 Obrigado. Mesmo. Havia saves muito interessantes de acompanhar.
  18. É que, parecendo que não, imaginem ser uma das outras equipas, todos os jogos verem guarda-redes serem empurrados e bloqueados pelos jogadores do Arsenal sem qualquer ação dos árbitros, inclusive nos vossos jogos, e quando eles sofrem um deles num jogo potencialmente decisivo para as contas do título... é anulado pelo VAR. Eu ponderava seriamente fazer greve em protesto, isto é uma roubalheira épica.
  19. O Arsenal passa a época toda a marcar golos destes e o primeiro que é anulado pelo VAR é quando são eles a sofrer. Que vergonha de Liga 🤣
  20. O que é que aconteceu ao EMEM? Não vinha aqui há uns tempos, só depois de postar isto é que vi que não há praticamente saves ativos... Vou jogar com o meu 4123 habitual, pelo menos inicialmente, e a primeira temporada é com o plantel original do Wednesday que é terrível, mas é esse o desafio 😅 Opa, o Cooper não é mau central, mas é demasiado lento para a forma como as minhas equipas jogam. É impossível ele funcionar, o gajo pura e simplesmente não corre...
  21. Any Given Wednesday Alguns clubes vivem de títulos. Alguns clubes vivem das suas memórias. O Sheffield Wednesday vive de ambos. Disso e da sua teimosa esperança no regresso ao patamar de onde nunca deveria ter saído. Um patamar que é seu por direito. Os "The Owls" foram fundados em 1867. São um dos clubes mais antigos de Inglaterra e carregam na sua história décadas de rivalidades intensas e paixões efervescentes, alicerçados por uma massa adepta que nunca abandonou Hillsborough mesmo nos momentos mais difíceis. Momentos como aqueles que vive no presente. “Any Given Wednesday” é uma carreira sobre reconstrução. O objetivo é devolver o Wednesday ao patamar de onde nunca deveria ter saído - o topo do futebol inglês. Sem promessas douradas ou atalhos financeiros. Apenas com trabalho, desenvolvimento de jovens talentos, amor e dedicação a um gigante adormecido do futebol britânico. Ora, o Wednesday em inícios da temporada 2025/26 é um desastre à beira de acontecer. Ou que já aconteceu? A verdade é que a temporada ainda nem começou e já estão a 18 pontos da linha de água. Nem importam os motivos; o que importa é que o Wednesday começa o Championship com -18 pontos do que os seus adversários. Nem tudo seria mau se os "The Owls" até tivessem uma boa equipa para reverter essa diferença... mas não. O plantel do Wednesday para 2025/26 é para lá de terrível - é um autêntico desastre. É um daqueles plantéis que seria praticamente garantido descer de divisão mesmo que começasse com pontos positivos, quanto mais com pontos negativos. Como é que alguém poderá esperar alguma coisa que não a despromoção? De qualquer forma, essa é a expectativa da Direção, que por algum motivo espera um lugar tranquilo a meio da tabela... ... apesar de começarmos com -18 pontos... ... e com um plantel para lá de mau. A sério, vocês não estão a ver bem o quão mau é o plantel do Wednesday. Segundo consta, alguns jornalistas viram o primeiro treino da equipa e puderam testemunhar como alguns jogadores se queixavam de que a bola era demasiado redonda. Imaginem! Quem são esses jogadores, perguntam vocês? Ah, não importa. O importante é que tirando um punhado de rapazes que até tratam a bola por tu, a maioria deveria estar a jogar no INATEL ou assim. Não acreditam? Vejam por vocês mesmos. Este meco é na verdade o capitão de equipa. É o nosso melhor lateral direito apesar de ser lento, raramente se mexer quando não tem a bola e os seus cruzamentos saírem milimétricos a cabeça... do pobre adepto atrás da baliza. E normalmente acerta logo naquele que está distraído e leva com a bola em cheio na fuça. Até nisso ele é mauzito a cruzar a bola. Mas grita muito e tal, parece que os colegas ouvem-no com atenção. Provavelmente têm mesmo de ter muita atenção para o ouvir - é que ele é escocês e não é fácil perceber o que diz. Este é o nosso melhor defesa central - pelo menos é o que me dizem os treinadores adjuntos. Eu confesso que fico na dúvida que ele possa sequer jogar à bola. Bastou-me ver o primeiro treino quando meti os jogadores a correr desde um pino até outro; ele conseguiu ser ultrapassado pelo meu adjunto de 68 anos que andava a recolher os pinos. E ele nem ia a correr! Este é capaz de ser o nosso melhor extremo para jogar pela direita. Não é que seja mau, mas no que é que ele é bom, mesmo? Não precisam de responder, eu sei bem qual é a resposta. Estou lixado... Mas nem tudo é mau. Temos o Nathaniel Chalobah! Internacional inglês e com passagens pelo Chelsea ou pelo Napoli. É certo que já não é o jogador que foi noutros tempos, mas no meio deste desastre todo sempre há que realçar aqueles que conseguem correr com a bola sem tropeçar nela. O único sorriso que consegui desenhar na minha face rezingona foi quando vi este menino com a bola nos pés. Claro que não é um jogador nosso. Ele é do Manchester City, mas vai fazer a temporada connosco. É rápido como uma flecha. Num dos treinos fizemos corridas de 100 metros e conseguiu dar 200 metros de avanço ao defesa central de que vos falei há pouco - talvez porque o desgraçado ainda estava a tentar concluir a corrida entre os pinos. Pronto, é isto que temos. Temos 46 jogos pela frente para fazer uns 65 pontos, o que depois de reduzir os 18 pontos do castigo dá uns 47 pontos - depois é rezar para que isso seja suficiente para não descermos de divisão. Se não descermos, o objetivo passará por reconstruir o nosso plantel para podermos atacar a promoção à Premier League no máximo até 2028. Conseguiremos atingir a promoção em três temporadas para devolvermos o Wednesday ao lugar que merece? Não sei, mas isso só será possível se evitarmos a despromoção este ano. Vamos focar-nos nisso para já. Hi Ho Sheffield Wednesday!
  22. O Carvalhal é aquele tipo de comentador capaz de tão depressa dizer como foi uma má decisão rematar a 40 metros da baliza porque tinha melhores opções, como de dizer que essa decisão foi a melhor caso a bola tivesse entrado porque rematar pode sempre dar golo. 🤷🏻‍♂️
  23. Sim senhor, o Liverpool foi a jogo com a táctica do pirilau. É uma táctica do carai.
  24. A incapacidade do Sporting em segurar vantagens é absolutamente inquietante. Quantos pontos é que já foram ao ar assim? Braga, Gil Vicente, Avs, Tondela, só para contar com as que se perderam estando em vantagem já durante a segunda parte. Só aqui estão dez pontos com os quais dava perfeitamente para liderar o campeonato. Mas tenho a certeza que se for ler as muitas páginas que estão aí para trás haverá certamente uma desculpa qualquer para o que aconteceu hoje. A culpa tem sempre de ser atribuída a outrém, né? Também inquietante é que este plantel vai provavelmente ser desfeito com a saída de vários jogadores e não dá para confiar minimamente no Rui Borges para o reconstruir como uma equipa ganhadora. I mean, ele no último verão pediu o Mangas, vá lá imaginar-se que tipo de jogadores vai querer reunir num plantel a seu gosto...
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