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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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Tu és o Ross do teu grupo, não és? Quando começas a falar disso a malta manda-te calar :badgrin:

Tenciono fazer disto vida, logo é normal que denote uma certa excitação quando falo do assunto. :tongue:

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Tenciono fazer disto vida, logo é normal que denote uma certa excitação quando falo do assunto. :tongue:

 

Comigo é igual, mas com a História. Quando conto curiosidades de algo a malta fica tipo "wtf? de que está ele a falar?" :lol:

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Investigador português faz descoberta para combater SIDA

 

Proteínas determinantes nos tratamentos são o grande passo desta investigação

 

O investigador português André Raposo, a trabalhar na Universidade da Califórnia, Estados Unidos da América, descobriu proteínas que poderão vir a ser determinantes nos tratamentos da SIDA (HIV).

 

No estudo, a ser publicado em julho no “Journal of Immunology”, os investigadores André Raposo, David Trudgian e Benjamin Thomas apontam a existência de potenciais proteínas antivirais que podem dar um importante contributo para o desenvolvimento de tratamento contra o HIV.

 

“Vamos mostrar que a ativação das células primárias humanas anula as fases iniciais da reprodução do HIV alterando as células do vírus”, explicam os investigadores no resumo do estudo, a que a agência Lusa teve acesso.

 

Em conjunto com os colegas, o cientista licenciado em bioquímica pela Universidade de Coimbra e com doutoramento na Universidade de Oxford, Inglaterra, explora a capacidade imuno-reguladora que os linfócitos (glóbulos brancos) têm em diminuir a infeção do HIV nos macrófagos, células que intervêm na defesa do organismo contra infeções.

 

"Acreditamos que os macrófagos são as primeiras células do sistema imunitário a serem infetadas pelo vírus. No entanto, este não induz a morte destas células, residindo dentro delas durante largos períodos de tempo", explica André Raposo, em declarações à revista “Ciência Hoje”.

 

É nessa altura que essas células transmitem o vírus a outras, como os linfócitos, que acabam por não resistir e que conduzem à SIDA.

 

Na investigação, os cientistas conseguiram identificar as proteínas que reduzem a capacidade de defesa das moléculas contra as infeções, o que permite em termos laboratoriais alterar as características das células e torná-las menos suscetíveis de serem infetadas.

 

Em declarações à revista científica, André Raposo, cuja família reside na Lourinhã, disse que a descoberta “é um contributo da ciência para o desenvolvimento de vacinas efetivas contra o HIV".

 

Fonte: Lusa/SAPO

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Eu parei de ler em "as células do vírus".

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eu realmente tmb fiquei wtf :lol:

de qualquer maneira, sai uma noticia destas todos os anos. é bom que continuem mas descubram lá essa coisa de uma vez por todas que é para chegarmos aos 10 Mil Milhoes easy no problem

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Curiosidade gira sobre a história do Homem: como se sabe, o Homem surgiu em África (África Oriental, para ser mais preciso). E qual foi a última ilha a ser colonizada? Madagáscar, já depois da colonização da Europa, Ásia e Américas. :mrgreen:

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Curiosidade gira sobre a história do Homem: como se sabe, o Homem surgiu em África (África Oriental, para ser mais preciso). E qual foi a última ilha a ser colonizada? Madagáscar, já depois da colonização da Europa, Ásia e Américas. :mrgreen:

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:lol:

 

Ah, e pelo que parece, a colonização deu-se a partir das ilhas do Sul da Ásia, não a partir de África. O que torna tudo ainda mais estranho. :mrgreen:

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Estranho de facto, mas não deve ser alheio ao facto de que as àguas entre África continental e Madagascar serem ainda hoje das mais povoadas por tubarões.

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Estranho de facto, mas não deve ser alheio ao facto de que as àguas entre África continental e Madagascar serem ainda hoje das mais povoadas por tubarões.

Isso não sabia, mas assim sendo faz um certo sentido. Mas nisso a Genética de Populações não se mete. :mrgreen:

 

(Para explicar o porquê desta conversa, tenho amanhã exame de Biologia Humana.)

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Mas de facto faz sentido isso Ghel, ilhas como as Seychelles, Maldivas, Zanzibar, etc, tambem devem ter sido colonizadas por povos da zona da Índia já que os nativos de lá tambem têm aparência de "indianos". Isso fica tudo ali mais ou menos na mesma zona do Índico.

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Mas de facto faz sentido isso Ghel, ilhas como as Seychelles, Maldivas, Zanzibar, etc, tambem devem ter sido colonizadas por povos da zona da Índia já que os nativos de lá tambem têm aparência de "indianos". Isso fica tudo ali mais ou menos na mesma zona do Índico.

E antes disto tudo a Eva e o Adão tinham comido um caril.

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E antes disto tudo a Eva e o Adão tinham comido um caril.

Afinal não era uma maçã, era uma chamuça.

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Mas de facto faz sentido isso Ghel, ilhas como as Seychelles, Maldivas, Zanzibar, etc, tambem devem ter sido colonizadas por povos da zona da Índia já que os nativos de lá tambem têm aparência de "indianos". Isso fica tudo ali mais ou menos na mesma zona do Índico.

Eu não disse que não fazia sentido, até porque há provas genéticas bem contundentes. Simplesmente achei "estranho", porque fica ali bem perto da "origem".

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Biólogas derrubam dogma de 20 anos com a produção de um lantibiótico em E. coli.

 

Produção de um lantibiótico em E. coli.

 

Duas biólogas da UA isolaram um antibiótico capaz de combater duas das mais resistentes e patogénicas bactérias hospitalares: Staphylococcus aureus meticilina resistente (MRSA) e Enterococcus vancomicina resistentes (VRE). Produzido pela bactéria de Gram positivo Bacillus licheniformis, isolada numa fonte termal, o composto foi sintetizado pelas investigadoras da UA, pela primeira vez, in vivo, numa bactéria de Gram negativo, quebrando-se desta forma um dogma de 20 anos.

 

 

Em 1941, nascia uma nova era na área da medicina. Howard Florey e Ernst Chain conseguiam produzir, pela primeira vez, à escala industrial, o antibiótico descoberto por Fleming em 1928: a penicilina. Em 2011, Sónia Mendo e Tânia Caetano, duas investigadoras do Departamento de Biologia da UA/Laboratório Associado CESAM, alcançam um novo feito ao conseguir, pela primeira vez, sintetizar totalmente in vivo numa bactéria de Gram negativo o lantibiótico lichenicidina, um composto com propriedades antibióticas.

 

 

«Utilizando Escherichia coli (E. coli), uma bactéria de Gram negativo, que é a mais comum e uma das mais antigas bactérias simbiontes do homem, principalmente em ambiente hospitalar, como hospedeiro, obtivemos, por expressão heteróloga, a síntese deste composto. Esta conquista foi de extrema importância porque conseguimos colocar um organismo de Gram negativo a produzir um composto que, de forma natural, não o produziria», explicam as investigadoras.

 

 

A estirpe produtora de antibiótico, Bacillus licheniformis I89, foi isolada numa fonte termal, a 65 graus, durante um estudo de procura de estirpes produtoras de novos antimicrobianos. O composto produzido inibia o crescimento de bactérias indicadoras, denunciando propriedades antibióticas. Após vários estudos de caracterização fisiológica e genética da estirpe, bem como da caracterização da substância produzida, as investigadoras perceberam que estavam perante um antibiótico peptídico, mais concretamente um lantibiótico, a lichenicidina.

 

 

A investigação desenvolvida parcialmente em parceria com o Instituto de Química da Universidade Técnica de Berlim mostra que o composto original bem como o agora produzido pela bactéria de Gram negativo (E. coli) tem propriedades activas contra estirpes hospitalares como MRSA e VRE, duas bactérias facilmente transmissíveis, principalmente em ambiente hospitalar, e com grande resistência aos medicamentos já existentes.

 

 

«Existem cada vez mais bactérias resistentes ou multi-resistentes aos diferentes antibióticos. O composto isolado possui algumas características particulares que permitem, por exemplo e através de manipulação genética, produzir novos compostos antibacterianos. Por outro lado, dado o seu mecanismo de acção (dois alvos em simultâneo), o desenvolvimento de resistência por parte das bactérias torna-se mais difícil. Este antibiótico pode ter potencial do ponto de vista biotecnológico, não só pela temperatura a que é produzido, 50 graus, mas também, sendo peptídico, permite fazer manipulações que podem, no futuro, originar novos compostos também com actividade antibacteriana melhorada».

 

Os resultados desta investigação foram publicados em Janeiro na Revista especializada Chemistry & Biology (https://www.cell.com/ chemistry-biology/abstract/S1074- 5521%2810%2900445-X)

 

O artigo pode ser lido na íntegra em http://issuu.com/revistalinhas/docs/_15

 

Fonte: ua

 

 

 

Primeiro antibiótico em bactérias E. coli

 

Biólogas da UA conseguiram produzir a lichenicidina

 

Sónia Mendo e Tânia Caetano.

 

Duas biólogas da Universidade de Aveiro (UA) conseguiram produzir, pela primeira vez, um lantibiótico, um tipo específico de antibióticos, numa bactéria de Gram-negativo, um feito inédito que abre novas possibilidades no desenvolvimento de novos antibióticos mais eficazes.

 

Usando a Escherichia coli (E. coli), uma bactéria de Gram-negativo que faz parte da flora bacteriana normal do homem, as investigadoras Sónia Mendo e Tânia Caetano, do Laboratório Associado CESAM da UA, conseguiram produzir a lichenicidina.

Este composto com propriedades antibióticas, que já tinha sido descoberto por Sónia Mendo, em 2004, é produzido pela bactéria de Gram-positivo Bacillus licheniformis, isolada numa fonte termal.

 

Esta foi a primeira vez que cientistas conseguiram colocar uma bactéria de Gram-negativo a produzir um composto que, de forma natural, não o produziria, quebrando-se assim um velho dogma.

 

“Houve vários cientistas que tentaram fazer o mesmo, mas sem sucesso. Nós fomos as primeiras a fazê-lo”, disse à Lusa, Sónia Mendo, acrescentando que o composto produzido por E. coli mantém todas as propriedades antibióticas do composto original. Segundo a investigadora, esta descoberta tem como principal vantagem o facto da E. coli ser uma bactéria que é “muito fácil de manipular”.

 

“Muitas vezes, nos organismos originais não conseguimos fazer as manipulações genéticas necessárias ao estudo dos genes envolvidos no processo e, neste caso, isso é possível”, explicou. Os resultados desta investigação, que foram publicados em Janeiro na revista especializada «Chemistry & Biology», podem, segundo a bióloga, vir a ser aplicados na produção de outros antibióticos ou outros compostos.

 

Falta longo caminho

 

O estudo, desenvolvido parcialmente em parceria com o Instituto de Química da Universidade Técnica de Berlim, que contribuiu com a caracterização da estrutura química do composto, mostrou que a lichenicidina tem propriedades activas contra duas bactérias (MRSA e VRE) associadas a graves infecções hospitalares.

 

No entanto, Sónia Mendo salienta que há, ainda, um longo caminho a percorrer até à sua aplicação e possível produção em larga escala. “É essencial conhecer um pouco mais sobre a natureza química da molécula, o seu exacto modo de acção e a forma como é sintetizada pela célula, para se conseguir optimizar todas as etapas da síntese deste composto e perceber melhor as suas possíveis aplicações, não só ao nível clínico mas também na indústria alimentar e na agro-pecuária”, adiantou.

 

Posteriormente, existe uma fase de testes em laboratório, em animais e numa população restrita de indivíduos. Só após esse longo percurso, o composto poderá ser lançado no mercado.

 

Fonte: Ciência Hoje

Editado por Santiago

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Não sabia onde já se falou nisto portanto fica aqui. Hoje acordei lá para as 3 e meia da manhã e percebi que adormeci meio sentado e com o braço "levantado", tipo quando nos deitamos de barriga para o ar e fazemos almofada com os 2 braços. O braço estava completamente morto, é um pânico enorme quando pego no braço e o deixo cair e não sinto nada, é como se o braço não existisse. Por acaso foram "só" 2 horas assim, e se fosse a noite toda? Tenho um medo terrível disto. Como é possível o braço chegar a este ponto de circulação nula tanto tempo e não haver morte celular?

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Guest Vladimir Ilitch

O que é que é necessário para se diferenciar raças de um determinado animal? Diferenças celulares?

 

Estou a perguntar isto pq hoje li um artigo que dizia que não havia raças dentro da espécie humana e a prova disso era pq era possível um negro doar órgãos a um branco e vice-versa e pq a partir de uma amostra do adn não seria possível distinguir se pertenciam a raça X ou Y. Com isto fiquei curioso para saber..

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O que é que é necessário para se diferenciar raças de um determinado animal? Diferenças celulares?

 

Estou a perguntar isto pq hoje li um artigo que dizia que não havia raças dentro da espécie humana e a prova disso era pq era possível um negro doar órgãos a um branco e vice-versa e pq a partir de uma amostra do adn não seria possível distinguir se pertenciam a raça X ou Y. Com isto fiquei curioso para saber..

Duvido que a nível de adn não seja possível distinguir, visto que há diferenças físicas entre as várias "raças". E não é por aí, hoje em dia é utilizado tecido de bovino por exemplo e o corpo não rejeita. A mim sinceramente o que me parece é que, por exemplo se há raposas de cauda branca e raposas de cauda preta, a comunidade científica não terá problemas em distingui-las como espécies diferentes, o mesmo não se aplica aos humanos porque é um tema tabu, quase que parece mal distinguir entre vários humanos.

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Na especie humana não há raças porque não existem practicamente diferenças genéticas entre individuos de diferentes étnias. Nos animais já é diferente, geralmente as raças surgem porque animais da mesma especie são sujeitos a pressões selectivas diferentes, naturais ou não, o que leva a uma pequena diferenciação genética, acentuada pela falta de cruzamentos entre individuos de raças diferentes (por razões artificiais, de comportamento ou geográficas), mas sobretudo a uma diferenciação fenótipica, ou seja, alteração do aspecto ou comportamentos.

Editado por antifa

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Não sabia onde já se falou nisto portanto fica aqui. Hoje acordei lá para as 3 e meia da manhã e percebi que adormeci meio sentado e com o braço "levantado", tipo quando nos deitamos de barriga para o ar e fazemos almofada com os 2 braços. O braço estava completamente morto, é um pânico enorme quando pego no braço e o deixo cair e não sinto nada, é como se o braço não existisse. Por acaso foram "só" 2 horas assim, e se fosse a noite toda? Tenho um medo terrível disto. Como é possível o braço chegar a este ponto de circulação nula tanto tempo e não haver morte celular?

Também já me aconteceu. Acordei com o braço por cima de mim e apanhei um susto porque pensei que fosse de outra pessoa qualquer.

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