Visitante Publicado 16 Dezembro 2015 Alguém tem opinião da Altran, por aqui? Compartilhar este post Link para o post
Jan Oblak Publicado 16 Dezembro 2015 (editado) Parabens Red! :compinchas: Falavam ai do Vaart, posso dizer que é umas pessoas que mais admiro cá do forum. Jovem adulto imensamente focado nos seus objectivos (quem me dera ter 1% desse foco) e com já alguns artigos apresentados e que pelos vistos são sempre apreciados e elogiados. Estou com o trz, e pelo menos para mim é um grande exemplo. btw, aparte disso tenho aqui uma situação que gostava que me pudessem ajudar: tenho um amigo em que o contrato de trabalho dele terminava a 31 de Dezembro (mas é um daqueles contratos renováveis), ele não queria renovar mas se não renovasse não recebia o subsídio de desemprego. Expôs a sua situação ao seu superior (chefe) a pedir para que não lhe renovassem o contrato para assim ter direito ao subsídio de desemprego. Esse chefe posteriormente colocou a questão ao seu superior (chefão). O chefão disse ao chefe que não queria perder o meu amigo porque é um dos melhores trabalhadores que já tem, elogiou-o exaustivamente e disse que não quer perder um dos seus melhores trabalhadores. Disse também que se fosse preciso ia para uma área que o meu amigo gostasse mais, que fosse mais 'soft' e coincidisse com as suas necessidades. Sendo assim, o meu amigo renovou contrato com a promessa de falar com o chefão para expôr a sua situação e pedir para ir trabalhar para a área X. Já lá vão duas semanas e ainda não falou com o chefão porque ou não está na empresa, ou está em reuniões e etc. O meu amigo começa a ficar desconfiado que isto são só desculpas, que não contaram nada ao chefão e persuadiram-no para que renovasse contrato. A minha pergunta é: se continuar sem conseguir falar com o chefão nem for mudado para outra área como prometido, há alguma maneira de sair de lá com o subsídio de desemprego? Editado 16 Dezembro 2015 por Jan Oblak Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 16 Dezembro 2015 Sem perceber muito disso, acho que não. Teria de alegar uma justa causa e essa alínea de mudança departamental teria de estar prevista no contrato que assinou. De qualquer forma, eu julgo que isso não é anormal tendo em conta a fase laboral que decorre em Dezembro/Janeiro, é sempre um stress em termos administrativos. De qualquer forma, se fosse eu, deixava passar o Natal e o Ano Novo, e depois esperava porque, efetivamente o contrato começa a 1 de Janeiro e a mudança teria que ocorrer aí. Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 16 Dezembro 2015 Obrigado pessoal :) Já estava a contar que conseguia ficar, tanto que prolonguei (renovei) o contrato da casa, e passei as contas tudas para o meu nome aqui e projectei o próximo ano a pensar que entrava, as médias de entrada tendo em conta o número elevado de vagas aqui têm variado pouco e tinha uma boa margem de segurança pela nota. Mas é sempre mais uma etapa queimada até começar a sério :grin: Compartilhar este post Link para o post
Fajo Publicado 16 Dezembro 2015 Saiu a lista oficial para o Ano Comum, entrei na primeira opção, CHUC (Coimbra). Dia 4 começo :) Grande Red, muitos parabéns! Compartilhar este post Link para o post
Swarley Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) (...) Btw, comecei a trabalhar dia 1 de Julho do ano passado, em Novembro do ano passado recebei metade do subsidio de Natal, este ano recebi os dois por completo. Ainda tenho direito a metade do de férias referente ao ano passado, correcto? Para não ficar esquecido. Editado 17 Dezembro 2015 por Swarley Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 eu honestamente, ainda não me vi com um sonho em termos profissionais que não seja ser valorizado e fazer algo que goste minimamente. Infelizmente, ainda não tive essa sorte :lol: vale que nas outras facetas da vida está tudo bem, é isso que tenho que aproveitar. Mas cada vez mais me vejo a perder ambições em termos profissionais e a ganhar noutras, e cada vez mais me apetece é viver bem, ganhar o que chegue para viver, e não ter grandes preocupações laborais. Começo a achar que a vida é muito curta para demasiadas preocupações laborais. [/momento Platão] 100% isto, subscrevo completamente. Hoje mais que nunca dou prioridade a outras coisas, mesmo que isso signifique não pensar tão alto como antes. Mas nada contra quem pensa alto, de forma alguma. Só fazem é bem. :) Além do mais, tenho clara noção de que fiz a escolha errada em termos académicos, e se soubesse o que sei hoje teria enveredado por outra área. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 17 Dezembro 2015 eu acho que a vida, para certas pessoas, leva caminhos que impossibilita uma ambição profissional superior. Claro que se queres ser o maior e o melhor, é só ter vontade, embora provavelmente tenhas de sair de Portugal para isso inicialmente, e dadas as atuais circustâncias sócio-económicas (e não, não acredito que melhore nos próximos anos). Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 Sem dúvida. No meu caso específico, a minha vida teve mudanças inesperadas que mudaram, de certa forma, o meu rumo e os meus objectivos. Embora inicialmente as coisas parecessem terríveis, hoje já as vejo de outra forma e acho que me sinto melhor assim - até por comparação com outras pessoas que estão a seguir o rumo que eu queria seguir. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 17 Dezembro 2015 O importante é que toda a gente se sinta confortável com as suas escolhas profissionais. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) Obviamente. Não podemos ser todos vencedores dos Nobel, isso é só para o Pan e o Vart. Editado 17 Dezembro 2015 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
nathanwilliams Publicado 17 Dezembro 2015 Obrigado pessoal :) Já estava a contar que conseguia ficar, tanto que prolonguei (renovei) o contrato da casa, e passei as contas tudas para o meu nome aqui e projectei o próximo ano a pensar que entrava, as médias de entrada tendo em conta o número elevado de vagas aqui têm variado pouco e tinha uma boa margem de segurança pela nota. Mas é sempre mais uma etapa queimada até começar a sério :grin: Tens estado nos CHUC? Já deves ter apanhado o meu tio, pneumologista. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 17 Dezembro 2015 Obviamente. Não podemos ser todos vencedores dos Nobel, isso é só para o Pan e o Vart. Não quero ser "Nobel". Ainda ontem falei isso com um colega meu, eu gostava muito de ser docente universitário, mas também sei que o caminho para lá chegar é muito difícil. Assim, acho que não vale a pena massacrar-me a pensar nisso, só iria gerar pressão desnecessária, o que eu faço todos os dias é trabalhar para melhorar a minha qualidade enquanto profissional. Claro que se daí advier o alcance do objetivo que quero atingir, porreiro. Não se trata de querer ser melhor que os outros, acho que é melhor competir comigo mesmo, trata-se de tentar melhorar todos os dias no sentido de alcançar aquilo que quero. Contudo, caso não o consiga no imediato, também não vou entrar em desespero. Hoje em dia, ao contrário de há alguns anos, consigo controlar melhor as minhas expectativas e as expectativas que os outros sobre mim. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 Eu não disse que vocês queriam "ser o melhor", só insinuei que o são. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 17 Dezembro 2015 Aceita a graxa, Vaart. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) Aceita a graxa, Vaart. :mrgreen: Mesmo, que chato do crl este moce... Editado 17 Dezembro 2015 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
w0 Publicado 17 Dezembro 2015 eu honestamente, ainda não me vi com um sonho em termos profissionais que não seja ser valorizado e fazer algo que goste minimamente. Infelizmente, ainda não tive essa sorte :lol: vale que nas outras facetas da vida está tudo bem, é isso que tenho que aproveitar. Mas cada vez mais me vejo a perder ambições em termos profissionais e a ganhar noutras, e cada vez mais me apetece é viver bem, ganhar o que chegue para viver, e não ter grandes preocupações laborais. Começo a achar que a vida é muito curta para demasiadas preocupações laborais. [/momento Platão] Por isso é que curto o CMPT de crl :heart: Eu tenho exactamente a visão contrária. Cada dia que passa sinto maiores ambições profissionais, adoro viver bem, mas as preocupações laborais são o que me dá pica para todos os dias ir trabalhar. Não sou workaholic (apesar dos 16 dias de férias que não gozei este ano dizerem o contrário), mas adoro a adrenalina de ter 1001 coisas para tratar, dos prazos, de participar nas grandes decisões etc. Eu se precisar trabalho até às 01h, 02h, 03h etc. Mas tenho uma coisa que não abro mão, que é a minha vida pessoal. Assim que saio do escritório os problemas ficam lá. De resto, adoro as preocupações laborais! Mas percebo perfeitamente o que dizes. Não quotando porque não me apetece agora voltar para trás e procurar (:lol:), mas acho que era sobre o equilíbrio entre ambições altas e 'viver a vida'. Eu acho mesmo que é tudo uma questão de gestão. Saber quando é que uma pessoa se tem de preocupar com o trabalho, saber quando tem de desligar, etc. Outra coisa que já sabia, mas que tenho notado nos últimos tempos é o crescimento que todos vamos tendo. Cada um nas suas áreas, é muito engraçado acompanhar o crescimento de cada. Fico mesmo muito contente por ver que de uma maneira ou de outra, com maior ou menor dificuldade, todos temos crescido e encontrado as nossas oportunidades. Mas há algo que me fascina mais. É a capacidade que todos temos para lutar. Aqui ninguém tem uma perspectiva de ficar à espera que as coisas apareçam feitas. Aqui arregaça-se as mangas e faz-se. [/momento emotivo CMPT :heart: #peledegalinha #unidosnoFMunidosemtudo] Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 17 Dezembro 2015 É assim, se conseguir juntar a grande motivação profissional que tenho a uma compensação que esteja de acordo com essa motivação, fine by me. O problema é tu teres toda a motivação, entrega, e esforço por fazeres um grande trabalho, mas depois não há qualquer valorização. Acho que isso é que acaba por colocar as pessoas com maiores questões e mais reticentes, em termos de compromisso ou preocupação laboral. Pegando num exemplo: na minha empresa, e tendo em conta o trabalho que desenvolvo, sou incrivelmente mal pago, enquanto tenho pessoas ao meu lado com imensa responsabilidade (até mais do que eu, sendo chefes de departamento), mas que a nível de trabalho, são fraquíssimas, mas levam para casa 6x mais do que eu. Por muita motivação que tenha, e continuo a ter, chego ao fim do dia "mas ando aqui a matar-me a trabalhar para chegar ao fim do mês e andar a contar os tostões, e esta p*ta de m*rda que passa o dia a falar ao telemóvel e no Facebook leva quase 3000€ na conta? então f*da-se". Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) A piada do CMPT é que o núcleo duro já se (e-)conhece há um porradão de anos, então o desenvolvimento e crescimento de cada um é acompanhado pelos outros. :) :heart: Falando novamente no meu caso pessoal, apesar de me ter desviado do caminho que, inicialmente, eu queria, não posso dizer que esteja muito mal. Não estou a ganhar fortunas, mas estou num projecto super interessante, a desenvolver um produto quase desde a raiz e com um potencial enorme, e que é tão útil aqui como o é na China. Estou a desenvolver uma série de competências pessoais muito importantes, que provavelmente não desenvolveria no tal caminho inicial. Não sei se farei sempre isto (até porque o meu contrato acaba no final deste ano e ainda não sei o futuro, apesar de tudo indicar que vou continuar), mas para já sinto-me bem, a todos os níveis. E isso é bom. Editado 17 Dezembro 2015 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 17 Dezembro 2015 Eu não disse que vocês queriam "ser o melhor", só insinuei que o são. :mrgreen: No meu caso, estou muito, muito longe disso. Contento-me apenas em ser melhor que eu próprio todos os dias. PS: É muito bom ver o nosso crescimento pessoal e profissional, sem dúvida. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) Sem dúvida. No meu caso específico, a minha vida teve mudanças inesperadas que mudaram, de certa forma, o meu rumo e os meus objectivos. Embora inicialmente as coisas parecessem terríveis, hoje já as vejo de outra forma e acho que me sinto melhor assim - até por comparação com outras pessoas que estão a seguir o rumo que eu queria seguir. Falo por mim, há 3 anos queria começar no continente, trazer a miúda comigo e estar sempre em contacto com a minha ilha, mas com o desejo de, quando tivesse as crianças, vir para aqui porque é meu desejo ter os putos aqui. No final de contas, acabei por ficar aqui devido a todo o tipo de condicionantes. O trabalho e a ambição profissional é muito importante, mas quando tens uma mãe a passar por uma depressão que esteve perto do fim da linha, ou um avô cheio de problemas cardíacos, e uma avó a tomar conta disto tudo sozinho (cada vez mais idosa, claro), com a minha irmã a estudar fora, instabilidade financeira da família com os cortes no salário da minha mãe e nas reformas dos meus avós, a minha namorada arranjou por cá estágio da ordem dos psicólogos em 2 meses após a conclusão do curso quando outro demoraram 1/2 anos...outros valores se levantaram e tive de abdicar da minha ideia profissional. Felizmente arranjei algo por cá. Não era grande coisa, não se pagava bem, tinha um chefe que, apesar de gostar de mim, era uma verdadeira besta quadrada, mas dava para ir vivendo ao mesmo tempo que resolvia os assuntos familiares e a minha irmã continuava a estudar lá fora e eu a dar um apoio direto mais próximo, porque os meus avós financiavam, a minha mãe recuperava, já não havia um pai, e era eu que tinha que cuidar. Aos poucos arranjei um part-time que garante uma boa almofada para viver só com isso, como chegou a acontecer por 3/4 meses. Depois andei a recibos verdes no mesmo sítio de antes, aliás quase como falso recibo verde mas cedo acabei com essa questão. Agora, os meus avós estão mais velhos mas a estabilidade familiar está diferente, e até o coração do meu avô está mais estável. A minha mãe está a ser monitorizada com apoio psiquiátrico e psicológico, e está do dia para a noite. Com dias maus mas já sem a instabilidade anterior. A minha irmã acabou o curso, está numa fase de indefinição profissional mas vai lá chegar e já temos a estabilidade financeira outra vez para a sustentar no caso de não conseguir ter um "income" consistente. A minha namorada conseguiu terminar o estágio, teve dificuldades para arranjar que gostasse realmente por falta de oferta mas teve uma oportunidade única e agarrou-a, e em princípio está tudo encaminhado para ficar por cá. E eu...lá arranjei outra coisa que paga o dobro da anterior e que é na área. Apesar de alguma desilusão, mantenho a colaboração na Universidade e o part-time, e estou a construir uma bela almofada para a próxima fase da vida, espero eu. Em termos de amigos, voltei a reforçar o grupo de amigos que tinha quando sai de Coimbra e criei outra mais a namorada quando fizemos a formação de formadores. Sinto-me valorizado e valorizo-os a todos nesses grupos, não há conflitos nem nada, o que é óptimo. Se estou orgulhoso do caminho que fiz até agora? Sem dúvida. Em termos pessoais, todos estes problemas potenciaram o desenvolvimento de ataques de ansiedade (1/2 vezes por mês, normalmente) e descobri que sou uma pessoa altamente sensível. Posso não ter ganho em termos profissionais o que gostaria, mas sei bem que sou competente, inteligente e tenho "know-how" que é necessário para muita gente e que poderá ajudar a ilha até a evoluir, porque já tenho um pequeno bichinho de fazer crescer um negócio local/regional. Mas até lá, muita água para correr ainda. E sou novo. E qualquer dia, é dia de passar para a próxima fase... Por isso é que curto o CMPT de crl :heart: Eu tenho exactamente a visão contrária. Cada dia que passa sinto maiores ambições profissionais, adoro viver bem, mas as preocupações laborais são o que me dá pica para todos os dias ir trabalhar. Não sou workaholic (apesar dos 16 dias de férias que não gozei este ano dizerem o contrário), mas adoro a adrenalina de ter 1001 coisas para tratar, dos prazos, de participar nas grandes decisões etc. Eu se precisar trabalho até às 01h, 02h, 03h etc. Mas tenho uma coisa que não abro mão, que é a minha vida pessoal. Assim que saio do escritório os problemas ficam lá. De resto, adoro as preocupações laborais! Mas percebo perfeitamente o que dizes. Não quotando porque não me apetece agora voltar para trás e procurar (:lol:), mas acho que era sobre o equilíbrio entre ambições altas e 'viver a vida'. Eu acho mesmo que é tudo uma questão de gestão. Saber quando é que uma pessoa se tem de preocupar com o trabalho, saber quando tem de desligar, etc. Outra coisa que já sabia, mas que tenho notado nos últimos tempos é o crescimento que todos vamos tendo. Cada um nas suas áreas, é muito engraçado acompanhar o crescimento de cada. Fico mesmo muito contente por ver que de uma maneira ou de outra, com maior ou menor dificuldade, todos temos crescido e encontrado as nossas oportunidades. Mas há algo que me fascina mais. É a capacidade que todos temos para lutar. Aqui ninguém tem uma perspectiva de ficar à espera que as coisas apareçam feitas. Aqui arregaça-se as mangas e faz-se. [/momento emotivo CMPT :heart: #peledegalinha #unidosnoFMunidosemtudo] Vai ao encontro do que disse: quando gostamos do que fazemos e nos sentimos valorizados, dá para trabalhar até às 2/3 da manhã. Desde que comecei a trabalhar aqui há 3 meses, a juntar ao trabalho da Universidade que ainda não estava pronto (nem está, mas fica pronto a meados de Janeiro, pelo meu plano) e ao part-time, tive dias onde trabalhava das 8h às 22h. Não houve, até agora, um fim-de-semana onde não trabalhe pelo menos uma manhã/tarde inteira. Ainda no último foram 2 tardes e 1 manhã, por exemplo. Ainda hoje vou chegar a casa às 7 vindo de uma reunião de acompanhamento na Universidade, e ainda fazer o trabalho de tradução das 8h às 10 para cumprir com as horas mensais solicitadas pelo part-time. Mas esse part-time valoriza-me para crl, dá sempre vontade de fazer o melhor para eles, e sempre a tempo e horas. Tenho, contudo, alguma dificuldade em sair do trabalho e desligar. Mas aos poucos vou lá chegar, acho que se ganha maturidade neste aspecto com a experiência. Mas faz-me uma confusão do crl ver colegas de trabalho com os e-mails do trabalho a baterem no telemóvel. Fosse eu, nunca ficaria descansado, vinha um e-mail as 9 da noite e ficava mal disposto. Se receber do que a mim me é responsável (universidade ou part-time), espetacular. Mas já estou aqui 7/8 horas por dia, não quero levar todos os problemas para casa. Editado 17 Dezembro 2015 por Jone Sampaoli Compartilhar este post Link para o post
Kanye Publicado 17 Dezembro 2015 É assim, se conseguir juntar a grande motivação profissional que tenho a uma compensação que esteja de acordo com essa motivação, fine by me. O problema é tu teres toda a motivação, entrega, e esforço por fazeres um grande trabalho, mas depois não há qualquer valorização. Acho que isso é que acaba por colocar as pessoas com maiores questões e mais reticentes, em termos de compromisso ou preocupação laboral.Pegando num exemplo: na minha empresa, e tendo em conta o trabalho que desenvolvo, sou incrivelmente mal pago, enquanto tenho pessoas ao meu lado com imensa responsabilidade (até mais do que eu, sendo chefes de departamento), mas que a nível de trabalho, são fraquíssimas, mas levam para casa 6x mais do que eu. Por muita motivação que tenha, e continuo a ter, chego ao fim do dia "mas ando aqui a matar-me a trabalhar para chegar ao fim do mês e andar a contar os tostões, e esta p*ta de m*rda que passa o dia a falar ao telemóvel e no Facebook leva quase 3000€ na conta? então f*da-se". Isto é tão verdade :lol: A falta de reconhecimento is a real struggle. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 17 Dezembro 2015 tinha uma amiga minha que, no anterior sítio onde eu estava, recebia o mesmo que eu: 700€ com descontos. Mestrado e tudo mais. A míúda esfolava-se a trabalhar, o contrato era das 9 às 6 mas ela quase sempre ficava até às 8 a resolver problemas que outros não resolviam, e muitas vezes até ao fim-de-semana ia para lá de manhã. E tudo isto com boa qualidade de serviço, apesar de uma ou outra coisa mais atabalhoada, mas é normal na idade dela. No fim, o chefe disse que ela não recebia o que devia receber pelo trabalho que faz, até devia receber menos :lol: não foi preciso um adivinho para ver que ela não ia por lá continuar. Mal acabou o contrato, saiu. Compartilhar este post Link para o post
Swarley Publicado 17 Dezembro 2015 É assim, se conseguir juntar a grande motivação profissional que tenho a uma compensação que esteja de acordo com essa motivação, fine by me. O problema é tu teres toda a motivação, entrega, e esforço por fazeres um grande trabalho, mas depois não há qualquer valorização. Acho que isso é que acaba por colocar as pessoas com maiores questões e mais reticentes, em termos de compromisso ou preocupação laboral. Pegando num exemplo: na minha empresa, e tendo em conta o trabalho que desenvolvo, sou incrivelmente mal pago, enquanto tenho pessoas ao meu lado com imensa responsabilidade (até mais do que eu, sendo chefes de departamento), mas que a nível de trabalho, são fraquíssimas, mas levam para casa 6x mais do que eu. Por muita motivação que tenha, e continuo a ter, chego ao fim do dia "mas ando aqui a matar-me a trabalhar para chegar ao fim do mês e andar a contar os tostões, e esta p*ta de m*rda que passa o dia a falar ao telemóvel e no Facebook leva quase 3000€ na conta? então f*da-se". Não podia estar mais de acordo, o que disseste retrata na perfeição o que foi o meu último trabalho. E foi por causa dessas m*rda que decidi vir embora, era escravizado à força toda, fazia tudo naquela empresa e era mal pago como tudo, enquanto a chefia passava a vida no facebook, chegava tarde e a más horas, eram sempre os primeiros a ir embora, almoços de 5h...entre outros. Isso até poderia fazer sentido numa grande empresa, teres 1 ou 2 gajos que não produzem. Agora numa micro-empresa (6 pessoas), terem 3 a trabalhar e 3 a "gerir", é uma palhaçada. Andava um gajo a matar-se, fazer horas e mais horas (não pagas), e depois chegava ao final do mês e não havia dinheiro para os ordenados/subsídios, e não era por falta de trabalho, portanto, alguém andava a encher o cu. E quando fui embora ainda tiveram a lata de dizer: "A empresa investiu muito em ti, e agora que estávamos a começar a ter algum retorno, decides ir embora." Não imaginam a revolta que essas m*rda me causam. Compartilhar este post Link para o post
Swarley Publicado 17 Dezembro 2015 (editado) E além de receberem um ordenado bastante superior ainda tinham tudo pago pela empresa, carro, combustível, portagens (incluindo fins-de-semana). E eu além de receber uma gorjeta que chamam de salário (Boss AC moment), ainda tinha que pagar tudo do meu bolso. Ainda chegaram-me a dizer que iam dar carro da empresa, não pagavam o combustível, era só mesmo para não ter o desgaste no carro, resumindo, nunca deram nada e o carro ficou lá parado à porta do escritório uns 5 meses (entretanto vim-me embora). E quando estávamos a mudar de escritório, disseram que me iam pagar as portagens, passado dois dias viram-se para mim e dizem: "Ah, se calhar o melhor para ti é vires pela nacional, para não teres de pagar portagem." :lol: Só me arrependo, de ter deixado comerem-me tantas vezes, enfim.. [/desabafo] Editado 17 Dezembro 2015 por Swarley Compartilhar este post Link para o post