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andriy pereplyotkin

Ensino Superior - A Entrada, a Estadia, o Adeus

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E metades dos que entraram em Civil na FEUP deve ter sido sem ser como 1º opção. Devem ter tentado outra Engenharia que não conseguiram e meteram Civil para depois tentar a transferência.

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E metades dos que entraram em Civil na FEUP deve ter sido sem ser como 1º opção. Devem ter tentado outra Engenharia que não conseguiram e meteram Civil para depois tentar a transferência.

creio que apenas 37 colocaram civil como 1ª opção. já foi dito neste tópico.

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ISCAL é bom e o curso de Gestão só vais ter professores com muita bagagem mesmo, podes estar descansado, eu estudei lá (pós-laboral) e em qualidade de ensino dá roupa no pelo a muitas faculdades com muito prestigio (tinha amigos no ISEG e iSCTE e Nova e não davam metade da matéria e estudavam de dia!) .

 

Se tivesse dinheiro para ir para a faculdade e acabar o meu curso de Gestão :/

 

Também era rapazinho para ir para Engenharia Civil pois estou numa de abrir uma empresa de remodelações com o meu pai e saber mais da área dava-me jeito mas isso para mim são apenas sonhos...

 

Parabéns aos que agora iniciam a vida académica :)

Então recomendarias o iscal? É que à pouco li um artigo na internet (de 2008 é verdade) em que faziam do iscal um monstro onde ninguém deveria ir, professores apenas licenciados e coisas desse género. Mas eu gostava de ir para o iscal, pois estando iscal e lusiada no mesmo lugar, para mim, ao menos poupava-se o dinheiro de uma privada

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Há cursos sem candidatos, mas há outros com 450 ou 480, não sei precisar, como a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É uma área onde não há facilidade de emprego, todavia as vagas continuam a atingir proporções enormes.

 

Eu nessas áreas não sei mas por acaso é engraçado ver que as Engenharias levaram um rombo forte. Geralmente é uma área na qual as pessoas tendem a dizer que é onde há mais emprego, etc mas os novos estudantes estão a fugir um bocado dela. Número de vagas por preencher entre o ano passado e este ano em alguns sítios, fora as duas grandes faculdades do país, que ainda vão enchendo:

 

3135 ISEP Vagas

9089 Engenharia Civil - passa de 71 para 95

9495 Engenharia de Computação e Instrumentação Médica - 13 para 17

9094 Engenharia de Instrumentação e Metrologia - 20 para 13

9110 Engenharia Electrotécnica - Sistemas Eléctricos de Energia - 31 para 44

9112 Engenharia Electrotécnica e de Computadores - 20 para 90

9117 Engenharia Geotécnica e Geoambiente - 18 para 20

9125 Engenharia Química - 13 para 5

 

3118 ISEL Vagas

9089 Engenharia Civil - 139 para 96

9108 Engenharia Electrónica e Telecomunicações e de Computadores - 49 para 78

9109 Engenharia Electrotécnica - 98 para 109

9123 Engenharia Mecânica - 44 para 109

9126 Engenharia Química e Biológica - 56 para 71

 

0300 Universidade de Aveiro Vagas

9360 Engenharia Civil - 36 para 35

9096 Engenharia de Materiais - 4 para 16

9099 Engenharia do Ambiente - 3 para 21

9116 Engenharia Geológica - 19 para 17

9365 Engenharia Electrónica e Telecomunicações - 0 para 18

9368 Engenharia Física - 0 para 8

 

0501 Universidade de Coimbra Vagas

9360 Engenharia Civil - 94 para 105

9508 Engenharia do Ambiente - 29 para 38

9104 Engenharia e Gestão Industrial - 0 para 8

9367 Engenharia Electrotécnica e de Computadores - 15 para 57

9368 Engenharia Física - 0 para 7

9461 Engenharia Química - 0 para 9

 

0903 Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologia Vagas

9360 Engenharia Civil - 79 para 51

9363 Engenharia de Materiais - 1 para 10

8334 Engenharia de Micro e Nanotecnologias - 0 para 7

9508 Engenharia do Ambiente - 0 para 18

9367 Engenharia Electrotécnica e de Computadores - 0 para 51

9368 Engenharia Física - 0 para 7

9116 Engenharia Geológica - 9 para 15

9370 Engenharia Química e Bioquímica - 0 para 11

 

1000 Universidade do Minho Vagas

9358 Engenharia Biológica - 0 para 2

9360 Engenharia Civil - 56 para 72

9362 Engenharia de Comunicações - 9 para 29

9363 Engenharia de Materiais - 7 para 17

9364 Engenharia de Polímeros - 16 para 24

9366 Engenharia Electrónica Industrial e Computadores - 0 para 27

9368 Engenharia Física - 0 para 7

 

E temos aí 3 cursos de Civil no verde porque provavelmente reduziram o número de vagas aberta.

 

Resistem Mecânica e Informática, o resto começa a levar no lombo. Bioengenharia mantém-se lá em cima, mas também tem alguma ligação com estudantes que falham medicina (notas altas, portanto).

 

creio que apenas 37 colocaram civil como 1ª opção. já foi dito neste tópico.

 

Acho que foram 57 dos 112 colocados.

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Guest Rumpas

E metades dos que entraram em Civil na FEUP deve ter sido sem ser como 1º opção. Devem ter tentado outra Engenharia que não conseguiram e meteram Civil para depois tentar a transferência.

No IST igual. Vê-se muita gente a entrar em Civil porque é o que a média lhes permite e depois no fim do ano pedem transferência para o curso que queriam. Conheço até um caso de uma rapariga que entrou em Civil e no final do ano mudou de curos, internamente, para Eng. Biomédica. Isto no IST.

 

Eu nessas áreas não sei mas por acaso é engraçado ver que as Engenharias levaram um rombo forte. Geralmente é uma área na qual as pessoas tendem a dizer que é onde há mais emprego, etc mas os novos estudantes estão a fugir um bocado dela. Número de vagas por preencher entre o ano passado e este ano em alguns sítios, fora as duas grandes faculdades do país, que ainda vão enchendo:

 

Engenharia Civil cá levou um rombo do crl! No ano passado ficaram 5 vagas por preencher. Este ano foram 60!

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O mercado está saturado com civil. Tão simples quanto isto.

 

Enquanto não deixarem passar um tempo, isto não muda

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Eu diria que a questão não é tanto o excesso de engenheiros civis mas sim os investimentos enormíssimos que as obras de engenharia exigem, que não se coadunam com os tempos que vivemos em Portugal, estando o sector parado.

 

Claro que não havendo dinheiro, não há projectos, os engenheiros não são necessários e portanto estão em excesso. Mas, e se calhar estou enganado, acho que em tempos de vacas mais gordas, nunca se falou propriamente em excesso de engenheiros...

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Em tempo de vacas gordas era quando a construção civil tinha sempre oferta de emprego, não percebi bem essa última frase.

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o meu orientador de projeto feup dizia que ainda não tinha acabado o curso, já choviam telefonemas com ofertas de emprego. e era recorrente, mesmo em alunos sem notas fantásticas. por aí se vê que excesso é precisamente o oposto da realidade de há 5-10 anos.

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Eu diria que a questão não é tanto o excesso de engenheiros civis mas sim os investimentos enormíssimos que as obras de engenharia exigem, que não se coadunam com os tempos que vivemos em Portugal, estando o sector parado.

 

Claro que não havendo dinheiro, não há projectos, os engenheiros não são necessários e portanto estão em excesso. Mas, e se calhar estou enganado, acho que em tempos de vacas mais gordas, nunca se falou propriamente em excesso de engenheiros...

É isto, o mercado está saturado porque há demasiados engenheiros para a pouca procura do sector.

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Para suprimir a falta/excesso de profissionais em certas áreas, o Ministério da Educação e Ciência, juntamente com as entidades responsáveis pelo fiscalização do emprego em Portugal e as Universidades deviam, de dois em dois anos ou de três em três anos, proceder a uma revisão das vagas que cada curso tem disponíveis para evitar situações de desemprego,fuga a certos cursos ou falta de pessoas qualificadas em certas áreas.

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Para suprimir a falta/excesso de profissionais em certas áreas, o Ministério da Educação e Ciência, juntamente com as entidades responsáveis pelo fiscalização do emprego em Portugal e as Universidades deviam, de dois em dois anos ou de três em três anos, proceder a uma revisão das vagas que cada curso tem disponíveis para evitar situações de desemprego,fuga a certos cursos ou falta de pessoas qualificadas em certas áreas.

 

Num mundo decente, obviamente, mas tu sabes melhor que eu o que é o ego, a cabeça fechada e a sobranceria de muito professor universitário e director de curso.

 

Já numa universidade em que um familiar meu é director de faculdade o director do curso de Civil praí o ano passado fez choro para aumentar as vagas mesmo depois de não terem enchido para mais 30 vagas... lá para Setembro logo se viu que nem com o nº anterior de vagas encheria o curso, muito menos com as 30 vagas adicionadas :lol:

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Em tempo de vacas gordas era quando a construção civil tinha sempre oferta de emprego, não percebi bem essa última frase.

 

Provavelmente é confuso mas o que eu estou a tentar dizer é que acho que a falta de emprego no sector deve-se mais à falta de projectos e obras do que propriamente a um excesso de pessoal. Isto é, o sector está parado por si só. Podia estar a funcionar e não conseguir absorver todos os profissionais da área mas não se trata disso, trata-se de estar mesmo parado e não dar quase para ninguém.

 

Mas claro que as coisas estão relacionadas, como disse, já que se não há projectos, há despedimentos e não há necessidade de novas contratações, levando ao excesso de engenheiros.

 

Se não der para entender, caga :lol:

 

o meu orientador de projeto feup dizia que ainda não tinha acabado o curso, já choviam telefonemas com ofertas de emprego. e era recorrente, mesmo em alunos sem notas fantásticas. por aí se vê que excesso é precisamente o oposto da realidade de há 5-10 anos.

 

Sim, ainda este semestre um professor nos dizia que os engenheiros de há 10 anos atrás estão muito pior preparados que nós. Nós temos noção de como isto está e portanto procuramos tirar boas notas e valorizar-nos com outras coisas (línguas, cursos em softwares de engenharia, erasmus, etc), antigamente era acabar isto o mais rápido possível às três pancadas para desatar a assinar projectos.

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Num mundo decente, nós teríamos ministros inteligentes, programas de educação inteligentes, diretores de universidade e faculdade inteligentes, bem como não existiram lobbies e politiquices à mistura, que só contaminam um funcionamento racional, coerente e lógico das instâncias educativas.

 

Depois, há quem venha falar de desemprego em certas áreas e falta de profissionais noutras, óbvio, se o sistema universitário está mal desenhado e não obedece à lógica da oferta/procura de profissionais, tem toda a lógica que essas situações aconteçam.

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Provavelmente é confuso mas o que eu estou a tentar dizer é que acho que a falta de emprego no sector deve-se mais à falta de projectos e obras do que propriamente a um excesso de pessoal. Isto é, o sector está parado por si só. Podia estar a funcionar e não conseguir absorver todos os profissionais da área mas não se trata disso, trata-se de estar mesmo parado e não dar quase para ninguém.

 

Mas claro que as coisas estão relacionadas, como disse, já que se não há projectos, há despedimentos e não há necessidade de novas contratações, levando ao excesso de engenheiros.

 

Se não der para entender, caga :lol:

 

 

Agora sim estás a falar bem, apesar de hoje claramente estás a funcionar com a velocidade de uma carroça de bois raquíticos e coxos. A procura de profissionais no ramo de Engenharia Civil está directamente relacionada com a oferta existente em projectos. Se não há projectos, não há dinheiro para contratar e manter esses profissionais de terreno e não há trabalho para eles também. A questão do excesso de pessoal tem de ser vista nesse prisma, não a presumir que há um número estipulado de profissionais a contratar como se tratasse de um emprego só de escritório.

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Para a malta da FEP:

 

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O cartaz mais ridículo pelo menos dos últimos 4 anos.

O departamento de mkt da AEFEP costumava ser top, este ano esta fraquinho.

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Agora sim estás a falar bem, apesar de hoje claramente estás a funcionar com a velocidade de uma carroça de bois raquíticos e coxos. A procura de profissionais no ramo de Engenharia Civil está directamente relacionada com a oferta existente em projectos. Se não há projectos, não há dinheiro para contratar e manter esses profissionais de terreno e não há trabalho para eles também. A questão do excesso de pessoal tem de ser vista nesse prisma, não a presumir que há um número estipulado de profissionais a contratar como se tratasse de um emprego só de escritório.

 

Tass bem, tu percebes. O que eu quis tentar dizer é que não me lembro de se estar (pelo menos durante muito tempo) numa situação de falta de emprego só para jovens, o que podia indiciar um excesso de novos licenciados na área, por exemplo. Aconteceu que, num período relativamente curto, passou-se de uma situação em que havia emprego para "todos" para uma situação em que não há emprego para "ninguém".

 

O verdadeiro problema, portanto, não me parece que tenha propriamente chegado a ser um excesso de engenheiros, porque não foi isso que ditou a queda do sector e da empregabilidade no mesmo para o estado em que se encontra.

 

Mas claro que são os tempos e a existência ou não de projectos que ditam a a quantidade de engenheiros necessários.

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Visitante

Então recomendarias o iscal? É que à pouco li um artigo na internet (de 2008 é verdade) em que faziam do iscal um monstro onde ninguém deveria ir, professores apenas licenciados e coisas desse género. Mas eu gostava de ir para o iscal, pois estando iscal e lusiada no mesmo lugar, para mim, ao menos poupava-se o dinheiro de uma privada

 

Acho que o Curso de Gestão nem existe assim há tanto tempo no ISCAl.

 

Enquanto ensino recomendo ao máximo, todos os professores que tive no tempo que lá andei (excepto 1) eram altamente conceituados estando constantemente no DE e etc. além de todos serem muito exigentes mesmo tendo em conta que à noite é só malta que trabalha e não tem tempo nem para jantar ou tomar um banho longo.

 

Enquanto instituição os serviços oficiais deixam muito a desejar mas isso é em todas as faculdades.

 

Só posso falar do turno da noite mas também a convivencia é espectacular lá.

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O cartaz mais ridículo pelo menos dos últimos 4 anos.

O departamento de mkt da AEFEP costumava ser top, este ano esta fraquinho.

 

Desde que a qualidade das festas continue elevada, é o que se pede. :mrgreen:

 

Eu gostei bastante dos do ano passado, com o copo de fundo.

Editado por Harvey Spector

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Acho que o Curso de Gestão nem existe assim há tanto tempo no ISCAl.

 

Enquanto ensino recomendo ao máximo, todos os professores que tive no tempo que lá andei (excepto 1) eram altamente conceituados estando constantemente no DE e etc. além de todos serem muito exigentes mesmo tendo em conta que à noite é só malta que trabalha e não tem tempo nem para jantar ou tomar um banho longo.

 

Enquanto instituição os serviços oficiais deixam muito a desejar mas isso é em todas as faculdades.

 

Só posso falar do turno da noite mas também a convivencia é espectacular lá.

Amanhã vou lá ver melhor a faculdade e rezar para que a 2ª fase me sorria e entre no ISEG.

Quanto ao último ponto, lá o pessoal é bacano e acessível? Muito provavelmente se for para lá irei sozinho e gostava de saber também se é fácil uma pessoa adaptar-se, porque tenho um amigo meu que entrou na Católica e na primeira semana não falou com quase ninguém.

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Como são as festas da FEP, Harvey? :p

Também gostava de saber, dia 17 estou lá batido :mrgreen:

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Também já me vieram falar sobre a praxe. Aqui começa a 16. May god have mercy on my soul.

 

EDIT: Quer dizer, vieram-me falar as in avisaram-me que era dia 16. Não me falaram em horas nem em loca. Deduzo que depois circule o "protocolo".

Editado por Naitch

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