Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Victarion

[Núcleo] Serie A

Publicações recomendadas

O byo o trabalho que o homem fez este ano é de louvar. Merecia ficar pelo menos mais um ano. Mas eu também se fosse saia. O Berlusconi não lhe dá renovo. Ou seja, ele ficava no Milan e no final da época ia com os ciganos e sem clube. Assim pelo menos ele saindo já tem a Roma que não tem um plantel nada mau e que vai ser bastante melhorado, com Benatia se calhar como ele queria po Milan e quem sabe Nainngolan apesar de não sermos os unicos em cima do Belga.

 

eu nao acho que seja de louvar. O Milan perdia pontos de forma estupida. Eu nao digo que o Milan fosse campeao, mas desde o inicio que perdemos pontos absurdos e muito por culpa dele. Quando estava quase a levar o chuto, la começou a ganhar e na minha maneira de ver porque estando com os tomates na boca arriscava tudo com um 4-2-4.

 

De Sciglio e El92 foram quase obrigaçoes ter que jogar com eles. Alem que foi Mangia que começou a jogar com El92 nos Sub21 encostado a esquerda. No Milan insistia a pô-lo a direita ou no centro onde se via que nao rendia o que podia.

 

No meio campo, jogando em casa nunca punha jogadores com mais capacidade defensiva, mesmo contra equipas que era obrigatorio ganhar. Nos ultimos jogos ja se via outra vez uma equipa nervosa, sem cabeça e organizaçao e ele nao conseguia tomar redeas. Poucas vezes o Milan era organizado e pior ainda quando necessitava.

 

Fomos buscar Salamon e Zaccardo e a aposta era continua em Bonera.

 

Mesbah foi a pedido (so por isso era despedi-lo)

 

Cristante, faz meses que é dado como jogador do Milan na proxima epoca e nem um minutos sacou este ano. Se é jogador, como toda a gente ligada ao mundo do Milan diz para pertencer ao plantel principal na proxima epoca, porque nao jogava. Ainda por cima retratam-no como vice- Monto. Este teve um mes parado e jogava com 3 tratores! Para nao falar no Traore que estando ao lado do Cristante no Banco entrava o primeiro.

 

No final da epoca, aliado ao nervosismo, nos jogos mais importantes poe El92 no banco. é verdade que ele estava em decrescimo de forma, mas mais vale uma perna do El92 que este Robinho. E basta dizer que um desses jogos foi frente ao Napoli em que queriamos o segundo lugar. E o outro foi frente ao Siena no tudo por tudo.

 

Em 3 anos de treinador do Milan, o Milan tera marcado como 5 golos de cantos ou livres para a area. é ridiculo. atendendo que sofremos aos pacotes deste tipo de golos. Nao é necessario ser um Strama, mas tao mau assim ,so para ai na Lega Pro.

 

Gabriel tem potencial e tambem foi preferivel apostar em Amelias qd Abbiati nao jogava.

 

E outro jogador queimado foi o Boateng. Nao tinha posiçao fixa nem estabilidade com Allegri.

 

Entretanto também ja sairam noticias com atritos com o Balotelli. Atritos com este, ja se queimou tambem. :D

 

Por muita coisa eu digo que Allegri nao merece continuar. O cheirinho do que o Milan pode fazer, mesmo com uma equipa mais fraca do que a Juve ha que admitir, foi dado frente ao Barcelona em casa e em poucos mais jogos. A equipa precisa de trocar a bola. Ser eficaz nas bolas paradas e entrar para ganhar. Algo que com Allegri, neste Milan, é dificil.

 

Na Roma, com os jogadores que tem e com menos pressao pode fazer melhor trabalho, mas pronto. Estava na hora de mudar.

 

PS: digo isto tudo e amanha sai que fica e la tenho eu que o aceitar como meu treinador mais uma epoca

Editado por byoplayer

Compartilhar este post


Link para o post

de16rossi, limpa a caixa de mps

feito.

 

byplayer em Roma não tem menos pressão. Os adeptos são bue exigentes, certo que dificilmente lutará pelo titulo mas depois da derrota na taça os adeptos vão exigir o dobro de quem vier.

Compartilhar este post


Link para o post

feito.

 

byplayer em Roma não tem menos pressão. Os adeptos são bue exigentes, certo que dificilmente lutará pelo titulo mas depois da derrota na taça os adeptos vão exigir o dobro de quem vier.

 

pois. a ver se tem sorte. entretanto ja li tb que ele quer o Naingollan para o lugar do Pjanic. Este trator pelo menos tem pés. Mas prepara-te para teres tipo De Rossi (senao sair) Bradley - Naingollan ou outro trator no meio.

Compartilhar este post


Link para o post

pois. a ver se tem sorte. entretanto ja li tb que ele quer o Naingollan para o lugar do Pjanic. Este trator pelo menos tem pés. Mas prepara-te para teres tipo De Rossi (senao sair) Bradley - Naingollan ou outro trator no meio.

Aqui acho que ele vai jogar 4-3-3 ou 4-2-3-1.

Compartilhar este post


Link para o post

Aqui acho que ele vai jogar 4-3-3 ou 4-2-3-1.

 

pois. Ele no Milan alas, so quando foi obrigado. No entanto ultimamente ate queria jogadores para la, como por exemplo Cerci que é um pedido dele

Compartilhar este post


Link para o post

Sampdoria 1986-1992

 

sampdoria1992.jpg

 

Grandes feitos: Vencedora da Taças das Taças(1989-1990), Vencedora do Campeonato Italiano (1990-1991), Vencedora da Taça de Italia (1987-1988 e 1988-1989) e Vencedora da Supertaça de Itália (1991)

 

Equipa base: Pagliuca; Mannini, Pellegrini (Lanna), Vierchowod e Bonetti; Cerezo e Pari (Invernizzi); Lombardo (Muñoz, Salsano), Katanec (Dossena) e Vialli; Mancini

Técnico: Vujadin Boskov

 

Sob a batuta dos Gêmeos do Golo

 

Inter, Juventus, Milan, Napoli e Roma foram algumas das equipas que colecionaram títulos tanto em Itália quanto fora dela, consolidando uma era de ouro da Serie A, que tinha o status de liga mais estrelada e disputada do planeta, muito á frente de Espanha, Alemanha e Inglaterra, as vedetas neste século XXI.

 

E foi naquela época que outra equipa, pequenina perto dos gigantes italianos, também brilhou ao praticar um futebol competitivo, brilhante e talentoso: a Sampdoria.

A equipa de Gênova possuía um notável equilíbrio entre defesa e ataque, muito graças ao técnico Vujadin Boskov, ao guarda redes Pagliuca, ao defesa Vierchowod, ao médio defensivo Cerezo e aos “irmãos gêmeos” do ataque Mancini e Vialli, uma das duplas mais letais e entrosadas de toda a história do futebol italiano. Entre 1986 e 1992 a Samp deixou de ser uma equipa pequena e sem títulos para tornar-se uma potência que levantou taças em Itália e na Europa. Por muito pouco, o clube não levantou uma incrível Liga dos Campeões na temporada 1991-1992, quando foi derrotado no prolongamento pelo Barcelona do técnico Johan Cruyff.

 

Geração de ouro

 

Em 1985, a Sampdoria conquistou a sua primeira Coppa de Italia ao derrotar o Milan nos dois jogos da final (1-0 em Milão e 2-1 em Gênova). Aquela equipa ficou marcada pela revelação de grandes talentos, entre eles Roberto Mancini e Gianluca Vialli, que rapidamente ganhariam o apelido de “Gêmeos do Golo” tamanho entrosamento e facilidade para fazerem jogadas entre si. Depois de uma taça e de finalista vencido em 1986, o então treinador Eugenio Bersellini deu lugar ao iugoslavo Vujadin Boskov, que já tinha feito um bom trabalho no comando do Real Madrid no final dos anos 70 e início da década de 80, ao conduzir o clube merengue ao título no Campeonato Espanhol de 1980 e a duas Taças do Rei em 1980 e 1982, além de uma final da Liga dos Campeões em 1981, frente ao super Liverpool de Kenny Dalglish e Bob Paisley.

 

Logo apos a sua chegada, Boskov ganhou o reforço de Toninho Cerezo, célebre médio brasileiro estrela do Atlético Mineiro, e depois da Roma. Na sua primeira temporada, o treinador já mostrava que aquela equipa daria muito trabalho aos gigantes de Itália, principalmente pela maneira de jogar. A Sampdoria explorava muito a velocidade dos seus médios e avançados e o talento de Cerezo, que surgia como um elemento surpresa no ataque, além dos seus habituais lançamentos precisos. No campeonato nacional, o clube ficou em 6º lugar, mas conseguiu bons resultados, como um 4-1 sobre a Juventus de Platini, vice-campeã na temporada 1986-1987 (o campeão foi o Napoli de Maradona). Sem taças naquele ano, a equipa daria alegrias aos adeptos já na temporada 1987-1988.

 

Taças e o primeiro encontro com o Barcelona

 

Reforçada por um talentoso e novato guarda redes chamado Gianluca Pagliuca, a Sampdoria venceu na temporada 1987-1988 a Coppa de Italia, depois de vencer o Torino na grande final. No Campeonato Italiano, o clube ficou na 4º posição e Vialli foi o goleador da equipa com 10 golos.

 

A conquista da Taça nacional deu à equipa um lugar na taça das Taças da temporada seguinte, de 1988-89. Nela, os italianos despacharam Norrköping, da Suécia, Carl Zeiss Jena, da Alemanha, além dos romenos do Dínamo Bucareste e os belgas do Mechelen até chegarem à final, disputada na Suíça. A equipa de Mancini e Vialli teve pela frente o Barcelona, comandado na altura por Johan Cruyff e com jogadores como Zubizarreta, Amor, Salinas, Lineker e Beguiristain. Com um golo no inicio do jogo e outro no final, o clube catalão ficou com a Taça das Taças, e a Sampdoria sucumbiu na sua primeira final continental.

 

Porém, nem tudo foi dramatico naquela temporada. O clube venceu novamente a Coppa de Italia de maneira inesquecível. Gianluca Vialli esteve infernal e marcou 13 golos, recorde numa só edição da competição e que permanece até hoje. Na final, a equipa perdeu o primeiro jogo para o Napoli por 1-0. No entanto, a segunda mão foi um recital de 4-0, golos de Vialli, Cerezo, Vierchowod e Mancini. A vitória mostrou a todos que aquela equipa já era, sim, uma das potências de Itália, a ponto de poder lutar de igual para igual contra o próprio Napoli de Maradona, o Internazionale de Matthäus e o Milan de van Basten.

 

Cada vez mais forte

 

Na temporada 1989-1990 a Sampdoria reforçou ainda mais o seu plantel com dois jogadores que seriam fundamentais para dar ainda mais qualidade e perfomance no meio-campo: o iugoslavo Srecko Katanec, que vinha de uma boa passagem pelo Stuttgart, e o italiano Attilio Lombardo, ótimo medio e ponta-direita que brilhou antes na Cremonese. Na Serie A, a equipa ficou outra vez na parte de cima da tabela, mas não conseguiu lutar pelo título e terminou na 5ª posição. Na Taça de Italia, a equipa chegou até ás fases finais, mas foi eliminada. O grande interesse da equipa na temporada era, na verdade, a Taça das Taças, perdida no ano anterior. Vialli, Mancini e companhia tinham a certeza de que era possível lutar novamente pelo caneco.

 

Saga europeia

 

Na Tala das Taças de 1989-1990, a Sampdoria começou a sua caminhada contra o Brann, da Noruega, e venceu os dois jogos: 2-0 fora de casa (golos de Vialli e Mancini) e 1-0 em casa (golo de Katanec). Nos oitavos de final, o duelo contra o Borussia Dortmund foi equilibrado. Na primeira mão, na Alemanha, empate em 1-1 (golo de Mancini). Na segunda mão, Vialli marcou duas vezes, na segunda parte e deu a vitória por 2-0 aos italianos.

 

Nos quartos de final, mais duas vitórias contra os suíços do Grasshopper: 2-0 em casa (golos de Vierchowod e Meier a fazer auto-golo) e 2-1 fora de casa (golos de Cerezo e Lombardo). O passaporte para a segunda final seguida foi carimbado contra o Monaco de George Weah na meia final. No primeiro jogo, em França, empate 2-2 (dois golos de Vialli) na segunda mão, Vierchowod e Lombardo fizeram os golos da vitória por 2-0. A Sampdoria estava na final.

 

Vencedores

 

A final da Taça das Taças de 1989-1990 foi entre a Sampdoria e o Anderlecht, que lutaram pelo título continental na cidade de Gotemburgo, na Suécia. Depois de 90 minutos em que as duas equipas se anularam, coube ao goleador da competição decidir o jogo a favor dos italianos: Vialli. O craque marcou duas vezes no prolongamento, aos 105 e 108, e deu o primeiro e histórico título continental à Sampdoria. Era a consagração daquela equipa que merecia há anos uma taça como aquela. Vialli terminou como melhor marcador da competição com 7 golos. O desempenho do clube naquela temporada resultou na convocatoria de 5 jogadores da equipa para o Campeonato do Mundo de Itália de 1990: Pagliuca, Vierchowod, Mancini e Vialli (seleção da Itália) e Katanec (seleção da Iugoslávia).

 

Entre outubro e novembro de 1990, a Sampdoria teve a oportunidade de conquistar mais um título internacional, mas perdeu para o Milan de Arrigo Sacchi a final da Supertaça Europeia. No entanto, os comandados de Boskov teriam o canto do cisne na temporada 1990-1991: a Serie A.

 

A Itália a Genova pertence!

 

Já vencedora da Taça nacional e da Taças das Taças, a Sampdoria precisava aproveitar a ótima fase do seu plantel (e o início da queda do Napoli de Maradona) e lutar definitivamente pelo título no Campeonato. E foi o que ela fez. Forte, dinâmica e dificílima de ser derrotada, a equipa não deu hipoteses aos rivais e conquistou o seu primeiro scudetto da história com uma campanha magnífica: 20 vitórias, 11 empates e apenas 3 derrotas em 34 jogos, com 57 golos marcados (melhor ataque) e 24 sofridos. Vialli deu show outra vez ao ser o melhor marcador do campeonato com 19 golos. Mancini, seu “irmão gêmeo”, marcou 12.

 

Na campanha do título, a Sampdoria mostrou força em casa ao vencer as maiores potências da competição: 1-0 sobre a Juventus, 4-1 ao Napoli, 3-1 sobre o Inter e 2-0 ao Milan. Fora de casa, a equipa também mostrou a sua artilharia pesada ao golear o Napoli por 4-1 e ao bater o Inter por 2-0 e o Milan por 1-0.

 

Na mesma temporada, a equipa foi finalista de mais uma Coppa Italia, mas perdeu a Taça para a Roma. A vingança, no entanto, veio pouco tempo depois na final da Supercopa Italiana, quando a Sampdoria derrotou a Roma por 1-0, golo de Mancini. A conquista da Serie A credenciou a equipa de Gênova a uma inédita participação na Liga dos Campeões, em 1991-1992.

 

Que estreia!

 

A inédita participação na Liga dos Campeões consumiu todas as energias da Sampdoria, por isso, a equipa ficou apenas no 6º lugar no Campeonato Italiano de 1991-1992.

Na Champions, a equipa massacrou o Rosenborg, da Noruega, na fase preliminar ao vencer por 5-0 no jogo em Itália, com golos de Lombardo (2), Dossena (2) e do brasileiro Silas. Na segunda mão, na Noruega, outra vitória, dessa vez por 2-1 (golos de Vialli e Mancini). Na etapa seguinte, uma batalha diante do Budapeste Honvéd. No primeiro jogo, na Hungria, derrota por 2-1. Na segunda mão, Lombardo e Vialli (2) garantiram a vitória e a classificação para a fase de grupos, uma novidade na competição daquele ano. Os primeiros colocados de cada um dos dois grupos iriam á final.

 

A Sampdoria disputou um lugar na final com o forte Estrela Vermelha (os iugoslavos eram, naquele momento, campeões europeus), Anderlecht e Panathinaikos. Os italianos derrotaram o Estrela em casa (2-0) e na Iugoslávia (3-1), empataram sem golos com o Panathinaikos na Grécia e por 1-1 em casa e perderam na Bélgica para o Anderlecht (3-2), vencendo em casa por 2-0. Com três vitórias, dois empates e uma derrota, a equipa conseguiu, logo na sua primeira participação na Liga dos Campeões, um lugar na badalada final, que seria disputada no estádio de Wembley. Mas, por ironia do destino, a equipa italiana teria que defrontar o mesmo fantasma de há três anos antes: o Barcelona.

 

O fim do sonho

 

A final entre Sampdoria e Barcelona tinha tudo para ser emocionante. Ambas as equipas tinham planteis muito bem organizados taticamente e possuíam talentos em todos os setores do campo. No papel, o Barcelona levava vantagem, mas a Sampdoria não podia ser deixada de lado principalmente pelo seu meio-campo rápido e criativo, bem como o extraordinário Vialli, que faria exatamente naquele jogo a sua última partida com a camisola da equipa de Gênova - dali, ele partiria para mais títulos e sucessos na Juventus.

 

O jogo foi aberto e com hipoteses claras de golo para as duas equipas. Do lado do Barça, Guardiola, Ferrer, Laudrup e Stoichkov atormentavam constantemente a defesa italiana. Já na Samp, a movimentação de Mancini, Vialli, Lombardo e Cerezo originava boas oportunidades de golo, mas a falta de pontaria e as defesas de Zubizarreta prejudicavam a equipa italiana Depois de 90 minutos e 0-0 no marcador, o jogo foi para o prolongamento.

 

Nele, aos 6 minutos da segunda tparte, uma falta na entrada da área da Samp parecia o último momento de perigo no jogo, que se estava a encaminhar para os penalties. Foi então que o holandês Ronald Koeman fez um dos seus fabulosos remates e marcou o primeiro e único golo daquela final: 1-0. Os catalães conquistavam o seu primeiro título na Liga dos Campeões e a Sampdoria sucumbia pela segunda vez diante do clube azul e grená.

Ali, terminaria a fase de ouro da equipa de Gênova.

 

Eternos e o fim

 

A derrota na final europeia foi o fim de um ciclo de ouro na equipa da Sampdoria. O técnico Boskov partiu para a Roma, Vialli foi para a Juventus, Cerezo foi para o São Paulo e a espinha dorsal daquele plantel encantador e competitivo era desmantelada. O clube ainda venceu uma Coppa de Italia em 1994, mas campanhas más na Serie A culminariam com a descida da Samp para a Serie Bem 1999.

 

Desde então, a clube nunca mais voltou a conquistar títulos e tem a esperança de voltar a brilhar em Itália. Enquanto isso, os adeptos recordam-se de Mancini, Vialli e Cerezo dos feitos históricos de uma equipa que encarava sem medo os maiores clubes europeus entre 1986 e 1992. Uma Sampdoria histórica.

Compartilhar este post


Link para o post

941814_675672585793307_2075458452_n.jpg

 

E faz hoje 28 anos que a Juventus conquistou a sua 1ª Liga dos Campeões.

 

Infelizmente, isso tambem significa que fazem 28 anos desde a Tragédia de Heysel.

 

RIP ao adeptos da Juventus mortos devido aos holligans do Liverpool.

Compartilhar este post


Link para o post

Conte: ''Juventus assinou com Diego quando aconselhei a fechar com Robben''

 

Antonio Conte revelou na sua biografia que aconselhou a Juventus a contratar Theo Walcott ou Arjen Robben no verão de 2009, mas o então diretor desportivo Alessio Secco optou em assinar com o brasileiro Diego.

 

Na altura, o ex-treinador do Siena era um dos candidatos para assumir o lugar de Claudio Ranieri, na Vecchia Signora e disse que preferia contratar um extremo do que um médio ofensivo.

 

No entanto, o diretor da Juve decidiu trazer o brasileiro do Werder Bremen e os bianconeri tinham escolhido Ciro Ferrara para seu novo treinador ao invés de Conte.

 

"Secco e os outros assinaram com Diego, afinal de contas, e no entanto, para conquistar os adeptos Eu perguntei se ele tinha pago € 25 milhões e ele confirmou que o Diego tinha sido caro, mas insistiu que todo o mundo dizia que era um bom jogador", ressaltou.

 

Diego deixaria a Juventus para assinar pelo Wolfsburg, no verão de 2010, depois de apenas uma temporada na Serie A.

Inacreditavel.

 

Este Alessio Secco foi msm um dos piores directores desportivos da história da Juventus.

Foi flop atras de flop.....desde o Diego, passando pelo que gastou no Felipe Melo, e acabando em ter feito do Amauri o segundo jogador com o salário mais alto da equipa na altura.

 

Pessimos tempos, felizmente ja terminados.

Compartilhar este post


Link para o post

The Brand Finance Football 50 2013 - relatório

 

Juve a subir 3 lugares na lista de clubes mais valiosos.

 

De 16º para 13º, a ultrapassar o Inter e a aproximar-se do Milan.

 

Cada vez mais parte de chegar ao lugar que lhe pertence, ou seja ao top-10.

Compartilhar este post


Link para o post

oh companheiro, tenta por essa mrd toda num só post, pfv. Não tou a gostar mt do scroll em demasia que tou a fazer. Obrigadinha.

Compartilhar este post


Link para o post

«Quero ser o melhor do mundo e ganhar a Bola de Ouro» - Pogba

 

Uma das boas surpresas da Juventus nesta época, Paul Pogba, 20 anos, refere que tem todas as condições para, no futuro, conquistar a Bola de Ouro, troféu que consagra o melhor jogador do mundo.

 

«Quero ser o melhor do mundo e ganhar a Bola de Ouro, mas para conseguir isso tenho de evitar chegar atrasado aos treinos e não ser multado. Não tenho uma má cabeça, sei de onde vim. Só tenho uma personalidade forte, sou direto», admitiu o médio francês, citado pelo site Goal.com.

 

426651_675181729175726_1747628075_n.png

 

È isso mesmo, convem nao voltar a chegar atrasado a um treino.

Compartilhar este post


Link para o post

Oficial: Padelli ex guarda redes da Udinese, reforça o Torino.

 

Deverá ser o suplente de Gillet.

Compartilhar este post


Link para o post

Acho que deveriam abrir um tópico só sobre a Juventus, ele ia gostar. :)

 

Tenho a certeza que o tópico não falecia.

Compartilhar este post


Link para o post

Citação do jornal "A Bola" online

2lmx62x.gif

José Mourinho quer Marchisio no Chelsea
O meio-campo é a zona do terreno que mais preocupa José Mourinho, que está de regresso ao `seu` Chelsea.
O treinador português, que queria contratar João Moutinho, afirma o Tuttomecato, aponta agora agulhas à contratação de Claudio Marchisio.
A Imprensa transalpina avança que os blues estão dispostos a oferecerem 25 milhões de euros à Vecchia Signora para abrir mão do médio de 27 anos, que tem contrato com a Juve até 2015 e uma cláusula de rescisão cifrada nos 60 milhões de euros.
De Rossi, da Roma, é o outro nome que está na agenda do Chelsea.


25 milhoes pelo Marchisio?? :funny: Com essa proposta nem uma resposta levam.

Esse dinheiro dava sim para contratar o De Rossi, mas nunca o Marchisio.

Compartilhar este post


Link para o post

Empate 1 a 1.

 

2ª parte foi toda nossa!

 

Agora é resolver Domingo no Armando Picchi e voltamos à Serie A.

 

Completamente merecido pela época toda, pelo grupo que tá aqui criado, pelo treinador, pelo futebol apresentado.

 

Non un passo indietro !

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Popular Agora

  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...