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Cinema | Discussão Geral

Publicações recomendadas

A Diane Kruger no pouco que esteve no filme, também esteve bastante bem. A química entre a Diane e o Cranston foi excelente.

Editado por Keef

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De certa forma era, mas consigo compreender o porquê de ele ser assim. Na sua percepção ele que já que tinha vivido nos dois "mundos" saberia o que é melhor por ter essa experiência e não queria ver os filhos caírem em erros ou tentações desse antigo mundo a que ele conseguiu fugir. Há ali uma relação familiar muito complexa, até no caso da mãe que queria voltar para casa dos pais mas que depois desistiu. E no final, ele tentou encontrar um certo balanço entre esses dois mundos. Na vida não há fórmulas, não há uma maneira certa de viver, e ao longo do filme fomos vendo esse confronto entre diferentes percepções e modos de vida. Ele no fundo, criou a sua utopia para que os filhos a pudessem viver, mas cada um deles terá outras ambições e desejos como o Bo querer ir para a faculdade. E o filme faz questão de frisar que apesar de todas as boas intenções que ele tenha e ambições em criar seres perfeitos, ele continua a ser um humano, com todos os defeitos e qualidades que isso trás, está limitado pela sua condição e os filhos dele também. Como quando a filha cai do telhado, é um choque para ele porque pensava que depois de todo aquele treino não haveria margem para erros.

 

E também me vieram lágrimas muitas vezes. Eu senti imenso a ligação entre eles, nesse aspecto está impecável.

 

 

 

 

Faz sentido, e passam mesmo esse "struggle" entre os dois mundos. Pá, a par do Swiss Army Man, ultimamente foi dos filmes que conseguiu mexer mais comigo. Não foram os melhores filmes mas foi com os quais me identifiquei mais. Ainda por cima, na série Westworld tem uma passagem engraçada. Algo deste género: "Os livros são histórias que queremos vivenciar mas que não temos coragem para o fazer". Acho que é por isso que este tipo de histórias mexe mais comigo :confuso:

 

 

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Faz sentido, e passam mesmo esse "struggle" entre os dois mundos. Pá, a par do Swiss Army Man, ultimamente foi dos filmes que conseguiu mexer mais comigo. Não foram os melhores filmes mas foi com os quais me identifiquei mais. Ainda por cima, na série Westworld tem uma passagem engraçada. Algo deste género: "Os livros são histórias que queremos vivenciar mas que não temos coragem para o fazer". Acho que é por isso que este tipo de histórias mexe mais comigo :confuso:

 

 

 

Ya, a maneira como os miúdos são autênticos e únicos, cada um da sua maneira, cria em mim um fascínio e uma vontade de conhecer pessoas assim. E ver aquilo representado assim dá-me mais força para continuar a ser aquilo que eu quero. Há valores que são resgatados pela identificação com a obra. No fundo o que nos faz gostar de obras são ideias ou valores que nós próprios já temos, nós vivenciamos tudo a partir da nossa percepção e aquilo ilumina algo em nós que podia estar oculto mas que já lá estava. Eu dou por mim a querer viver mil realidades diferentes, e o cinema, a literatura, a música, a pintura... dão-nos isso por uns instantes. É e não é uma fuga ao mesmo tempo, porque fugimos de uma parte de nós por instantes mas para vivenciar outra, que podia não estar presente, mas que faz parte de nós na mesma, só nunca a vivenciamos. Porque tudo funciona por identificação, aquilo faz-nos sentido por razões muito próprias que por vezes nem conseguem ser racionalizadas. E é aqui que a arte se torna interessante, na capacidade de nos criar alternativas para a nossa vida e de realmente criar uma ação condizente com aquilo que sentimos. Cada obra resgata um mundo novo que te estava oculto e a tua reação a ele é o que te vai mostrar o quão essa realidade faz sentido para ti. Porque a vida é infinita nas escolhas que te dá, e são as escolhas que fazemos que criam a nossa própria realidade. Ver um filme ou ler um livro é como navegar na percepção de outra pessoa e isso pode ser um exercício de conhecimento do outro e de nós próprios, se assim o quisermos porque descobrimos os valores e conexões que os autores dão às coisas, como o Von Trier, o Lynch, o Kerouac e o Kubrick. São universos tão distintos e únicos à sua maneira e ver aquilo com que nos identificamos na visão deles e identificar os valores diferentes que temos cria essa tal noção do que somos. É fascinante.

 

 

Editado por frnk th tnk

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Dark Circles

 

A história não é a mais original e o final causa certas inconsistências. Nesse aspeto não é um bom filme, porém há certos momentos que funcionaram comigo, até houve um ‘jump scare’ que genuinamente me assustou, ao ponto de me colocar a rir, em vez de me ter deixado chateado por ser mais um ‘jump scare’.

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Daniel Day-Lewis: Este é o processo criativo de um dos melhores atores da atualidade

 

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Um dos atores mais peculiares de Hollywood atualmente, Daniel Day-Lewis, agora Sir, apresenta-se também como um dos mais bem-sucedidos da indústria. Sendo o único com três Óscares na categoria de Melhor Ator Principal na bagagem, o inglês apenas figurou em 5 filmes desde 1998 e apresenta-se como um profissional exímio no que toca à exploração das suas personagens. Um ator que não se limita a representar mas sim a absorver e a transmitir os fundamentos e as crenças de uma mera personagem que, para além de ganhar uma vida, ganha uma atitude.

 

De ascendência polaca e filho de uma progenitora judia, o inglês foi várias vezes vítima de bullying na escola pelos seus colegas, para reverter esta situação Day-Lewis começou a dominar a pronúncia local e a despistar os seus “bullies” com o que o próprio viria a declarar “primeira grande interpretação”. Com uma personalidade já bastante irreverente e oscilante, o britânico viria a perpetrar furtos e a mostrar sinais de pretender alguma flexibilidade e liberdade para dar azo às suas virtudes. Isso ocorreu quando ingressou numa escola independente que o conduziu à sua estreia na representação com 14 anos de idade no filme Sunday Bloody Sunday, em 1971. Filho de um poeta, Cecil Day-Lewis, e de uma atriz, Jili Balcon, a arte nunca lhe foi estranha e seguiria consigo até aos dias de hoje, assim como traços pouco ortodoxos da sua personalidade.

 

Com uma participação discreta no galardoado filme Gandhi, em 1982, foi nessa mesma década que a sua carreira deu um salto qualitativo. Com um papel controverso de um gay envolvido numa relação interracial no filme inglês A Room with a View (1985), o impacto foi elevado sobretudo pela austera política vivida no país de Sua Majestade graças à “Iron Lady” MargaretThatcher. De seguida, em 1987, evidenciou-se mais um traço peculiar e até obsessivo do ator ao estudar intensamente a língua checa para a personagem e ao não largá-la durante os oito meses de gravações de TheUnbearable Lightness of Being, interpretando-a até fora dos estúdios.

 

Constituinte da nova fornada de atores britânicos dos finais dos anos 80 conhecida por “Brit Pack” com atores como Gary Oldman, Tim Roth e Colin Firth, foi o próprio Day-Lewis que acabou por ser o mais galardoado e, paradoxalmente, o menos profícuo em trabalhos. No seu primeiro êxito em 1989 com My Left Foot, o inglês visitou frequentemente clínicas onde se encontravam indivíduos com deficiências motoras e visuais de forma a estruturar melhor a personagem a interpretar. Durante as gravações, o ator nunca abdicou de usar a cadeira de rodas subjacente ao homem paralisado que representava para intensificar as particularidades da personagem e acabou por dificultar as filmagens. Outro episódio caricato ocorreu em palco, na representação do marco da cultura britânica Hamlet, de William Shakespeare. Day-Lewis desmaiou e, ao recuperar a consciência, recusou voltar para o palco. Chorando compulsivamente, alegou então que tinha visto o espírito do seu pai. Foi a última representação cénica do ator, abandonando assim o teatro. Sentindo-se alvo de um acompanhamento acérrimo dos media, o inglês mudou-se para a República da Irlanda, de forma a manter a sua privacidade.

 

Já na década de 1990, Day-Lewis mostrou mais argumentos que se compaginam ao seu incrível talento de trabalho das suas personagens. Para The Last of The Mohicans, em 1992, o ator passou a viver na floresta e começou a tomar hábitos de vida como se de um residente da mesma se tratasse, ao caçar, pescar, acampar, etc. Já para In The Name of the Father, em 1993, seguiu um plano específico de redução de peso, recebeu lições de tiro e até passou tempo preso. Representando um alegado terrorista, pediu também à direção do filme que lhe atirasse água à cara e o insultasse verbalmente para o estimular para as cenas mais intensas. O ator também vestiu roupas aristocratas ligadas aos anos 70 durante dois meses, em Nova Iorque, para a adaptação de Martin Scorsese, em 1993, à obra de Edith Wharton The Age of Innocence. Após vários papéis que Day-Lewis interpretou, o próprio assumiu entrar, aos 41 anos, num “semi-retirement” do grande ecrã, participando somente em mais cinco filmes desde então.

 

Já nesse período, o ator abraçou um novo projeto do realizador Martin Scorsese, desta feita Gangs of New York, em 2002. Com uma nova pronúncia nova-iorquina e representando um vilão, Day-Lewis teve lições de talhante e, como seu apanágio, não saía da personagem mesmo durante as pausas das gravações. Como se algo de mais único fosse rebuscado, o britânico padeceu de uma pneumonia e abdicou de ser consultado e de usar roupa mais quente, sendo só após a conclusão das mesmas. Num filme seguinte, realizado pela sua esposa Rebecca Miller e denominado The Ballad of Jack and Rose (2003), o inglês viveu num estado de isolamento para se embrenhar no mundo da personagem.

 

Já em 2007, Day-Lewis protagonizou There Will Be Blood, com o qual venceu o seu segundo Óscar de Melhor Ator Principal. Dedicando-o a Heath Ledger e à sua prestação em Brokeback Mountain (2005), o britânico, de forma a preparar convenientemente a personagem, estudou filmes e gravações dos inícios do século XX para preparar a sua voz e as entranhas da mesma e leu sobre o magnata de petróleo Edward Doheny. Interpretando-o de forma quase sinistra e intimidatória, os elogios não tardaram a fluir quanto à intensidade colocada pelo ator, que, no decorrer nas gravações, partiu uma costela numa queda.

 

Por fim, na terceira conquista da estatueta de Melhor Ator Principal, o ator inglês interpretou o saudoso presidente dos EUA Abraham Lincoln no seu filme biográfico denominado Lincoln (2012) e realizado pelo colosso Steven Spielberg. Para a preparação do papel, que demorou um ano conforme solicitado pelo autor, Day-Lewis mergulhou em vários documentos, entre eles mais de 100 livros, e preparou cuidadosamente a sua indumentária, deixando também crescer a barba de forma a assemelhar-se o mais possível à do presidente norte-americano. Neste trabalho, o britânico incorpora plenamente a personalidade do ex-presidente ao assumir um papel de um eloquente e conhecedor homem que reúne consensos através da retórica. Para além disso, exibe a fácil habilidade social reconhecida nele, que era tão delicada perante os estereótipos dominantes na bipartida sociedade norte-americana no século XIX.

 

Com isto, as conclusões possíveis de se deduzir são as de que estamos perante uma personagem que representa outras personagens. De insólitos modos mas de inegável talento, tal como o seu currículo indica, Daniel Day-Lewis não é um qualquer na indústria cinematográfica e muitos desejam incessantemente o regresso ao ativo do ator. Com uma devoção inexcedível, o britânico chega até a pôr a sua saúde em jogo quando encarna as suas personagens. Seletivo e abnegado. Num sentido mais restrito, único. A pergunta que nos atrevemos elaborar é: para quando o seu próximo filme, Sir Daniel Day-Lewis?

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Outro do Wolverine? :-|

È o ultimo do Hugh Jackman em que eles vão adoptar a storyline "Old Man Logan". Aliás o filme cham se "Logan" que é o nome do Wolverine.

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De realçar também uma coisa, vai ser um filme BOM do wolverine. (just must be)

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Qualquer filme do Wolverine >>>>>>...>>>> Melhor X-Men

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Foste sarcástico, right?

Editado por TheGod10

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Não achas que no entanto ele era um pouco intransigente com o pensamento dos outros? Não me pareceu respeitar muito os filhos em certos aspetos. E não soube lidar da melhor maneira com o puto que fugiu.

 

Anyway, filmaço, veio-me a lágrima em 1 ou 2 momentos do filme.

 

 

é claro que era um pouco intransigente. ele já lá esteve, e a escolha que fizeram foi estar ali, daquela forma. para eles viverem assim é porque não há dúvida nenhuma acerca disso. não se vive assim quando se tem qualquer tipo de dúvida. e o filme faz isso muito bem logo de início. o que ele é é racional, e a racionalidade que ele tem fá-lo ser completamente prático e, mais uma vez, racional. por isso é impossível não ser um pouco intransigente com certas coisas. mas dentro disso, ele é o mais flexível que pode haver. se fosse mais que aquilo eles não viviam assim.

 

 

 

já agora, porque é que nunca se pensou em fazer um 'os livros da vida de..'?

Editado por bobzz

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Foste sarcástico, right?

 

Não. Não gosto dos filmes dos X-Men, não me sinto ligado às personagens, não ligo ao desenvolvimento das mesmas. Não é para mim, o melhorzinho será mesmo o primeiro, lá está, pela personagem do Wolverine.

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já agora, porque é que nunca se pensou em fazer um 'os livros da vida de..'?

Já pensei nisso, mas se com filmes é complicado, com livros ainda mais. Mas podia-se tentar.

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Qualquer filme do Wolverine >>>>>>...>>>> Melhor X-Men

Dado que o Origins existe, isto é a mais pura das mentiras :mrgreen:

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The Thing from Another World

 

Esta adaptação opta por alterar significativamente a natureza da ameaça, tornando o enredo muito mais convencional. Ainda assim é um filme sólido e entretido, com um bom ritmo.

 

 

The Thing

 

Muito mais fiel à história original (“Who Goes There?” de John W. Campbell), principalmente no que respeita o terror psicológico inerente à ameaça com que os personagens se deparam. Tem várias alterações estruturais, mas considero que beneficiam a narrativa. Gostei de como no início os personagens estão tão ignorantes como a audiência. Também gostei de que a ameaça lhes foi imposta, em vez de ser algo que eles próprios procuraram.

 

Dentro do género os efeitos práticos são dos melhores que alguma vez tive o prazer de ver, muito invocativos.

 

A música, de Ennio Morricone, encaixa muito bem.

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Kingsman-IMAGE.jpg

 

Kingsman: The Secret Service

 

Puro entretenimento. Tem algumas cenas estranhas/estúpidas but it's that kind of movie. Curti muito do Colin Firth e Samuel Sopinhas Jackson :prayer: Já vi que vai sair um 2º filme em 2017, faz todo o sentido. 8/10.

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Resident Evil: Retribution

 

Nem sequer sabia que havia um quinto na saga. História e até mesmo representação não são prioridades. Alguma da ação é boa. A Michelle Rodriguez é desaproveitada. Apesar de tudo é uma série de filmes que ainda me consegue pôr um sorriso na cara de tão ridícula que se tornou.

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È o ultimo do Hugh Jackman em que eles vão adoptar a storyline "Old Man Logan". Aliás o filme cham se "Logan" que é o nome do Wolverine.

 

Vai ser difícil arranjar um novo Wolverine. :|

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Será mais difícil que arranjar um novo iron man? humm(esse nem quero pensar)

Editado por TheGod10

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