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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

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Alto lá... Já vamos na letra C e aparece o toino do Chilavert e o Baía não? :lol:

Sinceire, diz-me que ele vem no V por favor

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Alto lá... Já vamos na letra C e aparece o toino do Chilavert e o Baía não? :lol:

Sinceire, diz-me que ele vem no V por favor

Estamos a falar dos melhores de sempre. :rolleyes:

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Estamos a falar dos melhores de sempre. :rolleyes:

 

Acho que o Baía é considerado muito superior ao Chilavert. Já para não falar que é o futebolista com mais troféus de sempre.

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O Giggs tem mais.

 

Ups... desconhecia. Lembro-me de terem referido isso a dada altura mas já foi antes do último campeonato do United por isso...

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#24, que é que estás a fazer na secção de futebol? :mrgreen:

Editado por Schnees

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#24, que é que estás a fazer na secção de futebol? :mrgreen:

 

É né? :lol:

Um gajo agarra-se ao basquetebol e quase que se esquece do futebol.

Mas este tópico está bem nice.

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No caso, este é um produto acabado, o meu trabalho é apenas partilhá-lo com vocês.

 

Também concordo que estes 100 deveriam ser só passado e não presente, mas...

 

Não te estou a criticar, sei que retiras de outro sítio.

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Alto lá... Já vamos na letra C e aparece o toino do Chilavert e o Baía não? :lol:

Sinceire, diz-me que ele vem no V por favor

 

O Baía não aparece neste lista, nem da que eu vou postar quando este tópico acabar ( 100 suplentes que poderiam fazer parte desta lista )

 

Não sei qual o critério de escolha mas de certo que tem a ver com a dimensão que o Chilavert teve não só no Paraguai mas em toda a América do Sul.

 

Baía foi excelente em Portugal e no primeiro ano de Barça, mas teve muitas épocas afastado derivado das lesões.

 

Isto sou só eu a tentar compreender o porquê de ele não estar nesta lista.

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cruyff.jpg

 

Nome: Hendrik Johannes Cruijff ( Johan Cruyff )

País: Holanda

Posição: Avançado

Clubes:Ajax ( 1964-73 ), Barcelona ( 73-78 ), Los Angeles Aztecs ( 79-80 ), Washington Diplomats ( 80-81 ), Levante ( 81 ), Ajax ( 81-83 ), Feyenoord ( 83-84 )

Internacional/golos: 48/33

 

“Johan Cruyff foi, acima de tudo, um revolucionário. Como jogador e como treinador. No caso dele não se podem dissociar as duas funções: o holandês já era um técnico de chuteiras calçadas. Veloz, habilidoso, influente mas sobretudo dono de uma visão periférica que o transformava no braço armado do treinador, ou a perna, neste caso. Na Holanda, no Ajax, no Barcelona, assumiu-se como líder no campo e complemento de Rinus Michels, o mestre na seleção e nos dois clubes. Em todos os rankings e listas já feitos, o mitológico avançado, que ainda mantém o cerrado sotaque de Amesterdão apesar do coração catalão, está entre os cinco melhores intérpretes da história do jogo. E, depois, numa carreira tão influente como rápida de técnico, marcou o futebol do final do século XX.

Cruyff revolucionou ao ser um dos intérpretes perfeitos da ideia de futebolista total do início dos anos setenta. Uma imagem descreve-o: logo após o apito inicial do árbitro para o Holanda – Alemanha Ocidental da final do Mundial-74, recebe, no meio-campo holandês, segue rumo à área, ultrapassando alemães em velocidade e simulações, até ser derrubado por Hoeness. Penálti para a Holanda com 65 segundos de jogo. A Alemanha já estava a perder e ainda não tinha tocado na bola – acabaria por ganhar, no entanto.

Cruyff, um ponta-de-lança de origem, revolucionou a posição ao ser o oposto, por exemplo, do contemporâneo Gerd Muller, um terrível mas clássico matador estabelecido na área. O fugidio número 14 da Holanda, pelo contrário, escapava-se sempre que podia do seu habitat natural e tornava-se rapidamente no armador de jogo, posição em que a sua celebrada visão ganhava dimensão, ou num extremo em qualquer dos flancos, fazendo uso da velocidade e do drible fácil.

A propósito, Cruyff revolucionou também os dribles ao inventar a “volta à Cruyff”, um movimento hoje comum, que consiste em rodar sobre si próprio, passar a bola com o pé direito por detrás do corpo e cruzar com o esquerdo, deixando o marcador batido.

Cruyff revolucionou quando, enquanto treinador, fez o Ajax e o Barcelona jogarem à sua imagem, com inteligência, velocidade, economia de processos e vocação ofensiva – ganharia consecutivamente no banco como nunca antes ganhara no campo. E numa carreira curta – vente anos a jogar e apenas onze a treinar. Ele agora já não precisa de influenciar no terreno: basta-lhe escrever artigos de jornal. Cruyff, o revolucionário, nasceu a 25 de Abril.”

 

http://www.youtube.com/watch?v=CN8zyz9FsdI&feature=related

Editado por Sincèire

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Pena nunca ter ganho um Mundial.

 

Génio, na verdadeira acepção da palavra. Dos melhores de sempre, indubitavelmente.

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O Baía não aparece neste lista, nem da que eu vou postar quando este tópico acabar ( 100 suplentes que poderiam fazer parte desta lista )

 

Não sei qual o critério de escolha mas de certo que tem a ver com a dimensão que o Chilavert teve não só no Paraguai mas em toda a América do Sul.

 

Baía foi excelente em Portugal e no primeiro ano de Barça, mas teve muitas épocas afastado derivado das lesões.

 

Isto sou só eu a tentar compreender o porquê de ele não estar nesta lista.

 

Bahhh...

Pois só pode mesmo ser por ter sido um GR muito diferente da maior parte, porque de resto...

 

Apesar de não lhe achar piada quando fala: Cruyff :prayer:

Editado por #24

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cubillas.jpg

 

Nome: Teófilo Juan Cubillas Arizaga

País: Peru

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Alianza Lima ( 1966-72 ), Basileia ( 73 ), FC Porto ( 74-76 ), Alianza Lima ( 77-78 ), Fort Lauderdale Strikers ( 79-83 ), Alianza Lima ( 84 ), Miami South Florida ( 85 ), Alianza Lima ( 87 ), Fort Lauderdale Strikers ( 88 ), Miami Sharks ( 89 )

Internacional/golos: 81/26

 

“Há qualquer coisa que não bate certo quando se confere a lista dos jogadores com mais golos marcados em mundiais de futebol. Dois ou três alemães, dois ou três brasileiros, tudo normal. Um francês faz sentido, um húngaro também. De repente, um peruano?! E há qualquer coisa que também não bate certo no próprio futebol peruano, hoje o pior da América do Sul: vencedor da Copa América de 1975 e quarto-finalista nos mundiais de 1970 e 1978? A coisa que não bate certo num caso e noutro, claro, chama-se Teófilo Cubillas, “El Nene” ( o bebé ), um dos maiores jogadores da história do seu continente, como os portugueses, e os portistas em especial, atestam.

Jogou ao longo das décadas de setenta e oitenta, com passagem pelo FC Porto, de 74 a 76, e marcou cinco golos em cada um dos mundiais em que participou. Foi ele quem fez tombar a balança do futebol no Peru e prenunciou uma era de conquistas na Cidade Invicta.

Não foi discreto o seu início – como não seria toda a sua expressiva carreira – ao serviço do Alianza Lima: melhor marcador da liga nacional aos 17 anos. Os dados estavam lançados: Cubillas marcaria 116 golos em 175 jogos pelo seu clube. Seguiram-se o Basileia, as Antas e o milionário futebol americano mas, a cada experiência, um regresso ao Alianza. O último deles, emocionado, aos 39 anos: após um acidente de viação que matou todos os jogadores da equipa, em 1987, “El Nene” sentiu que tinha de voltar.

Nos mundiais, explodiu no México-70, aos 20 anos: marcou em todos os quatro jogos do Peru, num deles bisou, conquistou o troféu de melhor jogador jovem, foi o terceiro melhor marcador da prova, fez parte da equipa ideal e ouviu Pelé dizer que estava ali o seu sucessor. Falhado o apuramento em 1974, voltou, mais experiente, em 1978, na mesma forma. Levou o Peru às costas ( até a Holanda, que seria vice-campeã, o travar ), marcando outra vez cinco golos – e “El Nene” era um médio-ofensivo, não um ponta-de-lança.

Para a posteridade, além dos números impressionantes e da influência decisiva no futebol do seu país, fica a imagem de marca de Cubillas: os livres marcados com força e colocação com a parte exterior do pé direito que produziam um efeito mágico. Alguma coisa não batia certo naqueles livres.”

 

http://www.youtube.com/watch?v=WZ1he-j4sEw&feature=related

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Cubillas crl :prayer: :prayer:

Há-de ter sempre o estatuto de D. Sebastião, para mim. Quem dera ter visto o gajo jogar

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Esse golo do cubillas.. .fdx, que coisa fenomenal, que bojarda de trivela... :prayer:

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No vídeo do Cruyff, que linha é aquela entre o meio campo e a grande área?

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No vídeo do Cruyff, que linha é aquela entre o meio campo e a grande área?

É a linha que resulta do facto de estar a ser jogar num campo de Futebol americano e nao de soccer.

Editado por P_KOR

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É a linha que resulta do facto de estar a ser jogar num campo de Futebol americano e nao de soccer.

 

Mas não devia ter mais riscas e números?

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Mas não devia ter mais riscas e números?

Pois, vendo bem, é verdade...

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Esse golo do cubillas.. .fdx, que coisa fenomenal, que bojarda de trivela... :prayer:

 

Nesse jogo o Cubillas marcou outro golo, estive indeciso em qual dos dois colocar, acabei por meter o do livre por ser imagem de marca.

 

No entanto aqui fica o outro golo frente à Escócia:

 

http://www.youtube.com/watch?v=_mmWHPvansg

Editado por Sincèire

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Visitante

Ainda há uns dias li umas coisinhas sobre ele.

 

Ora bem, quando o Cubillas chegou à Suíça, estavam representantes do Barça a chegar ao Perú... :lol: Logo aí teve alto azar. Depois, na Suíça, não se adaptou por causa do tempo e da mentalidade; o Porto já o conhecia há algum tempo e lá o foi buscar, numa transferência bem cara para a altura. Depois, no Porto não teve grande sucesso a nível colectivo, e voltou para o seu clube do coração, o Alianza Lima; finalmente, foi para uma equipa dos States, encher a carteira e jogar num campeonato onde estavam grandes estrelas, como o Pelé ou o Cruyff. Foi uma carreira... diferente. Nos dias de hoje, provavelmente teria sido melhor ainda, a nível de prestígio

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