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O novo de Arctic Monkeys já anda por aí.

 

Ainda não consegui ouvir com muita atenção, mas acho que está um bocado meh. Alguma música que se destaque em particular pela positiva?

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Ainda não consegui ouvir com muita atenção, mas acho que está um bocado meh. Alguma música que se destaque em particular pela positiva?

A minha favorita é a Tranquility Base Hotel & Casino, mas mesmo essa não achei nada de especial.

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Eu não acredito o que fizeram ao AM. Eu percebo que o Alex não seja o mesmo de quando tinha 19 anos mas isto foi uma mudança tão radical... Contam a ser a minha banda preferida mas fdx esperava muito mais do que isto. Que no próximo voltem ao que eram

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Já eu gosto bastante. Tem uma vibe muito diferente, mais groovy. Pelo menos não se limitaram a repetir a fórmula, tentaram algo diferente, e parece-me um álbum bem conseguido. Nada de mindblowing, mas ainda assim muito bom. Não me canso de o ouvir.

 

E as linhas de baixo :heart: que coisa linda

Editado por Oblivion

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Gostei, dou-lhe um four out of five.

Editado por pm2lp

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Não percebo a facilidade com que se rotula o album de mau ou secante. Isto acaba por se tratar de uma deambulação pela mente do Alex Turner. É um álbum muito conceptual à qual ele juntou uma conotação/abordagem extremamente pessoal. Por consequência, a relativização neste caso acentua-se ainda mais.

 

Optaram por envergar num registo diferente como tem sido hábito ao longo do tempo. Este tem uma vibe mais descontraída ou - como a shifter apelida pertinentemente - "o lounge de Alex Turner".

 

Acho que o pessoal ficou muito preso à sonoridade inicial: aqueles riffs rápidos e a jovialidade que tanto os caracterizaram. E percebe-se porque de facto foi um periodo marcante no mundo da música, atrevo-me a dizer. Mas epa, em 2018 andarem ainda a dizer "sdds dos antigos AM" e a pedir guitarradas como aquelas é ser muito ingénuo. Há 10 anos que eles não fazem disso. A chave é a adaptação, se uma pessoa souber ligar-se ao mood que eles pretender transmitir perceberá a verdadeira qualidade da música.

 

Quanto ao album em si, a "four out of five" evidencia-se claramente à primeira audição. Estabelece-se como o ponto alto do disco e eles próprios parecem atribuir-lhe esse protagonismo. De resto, destaco também as duas que a antecedem perfazendo assim uma agradável sequência entre as músicas 4 e 6.

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Acho que o pessoal ficou muito preso à sonoridade inicial: aqueles riffs rápidos e a jovialidade que tanto os caracterizaram. E percebe-se porque de facto foi um periodo marcante no mundo da música, atrevo-me a dizer. Mas epa, em 2018 andarem ainda a dizer "sdds dos antigos AM" e a pedir guitarradas como aquelas é ser muito ingénuo.

 

Penso que ninguém que seja verdadeiramente fã dos AM estava a espera que o album fosse desse genero, alias já não o é desde o Humbug.

Mas não é por isso que deixei de gostar deles, apesar do AM já ser bastante mais "grovy", concilia perfeitamente as baladas (wanna be yours) mas continua a ter uma ou outra mais "indie" como a r u mine.

 

Mas não me venham com m*rda, quem ficou fa deles em 2005 com o primeiro album, não pode deixar de ficar desiludido com este album, se achei perfeitamente natural as evoluções dos outros albuns neste nem por isso

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ouvi agora, curti! gostei muito mais do que dos 2 últimos

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Não percebo a facilidade com que se rotula o album de mau ou secante. Isto acaba por se tratar de uma deambulação pela mente do Alex Turner. É um álbum muito conceptual à qual ele juntou uma conotação/abordagem extremamente pessoal. Por consequência, a relativização neste caso acentua-se ainda mais.

 

Optaram por envergar num registo diferente como tem sido hábito ao longo do tempo. Este tem uma vibe mais descontraída ou - como a shifter apelida pertinentemente - "o lounge de Alex Turner".

 

Acho que o pessoal ficou muito preso à sonoridade inicial: aqueles riffs rápidos e a jovialidade que tanto os caracterizaram. E percebe-se porque de facto foi um periodo marcante no mundo da música, atrevo-me a dizer. Mas epa, em 2018 andarem ainda a dizer "sdds dos antigos AM" e a pedir guitarradas como aquelas é ser muito ingénuo. Há 10 anos que eles não fazem disso. A chave é a adaptação, se uma pessoa souber ligar-se ao mood que eles pretender transmitir perceberá a verdadeira qualidade da música.

 

Quanto ao album em si, a "four out of five" evidencia-se claramente à primeira audição. Estabelece-se como o ponto alto do disco e eles próprios parecem atribuir-lhe esse protagonismo. De resto, destaco também as duas que a antecedem perfazendo assim uma agradável sequência entre as músicas 4 e 6.

 

É exactamente isto.

 

Faz-me alguma confusão que a cada novo álbum dos AM, se lamente eles se terem afastado da origem. Se sentem tanta falta de músicas desses género, têm dezenas de outras bandas inglesas que podem ouvir, e com boa qualidade. Quanto aos Arctic Monkeys, gostei imenso do AM e adorei ainda mais este novo. Está incrivelmente bom para quem gosta de ir além da simples apreciação de riffs de guitarra ou bateria. Eu sou um autêntico junkie pelos clássicos (musicais e cinematográficos) dos 60's e 70's, e não me lembro de um álbum recente que me tenha transportado até essa época de uma forma tão intensa como fez este novo. Vou digeri-lo mais uns dias, e depois vou ouvir mais algumas vezes, cheira-me que é daqueles em que vamos descobrindo uma nova camada à medida que se vai repetindo.

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Devo admitir que a primeira vez que ouvi o álbum estranhei imenso. Agora já vou na terceira vez e estou a gostar. Veremos como fica ao vivo!

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O disco de AM está óptimo. Faz-me lembrar, e muito, um álbum de Wild Beasts. O que é bom. Quer pela estética e pela conceptualização, mas até, a espaços, pela sonoridade. Depois, tem um carácter muito próprio, o que já não é muito habitual no panorama pop actual.

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Algum player que reconheça música de 30 e 50s? O meu não está a reconhecer.

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