frnk th tnk Publicado 3 Dezembro 2016 (editado) Aconteceu o mesmo na sessão a que fui, mas julgo que foi mais por o final ter sido abrupto. O pessoal estava à espera de uma grande revelação, de um diálogo que explicasse o que aconteceu, e foram presenteados com respostas implícitas na narrativa e nos flashs da Louise. Uns gajos atrás de mim até perguntaram em voz alta o que raio tinha acontecido :lol: Quanto ao final, pah, já li algumas opiniões e tenho uma opinião diferente (já agora, falamos do Arrival). Primeiro de tudo, precisamos de um pouco de suspension of disbelief. Uma pessoa não reprograma o cérebro apenas por aprender uma nova linguagem - não é assim que funciona. Pode-se compreender melhor determinados conceitos, mas não muda totalmente a percepção do tempo, do espaço ou sequer a nossa personalidade. Por exemplo, só aprendendo português se compreende na sua plenitude o conceito de "saudade", que é uma palavra sem tradução à letra, mas isso não faz uma pessoa começar a raciocinar e a ver o mundo como um português. Posto isto, e aceitando a premissa do filme, ela não passa a viajar no tempo - ela passa a viver todo o tempo em simultâneo. Como se o tempo não fosse linear e não exista o conceito de passado e futuro, mas toda a nossa vivência é simultânea - tudo acontece, simplesmente. Um pouco como os ETs do Matadouro Cinco, do Kurt Vennegut, segundo os quais o tempo não passa, é estático. De alguma forma, a nossa concepção do mundo não o permite ver, mas a Louise percebeu-o quando descodificou a linguagem universal que eles vieram à Terra ensinar. O que isto significa é que assim não há paradoxos. Ela não foi ao futuro ouvir o General Chang para resolver o problema no presente, ela estava nos dois lugares, como estava em todos os locais e em todos os momentos da sua vida em simultâneo. Isto é complicado para caraças de explicar, mas foi esta a ideia com que fiquei no final. E sim, também estive uns minutos sentado a olhar para os créditos finais a tentar fazer sentido ao que tinha visto :mrgreen: Gostava também de ler mais perspectivas deste filme. É o primeiro em muito tempo que me dá vontade de discutir. O cinema hoje em dia é demasiado explicativo, a narrativa tem sempre de ser explicada e já há poucos filmes a deixar esse trabalho ao espectador. E é tão bom quando nos deixam esse trabalho. Lembrei-me exactamente do mesmo livro ao ver o filme. :lol: E tive a mesma leitura que tu do filme. Ela ganha a compreensão não-linear do tempo a partir da linguagem dos aliens. E adorei o pormenor da linguagem deles não ter inicio e fim tal como a sua percepção de tempo e de ela dar o nome de Hannah à filha, que é como um ciclo também, porque o inicio é o fim. E o tema da comunicação liguei muito como uma critica ao modo racional com que o humano costuma lidar com as coisas. A nossa lógica diz-nos que algo é assim porque a nossa percepção das experiências passadas assim nos leva a crer. Como na parte em que o personagem do Michael Stuhlbag diz que a história comprova que a atitude dos aliens pode ser de manipulação estratégica. E a personagem da Amy Adams no meio deste conflito simboliza a empatia e a sensibilidade, a compreensão como moeda oposta da simples busca de respostas. E há um certo simbolismo também da mulher num mundo de homens. E o final é ela afirmar o saber do todo que tem à espera dela e aceitá-lo tal como é sem mudanças. É um aceitar da beleza na imperfeição da vida em vez de continuar na busca ilusória da perfeição. Editado 3 Dezembro 2016 por frnk th tnk Compartilhar este post Link para o post
Bier Publicado 3 Dezembro 2016 Gostava também de ler mais perspectivas deste filme. É o primeiro em muito tempo que me dá vontade de discutir. O cinema hoje em dia é demasiado explicativo, a narrativa tem sempre de ser explicada e já há poucos filmes a deixar esse trabalho ao espectador. E é tão bom quando nos deixam esse trabalho. Isso quer-me parecer que depende do tipo de filmes que procuras ver! Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 3 Dezembro 2016 Hacksaw Ridge A história em si pareceu-me globalmente bem condensada no que era essencial. Avulso surge um ou outro momento melodramático, mas nada que comprometa a qualidade do filme. As cenas da batalha são o ponto alto do filme, muito bem trabalhadas e violentas, acho que não exagero se disser que a primeira cena de batalha (de quase 20 minutos) são do mais envolvente e perturbador que vi em filmes de guerra. Ainda por cima fui ver ao cinema, portanto ganha outra dimensão. 8,5/10 Compartilhar este post Link para o post
bobzz Publicado 3 Dezembro 2016 Posto isto, e aceitando a premissa do filme, ela não passa a viajar no tempo - ela passa a viver todo o tempo em simultâneo. Como se o tempo não fosse linear e não exista o conceito de passado e futuro, mas toda a nossa vivência é simultânea - tudo acontece, simplesmente. Um pouco como os ETs do Matadouro Cinco, do Kurt Vennegut, segundo os quais o tempo não passa, é estático. De alguma forma, a nossa concepção do mundo não o permite ver, mas a Louise percebeu-o quando descodificou a linguagem universal que eles vieram à Terra ensinar. O que isto significa é que assim não há paradoxos. Ela não foi ao futuro ouvir o General Chang para resolver o problema no presente, ela estava nos dois lugares, como estava em todos os locais e em todos os momentos da sua vida em simultâneo. vou aproveitar para dar o meu ponto de vista, que não vai totalmente de acordo aquilo que disseste. ela não passa a "estar nos dois lugares, como estava em todos os locais e em todos os momentos da sua vida em simultâneo" a toda a hora. ela liga certos momentos da sua vida e do seu tempo a outros, como que se aquele momento pertencesse também a outro ou outros. assim como acontece com a escrita deles; é apenas um borrão a mais, um borrão a menos - são coisas distintas mas o corpo é o mesmo. cada momento é distinto, mas entreliga-se entre si com outro momento que tenhas experienciado. é como teres um déja vu, mas em vez de te lembrares onde estavas quando viste aquilo, ouviste aquilo ou leste aquilo, tens acesso a tudo aquilo que se interliga com aquele momento. ela não passou a estar em todos os momentos da sua vida em simultâneo naquele momento ou nos momentos seguintes, ela foi conhecendo vários momentos da sua vida à medida que a foi vivendo. na cena do General Chang (estou a confiar o nome dele em ti :mrgreen:), ela não está ali para resolver o problema. ela não resolve absolutamente nada, não tem qualquer intervenção. ela simplesmente ouve o que ele diz. De certeza que toda a gente pensou: fodaçe, mexe-te, fala logo com ele, despacha isso, estás aqui estás a morrer. mas ela não faz isso; aquele momento é uma consequência e não um movimento paralelo, ela não se apressa, não se confunde, não interrompe; a vida dela não está toda interconectada a esse ponto, ela não se preparou para aquilo; ela esteve simplesmente ali, não se preparou a vida toda para, naquele momento, o ouvir cuidadosamente. Ela fê-lo, simplesmente. O que é bom no filme é que não há nada nele que entre por cenas do género: o futuro influencia o presente e o presente influencia o futuro e que isto altera aquilo mas aquilo altera isto, tipo Butterfly Effect, e de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha, e coisas do género; não há nada disso. É tudo muito mais simples que isso. Ela não passou a ter a vida dela na mão. é um bocado como o frank diz, “a personagem da Amy Adams no meio deste conflito simboliza a empatia e a sensibilidade, a compreensão como moeda oposta da simples busca de respostas; o final é ela afirmar o saber do todo que tem à espera dela e aceitá-lo tal como é sem mudanças. É um aceitar da beleza na imperfeição da vida em vez de continuar na busca ilusória da perfeição.” ela a meio do filme não sonha com 1001 cenários hipotéticos. o futuro não é compreendido por muitas outras coisas que pudessem vir a acontecer, mas apenas e só por aquilo. ela sonha com a filha que vai ter, sem primeiro sequer saber quem ela é, sem sequer ainda se ter apercebido até que ponto a vai amar (ok, aqui pode-se dizer que isso acontece porque ela só ainda compreendeu um fragmento da linguagem que está a aprender, mas acho que isso só atrapalha); ela vai, gradualmente, aperceber-se disso à medida que o tempo passa, até que a decisão que ela vai tomar vai ser a única que ela podia ter tomado, depois de se aperceber quanto é que a vai amar – ela ao longo do filme não vai tendo acesso a mais e mais ‘informação’ apenas e tão só por estar aprofundar a linguagem deles, mas porque é também ao longo do tempo que a realidade futura se vai construindo à frente dela, cada vez mais e mais presente, à medida que, neste caso, ela desenvolve sentimentos por ele; assim como eu me estou a aperceber cada vez mais do filme enquanto escrevo isto e de que não me apercebi antes :mrgreen: o que acontece é que, à medida que vais deixando de ter 1001 hipóteses para todos os momentos seguintes da tua vida, e passas a ter apenas 1 outcome possível, vais ficando a conhecer também essa parte da tua vida. À medida que preenches um sentimento, uma convicção, não há volta a dar. É aquilo que vai acontecer. é isso que eu depreendo que acontece no filme. ela não vê 10 realidades diferentes que possam vir a existir, ela vê a dela sem nenhum desvio. Ela não tem acesso a mil realidades, ela tem acesso a uma naquele momento porque é só essa que vai acontecer. O que eu acho que eles querem fazer passar é isso mesmo; se a vida fosse realmente arbitrária, ela veria não apenas aquilo mas uma ou outra coisa a mais, mas isso nunca acontece. o futuro que ela passa a conhecer é aquilo que vai efetivamente acontecer porque é só aquilo que pode acontecer; e até cada um desses momentos ela não sabia disso; até aí, ela apenas conhecia fragmentos, mas não conhecia a verdade; a verdade ela só a preencheu naquele momento final, quando compreende efetivamente que nem sequer há escolha no meio daquilo tudo; até ali havia fragmentos daquilo que ia ser verdade, mas a verdade completa só a preenche mais à frente. Por exemplo, ela não vê tudo sobre a filha de uma vez, mas à medida que o sentimento por ele vai aumentando, a vida dela vai-se afunilando para aquilo mesmo; fica menos arbitrária, e vai acabar por ser mesmo aquilo. no momento em que ela conhece a verdade total e, supostamente, teria de decidir, ela chega ali, aquele momento, e não há qualquer tipo de luta em relação a qualquer tipo de decisão; isso não existe, ela já tem a resposta. O que vai acontecer ao longo da vida dela é que ela vai vendo cenas, mas não que vá descodificar o código para ver tudo e saber tudo. Ela vai vendo apenas aquilo que, por força daquilo que ela é, vivencia, e sente, no final de contas, sempre irá acontecer assim. ela não vai ver cenas que pode alterar, ela vê cenas que vão mesmo ser assim. o presente que ela recebeu foi compreender-se melhor a ela própria, sem a tal ‘procura ilusória da perfeição’, porque, dessa forma, a procura não existe realmente. as coisas simplesmente são, quando tu lá chegas. tu hoje fazes planos para y e no futuro vais-te arrepender de z, mas no presente tu fazes sempre x e x apenas. Quando dizes “Uma pessoa não reprograma o cérebro apenas por aprender uma nova linguagem - não é assim que funciona. Pode-se compreender melhor determinados conceitos, mas não muda totalmente a percepção do tempo, do espaço ou sequer a nossa personalidade”, não creio que, por aquilo que disse atrás, o filme queira afirmar que, acedendo aquela capacidade de percepção do tempo, alteras de alguma forma a tua personalidade, mas sim que consigas precisamente o contrário. Não tens mais ambiguidade, tens mais certezas. A linguagem que ela aprendeu fê-la reprogramar de certa maneira o cérebro para que tivesse outra percepção do tempo, mas uma percepção que te permite compreender melhor a ti mesmo, e não a mudar a tua personalidade. No final, não havia outro caminho, aquele era o caminho. Ela não passou a ter conhecimento das mil hipóteses na vida dela e pôde moldar a sua vida de acordo com isso, ela passou a ter conhecimento da única hipótese que existe – e esse é o presente. Nunca no filme ela altera nada, as coisas simplesmente acontecem. O presente é ela encurtar a percepção dela mesma, e eliminar tudo o resto à volta disso. o que não quer dizer que acreditemos que esse conhecimento é um presente, ou que acreditemos que, no final, vamos sempre ser aquilo - podemos levar dez anos, cinco anos, mas o destino é aquele -, mas isso já são outros quinhentos. Aliás, do que me lembro não me lembro de a ver afirmar isso mesmo, quem o diz não é ela. No que ela acredita é numa linguagem que, com as suas diversas variações, é apenas e só uma; se quisermos ir por aí, numa vida que pode ter vários caminhos mas que acaba por ter só um. Em relação ao filme em geral, o que retirei na altura foi de que não penso que queira indiciar que todo o resto da população vá aprender aquilo, e que o sucesso da coisa se fará baseado no quanto isso fosse alcançável, que o ‘presente’ se extenda por mais e mais pessoas; não há nada que estivesse prescrito que a humanidade vá conseguir fazer, que os venham a ajudar por avançarmos na tecnologia freneticamente ou whatever por termos todas as respostas logo ali na mão; o que vai acontecer é que simplesmente cada pessoa irá ser capaz de se compreender melhor a si mesmo – e aí o filme tenta mostrar isso mesmo, acaba com ela a seguir a vida normal dela, com mais respostas do que tinha dantes mas sem ter um conhecimento completo daquilo que vai ser o resto da vida dela -, o que, noto, não quer necessariamente que isso seja um presente, mas que é esse o presente. o que aquilo te permite é fazeres isso num espaço de tempo muito mais curto, para o bem e para o mal. É só isso. No final do filme ela continua a não ter respostas para nada, tem somente melhor compreensão e a noção que não há segredos, de que o melhor que podemos fazer é compreendermo-nos na melhor das nossas capacidades. o que ela fez naquele dia foi o que permitiu efetivamente que fizessem todos o seu caminho como um todo, e isso era o suficiente, isso era o presente. Eles não deram a toda a humanidade um presente por extensão, eles deram-lhe o presente a ela, que foi o de, naquele momento, tão somente o ela ser capaz de fazer com que aquilo acontecesse. Já chega, isto é tudo vontade de ver o filme outra vez :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 3 Dezembro 2016 Bertolucci admits infamous Last Tango 'butter' rape scene was non-consensual Que filhos da p*ta. Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 3 Dezembro 2016 Bertolucci admits infamous Last Tango 'butter' rape scene was non-consensual Que filhos da p*ta. Isso já era mais que sabido. Nunca ninguém escondeu, o que só me espanta ainda mais o quão toda a gente cagou para este assunto. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 3 Dezembro 2016 Bem, um rumor é um rumor, mas ver o Bertolucci a admiti-lo sem arrependimento é nojento. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 4 Dezembro 2016 O Batista vai ser o MVP do filme Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 4 Dezembro 2016 Hoje revi esta preciosidade. Quando o vi pela primeira vez não assimilei bem as coisas era muito puto, mas agora, na segunda vez que o vi, bateu forte! Spike Lee. :prayer: Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 4 Dezembro 2016 Do Spike Lee se ainda não viste vê o Do the Right Thing, bate forte também. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 5 Dezembro 2016 Não gostei muito do Hacksaw Ridge. É realmente extraordinário saber que a história é biográfica. Até tem momentos interessantes e intensos, que causam um impacto positivo nas pessoas que estão a ver o filme, mas a forma como endeusaram a personagem principal tornou o filme muito comercial e enfadonho. Abusaram imenso disso e acho que é um aspecto negativo. O Mel Gibson optou por uma abordagem básica e segura. É um trabalho que não prima pela inovação e os habituais clichés neste tipo de histórias é prova disso. Muito mais do mesmo. Atenção que, apesar de tudo, creio que é um filme que valha a pena, nem que seja pela importante mensagem que transmite. Já agora, creio que há algumas momentos que foram demasiado apressados, nomeadamente na primeira parte da história, e não gostei muito da personagem principal. Não esteve mal, mas, a meu ver, faltou-lhe alguma presença em certos momentos. Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 5 Dezembro 2016 Já tinha para ver há algum tempo o Le Samouraï. Depois de aparecer na lista do Bier fiquei com mais vontade de ver e a única coisa que posso dizer é, não desiludiu em nada. Muito bom. Adorei a fotografia, a maneira como é filmado, a interpretação do Alain Delon, a música, etc. Entrou, à vontade, para um top qualquer que eu tenha a nível de filmes. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 5 Dezembro 2016 Polytechnique O preto-e-branco é sempre um bom suporte aos momentos mais dramáticos e dá um ar frio, neste caso não fugiu à regra, embora tenha ficado com a ideia que podia ter ido mais longe em certos momentos de maior intensidade. As personagens abordadas também podiam ter tido um pouco mais de desenvolvimento, 1h17 acaba por ser curto. Banda sonora na dose certa. 7/10 Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 5 Dezembro 2016 Hayao Miyazaki’s Princess Mononoke set for 20th anniversary theatrical re-release in the States in January Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 7 Dezembro 2016 A sério que ele estava a fazer um vlog? lol Ao menos o Happy está de volta. Compartilhar este post Link para o post
Einstein Publicado 7 Dezembro 2016 fuck, spidey :heart: melhor super herói. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 7 Dezembro 2016 A sério que ele estava a fazer um vlog? lol Ao menos o Happy está de volta. Os novos criativos. Compartilhar este post Link para o post
bobzz Publicado 8 Dezembro 2016 eu gostei do Nocturnal Animals, não me ficou a saber a pouco nem nada do género como tinha lido aqui. Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 8 Dezembro 2016 (editado) tão bom :lol: Editado 8 Dezembro 2016 por Keef Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 8 Dezembro 2016 Dial M for Murder este gajo :lol: Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 9 Dezembro 2016 Vi o High or Well Water e está bem conseguido. O argumento não é nada de extraordinário - muito simples até - e a primeira parte da história acaba por ser um pouco prejudicada por isso mesmo, mas na segunda o filme dá um salto qualitativo assinalável, com cenas de excelência protagonizadas principalmente pelo Jeff Bridges - excelente actuação da sua parte. Foram, sem dúvida alguma, o ponto mais alto do filme. E o final acaba por ser convincente. Compartilhar este post Link para o post
Shazam Publicado 9 Dezembro 2016 Espetacular trailer do Spiderman Compartilhar este post Link para o post