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crazy_cock

Poesia

Publicações recomendadas

obrigado aos dois. :D

um dia terei um best seller :mrgreen:

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Shaft, o meu poema é sobre quem vive à noite e dorme de dia...

 

---

 

De resto, eu não gosto muito desse género de poesia, mas o poema em si está engraçado. Principalmente a ultima estrofe. Muito boa.

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Qualquer coisa de fantástico Shaft! Parabéns e obrigado pelo comentário

 

Já agora, ainda tens o poema que falavas? Gostava de o ler se ainda o tiveres e se não te importares

O primeiro era capaz de ficar bastante engraçado em musica e gosto bastante do segundo, lembra-me algo que escrevi há uns anos.

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Não deixem isto morrer! :mrgreen:

 

Ardem as pontes entre nós

Prendendo o tempo,

tornando o futuro no passado

As lágrimas de uma criança

Molhando o sangue que jaz no chão das ruas

Pisado pelas pessoas sem pudor

Ignorando a dor

dos imortais que mataram

Sem a ponte,

Sem o futuro,

O céu chora violentamente,

Como se um mar caísse sobre a terra,

tentando lavar os pecados.

Pelo menos, não choro sozinho.

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Perdi uma caneta lá prós lados da Várzea.

Se lá fores e a vires, trazeá.

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Infinito, no teu poema, o que é o " óleo moderno " ?

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Não deixem isto morrer. :happy:

 

Eu,

vivendo sem saber

Caminhando de um jeito desengonçado

Tipico de quem não sabe viver

Voando apenas para morrer

Trocando um sonho por miséria

Sem levar a vida alheia à séria.

Eu,

sendo apenas um pedante

Governado pelo tempo

Que nada me paga

E tudo me deve

Sendo miserável e vil

Um vilão patético que nem tem covil

Desde os nove

Um protótipo de Kasparov

Mas insuficiente

Um plágio do verdadeiro

Apenas mais um demente

Para estar na linha da frente

Pronto para disparar mais um morteiro

E o idiota

Que sem saber

Se irá matar primeiro.

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Ando-me a interessar pelos poemas do António Aleixo. É de uma genialidade incrível, mais a mais quando alguns são puro improviso vindo de um homem semi-analfabeto.

 

 

Certo dia, um sujeito, a quem a veia fulminante de António Aleixo não agradava muito, perguntou ao poeta quem era ele afinal. E António Aleixo, num dos seus brilhantes improvisos, respondeu, com toda a clareza e malícia:

 

Fui polícia, fui soldado,

Estive fora da Nação,

Vendo jogo, guardo gado,

Só me falta ser ladrão.

 

 

Noutra ocasião, respondendo às acusações que certos “meninos fúteis” lhe faziam, António Aleixo definiu-se da seguinte maneira:

 

Não sou esperto nem burro

Nem bem nem mal educado

Sou apenas o produto

Do meio onde fui criado.

 

 

E a quem, uma vez, pôs em causa a sua honestidade, ou simplesmente o quis julgar pela aparência, o poeta popular replicou:

 

Sei que pareço um ladrão...

Mas há muitos que eu conheço,

Que, sem parecer o que são,

São aquilo que eu pareço.

 

 

 

Um homem sonha acordado,

Sonhando, a vida percorre,

E deste sonho dourado

Só acorda quando morre.

 

 

Neste carro de burgueses,

Comodamente instalados,

Parecemos dois marqueses

Com os brasões empenhados.

 

 

Na sociedade dos ricos,

Movidos pela vaidade,

Há quem faça do cú três bicos,

Para entrar na sociedade.

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Quando morrer nao havera tiros

nem choros nem gritos

apenas um imenso nada,

a celebrar esta vida apagada

 

 

Estava a ler este topico penso que pela primeira vez, a ler os ultimos do shaft e o "nao deixem morrer isto" e isto saiu-me assim durante os 20 segundos que tive a janela do reply aberta :mrgreen:

Editado por joe

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Desculpem o desenterro, mas encontrei um "poema" que escrevi há algum tempo e decidi partilhá-lo (pensei que já tinha postado aqui, mas não encontrei nada)

 

Para que conste, este texto é inspirado num desenho (abstracto).

 

Um mundo fantástico,

mas também complexo

que estava organizado...

uma organização sem nexo.

 

Ruas tristes

perdidas no Mundo

Ruas esquecidas

Ruas sem futuro

Ruas em que tudo muda

em menos de um segundo

Ruas sem protecção

desprotegidas de tudo

Ruas perdidas

a cair num poço sem fundo

Ruas separadas

em que não se sabe nada

Ruas silenciosas

Ruas infelizes

Ruas amarguradas

Ruas sem piada

Ruas que se definem,

com a palavra NADA!

 

São ruas libertas

estreitamente amplas

com uma luz brilhante apagada

onde as estrelas são permanentes

porque a noite não acaba

são Ruas onde o silêncio diz tudo

e as vozes não dizem anda

 

São Ruas barulhentas

de um silêncio ensurdecedor

onde a noite não tem fim

são Ruas sem valor

são Ruas sem beleza

são Ruas sem esplendor.

 

:)

 

Como podem ver, a parte a bold soa muito a... cliché :mrgreen:

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Diz

apenas diz

só diz

 

Diz o que sentes

o que queres sentir

só se não tentares

não vais conseguir

 

Diz

fala

transmite

por favor não cales

o que o coração não omite

 

Palavras

frases

mas diz

em verso

rimando

apenas diz

 

será tão difícil

dizer o que se sente?

Ou será um previlégio

ao alcance do boa gente?

 

Tu sabes que é

Mas que não invejo

são as minhas palavras

as gotas do Tejo

sempre em caminho

sempre a procurar

sempre a desejar

saber o que é saber amar

 

 

Falta a pontuação e tal, mas pronto.

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Delírios

 

Escuridão apazigua o mundo,

perigo delirante e fundo

Tento vir a tona provar a vida

mas nunca funciona não encontro a saída

 

O anoitecer deixa-me moribundo

vejo a minha vida a passar a cada segundo,

Será vida ou será delírio? Não te sei dizer

Por ventura só saberei instantes antes de morrer

 

A minha existência excedeu o prazo,

Esperei por carinho, amor e um abraço.

Fui feliz sem saber, alegre sem perceber

Quando dei por mim já estava a sofrer

 

Quando dei por mim já estava a sofrer

E assim permaneci relutante sem entender.

Algures no caminho desviei-me do trilho

O ódio já cá estava, eu só acendi o rastilho.

 

 

feito numa aula de filosofia xD

Editado por Blast

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Feito para a 15.ª edição do concurso "Dar Voz à Poesia":

 

Título

 

Deixo-o sempre para o fim.

Pobre coitado que não tem culpa

De ser criado por mim.

 

Não se trata de discriminação.

Simplesmente não consigo ser regrado

Por outras normas que não as do coração.

 

E não é que não o imagine primeiro.

A questão é que começo um texto por Março

Quando o devia iniciar por Janeiro.

(Mas que indisciplina mostro? Obsoleto, eu,

Por não escrever com minúscula as iniciais dos meses?

Criação de quando a burrice teve o seu apogeu!)

Reconheço contudo a sua importância.

Funciona como uma máscara

Que disfarça a pútrida ganância.

 

Não vem nos braços de um quiasmo.

Mas pode abraçar uma metáfora ou uma hipérbole,

Fazendo de mim um perfeito asno.

 

Ainda bem que não sou um.

Já me basta escrever isto

Sem que isto tenha nexo algum.

 

Mas não o desejo mal.

Ele ainda não chegou ao cúmulo

De magoar o meu Portugal.

(Esses, responsáveis pelo degredo

Com que ferem o meu já triste país,

Nunca me irão calar pelo medo.)

Caramba, que ironia das ironias…

Hoje foste a primeira palavra que escrevi, título.

Há quanto tempo de mim não te rias?

Editado por C-4

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Fica aqui umas coisas que escrevi hoje.

 

Aqui falo de guerra , falo de dor

Aqui Falo de magoa , falo de amor

Não carrego todas as verdades do mundo

Por isso ouço com mente incerta qualquer vagabundo

Meu pai chama-me Daniel , Outros chamam-me Mc

Para policia chamo-me marginal, mas mesmo assim

Querido para muitas, mas amado apenas para ti

Podia dizer que não mas desculpa ao mentir sei que errei

prometo a partir de hoje para ti sincero sempre serei

não sei o que queres mas, a vida para frente

mas do estou lado juro que sempre estarei

és a minha unica certeza para além da morte

no meio azar e do escuro es a a minha sorte

A luz no fundo no tunel,

és o que me guia meu sul e norte,

 

Quem tem , tem quem nao tem ,tem de fazer para ter

Por isso ves-me sempre 24\7 a escrever

Porque não tenho e atrás do meu sonho vou a correr

Não corro atrás da grana corro na esperança

De espalhar minha mensagem e unir rap numa aliança

Não existe melhor e pior ,cada um contrubui com sua parte

Corro pela espalhar e contrubuir para mundialização da arte

Não gozes como eu escrevo , faz uma critica construtiva

poruqe nao ajudas só a mim , meu problema é o problema de outro alguém

mas se for para chingar estás a vontade , apenas largo mais uma ogiva

ou melhor apenas dou desprezo a quem degenera a minha imagem

Mas ao menos mostra a cara não sejas mais um zé ninguém

Trabalha para teres o que queres , mas não esperes

Que vida te sorria , pq enquanto esperavas por algo

Havia alguem que atrás dela corria, agora que agarrou não a largou

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Não pertencem ao mesmo poema, certo?

 

Tem uns quantos erros, a construção das frases está má (toma mais atenção às vírgulas) e as dicas são muito clichés e algumas demasiado batidas e usuais. Mas se tiveres a iniciar, é normal isso acontecer. Força nisso.

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Não pertencem ao mesmo poema, certo?

 

Tem uns quantos erros, a construção das frases está má (toma mais atenção às vírgulas) e as dicas são muito clichés e algumas demasiado batidas e usuais. Mas se tiveres a iniciar, é normal isso acontecer. Força nisso.

 

Não são do mesmo poema , obrigado pela opinião :)

Editado por Hansu

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Edit: nvm

Editado por Hawkeye

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