Hammerfall Publicado Junho 30 Citação de bmfpcdm, há 22 horas: Nunca mais é Natal Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Junho 30 Citação de Hammerfall, há 26 minutos: Nunca mais é Natal Ontem li alguém a dizer que o Eggers devia fazer uma versão do Moby Dick e não consigo para de pensar nisso. William Dafoe como Capitão Ahab... 2 Compartilhar este post Link para o post
O Pastel Publicado Julho 6 Citação de Hammerfall, há 8 horas: Project hail mary :prayer: Vi ontem no Prime Video. Não costuma ser o meu género de filmes, mas gostei bastante! 1 Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado Julho 6 Citação de O Pastel, há 19 minutos: Vi ontem no Prime Video. Não costuma ser o meu género de filmes, mas gostei bastante! Olha também foi aí que vi. Tem cenas visualmente espetaculares, deve ter sido um mimo de se ver no cinema Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado Julho 6 "Querelle" Que filme quentinho. Brad Davis ❤️ Spoiler Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Julho 8 Citação de Apocalypse Now, há 1 hora: Nunca mais é Dezembro 2 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado Julho 8 Odyssey de Nolan acho que é o novo filme mais odiado na net e mais condenado a falhar ainda antes de sair. A quantidade de m*rda que já vi, a quantidade deslikes nos trailers todos do Youtube é assustador. Acho que pior que isto só o último filme da Snow White 1 Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado Julho 9 Casper Kelly. Estou sentado à espera. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Julho 13 https://www.theguardian.com/film/2026/jul/13/sam-neill-death-actor-dies-aged-78 Fdx, não. Não... O John Trent, o Dr Weir, o John Ingram 😞 Mas acima de tudo o homem que interpretou uma das minhas personagens preferidas e com mais impacto na minha vida, o Alan Grant. Durante grande parte da minha infância e adolescência eu queria ser paleontólogo como o Dr Alan Grant. Estou mesmo muito triste. 6 Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado Julho 13 Vi o Obsession ontem. Masterpiece. Citação de SAS_Robben, há 8 horas: https://www.theguardian.com/film/2026/jul/13/sam-neill-death-actor-dies-aged-78 Fdx, não. Não... O John Trent, o Dr Weir, o John Ingram 😞 Mas acima de tudo o homem que interpretou uma das minhas personagens preferidas e com mais impacto na minha vida, o Alan Grant. Durante grande parte da minha infância e adolescência eu queria ser paleontólogo como o Dr Alan Grant. Estou mesmo muito triste. Hec: Pretty majestical, aye? Ricky Baker: I don't think that's a word. Hec: Majestical? Sure it is. Ricky Baker: Nah, it's not real. Hec: What would you know? Ricky Baker: It's majestic. Hec: That doesn't sound very special, majestical's way better. Que descanse em paz num sitio majestical. ❤️ 1 Compartilhar este post Link para o post
Spikey Publicado Julho 13 O Sam Neill tmb foi um dos dois protagonistas do filme Possession de 1981, que mais recentemente ganhou estatuto de filme de culto e é fantástico. RIP. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Wednesday às 11:14 Citação Entrevista com Christopher Nolan, realizador de “A Odisseia”: “É preciso correr riscos para ter sucesso” Erik Tanner/The New York Times Estreia-se esta quinta-feira “A Odisseia”, adaptação do poema épico de Homero por Christopher Nolan, projeto monumental com vasto elenco de luxo e filmado em seis países. O realizador, galardoado nos Óscares por “Oppenheimer”, não esconde a ansiedade, mas é de ideias fixas Encontrava-se num assumido estado de ansiedade. “É algo que causa muito nervosismo”, diz o argumentista e realizador sobre o período que antecede a estreia de um filme. “Trabalhamos numa coisa durante muito tempo, preocupamo-nos muito com ela, mas os filmes pertencem ao público. Portanto, fica tudo no olhar de quem vê.” A ODISSEIA De Christopher Nolan Com Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Charlize Theron, Zendaya (EUA/Reino Unido) Aventura (classificação a definir) A tensão era particularmente evidente algumas semanas antes da estreia de “A Odisseia”, a sua mais recente adaptação, depois de “Oppenheimer”, filme biográfico de 2023, ter conquistado uma série de Óscares. “Foi um empreendimento enorme, sem dúvida”, diz Nolan sobre a transposição para o cinema do monumental poema de Homero. “Não creio que antes me tivesse sentido preparado para assumir este filme.” Primeira longa-metragem comercial filmada integralmente em IMAX, “A Odisseia” é um épico de espadas e sandálias com três horas de duração, de um género que raramente se faz atualmente, filmado em seis países, com um elenco e uma equipa de milhares de pessoas, e com efeitos reais em vez de recurso integral a CGI. Conta com colaboradores habituais de Nolan, como Matt Damon no papel de Ulisses (Odisseu) e Anne Hathaway como a sua esposa, Penélope, bem como novos e, por vezes, inesperados participantes — Tom Holland como o filho do casal; John Leguizamo como um suinicultor cego; e o rapper Travis Scott como um bardo. Nos Estados Unidos, as sessões IMAX começaram a esgotar quase um ano antes da estreia. “Queria fazer um filme muito acessível”, afirma Nolan. Mas os desafios foram imensos, exigindo novas soluções de engenharia e coreografia. Para Nolan e o seu diretor de fotografia, Hoyte van Hoytema, a IMAX criou um “sistema de insonorização” (blimp system), explicou Nolan, para envolver e manobrar a sua enorme — e enormemente ruidosa — câmara; os atores recorriam a espelhos para conseguirem ver-se uns aos outros à volta do equipamento. “A meio das filmagens, o Hoyte e eu olhámos um para o outro e percebemos: ‘Sim, isto vai resultar’”, refere Nolan. Numa entrevista realizada nuns escritórios no SoHo, Nolan, que completará 56 anos este mês, lança um olhar desconfiado para as estantes organizadas por cores; a sua coleção de livros em casa, conta, é “uma verdadeira desordem”, impulsionada sobretudo pela sua mulher, Emma Thomas, namorada desde os tempos da universidade, produtora de longa data e mãe dos seus quatro filhos. “Ela lê cinco livros por cada um que eu leio”, comenta. “Gostava de conseguir ler tão depressa.” Durante o desenvolvimento de “A Odisseia”, “li mais traduções do que outra coisa”, conta, e apercebeu-se de que “é o texto primordial. Está em tudo o que fiz anteriormente”. Com reputação de ser um dos grandes puristas do cinema — nem sequer utiliza um dicionário de sinónimos (“não ajuda a minha escrita”) — consegue transmitir uma aura intimidante. Mas, pessoalmente, mostra-se afável, prolongando a conversa enquanto bebe chá proveniente de um termo recarregado, usando cada gole como pontuação dos seus pensamentos. Há muito tempo que tem interesse em fazer este filme. Qual era a sua ligação a esta obra? É uma história que esteve sempre presente, de muitas formas diferentes. Uma das minhas primeiras memórias de contacto com a história é estar na escola primária, em Londres, provavelmente com 5 ou 6 anos, e ver os alunos mais velhos fazerem uma peça de teatro. Lembro-me do cavalo — tenho a certeza de que era alguma construção de cartão sobre um carrinho — e das sereias, em particular. Não é algo que alguma vez me tenha sentado a ler. Muitos jovens neste país parecem conhecê-la muito bem. O que é ótimo, mas também um pouco intimidante. Quantas versões do argumento escreveu? Não costumo escrever assim tantas. Adaptar uma história muito académica sobre Oppenheimer — lindamente escrita, mas com 700 páginas e muito densa — teve uma abordagem semelhante à de “A Odisseia”, no sentido em que a li e depois escrevi muitas notas de memória. Tendo a pensar em termos geométricos, em termos matemáticos. Faço muitos diagramas, muitos rabiscos e esboços durante meses e meses antes de me permitir escrever. Depois — talvez ironicamente, para alguém associado a abordagens não lineares — escrevo de forma muito intensamente linear. Começo na página 1 e simplesmente avanço daí para a frente. Se eu olhasse para a sua secretária, estaria cheia de coisas espalhadas? Sim, parece o filme “Uma Mente Brilhante”, coberta de papéis e painéis de notas, cronologias, setas circulares e formas. Há uma abordagem de diagrama de Venn em relação ao ponto de vista. Gosto de fazê-lo antes de começar a escrever, porque considero a escrita muito difícil. Quando estou realmente a escrever as palavras, estou a tentar descobrir as personagens através desse processo. Era um criador de mundos quando era criança? Passava muito tempo na minha imaginação e sempre adorei esse aspeto do cinema: um filme que nos leva para um lugar completamente diferente. O primeiro “Star Wars” de George Lucas, creio que o vi 12 vezes no cinema, em criança. Para mim, isso era a própria essência deste meio: criar um mundo inteiro que se pode compreender e habitar, totalmente diferente da vida quotidiana. Essa é a grande alegria dos filmes. E esse é o apelo do IMAX? As minhas memórias do cinema quando era criança são de um ecrã muito maior do que a vida, e, para mim, enquanto adultos, estamos sempre a tentar regressar a isso. Tentamos colocar o público no convés do navio com Ulisses, ou na gruta com o Ciclope. O IMAX dá-nos essa grande tela. Adoro o formato por isso. As paisagens são extraordinárias, mas os rostos são simplesmente notáveis. Eu coloquei impiedosamente Cillian Murphy [que interpretou Oppenheimer] sob o olhar dessa câmara, mas há algo de tão rico, tátil e recompensador em ver rostos humanos filmados em grande proximidade dessa forma. Outros realizadores perguntam-lhe como pôr a tecnologia IMAX a funcionar a seu favor? O Ryan [Coogler] telefonou-me antes de se comprometer com o IMAX [em “Pecadores”]. Penso que “Dunkirk” [2017] foi a primeira vez que o arrastei para uma projeção de uma cópia cinematográfica original feita em IMAX. Adoro mostrar aos realizadores o potencial do formato. Por isso telefonou-me durante a preparação, mas, na verdade, acho que procurava alguém que lhe dissesse que não era uma loucura filmar um filme de vampiros daquela maneira. E eu respondi: ‘adorava ver isso.’ Uma das grandes satisfações da minha carreira tem sido fazer parte de um processo evolutivo de um sistema cinematográfico. A minha motivação por ter terminado o filme inteiramente em IMAX é perceber o que outros realizadores poderão querer fazer com isso. Só quero ver o filme de outra pessoa se for feito desta forma. Que filmes viu como inspiração? “Andrei Rublev” [1966], de Tarkovsky, causou uma forte impressão em toda a equipa; as texturas são verdadeiramente notáveis. Um dos filmes que projetei quase como uma aposta — não sabia realmente se seria relevante — foi “Ran” [1985], de Kurosawa. Foi filmado de forma muito diferente, mas existe essa relação entre o ambiente e o vento. Agora que vejo o nosso filme terminado, penso que foi uma influência enorme. “Se alguém estiver realmente interessado em cinema e na história do cinema, há uma coisa que percebe claramente: é preciso correr riscos para ter sucesso” Que imagens tinha na cabeça antes de começar? Duas acompanharam-me durante muito tempo. Uma é o cavalo prestes a ser arrastado pela maré, inclinado para um dos lados. Não costumo pensar em imagens apenas por razões puramente visuais. Em vez de fazer uma espécie de cavalo sobre patins, tratava-se de apresentar o cavalo de uma forma que permitisse a um público completamente familiarizado com a história perceber como aquilo funcionaria num sentido realista. E também — não me lembro da inspiração original — a ideia de um soldado decapitar uma estátua. Isso tornou-se muito importante do ponto de vista narrativo. Uma vez descreveu Oppenheimer como alguém que sabia motivar os outros “através da teatralidade da sua persona”. Poder-se-ia dizer o mesmo de Ulisses. Parece haver muitos paralelos. Quando terminei o filme, isso impressionou-me bastante. Em cada filme que faço, gosto de deixar questões ou temas por resolver que possam acompanhar-me para o filme seguinte. Há muitas ideias sobre liderança, motivações contraditórias, falhas humanas e a noção de como as melhores intenções podem correr terrivelmente mal. Ulisses é uma personagem muito complexa — um trapaceiro, alguém inteligente e astuto. Em termos de “Star Wars” é Han Solo — mas Han Solo não é o herói de “Star Wars”; o herói é Luke Skywalker. Também não evita retratar a sua arrogância e impulsividade. [risos] É aqui que voltamos a Oppenheimer. Como caracterizaria a sua própria abordagem ao risco? Sou muito, muito cauteloso. Vejo constantemente todas as coisas que podem correr mal. Sou assim. Quem observa de fora pode olhar para a sua obra e para as inovações que introduziu da mesma forma que a personagem do filme quer ser a primeira a experimentar algo, mesmo que seja brutalmente difícil. Já ouvi os seus produtores descrevê-lo como avesso ao risco e responsável. E, no entanto, no ecrã, faz estes enormes saltos. Penso que a sua pergunta se refere mais ao risco criativo. Se alguém estiver realmente interessado em cinema e na história do cinema, há uma coisa que percebe claramente: é preciso correr riscos para ter sucesso. O maior risco de todos é jogar pelo seguro. É precisamente isso que, de forma consistente, não funciona nos grandes filmes comerciais. O público procura algo novo. Por outras palavras, eu não encaro isso como risco. Lembro-me de uma conversa com a Emma quando lhe mostrei pela primeira vez o argumento de “Memento” [o filme que o revelou em 2000], estruturado de trás para a frente. Ela reagiu positivamente ao argumento, mas sentiu que era uma aposta muito arriscada — uma exigência elevada. E eu consegui dizer-lhe: “Não, eu consigo fazer isto”. Há muitos realizadores que conseguem fazê-lo de forma mais convencional. Na verdade, ter algo novo para trazer para a mesa reduz o risco; dá-nos uma maneira de nos distinguirmos. Depois tentámos vendê-lo a pessoas que não perceberam a ideia, por isso ela tinha toda a razão. Mas acabou por chegar ao público, e o público valorizou isso. O risco está nos intermediários — os financiadores, os estúdios. Se conseguirmos chegar ao público — não estou a fazer previsões sobre este filme, mas, no passado, fomos amplamente recompensados por termos confiado no público. Ao ver o filme, pensei muito nas origens clássicas da hospitalidade, ou na ‘Lei de Zeus’ da história, e na forma como ela funciona na nossa atual época de divisões. A grandeza do poema é tal que abordamos estas coisas como se fossem estrangeiras e antigas, mas, à medida que as exploramos, tornam-se súbita e espantosamente relevantes. A ‘Lei de Zeus’ é a regra de ouro — tratar os outros como gostaríamos de ser tratados — com uma base teológica segundo a qual qualquer estranho pode ser um deus disfarçado. Para aquele mundo, trata-se claramente de uma questão básica de sobrevivência. Se sairmos de casa por mais de alguns dias, estamos, por definição, à mercê de desconhecidos. É a única forma de uma sociedade funcionar. Isso tornou-se muito importante para o filme e, assim que começamos a aprofundar o tema, percebemos que nada mudou. É isso que sustenta a civilização ou que até define a própria civilização. Existe alguma lição moral que quisesse que as pessoas encontrassem? Especialmente ao apresentá-lo como um grande filme comercial? Claro, mas não quero articulá-la. Quero que as pessoas a vivam no filme. Tenho sentimentos muito fortes sobre a forma como esta história me toca em termos éticos. Espero que as pessoas sintam isso da mesma maneira que eu senti. Foi essa uma das razões que o atraíram tanto para o projeto neste momento? Creio que sim, mas não sabia disso quando comecei. Enquanto realizadores, temos de agir de forma impulsiva. Procurava desafiar-me com um tipo completamente diferente de narrativa e procurava uma lacuna na cultura. Olho para a mitologia grega, para “A Odisseia” em si, e pergunto: porque não se tornou parte do cinema moderno? Isso é extremamente estimulante para um realizador. Depois, quando aprofundamos a questão, surge a pergunta: em que é que se pode verdadeiramente mergulhar? “A Odisseia”, tal como “Oppenheimer”, é uma grande história porque possui estas ressonâncias, estes problemas intrincados, estes dilemas éticos. São situações impossíveis. É isso que faz uma história extraordinária. “Enquanto realizadores, temos de agir de forma impulsiva. Procurava desafiar-me com um tipo completamente diferente de narrativa e procurava uma lacuna na cultura” Quando está em produção, sonha com o projeto? Tendo a sonhar mais com o processo, o que é horrível. São aqueles sonhos de ansiedade em que o dia está quase a terminar e ainda não conseguimos filmar um único plano. Não são sonhos muito úteis. Quando estou a escrever, costumo sonhar mais com a própria história. É um pouco surpreendente para mim que continue a acordar em pânico. Bem, isso está relacionado com a capacidade de ver todas as coisas que podem correr mal. Mas uma das funções dos sonhos é precisamente essa — antecipatória. Estão a alertar-nos para algo que o subconsciente nos está a dizer. Muitas vezes, quando não consigo dormir antes de uma rodagem — tenho muitas noites de domingo difíceis — é porque não organizei devidamente o trabalho da semana. Passamos a noite acordados a processar coisas para as quais talvez não tenhamos tido tempo na semana anterior. Por isso vejo cada vez mais utilidade nisso e consigo estar tranquilo em relação à tensão, se é que isso faz sentido. Mudando um pouco para a tensão real da indústria, que atravessa um período de contração, no ano passado foi eleito presidente da Directors Guild of America. Qual considera ser a sua principal missão? Ajudar os membros da DGA — realizadores, assistentes de realização, gestores de produção de unidade e diretores de palco. A maioria trabalha em televisão. E isto nem sequer é apenas um momento de contração; a produção televisiva atingiu o seu pico em 2016. Trata-se de uma contração prolongada. Neste momento, os realizadores de séries televisivas enfrentam uma taxa de desemprego de 50%. É assustador. O que realmente é necessário é um incentivo fiscal federal. A minha intenção é tentar envolver os estúdios e defender essa medida do ponto de vista empresarial. Precisamos de trazer a produção de volta para os Estados Unidos. É extremamente importante. Historicamente, não tem utilizado smartphones. Considera-se tecnófobo? Não. Considero-me um cético tecnológico. A razão pela qual continuo a filmar em película é porque ela representa melhor a forma como o olho humano vê o mundo do que qualquer sistema digital de imagem que eu tenha visto — e examinei-os todos com muita atenção. A cor analógica é diferente da cor digital. Portanto, para mim, o importante é que exista escolha. Mas sempre montei os meus filmes digitalmente; utilizamos, sem dúvida, computação gráfica como parte do nosso processo de efeitos visuais. Adoto novas tecnologias constantemente, mas elas tendem a ser vendidas às pessoas à custa de sistemas que ainda podem ser válidos e viáveis. Foi isso que vi acontecer na minha indústria — deitar fora o bebé com a água do banho. Estivemos quase a perder a película! Artigo publicado originalmente no “The New York Times” / © 2026 The New York Times Company Compartilhar este post Link para o post