Pat Riley Publicado 29 Setembro 2013 Se fosse assim o Messi tinha continuado com o plano especial depois do Guardiola saír não? Compartilhar este post Link para o post
Donnie Publicado 29 Setembro 2013 Se as lesões não voltarem... Pode ser coincidência, mas desde que o Guardiola saiu, o Messi voltou a lesionar-se com mais frequência. Pelo que li outro dia, foi o próprio Guardiola, em conjunto com uma equipa de nutricionistas e preparadores físicos, que fez um plano especial para o Messi, para garantir que ele estava sempre disponível fisicamente. Só espero que o calvário não volte outra vez. Isso fui eu que disse aqui, foi o suposto segredo porque ele antes era muito atacado por lesões e desde o Guardiola nunca mais se lesionou. A única lesão grave que tinha tido em 3 anos foi uma entrada animalesca do Ujfalusi. As lesões que ele tem tido agora não é mais do que a mesma desde o jogo com o PSG, lesão no bíceps femoral da perna direita. Já há uns tempos um ex preparador alertou que ele podia não chegar bem ao Mundial. Ele estes anos andava a jogar quase 120 jogos por ano entre Barcelona e selecção. 2 anos não teve sequer férias e agora tem quebrado mais do que é normal. Se fosse assim o Messi tinha continuado com o plano especial depois do Guardiola saír não? Isso fui eu que disse e está no livro do "Mourinho vs Guardiola". A nível de alimentação até podia ter continuado mas a nível físico se calhar já não. Parte dos preparadores físicos bazaram com o Guardiola e em 2 anos mudou 2 vezes de treinador. Métodos diferentes... Se bem que ele tem um preparador só para ele, que o acompanha nas viagens à selecção e tudo mas nota-se que está mais débil e que algo foi alterado. Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 29 Setembro 2013 o que também pode ter acontecido foi que o Guardiola espremeu o sumo todo e agora os outros que se desenmerdem Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 29 Setembro 2013 Isso fui eu que disse e está no livro do "Mourinho vs Guardiola". A nível de alimentação até podia ter continuado mas a nível físico se calhar já não. Parte dos preparadores físicos bazaram com o Guardiola e em 2 anos mudou 2 vezes de treinador. Métodos diferentes... Se bem que ele tem um preparador só para ele, que o acompanha nas viagens à selecção e tudo mas nota-se que está mais débil e que algo foi alterado. Duvido sinceramente que os prepadores fisicos que vieram para a equipa técnica do Villanova fossem mexer numa coisa que estava a funcionar tão bem. E se o fizeram só têm é de voltar atrás na decisão e voltar a aplicar o método anterior. Compartilhar este post Link para o post
Donnie Publicado 29 Setembro 2013 (editado) o que também pode ter acontecido foi que o Guardiola espremeu o sumo todo e agora os outros que se desenmerdem Também. Ele com o Guardiola jogava sempre e os minutos todos. Ainda no último ano do Pep jogou a Supertaça espanhola sem qualquer treino, até vomitou no Santiago Bernabéu. O ano passado já saiu alguns jogos, já foi poupado noutros. Na selecção evitam que ele jogue naqueles campos onde têm aquela cena da altitude, se estiver cansado já só treina. Este ano o Martino já o sacou por 2 vezes para o poupar e disse que o iria fazer sempre que possível... Duvido sinceramente que os prepadores fisicos que vieram para a equipa técnica do Villanova fossem mexer numa coisa que estava a funcionar tão bem. E se o fizeram só têm é de voltar atrás na decisão e voltar a aplicar o método anterior. "Uma das primeiras decisões de Guardiola foi mudar a alimentação do argentino.." Editado 29 Setembro 2013 por Donnie Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 29 Setembro 2013 Se fosse assim o Messi tinha continuado com o plano especial depois do Guardiola saír não? Parece-me lógico, mas não sei detalhes. o que também pode ter acontecido foi que o Guardiola espremeu o sumo todo e agora os outros que se desenmerdem Uma parte pode ser cansaço acumulado, mas não me parece que seja só isso. Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 6 Outubro 2013 Futura casa do Messi. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 6 Outubro 2013 Ele consegue viver na maquete facilmente. Compartilhar este post Link para o post
xicantonio Publicado 6 Outubro 2013 A piscina tem de ter profundidade para filho para o Messi tambem poder ir para lá Compartilhar este post Link para o post
Bolungarvík Publicado 6 Outubro 2013 Porque é que este tópico continua a existir e o do Montero foi fechado? Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 6 Outubro 2013 Porque este tópico, como tu muito bem sabes, foi criado para evitar os tópicos que eram abertos quase diariamente sobre cada coisinha que o Messi fazia. O Montero (ainda) não tem essa particularidade pelo que não faz sentido a abertura daquele tópico que, para além disso, não tinha sequer uma notícia, coisa que este tópico, ao longo das páginas, vai tendo. Se eventualmente se justificar no futuro, pois haverá tópico para o Montero, para o Jackson, para o José Mota e para o Bertão, defesa central do Pessegueirense. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 6 Outubro 2013 :lol: E tu ainda respondes Mesquita? És muito lindo. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 6 Outubro 2013 Faz-me falta o salário do cargo. :roll: Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 6 Outubro 2013 O Marocas se marcar hoje iguala a marca do Montero. Se o colombiano também têm, eu também exijo isso para a nova esperança do futebol português!!!1 :owned: Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 6 Outubro 2013 Porque é que este tópico continua a existir e o do Montero foi fechado? :lol: Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 17 Novembro 2013 Uma década depois, o futebol curvou-se perante o génio de Messi Argentino estreou-se precisamente há 10 anos pela equipa principal do Barcelona, no Estádio do Dragão, e desde então tem desafiado os recordes e a lógica. Aos 26 anos, já ganhou um lugar na galeria das lendas da modalidade. Casaco de fato de treino azul celeste, cabelo desalinhado pelos ombros, acne num rosto de 16 anos: “Foi muito bonito, porque havia jogadores com muita experiência, como Luis Enrique, Xavi, Márquez, e jogar ao lado deles foi muito bom”. Estávamos a 16 de Novembro de 2003 e estas foram algumas das primeiras palavras de Lionel Messi enquanto jogador da equipa principal do Barcelona. Uma década depois dessa estreia no Estádio do Dragão, num particular frente ao FC Porto, os termos da equação inverteram-se. “Gostava de ter menos dez anos para poder jogar ao lado dele”, admitiu recentemente o brasileiro Ronaldo, “O Fenómeno”, ao jornal argentino Olé. Por estes dias, Messi anda triste. O diagnóstico é do guarda-redes Valdés, um admirador assumido das qualidades do companheiro de equipa e um profundo conhecedor da glória e das agruras do futebol. O número 10 dos catalães foi forçado a uma paragem prolongada por força da lesão contraída frente ao Betis, na 13.ª jornada da Liga espanhola, e está no estaleiro. É a 11.ª lesão da carreira, a nona de carácter muscular, a quarta no bíceps femoral esquerdo. Sim, a informação produzida sobre o Bola de Ouro chega a este ponto. De resto, há muito que a vida do craque argentino se mede em números. Em golos, jogos, assistências. Em títulos, finais, internacionalizações. Em recordes que caem e na promessa de outros que terão o mesmo destino. E já que estamos com a mão na massa, aqui fica um brevíssimo resumo de uma década no Barcelona: 391 partidas, 323 golos, 21 troféus. Um palmarés só ao alcance dos predestinados. “Era algo de sobrenatural” Hoje, é fácil descarregar elogios sobre um jogador consagrado. Mas quão invulgar era o talento de Messi quando deu os primeiros passos num campo de futebol? Salvador Aparicio, então treinador do Abanderado Grandoli, um clube de bairro de Rosario, puxa a bobine atrás: “Fazia seis, sete golos por jogo. Esperava que o guarda-redes adversário batesse a bola, recebia-a de um companheiro e driblava toda a gente até à área contrária. Era algo de sobrenatural”. E porque nunca é de mais recordar o momento em que o pequeno argentino experimentou o futebol de 11, aqui fica o relato do antigo técnico, em declarações à Part of the Game TV: “Ele costumava vir aqui com a família. [Num dia de jogo das camadas jovens] Olhei para a bancada e vi-o a pontapear uma bola e a mim faltava-me um jogador. E perguntei à mãe se mo ‘emprestava’. A princípio não queria, dizia que nunca tinha jogado. Respondi-lhe que não fazia mal, que não teria de fazer nada de especial. E a avó, que estava com eles, convenceu-a a deixá-lo jogar”. Messi tinha, então, quatro anos. “A primeira bola que veio na direcção dele, pelo lado direito, deixou-a passar. A segunda caiu para o pé esquerdo: pegou nela, saiu em diagonal para o meio do campo e levou toda a gente. Eu gritava: ‘Remata, remata’, mas ele era muito pequeno. Desde então, nunca mais saiu da equipa”, recorda Aparicio. Sairia apenas para mudar de ares, numa decisão que pouco teve a ver com interesse desportivo. Aos 11 anos, foi detectado a Messi um problema hormonal que lhe afectava o desenvolvimento ósseo. Como o tratamento, à base de injecções nas pernas, custava perto de 1000 euros mensais, a família primeiro socorreu-se da ajuda da empresa onde o pai do jogador trabalhava. Mas quando, ao fim de dois anos, a fonte secou, entrou em cena o Newell’s Old Boys e uma promessa de custear todas as despesas médicas. Foi nesse contexto que chegou a um dos clubes mais emblemáticos da Argentina. Foi nesse contexto que se cruzou com treinadores como Gabriel Digerolamo e Ernesto Vecchio. “No dia em que mo trouxeram, eu disse: ‘Bem, isto é algo distinto de tudo o que podíamos supor’”, recupera o primeiro, num documentário sobre a ascensão do jovem prodígio. “Tinha uma técnica espectacular, que não se ensina a ninguém. Já se nasce assim”, acrescenta o segundo. Dois minutos convenceram o Barça Mas não passou muito tempo até o percurso de Messi no Newell’s ter também os dias contados. O clube deixou de cumprir os pagamentos e o pai de “Lio” levou-o a uns testes de captação no River Plate. Poucos minutos em campo bastaram para convencer os responsáveis pelo clube, mas o facto de ter uma ligação ao emblema de Rosário levou-os a recuar. A perspectiva de terem de ressarcir financeiramente o rival travou uma potencial transferência. É então que a hipótese Europa entra nas contas. Com parentes em Lérida, na Catalunha, o pai de Messi decide tentar a sorte em Barcelona. A família aloja-se num hotel da cidade e desespera pela chegada de Carles Rexach (ausente numa viagem a Sydney), o director desportivo dos blaugrana encarregado da missão de observar e avaliar o potencial do argentino. Por esses dias, chegam a pensar voltar à América do Sul, de mãos vazias e sonhos desfeitos. A persistência, porém, acabaria por dar frutos. Em entrevista ao El País, Rexach recorda o que lhe passou pela cabeça quando viu Messi, então com 13 anos, em acção pela primeira vez. “Já tinha visto muitos miúdos e levávamos sempre vários dias para decidir, porque há dúvidas em contratá-los tão novos. Mas quando o vi, dois minutos chegaram. Não tive dúvidas. Sentei-me no banco para desfrutar do seu futebol e no final recomendei a contratação”. “Ele ainda esteve cá 15 dias, mas sobraram 14”, diria mais tarde, com humor. Entre a recomendação de Rexach e o contrato com o clube ainda correu alguma água debaixo da ponte. A tenra idade do jogador, o facto de ser estrangeiro e de não poder alinhar de imediato nas camadas jovens e a doença que enfrentava deixaram alguns dirigentes do Barcelona de pé atrás. O pai de Messi chegou a ver sucessivamente adiadas as promessas de formalização de um acordo e, cansado dos avanços e recuos, ameaçou regressar à Argentina. Foi nessa altura que se deu o célebre episódio do guardanapo. Em pleno restaurante do Club Tenis Pompeia, Rexach quis provar que o interesse em Messi era real e que não havia volta a dar. Sem outro recurso à mão de semear, aproveitou um guardanapo de papel para assinar aquele que, simbolicamente, seria o primeiro contrato com “Lio” (o documento, de resto, está hoje exposto no museu do clube). Estávamos a 14 de Dezembro de 2000. O contrato oficial seria rubricado a 1 de Março de 2001. Pequeno génio entre os gigantes De então para cá, é o que se sabe. Messi tem vencido todas as barreiras, desafiado todas as probabilidades, convencido os mais cépticos. Tem forçado comparações com Diego Maradona e recolhido aplausos em todos os estádios por onde passa. Tem feito história para e com um Barcelona que, por direito próprio, já ganhou um lugar na prateleira das melhores equipas da enciclopédia do futebol. Pelo meio, vai coleccionando elogios e recordes. Em 2012, marcou 91 golos e superou o recorde de golos num ano que pertencia a Gerd Muller (85); a 20 de Março do mesmo ano, tornou-se o melhor marcador da história do Barcelona em jogos oficiais ao chegar aos 234 golos, depois de já se ter notabilizado como o primeiro a chegar aos 200 golos com apenas 24 anos; ainda em 2012, assumiu-se como o primeiro jogador a conquistar quatro Bolas de Ouro, ainda para mais de forma consecutiva (e está nomeado para a de 2013). "O melhor do mundo é Messi. O segundo melhor é Messi lesionado. Nasceu para jogar futebol, é o primeiro génio do século XXI. É incomparável", avalia o compatriota Jorge Valdano, antigo director desportivo do Real Madrid, em declarações à rádio RAC 1. Aos 26 anos, o craque do Barcelona já conta com uma galeria de momentos inesquecíveis suficiente para produzir, pelo menos, uma ambiciosa curta-metragem. Um dos mais emblemáticos será o golo marcado ao Getafe, em 2007, uma espécie de cópia mais do que à altura do original de Diego Maradona que é considerado por muitos como o melhor da história dos Mundiais (aquela coreografia individual que parte do meio-campo e só termina na baliza, nos quartos-de-final do México 1986). Mas há muito por onde escolher. Dos cinco golos apontados ao Bayer Leverkusen (foi o primeiro futebolista a conseguir tal proeza num jogo da Champions no actual formato), a 7 de Março de 2012, aos 24 hat-tricks que já assinou com a camisola do Barcelona, o último dos quais na primeira jornada da Liga dos Campeões desta época, frente ao Ajax. Tudo parece simples quando a bola lhe chega aos pés. Tal como parecia há 16 anos, quando era já a estrela mais reluzente da geração de ouro das camadas jovens do Newell’s. “Lembro-me da final de um torneio em que começámos o jogo sem o Lio. Não chegava, não chegava. E terminou o primeiro tempo sem o Lio chegar. Perdíamos por 1-0”, lembra Juan Cruz Leguizamón, ex-companheiro de equipa e amigo de infância de Messi. “Viemos a saber que ele chegou tarde porque tinha ficado fechado na casa de banho, em casa, e teve de partir o vidro da porta para sair. Quando chegou, fez três golos e ganhámos o torneio”. fonte: Clique aqui Compartilhar este post Link para o post
totch Publicado 18 Novembro 2013 Podem fechar este tópico. Porque? Compartilhar este post Link para o post
Lestonks Publicado 18 Novembro 2013 Porque o Messi já acabou. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 19 Novembro 2013 Porque o Messi já acabou. ♫ O Ronaldo está a acabaaar ♫ Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 21 Novembro 2013 Melhor de Sempre :prayer: Sem estar a pôr veneno. E pra ti quem é o melhor jogador português de sempre? Compartilhar este post Link para o post
Black Pearl Publicado 21 Novembro 2013 Cada fato mais lindo e mais macho que o outro. Compartilhar este post Link para o post