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Visitante

Por isso é que curto o CMPT de crl :heart:

 

Eu tenho exactamente a visão contrária. Cada dia que passa sinto maiores ambições profissionais, adoro viver bem, mas as preocupações laborais são o que me dá pica para todos os dias ir trabalhar. Não sou workaholic (apesar dos 16 dias de férias que não gozei este ano dizerem o contrário), mas adoro a adrenalina de ter 1001 coisas para tratar, dos prazos, de participar nas grandes decisões etc. Eu se precisar trabalho até às 01h, 02h, 03h etc. Mas tenho uma coisa que não abro mão, que é a minha vida pessoal. Assim que saio do escritório os problemas ficam lá. De resto, adoro as preocupações laborais!

 

Mas percebo perfeitamente o que dizes. Não quotando porque não me apetece agora voltar para trás e procurar (:lol:), mas acho que era sobre o equilíbrio entre ambições altas e 'viver a vida'. Eu acho mesmo que é tudo uma questão de gestão. Saber quando é que uma pessoa se tem de preocupar com o trabalho, saber quando tem de desligar, etc.

 

Outra coisa que já sabia, mas que tenho notado nos últimos tempos é o crescimento que todos vamos tendo. Cada um nas suas áreas, é muito engraçado acompanhar o crescimento de cada. Fico mesmo muito contente por ver que de uma maneira ou de outra, com maior ou menor dificuldade, todos temos crescido e encontrado as nossas oportunidades. Mas há algo que me fascina mais. É a capacidade que todos temos para lutar. Aqui ninguém tem uma perspectiva de ficar à espera que as coisas apareçam feitas. Aqui arregaça-se as mangas e faz-se.

 

[/momento emotivo CMPT :heart: #peledegalinha #unidosnoFMunidosemtudo]

 

Já te tinha dito isto no tópico da entrevista, mas sinto-me exactamente da mesma forma. Foram anos e anos de esforço para terminar licenciatura e mestrado em escolas "boas", e agora só me vejo a agarrar projectos e dar o melhor e ver-me progredir. A vida pessoal é sempre importante, mas já que é preciso passar a maior parte do dia num escritório ou a viajar para clientes, pelo menos que façamos o que gostamos e que nos preencha as nossas ambições pessoais :)

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Essa cena do carro e das portagens é mesmo a dizer-te indirectamente para não o usares.

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Visitante

eu honestamente, ainda não me vi com um sonho em termos profissionais que não seja ser valorizado e fazer algo que goste minimamente. Infelizmente, ainda não tive essa sorte :lol:

[/momento Platão]

 

x2

 

Trabalho há anos e nunca consegui perceber o que é que gosto de fazer.

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Essa cena do carro e das portagens é mesmo a dizer-te indirectamente para não o usares.

 

Exacto, mas se não têm intenção de dar o que quer que seja, pelo menos estejam calados.

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Eu, da nossa geração, devo ser o que trabalho há mais anos.

 

Comecei oficiosamente em 2009, na minha antiga Universidade, na altura, como ainda não tinha grau académico, nada podia ser oficializado. A partir de 2010, penso que Abril de 2010, tudo foi oficializado e assinei um contrato de um ano. Trabalhei em dois departamentos distintos e posso dizer que foi uma experiência positiva, nessa altura comecei a ter muitas responsabilidades e comecei a ser visto por muitas pessoas, especialmente de Psicologia, como uma ameaça, isto foi-me dito por uma pessoa que entretanto já tinha saído da Universidade para dar aulas numa instituição pública. No entanto, nunca me preocupei com isso, só queria fazer o meu trabalho e ganhar o meu ao final do mês. Alguns de vocês devem lembrar-se de algumas investigações em que pedi à comunidade para responder.

 

Trabalhava só a meio tempo, da parte da manhã, mas muitos dias ficava lá até às 15h/16h a tratar de coisas pendentes. Saí porque a direção da Universidade quis fazer a folha ao diretor de um dos departamentos onde estava, como eu era o responsável por toda a análise estatística de papers e teses de mestrado/doutoramento, quando o meu contrato acabou mandaram-me embora. No final desse ano letivo o diretor do departamento acabou também por sair. Porém, continuei com ligações ao Departamento de Psicologia, quem lê o que escrevo por aqui sabe muito bem como essa relação terminou. Eu e a minha namorada descobrimos que a Universidade não nos tinha atribuído quatro bolsas de mérito (três para ela e uma para mim), provenientes do Ministério da Educação e Ciência, e quando fomos resolver a situação, tentamos resolver tudo a bem, fomos escorraçados do Departamento de Psicologia. Contudo, a Direção da Universidade assumiu as suas responsabilidades e pagou-nos tudo o que devia. Nessa altura valeu-me a experiência de trabalho que tive naquela instituição, fomos expulsos do Departamento de Psicologia, aos gritos há que salientar, mas dirigi-me logo ao Departamento de Ação Social, departamento responsável por essas situações. A história das bolsas de mérito valeu a minha remoção do Centro de Investigação em Psicologia daquela Universidade, decisão que nunca me foi comunicada.

 

Quando deixei totalmente a Universidade comecei a trabalhar por conta própria, enquanto terminava a tese de mestrado e fazia o estágio curricular. Fiz de tudo, desde a análise estatística de teses de mestrado e doutoramento, traduções de artigos científicos até ao acompanhamento profissional de quadros intermédios de algumas empresas. Não posso dizer que ganhava mal para uma pessoa que nunca tinha feito aquilo, conseguia tirar um bom vencimento mensalmente.

 

A meio de 2012 fui convidado, pelo meu orientador de mestrado, para concorrer a uma bolsa de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Submeti o projeto a concurso e fui aceite, tendo começado a trabalhar para o meu atual Centro de Investigação em Janeiro de 2013. Desde aí que não tenho parado de trabalhar, participei na organização de congressos nacionais e internacionais, fui autor e coautor de alguns artigos e capítulos de livros, apresentei comunicações em congressos nacionais e internacionais, bem como dei algumas aulas. Tem sido uma experiência interessante, mas também está a dar para perceber como funcionam algumas coisas, hoje em dia a maturidade é outra. Percebe-se muito bem as implicações políticas de certas decisões. Há alguns meses, penso que comentei por aqui, fui convidado para ser editor assistente da revista de Psicologia da minha antiga Universidade, a vida tem muitas coincidências (:lol:), e acabei por aceitar. Por surpresa minha, o Centro de Investigação dessa Universidade não levantou quaisquer objeções à minha nomeação.

 

Até hoje tem sido assim. Daqui por um ano termino o meu contrato. Entretanto, já fui desafiado para apresentar um projeto a concurso para uma bolsa de pós-doutoramento, o que poderei conciliar a prática docente. Contudo, ainda não decidi o que fazer, o que eu gostava mesmo era de ficar na minha Universidade a dar aulas.

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Não podia estar mais de acordo, o que disseste retrata na perfeição o que foi o meu último trabalho.

 

E foi por causa dessas m*rda que decidi vir embora, era escravizado à força toda, fazia tudo naquela empresa e era mal pago como tudo, enquanto a chefia passava a vida no facebook, chegava tarde e a más horas, eram sempre os primeiros a ir embora, almoços de 5h...entre outros.

 

Isso até poderia fazer sentido numa grande empresa, teres 1 ou 2 gajos que não produzem. Agora numa micro-empresa (6 pessoas), terem 3 a trabalhar e 3 a "gerir", é uma palhaçada. Andava um gajo a matar-se, fazer horas e mais horas (não pagas), e depois chegava ao final do mês e não havia dinheiro para os ordenados/subsídios, e não era por falta de trabalho, portanto, alguém andava a encher o cu.

 

E quando fui embora ainda tiveram a lata de dizer: "A empresa investiu muito em ti, e agora que estávamos a começar a ter algum retorno, decides ir embora."

 

Não imaginam a revolta que essas m*rda me causam.

Ali nem é esse o caso, porque é uma empresa relativamente grande (cerca de 800 funcionários no total). É o prato do dia por ali, e a não ser que em Abril, quando acabar o contrato, me dêem condições dignas para o trabalho que faço, bem que se podem ir f*der. O que não falta por aí são oportunidades.

 

E ali, em termos de chefias, vai para além do não-fazer, é mesmo a incompetência e o fazer mal. Para mim, é inconcebível meter uma Directora de Marketing, numa empresa de Turismo... que não percebe porra de turismo, que não sabe distinguir um hotel de 3 estrelas de um hotel de 5 estrelas, que diz que um restaurante com uma estrela Michelin, tendo um menu de 20€ por pessoa é caro, e que se pode andar a ter preços bombásticos de não se vende peva :lol:

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Já te tinha dito isto no tópico da entrevista, mas sinto-me exactamente da mesma forma. Foram anos e anos de esforço para terminar licenciatura e mestrado em escolas "boas", e agora só me vejo a agarrar projectos e dar o melhor e ver-me progredir. A vida pessoal é sempre importante, mas já que é preciso passar a maior parte do dia num escritório ou a viajar para clientes, pelo menos que façamos o que gostamos e que nos preencha as nossas ambições pessoais :)

Ámen

Editado por Ego Sum

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@José Mourinho

 

edit- o sistema de tags do fórum não está a funcionar, vejam lá isso por favor

Editado por RuiMachado

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Eu este ano, levei uma talhada no prémio, por não me esforçar. Um dos argumentos é que não trabalho (de borla) ao f-d-s.

 

Imaginem o gozo que me deu demitir-me uma semana depois.

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Eu este ano, levei uma talhada no prémio, por não me esforçar. Um dos argumentos é que não trabalho (de borla) ao f-d-s.Imaginem o gozo que me deu demitir-me uma semana depois.

 

Qual foi a reação à tua demissão?

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Guest trz

Acho que já tem tudo acertado para o novo emprego. E estava super empolgado.

Também com tanta reza que fizemos!

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(...)

 

Btw, comecei a trabalhar dia 1 de Julho do ano passado, em Novembro do ano passado recebei metade do subsidio de Natal, este ano recebi os dois por completo.

 

Ainda tenho direito a metade do de férias referente ao ano passado, correcto?

 

Para não ficar esquecido.

A ver se percebi bem a situação.

 

De 1 de Julho a 31 de Dezembro de 2014, recebeste metade do subsídio de natal referente àquele período de 6 meses, o que está correcto. Nesses seis meses ganhaste o direito a 12 dias de férias para 2015.

 

Imaginemos que este ano já gozaste essas férias, tens de ter recebido entretanto, o subsídio proporcional referente a essas férias.

 

Este ano já recebeste o subsídio de Natal por completo. E tens direito a 22 dias de férias para 2016.

 

Portanto e se não me escapou alguma coisa, acho que até te pagaram a mais :lol: mas só vendo os recibos de vencimento.

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Qual foi a reação à tua demissão?

Ficaram abananados, que eu topei. Mas o meu chefe é um excelente actor, disfarçou bem. A minha chefe, nem por isso. Mas eu também, nela, já tinha topado qq coisa, porque uma vez, há cerca de 1 mês, disse que precisava de falar com ela e o ar de alívio dela quando percebeu que era sobre um cliente foi notório.

 

Tenho pena de abandonar a minha equipa, os meus colegas quase todos, alguns que fui eu que formei enquanto profissionais. Neles foi notório que não conseguiram disfarçar a tristeza de ficarem sem mim.

 

não sabias que tinhas feito isso Tio!

Mas fizeste-o com alguma coisa em vista?

Eu tenho uma casa para pagar ao banco, pá. :lol:

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Ligaram-me ontem, começo dia 4 de Janeiro. :biggrin:

 

Btw, comecei a trabalhar dia 1 de Julho do ano passado, em Novembro do ano passado recebei metade do subsidio de Natal, este ano recebi os dois por completo.

 

Ainda tenho direito a metade do de férias referente ao ano passado, correcto?

Só agora vi isto, porque o JoaoFer citou. Vou ver se te posso ajudar:

 

O subsídio de Natal é-te devido pelo trabalho no próprio ano. Ou seja, se só saíres a 31 de dezembro de 2015, trabalhaste o 2015 por completo e, como tal, tens direito ao subsídio de natal por inteiro.

O subsídio de férias é diferente, é-te devido pelo teu trabalho no ano anterior. Ou seja, o subsídio de férias que recebeste este ano, recebeste-o pelo que trabalhaste em 2014. No entanto, para proteger os trabalhadores, há uma lei que diz que se o trabalhador estiver na empresa a 31 de dezembro, no ano seguinte tem direito a receber a totalidade do subsídio de férias, i.e. este ano, em 2015, tiveste direito a recebê-lo por inteiro, mesmo só tendo entrado a meio do ano transacto.

 

Relativamente às férias, sim, terias, teoricamente, direito a 12 dias do ano passado. No entanto, e aqui não estou bem seguro do que estou a dizer, há um limite, nos casos de entrada a meio do ano, do número de dias de férias que acumulas para o ano seguinte, creio que são 7 e que devem ser gozados até 31 de março desse ano seguinte.

Editado por Tio Hans

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Já te tinha dito isto no tópico da entrevista, mas sinto-me exactamente da mesma forma. Foram anos e anos de esforço para terminar licenciatura e mestrado em escolas "boas", e agora só me vejo a agarrar projectos e dar o melhor e ver-me progredir. A vida pessoal é sempre importante, mas já que é preciso passar a maior parte do dia num escritório ou a viajar para clientes, pelo menos que façamos o que gostamos e que nos preencha as nossas ambições pessoais :)

Estou assim.

 

Aceitei o cargo na startup que referi, btw, pode vir a ser uma coisa interessante para mim e acima de tudo acho que vou gostar. :) Até há uns meses não me imaginava a começar a carreira fora de uma grande empresa, mas gosto da flexibilidade que esta opção me oferece.

 

O problema é que eu, com licenciatura e mestrado (especialmente o mestrado), estou tão habituado a ter que trabalhar em casa (para trabalhos de grupo, tese, etc.) muitas vezes até às tantas da manhã, que não me imagino agora a começar a trabalhar e a chegar a casa - seja a que horas for - e não ter sempre pressão para trabalhar também :lol: por isso acho que vou acabar por muitas vezes ao fim dos dias de trabalho chegar a casa e continuar a fazer coisas relacionadas com trabalho e com o crescimento do mesmo lol, desde que não afete naturalmente a minha vida pessoal, que é aquilo que mais prezo mesmo.

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Só agora vi isto, porque o JoaoFer citou. Vou ver se te posso ajudar:

 

O subsídio de Natal é-te devido pelo trabalho no próprio ano. Ou seja, se só saíres a 31 de dezembro de 2015, trabalhaste o 2015 por completo e, como tal, tens direito ao subsídio de natal por inteiro.

O subsídio de férias é diferente, é-te devido pelo teu trabalho no ano anterior. Ou seja, o subsídio de férias que recebeste este ano, recebeste-o pelo que trabalhaste em 2014. No entanto, para proteger os trabalhadores, há uma lei que diz que se o trabalhador estiver na empresa a 31 de dezembro, no ano seguinte tem direito a receber a totalidade do subsídio de férias, i.e. este ano, em 2015, tiveste direito a recebê-lo por inteiro, mesmo só tendo entrado a meio do ano transacto.

 

Relativamente às férias, sim, terias, teoricamente, direito a 12 dias do ano passado. No entanto, e aqui não estou bem seguro do que estou a dizer, há um limite, nos casos de entrada a meio do ano, do número de dias de férias que acumulas para o ano seguinte, creio que são 7 e que devem ser gozados até 31 de março desse ano seguinte.

De qualquer das formas, não te falta receber nada para concluir.

 

Bold: 30 de Abril, se entretanto não houve alterações no código do trabalho, e são os 12 dias que ele tem direito mesmo.

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De qualquer das formas, não te falta receber nada para concluir.

 

Bold: 30 de Abril, se entretanto não houve alterações no código do trabalho, e são os 12 dias que ele tem direito mesmo.

Afinal é junho. E no ano seguinte ao da entrada só tem direito a, no máximo 30 dias úteis de férias. 30-22=8 e não 7, como referi.

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Afinal é junho. E no ano seguinte ao da entrada só tem direito a, no máximo 30 dias úteis de férias. 30-22=8 e não 7, como referi.

Em relação a que ano? Entrando a 1 Julho de 2014, em 2015 tem no mínimo direito a 11 dias de férias ao fim de 6 meses, estando na mesma empresa que têm de ser gozados até 30 de Junho.

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Eu também me enfiei num escritório em 2009 aos 21 anos, passado seis anos ainda lá estou, digam lá que não há empregos para a vida. :lol:

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Sim, mas durante o ano seguinte, apenas pode gozar 30 dias ao todo. Em termos de pagamento nao sei como funciona.

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Eu também me enfiei num escritório em 2009 aos 21 anos, passado seis anos ainda lá estou, digam lá que não há empregos para a vida. :lol:

 

Esqueço-me sempre tu não acabaste a licenciatura ou o mestrado?

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O mestrado, fui para lá estagiar e acabei por ficar e deixar a tese eternamente pendurada.

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O mestrado, fui para lá estagiar e acabei por ficar e deixar a tese eternamente pendurada.

 

Mas acabaste a licenciatura, certo?

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