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Tio Hans

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Tudo que Tio Hans publicou

  1. Fala-se na Bea Meio-Metro do Sporting e da Letícia Almeida do Benfica.
  2. Sábado, se formos campeões, não há taça nem há festa organizada nos Aliados. Haverá festa no relvado e, quiçá, no cogumelo ou assim.
  3. Diogo Costa Cláudio Ramos Alberto (pela Juventus) Martim Nehuen Moura Zaidu Varela Mora Pepê Gabri William Samu Gul São 14. Mais de meio plantel. E ainda houve, na primeira metade da época, O Eustáquio e o Tomás Perez.
  4. Há aí uma coisa que com a qual eu discordo em absoluto. O Guilherme Fonseca foi absolutamente tenebroso.
  5. Maus plantéis acontecem a todos. E o Sporting não tem um mau plantel. O 11 titular é fortíssimo. Tem é uma discrepância enorme entre os titulares e os outros na grande maioria das posições e tem, e aí é que é estranho dada a formação do Varandas, um problema colossal na parte física do plantel. Pelo segundo ano seguido o Sporting tem camiões de lesões, jogadores todos rotos e, se a memória não me falha, tem neste momento os mesmos jogos disputado do que o Benfica e mais um do que o Porto. Mais a mais, foi o único dos 3 que teve uma pré-época normal, fruto de não ter participado no mundial de clubes.
  6. A Mika, que nos levou ao colo contra o SLB vai para Itália.
  7. É por vontade do Porto para não tirar o foco do jogo. Primeiro ganhamos o caneco, depois pensa-se em recebê-lo.
  8. Falaram-me neste cavalheiro: https://www.zerozero.pt/jogador/michal-gurgul/1035279?epoca_id=155 O 00 diz que é central, mas tem jogado a defesa esquerdo.
  9. Os boatos do Frazão são muito conhecidos. E há aquele momento na sic noticias onde ele diz que tem a sua homossexualdiade muito bem resolvida ou algo assim.
  10. Malta, sempre que faço caminhadas ou corro ando a ficar com bolhas dolorosas nos calcanhares. Como faço para evitar isto?
  11. É a regra. É extremamente estúpida? É. Mas é a regra.
  12. Fui ontem ver o RAP e não fiquei encantado.
  13. Não. Todos juntos iam bater o recorde de vendas num mercado em Portugal
  14. Vou repetir o que já escrevi há uns meses. Em janeiro havia negócios apalavrados, prometidos, o que lhe quiserem chamar, para o final da época, de valor absolutamente recorde em Portugal. Sucede que um desses não vai acontecer, porque (1) o atleta era o Samu e (2) o clube de destino era o Tottenham. Há boatos de uma ida do Varela para a Arábia há demasiado tempo. É mesmo muito fumo para não haver fogo. Depois há o Gabri Veiga. Não sei se vai ser vendido ou não, mas se puxarem pela memória lembrar-se-ão de 2 ou 3 tweets do tio Fabrizio a promover o Gabri. Sim, daqueles tweets que parecem ser pagos a peso de ouro. E isso deixa-me extremamente desconfiado.
  15. Tio Hans

    Empregos

    Embora tenhas razão no que dizes sobre a transparência fiscal, o caso em apreço é bem diferente.
  16. A solução demora a aparecer, é verdade. Mas o problema não é de hoje, os preços estão a subir de forma galopante há imensos anos. O problema é que nada foi feito que não seja incentivar a procura. Já agora, como propóes impedir a compra de imóveis por parte de cidadão da UE? As rendas estão altíssimas. Já existem incentivos mais do que suficientes a nível fiscal para senhorios que façam contratos de longa duração. Tens todo o incentivo em fazer alguma coisa com a casa. Se calhar, o incentivo que tu precisas é ter garantias no caso do arrendamento correr mal e não tanto que te punam por teres a casa fechada.
  17. Percebo isso tudo. Mas a verdade é que nem um nem outro estão preparados. Aliás, o Cláudio Pereira apitou o Porto-Tondela no domingo e também tremeu por todos os lados. E deu m*rda. Os árbitros tremeram. Marcaram o que não deviam, não marcaram o que deviam, tentaram poupar nos amarelos e deixaram descambar os jogos. O árbitro de ontem, então, com certeza viu o que se passou na primeira mão. Fez exactamente a mesma coisa porquê?
  18. Eu acho que já expliquei isto um milhão de vezes, mas explico a milionésima primeira. Existe um enorme desfasamento entre a oferta e a procura de casas. Há muito mais gente à procura de casa do que casas disponíveis e isso faz subir os preços. Dir-me-ás que há imensas casas disponíveis. É verdade, mas casas em aldeias de Montalegre são absolutamente inúteis quando as pessoas vivem no Porto ou em Lisboa ou em Coimbra. E não as podes transportar de um lado para o outro. São casas, não são bicicletas ou cadeiras. Quais são as causas deste desequilíbrio? - Do lado da oferta, temos uma redução significativa neste século na construção e reabilitação de imóveis, muitíssimo agravada com a crise do subprime, troika e por aí fora. Está a recuperar, mas está longe do necessário, não só para suprir as novas necessidades que surgem, mas também os anos passados. Temos também uma tendência histórica das moradias, das vivendas, especialmente nos subúrbios e prédios baixos, e, por fim, a burocracia. Todos nós conhecemos decisões inenarráveis de autarquias, atrasos e coisas afins. Já agora, a falta de habitação pública também contribui imenso. - Do lado da procura, temos também vários factores decisivos. Começamos com a inclinação do país para o litoral, onde estão os empregos e as oportunidades, concentra cada vez mais pessoas nessa região do país. Eu duvido que as casas nas aldeias de Montalegre estejam tão caras quanto isso. Temos uma alteração no padrão dos agregados familiares, hoje mais pequenos, o que para uma mesma população obriga à existência de mais casas (e não vamos enfiar diferentes famílias na mesma casa à força, ao estilo soviético), tens muitos estrangeiros que vêm para cá viver (e não vamos ser cheganos e correr com eles), tens muitos portugueses que emigram, mas mantêm uma casa em Portugal para vir passar férias, tens as habitações transformadas em hóteis e AL (embora muitas destas estivessem devolutas aquando da transformação), etc. Por fim, há um outro factor que contribui para o aumento do preço das casas, que é o custo de as construir. Há falta de mão-de-obra, os salários, nomeadamente o mínimo têm subido, o preço dos materiais, também. Provavelmente esqueci-me de uma série de factores. Mas a única solução é construir casas. Construir, construir, construir. Incentivar a oferta e não a procura (os drs. Costa e Montenegro deviam borrar a cara com estrume). Construir em altura, desenvolver os transportes públicos, desenvolver as áreas juntos aos transportes públicos, que é a origem desta conversa. As imagens abaixo são as estações ferroviárias de Coina, na margem sul do tejo, onde param comboios da Fertagus e Braga, uma das maiores cidades do país, onde param urbanos do Porto e um ou outro alfa, pelo menos. O que é que vez à volta. Campos, terrenos. Porque é que não existe um plano para urbanizar as envolventese enchê-las de casas e escritórios?
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