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não liguem ainda estou f*dido por ter arranjado um emprego e afinal só me queriam chular, isto amanha já passa...

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https://www.facebook.com/VidaEdu?ref=ts&fref=ts

 

um colega meu vai para Inglaterra no próximo mês à custa disso, vocês conhecem?

 

Remunerado como quem diz, pagam 250 libras, mas as despesas superam esse valor em muito.

 

Acho que é bem melhor a parte da Islândia, também tem hotelaria, e ganha-se quase 1000€ com alojamento. Também há a possibilidade de ficar com uma família no campo a tratar da horta e dos animais, aí pagam 1200€ se bem me lembro.

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Remunerado como quem diz, pagam 250 libras, mas as despesas superam esse valor em muito.

 

Acho que é bem melhor a parte da Islândia, também tem hotelaria, e ganha-se quase 1000€ com alojamento. Também há a possibilidade de ficar com uma família no campo a tratar da horta e dos animais, aí pagam 1200€ se bem me lembro.

 

 

Gostava muito de ir para uma m*rda dessas, tipo apanha da pêra e essas cenas.

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Isso é diferente, é em países mais quentes, na Islândia as frutas só crescem em estufas, neste caso é viver com uma família islandesa numa quinta e fazer todas as tarefas do dia-a-dia. Paga-se 600€ de inscrição no programa, mas depois tem-se um ordenado durante a duração do mesmo (que pode ir até um ano). Vale bem a pena, chama-se vidaedu.

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Quase metade dos habitantes de uma ilha paradisíaca são portugueses

 

A ilha de S. Bartolomeu, nas Caraíbas, é cada vez mais um feudo da emigração portuguesa. Licenciados e desempregados começam uma vida nova na praia, a trabalhar para os turistas milionários. E não querem voltar.

 

 

"A comemoração da revolução do 25 de abril junta mais gente aqui nas Caraíbas do que em muitas terras em Portugal", diz Vera Coelho Morgado, 28 anos, natural de Areias de Vilar, em Barcelos, há mais de dez anos a viver na ilha de S. Bartolomeu, nas Caraíbas. Na pequena ilha de St. Barts (como é conhecida) vivem cerca de oito mil pessoas. Três mil são portugueses, oriundos do Norte de Portugal, sobretudo de Braga, Guimarães, Barcelos e Monção.

 

A família de Vera está toda na ilha onde os termómetros não descem abaixo dos 27 graus. Primeiro foi o pai. Depois a mãe e, logo a seguir, Vera, o marido e o irmão. Agora a terceira geração da família (com 13 e 6 anos) frequenta a escola da ilha, tem uma hora de português uma vez por semana, mas não quer vir para Portugal. "Nós até temos medo de ir de férias para Portugal. Não consigo imaginar como é que as famílias conseguem viver com os salários portugueses", afirma.

 

Sem Consulado português em S. Bartolomeu (os emigrantes dependem da Embaixada portuguesa em Paris), aos poucos, a comunidade vai-se organizando. A equipa portuguesa de futebol já esteve em primeiro lugar na classificação local. Juntamente com outras pessoas não nascidas na ilha, três portugueses formaram uma lista candidata à Câmara de S. Bartolomeu. "Não aceitaram a lista. Arranjaram umas desculpas esfarrapadas e nem sequer nos deixaram ir a votos", insurge-se Vera Morgado.

 

A Associação Desportiva e Cultural Portuguesa de S. Bartolomeu foi a grande responsável por dinamizar e incentivar os emigrantes portugueses a participarem nas atividades da ilha. A festa do 25 de Abril, o S. João e o S. Martinho são as únicas festas tradicionalmente portuguesas que se celebram. É ainda esta associação que ajuda a tratar de questões legais, documentos e até a trasladação de corpos para Portugal.

 

Doutores e engenheiros

 

Se os primeiros emigrantes para a ilha francesa eram pessoas com pouca formação, desde há alguns anos que tudo se alterou. Antigos jogadores de futebol, engenheiros nas mais diversas áreas, advogados e enfermeiras compõem o rol dos novos emigrantes. "O maior problema é arranjar casa porque numa ilha há poucas habitações e um estúdio, só com uma divisão, custa 1500 euros/mês de renda", conta Marisa Oliveira, 32 anos, antiga florista em Famalicão.

 

Os salários, a praia e as gorjetas deixadas pelos clientes milionários nas casas, hotéis e barcos ajudam a matar as saudades.

 

Um trabalhador na construção civil tem um salário base que ronda os 2500 euros. Uma empregada de limpeza ganha, em média, 15 euros por hora. A nova geração de emigrantes, muitos deles fluentes na língua francesa e inglesa, assumem funções de supervisão em vilas turísticas e hotéis. As mulheres estão cada vez em maior número na receção dos turistas e a trabalhar em clínicas, hospitais e lojas.

 

O turismo, sobretudo composto por famílias russas, americanas e brasileiras está em crescimento na ilha. As famílias judias são conhecidas pelas enormes gorjetas que dão às empregadas domésticas. No final da estadia, deixam cerca de 500 euros para cada uma das funcionárias.

 

@JN

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Mas quem entra, tem a vida feita.

não sei se é bem assim, claro que ganhas bem e tens um trabalho altamente, mas ouvi dizer que eles de 5 em 5 anos +/- mandam grande parte do pessoal embora

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não sei se é bem assim, claro que ganhas bem e tens um trabalho altamente, mas ouvi dizer que eles de 5 em 5 anos +/- mandam grande parte do pessoal embora

 

 

Eles devem querer manter uma média de idades no staff, gente nova, não muito nova, mas também não muito velha, e 5 anos a trabalhar aí deve dar para juntar uns bons trocos.

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não sei se é bem assim, claro que ganhas bem e tens um trabalho altamente, mas ouvi dizer que eles de 5 em 5 anos +/- mandam grande parte do pessoal embora

 

Mesmo que fiques lá só 5 anos (se fores um gajo novo, acho que facilmente ficas por lá mais tempo que esses 5 anos), consegues poupar uns bons milhares de euros sem grande problema. É óbvio que não dá para ficar a coçá-los o resto da vida, mas ganhas um pé de meia e experiência suficientes para te orientares sem problemas se quiseres regressar a Portugal. Isto fora a excelente experiência que deve proporcionar a quem gosta de viajar e conhecer sítios novos.

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Eu apesar de estar a viver em Londres neste momento, tou tentado a ir a um desses open days.

 

Mas antes de ir quero ver se me informo melhor com uma amiga q tenho la a trabalhar.

 

Em termos de experiencia e de CV é muito bom.

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Os Open Days realizados em Lisboa e no Porto decorrem no hotel Sheraton

 

isso é para aviões de passageiros, não de mercadorias ó gordo :mrgreen:

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Alguém me sabe dizer algo sobre a Finantech? Fora a informação que está no site deles. Hehe :mrgreen:

Um conhecido meu concorreu a um estágio lá e responderam agora para saber se tinha disponibilidade imediata e se podia fazer um horário de trabalho normal ou, caso contrário, qual é a disponibilidade de horário. Ele tem disponibilidade imediata e pode fazer um horário normal de trabalho. Alguém sabe dizer algo sobre isto pessoal? ;-)

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Os Open Days realizados em Lisboa e no Porto decorrem no hotel Sheraton

 

Como é que funciona isso? teach me master

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