nuno claro Publicado 2 Março 2013 Não é assim tanto quanto explicas, mas eu talvez mais tarde te tente ajudar, ou melhor, alguém que saiba mais que eu.... Compartilhar este post Link para o post
nuno claro Publicado 4 Março 2013 Sonae procura recém-licenciados. http://www.empregopelomundo.com/2013/03/sonae-procura-60-recem-licenciados-ate-dia-11-de-marco/ Compartilhar este post Link para o post
nuno claro Publicado 5 Março 2013 (editado) Emprego em Birmigham, a receber 10£ por hora, a um portuguese formado em Marketing. http://emprego.comoemigrar.net/marketing/portuguese-speaking-marketing-assistant_i42 Editado 5 Março 2013 por nuno claro Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 6 Março 2013 (editado) Aviso à navegação: Empresas lucram com falsas ofertas de emprego para desempregados "Respondi a um anúncio de emprego e pediram-me 3000 euros para trabalhar. Fiquei tão abananada que nem disse nada, nem perguntei para que era o dinheiro. Vim-me embora e pronto. Mas acho isto um absurdo e tem de ser denunciado." Joana Mesquita tem 28 anos e uma licenciatura em Contabilidade e Administração Financeira. Até agora, só conseguiu trabalhar na sua área através de um programa de inserção de desempregados que a colocou no Ministério das Finanças com o subsídio de desemprego como salário, mas desde julho, quando o programa terminou, que procura trabalho. No site Emprego.sapo.pt encontrou, em setembro, um anúncio que pedia uma consultora financeira. A empresa era a Decisões e Soluções, o local a loja/agência de Santo Tirso. Respondeu e foi-lhe marcada uma entrevista, por mail (que reencaminhou para o DN), assinado por alguém que se dizia "diretor da agência". "Na altura pensei: estão-me a burlar" No dia aprazado, "28 ou 29 de setembro", Joana foi entrevistada por uma técnica de recursos humanos que, apresentando-se como exterior à Decisões e Soluções, lhe fez uma apresentação da empresa e do que seria o seu trabalho. "Consistia em vender produtos financeiros ganhando uma comissão por cada negócio fechado, não teria salário-base, nem uma carteira de clientes." Mas o pior veio a seguir: informada de que teria de fazer "um investimento inicial de três mil euros", Joana ficou "completamente desorientada". "Para quem está desempregado, as condições anteriores já não eram nada satisfatórias, quanto mais ter de fazer um investimento desse nível. Confesso que acabei por nunca entender muito bem o porquê desse valor: teria de me coletar a recibos verdes, não teria gabinete próprio, o material teria de ser meu, os clientes tinha de os conquistar, só teria o nome da empresa associado a mim, apenas me garantiram que seria um negócio vantajoso com boas comissões, comissões essas de que não me lembro dos valores pois a dada altura desconcentrei-me por completo. Cheguei a perguntar se emprestavam o dinheiro para o investimento inicial, pensei que como eles também faziam créditos teriam todo interesse em que os candidatos fizessem lá os empréstimos, mas não, mais uma vez fiquei surpreendida, pois o que me respondeu foi que não emprestavam, quanto muito iam descontando nos primeiros salários! Nesta fase da entrevista fiquei sem perceber por completo que tipo de empresa seria aquela. Perguntei quantos meses iria trabalhar sem receber, pois com as condições que me davam era isso que ia acontecer. E disse que iria pensar na proposta, isto para não dar um não completamente redondo. Vim embora e confesso que nunca mais disse nada." Samuel Andrade, 31 anos, com um curso profissional de comunicação, "vertente marketing e publicidade", teve exatamente a mesma experiência que Joana mas em Ponta Delgada, no início de 2011. A agência de publicidade em que trabalhava fechou, e, mesmo sem experiência na área, respondeu a um anúncio da Decisões e Soluções, que estava a abrir uma agência na cidade, para "assistente comercial numa empresa de consultoria financeira". Enviou o CV e foi convocado, dois ou três dias depois. "Começou por ser muito normal: disseram-me que a minha função seria tentar encontrar soluções para pessoas que precisavam de um empréstimo. Uma das tarefas que me seria pedida era vender um serviço de cartão de crédito ou crédito pessoal da empresa, julgo que era isso. Até me deram um exemplo de um colaborador que tinha muito sucesso a vender esse produto. Só perto do final foi dito que se entrasse teria de investir numa participação na empresa - 3000 euros. Nem perguntei para que era o dinheiro, porque vi logo que o meu futuro profissional não ia por ali e além disso não tinha sequer esse montante. Daí a uns tempos a agência encerrou e não refleti muito mais sobre isso. Mas não me caiu bem, de modo nenhum, o pagar para trabalhar." Passados cinco meses, Joana não tem dúvidas sobre o que sucedeu: "Na altura pensei 'estão-me a burlar'. Depois comentei o assunto com várias pessoas e toda a gente ficou escandalizada. Cheguei à conclusão de que aquilo é um falso anúncio de emprego, uma venda. Devo dizer que agora tenho muito mais cuidado, tento informar-me melhor sobre a empresa que coloca os anúncios." Ninguém sabe ao que está a responder Quando chegou à entrevista de emprego e viu uma máquina de multibanco em cima da mesa, Hélder desconfiou. Estamos no final de 2012, e a oferta era de uma vaga para um atelier de arquitetura (é arquiteto) no site Emprego.pt, colocada pela Jobstore.pt. "Entro numa sala vazia, não mobilada, na Rua Latino Coelho, no centro de Lisboa, que se percebe ser temporária, com duas senhoras bem mais novas do que eu (tenho 39). Pediam um arquiteto com cinco anos de experiência mas elas começam a fazer-me perguntas muito básicas, que podiam ser para qualquer coisa, tipo 'como te sentes a trabalhar em equipa?'. Quando acaba a entrevista, toda desse género, a rapariga que esteve a fazer as perguntas diz para eu ir à colega dela 'certificar o curriculum', pagando 25 euros. Digo que não vou pagar nada e quando chego a casa vou direito à Net para perceber o que era aquilo. E concluí que aquela Jobstore é uma empresa de fachada para esse negócio de certificar CV. Já estava escaldado porque me aconteceu cair neste tipo de logro antes, num site estrangeiro. Paguei 16 euros supostamente para ter alguém que me ia encaminhar todas as ofertas da minha área, e depois percebi que aquilo é para enganar." Indignado, Hélder contou o caso da falsa entrevista de emprego a vários amigos: foi assim que a história chegou ao DN. "Acho isto escandaloso, haver gente a querer-se aproveitar dos desempregados. Para não falar da expectativa que as pessoas criam ao pagar para conseguir trabalho quando tudo é uma ilusão! Depois certamente vem a frustração, pois chega a um ponto em que já ninguém sabe se está a responder a uma oferta de trabalho ou a uma burla!" Um desempregado desesperado Paula, 33 anos, técnica de recursos humanos, passou pelo mesmo, com uma diferença: a ela a convocatória da entrevista chegou-lhe por sms. "Foi em setembro. Tinha enviado o meu CV e contactos para uma oferta no site Emprego.pt, não houve resposta mas passado um tempo, a 17, recebi um sms com um link para marcar uma entrevista: 'Devido às suas candidaturas no site Emprego.pt vimos por este meio convocá-la para entrevista. Vá a passemprego.pt/para + info. Obg. JobStore.' Achei estranho, procurei Passemprego na Net e não encontrei nada, mas uma pessoa desempregada está tão desesperada que aproveita qualquer coisa." A entrevista decorreu na sede da Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (na António Augusto de Aguiar), o que sossegou Paula: "Tem credibilidade, fiquei mais descansada. Fui levada para uma sala com uma rapariga nova, cujo nome não lembro. Disse-me que estavam ali por não terem instalações próprias e que o site ainda estava em construção. E começou a apresentar-me aquilo que denominou como 'um novo produto', Passemprego, uma certificação de competências. Não me conseguiu convencer das vantagens nem explicar-me como aquilo funcionava. Disse-me que se pagasse 20 euros me dava um link com um código e quando eu chegasse a casa acederia a esse link e aí certificaria os meus documentos. Isso não me fez sentido: então se tivesse um certificado falso era eu que o certificava? Além disso, trabalho há alguns anos e ninguém me pediu certificação. E quando lhe perguntei se tinham telefone disse-me que não, o que também me pareceu estranho, tal como o facto de que quando cheguei à entrevista me disse existirem três ou quatro ofertas para o meu perfil e como não paguei o tal serviço de repente já não havia." Paula ri, amarga. "Cheguei a casa e fiz um post no meu blogue, a perguntar às pessoas se tinham ouvido falar daquilo, de tão estranho que me pareceu." 'full-time' a recibos verdes? "Burla", "pagar para trabalhar", "venda", "marketing agressivo": como é que, em termos legais, se poderá caracterizar o que sucedeu com Joana, Samuel, Hélder e Paula? Parece claro que a redação atual do crime "burla relativa a trabalho e emprego" não abarca estas situações. E mesmo que a caracterização do crime fosse alterada, dificilmente o caso de Joana e Samuel seria encaixável numa situação de burla. Quando a empresa em causa pede o dinheiro aos candidatos estes já estão desenganados: sabem que não lhes estão a oferecer um emprego. Aliás, no site da empresa Decisões e Soluções (decisoesesolucoes.com), na secção "Oportunidades", o "pagar para trabalhar" está preto no branco: há várias modalidades para "fazer parte" da empresa, mas todas implicam pagamento, numa espécie de contrato de franchising - dez mil euros para abrir uma agência ou "juntar-se a uma", um "investimento total de 750 ou 1500 euros" para ser consultor afeto a uma das lojas/agências já abertas. (A diferença de valor em relação ao que foi pedido a Joana e Samuel explica-se com a existência de uma "campanha válida de 18 de fevereiro a 30 de março" - por coincidência após o primeiro contacto telefónico do DN com a sede da empresa, já que antes disso os valores para os consultores variavam de 1500 euros, para "subagentes", e 2000 para agentes). Donde vem, então, a confusão e indignação de Joana e Samuel, e de muitas outras pessoas que narram experiências semelhantes na Net, uma delas alegando mesmo ter comunicado a entrevista ao seu Centro de Emprego, ao qual foi depois obrigada a explicar o porquê da recusa do "trabalho"? É que, como o DN verificou numa pesquisa nos sites de emprego, não é difícil encontrar vários "anúncios de emprego" para a Decisões e Soluções, em vários locais do País e datados de fevereiro, em que a caracterização "full-time" remete para trabalho remunerado dependente e nos quais não se faz menção a qualquer "joia", "direito de entrada" ou trabalho "à comissão" (a generalidade fala em "remuneração atrativa" e há até um, para "diretor de agência", em que se oferecem 3500 euros de remuneração mensal), nem, tão pouco, se coloca link para o site da empresa. Aliás a abundância da oferta, assim como o nível de especialização requerido (em muitos casos o 12.º ano e em alguns até o 9.º), é no mínimo surpreendente tendo em conta o contexto recessivo e de contração do crédito (um dos principais negócios da empresa, que também faz mediação de seguros, de obras e recentemente também imobiliária), que talvez encontre explicação no facto de a DS estar, de acordo com o seu site, "num processo de expansão" que inclui a criação de "dez a 15 agências de recrutamento e expansão em todo o país, tendo como função o recrutamento de novos agentes e consultores a nível nacional". De resto, também no site do Passemprego, em que se informa ter sido criado precisamente em setembro de 2012 - o mês em que Paula foi convocada para o que julgava ser uma entrevista de emprego -, é dito, com vastos erros de ortografia e sintaxe (um pouco bizarro num site que pretende credibilizar competências), em que consiste realmente o serviço. Começa por se apresentar como visando efetuar "em seu nome, através de uma procuração automaticamente cedida por si no acto da subscrição do serviço, uma verificação forense das provas físicas das credenciais, e sempre que necessário, uma verificação directa junto dos emissores originais dessas mesmas credenciais, recorrendo para isso a parceiros estratégicos e métodos especiais exclusivos", disponibilizando assim uma certificação das ditas credenciais a eventuais empregadores. Engano em letras pequeninas? Mas, mais à frente, nos "Termos e Condições", adverte-se: "Embora o PassEmprego.pt desenvolva contactos junto das escolas, universidades e empresas para auferir junto das mesmas a autenticidade, das credenciais a serem verificadas, o serviço é prestado apenas como um reforço substancial da veracidade e confiança sobre os dados fornecidos pelo utilizador em questão (candidato ou profissional activo), mas não confere em caso algum, a responsabilidade ao PassEmprego.pt, do eventual facto de ainda assim os mesmos poderem não corresponder à verdade absoluta sobre esses mesmos dados. […] O utilizador será o único responsável pela fidedignidade, rigor e exactidão de todas as informações, conteúdos e outros dados, incluindo os que constem do Curriculum Vitae, que disponibilizar no PassEmprego.pt, comprometendo-se a mantê-los actualizados." Ou seja: apesar de se apresentar como certificador e credibilizador, o "serviço" certifica, nas "letras pequeninas", que o único responsável pela fidedignidade dos dados insertos é quem pagou. Aliás, várias universidades (Coimbra, Nova e a de Lisboa) afirmaram ao DN nunca ter ouvido falar de tal "certificação". O mesmo sucedeu com a Associação Empresarial Portuguesa, que frisa: "Quaisquer dúvidas suscitadas por um curriculum vitae e são normalmente despistadas no decurso das entrevistas individuais, de natureza exploratória do percurso profissional e de avaliação do potencial de desempenho dos candidatos [...]. Refira-se, ainda que a maior parte dos candidatos anexa habitualmente os seus certificados académicos ao seu CV e, normalmente, só nos casos de admissão é que a empresa contratante exige ao(à) futuro(a) trabalhador(a) um certificado de habilitações autenticado pela instituição de ensino onde se qualificou." Dir-se-á que quem quiser compra o serviço, por sua conta e risco - quantos o fizeram o criador do Passemprego, Ricardo Craveiro Lopes, não revela - mesmo que pareça redundante e haja claramente problemas de desenho no site: o DN tentou consultar credenciais usando "códigos" Passemprego retirados de CV do Linkedin (rede online de profissionais), e não conseguiu. Mas como justificar que, de acordo com os testemunhos recolhidos pelo DN (e outros registados na Net), se convoquem pessoas para pseudo entrevistas de emprego que têm como único objetivo induzi-las a comprar um serviço? E como compreender e aceitar que uma empresa como a Decisões e Soluções coloque anúncios a oferecer empregos full-time quando o que propõe é uma atividade a recibos verdes em que cobra "direito de entrada"? Três conselhos anti-burla 1. Se lhe pedem dinheiro, desconfie - muito Pode haver exceções, mas se lhe pedirem dinheiro como condição para aceder a um posto de trabalho, a título de formação, de "formalidades", para certificar que é "o escolhido" ou para procurarem trabalho para si, o mais certo é estar perante uma tentativa de burla. 2. Se parecer bom demais para ser verdade, é porque é Esta é a frase mais comum nos conselhos que pelo mundo fora se dá a quem procura trabalho, e geralmente vem com exemplos penosos - não raro contados por quem foi burlado. Desde ganhar dinheiro em casa a dobrar envelopes, há tolices de todos os géneros. Podem não lhe pedir dinheiro, mas os seus dados - o NIB, por exemplo - para lhe acederem à conta. Nunca ceda informação confidencial na Net ou por telefone. 3. Pesquise sempre primeiro A Net pode constituir um perigo para ingénuos mas facilita muito a vida a quem se quer precaver. Se vai responder a um anúncio de emprego, procure saber tudo o que puder sobre o prospetivo empregador. Se Joana e Samuel o tivessem feito com cuidado, nunca teriam ido ao engano. @Dinheirovivo.pt Editado 6 Março 2013 por Vaart Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 6 Março 2013 alguem sabe em que consiste o trabalho de Aprovisionamento de Produtos? tenho oportunidade de fazer um estágio nisto Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 6 Março 2013 Infelizmente essas situações são bastante frequentes. Isso e pedirem alguém para Relações Públicas/cargos de Comunicação ou Marketing e depois na realidade é para vendedor/comercial sem ordenado base, só comissões e com as despesas todas por conta do vendedor. Fui a uma assim há uns meses e estava prestes a ir a outra amanhã igual, felizmente apercebi-me a tempo. Compartilhar este post Link para o post
Light Years Publicado 6 Março 2013 A Decisões e Soluções :lol: Aos anos que esses tipos trabalham assim. Não é burla no sentido de que pagas e a empresa desaparece, eles é que pedem mesmo dinheiro para as pessoas começarem a trabalhar. Seria algo como 1500€ para Júnior e 3000€ para Sénior. A diferença era que as comissões eram maiores em Sénior do que em Júnior. E o pior é que esses tipos já estão em todo o país. Os clientes pagam pelo aconselhamento financeira e o encaminhamento para as melhores opções, os bancos ("supostamente") pagam para receberem os clientes e os trabalhadores pagam para poderem trabalhar com o nome da empresa porque tudo o resto tem de ser suportado pelo trabalhador. Compartilhar este post Link para o post
jmgv Publicado 6 Março 2013 A Decisões e Soluções :lol: isto... :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Dan Publicado 6 Março 2013 A Decisões e Soluções :lol: Aos anos que esses tipos trabalham assim. Não é burla no sentido de que pagas e a empresa desaparece, eles é que pedem mesmo dinheiro para as pessoas começarem a trabalhar. Seria algo como 1500€ para Júnior e 3000€ para Sénior. A diferença era que as comissões eram maiores em Sénior do que em Júnior. E o pior é que esses tipos já estão em todo o país. Os clientes pagam pelo aconselhamento financeira e o encaminhamento para as melhores opções, os bancos ("supostamente") pagam para receberem os clientes e os trabalhadores pagam para poderem trabalhar com o nome da empresa porque tudo o resto tem de ser suportado pelo trabalhador. É assim que funciona um franchising, não vejo burla nenhuma. Compartilhar este post Link para o post
Light Years Publicado 6 Março 2013 É assim que funciona um franchising, não vejo burla nenhuma. Nada a ver. Tens um contrato de trabalho com a empresa, não de aquisição de direitos ou licenças. Compartilhar este post Link para o post
Lestonks Publicado 6 Março 2013 O tal meu amigo que trabalhava no restaurante em que eu tive, vai pôr o patrão em tribunal por exploração :prayer: :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Dan Publicado 6 Março 2013 (editado) Nada a ver. Tens um contrato de trabalho com a empresa, não de aquisição de direitos ou licenças. ? então se uma pessoa está a usar a imagem da empresa para fazer negócio, eles não têm direito a pedir um valor de entrada? Isso é como abrir um negócio de seguros, qualquer pessoa que abra um negócio tem de investir, neste caso investe e usa uma marca que já está instalada no mercado, até é mais fácil. É assim que funciona o franchising, compra-se uma fatia da empresa e trabalha-se por conta própria. Além disso, se é tudo bem explicado na entrevista, não estou a ver onde está a burla, só aceita quem quer... Editado 6 Março 2013 por Dan Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 6 Março 2013 (editado) ?então se uma pessoa está a usar a imagem da empresa para fazer negócio, eles não têm direito a pedir um valor de entrada? Isso é como abrir um negócio de seguros, qualquer pessoa que abra um negócio tem de investir, neste caso investe e usa uma marca que já está instalada no mercado, até é mais fácil. É assim que funciona o franchising, compra-se uma fatia da empresa e trabalha-se por conta própria. Além disso, se é tudo bem explicado na entrevista, não estou a ver onde está a burla, só aceita quem quer... No caso da Decisões & Soluções a pessoa que vai para esses lugares, que estão na reportagem, vai estar à ordem do "gerente" dessa loja. O "gerente" é que comprou o direito de utilizar a imagem da empresa, os restantes funcionários são contratados à sua responsabilidade. O que acontece, na maioria dos casos, é o que é dito na reportagem, vão trabalhar sem salário fixo, por comissões e têm que pagar uma determinada quantia se quiserem ficar com a função. O problema, no meio disto tudo, é que nos anúncios não são ditos esses pormenores: Anúncio:FAÇA PARTE DE UMA MARCA DE PRESTÍGIO NACIONAL Decisões & Soluções é uma empresa líder em Portugal especializada num serviço personalizado e independente de consultadoria Financeira, Mediação de Seguros, Mediação Imobiliária e Mediação de Obras. Contamos com uma equipa de profissionais especializados, sempre disponíveis para aconselhar os clientes de uma forma personalizada, rápida e eficaz, oferecendo soluções a 360º. SELECIONAMOS: A nova agência de Odivelas está a recrutar Consultores Financeiros Juniores e Seniores para o mercado que lidera, nas seguintes áreas: Consultadoria Financeira; Mediação Imobiliária; Mediação de Obras; Mediação de Seguros. PROCURAMOS: Consultores com espírito empreendedor, garra, força de vontade e determinação; Dinamismo e vocação comercial, sendo a experiência em qualquer das áreas indicadas considerada relevante; Capacidade de trabalhar com autonomia, organização e gestão de tempo; Elevado sentido de responsabilidade; Excelente capacidade de comunicação e argumentação; Boa capacidade de relacionamento interpessoal; Gosto pelo trabalho orientado por objectivos; Motivação para iniciar e/ou relançar a sua carreira. OFERECEMOS: Formação inicial e contínua; Protocolos exclusivos e uma relação privilegiada com as principais seguradoras e instituições bancárias do país; Software de gestão e todo o material de apoio; Carreira em constante evolução; Ganhos financeiros acima da média e prémios muito atrativos; Insersão numa empresa estavel e em crescimento. @Netempregos.pt Editado 6 Março 2013 por Vaart Compartilhar este post Link para o post
Light Years Publicado 6 Março 2013 (editado) ? então se uma pessoa está a usar a imagem da empresa para fazer negócio, eles não têm direito a pedir um valor de entrada? Isso é como abrir um negócio de seguros, qualquer pessoa que abra um negócio tem de investir, neste caso investe e usa uma marca que já está instalada no mercado, até é mais fácil. É assim que funciona o franchising, compra-se uma fatia da empresa e trabalha-se por conta própria. Além disso, se é tudo bem explicado na entrevista, não estou a ver onde está a burla, só aceita quem quer... Não estás a preceber. A figura de franchising não se aplica a contratos de trabalho e neste caso existe um contrato de trabalho. É tão simples quanto isso. Tanto é que um particular não pode legalmente adquirir um "franchising", apenas uma empresa o pode fazer. E ninguém teve de constituir empresa para trabalhar com a Decisões e Soluções. De resto, é falso que no franchising tu compres uma "fatia da empresa". Não há transferência de qualquer tipo de percentagem de propriedade da empresa em contratos de franchising. Editado 6 Março 2013 por Light Years Compartilhar este post Link para o post
Bernas Publicado 6 Março 2013 Estava a pensar em fazer um part-time durante as férias a entregar cartazes na rua ou algo do género. Alguém me pode dizer onde posso encontrar informações sobre esse tipo de trabalhos? Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 7 Março 2013 Pessoal que disse que foi à PwC, como correu, que fizeram? Vou lá na 6ª. Eu conheço bastante gente da de cá do Porto, já me informei do que fizeram no ano deles, não deve divergir muito... Compartilhar este post Link para o post
ZeroZeroPeras Publicado 7 Março 2013 Para o pessoal de IT, nesta altura do ano aparecem muitas propostas de emprego, para quem quiser começar a trabalhar ou mudar de emprego é uma boa altura. Até para candidaturas espontâneas é talvez a melhor altura. Compartilhar este post Link para o post
Kratosthegod Publicado 7 Março 2013 E para estágios de Verão também é uma boa altura para candidaturas... Compartilhar este post Link para o post
nuno claro Publicado 7 Março 2013 http://www.empregopelomundo.com/2013/03/empresa-rentalcars-recruta-portuguese-speaking-customer-service-advisor-international-travel/ Empresa de aluguer de carros, em Manchester, Inglaterra, quer português para Call Center. Boa oportunidade para quem se quer meter em Inglaterra, mas tem medo de começar sem trabalho... Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 8 Março 2013 Pessoal, uma dúvida. Eu preciso mesmo de arranjar emprego e já nem quero saber se é para a minha área ou não, se me pedem a licenciatura que tenho ou se só pedem o 12º ou o 9º ano. A questão é, eu não consigo arranjar mesmo para a minha área porque há pouquíssimas ofertas, mas para me candidatar a empregos para os quais só pedem o 9º ou o 12º, tenho formação a mais e sou excluído de imediato. É "justo" aldrabar o CV, dizendo que tenho menos formação da que realmente tenho? Se sim, o que é que eu digo que andei a fazer nos últimos 3 anos e meio? Já estou por tudo, só quero trabalhar. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 9 Março 2013 Emigrar não pode ser mesmo opção? Cada um sabe de si e tem as suas prioridades, mas a não ser que tenhamos um familiar doente a precisar de nós em Portugal não vejo porque não emigrar numa situação dessas. Isto tendo em conta, obviamente, que emigrar não é meter a trouxa as costas e pronto. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 9 Março 2013 Pessoal, uma dúvida. Eu preciso mesmo de arranjar emprego e já nem quero saber se é para a minha área ou não, se me pedem a licenciatura que tenho ou se só pedem o 12º ou o 9º ano. A questão é, eu não consigo arranjar mesmo para a minha área porque há pouquíssimas ofertas, mas para me candidatar a empregos para os quais só pedem o 9º ou o 12º, tenho formação a mais e sou excluído de imediato. É "justo" aldrabar o CV, dizendo que tenho menos formação da que realmente tenho? Se sim, o que é que eu digo que andei a fazer nos últimos 3 anos e meio? Já estou por tudo, só quero trabalhar. Uma amiga minha andava num desespero idêntico, foi chamada por altura do Natal para trabalhar no Espaço Casa e não escondeu que era licenciada. Compartilhar este post Link para o post
Rei_Patricio Publicado 9 Março 2013 Pessoal, uma dúvida. Eu preciso mesmo de arranjar emprego e já nem quero saber se é para a minha área ou não, se me pedem a licenciatura que tenho ou se só pedem o 12º ou o 9º ano. A questão é, eu não consigo arranjar mesmo para a minha área porque há pouquíssimas ofertas, mas para me candidatar a empregos para os quais só pedem o 9º ou o 12º, tenho formação a mais e sou excluído de imediato. É "justo" aldrabar o CV, dizendo que tenho menos formação da que realmente tenho? Se sim, o que é que eu digo que andei a fazer nos últimos 3 anos e meio? Já estou por tudo, só quero trabalhar. Acho que "aldrabares" o CV não será a melhor hipótese. Já experimentas-te dizer que apesar de seres licenciado não te importas de receber como um gajo com o 12º ano, que o que queres mesmo é trabalhar? Compartilhar este post Link para o post
master Publicado 9 Março 2013 Apesar de ainda faltar uns valentes anos, 4 ou 5 se tudo correr como planeado, para ter algum curso, eu já comeco a ter uma ideia do futuro. Como todos nós sabemos, e infelizmente o nosso país nao atravessa um grande momento, empresas a fechar, número de desempregados a aumentar, entre outras coisas. Como tal, digo-vos que até acho engraçado essa oportunidade de ir trabalhar para fora, mas aquela sensacao de chegares e nao teres ninguem à tua espera e ainda conseguires safar-te por lá sozinho, deve ser complicado nos primeiros meses. Compartilhar este post Link para o post